Regime fiscal do Residente Não Habitual
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- Rosângela Fraga Salvado
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1 Regime fiscal do Residente Não Habitual
2 Regime fiscal do Residente Não Habitual Enquadramento geral Beneficiários: Indivíduos que se tornem fiscalmente residentes em Portugal e que não tenham, nos últimos cinco anos, sido residentes em território português Vantagens: O regime prevê taxas de tributação inferiores às potencialmente aplicáveis a residentes fiscais em Portugal (nas mesmas circunstâncias), bem como um regime de isenção relativamente aos rendimentos obtidos de fonte estrangeira (iii) Aplicação temporal: O sujeito passivo que seja considerado residente não habitual adquire o direito a ser tributado como tal pelo período de 10 anos consecutivos a partir do ano, inclusive, da sua inscrição como residente em território português (desde que, durante esse período, seja considerado residente em Portugal) 2
3 Requisitos Para beneficiar do regime do residente não habitual, o sujeito passivo necessita de preencher, cumulativamente, os seguintes requisitos: Tornar-se residente fiscal em Portugal, de acordo com os critérios estabelecidos no Código do IRS (cf. slide seguinte) Não ter sido residente em Portugal nos 5 anos precedentes à inscrição neste regime (iii) Solicitar inscrição (junto da Autoridade Tributária) como residente não habitual, no acto de inscrição como residente em território português (cf. slide 5) 3
4 Requisitos Residência fiscal em Portugal Uma pessoa é considerada residente, para efeitos fiscais, em Portugal, quando, no ano a que respeitam os rendimentos: Tenham permanecido em território nacional mais de 183 dias, seguidos ou interpolados; ou A 31 de Dezembro, disponham, em Portugal, de habitação em condições que façam supor a intenção de a manter e ocupar como residência habitual; ou (iii) Quando façam parte de um agregado familiar em que seja residente em território nacional a pessoa a quem incumba a direcção do mesmo. 4
5 Requisitos Inscrição Os sujeitos passivos deverão declarar, no acto de inscrição que, nos 5 anos anteriores, não se verificaram as condições exigidas para se tornarem residentes em território português Apenas quando existam dúvidas ou indícios quanto à falta de veracidade da declaração, a Autoridade Tributária poderá pedir elementos adicionais de prova (iii) Podendo, nesse caso, exigir certificado de residência no estrangeiro ou documentos atestando a existência de relações pessoais e económicas estreitas com um outro Estado. 5
6 Tributação Rendimentos de Fonte Portuguesa Rendimentos líquidos das categorias A (rendimentos do trabalho dependente) e B (rendimentos empresariais e profissionais) do IRS: Tributação à taxa especial de 20%, desde que provenham do exercício de actividades de elevado valor acrescentado actividades definidas na Portaria n.º 12/2010, de 7 de Janeiro (cf. Anexo) Restantes rendimentos (enquadráveis nas demais categorias de IRS): Serão tributados às taxas progressivas gerais (i.e., entre 14,5% e 48%, eventualmente, acrescido da sobretaxa extraordinária de 3,5% e taxa de solidariedade 2,5% para rendimento colectável entre e e 5% se superior a ). 6
7 Tributação Rendimentos de Fonte Estrangeira Eliminação da dupla tributação internacional através da aplicação do método da isenção Preenchidos alguns requisitos (cf. slide seguinte), os rendimentos obtidos no estrangeiro não serão tributados em Portugal (embora sejam englobados, conjuntamente com os rendimentos de fonte interna que não se encontram sujeitos à taxa especial de 20%, para efeitos de determinação da taxa progressiva aplicável ao rendimento global) A Circular n.º 2/2010 determina que os rendimentos das categorias A e B obtidos no estrangeiro, aos quais não seja aplicado o método de isenção (por não cumprirem os requisitos exigidos), são tributados à taxa especial de 20%, se os mesmos resultarem de qualquer das atividades de elevado valor acrescentado (cf. Anexo) 7
8 Tributação Rendimentos de Fonte Estrangeira Requisitos para aplicabilidade da isenção relativamente aos Rendimentos enquadráveis na Categoria A (trabalho dependente) Basta que se verifique qualquer das seguintes condições: Sejam tributados no outro Estado Contratante, em conformidade com Convenção para evitar a dupla tributação celebrada por Portugal com esse Estado; ou Sejam tributados no outro país, território ou região, nos casos em que não exista convenção para eliminar a dupla tributação celebrada por Portugal, desde que os rendimentos não sejam de considerar obtidos em território português. Nota: O residente não habitual poderá sempre optar pela aplicação do método do crédito de imposto, caso em que terá obrigatoriamente de englobar o rendimento para efeitos de tributação 8
