PSI.3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS
|
|
|
- Wilson Bicalho Benevides
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI.3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA Edição 2016 MEDIDA DA CONSTANTE DE TEMPO E TEMPO DE SUBIDA EM REDES DE PRIMEIRA ORDEM RC e RL WALTER JAIMES SALCEDO/R.ONMORI 1 Objetivos Análise de Circuitos RC e RL de 1.ª ordem com resposta natural, forçada e em regime permanente. Será estudada a constante de tempo de descida e subida em circuitos RC e RL, em regime permanente senoidal, e algumas aplicações em circuitos eletrônicos. O tempo de carga e descarga desses circuitos pode ser utilizado como temporizadores e osciladores. 2.- Introdução As características tensão-corrente do capacitor e do indutor introduzem as equações diferenciais e a solução define a dinâmica temporal das variáveis de tensão e corrente elétrica. Como resposta do circuito, essa pode ser natural ou forçada. Na resposta natural, as energias armazenadas nos capacitores ou indutores são descarregadas. Normalmente são usados resistores elétricos para dissipar essa energia em um determinado tempo. Nessa medida temporal caracteriza-se a constante de tempo necessária para a extinção do regime natural. Na resposta forçada destaca-se o interesse em particular o estudo da solução imposta por fontes constantes e fontes senoidais, muito importante na análise de circuitos Constante de tempo de descarga de circuitos RC e RL A solução de uma equação diferencial é composta por duas parcelas essencialmente distintas: solução ou resposta natural, que determina a dinâmica das variáveis na ausência de fontes independentes e solução forçada. 1
2 Considere-se o circuito RC e RL representado na Figura 1: Figura 1 Circuitos RC (a) e RL (b) de 1ª ordem. A equação diferencial linear de 1.ª ordem que descreve o circuito da figura 1-a será: (1) cuja solução determina a dinâmica temporal da tensão e da corrente aos terminais do capacitor e da resistência. Analogamente para o indutor conduzindo à equação diferencial linear de 1.ª ordem: (2) A solução geral para a equação de diferencial linear de 1.ª ordem será do tipo: x(t) = A e t τ (3) e a solução para o capacitor da figura 1-a: Vc(t) = A e t τ (4) com = R C, e a curva correspondente de Vc será conforme a figura2: Figura 2 - Curva de tensão do capacitor - resposta natural. Analogamente para o indutor: i L (t) = A e t τ (5) com = L/R resulta numa resposta conforme mostrado na Fig. 3. 2
3 Figura 3 - Curva de corrente do indutor - resposta natural. Com valores diferentes de R, pode-se variar o tempo de resposta do circuito (τ/10, τ, 2τ e 10τ) conforme ilustra a figura 4. Figura 4 - Solução natural de um circuito RC em função da constante de tempo 2.2 Constante de tempo de circuitos RC e RL A constante de tempo do circuito constitui uma medida do tempo necessário para a extinção do regime natural. Verifica-se assim que no instante de tempo t = as variáveis v C (t) ou i L (t) se encontram já reduzidas a uma fração 1/e do seu valor inicial Medida da constante de tempo de carga circuitos RC e RL 2.4 Solução Forçada Constante (degrau) de um circuito RC Considere-se o circuito RC (com fonte independente) representado na Figura 5 e admitir a fonte de tensão v s (t) definindo um sinal em degrau com origem em t = 0s e amplitude V s, ou seja, v s (t)= V s.u(t). Admitir ainda no instante de tempo t = 0s a tensão aos terminais do condensador é v C (0) = V o. 3
4 A solução será dada por: Figura 5 - Solução forçada (degrau) do circuito RC. No caso do circuito R.C a tensão de saída do capacitor (V C ) será: v C = E(1 e t/τ )), onde = R.C. A tensão final tende ao valor de E (6) Figura 6 - Determinação do tempo de resposta do circuito RC. Nestes circuitos a tensão de saída no instante t = é igual a 0,632 vezes o estado final (E). O Tempo de subida define-se entre os instantes onde a tensão de saída atinge o 10% e 90% do valor final respectivamente. t r = t 2 t 1 (7) 4
