CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
|
|
|
- Terezinha Santiago Campos
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS Programa de Pós-graduação em Microbiologia Agropecuária Disciplina de Microbiologia Básica Novembro/2016
2 1 milhão sp. insetos 10% pragas Controle: químico
3 Seleção de populações de insetos resistentes Desequilíbrios ecológicos Toxicidade Resíduos
4 Seleção de populações de insetos resistentes Desequilíbrios ecológicos Toxicidade Resíduos
5 Seleção de populações de insetos resistentes Desequilíbrios ecológicos Toxicidade Resíduos
6 Controle de pragas - pesticidas químicos Novas opções de controle tornam-se necessárias MIP adeptos em âmbito mundial Uso de diferentes métodos de controle (praticas agrícolas, controle físico, mecânico, biológico, sementes resistentes,...) Impulsionado com o estabelecimento do MIP
7 CONTROLE BIOLÓGICO Fenômeno que consiste na regulação do número de insetos-praga por meio de inimigos naturais Predadores Parasitóides Micro-organismos Manutenção da população da praga em níveis não econômicos de danos
8 CONTROLE BIOLÓGICO Fenômeno que consiste na regulação do número de insetos-praga por meio de inimigos naturais C o n t r o l e M i c r o b i a n o Predadores Parasitóides Micro-organismos Manutenção da população da praga em níveis não econômicos de danos
9 Controle Biológico x Controle Químico Especificidade e seletividade Efeitos secundários ( direta e gerações seguintes) Não poluem o ambiente Não são tóxicos V a n t a g e n s Não seleciona populações de indivíduos resistentes
10 Espectro de ação Ação mais lenta Condições favoráveis Armazenamento D e s v a n t a g e n s Só funcionam quando aplicados corretamente (inóculo e estratégias adequadas)
11 C o n t r o l e M i c r o b i a n o B a c t é r i a s e n t o m o p a t o g ê n i c a s Micro-organismos Sp. de maior importância: Esporulantes Não esporulantes Família Bacillaceae Enterobacteriaceae Bacillus thuringienses** Serratia marcescene B. cereus Pseudomonas aeruginosa Espécies B. sphaericus - B. popiliae - Clostridium brevifasciens - Mecanismo de infecção Contaminação via oral
12 Mecanismo de ação vs. Spodoptera frugiperda Bt
13 Milho Bt - (MT) Introduzidos genes específicos de Bt que levam a produção de proteínas toxinas a determinadas ordens de insetos-praga
14 V í r u s e n t o m o p a t o g ê n i c o s 3 famílias virais: Baculoviridae, Poxviridae e Reoviridae Micro-organismos Penetração via oral Alimento penetram no sistema digestivo partículas virais liberadas infecção das células do intestino disseminação via sistema traqueal Sintomas: falta de apetite e mobilidade, clareamento da epiderme...
15 Baculovirus anticarsia vs. Lagarta da soja (A. gemmatalis) 1 aplicação do baculovírus controla o inseto durante toda a safra!!
16 F u n g o s e n t o m o p a t o g ê n i c o s Micro-organismos 1ºs patógenos de insetos usados no C.M 1726 : Reamur - o fungo do gênero Cordyceps atacando um lepidóptero 1835: Bassi provou a natureza infecciosa de um agente microbiano 80% das doenças fungos como agentes etiológico Principais: Beauveria, Metarhizium, Lecanicillium, Nomuraea, Hirsutella e e Isaria
17 Variabilidade genética Patógenos de largo espectro (ovos, larvas, pupas e adultos) Capacidade de disseminação horizontal Penetração via tegumento*
18 M. anisopliae IBCB 425 M. anisopliae E 9 I. farinosus CG 195 Lecanicillium lecanii JAB 45 B. bassiana JAB 07 Bipolaris euphorbiae
19 Metarhizium Lecanicillium Beauveria
20 Bipolaris
21
22 Bipolaris euphorbiae
23 Modo de ação: via tegumento* Adesão / Germinação / Penetração / Colonização do corpo / Produção de toxinas / Reprodução 1º evento no ciclo das relações fungo-hospedeiro Mecanismos de adesão ainda não são totalmente conhecidos
24 Modo de ação: via tegumento* Adesão / Germinação / Penetração / Colonização do corpo / Produção de toxinas / Reprodução * Sobre o inseto (epicutícula) * Sujeita a condições ambientais favoráveis produção do tubo germinativo * Quanto tempo (velocidade da germinação)? * G. beneficiada: presença de nutrientes (aa, esterol, hexoses...) * G. prejudicada: presença de substâncias químicas (ac. graxos, fenóis, ou microflora saprofítica)
25 Modo de ação: via tegumento* Adesão / Germinação / Penetração / Colonização do corpo / Produção de toxinas / Reprodução * 2 processos principais: A) Físico (formação do apressório rompe as áreas membranosas) B) Quimico - facilitam a penetração mecânica e o metabolismo do tubo germinativo (protease, lipases e quitinase)
26 Modo de ação: via tegumento* Adesão / Germinação / Penetração / Colonização do corpo / Produção de toxinas / Reprodução Penetração Hifa: engrossamento e se ramifica Secreção de toxinas afetam as células e as reações do hospedeiro Antes de : Não ocorre grande crescimento hifal dentro do inseto : fungo cresce interiormente e todos os tecidos são penetrados
27 Modo de ação: via tegumento* Adesão / Germinação / Penetração / Colonização do corpo / Produção de toxinas / Reprodução : 2 a 8 dias (após inoulação) hifas emergem usando pressão mecânica Micélio cobre toda a superfície do corpo Esporulação: 24-48hs, reconhecida pelo aspecto pulverulento Atenção!!!!!!!!! Esporulação depende de condições ambientais favoráveis!
