4. MATERIAL E MÉTODOS
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- Rachel Santiago Coradelli
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1 25 4. MATERIAL E MÉTODOS Material Foram utilizados 128 blocos contendo fragmentos de pele de 128 pacientes com diagnóstico de hanseníase, arquivados no Laboratório do Serviço de Anatomia Patológica da Universidade Federal Fluminense - RJ, no período de 1993 a Os cortes histológicos foram previamente analisados pelas técnicas de coloração de HE e Wade (Michalany, 1940). (Anexo página 78). O material para o estudo foi composto de quatro grupos: Grupo de estudo PB. Dos 128 casos, 73 eram da forma PB classificados em 13 casos de HI, 18 de HT e 42 de HDT. Grupo de estudo MB. Entre os 128 casos estudados, 55 foram da forma MB, e classificados em 5 HDT, 2 HDD, 15 HDV e 33 HV. Controle negativo (CN) e controle positivo (CP). Esses controles foram obtidos de fragmento de pele de pacientes do Hospital Escola da Faculdade de Medicina de Valença - RJ. Como controle positivo, utilizou-se fragmento de pele de paciente com diagnóstico de HV. Como controles negativos utilizou-se pele normal, obtida de cirurgia plástica. DNA genômico(dna-h) Como controle de possíveis inibidores foi utilizado o DNA genômico humano extraído de leucócitos de sangue periférico. Este material foi cedido pelo Laboratório de Biologia Molecular (Biomol) - SP.
2 26 Em todas as reações, utilizou-se o controle de reagentes (CR), contendo todos os componentes exceto o DNA a ser amplificado Métodos O processamento do CP, CN e a microtomia dos materiais para a PCR foram realizados no Laboratório de Anatomia Patológica do Hospital Escola da Faculdade de Medicina de Valença, RJ. A extração do DNA, a PCR e a documentação fotográfica foram realizadas no Laboratório de Biologia Molecular Aplicada ao Diagnóstico, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (SP). Considerando-se que os materiais utilizados já estavam emblocados em parafina, foi necessário adequar a metodologia para a PCR. Inicialmente, procurouse padronizar uma técnica de otimização capaz de fornecer resultados fidedignos, mesmo utilizando material com possibilidade de conter baixa qualidade e quantidade de DNA do M. leprae, contaminação de DNA exógeno ou mesmo presença de inibidores para a PCR. A otimização foi realizada desde a coleta das amostras para os controles. As amostras foram preparadas em local isolado de outras atividades. Procurou-se manter a área a ser biopsiada e o local de sua realização isento de qualquer componente genético estranho como parasitas ou substâncias estranhas ás amostras. O instrumental utilizado no ato da biópsia foi novo e estéril, quando impossível, o instrumental foi submerso em água oxigenada a 20 volumes, lavado com água Milli Q. e autoclavado. O material foi fixado, desidratado, diafanizado, submetido a banhos de parafina, separadamente entre si e as soluções não foram reaproveitadas Preparo dos controles para emblocamento em parafina O material foi preparado para emblocamento em parafina após centrifugação, semelhante ao que se faz como "cell block" (Takahashi, 1971), para precipitar o material no fundo do tubo de ensaio. Após solidificação fragmentou-se o tubo para liberar o material sem o contato manual, procurando assim, diminuir o unto quanto possível a contaminação exógena.
