RESUMO. Mário Talaia. Carla Vigário
|
|
|
- Gilberto Salgado Peres
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 a FORMAÇÃO DE CIDADÃOS através do uso e interpretação de imagens: riscos condicionados pela temperatura do ponto de orvalho Mário Talaia Departamento de Física, CIDTFF, Universidade de Aveiro [email protected] Carla Vigário Departamento de Educação, Universidade de Aveiro [email protected] RESUMO A problemática das alterações climáticas justifica a implementação no ensino de metodologias de ensino e aprendizagem inovadoras. Um dos maiores desafios que a sociedade atual tem colocado aos educadores é o desenvolvimento de competências nos alunos, futuros formadores. Neste trabalho apresenta-se uma inovadora metodologia de ensino, onde futuros formadores do ensino superior, desenvolvem competências na interpretação do ar húmido partindo da interpretação de imagens que mostram a formação de uma gota de orvalho. A metodologia adotada é avaliada. Os resultados obtidos são reveladores da eficácia desta inovadora metodologia e é esperado que os formandos se tornem cidadãos que, mais tarde, possam interpretar fenómenos físicos quando é envolvido ar húmido, como por exemplo o que suscita risco de incêndio florestal e risco de saúde pública. O estudo mostrou que o uso de boas imagens é um recurso didático que deve ser valorizado. Palavras-chave: Cidadania, Ensino das Ciências, imagens, proteção civil, saúde pública. Introdução A Coluna de Trajano, erigida no ano 113 D.C., é um dos monumentos mais importantes do antigo Império Romano. Situada numa pequena praça do Fórum, esta coluna tem 38m de altura e um diâmetro de cerca de 4m, facto que permitiu construir, no seu interior, uma escadaria em espiral que leva à plataforma no topo. O que este monumento tem de curioso é que ao longo da coluna, formando um friso de cerca de 200m de comprimento, estão representados vários episódios de guerras, assaltos e pilhagens, todos eles relativos à campanha do Imperador Trajano contra os Dácios. Um total de 2500 imagens com expressões e atitudes individualizadas aparecem ao longo de toda a coluna. É interessante registar a preferência de um Imperador pela imagem, em detrimento do texto escrito, quando deseja glorificar a sua capacidade militar, numa clara campanha de propaganda política (Talaia & Marques, 2009). Existem, porém, evidências de que a imagem tem sido usada amplamente pela sociedade humana desde os seus primórdios. Hoje em dia, a ciência da imagem está a atingir um patamar invulgar. A instituição escolar tem a necessidade de acompanhar essa evolução. Neste contexto, o uso da imagem no ensino parece-nos adequado e deve ser considerado instrumento pedagógico a valorizar. No entanto, a imagem não deve ser usada de forma indiscriminada. O professor deve ser capaz de isolar os objetivos a que se propõe estudar de modo a usar a imagem de forma eficaz, no desenvolvimento de competências. A seleção duma imagem nem sempre é fácil pois uma imagem nem sempre diz aquilo que se deseja dizer, ou seja, há que ter sempre presente a característica polissémica duma imagem. Afinal, as imagens são multifacetadas e polivalentes concretas e abstratas, icónicas e racionalizadas, eficazes e mágicas, estéticas e 559
2 denotativas, funcionais e incontroláveis. O uso de uma boa imagem só é possível se o professor, antes, já desenvolveu aquilo que chamamos de uma banda larga de conhecimento científico. De todos os sentidos que o Homem possui, a visão é, sem dúvida, o mais especializado e mais informações transportam para o cérebro. Enquanto os recetores sensoriais da visão são cerca de 135 milhões, os do ouvido são de 20 a (Calado, 1994). A visão é muito mais do que um ato físico; é um ato de inteligência. Metodologia Neste trabalho apresenta-se uma inovadora metodologia de ensino, onde 64 alunos do ensino superior (1º ciclo), futuros formadores, usam imagens para a interpretação de fenómenos físicos. O estudo começa com imagens de exemplos de gotas de orvalho e algumas palavras acerca do fenómeno físico. Numa