CONTROLE BIOLÓGICO E DEGRADAÇÃO. Prof. Everlon Cid Rigobelo
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- Giovanna Cavalheiro Santiago
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1 CONTROLE BIOLÓGICO E DEGRADAÇÃO Prof. Everlon Cid Rigobelo
2 Controle microbiano Existem 2,5 milhões de espécies de insetos na terra. 1 milhão de espécies são conhecidas. 10% são pragas da agricultura e urbanas. Se cada inseto tivesse uma patologia conhecida muitas pragas seriam controladas.
3 O que é patologia de insetos? É a ciência que estuda a doença dos insetos abrangendo: Etiologia (agente causal) Sintomatologia (sintomas) Epizootiologia (Epidemiologia)
4 Epizootiologia É a disciplina que estuda a distribuição e os determinantes de saúde e DOENÇA nas populações, e o desenvolvimento de estratégias para melhorar a saúde e a produtividade nessas populações.
5 Doença Doença processo dinâmico hospedeiro e patógeno, íntima relação com o meio, se influenciam mutuamente, resultando modificações morfológicas e fisiológicas.
6 Breve Histórico a.c os chineses relataram doenças em bichos-daseda. Aristóteles 384 a.c enfermidades em abelhas. Virgílio 70 d.c doenças em insetos um monge Agostinho Bassi foi considerado o pai da patologia de insetos. Fungo: Beauveria bassiana
7 Bombyx mori
8 Apis mellifera
9
10 Número de trabalhos Crescimento da produção científica relacionada a patologia de insetos ,9 0,3 1, Períodos
11 Relação dos patógenos estudados Fungos Vírus Bactérias
12 LITERATURA
13 Manejo do agrossistema Controle químico Medidas culturais Insetos e microrganismos benéficos Pragas Clima Solo Planta
14 INTRODUÇÃO 1. O QUE É CONTROLE BIOLÓGICO DE INSETO PRAGA? 2. O QUE É INSETO PRAGA? 3. MICRORGANISMOS ENTOMOPATOGÊNICOS?
15 PRAGA
16 INTRODUÇÃO 1. Eliminação ou diminuição de uma população de insetos pragas. Podendo ser com a utilização de microrganismos ou não. Microrganismos que causam doenças em insetos Insetos entomologia; doenças - patologia
17 INTRODUÇÃO 2.MICRORGANISMOS CAUSAM DOENÇAS EM INSETOS ELIMINANDO OU DIMINUINDO A POPULAÇÃO.
18 INTRODUÇÃO INSETO PRAGA INSETO fitófago que se alimenta de plantas de grandes culturas como soja; feijão; milho; arroz etc. PRODUTIVIDADE
19 PREJUÍZOS DOS INSETOS PRAGAS ÁREA FOTOSSINTÉTICA RESERVAS ENERGÉTICAS DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO TRANSMISSÃO DE DOENÇAS
20 Problemas do Controle químico
21 Contaminação dos rios
22 Contaminação do solo
23 Contaminação da cadeia alimentar
24 Desertificação
25 Destruição dos polinizadores
26
27 Pólen
28 Peso (g) 963, , , , ,38 Frutificação 15% 15% 25% 45% 42% Produção (kg) a partir de 100 flores de moranga 14,5 16,3 40,3 86,9 72,6 Nicodemo & Nogueira-Couto, 2002
29 BERINJELA Fonte: Moraes-Filho & Nogueira-Couto, 2000
30 VANTAGENS DO CONTROLE BIOLÓGICO ATÓXICO solo; rios; aplicador; ar; cadeia alimentar. ECONÔMICO alguns casos custo ZERO RESISTÊNCIA não induz N DE APLICAÇÕES baixas ESPECIFICIDADE inimigos naturais EFICIÊNCIA = produto químico CONTROLE MAIS DURADOURO
31 VANTAGENS DO CONTROLE BIOLÓGICO Controle associado sub dose sinergia Engenharia genética melhorias Aplicações comum ao químicos Comercial valorização dos alimentos (orgânicos) Ressurgência de pragas não favorece
32 DESVANTAGENS DO CONTROLE BIOLÓGICO ESPECTRO DE AÇÃO - restrita DEPENDE DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS CALOR OU FRIO INVIABILIZA ARMAZENAGEM cadeia de frio ESPECIFICIDADE não controla 2 pragas INCOMPATIBILIDADE COM O QUÍMICO pode acontecer
33 DESVANTAGENS DO CONTROLE BIOLÓGICO AÇÃO MAIS LENTA período de incubação do patógeno. POTENCIAL ADEQUADO DO INÓCULO só funciona se as condições forem corretas.
34 Distúrbios fisiológicos dos insetos Estudos de danos provocados nos insetos submetidos aos inseticidas microbianos. Distúrbio no tegumento A maioria penetra via tegumento causando distúrbios na primeira barreira de proteção. A maioria dos saprófitas só conseguem penetrar no tegumento por ferimentos.
