Informa. Quântica. com. Quebrando Códigos com Computadores Quânticos
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- Ricardo Peixoto Zagalo
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1 Informa formação Quântica com Átomos e FótonsF Quebrando Códigos com Computadores Quânticos Prof. Marcelo Martinelli Laboratório de Manipulação Coerente de Átomos e Luz A página: PADCT
2 Conteúdo 1 a Aula Princípios de Criptografia. Computação Clássica Computação Quântica. Aplicações Sistemas experimentais 2 a Aula Princípios de Criptografia Quântica Criptografia com um fóton Emaranhamento Criptografia com feixes intensos
3 Introdução O estado quântico de um sistema representa toda a informação que podemos, em princípio, conhecer sobre o sistema. Mecânica Quântica teoria de informação. Vivemos numa sociedade de informação : a velocidade de progresso do processamento, armazenamento e transmissão de informação é enorme. Há algum limite? Toda informação é processada, armazenada e transmitida por algum sistema físico. miniaturização sistemas governados pelas leis da MQ. As leis da MQ abrem novas possibilidades no processamento e transmissão de informação maior eficiência de processamento e maior segurança na transmissão.
4 Um pouco de criptologia... Estações A e B dispõem de um canal de comunicação......mas não tem proteção para os dados transmitidos contra um eventual grampo ( eavesdropping ).
5 Criptografia Codificação da mensagem enviada Métodos antigos de criptografia (segredo na codificação) Descoberta a codificação, a mensagem é aberta. Criptografia com chave simétrica: a chave é comum às s duas estações
6 Bloco de cifras de utilização única (1918)
7 Bloco de cifras de utilização única (1918) Se a chave é aleatória, é usada apenas uma vez e tem o mesmo tamanho da mensagem, oferece segurança absoluta. MAS, como distribuir as chaves? Como gerar chaves aleatórias?
8 Criptografia com chave assimétrica: encripta com chave pública, p decodifica com chave secreta Diffie, Hellman, Merkle (1976) James Ellis (1969) Conceito de chave assimétrica Distribuição pública
9 Algoritmo RSA (1977) Rivest, Shamir, Adleman (RSA) Ellis, Cocks, Williamson (1975) Chave baseada na dificuldade de se decompor números inteiros em seus fatores primos: problema de grande complexidade computacional Escolha p, q (primos) Calcule n = p q Calcule m = (p-1) (q-1) Escolha um número e (co-primo com m) Dado p, q, calcule d, tal que d e = 1 (mod m) x = y (mod m) x + am = y + bm Chave pública: e, n Chave secreta: d, n
10 d, n p, q C d (mod n) P e, n P C = P e (mod n) P < n Número de operações para Eve calcular d: O(exp(n))
11 Segurança a do Algoritmo RSA: Fatoração de n para obter p, q, e calcular d. Chaves de 1024 a 2048 bits. Fatoração de chave. 256 bits: PC 512 bits: conjunto de máquinas em alguns meses 1024 bits: seguras até bits: seguras até 2030 Unidirecional: útil como canal seguro para partilhar um one-time pad Problema: geração aleatória de chave simétrica
12
13 Peter Shor (1994): algoritmo quântico eficiente para decomposição em fatores primos
14 Computador clássico: BIT Dois estados possíveis 0 1
15 Portas lógicas
16 Registradores (memórias) Dinâmicas Estáticas The R=0, S=0 state must be avoided, since it causes Q = - Q The R-S flip.flop _ R S Q Q 0 0 1* 1*
17 Máquina de Turing Modelo geral de computador
18 Limites da computação Capacidade de processamento limitada à densidade de transistores no chip (limite da lei de Moore em 2050) Espaço de problemas solúveis: crescimento polinomial do número de passos com número de bits. Problemas insolúveis crescimento exponencial do número de passos com número de bits. Fatoração Transformada de Fourier Busca em uma lista Simulação quântica Feynman
19 Quebrando o limite clássico Os computadores obedecem as leis da Física......e portanto à Mecânica Quântica (David Deustch 1985). O que acontece quando o transistor fica muito pequeno? Podemos usar a estranheza da Mecânica Quântica a nosso favor?
20 Computação Quântica Qubit Representação Matricial Mas o que é um qubit afinal? Sistema quântico com dois autoestados Spin eletrônico Polarização do fóton
21 Portas lógicas Reversíveis Transformação unitária
22 Portas lógicas Reversíveis Transformação unitária
23 Portas lógicas Controlled-Not X a XOR b adição modulo 2 Podemos criar estados inseparáveis no resultado (superposição emaranhamento)
24 Medidas A medida projeta o estado em uma base. Exemplo: Polarizador A saída pode ser o resultado final, ou uma etapa intermediária no cálculo Resultado de uma medida é NECESSARIAMENTE um AUTOVALOR do observável (operador) sendo medido. Medida é equivalente a PREPARAR um estado: após a medida de um autovalor, o estado do sistema é o autovetor (auto-estado) correspondente.