primeira fase o formando deve excluir e/ou acrescentar palavras e quando tiver selecionado ou criado o rol das palavras deve construir um mapa conceptual. A seguir responde a uma questão problema referente à formação de orvalho. Numa segunda fase e em contexto de sala de aula são desenvolvidas competências e é construído conhecimento científico numa base de contexto real, numa dinâmica CTS-A e numa perspectiva de Ensino Por Pesquisa. Depois, a primeira fase é repetida, sendo possível corrigir, adaptar, apresentar, interpretar através de imagens a formação de orvalho e a importância da temperatura do ponto de orvalho. Numa terceira fase é avaliada a metodologia através de uma questão problema colocada no teste escrito de avaliação individual sem consulta. Aplicação da Metodologia Inovadora Já Sócrates, o famoso filósofo grego, mostrou que a primeira fase do ensino tem a ver com a IRONIA, que significa perguntar, fingindo ignorar. Assim sendo, o professor, através de perguntas bem direcionadas, deve elucidar o formando da sua própria ignorância, após o que o formando estará suscetível a descobrir por si mesmo, sob a orientação do professor, a resolução da problemática em causa, sendo a segunda fase do método socrático denominada de MAIÊUTICA, ou seja a arte de fazer nascer as ideias (Petti & Piletti, 1986). Uma forma de consumar a segunda fase, do nosso ponto de vista, é recorrer ao Ensino Por Pesquisa (EPP) o único capaz de explorar todas as potencialidades do uso de uma imagem. Cachapuz et al. (2002) mostraram que existem três momentos fortes na perspetiva de EPP: Problematização, Metodologias de Trabalho e Avaliação. No primeiro momento da Problematização o professor poderia colocar a questão problema: Como já deves ter observado, muitas vezes, após o nascer do Sol observas que muitas folhas da vegetação e superfícies, em geral, estão cobertas de gotas de orvalho ou água. Porque razão acontece tal fenómeno? Esta é, sem dúvida, uma questão de carácter CTS-A (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente) e é uma situação problema do quotidiano, conhecida pelos formandos. No segundo momento do Método (Metodologias de Trabalho) o professor poderia incitar os alunos à reflexão por meio da análise da imagem da Figura 1 e por meio de perguntas secundárias bem direcionadas, tais como: que condições de tempo atmosférico e que elementos são necessários para que ocorra a formação de orvalho ou será fácil fazer uma previsão da formação de orvalho? 560
3 Figura 1. Gotas de orvalho em folhas (após o nascer do Sol) Visto que as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) apresentam enormes potencialidades no desenvolvimento da autonomia dos formandos (Cachapuz et al., 2002), seria muito interessante consultar o sítio otempo/obs.tempo.presente/ do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para obter cartas do tempo atmosférico do dia e para horas diferentes; mapas de superfície com temperaturas e comparar mapas relativos às primeiras horas da madrugada. Facilmente os formandos chegariam à conclusão, no geral, de que a temperatura do ar na camada adjacente à superfície terrestre diminui ao longo da noite. Finalmente, o terceiro momento tem a ver com Avaliação dos produtos ou seja é concretizada por meio de uma questão problema num teste escrito individual sem consulta. A avaliação dos processos é avaliada quantitativamente e qualitativamente e podem ser solicitados comentários e sugestões à eficácia da implementação da metodologia. Resultados A Figura 2 mostra a utilização de palavras para a explicação da questão problema. Figura 2. Palavras usadas pelos formandos na pré e na pós estratégia 561
