Princípios básicos para o projeto de arborização urbana
|
|
|
- Olívia Galindo Prada
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Princípios básicos para o projeto de arborização urbana Respeitar os valores culturais, ambientais e de memória da cidade. Proporcionar conforto sombreamento, abrigo e alimento para avifauna, diversidade biológica, diminuição da poluição, condições de permeabilidade do solo e paisagem. Contribuir para a melhoria das condições urbanísticas.
3 NORMAS Arborização em logradouros públicos - NATIVAS DE PEQUENO PORTE (até 5,0 m de altura) - NATIVAS DE MÉDIO PORTE (5 a 10 m) - NATIVAS DE GRANDE PORTE (acima de 10,0 m) - Frutos pequenos, - Flores pequenas, - Folhas coriáceas pouco suculentas, - Não apresentar princípios tóxicos perigosos, - Apresentar rusticidade, - Ter sistema radicular que não prejudique calçamentos, - Não ter espinhos, - Ser resistente ao ataque de cupins, brocas e doenças. Fonte: Manual Técnico de Arborização Urbana de São Paulo
4
5
6
7 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS -Altura : 2,5 m - D.A.P. (diâmetro a altura do peito) : 3 cm - altura da primeira bifurcação : 1,8 m - ter boa formação, - ser isenta de pragas e doenças, - ter sistema radicular bem formado e consolidação nas embalagens, Fonte: Manual Técnico de Arborização Urbana de São Paulo
8 ESCOLHA DA ESPÉCIE DE ARBÓREA PARA PASSEIOS EM VIAS PÚBLICAS PORTE LARGURA DO PASSEIO Pequeno porte - Pequeno e médio - (até 8,00 m de altura) Pequeno, médio e Grande porte - (até 12,00 m de altura) 1,50 m a 2,00 m 2,00 m a 2,40 m 2,40 m até 3,00 m Fonte: Manual Técnico de Arborização Urbana de São Paulo
9 ACESSIBILIDADE
10 Distanciamentos adequados DISTÂNCIA PEQUENO PORTE MÉDIO PORTE GRANDE PORTE Esquina 5 m 5m 5m Equipamento urbano 2m 2m 3m Caixa de 2m 2m 3m inspeção Poste com transformador 5m 8m 12m Poste 3m 4m 5m Placas 3m 3m 3m Árvores 5m 8m 12m Fonte: Manual Técnico de Arborização Urbana de São Paulo
11 Luiz Paulo Meinberg Sacchetto Jr. - Curso sobre Arborização Urbana do CADES Pinheiros
12 Nome científico Espécies para arborização PORTE PEQUENO - Consagradas Nome popular Altura Diâmetro do caule Tipo de copa Lagerstroemia indica Resedá 3-5m 15-30cm globosa Observações decídua; muito ornamental Grupo de trabalho atualização do manual técnico de arborização urbana
13 PORTE MÉDIO - Consagradas Nome científico Nome popular Altura Diâmetro do caule Bauhinia variegata Pata de vaca 7-10m 20-40cm globosa Handroanthus chrysotrichus Ipê-amarelo 4-10m 30-40cm elíptica vertical Sapindus saponaria Sabão-desoldado 5-9m 30-40cm globosa atrai fauna Tabebuia roseo-alba Ipê-branco 7-12m 40-50cm cônica Tipo de copa Observações
14
15 PORTE GRANDE - Consagradas Nome científico Nome popular Altura Diâmetro do caule Tipo de copa Observações Caesalpinia pluviosa Sibipiruna 10-18m 40-70cm flabeliforme semidecídua Handroanthus heptaphyllus Ipê-roxo-7- folhas 10-20m 40-80cm globosa Jacaranda mimosifolia Jacarandá mimoso 12-15m 30-50cm globosa decídua elíptica Tipuana tipu Tipuana 15-20m 60-90cm horizontal decídua Caesalpinia ferrea Pau-ferro 20-30m 50-80cm flabeliforme semidecídua
16
17
18
