Semana Kaizen Redução de Setup

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Semana Kaizen Redução de Setup"

Transcrição

1 2010 Semana Kaizen Redução de Setup Sumário Nenhuma entrada de sumário foi encontrada. Rafael Andrade / Samuel Amate /Edson Ap. Lanmar Ind. Met. Ltda 8/2/2010 a 12/02/2010

2 Conteúdo Escopo de Projeto...4 1) Definição do Problema:...4 A) Por que o time foi autorizado a trabalhar neste fluxo de valor?...4 B) Quais são os fatores existentes no fluxo de valor que está sendo trabalhado?...4 2) FATORES ESTRATÉGICOS E OBJETIVOS DA EMPRESA:...5 A) Reduzir Setup em 40% e maximizar a utilização do equipamento bem como o melhor aproveitamento da mão-de-obra, reduzir movimentação, etc ) Membros do time:...5 4) FORMULÁRIOS PARA A SEMANA KAIZEN:...5 A) Anexo B - Formulário para análise de setup;...5 B) Anexo C - Formulário 5 W ) ATRIBUIÇÃO DO LÍDER DE KAIZEN:...5 6) ATRIBUIÇÃO DOS MEMBROS DO KAIZEN:...6 7) ALGUMAS PERGUNTAS:...6 8) AGENDA DA SEMANA KAIZEN:...6 A) Anexo A...6 9) GRÁFICO DE SETUP: ) HISTÓRICO DE PROBLEMAS ) INDICADORES...9 A) Dispositivos:...9 B) Ferramentas:...9 C) Outros: ) FILMAGEM DE SETUP ) FOLHA DE PROPOSTAS DA CÉLULA A) Espaço dedicado para propostas de alteração de fluxo, combinação de local de trabalho e tarefas retiradas da célula B) No encerramento da Semana Kaizen de Redução de Setup, o time deverá relatar a nova sistemática de trabalho para as tarefas da célula bem como as tarefas que poder ser feitas e combinadas em outro local de trabalho C) Os formulários de análise de setup e 5W utilizados no evento devem estar anexados junto com a folha de propostas da célula

3 D) Para cada tarefa numerada no formulário de analise de setup e 5W (ver anexo..), cada tarefa deverá passar pelo mesmo processo de analise, ou seja, é através desta sistemática que avaliaremos a nova proposta de trabalho E) Todo setor envolvido no Kaizen de redução de setup deverá apresentar um PLANO DE AÇÃO no prazo de 30 dias após o término do evento F) Os departamentos envolvidos deverão nomear um responsável pelo plano de ação ) Com investimentos: A) Como serão acondicionadas as ferramentas? B) Dispositivos: C) Instrumentos de medição: ) Sem investimentos:... 13

4 Escopo de Projeto Nome do Projeto: Semana Kaizen Redução de Setup Data da realização do projeto: 08 a 12 de fevereiro 1) Definição do Problema: A) Por que o time foi autorizado a trabalhar neste fluxo de valor? Identificar as causas dos desperdícios e resolve-las; Eliminar os desperdícios relacionados ao fluxo de trabalho da célula; Reduzir o tempo de preparação e montagem do equipamento; Maximizar a utilização do equipamento. B) Quais são os fatores existentes no fluxo de valor que estão sendo trabalhados? Instrumentos de medição; Devolver instrumentos de medição; Movimentação das peças; Busca de ferramentas; Busca de dispositivos; Devolução dos dispositivos; Plano de controle; Desmembramento das folhas Seqüência das bandeirinhas Identificar cotas nos planos Medir raio Conferência de ferramentas; Limpeza das maquinas; Análise e correção de processo; Apontamento de produção; Levar peça para a brocha;

5 Reuniões diárias; Retrabalho de dispositivos; Indicadores de produção; Melhorias de dispositivos do 4º eixo; Comprimento das ferramentas que são cortadas na erosão; O processo de fabricação segue o fluxo correto? O processo de inspeção segue o fluxo correto? Todos os departamentos envolvidos tem check-list de montagem ou preparação? Quem monitora os departamentos? 2) FATORES ESTRATÉGICOS E OBJETIVOS DA EMPRESA: A) Reduzir Setup em 40% e maximizar a utilização do equipamento bem como o melhor aproveitamento da mão-de-obra, reduzir movimentação, etc. 3) Membros do time: Maurício, Rubens, Valdinei, Eduardo, Marcelo, Eliton, Vanessa, Fabiano, Weslem e Guto; Líder do time: Gustavo; Suporte: Toninho, Valdomiro e Gustavo (T.I); Lideres do Kaizen: Samuel, Edson e Rafael. 4) FORMULÁRIOS PARA A SEMANA KAIZEN: A) Anexo B - Formulário para análise de setup; B) Anexo C - Formulário 5 W. 5) ATRIBUIÇÃO DO LÍDER DE KAIZEN: Relatar as tarefas; Coletar os tempos das tarefas; Incentivar os operadores a pensarem no fluxo; Avaliar as atividades internas e externas; Auxiliar o time a converter as atividades internas em externas; Ajuda o time a encontrar a solução para os problemas;

