Didática das Ciências Naturais
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- Marcelo Antunes Covalski
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1 ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Didática das Ciências Naturais Prof. Nelson Luiz Reyes Marques
2 ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Necessidades formativas do professor de Ciências. Autores: Anna Maria Pessoa de Carvalho e Daniel Gil-Pérez. CARVALHO, A. M. P., GIL-PÉREZ, D. Formação de Professor de Ciências. 10. Ed. São Paulo: Cortez, 2011.
3 Introdução O que deverão saber e saber fazer os professores de Ciências (Adaptado de Carvalho e Gil-Pérez, 2011, p. 18).
4 Etapa 1 Conhecer a matéria a ser ensinada. Para que os professores possam fazer uma crítica fundamentada aos livros-textos e ao ensino tradicional, estando apto para inovações curriculares que estão acontecendo no ensino, ou seja, rompendo com um ensino centrado na memorização, os docentes precisam dominar os saberes conceituais e metodológicos de sua área, o que significa: i. Conhecer os problemas que originaram a construção de tais conhecimentos e como chegam a articular-se em corpos coerentes, evitando visões estatísticas e dogmáticas que deformam a natureza do conhecimento.
5 Etapa 1 Conhecer a matéria a ser ensinada. ii. Conhecer as orientações metodológicas empregadas na construção dos conhecimentos, isto é, conhecer a como os cientistas abordam os problemas de seu campo do saber, as características mais notáveis de sua atividade, os critérios de validação e aceitação das teorias científicas. iii. Conhecer as interações Ciências/Tecnologia/Sociedade/Ambiente associadas a construção de conhecimentos, sem ignorar o frequente caráter conflitivo dessa construção e a necessidade de tomada de decisão. iv. Ter algum conhecimento dos desenvolvimentos científicos recentes e suas perspectivas, para poder transmitir uma visão dinâmica do conteúdo a ser ensinado.
6 Etapa 1 Conhecer a matéria a ser ensinada. v. Adquiri conhecimentos de outras disciplinas relacionadas, de tal forma que possa abordar problemas transdisciplinares, a interação entre distintos campos e também os processos de unificação. vi. vii. Saber selecionar conteúdos que deem uma visão correta da Ciência e que sejam acessíveis aos alunos e suscetíveis de interesse. Estar preparado para aprofundar os conhecimentos e adquirir outros novos.
7 Etapa 2 Conhecer e questionar o pensamento espontâneo Docente. O primeiro e grave impedimento para uma atividade docente inovadora e criativa é o pensamento docente de senso comum. Os professores têm ideias, atitudes e comportamentos sobre o ensino, devido a uma longa formação ambiental durante o período em que foram alunos. A influência dessa formação incidental é enorme porque responde a experiências reiteradas e se adquire de forma não reflexiva como algo natural, óbvio, o chamado senso comum escapando assim à crítica e transformando-se em um verdadeiro obstáculo. Os autores criticam a apresentação de uma proposta didática como um produto acabado.
8 Etapa 3 Construir conhecimentos teóricos sobre aprendizagem e aprendizagem de Ciências. Podemos identificar alguns dos conhecimentos teóricos que fundamentam as propostas construtivistas, na visão de Carvalho e Gil-Pérez (2011): i. Reconhecer a existência de concepções espontâneas difíceis de ser substituídas por conhecimentos científicos, senão mediante uma mudança conceitual e metodológica. ii. Saber que os alunos aprendem significativamente construindo conhecimentos, o que exige aprimorar a aprendizagem das Ciências às características do trabalho científico.
9 Etapa 3 Construir conhecimentos teóricos sobre aprendizagem e aprendizagem de Ciências. iii. Saber que o conhecimento são respostas às questões, o que implica propor a aprendizagem a partir de situações problemáticas de interesse para os alunos. iv. Conhecer o caráter social da construção de conhecimentos científicos e saber organizar a aprendizagem de forma consequente. v. Conhecer a importância que possuem, na aprendizagem das Ciências isto é, na construção dos conhecimentos científicos, o ambiente da sala de aula e o das escolas, as expectativas do professor, seu compromisso pessoal com o progresso dos alunos etc.
10 Etapa 4 Crítica fundamentada ao ensino habitual. Os autores acreditam que a rejeição costuma ser expressa com contundência pelos professores durante a sua formação (inicial ou continuada). No entanto, há evidências de que, apesar de todas as críticas, hoje continua-se fazendo nas aulas de Ciências praticamente o mesmo que a 60 anos atrás.
11 Etapa 4 Crítica fundamentada ao ensino habitual. É preciso que ao longo de sua formação (inicial ou continuada) os professores consigam detectar com precisão insuficiências, como por exemplo: i. Conhecer as limitações dos habituais currículos enciclopédicos e, ao mesmo tempo, reducionistas (deixando de lado aspectos históricos, sociais etc.). Conhecer e ter em conta que a construção de conhecimentos precisa de tempo. ii. Conhecer as limitações da forma habitual de introduzir conhecimentos (esquecer as concepções dos alunos, tratamentos puramente operativos etc.).