4 A observação do gráfico da Figura 2 mostra inequivocamente que os formandos corrigiram algumas ideias ou conhecimento construído na educação formal, nomeadamente que a temperatura do ponto de orvalho, a existência de um céu estrelado, a humidade relativa do ar, a noite, a condensação do vapor de água e a existência de uma superfície são determinantes para a formação de orvalho. Depois, a partir do desenvolvimento de competências construíram o seu conhecimento científico através da construção de um mapa concetual. A Figura 3 mostra os resultados obtidos na avaliação. A observação do gráfico mostra que 77% dos formandos conseguem interpretar corretamente a formação de orvalho e que destes 57% registaram uma valorização acima de 75% (out 100%). Apenas 11% registaram uma pontuação inferior a 25%. Os resultados obtidos são muito interessantes pois a questão problema tem algum grau de dificuldade de interpretação física. Uma formanda escreveu ao contrário daquilo que se ouve, o orvalho não cai o orvalho forma-se numa superfície. Este fenómeno ocorre durante a noite, na ausência de vento (ou com uma intensidade muito baixa) pois este favorece a evaporação. O céu deve mostrar estrelas ou seja a atmosfera deve ser transparente. A humidade relativa do ar não deve ser demasiada alta. Durante a noite quando a temperatura de uma superfície é inferior à temperatura do ponto de orvalho do ar o processo de condensação do vapor de água acontece, formando-se gotas de orvalho. É o caso que acontece numa pétala de uma rosa. Outra formanda escreveu tomara que todas as aulas fossem assim, ainda outra gostei imenso da metodologia adoptada, levou-me a olhar para a natureza e a ter um raciocínio coerente. Figura 3. Resultados obtidos terceira fase Avaliação Durante a construção do conhecimento foi mostrada, aos formandos, a influência da temperatura do ponto de orvalho no ar húmido. Por exemplo, no risco de incêndio, um ambiente com uma temperatura de 30ºC e uma humidade relativa de 30% apenas regista uma massa volúmica de vapor de água de 10,0g/cm 3 enquanto que para a mesma temperatura e uma humidade relativa de 60% regista uma massa volúmica de vapor de água de 19,2g/cm 3, o que faz toda diferença no risco de incêndio florestal. Em termos de saúde pública mostrou-se que há risco para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica) quando o ar tem um grande poder secante, pois aumenta a viscosidade do muco das vias respiratórias, devido ao processo de desidratação. 562
5 Conclusão A análise de resultados mostrou que foram muito positivos e até mesmo reveladores do potencial que tem o uso da imagem no ensino das ciências. Também, os resultados obtidos mostraram que houve um envolvimento excelente da maioria dos formandos, e indiciaram que o uso de boas imagens é um recurso didático que deve ser valorizado para o desenvolvimento de competências e construção do conhecimento. Nós acreditamos sinceramente que a estratégia de ensino usada neste estudo abriu portas para que, no futuro outros estudos mais aprofundados possam vir a ser realizados. Agradecimentos Este trabalho é financiado pela FCT/MEC através de fundos nacionais (PIDDAC) e cofinanciado pelo FEDER através do COMPETE Programa Operacional Fatores de Competitividade no âmbito do projeto PEst-C/CED/UI0194/2013. Bibliografia Cachapuz, A., Jorge, J. & Praia, J. (2002). Ciência, Educação em Ciência e Ensino das Ciências. Lisboa Calado, A. (1994). A utilização educativa das imagens. Porto: Porto Editora. Petti, C. & Piletti, N. (1986). Filosofia e história da educação. São Paulo; Ática editora. Talaia, M. & Marques, J. (2009). Sinais do tempo atmosférico O uso de imagem como instrumento didáctico. In Somet-Cuba, Sociedade Meteorologia de Cuba (Eds.). Proceedings of V Congresso Cubano de Meteorologia,
A TEMPERATURA NUM CONTEXTO EDUCACIONAL
A TEMPERATURA NUM CONTEXTO EDUCACIONAL Mário Talaia e Marta Andreia Silva Departamento de Física, Universidade de Aveiro, 3810-193, Aveiro, Portugal Contacto: [email protected] RESUMO O presente artigo surge
Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8B/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês
Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 8B/2010 Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas
Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8A/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês
Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 8A/2010 Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas
A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE
A IMPORTÂNCIA DAS DISCIPLINAS DE MATEMÁTICA E FÍSICA NO ENEM: PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO CURSO PRÉ- UNIVERSITÁRIO DA UFPB LITORAL NORTE ALMEIDA 1, Leonardo Rodrigues de SOUSA 2, Raniere Lima Menezes de PEREIRA
LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um
1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA
OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS NO ENSINO SUPERIOR: OUTRAS POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA DO PROFESSOR
OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS NO ENSINO SUPERIOR: OUTRAS POSSIBILIDADES PARA A PRÁTICA DO PROFESSOR Alexsandro de Melo Silva 1, Leon Cavalcante Lima², Arlyson Alves do Nascimento 3. ¹Instituto Federal de
Oficina de Formação. O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais
Oficina de Formação O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais (Data de início: 09/05/2015 - Data de fim: 27/06/2015) I - Autoavaliação
Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)
Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)
O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização
O uso de Objetos de Aprendizagem como recurso de apoio às dificuldades na alfabetização Juliana Ferreira Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail: [email protected] Silvio Henrique
Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **
AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos
ENERESCOLAS. Monitorizar, Experimentar e Aprender!
ENERESCOLAS Monitorizar, Experimentar e Aprender! Enquadramento As escolas são uma fracção não desprezável do consumo energético. A aprendizagem em âmbito escolar, tem efeitos multiplicativos em casa e
A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES. GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental
A EXPLORAÇÃO DE SITUAÇÕES -PROBLEMA NA INTRODUÇÃO DO ESTUDO DE FRAÇÕES GT 01 - Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental Adriele Monteiro Ravalha, URI/Santiago-RS, [email protected]
UMA ANÁLISE DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DA UFPB
UMA ANÁLISE DA MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DA UFPB Amanda dos Santos Souza (Licencianda em Matemática/UFPB) Carla Manuelle Silva de Almeida (Licencianda em Matemática/UFPB)
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Geografia Série: 6ª Ensino Fundamental Professor: Rogério Duarte Geografia Atividades para Estudos Autônomos Data: 28 / 09 / 2015 Aluno(a): Nº:
Novas possibilidades de leituras na escola
Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I CONCEITOS INICIAIS Professor: Emerson Galvani Atuação do Geógrafo Climatologista: Ensino, pesquisa e profissional
PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017
ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução
Contextualizando o enfoque CTSA, a partir da Fotonovela
Contextualizando o enfoque CTSA, a partir da Fotonovela Resumo: Este presente trabalho tem como intuito resgatar atividades já feitas em décadas anteriores, para elaboração de novos métodos didáticos em
Débora Regina Tomazi FC UNESP- Bauru/SP E-mail: [email protected]. Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani. E-mail: [email protected].
AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: A UTILIZAÇÃO DE PLATAFORMAS EDUCACIONAS ADAPTATIVAS E A PRÁTICA DOCENTE. Débora
Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos.
Alfabetizar e promover o ensino da linguagem oral e escrita por meio de textos. Daiane Pacheco-USC pedagogia - [email protected]; Carla Viviana-USC pedagogia- [email protected]; Kelly Rios-USC
CAPACIDADE TÉRMICA E CALOR ESPECÍFICO 612EE T E O R I A 1 O QUE É TEMPERATURA?
1 T E O R I A 1 O QUE É TEMPERATURA? A temperatura é a grandeza física que mede o estado de agitação das partículas de um corpo. Ela caracteriza, portanto, o estado térmico de um corpo.. Podemos medi la
Introdução. a cultura científica e tecnológica.