5 No Circuito RC a frequência de corte para a resposta de estado estacionário acontece em f c = 1 (2πR. C), assim o produto f c.t r será igual a: f c t r = ln (9) 2π (8) Assim, o formato da forma de onda na saída destes sistemas quando excitadas com uma onda quadrada de baixa frequência ( 1/T << 1/ ) será como o sinal mostrado na Figura 3. Figura Solução Forçada Senoidal de um circuito RC Como visto na experiência anterior, é possível usar um sinal senoidal em um circuito RC e obter a sua resposta em função da frequência conforme a figura 8. Figura 8 - Respostas forçada senoidal do circuito RC. 5
6 Na figura 8 representam-se as dinâmicas temporais de um circuito RC de 1.ª ordem com condição inicial distinta de zero e termo forçado senoidal. A frequência do sinal forçado é = (10RC) -1 em (b) e = (RC) -1 em (c). Nesta figura são visíveis três características fundamentais do regime forçado senoidal: (i) após a extinção da solução natural, a tensão aos terminais do capacitor segue a forma senoidal da fonte independente, designadamente a mesma frequência; (ii) existe uma diferença entre as amplitudes das senóides aplicada e medida aos terminais do capacitor, que se constata depender da relação entre a frequência da senóide e os parâmetros R e C do circuito; (iii) existe uma diferença de fase entre as senóides aplicada e medida aos terminais do capacitor, que mais uma vez se constata ser uma função da relação entre a frequência da senóides e os parâmetros R e C do circuito. 3.- Oscilador de onda quadrada utilizando um circuito RC O oscilador de onda quadrada com um circuito RC está embasada na resposta de um circuito comparador. Para o melhor entendimento do oscilador de onda quadrada, primeiro analisaremos a resposta de um circuito comparador Comparador (Circuito de disparo - Schmitt invertido) No circuito da Figura 9 a tensão de entrada V in alimenta a entrada V - do amplificador operacional e tem uma realimentação positiva (ver eq. 9). v+ vo vin Figura 9 - Circuito de um amplificador na configuração "comparador". O comportamento desse circuito, atuando como comparador, pode ser descrita por meio de um gráfico de V 0 em função de V in, conforme mostrada na Fig. 10 (conhecida como curva de histereses, pois o caminho percorrido é distinto). A mudança de estado da tensão de saída (V 0 ) de V H (high) para V L (low) ocorre nas tensões V TU e V TL, respectivamente. A tensão na entrada (V+) do amplificador operacional é função do sinal de saída Vo como pode ser visto na Eq.9: V + = R 1 R 1 + R 2 V 0 (9). 6
7 Figura 10 - Curva de histerese do "comparador". Vamos analisar o comportamento do circuito (Fig. 9) passo-a-passo, supondo inicialmente que o nível de saída encontra-se em V 0 = V H. Enquanto nível de entrada for menor que V TU, intervalo entre (1) e (2), a saída permanecerá em V H. Quando a entrada se tornar maior que V TU a saída mudará para o nível V L. Enquanto nível de entrada for maior que V TL, intervalo entre (3) e (4), a saída permanecerá em V L. Quando a entrada se tornar menor que V TL a saída mudará para o nível V H, ou seja para a condição inicial As tensões limiares são dadas pelas seguintes expressões: V in = V TU = V in = V TL = R 1 R 1 + R 2 V H (10) R 1 R 1 + R 2 V L (11) 7
8 3.2. Oscilador de onda quadrada Para fazer um oscilador, usa-se o circuito da figura 9 com algumas alterações. O oscilador de onda quadrada é um sistema de realimentação positiva e negativa como usada anteriormente. Para fazer o circuito oscilar, utiliza-se a carga e descarga de um capacitor para promover a mudança de estado do oscilador. O circuito do oscilador de onda quadrada é mostrado na Figura 11. Figura 11 - Oscilador com amplificador operacional. A curva de resposta do oscilador é mostrada na Figura 12. Figura 12 Gráfico das tensões do oscilador. Como pode ser demonstrado, o período da onda quadrada é expresso por: T = 2. t 1 = 2R F C. ln (1 + 2 R 1 R 2 ) (12) Observe que o período é uma função do produto R F C e da razão R 1 /R 2. 8