6 Assegurar que os objetivos sejam alcançados. 6) ATRIBUIÇÃO DOS MEMBROS DO KAIZEN: Respeitar a decisão do time; Respeitar e cooperar com o líder do kaizen; Trabalhar em equipe; Ajuda a avaliar as necessidades internas e externas; Trabalhar em conjunto com o time para converter as atividades internas em externas; Em conjunto com o time, pensa na solução de problemas; Trabalha para que os objetivos sejam cumpridos. 7) ALGUMAS PERGUNTAS: Quais são as limitações humanas? É possível antecipar o planejamento? Quem avalia as atividades individuais? Ex.: Trazer ferramenta, verificar altura da ferramenta, montagem e preparação da máquina, etc. É possível combinar local de trabalho? EX.: que departamento pode apertar o parafuso antes? É possível padronizar as ferramentas adicionais? Ex.: todas as brocas helicoidais Ø 4,2mm serão colocadas no pocket de 16, etc. É possível melhorar o programa? Ex.: aproximação do eixo Y em M0 e M30. 8) AGENDA DA SEMANA KAIZEN: A) Anexo A 5w_FORM_SETUP(desperdício) form.xls

7 9) GRÁFICO DE SETUP: MAQ. 406 MAQ. 427 MAQ. 428 MAQ. 508 Ciclo de setup 1pç

8 10) HISTÓRICO DE PROBLEMAS Figura 1 - Pareto: percentual acumulado de paradas Figura 2: Pareto: Qtde de paradas acumuladas

9 11) INDICADORES Com base nos indicadores de entrega, qualidade e custo, foram levantados os principais problemas que ocasionaram a parada de célula. A intenção do kaizen é trabalhar na redução das principais causas que fazem a célula parar tendo foco nos levantamentos realizados pelos indicadores conforme a figura 1 e 2. A) Dispositivos: Abrindo furo de alívio; Retrabalhando perfil do dispositivo; Retrabalhando furo poka-yoke do dispositivo; Pegar parafusos m8 x 50; Tornear pino que estava com diâmetro maior; Acrescentar pino no dispositivo, B) Ferramentas: Ferramenta circular fora de centro; Altura de ferramenta; Ângulo de afiação errado; Ferramenta curta; Qualidade da ferramenta; Fresa montada com raio menor; Aguardando ferramenta; Trocar ferramenta, furo menor; Montagem do Fic errado. C) Outros: Medindo altura da peça; Pegar instrumentos de medição; Medir 1ª peça; Conferir programa que foi modificado; Conferir inspeção 3D.

10 12) FILMAGEM DE SETUP Explique o propósito aos operadores Mantenha toda a área de Setup sob visão, cada detalhe das tarefas deve estar visível Mantenha a câmera na Célula (não siga o operador) Incluir as atividades que o operador realiza longe das câmeras O operador deve prover verbalmente atualizações às atividades Mantenha o relógio da câmera visível e o som ligado Comece com as 2-3 últimas peças do lote anterior e continue até as 3-4 peças do novo lote Se a gravação for interrompida por qualquer razão, anote a duração, a razão e as atividades de Setup executadas naquele período LUMINOSO DE SETUP: Assim que a filmagem for iniciada, ligar o luminoso de setup

11 OBS.: ESPAÇO PARA ANOTAR BRAINSTORMING

12 13) FOLHA DE PROPOSTAS DA CÉLULA A) Espaço dedicado para propostas de alteração de fluxo, combinação de local de trabalho e tarefas retiradas da célula. B) No encerramento da Semana Kaizen de Redução de Setup, o time deverá relatar a nova sistemática de trabalho para as tarefas da célula bem como as tarefas que podem ser feitas e combinadas em outro local de trabalho. C) Os formulários de análise de setup e 5W utilizados no evento devem estar anexados junto com a folha de propostas da célula. D) Para cada tarefa numerada no formulário de analise de setup e 5W (ver anexo B e C), cada tarefa deverá passar pelo mesmo processo de analise, ou seja, é através desta sistemática que avaliaremos a nova proposta de trabalho. E) Todo setor envolvido no Kaizen de redução de setup deverá apresentar um PLANO DE AÇÃO no prazo de 7 dias (combinar prazo) após o término do evento. F) Os departamentos envolvidos deverão nomear um responsável pelo plano de ação. 13.1) COM INVESTIMENTOS: O investimento inicial compete em ter um estoque para as ferramentas padrão e adicionais para uso exclusivo da célula, a intenção é reduzir as paradas por quebra ou falta de ferramentas e avaliar a eficácia da ação e o impacto causado na produção. Estoque de ferramentas adicionais para o centro de usinagem; Estoque de ferramentas padrão para o centro de usinagem; Estoque de ferramentas para á fresa; Estoque de ferramentas para a bancada. A) Como serão acondicionadas as ferramentas? Armários; Estoque separado por célula; Gerenciamento visual por cartões;

13 Painel sombreado; B) Dispositivos: Desenvolver novo fornecedor de dispositivos C) Instrumentos de medição: Comprar ou consertar instrumentos já existentes: 13.2) SEM INVESTIMENTOS: Para a realização da semana Kaizen de redução de setup foram levados em consideração a redução de setup com e sem investimentos. A segunda análise cabe a movimentação da semana em relatar o que pode ser retirado da célula e o que pode ser mantido. TAREFA COMBINAR LOCAL RETIRAR TAREFA DA CÉLULA TOTAL DE TAREFAS TOTAL DE TAREFAS COMBINADAS TOTAL DE TAREFAS RETIRADAS Ass.: Samuel Amate Ass.: Edson Ap. Silva Ass.: Rafael Andrade

14 Foco no Kaizen No sistema lean não interessa atingir somente os resultados. Interessa o processo pelo qual o resultado será atingido. O lider lean não deve dar a solução (o que tiraria a responsabilidade dos responsáveis pelo processo) nem deixar que eles resolvam como quiserem. Junto com os responsáveis, deve ir ao gemba (local de trabalho) para fazer perguntas até estar convencido que o responsável pelo processo cientificamente (PDCA, identificando o problema e causas, envolvendo as pessoas certas etc) tem uma boa proposta de como atingir os objetivos. E se não forem alcançados, há uma base cientifica (as hipóteses) para aprender, ver o que deu certo ou errado. Processos cientificamente melhorados são tão importantes quanto os resultados alcançados. Resultados alcançados aleatoriamente não são sustentáveis. E o processo de formar pessoas e gerar aprendizado enquanto se melhora os processos e atingem-se resultados é na verdade o objetivo mais importante. Bom evento a todos.