19 Nome científico Nome popular Altura Diâmetro do Tipo de copa caule POTENCIAIS PORTE PEQUENO Observações Jacaranda puberula Carobinha 4-7m 30-40cm aberta decídua tronco tortuoso; atrai Psidium cattleianum Araçá 3-6m 15-25cm aberta fauna PORTE MÉDIO Plinia edulis Cambucá 5-10m 30-40cm cônica atrai fauna PORTE GRANDE Hymenaea courbaril Jatobá 15-20m cm globosa semidecídua; atrai fauna Myroxylum peruiferum Cabreúva 10-20m 60-80cm flabeliforme decídua PORTE GIGANTE Cariniana legalis Jequitibá-rosa 30-50m cm elíptica vertical Cedrela fissilis Cedro 20-35m 60-90cm flabeliforme decídua
20
21 PROBLEMAS NA ARBORIZAÇÃO URBANA
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40 Limite de Segurança Este limite é dado pelas distâncias de dois metros e um metro entre o condutor e a vegetação, nas redes primária e secundária, respectivamente nas tensões de Volts e 220/127 Volts,
41 PRÁTICAS DE PODAS NA ARBORIZAÇÃO Quando a poda é conduzida sem o uso de técnicas específicas, prejudica a planta, deixando-a exposta a agentes externos e desconfigurando sua arquitetura. No Brasil, segundo Brazolin (2010), os cupins são responsáveis por grandes prejuízos à arborização urbana, não sendo rara a presença de ninhos nas árvores.
42 É necessário escolher a árvore certa para o espaço certo com o intuito de se evitar eventuais transtornos ocasionados pela incompatibilidade do vegetal para com a área, reduzindo assim, o número de podas praticadas e consequentemente contribuindo para uma melhor saúde do vegetal.
43 Principal legislação vigente sobre arborização urbana no Município de São Paulo. Dispõe sobre dispõe sobre a limpeza de imóveis, o fechamento de terrenos não edificados e a construção e manutenção de passeios públicos, bem como cria o Disque-Calçadas. Lei Municipal nº , de 9 de setembro de 2011 Decreto Nº , DE 6 DE JANEIRO DE 2012 Dispõe sobre a criação das Calçadas Verdes no Município de São Paulo. Lei Municipal /02 Decreto Municipal /03 Dispõe sobre Campanha Permanente de Incentivo à Arborização de Ruas, Praças e Jardins da Cidade. Lei Municipal /96 Decreto Municipal /98 Portaria Municipal 91/SVMA/98 Dispõe sobre a Obrigatoriedade de Arborização de Vias e Áreas Verdes nos Planos de Parcelamento do Solo para Loteamentos e Desmembramentos. Lei Municipal /91 Decreto Municipal /91 Dispõe sobre a celebração de termos de cooperação com a iniciativa privada, visando a execução e manutenção de melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas, bem como a conservação de áreas públicas. Lei Municipal /03 Decreto Municipal /05 Disciplina critérios e procedimentos para compensação ambiental pelo manejo de exemplares arbóreos e interferência em Área de Proteção Permanente APP. Portaria Municipal n 130/SVMA.G/2013 Disciplina o Corte e a Poda de Vegetação de Porte Arbóreo Existente no Município de São Paulo. Lei Municipal /87 Decreto Municipal /88 Decreto Municipal /89 Dispõe sobre a legislação de arborização nos logradouros públicos do Município de São Paulo Lei /03 Institui o Programa Municipal de Arborização Urbana Lei /06 Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente (Lei do Meio Ambiente, de Crimes Ambientais, da Natureza). Lei Federal 9.605/98 Decreto Federal 3.179/99 Medida Provisória /01 Estabelece Orientação Técnica para Projeto e Implantação de Arborização em Vias e Áreas Livres Públicas Portaria Municipal 05/SMMA/SIS/02 Código Florestal LEI Nº , DE 25 DE MAIO DE 2012
44 CONTATOS: (11) OBRIGADO! Luiz Paulo Meinberg Sacchetto Jr. - Curso sobre Arborização Urbana do CADES Pinheiros