PSI 3031/3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3031/3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA Edição 2018 MEDIDA DA
Experiência 9 Redes de Primeira ordem Circuitos RC. GUIA e ROTEIRO EXPERIMENTAL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2018 Experiência 9 Redes de
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 5. Heaviside Dirac Newton
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 5 Heaviside Dirac Newton Conteúdo 5 - Circuitos de primeira ordem...1 5.1 - Circuito linear invariante de primeira ordem
Redes de Primeira ordem Circuitos RC e RL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2016 Experiência 8 Redes de
Experiência 9 Redes de Primeira ordem Circuitos RC. GUIA e ROTEIRO EXPERIMENTAL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2019 Experiência 9 Redes de
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 6
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo 6 Heaviside Dirac Newton Conteúdo 6 Circuitos de primeira ordem...1 6.1 Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 6.1.1
PSI.3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA EXPERIÊNCIA 10: REDES DE SEGUNDA ORDEM
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI.3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELETRICOS INTRODUÇÃO TEÓRICA Edição 2017 E.Galeazzo / L.Yoshioka
Aula 20. Circuitos de primeira ordem 1 RC
Aula 20 Circuitos de primeira ordem 1 RC Definições Um circuito de primeira ordem é caracterizado por uma equação diferencial de primeira ordem As análises realizadas em circuitos puramente resistivos
Programa de engenharia biomédica. Princípios de instrumentação biomédica cob 781
Programa de engenharia biomédica Princípios de instrumentação biomédica cob 781 5 Circuitos de primeira ordem 5.1 Circuito linear invariante de primeira ordem resposta a excitação zero 5.1.1 O circuito
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #7 (1) PROJETO PROCESSAMENTO DE SINAL ANALÓGICO Um
Carga e Descarga de Capacitores
Carga e Descarga de Capacitores Introdução O capacitor é um dispositivo capaz de armazenar energia elétrica sob a forma de um campo eletroestático. Quanto ligamos um capacitor a uma fonte de energia o
Circuitos RLC alimentados com onda quadrada
Circuitos RLC alimentados com onda quadrada 8 8.1 Material capacitor de 10 nf; resistores de 100 Ω; indutor de 23,2 mh; potenciômetro. 8.2 Introdução Nos experimentos anteriores estudamos o comportamento
Circuitos RLC alimentados com onda quadrada
Circuitos RLC alimentados com onda quadrada 4 4.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; capacitor de 10 nf; resistores de 100 Ω; indutor de 10 a 50 mh; potenciômetro. 4.2 Introdução No
1 a PROVA DE CIRCUITOS II 2012_1
a Questão a PROVA DE CIRCUITOS II 202_ Figura. No circuito elétrico da Figura, com a chave aberta, o capacitor está totalmente descarregado. Considerando que o capacitor atinge carga máxima após 5 constantes
Aula 21. Circuitos de primeira ordem 2 RC
Aula 21 Circuitos de primeira ordem 2 RC Revisão Um circuito de primeira ordem é caracterizado por uma equação diferencial de primeira ordem Resposta Natural (descarga) Resposta Forçada (carga) Resposta
Circuitos RLC alimentados com onda quadrada
Capítulo 5 Circuitos RLC alimentados com onda quadrada 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; capacitor de 10 nf; resistores de 100 Ω; indutor de 10 a 50 mh; potenciômetro. 5.2 Introdução
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIO IDENTIFIQUE A REGIÃO DE OPERAÇÃO PARA CADA UM DOS AMPos.
