Tomateiro (Solanum lycopersicum)
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- Luiz Felipe Gusmão Conceição
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1 Tomateiro (Solanum lycopersicum) Centro de origem: América do Sul (Norte do Chile ao Sul da Colômbia e a costa do Pacífico, incluindo as ilhas Galápagos até a Cordilheira dos Andes Centro de domesticação: México
2 Valor nutricional Licopeno (C40H56) Doa elétrons para os radicais livres Protetor sobre a carcinogênese Produto Licopeno ug/100g Purê de tomate Pasta de tomate Catchup Fruto de tomate 3100
3 Tomate Tipos varietais de tomate em cultivo Tomate para processamento industrial Tomate para consumo in natura
4 Tomate Plantas de crescimento indeterminado (tomate de mesa): haste termina com uma gema vegetativa Plantas de crescimento determinado (tomate industrial e de mesa): a haste termina com uma gema reprodutiva
5 Tomate para processamento industrial Melo, P. C. Principais características das cultivares: Porte determinado Maturação concentrada Capacidade de armazenamento dos frutos na planta.
6 Tomate estaqueado
7 Produção Mundial 159,02 milhões de t Área: 4,73 milhões de ha Tomate industrial: 23,6%
8 Principais países produtores País % Produção China USA Turquia Índia Itália Egito Irã Brasil 2,8% Espanha México
9 Consumo País Turquia 90,5 Grécia 88,0 Itália 60,5 Espanha 58,9 Portugal 57,9 Israel 49,7 EUA 44,3 Brasil 20,2 Disponibilidade (kg/habitante/ano) FAO, 2012
10 Principais regiões produtoras
11 Regiões produtoras de tomate Região Participação (%) Sudeste 37,7 Centro-Oeste 33,8 Sul 14,5 Nordeste 13,8 Norte 0,2
12 Produção nacional Estado Produção(mil t) % da Produção total Área colhida (ha) Goiás 1449,96 32, ,1 São Paulo 864,53 19, ,7 Minas Gerais 476,11 10, ,67 Paraná 347,53 7, ,81 Bahia 339,53 7, ,63 Rio de Janeiro 195,53 4, ,79 Santa Catarina 187,90 4, ,63 Espirito Santo 133,99 3, ,67 Pernambuco 115,12 2, ,66 Ceará 114,58 2, ,17 Rio Grande do Sul 105,18 2, ,70 Outros 95,30 2,2 2,954 32,26 Brasil ,85 IBGE, Produt. (t ha -1 )
13 Tomate rasteiro 1,59 milhões de t (36%) Tomate de mesa 2,84 milhões de t (64%) Conselho Mundial da Indústria do Tomate (2011) Valor bruto da produção: R$ 6,57 bilhões (12 posição entre os 20 principais produtos do agronegócio)
14 Evolução da produtividade nacional Ano Produtividade(t/ha) , , , ,85
15 TOMATE-consumo Região Sul 6,1 Centro-Oeste 6,0 Norte 3,7 Consumo médio 4,9 Consumo (kg/habitante/ano)
16 Principais regiões produtoras Verão: colheita novembro a abril Itapeva SP Venda Nova do imigrante ES Nova Friburgo RJ Chapada Diamantina BA Caçador -SC
17 Principais regiões produtoras Inverno: colheita abril a novembro Sumaré SP Mogi Guaçú -SP Araguari MG São José de Ubá RJ Paty de Alferes -RJ
18 Custo de produção 1 hectare de tomate: R$ ,00 1 hectare de soja: RS 2000,00 Ou seja se produz 28 ha de soja para 1 ha de tomate
19 Principais problemas do setor Desorganização do segmento (ausência de associações representativas da classe de produtores de tomate) Alta inadimplência Mão-de-obra não qualificada Flutuação de preços