Introdução A cultura científica e tecnológica é cada vez mais reconhecida como uma condição estratégica para o desenvolvimento de uma cidadania ativa, traduzindo-se numa sociedade mais qualificada e no
Profissionais de Alta Performance
Profissionais de Alta Performance As transformações pelas quais o mundo passa exigem novos posicionamentos em todas as áreas e em especial na educação. A transferência pura simples de dados ou informações
Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre
Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito
Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)
Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,
COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM
COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se
A Educação Bilíngüe. » Objetivo do modelo bilíngüe, segundo Skliar:
A Educação Bilíngüe Proposta de educação na qual o bilingüismo atua como possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence.(eulália Fernandes) 1 A Educação Bilíngüe»
O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula
O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: [email protected]
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES 96 HORAS MÓDULOS HORAS FORMADOR 1 - FORMADOR: SISTEMA, CONTEXTOS E PERFIL 10H FRANCISCO SIMÕES 2 SIMULAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL 13H FILIPE FERNANDES 3 COMUNICAÇÃO
Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI
FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,
Ensinar a ler em História, Ciências, Matemática, Geografia
PAOLA GENTILE Ensinar a ler em História, Ciências, Matemática, Geografia A forma como se lê um texto varia mais de acordo com o objetivo proposto do que com o gênero, mas você pode ajudar o aluno a entender
ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS
ESCOLA, LEITURA E A INTERPRETAÇÃO TEXTUAL- PIBID: LETRAS - PORTUGUÊS RESUMO Juliana Candido QUEROZ (Bolsista) 1 ; Natália SILVA (Bolsista) 2, Leila BRUNO (Supervisora) 3 ; Sinval Martins S. FILHO (Coordenador)
CONSIDERAÇÕES SOBRE USO DO SOFTWARE EDUCACIONAL FALANDO SOBRE... HISTÓRIA DO BRASIL EM AULA MINISTRADA EM LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
CONSIDERAÇÕES SOBRE USO DO SOFTWARE EDUCACIONAL FALANDO SOBRE... HISTÓRIA DO BRASIL EM AULA MINISTRADA EM LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Dorisvaldo Rodrigues da Silva [email protected] Vera Lúcia Ruiz Rodrigues
!"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%
!"#$% #!$%&'()(*!#'+,&'(-.%'(.*!/'0.',1!,)2-(34%5! 6,-'%0%7.(!,!#'%8(34%! &#'(%)*%+,-.%! https://sites.google.com/site/grupouabpeti/ ISBN: 978-972-674-744-4! "! DIRETORES DE CURSO: PERSPETIVAS E CARACTERIZAÇÃO
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E
PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA
PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:
Guia do Professor. Esta atividade poderá ser realizada, satisfatoriamente, em uma aula de 50 minutos.
Caro Professor, O principal objetivo do projeto RIVED é oferecer aos professores do Ensino Médio novos recursos didáticos, em forma de módulos, para a melhoria da aprendizagem dos alunos em sala de aula.
11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica
11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação
ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico
ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LECTIVO 2011 / 2012 TIC@CIDADANIA Proposta de planos anuais 1.º Ciclo do Ensino Básico Introdução O objetivo principal deste projeto é promover e estimular
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO
07-05-2013 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA GESTÃO Aula I Docente: Eng. Hercílio Duarte 07-05-2013 2 Objectivo Sistemas Modelos Dados Vs. Informação Introdução aos sistemas de Informação 07-05-2013 3 Introdução
PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário
PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da
EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA
EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/
Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.
Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: [email protected] ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: [email protected] Desde
O CIBERESPAÇO NO ENSINO E GEOGRAFIA: A PROBLEMÁTICA DO USO/DESUSO DO GOOGLE EARTH EM ESCOLAS PÚBLICAS DE DIAMANTINA
O CIBERESPAÇO NO ENSINO E GEOGRAFIA: A PROBLEMÁTICA DO USO/DESUSO DO GOOGLE EARTH EM ESCOLAS PÚBLICAS DE DIAMANTINA Bernadeth Rocha de Araujo [email protected] Bacharel em Humanidades e Licencianda
PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ
PREFEITURA DE ESTÂNCIA TURÍSTICA DE SÃO ROQUE - SP DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO PARA A PAZ TEMA PROJETO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES Educação para a Paz Aplicadores:
MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES
MATRIZES CURRICULARES MUNICIPAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - MATEMÁTICA: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA EM MOGI DAS CRUZES Marcia Regiane Miranda Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes [email protected]
PATRÍCIA SANTOS COUTO UFRPE/LACAPE JOSINALVA ESTACIO MENEZES UFRPE/LACAPE [email protected]
UMA EXPERIÊNCIA SOBRE O USO DE JOGOS E MATERIAL CONCRETO EM CAPACITAÇÕES COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO EM PERNAMBUCO: INTERDISCIPLINARIDADE, REFLEXOS E PERSPECTIVAS PATRÍCIA
GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP
PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância
Kit de Auto-Diagnóstico de Necessidades, Auto-Formação e Auto-Avaliação da Formação em Gestão
CARACTERIZAÇÃO DO PRODUTO Kit de Auto-Diagnóstico de Necessidades, Auto-Formação e Auto-Avaliação da Formação em Gestão Produção apoiada pelo Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento
24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano
24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA. Critérios específicos de avaliação História
Critérios específicos de avaliação História Ponto 1 : Informações gerais Os elementos de avaliação serão classificados de forma qualitativa, de acordo com a terminologia que a seguir se indica. A classificação
Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico
Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico
APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA
APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz [email protected] Cristiane Akemi Ishihara [email protected] Cristiane Henriques Rodrigues Chica [email protected]
Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS
Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS Projeto INQUIRE: Formação em biodiversidade e sustentabilidade Objectivos do projeto Inquire O programa pan-europeu INQUIRE é uma
AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO. A - Preparação e organização das actividades N A
AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO Nome do Docente: Período de Avaliação:200 / 2009 Grupo de Recrutamento: Departamento: A - Preparação e organização das actividades N A A.1 Correcção
Curso de Formação Curso para a Utilização do Excel na Atividade Docente (Data de início: 16/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015)
Curso de Formação Curso para a Utilização do Excel na Atividade Docente (Data de início: 16/06/2015 - Data de fim: 30/06/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique,
Clima, tempo e a influência nas atividades humanas
As definições de clima e tempo frequentemente são confundidas. Como esses dois termos influenciam diretamente nossas vidas, é preciso entender precisamente o que cada um significa e como se diferenciam
História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo
História e ensino da tabela periódica através de jogo educativo Caroline Gomes Romano e-mail: [email protected] Ana Letícia Carvalho e-mail: [email protected] Isabella Domingues Mattano
Os desafios do Bradesco nas redes sociais
Os desafios do Bradesco nas redes sociais Atual gerente de redes sociais do Bradesco, Marcelo Salgado, de 31 anos, começou sua carreira no banco como operador de telemarketing em 2000. Ele foi um dos responsáveis
Planificação Anual. Psicologia e Sociologia. 10º Ano de Escolaridade Curso Profissional de Técnico de Secretariado. Ano Letivo 2014/2015
Governo dos Açores Escola Básica e Secundária de Velas Planificação Anual Psicologia e Sociologia 10º Ano de Escolaridade Curso Profissional de Técnico de Secretariado Ano Letivo 2014/2015 Prof. João Manuel
Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas
Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Carmen Maria Nunes da Rosa 1. Universidade Federal de Pelotas Resumo: O presente trabalho trata das atividades, desenvolvidas pelo projeto Elaboração
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2015/2016 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover
Que Liderança hoje? A Transformação acontece aqui e agora o que permanecerá? Mentoring, Tutoring, Coaching A Inteligência Emocional
Que Liderança hoje? A Transformação acontece aqui e agora o que permanecerá? Mentoring, Tutoring, Coaching A Inteligência Emocional Estamos numa encruzilhada Não é a falta de saídas que é problemática,
ANO LECTIVO PLANIFICAÇÃO ANUAL. Tema 1: A Terra: estudos e representações UNIDADE DIDÁCTICA: 1- Da paisagem aos mapas. A descrição da paisagem;