Resultados da Semana Kaizen De Redução de Setup

Resultados da Semana Kaizen De Redução de Setup Resultados da Semana Kaizen De Redução de Setup 2010 Rafael Andrade / Samuel Amate /Edson Ap. Lanmar Ind. Met. Ltda 8/2/2010 a 12/02/2010 Conteúdo INTRODUÇÃO... 3 EQUIPE... 4 DEFINIÇÃO DO PROBLEMA... 5

Leia mais

MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS

MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS MANUFATURA ENXUTA NA CONFECÇÃO DE MOLDES E FERRAMENTAS AGENDA Apresentação da Empresa 2BLean Tempo de desenvolvimento de um Molde de Injeção O que é Lean Aplicações Desperdícios SMED para reduzir o tempo

Leia mais

Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2

Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2 Departamento de Gestão e Economia - DAGEE Ferramentas de gestão da Qualidade parte 2 Prof. Francisco R. Lima Jr. [email protected] Roteiro da aula Mais algumas ferramentas da qualidade: Poka

Leia mais

Módulo 2. 3) Exemplo: fábrica de parafusos 3.1) Exemplo: os custos da qualidade na fábrica de parafusos

Módulo 2. 3) Exemplo: fábrica de parafusos 3.1) Exemplo: os custos da qualidade na fábrica de parafusos Módulo 2 3) Exemplo: fábrica de parafusos 3.1) Exemplo: os custos da qualidade na fábrica de parafusos 1 3) Fabricação de parafusos Parafusos sextavados com porcas e arruelas As dimensões básicas do parafuso

Leia mais

Introdução às ferramentas Lean

Introdução às ferramentas Lean Introdução às ferramentas Lean 1 Ferramentas Lean Manutenção Produtiva Total Mapa de Fluxo de Valor Redução de Setup Diagrama de Espaguete 5 S Fluxo Contínuo Produção Puxada Trabalho Padronizado 2 1 Ferramentas

Leia mais

Qualquer anormalidade detectada no processamento pode ser classificada

Qualquer anormalidade detectada no processamento pode ser classificada O Movimento ZD no Japão Começou com a disseminação massiva de métodos de CEQ (Deming e Juran) em todos os níveis hierárquicos - baseado em amostragens - pressupõe nível aceitável de defeitos A Detecção

Leia mais

TÍTULO: O CICLO PDCA IMPLANTADO NA REDUÇÃO DE TROCA DE FUSO ESFÉRICO DE UM CENTRO DE USINAGEM CNC HORIZONTAL

TÍTULO: O CICLO PDCA IMPLANTADO NA REDUÇÃO DE TROCA DE FUSO ESFÉRICO DE UM CENTRO DE USINAGEM CNC HORIZONTAL 16 TÍTULO: O CICLO PDCA IMPLANTADO NA REDUÇÃO DE TROCA DE FUSO ESFÉRICO DE UM CENTRO DE USINAGEM CNC HORIZONTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE

Leia mais

Lean Manufacturing. 1. Tema. 2. Subtema. 3. Categoria de serviço. 4. Tipo de serviço / instrumento. 5. Modalidade. 6. Público alvo. 7.

Lean Manufacturing. 1. Tema. 2. Subtema. 3. Categoria de serviço. 4. Tipo de serviço / instrumento. 5. Modalidade. 6. Público alvo. 7. Lean Manufacturing 1. Tema Produção e qualidade 2. Subtema Mapeamento e melhoria de processos 3. Categoria de serviço Acesso a Serviços de Terceiros 4. Tipo de serviço / instrumento Consultoria tecnológica

Leia mais

Questões de Provas Antigas (P2)

Questões de Provas Antigas (P2) Questões de Provas Antigas (P2) CNC (1-15) ROBÓTICA (16-18) TECNOLOGIA DE GRUPO (19-23) CNC Questão 1 (P2 214.1 B1) Explique em poucas palavras como um software de CAM poderia ser usado para aproveitar

Leia mais

Apostila de Treinamento UNIDADE IV KANBAN

Apostila de Treinamento UNIDADE IV KANBAN Apostila de Treinamento UNIDADE IV ABRIL DE 2018 HISTÓRIA DO PRATICANDO CÁLCULO EXERCÍCIO UNIDADE 4 TREINAMENTO HISTÓRIA DO COMO SURGIU O Como lidar com esses problemas? (Taiichi Ohno) Compra somente o

Leia mais

DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN TRF / SMED. Prof a Carla R. Pereira

DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN TRF / SMED. Prof a Carla R. Pereira DEPS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS SISTEMAS DE PRODUÇÃO LEAN TRF / SMED Prof a Carla R. Pereira FOCO NOS EQUIPAMENTOS Foco nos equipam entos Redução de setup Prevenção de falhas nas