Experiência 05: TRANSITÓRIO DE SISTEMAS RC
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL SUPERIOR CARGO: Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Tecnologista Junior Padrão I TEMA: CADERNO DE PROVAS
Princípios de Circuitos Elétricos Prof a. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti. Segunda Lista de Exercícios
1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Campus Campo Mourão Princípios de Circuitos Elétricos Prof a. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Segunda Lista de Exercícios 1) Para o circuito a seguir,
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #9 (1) PROJETO PROCESSAMENTO DE SINAL ANALÓGICO Um
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #8 (1) FONTE DE CORRENTE a) Determine Io. b) Calcule
Princípios de Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti
Princípios de Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Transitório em circuitos RC Estudaremos alguns circuitos simples que utilizam elementos armazenadores. O primeiro deles
Comentários sobre bobinas de Tesla
Comentários sobre bobinas de Tesla Por Antônio Carlos M. de Queiroz Este documento complementa um outro que escrevi sobre bobinas de Tesla, descrevendo alguns aspectos sobre o funcionamento de bobinas
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem nas placas de um capacitor, em função do tempo, num circuito RLC alimentado com onda quadrada.
EXPERIMENTO 2 CIRCUITO RC E OSCILAÇÕES LIVRES NO CIRCUITO LC
NOME: EXPERIMENTO 2 CIRCUITO RC E OSCILAÇÕES LIVRES NO CIRCUITO LC N USP: DATA: PERÍODO: Vamos analisar circuitos com capacitores, nos quais as correntes podem variar com o tempo. Circuito RC Se conectarmos
Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II
Curso Técnico em Eletroeletrônica Eletrônica Analógica II Aula 15 Osciladores Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino 2016 OSCILADORES Oscilador eletrônico: circuito eletrônico que produz um sinal eletrônico
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem nas placas de um capacitor, em função do tempo, num circuito RLC alimentado com onda quadrada.
Introdução 5. Circuito integrador e diferenciador 6
Sumário Introdução 5 Circuito integrador e diferenciador 6 Pulsos 6 Ciclo 7 Freqüência 7 Período 8 Largura de pulso 8 Ciclo de trabalho 8 Tempo de subida e descida 9 Componente cc 11 Circuito integrador
Introdução aos multivibradores e circuito integrado 555
15 Capítulo Introdução aos multivibradores e circuito integrado 555 Meta deste capítulo Entender o princípio de funcionamento dos diversos tipos de multivibradores e estudo do circuito integrado 555. objetivos
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1 OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada 2
Competências / Habilidades Utilizar o osciloscópio para determinar os valores de tensões em corrente continua.
Utilização do Osciloscópio para Medições DC Determinar valores de tensão contínua com o osciloscópio. Utilizar o osciloscópio para determinar os valores de tensões em corrente continua. EQUIPAMENTO Osciloscópio:
Física III Escola Politécnica GABARITO DA P3 25 de junho de 2014
Física III - 4331 Escola Politécnica - 14 GABARITO DA P3 5 de junho de 14 Questão 1 O campo magnético em todos os pontos de uma região cilíndrica de raio R é uniforme e direcionado para dentro da página,
Eletricidade Aula 6. Corrente Alternada
Eletricidade Aula 6 Corrente Alternada Comparação entre Tensão Contínua e Alternada Vídeo 7 Característica da tensão contínua A tensão contínua medida em qualquer ponto do circuito não muda conforme o
Circuitos de Primeira Ordem
Circuitos de Primeira Ordem Magno T. M. Silva e Flávio R. M. Pavan, 5 Introdução Em geral, um circuito de primeira ordem tem um único elemento armazenador de energia (um capacitor ou um indutor) e é descrito
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores)
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores) Jorge Manuel Martins ESTSetúbal, julho de 2017 Índice Lab. 1 - Estudo de um Amplificador
Comecemos escrevendo a forma geral de uma equação diferencial de ordem n, 1 inear e invariante no tempo, , b i
3 6 ADL aula 2 Função de Transferência Comecemos escrevendo a forma geral de uma equação diferencial de ordem n, 1 inear e invariante no tempo, onde c(t) é a saída, r(t) é a entrada e os a i, b i e a forma
Leia atentamente o texto da Aula 5, Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 4 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 5, Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada, e responda às questões que seguem. 1 O que é um indutor? Qual é sua equação característica?