ANO LECTIVO PLANIFICAÇÃO ANUAL DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA 2007/2008 ANO GEOGRAFIA 7.º GERAIS Tema 1: A Terra: estudos e representações Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos
O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DIFICULDADE DE APRENDIZADO - SISTEMA DE APRENDIZAGEM MÚTUO UNIFICADO
O ENSINO DE MATEMÁTICA PARA ALUNOS COM DIFICULDADE DE APRENDIZADO - SISTEMA DE APRENDIZAGEM MÚTUO UNIFICADO MASSILÂNIA BEZERRA DE OLIVEIRA 1, CAIO ALVES DE MOURA 1, CAIQUE AUGUSTO CAMARGO DE ANDRADE 1,
CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIMENTAÇÃO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO... 189
CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIMENTAÇÃO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO... 189 CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIMENTAÇÃO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO Marília Soares 1 (IC), Kátia de Cássia Moreia 1 (IC), Luiz Roberto
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES [email protected]
EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL. Giovani Cammarota
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA PRÁTICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA III EXPLORANDO ALGUMAS IDEIAS CENTRAIS DO PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ENSINO FUNDAMENTAL Giovani Cammarota
JOGO ONLINE DE GESTÃO PARA ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO
JOGO ONLINE DE GESTÃO PARA ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO Junior Business Challenge by IPAM O IPAM The Marketing School é uma Instituição de Ensino Superior, especializada e líder, na formação de profissionais
Avaliação do valor educativo de um software de elaboração de partituras: um estudo de caso com o programa Finale no 1º ciclo
Aqui são apresentadas as conclusões finais deste estudo, as suas limitações, bem como algumas recomendações sobre o ensino/aprendizagem da Expressão/Educação Musical com o programa Finale. Estas recomendações
UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO
UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela
AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.
AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:[email protected]. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos
CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES
1 CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES CANINDÉ 2013 2 ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES Trabalho realizado como requisito
TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1
TEATRO COMO FERRAMENTA PARA ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESPANHOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 Kaio César Pinheiro da Silva Raquel Espínola Oliveira de Oliveira Thais Fernandes da Silva Cristina Bongestab
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUTO DE MATERIAIS DIDÁCTICOS PARA A INOVAÇÃO DAS PRÁTICAS
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: CONTRIBUTO DE MATERIAIS DIDÁCTICOS PARA A INOVAÇÃO DAS PRÁTICAS REBELO 1,DORINDA;MARQUES 2,EVA;MARQUES 3,LUÍS 1 Escola Secundária de Estarreja Estarreja, Portugal. 2 Escola Secundária
Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio
Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: :CIENCIAS DA NATUREZA, MATEMATICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM FORMAÇÃO CIENTÍFICA, EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA PPGFCET
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM FORMAÇÃO CIENTÍFICA, EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA PPGFCET KARLA PATRÍCIA GOMES COSTA ARTICULAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/11/01396 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: E.I.A. - Ensino, Investigação
Instituto de Educação
Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação Intercultural Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de 2015
A INCLUSÃO DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS EDUCATIVAS NAS SÉRIES INICIAIS SOB A VISÃO DO PROFESSOR.
A INCLUSÃO DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS EDUCATIVAS NAS SÉRIES INICIAIS SOB A VISÃO DO PROFESSOR. Autores: FRANCISCO MACHADO GOUVEIA LINS NETO e CELIA MARIA MARTINS DE SOUZA Introdução Atualmente,
A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil
A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil A Tecnologia e Seus Benefícios Para a Educação Infantil As crianças das novas gerações desde pequenas estão inseridas nesta realidade da tecnologia,
O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas,
O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, pois este é um dos meios de socialização e da aquisição das primeiras competências
Anexo 1. Informação dos grupos disciplinares: Situação actual (1º Período) relativamente ao ano lectivo anterior Medidas/estratégias de melhoria
Aneo 1 Informação dos grupos disciplinares: Situação actual (1º Período) relativamente ao ano lectivo anterior Medidas/estratégias de melhoria Quadro 1 Área a avaliar: Resultados do 1º Período Sucesso
15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto
15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida
Leis e Modelos Científicos
Leis e Modelos Científicos Pág 2 Antes de existir meios para desenvolver pesquisas em relação à Ciência, a maior parte dos seres humanos tinham a ideia de que o mundo apareceu devido a uma obra divina.
