DIREITO CONSTITUCIONAL EM QUADROS
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- Aníbal Jerónimo Martinho Carreiro
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1 DIREITO CONSTITUCIONAL EM QUADROS Prof. Gabriel Dezen Junior (autor das obras CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESQUEMATIZADA EM QUADROS e TEORIA CONSTITUCIONAL ESQUEMATIZADA EM QUADROS, publicadas pela Editora Leya e já à venda em todo o Brasil, nas melhores livrarias e sites de compra) O presente material é extraído do livro CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESQUEMATIZADA EM QUADROS, e sua reprodução é proibida sem expressa autorização da Editora e do Autor. MÓDULO 4 (Este módulo percorre a nota 2 ao art. 1º da Constituição Federal. A nota 1 foi feita na aula 3, e as demais, da 3 à 7, serão tratadas nas próximas aulas). Art. 1º A República(1) Federativa(2) do Brasil, formada pela união(3) indissolúvel(4) dos Estados e Municípios e do Distrito Federal(5), constitui-se em Estado democrático de direito(6) e tem como fundamentos(7): 2. A Federação é uma forma de organização do Estado que se opõe ao Estado unitário e à confederação. No Estado unitário, todo o poder é centralizado, havendo apenas subdivisões internas puramente administrativas, por vezes prevendo a descentralização ou a desconcentração no exercício do poder, mas sem autonomia, ou seja, com restrições quanto ao alcance de suas competências administrativas, tributárias e legislativas. Na confederação, as partes componentes do Estado são detentoras de poder próximo ao da soberania, tanto assim que a forma confederativa é definida como um pacto dissolúvel, podendo qualquer das entidades que a integrar dela se retirar. Na federação existe uma unidade central de poder, com poderes maiores do que os das autonomias, e diversas subdivisões internas com parcelas de poder chamadas autonomias, sendo uma de suas principais características a indissolubilidade. Formas de Estado Estado unitário Estado federal ou Federação Estado confederativo Confederação ou Caracteriza-se pela existência de um único centro de poder estatal, que centraliza toda a atividade legislativa, administrativa e jurisdicional. Organização a partir de um governo nacional, mas com o reconhecimento de existência e atuação de entidades dotadas de autonomia política e administrativa, não hierarquizadas entre si, e cujas competências são elencadas e reguladas pela Constituição nacional. Como as entidades políticas federadas não gozam de soberania, mas apenas de autonomia, uma das características do Estado federal é a indissolubilidade. Organização estatal que se define como uma associação livre de Estados soberanos, mediante decisão política, em torno de um governo ou de instituições centrais, cada qual desses Estados guardando e exercitando as respectivas soberanias. Por conta da preservação das soberanias pelas partes componentes, é uma forma de estado dissolúvel, podendo cada um dos Estados associadas retirar-se da Confederação, mediante decisão política. Formas de estado unitário Estado unitário puro Ocorre absoluta centralização de toda a atividade estatal, quer administrativa, quer política.