9 Tributação Rendimentos de Fonte Estrangeira O Caso especial dos pensionistas estrangeiros Requisitos para aplicabilidade da isenção relativamente aos Rendimentos enquadráveis na Categoria H (Pensões) Basta que se verifique qualquer das seguintes condições: Sejam tributados no outro Estado Contratante, em conformidade com Convenção para evitar a dupla tributação celebrada por Portugal com esse Estado; ou Os rendimentos não sejam de considerar obtidos em território português. IMPORTANTE: Este regime afigura-se muito atractivo para pensionistas estrangeiros, cujas pensões sejam originárias de Estados que atribuam, no âmbito da Convenção para evitar dupla tributação celebrada entre Portugal e esse Estado, competência exclusiva de tributação de pensões ao Estado da residência do beneficiário (Ex: EUA, Suíça, Luxemburgo, Malta, Espanha, etc.) Dupla não-tributação, i.e., o rendimento não é tributado no Estado fonte e encontra-se isento no Estado da residência. 9
10 Tributação Rendimentos de Fonte Estrangeira Requisitos para aplicabilidade da isenção relativamente aos Rendimentos enquadráveis nas Categorias B, E, F e G (Rendimentos profissionais, empresariais, prediais, rendimentos de capital e incrementos patrimoniais) Basta que se verifique qualquer das seguintes condições: Possam ser tributados no outro Estado contratante, em conformidade com Convenções para evitar a dupla tributação celebradas por Portugal com esse Estado; ou Não existindo Convenção, possam ser tributados no outro país, território ou região de acordo em conformidade com o Modelo de Convenção da OCDE e desde que não provenham de um território qualificado como paraíso fiscal e, bem assim, desde que os rendimentos não sejam de considerar obtidos em território português. 10
11 Anexo 11
12 Portaria 12/2010 Atividades de elevado valor acrescentado 1 Arquitectos, engenheiros e técnicos similares: 101 Arquitectos; 102 Engenheiros; 103 Geólogos. 2 Artistas plásticos, actores e músicos: 201 Artistas de teatro, bailado, cinema, rádio e televisão; 202 Cantores; 203 Escultores; 204 Músicos; 205 Pintores. 3 Auditores: 301 Auditores; 302 Consultores fiscais. 4 Médicos e dentistas: 401 Dentistas; 402 Médicos analistas; 403 Médicos cirurgiões; 404 Médicos de bordo em navios; 405 Médicos de clínica geral; 406 Médicos dentistas; 407 Médicos estomatologistas; 408 Médicos fisiatras; 409 Médicos gastroenterologistas; 410 Médicos oftalmologistas; 411 Médicos ortopedistas; 412 Médicos otorrinolaringologistas; 413 Médicos pediatras; 404 Médicos radiologistas; 405 Médicos de outras especialidades. 5 Professores: 501 Professores universitários. 6 Psicólogos: 601 Psicólogos. 7 Profissões liberais, técnicos e assimilados: 701 Arqueólogos; 702 Biólogos e especialistas em ciências da vida; 703 Programadores informáticos; 704 Consultoria e programação informática e actividades relacionadas com as tecnologias da informação e informática; 705 Actividades de programação informática; 706 Actividades de consultoria em informática; 707 Gestão e exploração de equipamento informático; 708 Actividades dos serviços de informação; 709 Actividades de processamento de dados, domiciliação de informação e actividades relacionadas; portais Web; 710 Actividades de processamento de dados, domiciliação de informação e actividades relacionadas; 711 Outras actividades dos serviços de informação; 712 Actividades de agências de notícias; 713 Outras actividades dos serviços de informação; 714 Actividades de investigação científica e de desenvolvimento; 715 Investigação e desenvolvimento das ciências físicas e naturais; 716 Investigação e desenvolvimento em biotecnologia; 717 Designers. 8 Investidores, administradores e gestores: 801 Investidores, administradores e gestores de empresas promotoras de investimento produtivo, desde que afectos a projectos elegíveis e com contratos de concessão de benefícios fiscais celebrados ao abrigo do Código Fiscal do Investimento, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 249/2009, de 23 de Setembro; 802 Quadros superiores de empresas..
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