Lab. Eletrônica: Oscilador senoidal usando amplificador operacional
Lab. Eletrônica: Oscilador senoidal usando amplificador operacional Prof. Marcos Augusto Stemmer 27 de abril de 206 Introdução teórica: Fasores Circuitos contendo capacitores ou indutores são resolvidos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA III EXERCÍCIO ESCOLAR (1) (A) Como se chama o fenômeno que ocorre quando
3. MULTIVIBRADORES E PROJETOS DE TEMPORIZADORES Os Multivibradores Monoestáveis, Astáveis e Biestáveis.
3. MULTIVIBRADORES E PROJETOS DE TEMPORIZADORES Intuitivamente, pode-se caracterizar os multivibradores como circuitos digitais cuja saída se alterna entre dois estados lógicos: 1 (um) e 0 (zero) ou, verdadeiro
Experiência 7 - Resposta em Frequência de Circuitos RC e RLC PARTE 1 - INTRODUÇÃO TEÓRICA
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI EPUSP PSI 3 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Experiência 7 - Resposta em Frequência de Circuitos
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC Nesse experimento você utilizará o osciloscópio como uma ferramenta para observar os sinais de tensão elétrica em um circuito contendo um resistor e um capacitor
Circuitos Elétricos I EEL420
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL420 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto circuito...2
Indução Magnética. E=N d Φ dt
Indução Magnética Se uma bobina de N espiras é colocada em uma região onde o fluxo magnético está variando, existirá uma tensão elétrica induzida na bobina, e que pode ser calculada com o auxílio da Lei
PROBLEMAS PROPOSTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I. Universidade de Mogi das Cruzes - Engenharia Elétrica. Professor José Roberto Marques
PROBLEMAS PROPOSTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I Universidade de Mogi das Cruzes - Engenharia Elétrica Professor José Roberto Marques 1-a Um agricultor precisa levar energia elétrica da estrada vicinal na
INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA DIVISÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA APLICADA TIMER 555
ELE-59 Circuitos de Chaveamento Prof.: Alexis Fabrício Tinoco S. INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA DIVISÃO DE ENGENHARIA ELETRÔNICA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA APLICADA TIMER 555 1. OBJETIVOS: Os objetivos
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
1. OBJETIVO Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
Tópico 01: Estudo de circuitos em CC com Capacitor e Indutor Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo
Disciplina Eletrotécnica Tópico 01: Estudo de circuitos em CC com Capacitor e Indutor Profa.: Ana Vitória de Almeida Macêdo Capacitor São dispositivos cuja finalidade é armazenar cargas elétricas em suas
EXPERIÊNCIA 08 CIRCUITOS COM AMPLIFICADORES OPERACIONAIS ELABORAÇÃO: PROFS ARIANA S. e VITOR N.
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS EXPERIÊNCIA 08 CIRCUITOS COM AMPLIFICADORES
Estudo do Capacitor em Corrente Contínua
Unidade 4 Estudo do Capacitor em Corrente Contínua Nesta quarta unidade, você estudará alguns conceitos, características e comportamento do componente eletrônico, chamado capacitor. Objetivos da Unidade
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1. OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem
BC 1519 Circuitos Elétricos e Fotônica
BC 1519 Circuitos Elétricos e Fotônica Capacitor / Circuito RC Indutor / Circuito RL 2015.1 1 Capacitância Capacitor: bipolo passivo que armazena energia em seu campo elétrico Propriedade: Capacitância
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
Capítulo. Meta deste capítulo Entender o princípio de funcionamento de osciladores de relaxação.
Osciladores Capítulo de Relaxação Meta deste capítulo Entender o princípio de funcionamento de osciladores de relaxação. objetivos Entender o princípio de funcionamento de um oscilador de relaxação; Analisar
Transistor. Este dispositivo de controle de corrente recebeu o nome de transistor.