3 Utilizou-se 10 vezes mais o volume do liquido em relação ao volume do material nos procedimentos de fixação, desidratação, diafanização e no banho de parafina. 2 - Centrifugou-se a rpm durante 1 minuto. 3 - Fixou-se o material em formol tamponado a 10% (BNF) durante 12 a 24 horas, em temperatura ambiente (TA). 4 - Desidratou-se com etanol em concentrações crescentes de 80%, 90% e 95% e mais duas vezes em etanol PA, durante 60 minutos em cada procedimento, em TA e desprezou-se o líquido por inversão. 5 - Diafanizou-se por três vezes em banhos de xilol PA durante 60 minutos em cada banho, em TA e desprezou-se o líquido por inversão. 6 - Impregnou-se o material em três banhos de parafina líquida a 57 C, durante 60 minutos cada banho. Solidificou-se no terceiro banho. Fragmentou-se o tubo para liberar o material emblocado Preparo dos materiais e dos controles (CP e CN) para a PCR A partir deste momento o protocolo de Cook et al. (1994), (Anexo Página 86), com várias modificações, começa a ser utilizado. 1 - Obteve-se cortes histológicos com 10 µm de espessura. Colocou-se cinco fragmentos em cada tubo de Eppendorf de 1,5mL. 2 - Desparafinou-se com 1,0 ml de xilol PA a 95 C, agitou-se leve e - periodicamente durante 10 minutos. Centrifugou-se a rpm durante 5 minutos e desprezou-se o solvente por inversão. 3 - Adicionou-se 1,0 ml de xilol PA a 57 C, agitou-se leve e periodicamente durante 10 minutos. Centrifugou-se a rpm durante 5 minutos e desprezou-se o solvente por inversão. Repetiu- se, esta operação, uma vez. 4 - Removeu-se o solvente com 1,0 ml de álcool PA, agitou-se leve e periodicamente durante 5 minutos. Centrifugou-se durante 5 minutos. Desprezou-se o álcool por inversão. Repetiu-se por duas vezes. 5 - Evaporou-se o álcool residual deixando a tampa do tubo aberta protegida com gaze, em TA.
4 Aplicou-se o choque térmico, aquecendo em banho de água a 98 C, durante 5 minutos e, logo a seguir, submergiu-se em nitrogênio líquido durante 1 minuto. Repetiu-se por mais uma vez. 7 - Procedeu-se a digestão do material com 20µL (400µg/mL) de PK e solução tampão com 480 µl de "BD9", na proporção de 1:24, incubou-se aquecendo em banho de água a 37 C durante 12 horas. Inativou-se a PK em banho de água a 98 C durante 10 minutos e submergiu-se imediatamente em nitrogênio líquido durante 1 minuto. Deixou-se o material repousando durante 20 minutos, em banho de gelo a 4 C. 8 - Extraiu e purificou-se o DNA com 1,0 ml da mistura de fenol:clorofórmio: álcool isoamílico na proporção de 25:24:1; agitou-se em vórtex durante 15 segundos. Centrifugou-se a rpm durante 15 minutos. Repetiuse por mais uma vez. 9 - Adicionou-se 1.0 ml da solução de clorofórmio:álcool isoamílico na proporção de 24:1, agitou-se em vórtex durante 15 segundos. Centrifugou-se a rpm durante 15 minutos e o sobrenadante foi tranferido para outro tubo de Eppendorf Adicionou-se 1.0 ml da solução contendo acetato de amónia a 8 M e isopropanol PA, ambos a -20 C e glicogênio 20 µl a 4 C na proporção de 24:75:1. Homogeinizou-se por inversão várias vezes. Incubou-se a 20 C durante 12 horas. Centrifugou-se a rpm durante 20 minutos, desprezou-se o líquido com pipeta, lavou-se com 1,0 ml de isopropanol a 70% e a -20 C. Repetiu-se a centrifugação e desprezouse o líquido cuidadosamente com pipeta O tubo permaneceu aberto em câmara asséptica protegido com papel até a evaporação total da solução Ressuspendeu-se o DNA em 50 µl de TE e incubou-se a 57 C durante 60 minutos.