28 Adesão Penetração Colonização Crescimento e extrusão do fungo
29 Produção e Formulação Desenvolvimento de bioprodutos
30
31 B I O P R O D U T O S Uso em campo Produção massal Formas de conservação Limitações ao uso de bioprodutos
32 Produção massal Disponíveis em grandes quantidades Altas concentrações/ha devem ser empregadas 1. Seleção de substratos 2. Metodologias de produção 3. Conhecimento das condições de cultivo
33
34 Formas de conservação F O R M U L A Ç Ã O DO M I C R O - O R G A N I S M O ** Mesmo objetivo proposto p/ os químicos (liberação do I.A, eficiência) **Diferente dos químicos, micro-organismos podem ser usados puros...porém sem garantias Controle de carrapato em pastagem Aplicação da calda Preparo da calda
35 Formulação = I.A. + adjuvantes 1) estabilizar o agente; 2) facilitar o manuseio e aplicação; 3) proteger o agente contra fatores adversos ( persistência) 4) a atividade do agente (incrementando: reprodução, contato e interação com a praga) 5) Permitir o armazenamento, com perdas mínimas na qualidade do produto 6) etc...
36 U m a b o a F O R M U L A Ç Ã O é a B A S E p a r a o S U C E S S O d e u m b i o p r o d u t o!!!! Estudos sobre formulações pouco tem avançado S E G R E D O I N D U S T R I A L
37 A D J U V A N T E S * Fotoprotetores: proteção contra radiação UVA/UVB* * Antievaporantes: retardam a evaporação da água; tempo de permanência da gota na superfície tratada * Antiumectantes: evita a absorção água pelo I.A * Surfactantes: dispersão do I.A (cobertura homogênea) * Aderentes: aumentam a aderência dos líquidos ou sólidos à superfície da planta/inseto * Espalhantes: proporcionam o espalhamento completo da gota sobre a superfície tratada * Antiespumante (...)
38 Fatores a serem levados em consideração: 1. Produção 2. Compatibilidade 3. Custos da produção (economicamente viável??) 4. Adequação do T I P O de formulação usada com as características da cultura e biologia/comportamento do inseto P. ex: formulação de grânulos p/ cochonilha (folha)????
