23 de setembro. metáfora e símbolo
|
|
|
- Sabrina Sequeira Molinari
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 23 de setembro metáfora e símbolo
2 O SIGNIFICADO A significação de uma imagem no cinema depende tanto da criação do realizador quanto da imaginação do espectador. O espectador tem tanto poder nisso porque, como afirma Marcel Martin (2003): [...] toda realidade, acontecimento ou gesto é símbolo - ou, mais precisamente, signo - em algum grau. (p. 92) A significação das imagens, diz o autor, depende muito do confronto com as imagens vizinhas (ou seja, se dá pela justaposição).
3 A IMAGEM IMPLICA As imagens, diz Martin (2003) mais IMPLICAM do que EXPLICITAM. [...] a maior parte dos filmes de qualidade admite vários níveis de leitura, conforme o grau de sensibilidade, imaginação e cultura do espectador. (p. 92) O símbolo, utilizado no cinema, tem o poder de oferecer ao espectador, diz ainda Martin (2003), mais do que a simples percepção do conteúdo aparente. É por isso que o autor vai falar em: conteúdo aparente/explícito conteúdo latente/implícito
4 OS CONTEÚDOS: aparente/explícito Conteúdo imediata e diretamente legível latente/implícito Sentido simbólico dado à imagem pelo realizador e/ou reconhecido pelo espectador
5 SÍMBOLOS E METÁFORAS metáfora Para usar um símbolo se substitui um objeto, um indivíduo, um evento ou um gesto por um SIGNO, ou se produz uma segunda significação. Segundo Martin (2003), isso pode ser feito: a) pela aproximação (justaposição, normalmente) de duas imagens (ou mais); símbolo b) pela construção arbitrária da imagem (ou das imagens) de forma que lhe seja(m) conferida(s) uma outra (uma segunda) dimensão expressiva.
6 metáforas Se usa da montagem (justapondo as imagens) para produzir, na mente do espectador, um choque psicológico que deve facilitar a percepção de uma idéia (neste caso, uma que o realizador queira exprimir). Funciona assim: a primeira imagem (ou as primeiras) seriam elementos próprios da ação; enquanto que as imagens seguintes podem ser elementos da ação ou serem externas a ela. Essas segundas imagens é que provocam a metáfora. Segundo Martin (2003), as metáforas podem ser de três tipos: plásticas dramáticas ideológicas
7 metáfora plástica metáfora dramática metáfora ideológica Baseada em analogia de estrutura ou tonalidade psicológica, como quando Eisenstein usa a estátua com a coroa de louros nas mãos para criar a idéia de coroação de Kerenski, em OUTUBRO (1927). O cinema da primeira metade do século XX usou muito esse tipo de metáfora. Seu papel é direto na ação, fornecendo elementos explicativos que serão úteis para o encaminhamento e compreensão da trama/enredo. Mais uma vez Eisenstein, que contrapôs, em A GREVE (1923), a imagem de operários executados pelo exército do czar à imagem de animais sacrificados em um matadouro. Notem que esse segundo elemento (os animais) não têm ligação com a ação, sendo colocados no filme de forma arbitrária. Se destina a provocar reflexão no espectador, algo que provoque uma tomada de posição (normalmente de cunho social e humano). É antológico o exemplo de TEMPOS MODERNOS (1936), onde a imagem de um pequeno rebanho de um gado cordato (ovelhas, especialmente) é contraposto aos trabalhadores saindo do metrô.
8 símbolos Aqui, a significação não surge da justaposição, mas está na imagem em si. Sua ocorrência é sempre pertencente à ação. Os símbolos podem ser: de composição simbólica da imagem personagem diante de cenário personagem com objeto duas ações simultâneas ação + elemento sonoro texto verbal elemento exterior incluso na ação de conteúdo latente/implícito da imagem símbolos plásticos símbolos dramáticos símbolos ideológicos
9 Ministry of Fear (1944, de Fritz Lang): a sombra da faca simboliza a própria faca que mata, também um símbolo dramático
10 Tempos Modernos (1936, de Charles Chaplin): o homem como engrenagem, no símbolo do personagem + cenário
11 Outubro (1927, de Eisenstein): o símbolo personagem + objeto que mostra a bota como opressão e ditadura
12 Cidadão Kane (1941, de Orson Welles): símbolo do personagem + cenário quando Kane está sobre todos os jornais, ou seja, acima de todos os veículos de comunicação
13 Apocalypse Now (1979, de F. F. Coppola): bombardeio para dizimar uma aldeia ao som de um compositor que era adepto da limpeza da raça (para não dizer nazista), Richard Wagner (em A cavalgada das Walkirias) é um exemplo de símbolo que combina imagem e elemento sonoro
14 Little Miss Sunshine (2006, de Jonathan Dayton): Dwayne, o adolescente fã de Nietzsche, usa uma camiseta onde diz, em inglês, Jesus estava errado. Além de simbolizar o tormento do menino, esse texto verbal usado como símbolo também fala sobre uma idéia de filosofia que questiona a religião. Afinal, foi Nietzsche quem disse que Deus havia morrido
15 Os incríveis (2004, da Pixar), uma metáfora das famílias comuns
16 O show de Truman (1998, de Peter Weir): O filme todo é uma metáfora, mas a imagem da porta para o mundo real é um símbolo de libertação da cegueira da vida criada em laboratório. A escada no céu é um símbolo plástico que nos lembra de uma escadaria pro paraíso (Stairway to heaven)
17 Tempos modernos: Símbolo ideológico na imagem do Vagabundo que balança a bandeira vermelha que caiu de um caminhão, indicando sua adesão às causas comunistas ou uma clara representação dessas lutas, que sempre utilizaram a bandeira vermelha como símbolo também.
