Módulo 1. Ameaças Fitossanitárias
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- Pietra Luana Martini Tavares
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1 Módulo 1 Ameaças Fitossanitárias
2 Paisagem do Agroecossistema A ocupação das lavouras no espaço e no tempo. + alimento para as pragas + tempo para multiplicação
3 Somos uma única fazenda É preciso pensar nas outras pragas polífagas no sistema.
4 Pragas do Sistema de Produção Milho Spodoptera frugiperda Helicoverpa spp. Percevejos Pulgões Soja Spodoptera frugiperda S. eridania S. cosmioides Helicoverpa spp. Heliothis virescens Pseudoplusia includens Percevejos Mosca-branca Ácaros Algodão Spodoptera frugiperda S. eridania S. cosmioides Helicoverpa spp. Heliothis virescens Pseudoplusia includens Percevejos Mosca-branca Ácaros Pulgões
5 Suscetibilidade da Área Receptora à Invasão de Pragas Resistência Biótica A maioria das espécies exóticas invasoras se estabelece em ambientes alterados Ambientes mais equilibrados (comunidades bem estruturadas e com alta biodiversidade) apresentam maior resistência às invasões
6 Características das Espécies Exóticas Invasoras Estão associadas com atividades humanas Alta taxa de dispersão, estratégias eficientes Alta fecundidade Alta taxa de crescimento populacional Alta tolerância a condições físicas diversas / extremas Maturidade sexual precoce Reprodução assexual (partenogênese) Plasticidade fenotípica Alta variabilidade genética Onívoros, polífagos
7 Origem e evolução do problema Mesmos cultivos nas mesmas áreas; Utilização das mesmas variedades em grandes áreas, ano após ano; Exploração intensiva de culturas suscetíveis ( ponte verde ); Utilização de transgênicos (proteína Bt) sem áreas de refúgio.
8 Uso da Terra - ponte verde cenário do Oeste Baiano
9 Origem e evolução do problema Uso inadequado de agrotóxicos: Não utilização do MIP; Calendarização das aplicações de inseticidas; Dosagens inadequadas de inseticidas, coquetéis, inseticidas não seletivos para inimigos naturais, mesmos grupos químicos e modo de ação e Indução de resistência.
10 Origem e evolução do problema Globalização da atividade humana
11 Emergência Fitossanitária Helicoverpa armigera
12 Adultos - Complexo Heliothinae Heliothis virescens Lagarta-da-maçã-doalgodoeiro Helicoverpa spp. Lagarta da espiga do milho Helicoverpa armigera
13 Distribuição dos principais Heliothines Helicoverpa zea Helicoverpa armigera Heliothis virescens Helicoverpa gelotopoeon Helicoverpa punctigera
14 Importância econômica
15 Por que Helicoverpa armigera é uma praga tão séria? Ataca brotamentos e estruturas reprodutivas
16 Por que Helicoverpa armigera é uma praga tão séria? Alta capacidade de reprodução; Rápido desenvolvimento - em média 30 dias de ovo a adulto; Condições climáticas favoráveis no Brasil; Plasticidade ecológica - adaptação aos ambientes; Diapausa pupal facultativa - calor e stress hídrico; Capacidade de seleção de indivíduos resistentes, especialmente aos piretroides, organofosforados e carbamatos; Estimam-se grandes prejuízos nas safras 2011/12 e 2012/13.
17 Identificação
18 Identificação da praga Instalação de armadilhas luminosas Coleta de insetos, criação em laboratório e identificação da praga
19 Genitália de macho de H. zea e de H. armigera Pogue, M.G.A New synonym of Helicoverpa zea (Boddie) and differentiation of adult males of H. zea and H. armigera (Hübner) (Lepidoptera: Noctuidae: Heliothinae). Annals of the Entomological Society of America, v.97, n.6, p
20
21
22 Identificação de adulto e lagartas de Heliothis virescens
23 Identificação de adultos e lagartas de Helicoverpa spp.
24 Distinção entre Heliothis e Helicoverpa utilizando a face interna da mandíbula de lagartas de último instar Heliothis virescens Mandíbula com um dente interno Helicoverpa zea Mandíbula sem dente interno Foto: Guedes Foto: Guedes
25 Identificação molecular da Helicoverpa armigera no Brasil Londrina Planaltina Luís E.Magalhães Carambei ArapotiSengés Taquarituba
26 Bioecologia
27 Ciclo de vida Mariposa 9-12 dias Ovo 3-4 dias Pupa dias Lagarta dias
28 Escala aproximada de instares 2º instar - 7 mm 1º instar - 3 mm 3º instar - 11 mm 4º instar - 18 mm 5º instar - 27 mm
29 Influência das características locais na alteração dos períodos de desenvolvimento de Helicoverpa armigera Fonte: Pessoa et al. (2013a,b) Laboratório de Quarentena Costa Lima Embrapa Meio Ambiente
30 Bioecologia da Helicoverpa armigera Paula-Moraes 2013 Voos não migratórios 10 km; Voos migratórios 250 a km; Oviposição noturna; Postura em folha, haste, flor e fruto; Ovos dispostos isoladamente nas plantas; Nº de ovos: máximo de e média de 700 a
31 Evidências de migração Paula-Moraes 2013 Pólen fixado na tromba da mariposas; Monitoramento da resistência; RFLP; Estudos com radar; Voo a alturas menores de m sobre o nível do mar; Velocidade de 24 a 41 km.h -1 ; Duração do voo 8 a 11 h. Hongqiang, F et al. 2009
32 Hospedeiros
33 Praga polífaga André Shimohiro André Shimohiro Paulo E. Saran & Pedro Brugnera Olir Ricardo Seidel
34 Praga polífaga André Shimohiro
35 Praga polífaga Barbosa, 2012 Barbosa, 2012
36 Praga polífaga Pedro T. Yamamoto
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