20 Mudanças no setor Presença de classificadores eletrônicos Maior valor agregado do produto: Diversificação de cultivares Redução da presença dos intermediários Rastreabilidade do produto
21
22 Classificação proposta pelo CEAGESP e colaboradores: não reflete a realidade atual do sistema de comercialização no Brasil
23 Rótulo
24 GRUPO Relação entre o comprimento e o diâmetro equatorial Cereja: diâmetro equatorial menor que 39 mm
25 Coloração Subgrupo
26 Apresentação
27 Classe
28 Categoria
29 Defeitos graves
30 Defeitos leves
31 Manchas
32 Tomate Sistemas de condução Rasteiro (desvio de matéria-prima industrial para mercado) Tutorado Semi-estaqueado
33 Tomate de mesa
34 Tomate Solanum lycopersicum
35 Grupos Tipo Santa Cruz
36 Tipo salada
37 Tipo italiano
38 TipoSaladete
39 Tipo cereja
40 Cultivo de tomate de mesa 1. ESCOLHA DO GRUPO E DA VARIEDADE -Mercado - Condição climática - Características genéticas da variedade
41 2. Aquisição da muda Muda estiolada
42 3. Preparo do solo Aplicação de calcário para elevar a saturação por bases a 80% Aração Gradagem Sulcagem
43 4. Sistemas de irrigação
44 Irrigação por sulco
45 Irrigação por gotejamento
46 Irrigação localizada N
47 Irrigação localizada Maior eficiência no uso da água Adaptação a diferentes tipos de solos e topografia Economia de mão-de-obra Aumento da frequência de irrigação (pode ser diária ou até fracionada durante o dia) Acúmulo de sais na superfície
48 Salinização Acúmulo de sais
49 Desvantagens Entupimento Distribuição do sistema radicular na zona do bulbo molhado Necessidade de água de boa qualidade
50 Monitoramento da irrigação
51 Curva de retenção de água no solo
52 ETc = Kc.ET0 Evapotranspiração da cultura ETc = evapotranspiração da cultura (mm/dia) Kc = coeficiente da cultura ET0 = evapotranspiração de referência (mm/dia)
53 Estação meteorológica -ETo
54 5. TRANSPLANTE DAS MUDAS E INÍCIO CONDUÇÃO DAS PLANTAS
55 6. SISTEMAS DE CONDUÇÃO EM CAMPO
56 Sistema V invertido
57 V invertido
58 SISTEMA VERTICAL COM UMA LINHA DE CULTIVO
59
60
61 Sistema V invertido x vertical V invertido Vertical Uso de estacas de bambu Menor espaço interno Dificuldade na aplicação de defensivos e fertilizantes Fitilho Maior espaço interno Permite maior uniformidade nas aplicações de defensivos e fertilizantes
62 Sistema adensado
63
64 7. Tratos culturais
65 Desbrota
66 Condução com duas hastes
67 Condução com uma haste
68 Raleio de frutos
69 Capação: corte da gema apical Capação
70 Doenças do tomateiro - Doenças abióticas - Doenças bióticas
71 FISIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO TEMPERATURA Fases do desenvolvimento Temperatura ótima (ºC) Germinação da semente 26 a 32 Emergência 16 a 20 Crescimento das mudas 25 a 26 Desenvolvimento vegetativo 20 a 30 Formação do pólen 20 a 26 Crescimento do tubo polínico 22 a 27 Fixação do fruto 18 a 20 Amadurecimento do fruto 24 a 28 Goto & Tivelli (1998)