18
19
20
Aula de março A montagem
Aula 3. 18 de março A montagem Bibliografia requisitada: AUMONT, Jacques. A montagem. In: AUMONT, Jacques et al. A estética do filme. Campinas: Papirus, 1995. p. 53-88. Filmografia para exercício prático:
Aula de março O cinema como representação visual e sonora
Aula 2. 11 de março O cinema como representação visual e sonora Bibliografia requisitada: AUMONT, Jacques. O filme como representação visual e sonora. In: AUMONT, Jacques et al. A estética do filme. Campinas:
ESCOLA ARTÍSTICA SOARES DOS REIS CURSO DE COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL. Disciplina de Imagem e Som A 11º RCA. Planificação ano lectivo 2009/2010
ESCOLA ARTÍSTICA SOARES DOS REIS CURSO DE COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL Disciplina de Imagem e Som A 11º RCA Planificação ano lectivo 2009/2010 Prof. Adriana Rocha 1º Período CONTEÚDOS OBJECTIVOS ESTRATÉGIAS
Referências no produto
Referências no produto Em uma abordagem fundamentada em semiótica, as questões sígnicas no produto devem ser consideradas segundo o contexto cultural no qual se dá o processo comunicacional. Portanto,
Oficina de Roteiro. Oficina de Roteiro. copyright - Felipe Neves
Oficina de Roteiro Oficina de Roteiro O que é Roteiro? Podemos definir um roteiro de diversas maneiras. A forma escrita de qualquer espetáculo áudio e/ou visual. ( Doc Comparato) 2. Planta baixa ou um
Aula de março A câmera que conta histórias
Aula 4. 25 de março A câmera que conta histórias Bibliografia requisitada: AUMONT, Jacques. O filme como representação visual e sonora. In: AUMONT, Jacques et al. A estética do filme. Campinas: Papirus,
História e Sistema de Arte
História e Sistema de Arte Professor Isaac Antonio Camargo.Licenciado em Desenho e Plástica UNAERP/SP.Mestre em Educação UEL/PR.Doutor em Comunicação e Semiótica PUC/SP www.artevis.blogspot.com Ementa
BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes.
1 BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA: Abordagens de Saussure, Peirce, Morris e Barthes. BREVE HISTÓRIA DA SEMIOLOGIA (1) Período Clássico; (2) Período Medieval; (3) Racionalismo; (4) Empirismo Britânico; (5)
Comunicação, moda e semiótica: pressupostos para o estudo da história do jeans em campanhas publicitárias
Comunicação, moda e semiótica: pressupostos para o estudo da história do jeans em campanhas publicitárias Elisete Altafim (Graduanda em Moda UEM) Marcela Zaniboni Campos (Graduanda em Moda UEM) Evandro
1 - Escreva que tipo de transporte são estes.