39 FORMULAÇÃO DE UM BIOINSETICIDA À BASE DO FUNGO Metarhizium anisopliae PARA CONTROLE DA MOSCA-DOS-CHIFRES
40 P r o d u ç ã o d e M.a 1) ½: arroz 2) Secagem: T. ambiente 3) Extração: peneiramento
41 T I P O S D E F O R M U L A Ç Õ E S 1) Óleo Emulsionável (controle de adultos / pulverização sobre o corpo) óleo, esporos do fungo, fotoprotetor, emulsificante Agentes molhante e dispersante, aderente,emulsificantes,tensoativo, espalhante e veículo
42 Aplicação Preparo da calda com óleo emulsionável
43 T I P O S D E F O R M U L A Ç Õ E S 2) Pó Molhável (controle de adultos / pulverização sobre o corpo) Inerte, esporos do fungo, antiumectante (PÓ) agentes molhante e dispersante, aderente, fotoprotetor, tensoativo, espalhante e veículo. (FRAÇÃO ÁGUA)
44 T I P O S D E F O R M U L A Ç Õ E S 3) Pellets (controle de larvas da mosca nas massas fecais dos bovinos / fornecimento aos bovinos junto com a alimentação) Muscilagem de alginato Na Eporos do fungo Tensoativo Inerte Antiumectante Conservante Fotoprotetor Protetor de ph Peletes formados Microencapsulação Peletes secos
45 A R M A Z E N A M E N T O 1) Óleo emulsionável 88% conídios viáveis (6 meses) (redução após 12 meses) 2) Pó molhável 80% conídios viáveis (6 meses) (redução após 12 meses) 3) Peletes 100% de peletes viáveis (6 meses) (40% após 12 meses) C O N T R O L E D A M O S C A 1) Óleo emulsionável + eficiente / controle de adultos da mosca no 2 o, 3 o e 4 º experimentos (acima de 50%) 2) Pó molhável controle de H. irritans nos bovinos apenas no 4º experimento (acima de 50%) 3) Peletes redução média de 34,46% na emergência de adultos.
46 C O N S I D E R A Ç Ã O F I N A I S : A ç õ e s p a r a i n c r e m e n t a r o u s o do c o n t r o l e b i o l ó g i c o Encontrar agentes eficientes ou melhorar a eficiência dos agentes já conhecidos Desenvolver produtos de fácil aplicação e que tenham longo prazo de validade Informar os agricultores sobre a existência do controle biológico e esclarece-los de suas vantagens Apoiar e prestar assistência técnica aos agricultores para implementação do controle biológico Estabelecer uma política nacional de incentivo à adoção do controle biológico Desenvolver campanhas informando os consumidores das vantagens de consumir alimentos produzidos com o uso do controle biológico
47 Ana Carolina R. Machado Doutora em Microbiologia Agropecuária Laboratório de Microbiologia do Solo FCAV/Unesp
PRODUÇÃO MASSAL E CONTROLE DE QUALIDADE DE AGENTES ENTOMOPATOGÊNICOS
GET 106 Controle Biológico de Pragas PRODUÇÃO MASSAL E CONTROLE DE QUALIDADE DE AGENTES ENTOMOPATOGÊNICOS Dejane Alves Entomologista Professora Substituta DEN Inseticida sintético: Descobrir, formular
CONTROLE BIOLÓGICO E DEGRADAÇÃO. Prof. Everlon Cid Rigobelo
CONTROLE BIOLÓGICO E DEGRADAÇÃO Prof. Everlon Cid Rigobelo Controle microbiano Existem 2,5 milhões de espécies de insetos na terra. 1 milhão de espécies são conhecidas. 10% são pragas da agricultura e
Desafios da produção e comercialização de entomopatógenos para o controle de pragas no Brasil
Desafios da produção e comercialização de entomopatógenos para o controle de pragas no Brasil Instituto Biológico Maio/2011 José Eduardo Marcondes de Almeida Pesquisador Científico Instituto Biológico
Qualidade na produção de bioinseticidas microbianos
Qualidade na produção de bioinseticidas microbianos José Eduardo Marcondes de Almeida Instituto Biológico 19/06/2009 Uso de bioprodutos no Brasil Crescimento do mercado de produtos orgânicos. Crescimento
Manejo do milho Bt manejo integrado de pragas. Fernando Hercos Valicente Embrapa Milho e Sorgo
Manejo do milho Bt manejo integrado de pragas Fernando Hercos Valicente Embrapa Milho e Sorgo CNPMS/EMBRAPA Sete Lagoas, MG Transgênico Organismo que recebeu gene exógeno por engenharia genética Organismo
TRATAMENTO DE SEMENTES
INTRODUÇÃO TRATAMENTO DE SEMENTES LPV 638 - PRODUÇÃO DE SEMENTES Ana D. L. Coelho Novembre PARÂMETROS DE QUALIDADE DA SEMENTE GENÉTICO FÍSICO FISIOLÓGICO SANITÁRIO 1 2 INTRODUÇÃO SEMENTE ALVO DAS PRAGAS
BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot
BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos Sam Elliot Insetos e Microrganismos Tipos de Microrganismos Contexto para Considerar Interações Inseto-Microrganismo Fenótipo Extendido e Teias Alimentares
Controle Químico de Pragas
Técnicas de manejo Controle Químico Controle Biológico Semioquímicos (Feromônios/Atraentes) Manipulação Genética de Pragas Variedades Resistentes a Insetos (plantas modificadas geneticamente) Manipulação
QUEREMOS NÃO TER PRAGA??