Arborização Urbana ENCONTRO ANUAL DOS DIRIGENTES DE MEIO AMBIENTE- CONDIMMA 2016
Arborização Urbana ENCONTRO ANUAL DOS DIRIGENTES DE MEIO AMBIENTE- CONDIMMA 2016 ARBORIZAÇÃO URBANA Um projeto de Arborização Urbana deverá preocupar-se em valorizar os aspectos culturais, ambientais e
AEAMESP 21ª. Manejo Arbóreo Otimização dos Processos nos Empreendimentos do Metrô de São Paulo SEMANA DE TECNOLOGIA METROFERROVIÁRIA
Manejo Arbóreo Otimização dos Processos nos Empreendimentos do Metrô de São Paulo Ana Paula Rodrigues dos Santos Segarro Michelle Nakazato Mikaro Neila Custódio Victor Bassettti Martinho 21ª SEMANA DE
ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO
INSTITUTO DEFEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - IFAM ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO I ARBORIZAÇÃO DE VIAS PÚBLICAS Profa: Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal BREVE HISTÓRICO Século
ARBORIZAÇÃO URBANA EM SÃO JOÃO EVANGELISTA TIAGO DA SILVA PAULA
ARBORIZAÇÃO URBANA EM SÃO JOÃO EVANGELISTA TIAGO DA SILVA PAULA A árvore e sua importância para o ambiente urbano. Como uma árvore se desenvolve? Como uma árvore se relaciona com o ambiente? As cidades
Experiências em Recuperação Ambiental. Código Florestal. Recuperação de área degradada em encosta
Experiências em Recuperação Ambiental Código Florestal Recuperação de área degradada em encosta Recuperação de área degradada em encosta 1. Bioma: Mata Atlântica Estado: São Paulo Município: Ubatuba 2.
ARBORIZAÇÃO URBANA DE ARARAQUARA
ARBORIZAÇÃO URBANA DE ARARAQUARA Fonte: http://mundoeducação.bol.uol.com.br. Acesso: 25.03.2018 INTRODUÇÃO Araraquara está localizada na região central do Estado de São Paulo, com uma temperatura média
PROGRAMA PLANTE BONITO
PROGRAMA PLANTE BONITO Lagoa Misteriosa Samuel Duleba CRBio - 34.623-03D Jardim - Mato Grosso do Sul - Brasil 2008 Introdução Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência
PREFEITURA DE MONTES CLAROS Secretaria de Meio Ambiente Divisão de Fiscalização e Controle
PREFEITURA DE MONTES CLAROS Secretaria de Meio Ambiente Divisão de Fiscalização e Controle 1- Indicações de espécies de pequeno e médio porte para calçadas em arborização urbana. ESPÉCIE PORTE / CARACTERÍSTICAS
GESTÃO DA ARBORIZAÇÃO URBANA. Eng.Ambiental. Bruna de Souza Otoni Prefeitura Municipal de Araçuaí -MG
GESTÃO DA ARBORIZAÇÃO URBANA Eng.Ambiental. Bruna de Souza Otoni Prefeitura Municipal de Araçuaí -MG CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO MUNICÍPIO : Araçuaí DISTÂNCIA DA CAPITAL : 678km MESOREGIÃO: Jequitinhonha
INFRA ESTRUTURA URBANA VEGETAÇÃO URBANA
INFRA ESTRUTURA URBANA VEGETAÇÃO URBANA vegetação importância Projeto do espaço livre >> Projeto dos vazios >> Vegetação vegetação importância vegetação funções Aspectos Paisagísticos Dramaticidade dada
Projeto Paisagístico Campus JK Áreas Centrais
Projeto Paisagístico Campus JK Áreas Centrais Proposta apresentada a administração 11/07/2016 Comissão de Humanização de Ambientes e Paisagismo Portaria 1324 de 24/05/2016 Perspectiva frontal Biblioteca
CLASSES DE VEGETAÇÃO
CLASSES DE VEGETAÇÃO Árvores As árvores são plantas perenes de porte elevado, tronco lenhoso e definido, encimado por uma copa. Constituídas de raiz, tronco (fuste) e copa, apresentando, em geral, altura
Ipê amarelo. Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual, da Bahia ao Rio Grande do Sul.