Leia mais

Sem fronteiras para o conhecimento. Programa Formação Especialista Lean Manufacturing

Sem fronteiras para o conhecimento. Programa Formação Especialista Lean Manufacturing 1 Sem fronteiras para o conhecimento Programa Formação Especialista Lean Manufacturing Seja um Especialista Lean O Lean Manufacturing é uma filosofia de gestão que busca reduzir desperdícios enquanto aumenta

Leia mais

PPCP. Sistemas de PCP no Chão de Fábrica. Prof. Nilton Ferruzzi. Prof. Nilton Ferruzzi 1

PPCP. Sistemas de PCP no Chão de Fábrica. Prof. Nilton Ferruzzi. Prof. Nilton Ferruzzi 1 PPCP Sistemas de PCP no Chão de Fábrica Prof. Nilton Ferruzzi Prof. Nilton Ferruzzi 1 Sistemas que podem ser utilizados simultaneamente (ou não) * Just in time * MRP * OPT (Optimized Product Technology)

Leia mais

Módulo 5 SMED - Troca rápida de ferramentas RCM Manutenção centrada na confiabilidade

Módulo 5 SMED - Troca rápida de ferramentas RCM Manutenção centrada na confiabilidade Módulo 5 SMED - Troca rápida de ferramentas RCM Manutenção centrada na confiabilidade SMED - Definições SMED (Single minute exchange of die) = Troca rápida de ferramenta, método revolucionário de redução

Leia mais

Apostila de Treinamento UNIDADE III VSM - MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR

Apostila de Treinamento UNIDADE III VSM - MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Apostila de Treinamento UNIDADE III VSM - MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR JUNHO DE 2018 UNIDADE III VSM MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR CARACTERÍSTICAS DO PROCESSO CICLO DE MELHORIA MAPEAMENTO DE PROCESSOS VIA

Leia mais

PME 3463 Introdução à Qualidade - T4. Produção Enxuta Grupo - 04

PME 3463 Introdução à Qualidade - T4. Produção Enxuta Grupo - 04 Introdução à Qualidade - T4 Produção Enxuta Grupo - 04 Roteiro da Apresentação 1. Definição 2. Fundamentos 3. Mapeamento da Cadeia de Valor 4. Heijunka 5. KanBan 6. Poka-Yoke 7. Evento Kaizen 8. Gestão

Leia mais

Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3

Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3 Módulo 7 Estrutura da norma ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos Requisitos 8.1, 8.2 e 8.3 Estrutura da norma Sistema de Gestão da Qualidade 4 C L I E N R E Q U I S 5 Responsabilidade

Leia mais

O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping

O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping O aumento da produtividade com o uso do Value Stream Mapping Por Rodrigo Valillo Pensar Lean pode significar um aumento da capacidade produtiva, fazendo com que a necessidade de se investir em novos equipamentos

Leia mais

Clovis Alvarenga-Netto

Clovis Alvarenga-Netto Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Materiais e processos de produção IV Maio/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 10 Planejamento, programação e controle da produção e estoques

Leia mais

Case de Logística Interna: Indústria Metalmecânica ALUMASS

Case de Logística Interna: Indústria Metalmecânica ALUMASS ALUMASS ALUMASS Localização: Massaranbuda SC Segmento industrial: Fundição Clientes: Termotécnica, WEG, GTMS, Indumak, Siemsen, Belmec Número de Funcionários: 20 no administrativo e 60 na fábrica Produção

Leia mais

PROGRAMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL JIT JUST-IN-TIME PROCESSOS OPERACIONAIS.

PROGRAMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL JIT JUST-IN-TIME PROCESSOS OPERACIONAIS. PROCESSOS OPERACIONAIS JIT JUST-IN-TIME O sistema Just in time, denominado JIT, foi desenvolvido no início da década de 50 na Toyota Motors Company, no Japão, como método para aumentar a produtividade,

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA IF SUDESTE MG REITORIA Av. Francisco Bernardino, 165 4º andar Centro 36.013-100 Juiz de Fora MG Telefax: (32) 3257-4100 ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA O sorteio do tema da prova discursiva ocorrerá

Leia mais

Manual do Proprietário

Manual do Proprietário Manual do Proprietário Refilador NEW PLUS Mesa de apoio opcional Fone: () 9-800 Uberlândia/MG O Refilador New Plus é uma máquina 00% nacional elaborada e desenvolvida pela Verry Máquinas com o objetivo

Leia mais

CNC Comando Numérico Computadorizado

CNC Comando Numérico Computadorizado CNC Comando Numérico Computadorizado 1 - Histórico Busca de melhoria ao produto, aliado ao desenvolvimento dos computadores. Principal fator: 2ª Guerra Mundial produção em massa (a guerra consumia tudo,

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE POKA YOKE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE POKA YOKE FERRAMENTAS DA QUALIDADE POKA YOKE 1 Definição O termo Poka Yoke significa À PROVA DE ERROS ; trata-se de um método que busca eliminar os defeitos causados por falhas ou erros humanos. 2 Definição 3 Objetivos

Leia mais

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud Just in Time e anban Prof.ª Rosana Abbud Just in Time Just in Time SURGIMENTO Japão Década de 70 Toyota Motor CONCEITO Administração Qualidade Organização Cada processo deve ser abastecido com os itens

Leia mais

Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho

Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho Unidade II SISTEMA DE QUALIDADE Prof. Linduarte Vieira da Silva Filho Sistemas e Ferramentas de Gestão da Qualidade Estudaremos neste módulo técnicas e metodologias trabalhadas na área da administração

Leia mais

POLÍTICA DE VIDROS E PLÁSTICOS DUROS

POLÍTICA DE VIDROS E PLÁSTICOS DUROS 1- Objetivo Definir as orientações necessárias para evitar a contaminação dos produtos por vidros, plásticos duros e qualquer material quebrável que possam quebrar na área de produção e armazenamento.