07/11/2017 Perspectivas no Manejo integrado de Pragas de Olericolas Profa Dra Maria Aparecida Cassilha Zawadneak UFPR Mosca-branca Bemisia tabaci O que é Praga-chave? São aqueles organismos que frequentemente
A Nova Geração de Cobre Super
A Nova Geração de Cobre Super 2019 Syngenta. Todos os direitos reservados. ou são marcas comerciais de uma empresa do Grupo Syngenta. Utilize os produtos fitofarmacêuticos de forma segura. Leia sempre
AVANÇOS NO CONTROLE BIOLÓGICO INTEGRANDO INOVAÇÕES AO PLANTIO DIRETO
AVANÇOS NO CONTROLE BIOLÓGICO INTEGRANDO INOVAÇÕES AO PLANTIO DIRETO Efeito do sistema de cultivo nas características químicas de um latossolo roxo cultivado sob plantio direto por 8 anos. Profund.
INFLUÊNCIA DE FATORES ABIÓTICOS NA OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS. Programa da aula
INFLUÊNCIA DE FATORES ABIÓTICOS NA OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS Renato Bassanezi Marcelo Miranda Programa da aula Ações de fatores abióticos sobre o hospedeiro Ações de fatores abióticos sobre as pragas
INFLUÊNCIA DE FATORES ABIÓTICOS NA OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS. Renato Bassanezi Marcelo Miranda
INFLUÊNCIA DE FATORES ABIÓTICOS NA OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS Renato Bassanezi Marcelo Miranda Programa da aula Ações de fatores abióticos sobre o hospedeiro Ações de fatores abióticos sobre as pragas
Portfólio Floresta FMC
Portfólio Floresta FMC INSETICIDAS PRAGAS PARTE AÉREA IMERSÃO DE MUDAS PRAGAS PARTE AÉREA HERBICIDAS o Inseticida Biológico mais vendido no mundo o Proteção em mais de 200 culturas o Controle em mais
Produção de microrganismos entomopatogênicos: situação atual
Produção de microrganismos entomopatogênicos: situação atual Controle microbiano Inseticidas organoclorados Manejo Integrado de Pragas Fungos, vírus, bactérias, nematóides Bioinseticidas: disponibilidade
Módulo 3. Controle Biológico
Módulo 3 Controle Biológico Controle Biológico O Controle Biológico (CB) utilizando insetos (parasitoides e predadores), bem planejado e executado, propicia resultados semelhantes a outras estratégias
Fundamentos do Controle Biológico
Fundamentos do Controle Biológico Fundamentos do Controle Biológico O que é o controle biológico? É a ação de organismos (biocontroladores) que mantém as densidades de outros organismos (organismo alvo)
GRUPO DE DOENÇAS. Grupo de Doenças. Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim. Universidade Norte do Paraná
Grupo de Doenças GRUPO DE DOENÇAS Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim Universidade Norte do Paraná Classificação das doenças de plantas: Baseando-se no agente causal, no hospedeiro ou nos processos
Controle biológico com uso do baculovirus: segurança e futuro dos bioinseticidas. Dr. Fernando Hercos Valicente
Controle biológico com uso do baculovirus: segurança e futuro dos bioinseticidas Dr. Fernando Hercos Valicente Embrapa Milho e Sorgo Controle Biológico com Baculovirus Segurança De acordo com OECD (2002)
Potencial do uso de entomopatógenos no controle de pragas da soja e seletividade de agrotóxicos para fungos entomopatogênicos
Resultados de Pesquisa da Embrapa Soja 2006 69 Potencial do uso de entomopatógenos no controle de pragas da soja e seletividade de agrotóxicos para fungos entomopatogênicos Daniel R. Sosa-Gomez Avaliação
AVALIAÇÃO DOS FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS Metarhizium anisopliae E Beauveria bassiana NO CONTROLE DE Thrips tabaci NA CEBOLA
AVALIAÇÃO DOS FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS Metarhizium anisopliae E Beauveria bassiana NO CONTROLE DE Thrips tabaci NA CEBOLA Dalprá, Leandro 1 ; Campos, Fernando Joly 2 Instituto Federal Catarinense, Rio
Aula 10 Rizosfera e Endofíticos
Aula 10 Rizosfera e Endofíticos Atividade de Pré-Aula Objetivos da aula Ao final da aula você deverá ter condições de: Identificar as características gerais de microbiologia da rizosfera e dos micro-organismos