Ipê amarelo Nome científico: Família: Sinonímia: Nomes populares: Origem do nome: Ocorrência: Bioma/Fitofisionomia: Características: Porte: Flores: Floração: Folhas: Handroanthus albus Bignoniaceae Tabebuia
ARBORIZAÇÃO URBANA PENÁPOLIS - SP
ARBORIZAÇÃO URBANA PENÁPOLIS - SP A IMPORTÂNCIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA As árvores, no meio urbano, desempenham vários papéis fundamentais e vantajosos. Proporcionam melhoria da estética; servem de sombreamento;
LEI Nº , DE 26 DE DEZEMBRO DE 2001.
LEI Nº. 4.549, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2001. Disciplina o plantio, supressão, poda, transporte e derrubada de espécies vegetais e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JACAREÍ USANDO DAS ATRIBUIÇÕES
Altura média (m) Grande 8 a 20 Amarelas. Grande 8 a 12 Rosas
Nome Popular Nome Científico Porte Altura média (m) Cor das flores Angelim Andira fraxinifolia médio 4 a 10 Rosa Baba-de-boi; babosabranca; carapiá Cordia superba médio 6 a 10 Branca Barriguda; Paineira;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 DE 2015
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 DE 2015 A Secretaria da Qualidade Ambiental de Pelotas, criada pela Lei nº 3.381, de 05 de fevereiro de 2001, de acordo com a Lei nº 4.594, de 20 de outubro de 2000 e Lei nº 4.428,
Mudas de Alta Qualidade para Arborização Urbana
Mudas de Alta Qualidade para Arborização Urbana Edinilson dos Santos Prefeitura de Belo Horizonte Etapa Lagoa da Prata 21 de novembro de 2017 Produção de Mudas de Alta Qualidade para Arborização Urbana
PLANEJAMENTO DA ARBORIZAÇÃO URBANA
Circuito CEMIG de Arborização Urbana Etapa Lagoa da Prata PLANEJAMENTO DA ARBORIZAÇÃO URBANA Prof. Dr. Aderbal Gomes da Silva-UFSJ INTRODUÇÃO PLANEJAMENTO URBANO Qual a importância do planejamento urbano?
AVALIAÇÃO VISUAL DE RISCO EM ÁRVORES: CASO PRAÇA CORONEL CARLOS BERNARDES EM LAGOA DA PRATA - MG
AVALIAÇÃO VISUAL DE RISCO EM ÁRVORES: CASO PRAÇA CORONEL CARLOS BERNARDES EM LAGOA DA PRATA - MG Ana Paula Gonçalves de Miranda ORIENTADOR: Prof. Ms. Lucélio Nativo da Assunção Benefícios Diminuir a temperatura,
O PAISAGISMO COMO MEDIDA COMPENSATÓRIA DAS OBRAS
O PAISAGISMO COMO MEDIDA COMPENSATÓRIA DAS OBRAS Apresentação da experiência vivenciada pela GEM - Gerência do Empreendimento da Linha 15 Prata (antigo Prolongamento Linha 2-Verde) na obtenção das autorizações
ORGANOGRAMA DA SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E MEIO AMBIENTE
ORGANOGRAMA DA SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E MEIO AMBIENTE GABINETE DO SECRETARIO ASSESSORIA JURÍDICA TCA CCA DEPAVE DECONT ASSESSORIA JURÍDICA DEPAVE- -5 DPAA Conceitos Básicos Licenciamento Ambiental
Guarapari/ES SESC, 23 a 26 de Outubro de 2012
Guarapari/ES SESC, 23 a 26 de Outubro de 2012 EPÍGRAFE ASPECTOS HISTÓRICOS E AMBIENTAIS: quando, onde e como? A história: Quando e onde tudo começou... DIFERENCIAL DA CABRUCA...... A PAISAGEM Região Cacaueira