12 Etapa 4 Crítica fundamentada ao ensino habitual. iii. Conhecer as limitações dos trabalhos práticos habitualmente propostos (como uma visão deformada do trabalho científico). iv. Conhecer as limitações dos problemas habitualmente propostos (simples exercícios repetitivos). v. Conhecer as limitações das formas de avaliação habituais (terminais, limitadas a aspectos conceituais). vi. Conhecer as limitações das formas de organização escolar habituais, muito distante das que podem favorecer um trabalho de pesquisa coletivo.
13 Etapa 5 Saber preparar atividades. Deve-se conceber o currículo não como um conjunto de conhecimentos e habilidades, mas como o programa de atividades através das quais esses conhecimentos e habilidades possam ser construídos e adquiridos. Os programas de atividades devem ajustar-se as seguintes estratégias: i. Identificação das ideias dos alunos e colocar em questões as referidas ideias mediante contraexemplos. ii. Propor situações problemáticas que sejam acessíveis, gerem interesse e proporcionem uma concepção preliminar da tarefa.
14 Etapa 5 Saber preparar atividades. iii. Propor aos estudantes o estudo qualitativo das situações problemáticas propostas e a tomada de decisões para estabelecer problemas precisos. iv. Orientar o tratamento científico dos problemas propostos, introduzindo os novos conceitos. v. Utilização de novas ideias em diversos contextos.
15 Etapa 6 Saber dirigir as atividades dos alunos. Para Carvalho e Gil-Pérez (2011) a formação de professores não consiste no treinamento de uma série de competências, mas na preparação para que, em um dado contexto, tomem decisões fundamentadas. Esta preparação torna-se particularmente necessária quando seu papel deixa de ser o de simples transmissores de conhecimentos para se transformarem orientadores das atividades dos alunos.
16 Etapa 6 Saber dirigir as atividades dos alunos. Podemos apresentar as seguintes propostas para as novas exigências formativas: i. Apresentar adequadamente as atividades a serem realizadas, tornando possível aos alunos adquirir uma concepção global da tarefa e o interesse pela mesma. ii. iii. iv. Saber dirigir de forma ordenada as atividades de aprendizagem. Realizar sínteses e reformulações que valorizem as contribuições que dos alunos e orientem devidamente o desenvolvimento da tarefa. Facilitar de maneira oportuna a informação necessária para que os alunos apreciem a validade de seu trabalho, abrindo-lhes novas perspectivas.
17 Etapa 6 Saber dirigir as atividades dos alunos. v. Criar um bom clima de funcionamento da aula, sabendo que uma boa disciplina é o resultado de um trabalho interessante e de um relacionamento correto entre professor e alunos, marcados pela cordialidade e pela aceitação. vi. Contribuir para estabelecer formas de organização escolar que favoreçam interações frutíferas entre a aula, a escola e o meio exterior. vii. Saber agir, enfim, como especialista capaz de dirigir o trabalho de várias equipes e de transmitir seu próprio interesse pela tarefa e pelos avanços de cada aluno.
18 Etapa 7 Saber avaliar. Quanto ao saber avaliar, os autores entendem que as inovações no currículo não se podem dar por consolidadas quando não se refletem em transformações similares na avaliação. O saber avaliar deve contemplar os seguintes aspectos: i. Conceber e utilizar a avaliação como instrumento de aprendizagem que permita fornecer um feedback adequado para promover o avanço dos alunos.
19 Etapa 7 Saber avaliar. ii. Ampliar o conceito e a prática da avaliação ao conjunto dos saberes, destrezas e atitudes que interesse contemplar na aprendizagem das Ciências, superando sua habitual limitação à rememoração repetitiva de conteúdos conceituais. iii. Introduzir formas de avaliação de sua própria tarefa docente como instrumento de melhoria do ensino.
20 Etapa 8 Utilizar a pesquisa e a inovação. Os professores deveriam ser os primeiros beneficiados pelas descobertas da pesquisa educativa, porém existe uma barreira entre os pensadores (pesquisadores) e os realizadores (professores). Surge assim a ideia de que, para que os professores considerem as implicações da pesquisa e examinem criticamente sua atividade docente à luz de tais implicações, deverão inserir-se de alguma forma no processo de pesquisa. A iniciação do professor à pesquisa transforma-se assim em uma necessidade formativa de primeira ordem. A atividade docente e, por extensão, sua preparação, surgem como tarefas de uma extraordinária complexidade e riqueza que exigem associar de forma indissolúvel docência e pesquisa.
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