Controle Microbiano de Fernanda Goes Mendes Marina Chamon Abreu Seminário de Microbiologia do Solo 2014/1 O controle de na agricultura é um fator limitante e resulta no aumento do custo de produção; O
Desafios da Pesquisa em Controle Biológico na Agricultura no Estado de São Paulo
Desafios da Pesquisa em Controle Biológico na Agricultura no Estado de São Paulo Controle biológico com fungos em cana-de-açúcar Antonio Batista Filho [email protected] Desafio Produção de alimentos
INTERFERÊNCIA DE ADJUVANTES NA CALDA E NA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
INTERFERÊNCIA DE ADJUVANTES NA CALDA E NA TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO HAMILTON HUMBERTO RAMOS Instituto Agronômico Centro de Engenharia e Automação Jundiaí - SP TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO E ADJUVANTES Adjuvantes
Insetos e Microrganismos. BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot. Insetos e Microrganismos TIPOS DE MICRORGANISMOS
BAN 160 Entomologia Geral Fenótipo Extendido e Teias Alimentares Exemplos Sam Elliot Vírus TIPOS DE MICRORGANISMOS Bactérias Protozoários 1 Vírus Eucariota (ex. Protozoário, Levedura) Fungos (incl. Leveduras)
Guilherme dos Reis Vasconcelos Engenheiro Agrônomo Professor; Consultor em MIP e Agricultura Sustentável; Horticultor.
em pequenas culturas Guilherme dos Reis Vasconcelos Engenheiro Agrônomo Professor; Consultor em MIP e Agricultura Sustentável; Horticultor. Hortaliça Hortaliça é a planta herbácea da qual uma ou mais
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Prejuízos: -Competição por água; -Competição por luz; -Competição por nutrientes; -Hospedeiros de pragas e doenças; -Interferência na operação de colheita. Período de competição:
24/11/2015. Biologia de Microrganismos - 2º Semestre de Prof. Cláudio 1. O mundo microbiano. Profa. Alessandra B. F. Machado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Relação bactéria-hospedeiro Profa. Alessandra B. F. Machado O mundo microbiano Os microrganismos são ubíquos.
Unidade 4 jcmorais 2012
Unidade 4 jcmorais 2012 Qual é a importância da Biotecnologia na resolução dos problemas de alimentação? A produção de maiores quantidades de alimentos dependerá do desenvolvimento de novas técnicas e
OBJETIVOS DE ENSINO Geral. Específicos
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS, DOENÇAS E VEGETAÇÃO ESPONTÂNEA Curso: AGROECOLOGIA Carga Horária: 60 HORAS Docente Responsável: LUCIANO PACELLI MEDEIROS DE MACEDO EMENTA
Toxicologia de Inseticidas. Luiz Paulo
Toxicologia de Inseticidas Luiz Paulo Produtos Fitossanitários Considerações: Agrotóxicos ou defensivos agrícolas são substâncias químicas que podem ter ação fisiológica sobre organismos, com objetivo
INFORMATIVO TÉCNICO Boas Práticas Agronômicas Aplicadas a Plantas Geneticamente Modificadas Resistentes a Insetos MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
DESSECAÇÃO ANTECIPADA TRATAMENTO DE SEMENTES INFORMATIVO TÉCNICO ROTAÇÃO DE CULTURAS MANEJO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS E VOLUNTÁRIAS MONITORAMENTO ÁREAS DE REFÚGIO A integração de culturas já faz parte
CONTROLE QUÍMICO. Variedades com bom desempenho agronômico X suscetibilidade a doenças
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES Variedades com bom desempenho agronômico X suscetibilidade a doenças Alternativas de controle X controle químico indispensável Culturas dependentes de controle químico: batata / tomate
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO EFETIVO DE PROFESSOR DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR EDITAL Nº 04/2016 PROGRAD PROVA ESCRITA CHAVE DE RESPOSTAS QUESTÃO/CHAVE DE RESPOSTAS: 1. Discorra
CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS
CURSO DE DISTRIBUIÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS MODULO - II.1 Produto fitofarmacêutico Fevereiro 2015 1. Definição de Produto Fitofarmacêutico 2. Classificação química
Produção de biopesticida de Bacillus thuringiensis usando meio comercial de laboratório e meios alternativos agrícolas como fonte de nutrientes