Avaliação de espaços verdes, ruas e patrimônio de árvores urbanas de grande porte em Bangkok, Tailândia
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz Programa de Pós-Graduação em Recursos Florestais Disciplina: Silvicultura Urbana Professor: Dr Demóstenes Ferreira da Silva Filho
Fonte: Paisagismo Aposte na arborização
Fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/escc/edicoes/94/artigo290880-1.asp Paisagismo Aposte na arborização Árvores na fachada da residência valorizam o imóvel e a cidade. Confira as dicas para
Eixo Temático ET Meio Ambiente e Recursos Naturais
916 Eixo Temático ET-03-019 - Meio Ambiente e Recursos Naturais ANÁLISE QUALI-QUANTITATIVA DA ARBORIZAÇÃO DA PRAÇA MARQUÊS DE PARANAGUÁ, MUNÍCIPIO DE PARNAGUÁ-PI Elisângela Pereira de Sousa, Jeandra Pereira
RESOLUÇÃO Nº 20 / CONPRESP / 2015
RESOLUÇÃO Nº 20 / CONPRESP / 2015 O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - CONPRESP, no uso de suas atribuições legais e nos termos da
LEI Nº 1.286/2005. LIDIO LEDESMA, Prefeito Municipal de IGUATEMI, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais,
LEI Nº 1.286/2005 DISPÕE SOBRE A PODA DE ÁRVORES NO MUNICÍPIO DE IGUATEMI-MS E DÁ PROVIDÊNCIAS CORRELATAS. LIDIO LEDESMA, Prefeito Municipal de IGUATEMI, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições
V CIRCUITO DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARAÇUAÍ MAIO 2015
V CIRCUITO DE ARBORIZAÇÃO URBANA ARAÇUAÍ MAIO 2015 LUCÍLIA G. S MORAES Engenheira Sanitarista e Ambiental Gerente de Meio Ambiente Secretaria de Obras, Serviços Urbanos e Meio Ambiente Timóteo -MG PROCEDIMENTOS
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO Lagoa Misteriosa Samuel Duleba CRBio - 34.623-03D Jardim - Mato Grosso do Sul - Brasil 2008 Introdução Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência
ANÁLISE QUALI-QUANTITATIVA DA ARBORIZAÇÃO URBANIZAÇÃO DO COMPLEXO BERADEIRO, MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA, PA.
Goiânia/GO 19 a 22/11/2012 ANÁLISE QUALI-QUANTITATIVA DA ARBORIZAÇÃO URBANIZAÇÃO DO COMPLEXO BERADEIRO, MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA, PA. Thuanny Paula de Almeida Nascimento, IFPA - Instituto Federal
Enquadramento Especializado
Enquadramento Especializado Karla Faillace Março/2015 1. Quanto à vegetação: Lei Complementar n 757/2015 Laudo de cobertura vegetal Diagnóstico da Vegetação Antes do Empreendimento N Total % Árvores
Arborização Urbana e Saúde
Curso sobre Arborização Urbana - GT Arborização e Agricultura Urbana do CADES Pinheiros - 05-05-14 Arborização Urbana e Saúde Thais Mauad Professor Associado Faculdade de Medicina da USP [email protected]
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação. Biogeografia - aula 4 Prof. Raul
Política Nacional de Meio Ambiente: unidades de conservação Biogeografia - aula 4 Prof. Raul leis aprovadas na década de 1990. Lei dos Recursos Hídricos. Lei de Crimes Ambientais. Sistema Nacional de Unidades