35 Distúrbios do tegumento Os patógenos que penetram via tegumento necessitam de agentes bioquímicos que facilitem a abertura de orifícios de penetração. Enzimas lipases proteases pectinases Condições ambientais desenvolvimento do fungo.
36 Síntese protéica Metarhizium anisoplie protease PR1
37 Síntese protéica Nomuraea rileyi quitinases proteases lipases
38 Síntese protéica Nematóides Pratylencus
39 Distúrbios no sistema circulatório Reação de defesa Proteínas com ação antibióticas Grande síntese de hemócitos envolvidos no processo de capsulação.
40 Hemócitos de insetos
41 Distúrbios no sistema circulatório Mudanças devido ao crescimento do patógeno. Processo de colonização atacando hemócitos. Corpos gordurosos Túbulos de Malpighi Tecidos musculares
42 BT Bacillus turingiensis
43 Ciclo do Metarhizium anisopliae
44 LAGARTA DO CARTUCHO
45 Esporos
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47
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50
51
52 Estruturas de fungos
53 Esporângios e esporos
54 Hifas
55 Blastoconídios Os blastoconídios, também denominados gêmulas. São comuns nas leveduras e se derivam por brotamento da célula-mãe. As vezes, os blastoconídios permanecem ligados à célula-mãe, formando cadeias, as pseudo-hifas, cujo conjunto é o pseudomicélio.
56 Conidióforo Célula conidiogênica São estruturas bem diferenciadas Servem para a identificação de alguns fungos patogênicos.
57 CLEISTOTÉCIO O cleistotécio é uma estrutura globosa Fechada, de parede formada por hifas muito unidas Com um número indeterminado de ascos, Contendo cada um oito ascosporos.
58 PERITÉCIO O peritécio é uma estrutura geralmente piriforme, Dentro da qual os ascos nascem de uma camada única
59 APOTÉCIO. O apotécio é um ascocarpo aberto Em forma de cálice onde se localizam os ascos.
60 FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS São organismos de tamanho e forma variáveis. Podem ser uni ou pluricelulares. Podem apresentar micélio células hifas Constituída de quitina e celulose.
61 80% do controle Biológico são por fungos. 700 espécies no C.B A maioria existe no Brasil. 20 espécies controlam pragas de grande importância econômica. Variabilidade genética principal vantagem.
62 PRAGAS CONTROLADAS
63 Carrapato
64 Carrapato
65 Pernilongos
66 Baratas
67 Pragas de grãos armazenados
68 Pragas de grãos armazenados
69 Broca da raiz da bananeira
70 Broca da bananeira
71 Percevejo da soja
72 Broca da cana de açúcar
73
74 Ciclo das relações fungo hospedeiro Os fungos são patógenos de largo espectro. Atacam insetos: aquáticos; fitófagos; de solo. Atacam inseto adulto; ovos e pupas. A maioria dos fungos penetra pelo tegumento. Muitos produzem conídios e esporos. São facilmente levados pelo vento e água.
75 ADESÃO 1º Fase do cíclo das relações fungo hospedeiro Ocorre a deposição do fungos sob o inseto. Visa a preparação para a fase de PENETRAÇÃO Os esporos podem ser EJETADOS ou LEVADOS pelo vento ou água. Interações moleculares entre PATÓGENO e a SUPERFÍCIE do INSETO. FORÇAS ELETROSTÁTICAS
76 Germinação Nas condições ideais e T, ph, UR, O 2 O fungo germina sobre o inseto. Produz tubo germinativo. Germinação polar ou bipolar Precisam de elevados níveis de N 2 Velocidade de germinação depende do isolado. Virulento velocidade de germinação Microbiota saprofítica da epiderme do inseto favorece a germinação
77 ESPOROS E HIFAS
78 Formação do apressório Forma-se na extremidade do tubo germinativo. É uma dilatação das hifas. Migração do conteúdo do tubo para ponta. Região de grande atividade enzimática. Grande quantidade de mitocôndrias. Ribossomos Promove a penetração do fungo no inseto.
79 TUBO GERMINATIVO
80 APRESSÓRIO
81 Formação do grampo de penetração Na parte inferior do apressório. Pode ocorrer uma diferenciação da hifa. Tornado FINA e SALIENTE Inicia-se o processo de penetração
82 Penetração Processo físico pressão da hifa terminal que rompe as áreas membranosas da epiderme do inseto. Químico resultante da sínteses de enzimas como as proteases, lipases e quitinases. Na área de penetração ocorre a decomposição do tecido histólise. Enzimas relacionadas com a agressividade.
83
84 Colonização Inicia-se a partir da penetração. A hifa que penetra sofre um engrossamento. Ramifica e coloniza a hemocele. Atacam os corpos gordurosos Paralisam os tubos de Malpighi Sistema digestivo Sistema nervoso Traquéia músculos
85 COLONIZAÇÃO
86 COLONIZAÇÃO
87 Armazenamento Laboratório Temperatura de 4º C Congelamento
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