Transistor Em 1947, John Bardeen e Walter Brattain, sob a supervisão de William Shockley no AT&T Bell Labs, demonstraram que uma corrente fluindo no sentido de polaridade direta sobre uma junção semicondutora
LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I. Prof. José Roberto Marques. Experiência 1 Transitórios Elétricos de 1ª ordem (CIRCUITO RC)
LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS I Prof. José Roberto Marques Experiência 1 Transitórios Elétricos de 1ª ordem (CIRCUITO RC) Objetivos: Este primeiro experimento destina-se a demonstrar o comportamento
CAPÍTULO V I APLICAÇÕES DOS AMPLIFICADORES OPERACIONAIS
CAPÍTULO V I APLICAÇÕES DOS AMPLIFICADORES OPERACIONAIS Neste capítulo, o objetivo é o estudo das aplicações com os Amplificadores Operacionais realizando funções matemáticas. Como integração, diferenciação,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 11
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo Laplace Bode Fourier Conteúdo - Transformada de Laplace.... - Propriedades básicas da transformada de Laplace....2 - Tabela de
Física Experimental III
Física Experimental III Unidade 4: Circuitos simples em corrente alternada: Generalidades e circuitos resistivos http://www.if.ufrj.br/~fisexp3 agosto/26 Na Unidade anterior estudamos o comportamento de
Circuitos Elétricos I
Universidade Federal do ABC Eng. De Instrumentação, Automação e Robótica Circuitos Elétricos I Capacitores e Indutores Redes de Primeira Ordem Circuitos RC e RL Prof. José Azcue; Dr. Eng. 1 Capacitor O
Eletricidade Aula 09. Resistência, Indutância e Capacitância em Circuitos de Corrente Alternada
Eletricidade Aula 09 Resistência, Indutância e Capacitância em Circuitos de Corrente Alternada Tensão e corrente nos circuitos resistivos Em circuitos de corrente alternada em que só há resistores, como
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Circuitos Elétricos I EEL 420. Módulo 11
Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuitos Elétricos I EEL 420 Módulo Laplace Bode Fourier Conteúdo - Transformada de Laplace.... - Propriedades básicas da transformada de Laplace....2 - Tabela de
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7040 Circuitos Elétricos I - Laboratório AULA 05 SEGUNDA PARTE OSCILOSCÓPIO 1 INTRODUÇÃO Nas aulas anteriores de laboratório
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO ESCOLAR #3 2018_1 PARTE I (Série de Exercício) PARTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIO #6 (1) COMPUTAÇÃO ANALÓGICA - A computação analógica
Programa de engenharia biomédica
Programa de engenharia biomédica princípios de instrumentação biomédica COB 781 Conteúdo 2 - Elementos básicos de circuito e suas associações...1 2.1 - Resistores lineares e invariantes...1 2.1.1 - Curto
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Experimento 5 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores
CF360 - Resumo Experimentos Prova 2
CF360 - Resumo Experimentos Prova 2 Fabio Iareke 19 de dezembro de 2011 1 Força Magnética sobre Condutores de Corrente 1.1 Roteiro de Estudos 1. Qual é a expressão para o campo magnético
LISTA DE EXERCÍCIOS 2
LISTA DE EXERCÍCIOS 2 Esta lista trata de vários conceitos associados ao movimento harmônico forçado e/ou amortecido. Tais conceitos são abordados no capítulo 4 do livro-texto (seções 4.1 a 4.5): Moysés
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua.
Capítulo 6 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua. 6.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 6.2 Introdução
Capítulo. Meta deste capítulo Entender o princípio de funcionamento de osciladores de relaxação.
14 Oscilador Capítulo de Relaxação Meta deste capítulo Entender o princípio de funcionamento de osciladores de relaxação. objetivos Entender o princípio de funcionamento de um oscilador de relaxação; Analisar
Problema Circuito RL excitado por um escalão de tensão
PRTE III -Circuitos Dinâmicos Lineares Problema 3. - Circuito LC em regime estacionário (dc) Considere o circuito da figura 3., que representa uma rede RLC alimentada por um gerador de tensão contínua.