72 Fisiologia do tomateiro
73 Distúrbios fisiológicos Coloração não uniforme
74 Rachaduras
75 Podridão apical
76 Alta intensidade luminosa Queimadura pelo sol
77 Patógenosqueafetamo Sistema radicular
78 Fungos do solo Fusarium oxysporum fsp. lycopersici clamidósporos Embrapa, 2006
79 Verticillium dahliae microescleródios Embrapa, 2006
80 Sclerotiniasclerotiorum escleródios Embrapa, 2006
81 Sclerotiumrolfsii escleródios Embrapa, 2006
82 Requeima (Phytophthora infestans)
83 Nematóides Meloidogyne spp. (galhas) - Pratylenchus spp. (lesões
84 Bactérias
85 MURCHA BACTERIANA Ralstonia solanacearum
86 Erwinia carotovora CANELA PRETA OU TALO ÔCO
87 Patógenosfoliares
88 Causadosporfungos
89 PINTA PRETA Alternaria solani
90 Septoriose(Septorialycopersici)
91 Mancha-de-estenfílio(Stemphylliumspp.)
92 DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS
93 Xanthomonas vesicatoria MANCHA BACTERIANA
94 PINTA BACTERIANA Pseudomonas syringae pv. tomato
95 MANCHA BACTERIANA PINTA BACTERIANA MANCHA BACTERIANA
96 Cancro-bacteriano(Clavibactermichiganensis subsp. michiganensis
97 Doenças causadas por vírus
98 BEMISIA TABACI MOSAICO DOURADO
99
100 VIRA-CABEÇA (Tospovirus)
101 PLANTAS HOSPEDEIRAS DO VIRUS DO VIRA-CABEÇA PLANTAS CULTIVADAS ABACAXI, ABÓBORA, ALFACE, ALMEIRÃO, AMENDOIM, BATATA, BERINJELA, CAFÉ, CAUPI, CEBOLA, CHUCHU, ERVILHA, FEIJÃO, GRÃO DE BICO, LENTILHA,MAMÃO, MELANCIA, CRISÂNTEMO, DÁLIA, GLADÍOLO, GLOXINIA, IMPATIENS, ZINIA PLANTAS DANINHAS CARURU ROXO, CARURÚ DE ESPINHO, CARURÚ DE MANCHA, ANÇARINHA BRANCA, ERVA-DE-SANTA MARIA, PICÃO PRETO, FALSA SERRALHA, PICÃO BRANCO, SERRALHA, ORELHA DE URSO, BELDROEGA, JOÁ DE CAPOTE, MARIA PRETINHA;
102 Medidaspreventivasde controle Sementes, água, substrato Cultivares resistentes Eliminação de restos culturais Cuidados nos tratos culturais- evitar ferimentos Evitar encharcamento Eliminação de plantas daninhas Uso de armadilhas adesivas
103 Controlequímico Patógenos fúngicos foliares- efetivo em determinadas condições Patógenos de solo e vírus não efetivo Controle Biológico: Trichoderma Bactérias(Bacillus) - Indução de Resistência: Silício, Fosfito
104 PRAGAS Ácaro do bronzeamento ou micro-ácaro Aculops lycopersici
105 Pulgões- Myzus persicae mosaico Y, topo-amarelo e amarelo baixeiro
106 Tripes
107 Mosca branca Bemisia tabaci
108 Broca pequena do fruto Neoleucinodes elegantalis
109 Traça do tomateiro Tuta absoluta
110 Mosca minadora
111 COLHEITA, CLASSIFICAÇÃO, EMBALAGEM E TRANSPORTE DE TOMATE PARA MESA Colheita: define a vida pós-colheita e o processo de maturação dos frutos.
112 Conceito de qualidade Produtores Distribuidores Consumid or
113 EMBALAGEM FUNÇOES DAS EMBALAGENS: Manter a qualidade durante a cadeia de distribuição Permitir uma boa refrigeração Atuar como um divulgador de sua marca e qualidade Agregar valor a seu produto Formar uma unidade de carga medidas paletizáveis
114 CASA DE EMBALAGEM
115 DIMENSIONAMENTO DAS EMBALAGENS Embalagens paletizáveis
116 PORTARIA N 127 DE 04 DE OUTUBRO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA N 009, DE 12 DE NOVEMBRO DE A REGULAMENTAÇÃO ESTABELECE: As dimensões externas devem permitir empilhamento, preferencialmente em paletes com medidas de 1,00 x 1,20m; Descartável ou retornável (limpa a cada uso); Rotulada: peso líquido, responsável e classificação; Informar condições de uso: peso máximo e empilhamento; Indentificação: Razão Social e CNPJ
117 Embalagens de madeira
118 CEAGESP, 2005
119 CEAGESP, 2005
120 CEAGESP, 2005
121 Embalagens plásticas
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