Recurso Administrativo Previdenciário

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1 Recurso Administrativo Previdenciário

2 Adriano Mauss Advogado. Servidor do Instituto Nacional do Seguro Social INSS, Diretor de Processo Administrativo do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário IBDP, ex-chefe do Serviço de Benefício da Agência do INSS de Carazinho/RS, Mestre em Desenvolvimento (Linha de Pesquisa: Direito, Cidadania e Desenvolvimento) pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Especialista em Direito Previdenciário pela IMED Faculdade Meridional e em Direito do Trabalho e Seguridade Social pela Universidade de Passo Fundo. Professor em cursos de Pós Graduação em Direito. Pesquisador da temática de Direito Processual Administrativo Previdenciário. Livros publicados: Processo Administrativo Previdenciário: prática para um processo de benefício eficiente. Editora Plenum. Coautoria: Alexandre Schumaker Trikes. Aposentadoria dos portadores de deficiências: aspectos legais, processuais e administrativos. Editora LTr. Coautoria: José Ricardo Caetano Costa.

3 Adriano Mauss Recurso Administrativo Previdenciário

4 EDITORA LTDA. Todos os direitos reservados Rua Jaguaribe, 571 CEP São Paulo, SP Brasil Fone (11) Junho, 2017 Versão impressa LTr ISBN Versão digital LTr ISBN Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Mauss, Adriano Recurso administrativo previdenciário / Adriano Mauss. São Paulo: LTr, Bibliografia 1. Direito previdenciário 2. Processo administrativo Brasil I. Título CDU-34:364.3: (81) Índice para catálogo sistemático: 1. Brasil: Processo administrativo previdenciário: Direito 34:364.3: (81)

5 SUMÁRIO PREFÁCIO... 7 APRESENTAÇÃO... 9 CAPÍTULO 1 NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Contextualização do Conselho de Recursos do Seguro Social (CRSS) A história do CRSS em um cenário de mudanças Momentos históricos importantes Das alterações legislativas junto a estrutura ministerial da pasta previdenciária A estruturação do CRPS anterior a reforma administrativa de A nova estrutura do Conselho de Recursos do Seguro Social O sistema informatizado de tramitação processual CAPÍTULO 2 DOS PRINCÍPIOS INFORMADORES DO RECURSO ADMINISTRATIVO Do princípio do duplo grau de jurisdição administrativa Princípio da gratuidade ou livre acesso ao contencioso administrativo Do direito de petição Do princípio da legalidade Do princípio do devido processo legal administrativo Do princípio do contraditório e da ampla defesa Do princípio da motivação Princípio da segurança jurídica Da aplicabilidade do princípio da segurança jurídica no PRAP Princípio da informalidade procedimental Do princípio da oficialidade CAPÍTULO 3 DA FORMAÇÃO DA LIDE ADMINISTRATIVA CAPÍTULO 4 DAS ESPÉCIES DE RECURSOS ADMINISTRATIVOS...60 CAPÍTULO 5 DOS PROCEDIMENTOS INICIAIS DO REQUERIMENTO RECURSAL Do agendamento e do protocolo do recurso Dos efeitos do recurso administrativo Dos legitimados no processo recursal Da habilitação do procurador Da suspeição e dos impedimentos dos agentes públicos Breves considerações sobre a necessidade de legislação específica CAPÍTULO 6 DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL Das espécies de prova do Processo recursal Fase preliminar de análise pelo INSS do Recurso Ordinário CAPÍTULO 7 DOS PROCEDIMENTOS INICIAIS NO CRSS Da distribuição processual do Recurso Ordinário Recurso Administrativo Previdenciário 5

