Plano de Intervenção
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- Maria do Loreto de Andrade Brunelli
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1 INTERVENÇÃO AULA PRÁTICA UTILIZANDO MEIOS DE CULTURA Plano de Intervenção CONTEXTUALIZAÇÃO AUTOR: Luiz Felipe Ribeiro A cerca de 1880, os microrganismos eram cultivados em meios líquidos, quando Robert Koch e sua equipe introduziram os meios de cultura sólidos, os quais permitiram o estudo de espécies isoladas (culturas puras), separando-as de espécies contaminantes (MEIOS..., 2015). Meios de cultura consistem da associação qualitativa e quantitativa de substâncias que fornecem os nutrientes necessários ao desenvolvimento (cultivo) de microrganismos fora do seu meio natural. Tendo em vista a ampla diversidade metabólica dos microrganismos, existem vários tipos de meios de cultura para atenderem as variadas exigências nutricionais. Além dos nutrientes é preciso fornecer condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento dos microrganismos, tais como ph, pressão osmótica, umidade, temperatura, atmosfera (aeróbia, microaeróbia ou anaeróbia), dentre outros (MEIOS..., 2015). Os meios de cultura são classificados quanto ao estado físico em sólidos, quando contém agentes solidificantes, principalmente Agar (cerca de 1 a 2,0 %); semisólidos, quando a quantidade de Agar e ou gelatina é de 0,075 a 0,5 %, dando uma consistência intermediária, de modo a permitir o crescimento de microrganismos em tensões variadas de oxigênio ou a verificação da mobilidade e também para conservação de culturas; e líquidos, sem agentes solidificantes, apresentando-se como um caldo, utilizados para ativação das culturas, repiques de microrganismos, provas bioquímicas, dentre outros (MEIOS..., 2015). O trabalho em laboratório aliado a teoria em sala de aula proporciona ao educando o conhecimento do desenvolvimento de microorganismos e suas formas de transmissão, proporcionando que estas informações sejam levadas para suas casas, podendo assim, transmiti-las a seus familiares como um aprendizado vivenciado em sala de aula.
2 HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS Familiarizar o educando com o preparo e esterilização de meios de cultura; Observar a transmissão de microorganismos através de um simples aperto de mão; Conhecer e identificar as diferentes formações de colônias de bactérias e fungos; Utilização de microscópio. CONHECIMENTOS MOBILIZADOS Informações gerais sobre meios de cultura; Aprender a preparar um meio de cultura em laboratório; Observação e identificação de bactérias e fungos. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Materiais Utilizados: 1g de fermento biológico; Frasco contendo 10 ml de água destilada estéril; Swabs (cotonetes) estéreis; Placas de petri contendo Agar sabouraud; Pipetas de 1ml estéreis; Será preparada uma suspensão acrescentando 1g de fermento biológico em 10ml de solução salina estéril. Essa suspensão fermento será derramada nas mãos do aluno nº1 (iniciador da cadeia epidemiológica). A seguir esse aluno deverá espalhar homogeneamente a suspensão entre as palmas das mãos. Na sequência, o aluno nº1 deverá apertar a mão de outro colega, e assim sucessivamente até completar uma cadeia epidemiológica composta por no máximo oito componentes. Após finalizar os apertos de mãos, cada aluno deverá umedecer um swab em solução salina, esfregar na palma da mão contaminada e semear em placas de petri contendo Agar sabarouraud em movimentos zig-zag, esta técnica se chama esgotamento. As placas serão identificadas com o número do aluno na cadeia de transmissão, bancada e turma, e encubadas a 25ºC ou a temperatura ambiente por uma semana.
3 Registro da Intervenção A atividade prática Meios de Cultura ocorreu nos dias 09 e 16 de julho sendo realizada no laboratório da Escola Marques Luz com as turmas 71 e 72, 7º ano do ensino fundamental do turno da tarde, contando com a colaboração da professora de biologia Francieli Furlan, onde estiveram participando aproximadamente 35 alunos entre as idades de 12 a 14 anos. A atividade iniciou no dia 09 com uma explanação sobre o tema, logo a seguir a turma foi convidada a participar da prática, contando com a colaboração de oito voluntários, onde foi derramada a suspensão de fermento nas mãos do aluno nº1 (iniciador da cadeia epidemiológica). O aluno nº1 espalhou homogeneamente a suspensão entre as palmas das mãos, posteriormente apertou a mão de outro colega, e assim sucessivamente, até completar uma cadeia epidemiológica composta por oito componentes. Após finalizar os apertos de mãos, cada aluno umedeceu um swab em solução salina, esfregou na palma da mão contaminada e semeou em sua placa contendo Agar em movimentos zig-zag. As placas foram identificadas com o número de cada aluno na cadeia de transmissão, bancada e turma, foram armazenadas a aproximadamente 25ºC na capela do laboratório por uma semana, onde foi observado neste período o desenvolvimento de bactérias e fungos, prevalecendo o desenvolvimento de fungos devido a fatores climatológicos que contribuíram para sua proliferação. No dia 16 realizamos a sequência da atividade. Os alunos foram orientados, pelo pibidiano, a contarem o número de colônias de bactérias e fungos com auxílio do microscópio, para posterior relatório pedido por sua educadora, justificando o porquê do surgimento do maior número de colônias de fungos ao invés de bactérias, finalizando assim a prática sobre meios de cultura (Figuras 1, 2 e 3). Os alunos se demonstraram bastante participativos, embora o grande número de alunos com as duas turmas unidas no primeiro encontro desta prática, a atividade foi bem trabalhada com informações gerais a respeito do tema e auxilio da professora titular.
4 Figura 1 Pibidiano preparando a pesagem do fermento com participação dos alunos. Figura 2 - Educandos acondicionando as amostras na capela. Figura 3 - Alunos anotando alguns questionamentos expostos pela professora Francieli.
5 AVALIAÇÃO Durante a prática verificou-se que os alunos compreenderam a importância da análise e do registro de dados para utilização. Percebemos interesse e participação por parte dos educandos, pois a temática meios de cultura aproximou-os da convivência no ambiente de laboratório verificando assim que a prática se une a teoria apreendida em sala de aula. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MEIOS de cultura. Disponível em: < 20CULTURA.doc>. Acesso em: 16 junho 2015.
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