Leia mais

Sem fronteiras para o conhecimento. Treinamento de Black Belts em Lean Seis Sigma

Sem fronteiras para o conhecimento. Treinamento de Black Belts em Lean Seis Sigma 1 Sem fronteiras para o conhecimento Treinamento de Black Belts em Lean Seis Sigma Lean Seis Sigma Definição Estratégia de negócios que busca resultados pela redução drástica da variabilidade dos processos.

Leia mais

NEM TODA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE MÁQUINA É MELHORIA

NEM TODA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE MÁQUINA É MELHORIA Faculdade Ietec Pós-graduação Engenharia de Processos - Turma 26 16 de outubro de 2016 NEM TODA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE MÁQUINA É MELHORIA Fernando Henrique de Oliveira [email protected] RESUMO

Leia mais

Balanceamento e Padronização de Processos

Balanceamento e Padronização de Processos Balanceamento e Padronização de Processos 1 SUMÁRIO PADRONIZAÇÃO Por que Padronizar? Metodologia para Padronização Exemplos de Padronização BALANCEAMENTO DE CARGA DE TRABALHO Passo a Passo para Balanceamento

Leia mais

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 1

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 1 8 3 oluna omando UNIFEI EME5 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento N 1 Porta Ferramenta Porta ula 7 Prof. José Hamilton haves Gorgulho Júnior ase Mesa POWER LOK OPTIONL LIGHT VIDEO 5 1 RPID TRVEL EMERGENY

Leia mais

Teste Avaliação. UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica. Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.)

Teste Avaliação. UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica. Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.) Teste Avaliação UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica Nome formando: Data: / / Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.) Classifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações: 1 - Os desenhos

Leia mais

Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600

Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600 Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600 Figura 1: VISTA DA AFIADEIRA ASC-600 COM DISPOSTIVO DE AFIAR CORRENTE (IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA) Advertência: Não execute

Leia mais

Canteadeira Blocadeira Vincadeira

Canteadeira Blocadeira Vincadeira Canteadeira Blocadeira Vincadeira CTA 30 CVB Guia de Operação MTB 500 Introdução Esse manual deve facilitar o conhecimento da máquina para sua operação. O manual contém importantes recomendações de segurança

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL. Novas Abordagens da Administração Soluções Emergentes - Parte 4. Prof. Fábio Arruda

ADMINISTRAÇÃO GERAL. Novas Abordagens da Administração Soluções Emergentes - Parte 4. Prof. Fábio Arruda ADMINISTRAÇÃO GERAL Soluções Emergentes - Parte 4 Prof. Fábio Arruda ***Just In Time é um sistema de administração da produçãoque determina que tudo deve ser produzido, transportado ou comprado na hora

Leia mais

Transformação Lean Através de Kaizens

Transformação Lean Através de Kaizens Transformação Lean Através de Kaizens A Revitalização do Sistema Marcopolo de Produção Solidária - SIMPS - Alex Etevaldo da Silva 13/09/2017 Alex Etevaldo da Silva Engenheiro Mecânico, MBA em Gestão de

Leia mais

1/2" Figura Tipos de seta

1/2 Figura Tipos de seta Desenho de Máquinas 6/01 1.10 Cotagem A cotagem e a escolhas das vistas que irão compor um desenho, são os dois itens que mais exigem conhecimentos e experiência do engenheiro mecânico na área do Desenho

Leia mais

Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600

Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600 Manual de Instruções Afiadeira de Serra, Corrente e Fresa (Opcional) ASC-600 Figura 1: VISTA DA AFIADEIRA ASC-600 COM DISPOSTIVO DE AFIAR CORRENTE (IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA) Advertência: Não execute

Leia mais

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 5

EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 5 Ciclos de Furação UNIFEI EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 5 Aula 12a Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Comandos que automatizam uma série de movimentos, simplificando a programação

Leia mais

PRECISÃO E ERROS DE USINAGEM

PRECISÃO E ERROS DE USINAGEM Qualidade de um produto Parâmetros geométricos (dimensão, forma, acabamento superficial, etc.), Parâmetros físicos (condutividade elétrica, térmica e magnética, etc.), Parâmetros químicos (resistência

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Aula 09 Prof. Ewerton Monti Objetivo principal das empresas: Satisfação das necessidades das pessoas. Incluindo consumidores, empregados, acionistas, sociedade, fornecedores

Leia mais

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud

Just in Time e Kanban. Prof.ª Rosana Abbud Just in Time e anban Prof.ª Rosana Abbud Just in Time Just in Time SURGIMENTO Japão Década de 70 Toyota Motor CONCEITO Administração Qualidade Organização Cada processo deve ser abastecido com os itens

Leia mais

Preparativos Antes da Montagem

Preparativos Antes da Montagem Preparativos Antes da Montagem Manter o local da montagem seco e livre de poeira. Observar a limpeza do eixo, alojamento e das ferramentas. Organizar a área de trabalho. Selecionar as ferramentas adequadas