6 7.2 Das atribuições do relator Das hipóteses de impedimentos do julgador CAPÍTULO 8 DOS PRAZOS DO PROCESSO RECURSAL Da regularidade das notificações CAPÍTULO 9 DA FASE DECISÓRIA Da sessão de julgamento Da sustentação oral na sessão de julgamento Dos requisitos do acórdão CAPÍTULO 10 CUMPRIMENTO DA DECISÃO Do cumprimento do acórdão de não conhecimento e de improcedência Do cumprimento do acórdão de conhecimento e provimento (total ou parcial) Do cumprimento do acórdão que determine a anulação de decisão anterior Do acórdão emitido em grau de alçada Resumo da tramitação processual do recurso ordinário Fluxograma dos recursos ordinários CAPÍTULO 11 DO RECURSO ESPECIAL Do protocolo do recurso especial Dos efeitos do recurso especial Da distribuição do recurso especial Da relatoria do recurso especial Da sessão de julgamento do recurso especial Dos requisitos da decisão nas Câmaras de Julgamento Fluxograma do recurso especial Do cumprimento das decisões da câmara de julgamento Da reclamação CAPÍTULO 12 DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Dos embargos declaratórios Do pedido de uniformização de jurisprudência Do pedido de uniformização de jurisprudência aplicado ao caso concreto Do pedido de uniformização de jurisprudência em tese Da aprovação de um enunciado Da Reclamação ao Conselho Pleno CAPÍTULO 13 DA DESISTÊNCIA DO RECURSO CAPÍTULO 14 CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Anexo I Relação de enunciados aprovados pelo CRSS Anexo II Jurisprudência Administrativa Anexo III Anexo III Comparativo entre o Regimento Interno do CRPS e do CRSS Adriano Mauss

7 PREFÁCIO Depois do Processo Administrativo Previdenciário, de Alexandre Schumarcher Triches e Adriano Mauss, já na quarta edição, livro por nós prefaciado e recomendado, vem à luz este Recurso Administrativo Previdenciário, de Adriano Mauss. Esta nova obra, como informa o autor, complementa a anterior e tem como tema especificamente o recurso administrativo propriamente dito. Vale dizer, de imediato, apresenta a qualidade técnica intrínseca de ajudar os interessados em questões práticas, intrincadas, muito úteis para os profissionais experientes e, máxime, para quem está se iniciando no Direito Previdenciário Procedimental. Com efeito, diante de uma distonia entre o beneficiário e o INSS, ausente a desejável negociação ou mediação entre esses dois polos da relação jurídica contenciosa e presente inconformidade em uma das partes, resta a quem se sentir insatisfeito interpor um recurso ordinário e, depois, recurso especial da decisão recorrida, que pode ser o beneficiário ou o INSS. Diante da simplicidade, gratuidade e celeridade do expediente administrativo, anualmente milhares de conflitos são dirimidos pelo CRSS. Além da exposição enciclopédica do tema, ressalta-se tratar de obra atualíssima e que traz informações recentes sobre o trâmite dos expedientes burocráticos intramuros, dados relevantes sistematizados pelo autor. O autor coleciona Enunciados aprovados pelo CRSS, de grande envergadura para a formulação de uma jurisprudência administrativa dominante. Só nos resta, ainda uma vez, reconhecer o enriquecimento da bibliografia nacional do Direito Previdenciário e que, com certeza, tal qual a obra anterior, antes aludida, destina-se a cooperar muito para o deslinde das questiúnculas previdenciárias e assistenciárias do dia a dia. De parabéns o autor, que ingressa no hall dos doutrinadores de obras técnicas, úteis e imprescindíveis. Wladimir Novaes Martinez Recurso Administrativo Previdenciário 7