5 Quantificação dos ácidos nucléicos Quantificou-se o DNA em espectrofotômetro medindo-se a absorvência da amostra a 260 e 280nm. Considerou-se a relação absortividade molar segundo Sanbrook et al., 1989 (1 DO = 50µml) Teste de inibidores dos controles. Testou-se a presença de possíveis inibidores no DNA do CP e CN, pela amplificação da β-actina humana. A tabela 1 demonstra esquematicamente as etapas realizadas. 1 - Adicionou-se 5,0µL de DNA dos controles e 511L de DNA-H em 40µL de MIX1 (tampão PCR 1X; 1,5 mm de MgCl 2 : 200 mm de cada dntps; 2,0 U de Taq. DNA polimerase; 10 pm de β -actina 1; 10 pm de β -actina 2, e H 2 0 Milli Q. q.s.p. 50µL); 2 - Programou-se o termociclador PTC1 (1 ciclo de 4 minutos a 94 C; seguido de 40 ciclos: cada ciclo de 94 C, 1 minuto; 57 C, 1 minuto e 72 C, 1 minuto e um ciclo de 72 C durante 10 minutos e finalizar com esfriamento de 4 C); 3 - Utilizou-se PGA1,5 (dissolveu-se 1,5% de gel de agarose em TBE 1X, adicionou-se brometo de etídio a 0.3% mg/ml; solidificou-se em cuba de eletroforese em TA, submergiu-se em TBE 1X; utilizou-se 0,5µL de marcador de peso molecular de 100 pb; 2,0 µl de tampão de corrida; 8,0 µl do DNA. Ligou-se a fonte de eletroforese a 110V e 60mA, durante 40,0 minutos. Visualizou-se em UV e documentou-se em câmera Polaroid modelo DS34, com filme 667 de 3000 ASA).
6 PCR para amplificação do gênero Mycobacterium. Os materiais foram submetidos a PCR em duas etapas. Primeira etapa da PCR Conforme demonstrado na tabela 2, adicionou-se 10 µl de DNA das amostras em 40 µl de MIX2 (tampão PCR 1X; 1,5 mm de MgC1 2 ; 200 mm de cada dntps; 2,5 U de Taq. DNA polimerase; 380 nm de cada iniciador T 1 U; T 2 U 2 ; T 1 D) H 2 0 Milli Q. q.s.p. 50 µl e programou-se o termociclador PTC2 (40 ciclos a 94 C durante 1 minuto; 57 C durante 2 minutos; 72 C durante 2 minutos. Extensão final de 72 C durante 10 minutos e esfriamento a 4 C). Segunda etapa da PCR "Nested-PCR" Conforme demonstrado na tabela 3, adicionou-se 5.0 µl do produto da primeira etapa da PCR em 45 µl de MIX3 (tampão PCR 1X; 1,5 mm de MgCl2; 200 mm de cada dntps; 2,5 U de Taq. DNA polimerase; 380 nm de cada iniciador T2U; T2D) H20 Milli Q. q.s.p. 50 µl. Programou-se o termociclador PTC2 conforme a primeira etapa. Digestão pela endonuclease de restrição Alu1 para a espécie leprae. Após a segunda etapa da PCR, as amostras foram submetidas a digestão pela Alu1, especifica para espécie leprae demonstrado na Tabela 4. Adicionou-se 104 de MIX4 (enzima de restrição Alui, 0,5 µl de tampão digestão) H20 Milli Q. q.s.p. 10µL e 10 µl do DNA do produto da segunda etapa da PCR. Incubou-se em banho de água a 37 C, durante quatro horas e preparou-se PGA-2 (2% de gel
7 31 de agarose dissolvido em TBE 1X, adicionou-se em brometo de etídio a 0,3% mg/ml; solidificou-se em cuba de eletroforese em TA, submergiu-se em TBE 1X; adicionou-se 0,5 µl de marcador de peso molecular de 100 pb; 2,0 µl de tampão de corrida; 8,0 µl do DNA. Ligou-se a fonte de eletroforese a 110V e 60mA, durante 40,0 minutos. Visualizou-se em UV e documentou-se em câmera Polaroid modelo DS34, com filme 667 de 3000 ASA). Tabela 4: Digestão pela endonuclease de restrição Alu1 para M. leprae. Volume final 20 µl Teste de sensibilidade Testou-se a sensibilidade do DNA dos controles e de 10 amostras com PCR positiva de PB, (1 a 4) e seis amostras de MB, (5 a10) e em seis materiais MB com PCR negativa (1 a 6), escolhidas aleatoriamente, com diluições sucessivas de 1/10, 1/100 e 1/1000 com água Milli Q. estéril. Primeira etapa da PCR 1 - adicionou-se 10µL de DNA em 40,0 µl de MIX2; 2 - programou-se o termociclador PTC2 conforme procedimento anterior. Tabela 5.