Descrição de Sistemas LTI por Variáveis de Estados 1
Descrição de Sistemas LTI por Variáveis de Estado Os estados de um sistema podem ser definidos como o conjunto mínimo de sinais que descrevem o comportamento dinâmico do sistema. Sendo assim, dado o valor
Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas
Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,
Experimento - Estudo de um circuito RC
Experimento - Estudo de um circuito RC. Objetivos Verificar graficamente a validade da equação desenvolvida para carga e descarga de um capacitor. Determinar a constante de tempo de um circuito RC nas
Resposta de circuitos RLC
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE DEPARTAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
EXPERIÊNCIA 10 MODELOS DE INDUTORES E CAPACITORES. No. USP Nome Nota Bancada RELATÓRIO
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212- LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º Semestre de 2016 EXPERIÊNCIA 10 MODELOS
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Princípios de Instrumentação Biomédica. Módulo 6
Universidade Federal do Rio de Janeiro Princípios de Instrumentação Biomédica Módulo 6 Steinmetz Tesla Hertz Westinghouse Conteúdo 6 - Análise de Regime Permanente Senoidal...1 6.1 - Números complexos...1
Representação de Fourier para Sinais 1
Representação de Fourier para Sinais A representação de Fourier para sinais é realizada através da soma ponderada de funções senoidais complexas. Se este sinal for aplicado a um sistema LTI, a saída do
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores estudamos
*Circuitos propostos para a aula prática
Técnicas Digitais para Computação Laboratório: AP03 Turma: A Nomes: Miller Biazus 187984 Raphael de Leon Ferreira Lupchinski 191942 INTRODUÇÃO No laboratório 3 foram propostas algumas atividades, como:
APLICAÇÕES NÃO LINEARES COM AMPLIFICADOR OPERACIONAL
APLICAÇÕES NÃO LINEARES COM AMPLIFICADOR OPERACIONAL Apresentação de circuitos não - lineares Saída função não linear do sinal de entrada Larga utilização prática dos circuitos Utilização de elementos
APLICAÇÕES DOS AMPLIFICADORES OPERACIONAIS
APLICAÇÕES DOS AMPLIFICADORES OPERACIONAIS Neste capítulo, o objetivo é o estudo das aplicações com os Amplificadores Operacionais realizando funções matemáticas. Como integração, diferenciação, logaritmo
Capacitores. Prof. Carlos T. Matsumi
Circuitos Elétricos II Prof. Carlos T. Matsumi 1 Conhecidos também como condensadores; São componentes que acumulam carga elétricas; Podem ser: Circuitos Elétricos II Polarizados (ex. capacitor eletrolítico)
Experiência 10: REDES DE SEGUNDA ORDEM
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Edição 2018 Elisabete Galeazzo e Leopoldo
Cap.6. Conversores CC CA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO NOTAS DE AULA TE05107 Eletrônica de Potência Prof. Petrônio Vieira Junior Cap.6. Conversores CC CA ÍNDICE
Circuito RLC série FAP
Circuito RLC série Vamos considerar um circuito com um indutor puro e um capacitor puro ligados em série, em que o capacitor está carregado no instante t. Como inicialmente o capacitor está com a carga
Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada
Cap. 31 Oscilações Eletromagnéticas e Corrente Alternada Copyright 31-1 Oscilações Eletromagnéticas Oito estágios em um ciclo de oscilação de um circuito LC sem resistência. Os histogramas mostram a energia
Resposta em Frequência. Guilherme Penello Temporão Junho 2016
Resposta em Frequência Guilherme Penello Temporão Junho 2016 1. Preparatório parte 1: teoria Experiência 9 Resposta em Frequência Considere inicialmente os circuitos RC e RL da figura abaixo. Suponha que
Lab.05 Capacitor em Regime DC e AC
Lab.05 Capacitor em Regime DC e AC. Capacitor em regime DC (corrente contínua) OBJETIVOS Verificar experimentalmente o carregamento e o descarregamento de um capacitor utilizando tensão DC. TEORIA Ao aplicarmos