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9 APRESENTAÇÃO Em agosto de 2016 tive a oportunidade de passar alguns dias em Brasília ao lado do autor desta obra, meu dileto amigo Prof. Adriano Mauss, ambos representando o IBDP Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, na I Jornada de Solução Extrajudicial de Conflitos, promovida pelo CJF Conselho da Justiça Federal, na sede daquele órgão. Durante aqueles momentos, foram discutidos e aprovados diversos enunciados cujo objetivo é a solução extrajudicial e prevenção de litígios de jurisdição da Justiça Federal. Participaram juízes federais, Procuradores do INSS, Defensores Públicos da União, servidores do Judiciário e do próprio INSS. Os debates, acalorados e intensos, lograram aprovar o enunciado proposto pelo autor desta obra, ao passo em que houve a rejeição do enunciado proposto por mim. Em todo o caso, daquelas tardes em Brasília ficou claro que o processo administrativo, e o recurso administrativo em particular, são importantes mecanismos de redução da litigiosidade previdenciária o INSS sempre figura como um dos maiores litigantes nacionais, participando de milhões de processos anualmente, conforme dados elaborados periodicamente pelo CNJ Conselho Nacional de Justiça. Daí se verifica a importância da presente obra, que chega agora às mãos do público e supre uma lacuna fundamental dos advogados previdenciaristas e de todos aqueles que atuam no processo administrativo previdenciário: uma grande obra doutrinária, ao mesmo tempo extremamente direta e prática, sobre recursos administrativos previdenciários. O Dr. Adriano Mauss, além de querido amigo, é profundo conhecedor do tema e da matéria, visto conciliar a prática da advocacia com a posição de servidor graduado do INSS, além de professor em diversos cursos de pós-graduação, com uma participação crescente nos mais importantes eventos da área. A experiência para escrever esse livro foi amadurecida com a publicação anterior de dois outros livros, referenciais também: Processo Administrativo Previdenciário, em coautoria com Alexandre Schumacher Triches, e Aposentadoria da pessoa com deficiência (pela LTr), em coautoria com José Ricardo Caetano Costa. Além disso, Mauss é parceiro constante de minhas obras coletivas e interlocutor frequente de minhas ideias sobre processo administrativo previdenciário, como as que propus em minha tese de Doutorado Resolução do conflito previdenciário e direitos fundamentais (LTr). Recurso Administrativo Previdenciário 9

10 O presente livro discorre sobre a estrutura organizacional do CRSS, os princípios que informam a atuação da Administração Pública, bem como sobre as exigências processuais e procedimentais dos principais recursos administrativos cabíveis no Processo Previdenciário, recheado de exemplos práticos e questões importantes à vivência profissional. Sempre de modo seguro e direto. Tudo isso são elementos que o autor, e sua escrita acessível e precisa, tão bem nos permite entrever em sua obra. Por imprescindível que seja esse livro, convido todos à sua leitura. S. Paulo/SP, janeiro de Marco Aurélio Serau Junior Doutor e Mestre em Direitos Humanos (Universidade de São Paulo). Especialista em Direito Constitucional (Escola Superior de Direito Constitucional). Especialista em Direitos Humanos (Universidade de São Paulo). Professor universitário e de diversos cursos de pósgraduação. Diretor Científico Adjunto do IBDP Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário. Membro estrangeiro da AAJC Associação Argentina de Justicia Constitucional. Autor e Coordenador de diversas obras, especialmente Resolução do conflito previdenciário e direitos fundamentais (LTr), Manual dos recursos cíveis Teoria e Prática (2ª ed., Juspodivm), e Processo Previdenciário: dever de fundamentação das decisões judiciais (LTr, em coautoria com Diego Schuster). 10 Adriano Mauss