25 Montando a máquina... Fatorar N=15...
26 Condições de Implementação Inicializar o qubit Implementar portas lógicas para um qubit (criar superposições) para múltiplos qubits (interação entre qubits) Ler o estado (medida) Armazenar o qubit Escalabilidade Problema fundamental Tempo de vida da superposição de estados (descoerência)
27 O problema da descoerência PROCURADO Para terem utilidade, computadores quânticos devem operar sobre vários qubits, gerando estados emaranhados de muitas partículas (máximo de partículas emaranhadas em laboratório). Por que é difícil produzir e manter esses estados? A interação com o ambiente gera descoerência : tudo se passa como se o ambiente estivesse fazendo medidas sobre o sistema de interesse, levando à perda de indistinguibilidade e, portanto, de coerência. Vivo E Morto
28 Podemos estudar os fundamentos da Informação Quântica em diferentes sistemas...
29 Polarização do fóton Esfera de estados Esfera de Poincaré Inicializar o qubit Polarizador Armazenar o qubit Implementar portas lógicas para um qubit (criar superposições) Lâminas de onda para múltiplos qubits (interação entre qubits emaranhamento) Ler o estado (medida) Detetores Descoerência
30 Estados atômicos e fótons em cavidades Exemplo:
31 Átomos e íons em potenciais quadráticos Oscilador harmônico 2 1 0
32 Rainer Blatt
33 Quanta Group MIT (Issac Chuang)
34 Informação Quântica com Átomos e Redes Óticas Montagem de redes óticas com átomos frios Controle coerente de populações dos estados vibracionais Medida dos estados vibracionais Interação átomos redes Correlações entre átomos (est. vibracionais) e luz (est. do campo) Manipulação da descoerência Redes Óticas Aprisionamento de átomos neutros no potencial gerado por Efeito Stark AC Criação de estruturas periódicas - Controle da localização dos átomos. Verificação de efeitos previstos em matéria condensada com átomos e luz. Aplicação em Condensados de Bose-Einstein Mas muito trabalho em átomos frios (não degenerados)...
35 Interação Átomo - Campo Átomo funciona como uma ANTENA emissora/receptora, do tipo dipolo DIPOLO EM CAMPO ELÉTRICO E - F +q -q + F p = q l BINÁRIO TORQUE τ = l F = p E ENERGIA DE INTERAÇÃO H I = - p.e = - d. E NOTAÇÃO : DIPOLO d
36 Efeito Stark AC Átomo+ feixe= deslocamento dos b b níveis de energia ω m ω ω0 0 Potencial visto pelo átomo Taxa de espalhamento E a a Aprisionar átomos com luz Um único feixe: pinça ótica Dessintonia para o vermelho Mínimo potencial na cintura do feixe Exemplo: FORT
37 Dois (ou mais) feixes: Redes óticas Rede horizontal Estruturas periódicas formadas por uma onda estacionária <0: >0: aprisionamento no campo máximo mínimo Problema: confinamento máximo espalhamento unidimensional by Dieter Meschede, Univ. Bonn
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39 Rede vertical Efeito da gravidade Washboard potential Tempo de vida do estado: Limitado por tunelamento tipo Landau-Zener ou Wannier-Stark Landau-Zener Wannier-Stark
40 Montagem: Átomos frios aprisionados em uma MOT ~10 8 átomos, T~30 µk λ/2 Feixes da rede Linha D 2, 85 Rb, =30 GHz Controle de amplitude = Profundidade da rede (níveis aprisionados) Controle de freqüência = deslocamento da rede Laser Mestre Wave meter MOPA f 1 AOM AOM f 2 Ger. Funções
41 Medida das populações, interações átomo-campo Interação átomo-campo - Troca de fótons entre os campos através dos átomos. Medida da intensidade = medida da posição. Verificação das propriedades sobre o ruído da luz. Fase e amplitude dos campos da rede. Relação com estado dos átomos. Correlações entre campos Estado do campo Estado vibracional Feixes da rede potencial periódico D 1 Feixes de leitura bombeio + prova F D 2 CCD APD Aquis.
42 Medindo a população dos estados vibracionais Rede Inicial 0> Redução adiabática do potencial 1> Prof. do Potencial 0 t 1 t t(ms) Preparando Medindo populações o estado fundamental (2 estados) 2 estados ligados 0 7 ms t 1 1 estado ligado t 1 t t 1 +40
43 Manipulando o estado fundamental 0> Partindo do estado fundamental Operador deslocamento Fase D(α) =exp(αâ + - α*â) D(x) =exp(xâ + - x*â) com α real 1> Freqüência Vel. cte. da rede D(ip) =exp(ipâ D(α) 0>=a 0>+b 1>+átomos + - ip*â) livres Operador rotação R(ωt) =exp(-iâ + â ω t) Acesso ao espaço de fase 2 estados ligados 1 estado ligado U 0 Laboratório R(ωt) 0 t 1 t ms reset criar estado projetar estado D(α) descoerência medida ρ 11,ρ 22
44 Período de oscilação Deslocamento de 0> Evolução de fase (Time delay) Desfaz deslocamento Descoerência Medida da população de 0> ( 2π t 138) exp( t 230) ρ11 = 0,48 sen ρ t(µs)
45 Conclusão Seguindo a montagem proposta por A. Steinberg (U. Toronto), estamos implementando um sistema de controle do estado vibracional de átomos frios em redes óticas, como ferramentas para testes fundamentais em Informação Quântica. Ou seja, Manipulação Coerente de Átomos com Luz
46 Conclusão Informação Quântica Ferramenta básica para estudo dos princípios da Mecânica Quântica. Permite modelar o funcionamento de um computador quântico. Novos princípios para problemas insolúveis classicamente. Aplicações em simulações quânticas Aplicação em cripto-análise Fim da segurança de dados?
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2, ao medirmos um observável deste estado que possui autovetores 0 e 1, obtemos o resultado 0 com probabilidade α 2, e 1 com probabilidade β 2.
4 Informação Quântica A teoria da Informação Quântica foi basicamente desenvolvida na última década (3, 10, 16). Nosso objetivo neste capítulo é apresentar sua estrutura fundamental, o bit quântico, e
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