8 32 Segunda etapa da PCR 1 - adicionou-se 5,0µL do produto da primeira etapa da PCR em 45,01.L de MIX3; 2 - programou-se o termociclador PTC2 conforme procedimento anterior. Tabela 6: Segunda etapa da PCR no teste de sensibilidade nas amostras com PCR positiva nas forma PB e MB. Amostras 1 a 4 PB e 5 a 10 MB. Volume final 50.0 µl. Digestão pela endonuclease de restrição Alu1 1 - adicionou-se 10,0 µl do produto da segunda etapa da PCR em 10,0µL de MIX4; 2 - incubou-se a 37 C em banho de água durante quatro horas; 3 - Preparou-se PGA2, conforme prodecimento anterior. Tabela 7 Tabela 7: Digestão pela endonuclease de restrição Alui nas amostras PCR positiva: amostras (1 a 4) PB (5 a 10) MB. Volume final 20,0 µl
9 33 Teste dos controles e das amostras com PCR negativa. Testou-se a sensibilidade de seis amostras de MB com PCR negativa. Primeira etapa da PCR 1 - adicionou-se 10,0 µl de DNA em 40,0 µl de MIX2; 2 - programou-se o termociclador PTC2, conforme procedimento anterior. Tabela 8. Tabela 8: Primeira etapa da PCR no teste de sensibilidade nas amostras com PCR negativa nas forma MB. Volume final 50.0uL. Segunda etapa da PCR. 1 - adicionou-se 5,0 µl do produto da primeira etapa da PCR em 45,0 µl de MIX3; 2 - programou-se termociclador PTC2, conforme procedimento anterior. Tabela 9. Tabela 9: Segunda etapa da PCR no teste de sensibilidade nas amostras com PCR negativa em MB. Volume final 50.0 µl
10 34 Digestão pela endonuclease de restrição Alu adicionou-se 10 µl do produto da segunda etapa da PCR em 10,0 µl de MIX4; 2 - incubou-se em banho de água a 37 C, durante 4 horas; 3 - utilizouse PGA2, conforme procedimento anterior. Tabela 10. Tabela 10: Digestão pela endonuclease de restrição no teste de sensibilidade nas amostras com PCR negativa em MB. Volume final 20.0 µl Teste de inibidores Realizou-se o teste de inibidores de seis amostras com PCR positiva das formas PB (1 a 3) e de MB (4 a 6), escolhidas aleatoriamente. Tabela adicionou-se 5,0 µl de DNA do bacilo e 5,0 µl de DNA-H em 40,0 µl de MIX1; 2- programou-se o termociclador PTC1; 3 - utilizou-se PGA 1.5 (Pág. 95). Tabela 11. Tabela 11: Teste de inibidores nas amostras com PCR positiva. Amostras (1 a 3) PB e (4 a 6) MR Volume final: 50,0 µl Da mesma forma, realizou-se o teste de inibidores em seis amostras de MB com PCR negativa (1 a 6), escolhidas aleatoriamente. 1 - adicionou-se 5,0 µl de DNA e 5,0 µl de DNA-H em 40,0 µl de MIX1; 2- programou-se o termociclador PTC1; 3 - utilizou-se PGA 1,5, conforme procedimentos anteriores. Tabela 4.
11 35 Tabela 12: Teste de inibidores das amostras MB com PCR negativa.volume final: 50,0 µl Análise estatística Utilizou-se o método do x 2 para a avaliação da frequência de casos com resultado de PCR positivo e negativo, considerado significativo ao nível de P< 0,05.
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