11 Capítulo 1 NOÇÕES INTRODUTÓRIAS Inicialmente é necessário informar ao leitor que o segurado ou interessado possui um sistema bastante desenvolvido em termos de regulamentação e sistemas de informática, dentro da administração previdenciária, para buscar os seus direitos. Essa evolução tem sido constante, e o Processo administrativo, ao longo dos anos tem evoluído consideravelmente. É preciso, então, entender todo esse sistema a fim de utilizá-lo em prol do beneficiário da Previdência Social. Especificamente quanto ao sistema recursal administrativo ainda existem alguns problemas que vão ser trabalhados no transcorrer desse estudo, entretanto fazendo um comparativo com outros órgãos do Governo Federal e mesmo da Previdência Social, o sistema processual administrativo é muito bom, pois as garantias Constitucionais do processo estão bem definidas no regulamento infralegal que o organiza, além de uma estrutura bem organizada, mas que ainda sofre pela grande demanda que possui. Por esse motivo que os problemas também são multiplicados, afinal são demandas de massa que acabam refletindo para diversas pessoas. Nesse contexto, é fundamental que o sistema processual administrativo previdenciário deve ter, além de uma análise inicial bem executada, a possibilidade de que a decisão inicial seja revisada no caso de haver um requerente inconformado com alguma decisão do INSS. Isso transmite sensação de segurança aos administrados, além de minimizar os efeitos nefastos de possíveis erros, de fato ou de direito, que sempre podem ocorrer, evitando injustiças no reconhecimento do direito pleiteado. Na esfera processual administrativa previdenciária a fase recursal é aonde se inaugura o litígio, pois é nesse momento que passa a existir a chamada pretensão resistida, ou seja, quando o requerente solicita um direito ao INSS e este profere decisão pelo indeferimento do pedido ou o encerramento da fruição de algum direito. A Legislação (especialmente a Constituição Federal e a Lei n /91) garante o direito de defesa do segurado, mais do que isso, a possibilidade de peticionar livremente (independente de custas ou de empecilhos) perante a administração previdenciária a fim de requerer um Recurso Administrativo Previdenciário 11

12 direito que entende ser devido, podendo inclusive contestar decisões tomadas pela Autarquia Previdenciária por meio de um recurso, ainda impetrado na esfera administrativa, que será decidido por um órgão administrativo hierarquicamente superior e autônomo. Essa decisão, no entretanto, não exclui a apreciação do Poder Judiciário. A Lei Geral de Benefícios da Previdência Social, que é a Lei n de , expressamente prevê a possibilidade de interposição de recurso administrativo por meio do seu art. 126, entretanto não esclarece seus fundamentos basilares, pois remete o estabelecimento de seus critérios e procedimentos ao regulamento infralegal, conforme segue: Art Das decisões do Instituto Nacional do Seguro Social-INSS nos processos de interesse dos beneficiários e dos contribuintes da Seguridade Social caberá recurso para o Conselho de Recursos da Previdência Social, conforme dispuser o Regulamento. Pela legislação não adentrar em detalhes ela também abre espaço para uma interpretação ampla do instituto do recurso. Nesse aspecto, portanto, há possibilidade de interposição de recurso em toda decisão do INSS que cause prejuízo ao segurado ou interessado, ainda que essa decisão não seja especificamente a final do processo. Pode ser interposto recurso de despachos que não considerem algum tempo de contribuição ou remuneração, de decisões que fixem a data de início de benefícios, de decisões que não reconheçam a condição de dependência econômica de um interessado, dentre outras situações. Estes são alguns exemplos de decisões que, mesmo tendo sido deferido o benefício, causam prejuízo ao requerente, e por tal motivo são passíveis de controle hierárquico administrativo em sede recursal. Considerando que a Lei n /91 estabeleceu a necessidade de o sistema recursal administrativo previdenciário ser regulamentada mediante de decreto, o Poder Executivo incluiu no Decreto 3.048/99 regras específicas de organização e funcionamento, dentro do Capítulo Único Dos órgãos Colegiados e na Seção II Do Conselho de Recursos da Previdência Social. Esse regulamento estabeleceu nos arts. 303 a 309 os parâmetros gerais desse procedimento. Além desse regulamento, ainda existe a Portaria MDSA n. 116 de , que aprovou o Regimento Interno do Conselho de Recursos do Seguro Social, revogando a Portaria MPS n. 548/2011, que pelo advento da Lei n /2016 (1), estava completamente desatualizado, já que a nomenclatura do (1) Lei n /2016. Art. 7º. [...] Parágrafo único. Mantidos os demais órgãos e entidades supervisionadas que lhe componham a estrutura organizacional ou que lhe estejam vinculados, ficam transferidos: I o Conselho de Recursos da Previdência Social, que passa a se chamar Conselho de Recursos do Seguro Social, e o Instituto Nacional do Seguro Social INSS, do Ministério do Trabalho e Previdência Social para o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário; 12 Adriano Mauss

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