Leia mais

Gestão da produção na Manufatura Avançada. Análise de perdas, falhas e causas. Supervisão e monitoração da produção

Gestão da produção na Manufatura Avançada. Análise de perdas, falhas e causas. Supervisão e monitoração da produção Análise de perdas, falhas e causas Supervisão e monitoração da produção Indicadores de desempenho OEE e TRS Gestão da produção na Manufatura Avançada O sistema MES para coleta de dados no chão de fábrica

Leia mais

TubeInspect. Garantia de qualidade e eficiência na fabricação de tubos MEÇA A VANTAGEM

TubeInspect. Garantia de qualidade e eficiência na fabricação de tubos MEÇA A VANTAGEM TubeInspect Garantia de qualidade e eficiência na fabricação de tubos MEÇA A VANTAGEM TubeInspect Garantia de qualidade e eficiência na fabricação de tubos Sistema óptico para medições de tubos A demanda

Leia mais

Mauro Osaki. Fone: Fax:

Mauro Osaki. Fone: Fax: Objetivos desta apresentação Conceito de JIT JIT, Kanban e Kaizen Aula 11 Mauro Osaki TES/ESALQ-USP Pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada Cepea/ESALQ/USP Importância do JIT Origem

Leia mais

Sistemas de Produção: Estudos de Casos

Sistemas de Produção: Estudos de Casos Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Sistemas de Produção I Prof. Dalvio Ferrari Tubino, Dr. Estudo de Caso 5 A Redução dos Lead Times Produtivos Objetivo: Este estudo de caso tem por finalidade

Leia mais

APOSTILA. Implantação do Programa 5S

APOSTILA. Implantação do Programa 5S APOSTILA Implantação do Programa 5S Apostila criada para o desenvolvimento do projeto 5S, da Universidade Federal do Pampa, tendo como objetivo auxiliar na aplicação da ferramenta nos laboratórios e demais

Leia mais

Guia-Biseladoras montagem externa

Guia-Biseladoras montagem externa Guia-Biseladoras montagem externa -Óculos de proteção extremamente necessário. Equipamento principal é composto de um anel estacionário e outro rotativo e não são necessários ajustes umas vez já estarem

Leia mais

SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO. Prof. Fabiano da Veiga

SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO. Prof. Fabiano da Veiga SISTEMA LEAN DE PRODUÇÃO Prof. Fabiano da Veiga NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Produção artesanal NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Produção em massa (Taylorismo) NASCIMENTO DA PRODUÇÃO LEAN Sistema Ford SISTEMA

Leia mais

Conjuntos mecânicos IV

Conjuntos mecânicos IV Conjuntos mecânicos IV A UU L AL A Do conceito das aulas estudadas em Elementos de Máquina, o pessoal que estava sendo treinado numa empresa achou que o curso só estaria completo se fosse estudado mais

Leia mais

Acesse:

Acesse: Roda, roda, gira... Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Você já parou para pensar em quanto sua vida depende de parafusos, pinos, rebites e da qualidade das montagens dos muitos conjuntos mecânicos que

Leia mais

Caderno de Exercícios Aluno Comando Siemens. Índice

Caderno de Exercícios Aluno Comando Siemens. Índice Índice Relação das Ferramentas no Magazine da Máquina... 3 Exercício de Programação Fresamento CNC 01... 4 Exercício de Programação Fresamento CNC 02... 6 Exercício de Programação Fresamento CNC 03...

Leia mais

04 Parte III - Planejamento e Controle

04 Parte III - Planejamento e Controle 04 Parte III - Planejamento e Controle Recursos a serem Transformados Materiais Informações Consumidores Ambiente Estratégia da produção Objetivos estratégicos da produção Papel e posição competitiva da

Leia mais

Manufatura Assistida por Computador

Manufatura Assistida por Computador Manufatura Assistida por Computador Programação CNC Aula 2 Prof. Associado Mário Luiz Tronco Avanço Rápido, com a maior velocidade fornecida pela máquina Avanço Rápido,

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA TELHAS CERÂMICAS E TELHAS DE CONCRETO

REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA TELHAS CERÂMICAS E TELHAS DE CONCRETO REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE PARA TELHAS CERÂMICAS E TELHAS DE CONCRETO 1. OBJETIVO Estabelecer as condições em que devem ser comercializados os produtos Telhas Cerâmicas e Telhas de Concreto para

Leia mais

Cotagem Abnt NBR 10126

Cotagem Abnt NBR 10126 Capítulo 06 Cotagem Abnt NBR 10126 O objetivo da norma NBR 10126 é fixar os princípios gerais de cotagem a serem aplicados em todos os desenhos técnicos. Aplicação Toda cotagem necessária para descrever

Leia mais

Braços de fixação giratórios

Braços de fixação giratórios Perguntas frequentes Perguntas frequentes Preciso fabricar meus próprios braços, quais as informações de que preciso? As informações necessárias são detalhadas nas páginas O-5 ou O-10. Recomendamos que

Leia mais

ANÁLISE DOS IMPACTOS DA TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS EM PEQUENOS LOTES DE FABRICAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO

ANÁLISE DOS IMPACTOS DA TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS EM PEQUENOS LOTES DE FABRICAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO ANÁLISE DOS IMPACTOS DA TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS EM PEQUENOS LOTES DE FABRICAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO Maicon Bittencourt de Oliveira (ICPG) [email protected] A alta competitividade do atual mercado

Leia mais

Sem fronteiras para o conhecimento. Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing

Sem fronteiras para o conhecimento. Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing 1 Sem fronteiras para o conhecimento Pacote Formação Especialista em Lean Manufacturing 2 Seja um Especialista Lean Manufacturing O pacote de Formação de Especialista em Lean Manufacturing une a filosofia

Leia mais

Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO. Prof. Me. Livaldo dos Santos

Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO. Prof. Me. Livaldo dos Santos Unidade II TÉCNICAS DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS Prof. Me. Livaldo dos Santos Objetivos Ferramentas para análise dos processos Etapas do Processo de Racionalização Outras técnicas de apoio à melhoria

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA TROCA DE FACAS EM GUILHOTINA LINEAR

PROCEDIMENTO PARA TROCA DE FACAS EM GUILHOTINA LINEAR PROCEDIMENTO PARA TROCA DE FACAS EM GUILHOTINA LINEAR 1 Passo FERRAMENTAS Separar as ferramentas para o processo. Forrar a bancada a ser utilizada. 2 Passo INSUMOS E MATERIAIS Preparar materiais e insumos

Leia mais

Medições e erros. Organização das informações. Erros Resultado Físico ou Químico

Medições e erros. Organização das informações. Erros Resultado Físico ou Químico Medições e erros O que se pretende com essa aula, é dar ao aluno a oportunidade de compreender como se fazem as leituras em instrumentos de medição e quais os erros inerentes aos instrumentos e aos métodos

Leia mais

NBR 7170/1983. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria

NBR 7170/1983. Tijolo maciço cerâmico para alvenaria NBR 7170/1983 Tijolo maciço cerâmico para alvenaria OBJETIVO: Fixar condições no recebimento de tijolos maciços cerâmicos destinados a obras de alvenaria, com ou sem revestimento; DEFINIÇÕES: 1. Tijolo

Leia mais

Processo Organizacional

Processo Organizacional Processo Organizacional Controle Controlar significa garantir que aquilo que foi planejado seja bem executado e que os objetivos estabelecidos sejam alcançados adequadamente. Monitoramento está presente

Leia mais

Preparativos Antes da Montagem

Preparativos Antes da Montagem Preparativos Antes da Montagem Manter o local da montagem seco e livre de poeira. Observar a limpeza do eixo, alojamento e das ferramentas. Organizar a área de trabalho. Selecionar as ferramentas adequadas

Leia mais

Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora).

Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora). 5453 - Manutenção Produtiva Total - A Bíblia do TPM Plano de Aula - 36 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Fundamentos do TPM 1. Origem...26 2. Conceitos...28 3. Etapas de Implantação... 31 4.

Leia mais

HASTE PROXIMAL FEMORAL TÉCNICA CIRÚRGICA

HASTE PROXIMAL FEMORAL TÉCNICA CIRÚRGICA TÉCNICA CIRÚRGICA TÉCNICA CIRÚRGICA PFN Obs.: A técnica deve ser aplicada com o auxílio do intensificador de imagens. DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO E POSICIONAMENTO DA HASTE Coloque o Gabarito Visual sobre

Leia mais

APOSTILA Implantação do Programa 5S

APOSTILA Implantação do Programa 5S APOSTILA Implantação do Programa 5S Apostila criada para o desenvolvimento do projeto 5S, da Universidade Federal do Pampa, tendo como objetivo auxiliar na aplicação da ferramenta nos laboratórios e demais

Leia mais

Cotagem é a indicação das medidas da peça em seu desenho conf. a norma NBR Para a cotagem de um desenho são necessários três elementos:

Cotagem é a indicação das medidas da peça em seu desenho conf. a norma NBR Para a cotagem de um desenho são necessários três elementos: Cotagem Cotagem é a indicação das medidas da peça em seu desenho conf. a norma NBR 10126. Para a cotagem de um desenho são necessários três elementos: Linhas de cota são linhas contínuas estreitas, com

Leia mais

Sistema NEWPROD. Competitividade Adaptabilidade Escalabilidade Aderência

Sistema NEWPROD. Competitividade Adaptabilidade Escalabilidade Aderência Sistema NEWPROD Competitividade Adaptabilidade Escalabilidade Aderência Competitividade Nós temos que ser melhores que as outras Empresas Este é o conceito para os próximos anos Medir NEWPROD Somente pode

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Declaração de Conflitos de Interesse Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Ferramentas Avançadas de Gestão e Melhoria dos Processos Lean Cláudio Pereira Diretor Regional NKB RJ Lean Agenda Breve introdução

Leia mais

Conjuntos mecânicos III

Conjuntos mecânicos III Conjuntos mecânicos III A UU L AL A Desenho de componente é o desenho de uma peça isolada que compõe um conjunto mecânico. Introdução Desenho de detalhe é o desenho de um elemento, de uma parte de um elemento,

Leia mais

Manual Placa Expansão PE v2.0 Copyright 2011 VW Soluções

Manual Placa Expansão PE v2.0  Copyright 2011 VW Soluções Apresentação A placa de expansão PE.v2.0 tem como objetivo aumentar as I/Os do CLP PIC40 ou CLP PIC28 de acordo com a necessidade do cliente. A placa de expansão pode ter no máximo 8 I/O, ou seja, até

Leia mais

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO APLICAÇÃO DE CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO PARA MELHORIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO Dalila Regina Fernandes 1, Sérgio Augusto Rodrigues 2 1 Discente do curso de Produção Industrial

Leia mais

Gestão de Processos Introdução Aula 1. Professor: Osmar A. Machado

Gestão de Processos Introdução Aula 1. Professor: Osmar A. Machado Gestão de Processos Introdução Aula 1 Professor: Osmar A. Machado Algumas definições de processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo. Não existe um produto ou serviço

Leia mais

Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11)

Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) 419 HE400 HB400, HD400 VB400, VF600 HF600, HF750 HS600, HS750 pcionais e Acessórios Projetores de Perfil demandam pouco tempo, baixo custo operacional e a solução ideal para medição de peças sem contato.