2 Estado unitário com descentralização administrativa Estado unitário com descentralização administrativa e política Reconhece a centralização da atividade política, principalmente a legislativa e a jurisdicional, admitindo, contudo, a existência de entidades com personalidade jurídica para a execução das decisões administrativas concebidas pelo poder central, representativo do governo nacional. A estrutura apresenta um governo nacional, com competência para a concepção das decisões políticas e administrativas de alcance nacional, mas admite a existência de pessoas estatais internas com competência não só para a execução administrativa das decisões do governo central, mas, também, para adoção, com relativa autonomia e em face da respectiva realidade local, de diretrizes políticas para a execução das determinações de governo. Federação: No Brasil, a União pode atuar em nome próprio ou em nome da República (do conjunto de Estados, Distrito Federal e Municípios). Quando atua em nome próprio, exerce apenas autonomia; quando o faz em nome da República, investe-se de poderes especiais, acima da autonomia, mas abaixo da soberania. Formas de Federação Federalismo por agregação ou centrípeto Federalismo por desagregação ou centrífugo As partes integrantes da Federação abrem mão, em decisão política, de parcelas expressivas de suas competências, e de toda a sua soberania, em favor de um governo nacional central, este se constituindo na única entidade soberana. Como regra, parte de uma Confederação, a qual se transformará em Federação. É forma de estado na qual o poder central vai transferindo competências a outras pessoas políticas internas, abrindo mão de encargos políticos e administrativos que até então exercia. Em geral, parte de um Estado unitário, o qual, com a transferência de competências, vai se tornar Federação. Federalismo dual A distribuição de competências entre as entidades federativas, entre si e em relação ao governo nacional é extremamente rígida, não havendo previsão constitucional de atuação conjunta ou complementar entre os vários entes. Federalismo cooperativo ou de cooperação Federalismo simétrico Federalismo assimétrico Federalismo orgânico Federalismo de integração Federalismo de equilíbrio Federalismo centralizado A distribuição de competências prevê a existência de hipóteses de atuação complementar, cooperativa ou interpenetrada entre as entidades federativas, estabelecendo áreas nas quais haverá atuação conjunta. Ocorre identidade histórica, lingüística e cultural entre as populações das entidades componentes da Federação. Ocorre variação na origem histórica, na origem e formação da língua, na previsão de línguas oficiais e herança cultural, sendo ocorrentes a multiplicidade nesses aspectos. A importância preponderante é do poder central, do governo nacional, sendo considerada secundária a atuação das demais entidades políticas. O governo central é o vetor mais importante do poder estatal, sendo que a atuação das entidades federativas é considerada como subsidiária e direcionada ao fortalecimento e à manutenção daquele governo nacional. Ocorre a percepção da necessidade de fortalecimento das entidades estatais internas. Resulta da transformação do federalismo dual, tornando as unidades subnacionais praticamente agentes administrativos do governo central. Características da Federação Descentralização política A organização constitucional do Estado soberano prevê a
3 Inexistência de hierarquia estatal interna Repartição constitucional de competência Existência de Constituição formal e rígida Indissolubilidade Unicidade da soberania estatal Possibilidade de intervenção federal Possibilidade de existência de documentos jurídicos de organização política Pluralidade de ordens jurídicas Autonomias regionais existência e atuação de pessoas jurídicas de direito público interno, dotadas de competências administrativas, legislativas e tributárias. As entidades federativas admitidas internamente são organizadas horizontalmente, sem hierarquia entre si, submetendo-se apenas aos ditames constitucionais federais acerca das respectivas competências. A Constituição Federal é a única norma matriz de competência administrativa, tributária e legislativa, validando ou invalidando as atuações dos entes federativos conforme suas prescrições. A repartição constitucional de competências exige previsibilidade, formalismo, objetividade e precisão, de forma a ordenar o funcionamento interno da Federação e evitar ao máximo os conflitos de competências. É negado às entidades estatais internas o direito à secessão, em nome da preservação do vínculo federativo. Apenas a entidades nacional a República dispõe de soberania, sendo atribuído às entidades federativas apenas autonomia. Previsão constitucional federal de hipóteses de intervenção do governo nacional nas entidades federativas secundárias. A Constituição Federal admite a existência de documentos jurídicos locais de organização política a institucional, com condição de Constituição local e desfrutando de superioridade