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ LABORATÓRIO DE ECOLOGIA E RESTAURAÇÃO FLORESTAL E LABORATÓRIO DE SILVICULTURA TROPICAL Modelos de silvicultura de espécies nativas
PROJETO: SETH REFLORESTA
PROJETO: SETH REFLORESTA Em uma atitude inusitada em todo o País o SETH (SINDICATO DOS EMPREGADOS EM TURISMO E HOSPITALIDADE DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO) através de seu Presidente Sergio Paranhos
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO PROJETO PLANTE BONITO
RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO PROJETO PLANTE BONITO PLANTIO NAS MARGENS DO CORREGO ITAMARATY BONITO MS. 1. Apresentação Ocorreu no dia 30 de abril de 2008 o primeiro monitoramento das mudas plantadas nas
MENSURAÇÃO DO DIÂMETRO DE COPA DAS ESPÉCIES DE ÁRVORES EM TRÊS AVENIDAS CENTRAIS DE GURUPI-TO
MENSURAÇÃO DO DIÂMETRO DE COPA DAS ESPÉCIES DE ÁRVORES EM TRÊS AVENIDAS CENTRAIS DE GURUPI-TO Gabriel Costa Rocha 1 ; André Ferreira dos Santos 2 ; 1 Aluno do Curso de Engenharia Florestal; Campus de Gurupi;
RELATÓRIO DE PLANTIO DO PROJETO PLANTE BONITO
RELATÓRIO DE PLANTIO DO PROJETO PLANTE BONITO PLANTIO NAS MARGENS DO RIO MIMOSO BONITO MS. 1. Apresentação O projeto Plante Bonito busca envolver empresas, escolas, proprietários rurais, visitantes e poder
TRABALHO DE CAMPO DE BIOGEOGRAFIA
CURSO: GEOGRAFIA DISCIPLINA: BIOGEOGRAFIA DOCENTE: DR. MARCOS ROBERTO MARTINES DISCENTE: TRABALHO DE CAMPO DE BIOGEOGRAFIA PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO SÃO MIGUEL ARCANJO/SP 15/12/2018 ATIVIDADE 1: Coleta
Sistemas de espaços livres e forma urbana
Sistemas de espaços livres e forma urbana SILVIO SOARES MACEDO 2011 Sistemas de Espaços Livres Todos os espaços livres, públicos e privados Produzidos de maneira formal e informal Possuem conexão física
Restauração de APP e RL
Restauração de APP e RL Demandas legais: manter ou recuperar a vegetação nativa em determinadas porções da propriedade rural (Lei Florestal) áreas pré-determinadas espacialmente (onde recuperar?). Demandas
MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS
MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS Programa ELABORAÇÃO AMAVI COPLAN - COLEGIADO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL PROGRAMA CALÇADAS DO ALTO VALE ATENÇÃO: ESCOLHA AS ÁRVORES QUE EVITAM PROBLEMAS DE INTERFERÊNCIAS:
Parte I. Recursos Florestais Silvicultura. PHD3334 Exploração de Recursos Naturais. Universidade de São Paulo
Universidade de São Paulo PHD3334 Exploração de Recursos Naturais Escola Politécnica Departamento de Eng. Hidráulica e Sanitária Recursos Florestais Silvicultura Parte I Aula 5 Prof. Dr. Arisvaldo V. Méllo
MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS
MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS Programa ELABORAÇÃO AMAVI COPLAN - COLEGIADO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL PROGRAMA CALÇADAS DO ALTO VALE Apresentação Atualmente os pedestres que caminham pelas calçadas