Produção de biopesticida de Bacillus thuringiensis usando meio comercial de laboratório e meios alternativos agrícolas como fonte de nutrientes Corina Macedo Vieira 1, Maria Isabella Santos Leite 1, Fernanda
PROGRAMA FITOSSANITÁRIO Propostas de ações de manejo da Helicoverpa armigera
PROGRAMA FITOSSANITÁRIO Propostas de ações de manejo da Helicoverpa armigera Grupo Gestor Grupos Técnicos PROPOSTAS 1. Calendário de Plantio e Vazio Sanitário Safra 2013/2014 Cultura / Sistema 2013 agosto
Com Altacor, você sabe onde as lagartas grafolita foram parar. Fora da sua lavoura
0800 707 5517 www.dupontagricola.com.br Altacor e Rynaxypyr são marcas registradas da DuPontTM. Copyright 2009, DuPont do Brasil S/A Todos os direitos reservados. Com Altacor, você sabe onde as lagartas
Ecologia Microbiana. Microbiologia do Ar
Ecologia Microbiana Microbiologia do Ar Microbiologia do ar Análise microbiológica do ar Entrada ar Aparelho de impacto sólido Entrada ar Aparelho de impacto líquido Origem dos microrganismos do ar A superfície
CaLypso. um virar de página no controlo das pragas. Avelino Balsinhas
CaLypso um virar de página no controlo das pragas Avelino Balsinhas Page 1 * SEMINÁRIO pequenos frutos * Porto * 24 de Janeiro de 2013 Inovação Investigação e Desenvolvimento 1992 93 94 95 96 97 98 99
Cigarrinhas em Pastagens
Cigarrinhas em Pastagens Introdução Com a chegada do período chuvoso começam os ataques das cigarrinhas das pastagens, insetos sugadores que causam prejuízos às pastagens e às culturas de cana-de-açúcar,
DESAFIOS PARA A PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE AGENTES DE CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS NO BRASIL
DESAFIOS PARA A PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE AGENTES DE CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS NO BRASIL José Roberto Postali Parra Departamento de Entomologia e Acarologia ESALQ/USP SEQUÊNCIA DE ETAPAS PARA SUCESSO
PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE
PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE PRINCÍPIOS WHETZEL. Exclusão. Erradicação. Proteção. Imunização. Terapia * Evasão * Regulação MODALIDADES DE CONTROLE. Controle Cultural. Controle Genético. Controle Físico.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DOCENTE: Dr. José Ribamar Silva Conceituação: D MATÉRIA ORGÂNICA. Todo material de origem vegetal ou animal que se encontre no solo independentemente de seu estado de decomposição.
LEITURA DE TEXTOS DOENÇAS PARA TERCEIRA PROVA Textos disponíveis no Stoa - USP
LEITURA DE TEXTOS DOENÇAS PARA TERCEIRA PROVA Textos disponíveis no Stoa - USP Mal das folhas da seringueira Mancha angular do algodoeiro Mosaico dourado do feijoeiro DESCOBERTA E DESENVOLVIMENTO DE FUNGICIDAS
Resistência de Insetos a Inseticidas
Resistência de Insetos a Inseticidas Celso Omoto Universidade de São Paulo / ESALQ [email protected] ROTEIRO Magnitude do problema de resistência de pragas a inseticidas e tecnologias Bt Principais estratégias
Deterioração: altamente perecíveis f (% H 2
Processo Térmico Em um processo térmico com alimento, o principal objetivo é reduzir a atividade de materiais biológicos indesejáveis, como microorganismos e enzimas. Em alguns processos mudanças nas propriedades
Viabilidade do Biocontrole de Pragas em Sistemas Integrados. Sergio Abud Biólogo Embrapa Cerrados
Viabilidade do Biocontrole de Pragas em Sistemas Integrados Sergio Abud Biólogo Embrapa Cerrados Ameaças Fitossanitárias Segundo a Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA), 150 Pragas Quarentenárias
Atualizado em 30/06/2014. Prof. Associado, Dr. Paulo Sergio Torres Brioso (http://lattes.cnpq.br/ )
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENTOMOLOGIA E FITOPATOLOGIA ÁREA DE FITOPATOLOGIA IB 237 (PATOLOGIA FLORESTAL) Atualizado em 30/06/2014 Prof. Associado,
Milho Bt: avaliação preliminar da resistência de híbridos comerciais à lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda (J. E.