hierárquica sobre as leis e normas jurídicas das respectivas ordens jurídicas parciais. A distribuição de competência legislativa permite a existência de diversas ordens jurídicas próprias das entidades federativas, submetidas apenas à autoridade da Constituição nacional. Admitida a existência interna de entidades políticas dotadas de autonomia. Forma de Governo É classificação que toma em consideração a maneira pela qual ocorre a instituição de poder na entidade estatal e como se relaciona este com os governados. Conduz à República ou à monarquia. Formas de governo República Caracteriza-se por: - eletividade dos governantes, que por voto direto, quer indireto. - temporariedade no exercício do poder, atrelado a mandatos. - representação da vontade popular na formação da vontade estatal. - possibilidade de responsabilização do governante. Monarquia Caracteriza-se por: - acesso ao poder por hereditariedade ou sob alegação de direito divino. - vitaliciedade nos cargos estatais relacionados às decisões do poder político. - atividade estatal exercida sem interferência da vontade popular. - impossibilidade de responsabilização dos governantes. Sistemas de governo É classificação que considera as relações entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo quando da formação da vontade estatal. Quadro: Sistemas de governo Monarquia clássica O monarca é chefe de Estado e chefe de governo. Monarquia parlamentarista O monarca é chefe de Estado. A chefia de governo é delegada a um Primeiro-Ministro. República presidencialista O Presidente da República é chefe de Estado e chefe de
4 República parlamentarista governo. O Presidente da República é chefe de Estado. As funções de Chefe de Governo são atribuídas a um Primeiro-Ministro. Quadro comparativo Presidencialismo Parlamentarismo Chefia de Estado É do Presidente da República Pode ser de um Presidente da República ou de um monarca Chefia de Estado É do Presidente da República É de um Primeiro-Ministro. Chefia executiva Monocrática Dual Investidura do chefe de Por mandato certo, não Investidura passível de governo dependente do Legislativo e encerramento, mediante voto Legislativo Relação entre Poder Executivo e Legislativo não restringível por este. Não sujeito a dissolução, sendo os seus membros investidos por mandato certo. Rígidas, amparadas em divisão constitucional de competências, havendo interpenetração, na forma da Constituição, para construção do sistema de freios e contrapesos. de desconfiança. Passível de dissolução, mediante a convocação de novas eleição para tentar montar nova base política. O Governo é responsável ante o Legislativo pelas ações políticas e administrativas, dependendo da confiança deste para se manter. Regimes de governo Autocracia Democracia direta Democracia indireta ou representativa Democracia semidireta ou participativa Não há participação popular na escolha dos governantes nem na elaboração e execução das políticas estatais. Exercício direto do poder pelo povo, com desempenho direto das funções estatais. Exercício do poder por representantes do povo, investidos em mandatos pela vontade popular. Sistema que admite a atuação direta do povo na concepção e execução de políticas estatais e também a atuação de representantes eleitos. Estado Estado absolutista Estado de Direito Estado Democrático de Direito Governo personalista, em nome e pelos interesses do monarca e limitado apenas pela vontade deste. Governo regido pelo império das leis, que sujeitam inclusive o monarca e demais governantes, sem que tenha relevância conceitual a legitimação do órgão produtor de tais leis. Governo regido e contido pela força das leis, estas legitimadas pelas soberania popular, tanto relativamente ao órgão do qual promanam quanto relativamente aos interesses e normas que veiculam. Autonomia A autonomia é a capacidade que cada entidade estatal (no caso brasileiro, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios) tem de gerir os seus interesses dentro de um âmbito jurídico e territorial previamente determinado pelo poder soberano. A autonomia atribui:: a) a capacidade de auto-organização (poder para oganizar seus órgãos administrativos, serviços e servidores); b) a capacidade de autogoverno (poder para escolher seus representantes políticos e de estruturar seu sistema de governo); c) a capacidade de autolegislação (poder para elaboração de legislação próprias, com competência para estruturar e operacionalizar um Poder Legislativo próprio);
5 d) a capacidade de auto-administração (poder de prestação e manutenção de serviços próprios).; e) capacidade tributária (poder para criar e cobrar tributos e para aplicar suas rendas) Quadro: soberania e autonomia Soberania Poder ilimitado, no plano interno, de organização política de um Estado soberano. Autonomia Poder, limitado pela Constituição Nacional, de organização políticoadministrativa de entidades federativas, e que atribui, principalmente, competência administrativa, legislativa e tributária.
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