Leia mais

ISO 9001: Abordagem de processo

ISO 9001: Abordagem de processo ISO 9001:2008 0.2. Abordagem de processo Apesar dos requisitos da ISO 9001 propriamente ditos só começarem no item 4 da norma, o item 0.2 Abordagem de processo, é uma exigência básica para a aplicação

Leia mais

Sistema de Produção Lean Gestão da Produção

Sistema de Produção Lean Gestão da Produção UDESC/DEPS Sistema de Produção Lean Gestão da Produção Prof. Silene Seibel, Dra. [email protected] Obje6vos da Disciplina Cap 1: Compreender como a redução do lead+me impacta na lucra6vidade da empresa.

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA INDÚSTRIA DO SETOR MECÂNICO

GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA INDÚSTRIA DO SETOR MECÂNICO Evily Stéfani Ávila Moreira Luma Nicolli Igarashi Machado Tiago Loli Morales Vinícius Ferreira Silva GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA INDÚSTRIA DO SETOR MECÂNICO Centro Universitário Toledo Araçatuba 2015 Evily

Leia mais

Técnicas de Logística Enxuta [7 de 11]

Técnicas de Logística Enxuta [7 de 11] Técnicas de Logística Enxuta [7 de 11] Introdução No artigo anterior, vimos o relacionamento da seqüência de implementação de um sistema lean (estabilizar-nivelar-fluxo-puxar) com as principais técnicas

Leia mais

GRUPO 02 PINOS ELÁSTICOS LEVES DIN 7346

GRUPO 02 PINOS ELÁSTICOS LEVES DIN 7346 Diâmetro nominal 2 2,5 3 3,5 4 4,5 s 0,2 0,25 0,3 0,35 0,5 0,5 d 1 2,3 2,8 3,3 3,8 4,4 4,8 + 0,1 + 0,2 F (kn) 1,5 2,4 3,5 4,6 8 8,8 O número é o código DOBER ; o indica o peso de 0 peças (kg). Ex.: desejando

Leia mais

Válvulas L-O-X para o Isolamento da Energia Pneumática ROSS South America Ltda

Válvulas L-O-X para o Isolamento da Energia Pneumática ROSS South America Ltda Válvulas L-O-X para o Isolamento da Energia Pneumática Válvulas L-O-X para o Isolamento da Energia Pneumática Válvulas para o fechamento e exaustão do ar comprimido para intervenções de manutenção, inspeção,

Leia mais

PRODUTIVIDADE E GESTÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA

PRODUTIVIDADE E GESTÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA PRODUTIVIDADE E GESTÃO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA SEMINÁRIO PRODUTIVIDADE BRASIL OBSERVATÓRIO DA INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE/USP Renato da Fonseca Gerente Executivo de Pesquisa e Competitividade São Paulo,

Leia mais

GUIA PRÁTICO: APRENDA COMO REALIZAR A GESTÃO DE EQUIPES DE VENDAS

GUIA PRÁTICO: APRENDA COMO REALIZAR A GESTÃO DE EQUIPES DE VENDAS GUIA PRÁTICO: APRENDA COMO REALIZAR A GESTÃO DE EQUIPES DE VENDAS INTRODUÇÃO...3 PLANEJE AS ATIVIDADES DA EQUIPE...5 SEPARE A EQUIPE POR CATEGORIAS...9 PADRONIZE O PROCESSO DE VENDAS...11 REALIZE TREINAMENTOS...15

Leia mais

Manual de Instruções Destopadeira DST-350

Manual de Instruções Destopadeira DST-350 Manual de Instruções Destopadeira DST-350 Figura 1: VISTA DA DESTOPADEIRA DST-350 (IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA) Versão: 1577/16 Advertência: Não execute nenhuma operação com o equipamento antes de ler

Leia mais

Características: 100 fotos meramente ilustrativas. Conserve este Manual - Fev/2016. AAS quinta-feira, 17 de agosto de :23:56

Características: 100 fotos meramente ilustrativas. Conserve este Manual - Fev/2016. AAS quinta-feira, 17 de agosto de :23:56 MULTI FUNÇÃO Características: AAS1321 quinta-feira, 17 de agosto de 217 9:23:6 1 fotos meramente ilustrativas Motor: 2cv (1W) Tensão Nominal: 127V OU 22V Rotação do motor: 9 rpm/ 36 rpm Dimensões da mesa:

Leia mais

Profa. Daciane de Oliveira Silva BIBLIOGRAFIA; CHIAVENATO, Idalberto. Administração da produção: uma abordagem introdutória Capítulo 4

Profa. Daciane de Oliveira Silva BIBLIOGRAFIA; CHIAVENATO, Idalberto. Administração da produção: uma abordagem introdutória Capítulo 4 Profa. Daciane de Oliveira Silva BIBLIOGRAFIA; CHIAVENATO, Idalberto. Administração da produção: uma abordagem introdutória Capítulo 4 O que significa traçar o sistema de produção? Significa criar um ambiente

Leia mais