157 ISSN 1679-0162 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2008 Milho Bt: avaliação preliminar da resistência de híbridos comerciais à lagarta-do-cartucho, Spodoptera frugiperda (J. E. Smith, 1797) Simone M. Mendes
Organismos. Predadores. Simone M. Mendes Embrapa Milho e Sorgo
Organismos Não-Alvo Predadores Simone M. Mendes simone@cnpms cnpms.embrapa.br Embrapa Milho e Sorgo Quem são as pragas ALVO do milho no Brasil? Lepidopteros-praga Spodoptera frugiperda Diatrea sacharallis
Microbiota Normal do Corpo Humano
Microbiota Normal do Corpo Humano Microbiota Microbiota Microflora Flora indígena São termos usados para denominar os microrganismos que habitam o corpo humano e interagem de forma benéfica. Flora normal
GRUPO DE DOENÇAS. Grupo de Doenças. Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim. Universidade Norte do Paraná
Grupo de Doenças GRUPO DE DOENÇAS Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim Universidade Norte do Paraná Classificação das doenças de plantas: Baseando-se no agente causal, no hospedeiro ou nos processos
Biofábricas: o potencial de uso de microrganismos em agricultura
Biofábricas: o potencial de uso de microrganismos em agricultura Eng. Agr. Solon C. de Araujo Consultor da ANPII Apresentado no V Simpósio Brasileiro de Microbiologia Aplicada. UFRGS, setembro 2011 Biofábricas
7. Manejo de pragas. compreende as principais causadoras de danos na citricultura do Rio Grande do Sul. Mosca-das-frutas sul-americana
Tecnologias para Produção de Citros na Propriedade de Base Familiar 63 7. Manejo de pragas Dori Edson Nava A cultura dos citros possui no Brasil mais de 50 espécies de artrópodes-praga, das quais pelo
Novidades tecnológicas apresentada no Dia do Produtor no 48 Congresso Brasileiro de Olericultura Maringá (PR) 27 de julho a 01 de agosto de 2008
Soluções Ecológicas para a Agricultura www.ballagro.com.br Novidades tecnológicas apresentada no Dia do Produtor no 48 Congresso Brasileiro de Olericultura Maringá (PR) 27 de julho a 01 de agosto de 2008
Ambiente e Doença. Predisposição 25/3/2014. Ambiente: Disciplina: Fitopatologia Geral PREDISPOSIÇÃO:
DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA Disciplina: Fitopatologia Geral Triângulo da doença Ambiente e Doença PLANTA DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA PLANTA Triângulo da doença Componente relevante nesta interação, podendo
Prof. Dr. Alexandre de Sene Pinto. Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto, SP
Prof. Dr. Alexandre de Sene Pinto Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto, SP Neolítica (9-10 mil anos, início da agricultura) e da Baixa Idade Média (séc. XI, invenção do arado) sistema de
Epidemiologia Vegetal. Etiologia é o estudo da doença, que envolve a relação ciclo patógeno-hospedeiro-ambiente
Epidemiologia Vegetal Etiologia é o estudo da doença, que envolve a relação ciclo patógeno-hospedeiro-ambiente Epidemia é o aumento da doença numa população de plantas em intensidade e/ou extensão, isto
Manejo Integrado de Pragas - MIP. Eng. Agr. Luiz Paulo
Manejo Integrado de Pragas - MIP Eng. Agr. Luiz Paulo Introdução AC/DC Introdução O conceito de controle de pragas mudou nas últimas décadas, deixando de ser feito a aplicação de produtos químicos com
O Futuro do Controle de Ferrugem
Foto: Navarini, RS-2010 O Futuro do Controle de Ferrugem Pesquisador Dr. Lucas Navarini Fitopatologista Pesquisa, tecnologia e consultoria agrícola/rs Fonte: Spark - 2018 Cenário Número de aplicações por
Matéria Orgânica do Solo. Everlon Cid Rigobelo
Matéria Orgânica do Solo Everlon Cid Rigobelo 1 Solo receptáculo final Recebedor Resíduos orgânicos de origem Vegetal, animal Produtos de suas transformações 2 Solo receptáculo final Vegetação Responsável
Insumos biológicos usados em agricultura: situação atual e perspectivas
Insumos biológicos usados em agricultura: situação atual e perspectivas Solon C. de Araujo Consultor da ANPII [email protected] Apresentado na FERTBIO 2014 Araxá, MG Classificação dos microrganismos
Controle Biológico de Pragas. Ariclenis Ballarotti
