7. Hardware programável sequencial PAL sequencial Construção sequence present ATF750C
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- João Cunha Van Der Vinne
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1 7. Hardware programável sequencial PAL sequencial Construção sequence present A750C
2 7. HARDWARE PROGRAMÁVEL SEQUENCIAL Como anteriormente podemos observar na estrutura PAL descrita no capítulo 5, a saída da função que é posta disponível num pino de saída, também é disponibilizada na matriz de programação, permitindo por realimentação positiva constituir elementos de memória. Esta solução, seria consumidora de um elevado número de recursos, razão pela qual, os fabricantes de dispositivos programáveis põe disponíveis PALs incluindo flip-flops na estrutura da macro-célula. 7.1 PAL sequencial Na igura 7-1 está representada a macro-célula da PAL22V10 onde podemos observar as possíveis variantes programáveis da estrutura. Macro Celula Matrix Programável D Q Q AR oe I/O n 0 1 igura 7-1 Como se pode ver na igura 7-1, podemos definir se a saída da macro célula é combinatória ou sequencial (registered). ica também disponível na matriz de programação a saída combinatória e a saída registered. Poderemos desta forma implementar com eficiência circuitos sequenciais baseados neste tipo de PAL. O acesso a cada um dos pontos da macro-célula faz-se evocando o nome da macro-célula separada por um ponto como mostra a abela 7-1. MC.ar = termo produto MC.sp = termo produto MC.d = união de termos produto MC.oe = termo produto MC.io Asynchronous Reset Synchronous Preset D input Output Enable Input/Output Pin abela 7-1 José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-2
3 O exemplo que se segue corresponde à implementação de um registo edge trigger de 8 bits com controlo de output. Name regist8 ; PartNo 00 ; Date ; Revision 02 ; Designer JParaiso ; Company isel ; Assembly None ; Location ; Device p22v10 ; /* *************** INPU PINS *********************/ = CLK ; /* clock de registo */ PIN [2..9] = [D0..7] ; /* entrada de dados do registo */ 0 = OC ; /* controlo de output */ /* *************** OUPU PINS *********************/ PIN [14..21] = [Q0..7] ; /* 8 flip-flops do registo */ [Q0..7].AR='b'0; [Q0..7].='b'0; [Q0..7].d=[D0..7]; [Q0..7].oe=oc; As descrições CUPL que se seguem correspondem as várias implementações do ASM do exemplo 3 do capítulo 6. A primeira corresponde à implementação da figura 6.17, ou seja, utilizando para gerador de estado seguinte dois multiplexes. A segunda escrevendo as expressões simplificadas de ES0 e ES1, como acontece na figura Como é óbvio, o resultado final será exactamente o mesmo, pois o compilador de CUPL encontrará com certeza as expressões OR-AND mais simples. /* *************** INPU PINS *********************/ = CLK; /* clock */ PIN 2 = A; PIN 3 = B; /* *************** OUPU PINS *********************/ PIN [14..15] = [X0..1]; /* memoria de estado */ 6 = W; 7 = Y; 8 = Z; Mux0 = [X1..1]:0; Mux1 = [X1..1]:1; Mux2 = [X1..1]:2; Mux3 = [X1..1]:3; ES0 = Mux0 # Mux1&A # Mux3&B; ES1 = Mux1&A # Mux3; X0.D = ES0; X1.D = ES1; W =!X1&X0; Y = X1&X0; Z = X1&!X0; José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-3
4 /* *************** INPU PINS *********************/ = CLK; /* clock */ PIN 2 = A; PIN 3 = B; /* *************** OUPU PINS *********************/ PIN [14..15] = [X0..1]; /* memoria de estado */ 6 = W; 7 = Y; 8 = Z; ES0 =!X1&!X0 #!X1&A # X1&X0&B; ES1 = X1&X0 # X0&A; X0.D = ES0; X1.D = ES1; W =!X1&X0; Y = X1&X0; Z = X1&!X0; 7.2 Construção sequence present O CUPL põe disponível uma construção que permite de uma forma simples a implementação de máquinas de estado. Esta construção denominada por sequence present consiste em indicar quais os flip-flops que constituem a memória de estado e em cada estado present indicar quais as condições de evolução para o próximo (next) estado e quais as saídas que ficam activas nesse estado. Na igura 7-2 está descrito em linguagem CUPL a implementação do módulo de controlo do exercício 3 capítulo 6. O ASM descrito, apresenta exclusivamente saídas função de estado. /* *************** INPU PINS *********************/ = CLK ; /* clock da maquina de estados */ PIN 2 = A ; /* sensor de porta aberta */ PIN 3 = ; /* sensor de porta fechada */ PIN 4 = P ; /* sensor de presenca */ /* *************** OUPU PINS *********************/ 4 = ON ; /* Activacao do motor */ 5 = S ; /* sentido de rotacao do motor a fechar */ PIN [16..17] = [Q0..1] ; /* flip-flops para implementacao do ASM */ [Q0..1].AR='b'0; [Q0..1].='b'0; sequence[q1,q0] { present 0 if P next 1; if!p next 0; present 1 out ON; if A next 2; if!a next 1; present 2 if P next 2; if!p next 3; present 3 out ON,S; if next 0; if!&p next 1; if!&!p next 3; } 00 P 01 ON A 10 P 11 P ON;S igura 7-2 José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-4