3.3 Fabricio Sbruzzi. A nova Praça Roosevelt 1. Revista LABVERDE n 6 Entrevistas Junho de 2013
Revista LABVERDE n 6 Entrevistas Junho de 2013 3.3 Fabricio Sbruzzi A nova Praça Roosevelt 1 Fabricio Chiaradia Sbruzzi é engenheiro agrônomo (UDESC - Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa
INFORMAÇÃO BÁSICA PARA EDIFICAÇÕES
1 / 4 Nº da Solicitação: 360615 Data Solicitação: 08/03/2016 Índice Cadastral do IPTU: 240.017E.005.001-5 IDENTIFICAÇÃO DO LOTE Regional: NOROESTE Zona Fiscal: 240 Quarteirão: 017E Lote: 005 Planta de
PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formando Cidadãos para um Futuro Sustentável
PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formando Cidadãos para um Futuro Sustentável Água Passeio na Mata Viveiro de Mudas Resíduos Sólidos Controle Biológico Observação de Aves O Parque Aimaratá está de portas
Distrito do Ipiranga, São Paulo, SP - BRASIL ÁRVORES do Parque da Independência, São Paulo
Distrito do Ipiranga, São Paulo, SP - BRASIL 1 1 Rafael Felipe de Almeida, Simone Justamante De Sordi2 & Ricardo José Francischetti Garcia2 1.Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo. 2. Herbário Municipal
ÁREA: ADMINISTRAÇÃO POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA A MANUTENÇÃO DOS PARQUES URBANOS: UM ESTUDO SOBRE OS PARQUES URBANOS DE CAMPO MOURÃO-PR
ÁREA: ADMINISTRAÇÃO POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA A MANUTENÇÃO DOS PARQUES URBANOS: UM ESTUDO SOBRE OS PARQUES URBANOS DE CAMPO MOURÃO-PR MORIGI, Josimari de Brito 1 SOUZA, Adalberto Dias de 2 Introdução
RESOLUÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES BA, Nº 21, DE 04 DE AGOSTO DE 2015.
RESOLUÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES BA, Nº 21, DE 04 DE AGOSTO DE 2015. Altera a Resolução n. 20/2013 que dispõe sobre condicionantes a serem exigidas na licença ambiental
UTILIZAÇÃO DE LEVANTAMENTO FLORÍSTICO COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
UTILIZAÇÃO DE LEVANTAMENTO FLORÍSTICO COMO FERRAMENTA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Autor principal: Flavia Pacheco Alves de Souza Orientadora: Audrey Marques Silva Paiva Nome da Instituição: Instituto de Educação,
Relatório Plante Bonito Patrocinador: Wetiga Hotel Área: Lagoa Misteriosa
Instituto das Águas da Serra da Bodoquena IASB Organização não governamental sem fins lucrativos, com caráter técnico, científico e ambiental, criado em Bonito/MS por proprietários rurais, empresários,
VII.XIII: Legislação Ambiental relacionada ao PMMA
VII.XIII: Legislação Ambiental relacionada ao PMMA Legislação Federal NORMA EMENTA TEMA Constituição Federal 1988 Lei 6.938/1981 Lei 12.187/2009 7.390/2010 Lei 9.433/1997 Lei 10.257/2001 Constituição Federal
Disciplina: BI63 B ECOSSISTEMAS. Tema da aula - Distúrbios: Sucessão Ecológica: principais conceitos e aplicações.
Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Disciplina: BI63 B ECOSSISTEMAS Tema da aula - Distúrbios: Sucessão Ecológica: principais conceitos e aplicações. http://www.usp.br/agen/bols/2000/rede517.htm
PROTEÇÃO DE NASCENTES. Pensando no amanhã
PROTEÇÃO DE NASCENTES Pensando no amanhã Ciclo Hidrológico Nascentes de água Nascente sem acúmulo inicial Área de Preservação Permanente Área de Preservação Permanente Área destinada à Reserva Legal
Espécies florestais nativas promissoras e modelos de sistemas de produção. Daniel Piotto, Ph.D Laboratório de Dendrologia e Silvicultura Tropical
Espécies florestais nativas promissoras e modelos de sistemas de produção Daniel Piotto, Ph.D Laboratório de Dendrologia e Silvicultura Tropical Crescimento Critérios para definição de espécies promissoras
RELATÓRIO DO PROJETO PLANTE BONITO
RELATÓRIO DO PROJETO PLANTE BONITO PLANTIO NAS MARGENS DO CÓRREGO ITAMARATY ESTÂNCIA MIMOSA - BONITO MS. 1. Apresentação: Dando continuidade ao Projeto Plante Bonito que tem como principais objetivos a
LEVANTAMENTO DO ÍNDICE DE DIVERSIDADE DA ARBORIZAÇÃO EM TRÊS BAIRROS DA CIDADE DE JANUÁRIA/MG
1 LEVANTAMENTO DO ÍNDICE DE DIVERSIDADE DA ARBORIZAÇÃO EM TRÊS BAIRROS DA CIDADE DE JANUÁRIA/MG Igor Geraldo Alves Santana 1 ; Wellisson Pereira Martins 2 ; Tattiane Gomes Costa 3 Resumo: O levantamento
CONAMA CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE
CONAMA CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO 469/2015 465/2014 452/2012 Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Dispõe sobre os requisitos
FAUNA, FLORA E AMBIENTE
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS FAUNA, FLORA E AMBIENTE PROJETO VARIABILIDADE OBJETIVO GERAL Analisar as variações morfológicas das seguintes espécies de plantas presentes na Cidade
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO As florestas e demais formas de vegetação são reconhecidas no Brasil como bens de interesse comum a todos os habitantes do país, sendo que algumas destas áreas, legalmente determinadas
A PODA DAS ÁRVORES PODA DRÁSTICA
A PODA DAS ÁRVORES Pode ser entendida como a retirada de partes de uma planta e também pode servir para a eliminação de ramos mortos, doentes ou indesejáveis, seja por sua posição inadequada, seja por
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque
Pinus pinea L. 60 Exemplares no Parque Família Pinaceae Nome Comum Pinheiro-manso, pinheiro-guarda-sol Origem Contorno da Região Mediterrânica, sobretudo no sul da Europa e oeste da Ásia. Autóctone em
ANÁLISE DA ARBORIZAÇÃO URBANA DAS PRAÇAS NA REGIÃO METROPOLITANA DA CIDADE DE ALEGRE, ES.
ANÁLISE DA ARBORIZAÇÃO URBANA DAS PRAÇAS NA REGIÃO METROPOLITANA DA CIDADE DE ALEGRE, ES. Cássio Fanchiotti Del Caro, Onair Mendes de Oliveira, Davi Salgado de Senna, Ronielly Lemos, Jônio Pizzol Caliman
Procedimentos de Implantação de Postes pela AES Eletropaulo. Gerência Executiva de Planejamento e Engenharia
ID-2.024 Procedimentos de Implantação de Postes pela AES Eletropaulo Instrução Técnica Gerência Executiva de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia da Distribuição e Automação Gerência de Projetos
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO Lagoa Misteriosa Samuel Duleba CRBio - 34.623-03D Jardim - Mato Grosso do Sul - Brasil 2009 Introdução Com o objetivo de recuperar áreas que já sofreram algum tipo de interferência
CONCEITO DE PAISAGISMO E SUAS DIMENSÕES. A palavra paisagem surgiu no século XVI na Holanda, para designar uma pintura.
CONCEITO DE PAISAGISMO E SUAS DIMENSÕES Conceitos básicos Paisagem A palavra paisagem surgiu no século XVI na Holanda, para designar uma pintura. Refere-se ao espaço ou extensão territorial que é possível
CEDRO AUSTRALIANO CEDRO AUSTRALIANO DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR?
DE SEMENTE OU CLONADO? QUAL PLANTAR? Com o surgimento de novos materiais genéticos no mercado, existem dúvidas sobre qual é a melhor opção para o plantio de cedro australiano. Elaboramos este documento
Árvores Urbanas: Avaliação de Risco de Queda. Biólogo Sérgio Brazolin
Árvores Urbanas: Avaliação de Risco de Queda Biólogo Sérgio Brazolin Cidades no Brasil (IBGE, 2013) 80 % da população brasileira vive nas cidades E num belo verão em São Paulo... Jornal O Estado de São