A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM. Sandra Maria Franco Carvalho
CENTRO DE COMPETÊNCIAS DE CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A PARTICIPAÇÃO DOS SENIORES NUMA OFICINA DE MÚSICA E TEATRO: IMPACTOS NA AUTO-ESTIMA E AUTO-IMAGEM ESTUDO DE CASO NUMA UNIVERSIDADE
UMA ANÁLISE DO ESTADO DA ARTE RESULTANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
UMA ANÁLISE DO ESTADO DA ARTE RESULTANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL INTRODUCÃO O início do Século XXI tem sido marcado por uma discussão crescente a respeito das mudanças
PROJETO PÓS ZARCO ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-MATOSINHOS. "Uma Escola de Oportunidades"
ESCOLA SECUNDÁRIA JOÃO GONÇALVES ZARCO-MATOSINHOS "Uma Escola de Oportunidades" Dossiê de Apresentação do Projeto Pós...Zarco I. O PROJETO PÓS ZARCO No ano letivo de 2005/2006, a Escola Secundária João
Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas)
Reflexão Crítica AÇÃO DE FORMAÇÃO (25 Horas) A Biblioteca Escolar 2.0 FORMADORA Maria Raquel Medeiros Oliveira Ramos FORMANDA Regina Graziela Serrano dos Santos Chaves da Costa Azevedo Período de Realização
SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.
SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano [email protected] UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de [email protected] UNEMAT
QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL MOHAMED HABIB* & GIOVANNA FAGUNDES** * Professor Titular, IB, UNICAMP ** Aluna
Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo
Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP A experiência de Valongo Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Da Auto-avaliação
Instituto de Educação
Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de
SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT
SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT PROJECTOS DE CRIAÇÃO E REFORÇO DE COMPETÊNCIAS INTERNAS DE I&DT: NÚCLEOS DE I&DT AVISO N.º 08/SI/2009 REFERENCIAL DE ANÁLISE DO MÉRITO DO PROJECTO Regra geral, o indicador
Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008)
Relatório Final da Acção de Formação Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências (1 de Julho a 13 de Setembro de 2008) Centro de Formação Centro de Formação da Batalha Formando Selma
Manual Arkos Secretaria de Educação
Manual Arkos Secretaria de Educação 1) Sobre Arkos O portal Arkos foi inspirado por uma das mais bem sucedidas iniciativas educacionais da Europa incentivando milhões de alunos a lerem mais. A ideia básica
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE SABEMOS
EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE SABEMOS O QUE SABEMOS UMA METODOLOGIA DE PROJETO PARA A EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR O QUE É O TRABALHO DE PROJETO? Os projetos da coleção «O Que Sabemos» enquadram-se numa metodologia
ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2012/2013 TIC@CIDADANIA. Proposta de planos anuais. 1.º Ciclo do Ensino Básico IM-DE-057.
ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2012/2013 TIC@CIDADANIA Proposta de planos anuais 1.º Ciclo do Ensino Básico AEC TIC@CIDADANA Proposta de Plano Anual 2012/2013 1. Introdução A Divisão
A Gestão, os Sistemas de Informação e a Informação nas Organizações
Introdução: Os Sistemas de Informação (SI) enquanto assunto de gestão têm cerca de 30 anos de idade e a sua evolução ao longo destes últimos anos tem sido tão dramática como irregular. A importância dos