5 Se utilizarmos a implementação com variáveis de saída função de estado e entrada obteremos o programa descrito na igura 7-3. Name ControloPorta ; PartNo 00 ; Date ; Revision 02 ; Designer JParaiso ; Company isel ; Assembly None ; Location ; Device p22v10 ; /* *************** INPU PINS *********************/ = CLK ; /* clock da maquina de estados */ PIN 2 = A ; /* sensor de porta aberta */ PIN 3 = ; /* sensor de porta fechada */ PIN 4 = P ; /* sensor de presenca */ PIN 4 = ; /* indicador de tempo */ /* *************** OUPU PINS *********************/ 4 = ON ; /* Activacao do motor */ 5 = S ; /* sentido de rotacao do motor a fechar */ 6 = Q0 ; /* flip-flop para implementacao do ASM */ Q0.AR='b'0; Q0.='b'0; sequence[q0] { present 0 if (!P &! &!) out ON,S; if P next 1; if!p next 0; present 1 if!a out ON if A next 0; if!a next 1; } P A 0 1 ON ON;S igura A750C Dada a popularidade da PAL 22v10, o fabricante AMEL pôs disponível no mercado uma PAL denominada A750, que mantendo compatibilidade com a 22v10 apresenta uma série de novas funcionalidades que a tornam mais versátil. Uma das características mais relevantes é o facto de conter o dobro dos flip-flops e permitir definir para cada um dos 20 flip-flops um termo produto gerador de CK (clock) e de AR (Asynchronous Reset), permitindo desta forma, a realização de vários módulos sequenciais independentes dentro de um mesmo dispositivo. Na igura 7-4 é apresentado o diagrama de blocos da macro-célula da PAL A750C. Como se pode observar, cada macro-célula contém dois flip-flops, podendo cada um deles ser configurado para assumir comportamento tipo D ou. Em CUPL, o primeiro flip-flop da macro-célula é referido como PIN e o segundo flip-flop é referido como PINNODE. O número de termos produto disponíveis em cada macro-célula é igual ao da 22V10, sendo estes distribuídos em partes iguais pelos dois flip-flops. No entanto, se numa qualquer aplicação o número de termos produto associado ao pino não for suficiente, são utilizados os termos produtos associados ao PINNODE, inviabilizando claro está, a utilização do PINNODE. Como se pode observar na igura 7-4 a saída do flip-flop associado ao pino também está disponível na matriz através de Q 0, tornando possível a utilização do flip-flop mesmo que o pino que lhe está associado seja utilizado como entrada. José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-5
6 A entrada de sincronismo de cada um dos flip-flops pode ter origem no pino 1 (CKMUX), ou num termo produto com entradas provenientes da matriz (CK). O sinal de clock proveniente do pino 1 através de CKMUX, não disponibiliza o complemento, mas apresenta a vantagem de suportar maior frequência e menor tempo de propagação que o gerado pelo termo produto. A forma disponibilizada em CUPL para especificar qual o PINNODE ou NODE a utilizar, consiste na atribuição de números de pinos para além dos pinos físicos como mostra a abela 7-2. Como se pode observar, o produto termo que realiza (Synchronous Preset) continua global. PIN 2 M at Global Macro Celula r i z ckmux ck D D Q AR oe 4-23 I/O n P r o g r a m á v e l ckmux ck PIN Q 1 D D Q AR PINNODE Q 0 3 igura 7-4 Caso se pretenda utilizar o flip-flop tipo na construção sequence/present acrescenta-se a letra à instrução sequence (sequence). PIN (isico) Q 0 Q 1 Número de Produtos (lip-lop) (PINNODE) abela 7-2 José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-6
7 Na PAL A750, os flip-flops associados aos pinos de saída, têm simultaneamente as suas saídas disponíveis na matriz de programação. A razão pela qual estas saídas estão disponíveis na matriz de programação deve-se ao facto dos pinos de saída poderem ser programados como pinos de entrada. No caso de tal acontecer, o flip-flop que lhe está associado pode continuar a ser utilizado, em estruturas que não necessitem de saída em pino físico (máquinas de estado, contadores, etc..). A referência a estas saídas, denominadas por Q i, faz-se atribuindo na declaração pinos valores entre 35 e 44 como mostra a abela 7-2. José Paraiso (Ver 2.0) Página 7-7
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