Controle Biológico de Pragas Ariclenis Ballarotti CONTROLE BIOLÓGICO PARASITÓIDES PREDADORES MICRORGANISMOS (Controle Microbiano) Insetos Ácaros Bactérias Protozoários Fungos Nematóides Vírus Controle
SAFRA 2014/15 ORIENTAÇÕES DO PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DA BAHIA
SAFRA 2014/15 ORIENTAÇÕES DO PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DA BAHIA Revisão de 16/06/2014 Programa baseado no Manejo Integrado de Pragas MIP 1. Controle Cultural Delimitação do vazio sanitário, calendário de
Disciplina: Fitopatologia Agrícola CONTROLE FÍSICO DE DOENÇAS DE PLANTAS
Disciplina: Fitopatologia Agrícola CONTROLE FÍSICO DE DOENÇAS DE PLANTAS DOENÇAS DE PLANTAS DOENÇAS DE PLANTAS FORMAS DE CONTROLE Controle biológico Controle cultural Controle físico Controle genético
FACULDADE VÉRTICE CURSO AGRONOMIA MICROBIOLOGIA DO SOLO TEMAS: BIOTA E AGREGAÇÃO DO SOLO E OS PRINCIPAIS MICROORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA AGRÍCOLA
FACULDADE VÉRTICE CURSO AGRONOMIA MICROBIOLOGIA DO SOLO TEMAS: BIOTA E AGREGAÇÃO DO SOLO E OS PRINCIPAIS MICROORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA AGRÍCOLA PROFESSORA: MARIA LITA P. CORREA EVOLUÇÃO DO SOLOS Cianob,
Refúgio e Utilização de Cultivos Bt: Princípios, Fatos e Desafios
Palestra da Mesa Redonda: REFÚGIO COMO ESTRATÉGIA NA UTILIZAÇÃO DE CULTIVARES TRANSGÊNICOS - SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS PESQUISAS E NÍVEL ATUAL DO CONHECIMENTO SOBRE REFÚGIOS COMO ESTRATÉGIA DE PRESERVAÇÃO
INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC Nº 1, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015
INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC Nº 1, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2015 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA e o SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,
Situação do Controle Biológico no Brasil
Situação do Controle Biológico no Brasil José Roberto P. Parra Depto. Entomologia e Acarologia, ESALQ/USP Workshop Desafios da Pesquisa em Controle Biológico na Agricultura no Estado de São Paulo Distribuição
CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS AGRÍCOLAS
CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS AGRÍCOLAS Como proteger a planta que cultivamos? CONTROLE BIOLÓGICO: O QUE É? É um fenômeno que acontece naturalmente na natureza e que consiste na regulação do número de plantas
GRUPO DE DOENÇAS. Grupo de Doenças. Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim. Universidade Norte do Paraná
Grupo de Doenças GRUPO DE DOENÇAS Profª. Msc. Flávia Luciane Bidóia Roim Universidade Norte do Paraná Classificação das doenças de plantas: Baseando-se no agente causal, no hospedeiro ou nos processos
Módulo 1. Ameaças Fitossanitárias
Módulo 1 Ameaças Fitossanitárias Paisagem do Agroecossistema A ocupação das lavouras no espaço e no tempo. + alimento para as pragas + tempo para multiplicação Somos uma única fazenda É preciso pensar
CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS NA BATATA
CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS NA BATATA Manejo Convencional Controle Biológico Aplicado Agentes Biológicos Disponíveis Mercado Visão de Futuro VI Seminário Brasileiro da Batata Campinas/SP 26.10.16 SISTEMA
Resistência de Insetos a Inseticidas
XXXV Ciclo de Reuniões da CSM/PR 23/08/2016 Resistência de Insetos a Inseticidas Algodão Edson Hirose Embrapa Soja Milho Soja Por que os insetos pragas são tão difíceis de controlar? Plantas x Insetos
MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO
4º TECNOBIO PRAGAS MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO Enrico De Beni Arrigoni ENRICO ARRIGONI SOLUÇÕES EM MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS LTDA. (019) 97128-6262 17 DE AGOSTO DE 2016 Importância econômica das
Processo de Produção Comercial de Baculovírus em Grande Escala
ISSN 1679-1150 Processo de Produção Comercial de Baculovírus em Grande Escala 57 Os problemas fitossanitários são um entrave para a produção de alimentos no mundo, com elevada participação dos insetos-praga