1 - Escreva que tipo de transporte são estes. 2 - Coloque (C) se o transporte for coletivo ou (P) se for de uso pessoal. 3 - Classifique as comunicações colocando os números correspondentes em: (1) falada,
Arte Abstrata: a destruição da forma e a representação da imaginação e do sons
Arte Abstrata: a destruição da forma e a representação da imaginação e do sons Profa. Consuelo Holanda [email protected] 1 A arte abstrata tende a suprimir toda a relação entre a realidade
Disciplina de Imagem e Som A 11º Ano Planificação do ano lectivo de 2011/2012
Disciplina de Imagem e Som A 11º Ano Planificação do ano lectivo de 2011/2012 Professor: Alberto Pires TEMAS / CONTEÚDOS OBJECTIVOS METODOLOGIA 1º Período I Comunicação e Cultura audiovisual 1 1 Imagem
TÍTULO: QUESTÕES ESTÉTICAS NA CONSTRUÇÃO DE UM MOCKUMENTARY DE FOUND FOOTAGE
TÍTULO: QUESTÕES ESTÉTICAS NA CONSTRUÇÃO DE UM MOCKUMENTARY DE FOUND FOOTAGE CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: ARTES VISUAIS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI AUTOR(ES):
COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4
COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 4 Índice 1. Significado...3 1.1. Contexto... 3 1.2. Intertextualidade... 3 1.2.1. Tipos de intertextualidade... 3 1.3. Sentido... 4 1.4. Tipos de Significado... 4 1.4.1. Significado
Sinopse e/ou Argumento
Sinopse e/ou Argumento Uma vez que o conflito matriz se apresenta na story line, o segundo passo é conseguir personagens para viver uma história, que não é senão o conflito matriz desenvolvido. Sinopse
LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL
LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL Existem várias formas de comunicação. Quando o homem A! se utiliza da palavra, ou seja, da linguagem oral ou escrita,dizemos que ele está utilizando uma linguagem verbal,
ImerS.O.S 1. João Elias GARBIN 2 Bruna Tonial Ícaro Moenster Leticia Machado Laila Rotter Schmidt 3 Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz
ImerS.O.S 1 João Elias GARBIN 2 Bruna Tonial Ícaro Moenster Leticia Machado Laila Rotter Schmidt 3 Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz RESUMO Esse trabalho descreve a metodologia usada na composição
Signo. Prof. Veríssimo Ferreira
Signo Prof. Veríssimo Ferreira Signo Numa perspectiva bem ampla, podemos entender como signo tudo aquilo que substitui alguma coisa para alguém. Unidade Perceptível Unidade, perceptível pelos sentidos,
VYGOTSKY Teoria sócio-cultural. Manuel Muñoz IMIH
VYGOTSKY Teoria sócio-cultural Manuel Muñoz IMIH BIOGRAFIA Nome completo: Lev Semynovich Vygotsky Origem judaica, nasceu em 5.11.1896 em Orsha (Bielo- Rússia). Faleceu em 11.6.1934, aos 37 anos, devido
FUNÇÕES DA LINGUAGEM
FUNÇÕES DA LINGUAGEM FUNÇÕES DA LINGUAGEM Funções da Linguagem: são o conjunto das finalidades comunicativas realizadas por meio dos enunciados da língua. Enunciado: é tudo aquilo que é dito ou escrito
RESENHA. Pró-Discente: Caderno de Prod. Acad.-Cient. Progr. Pós-Grad. Educação Vitória v. 16 n. 2 Jul./dez. 2010
134 RESENHA 135 O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOVAS CONTRIBUIÇÕES: PARA ALÉM DO ENSINO DA LEITURA E DA ESCRITA ANTUNES, Janaína Silva Costa [email protected] MILANEZI, Cynthia Nunes [email protected]
Pensamento e linguagem
Pensamento e linguagem Função da linguagem Comunicar o pensamento É universal (há situações que nem todos sabem fazer), mas todos se comunicam Comunicação verbal Transmissão da informação Características
PLANO DE ATIVIDADES CURRICULARES 2º Período Ano: 3º Turma: 1º Ciclo
Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto Escola Básica e Secundária de Refojos de Basto Telefone 253 662 338 * Fax 253 662 826 PLANO DE ATIVIDADES CURRICULARES 2º Período Ano: 3º Turma: 1º Ciclo Língua
Introdução à Estética
Profa. Consuelo Holanda @consueloholanda [email protected] Introdução à Estética Professora: Consuelo Holanda Estética cotidiana O uso comum da palavra estética se dá no sentido de beleza
Exposição Almandrade INSTALAÇÃO E POEMAS VISUAIS
Exposição Almandrade INSTALAÇÃO E POEMAS VISUAIS CASA DAS ROSAS Av. Paulista, 37 São Paulo / Sp. (até 27 de abril de 2014) De terça feira a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 10h às 18h.
Sociologia 23/11/2015 PRODUÇÃO & MODELOS ECONÔMICOS TIPOS DE MODOS DE PRODUÇÃO
Sociologia Professor Scherr PRODUÇÃO & MODELOS ECONÔMICOS TIPOS DE MODOS DE PRODUÇÃO Comunismo primitivo os homens se unem para enfrentar os desafios da natureza. Patriarcal domesticação de animais, uso
CLEITON LUCIANO SCHLINDWEIN. Universidade Tuiuti do Paraná. Professor: Eduardo Baggio. Aluno: Cleiton Schlindwein
CLEITON LUCIANO SCHLINDWEIN Universidade Tuiuti do Paraná Pós-Graduação Lato Sensu em Cinema Disciplina: Relatório do Trabalho de Conclusão Professor: Eduardo Baggio Aluno: Cleiton Schlindwein CINEMA EM
constituímos o mundo, mais especificamente, é a relação de referência, entendida como remissão das palavras às coisas que estabelece uma íntima
1 Introdução Esta tese aborda o tema da relação entre mundo e linguagem na filosofia de Nelson Goodman ou, para usar o seu vocabulário, entre mundo e versões de mundo. Mais especificamente pretendemos
Semiótica. O que é semiótica? Semiótica X Semiologia. Para quem ainda discute. Gerações da semiótica
Design & Percepção 3 Lígia Fascioni Semiótica Para entender a cultura contemporânea, você tem que entender semiótica Paul Cobley Semiótica para Principiantes, 2004 O que é semiótica? Semiótica X Semiologia
BREVES REFLEXÕES SOBRE CINEMA: FORMA E CONTEÚDO
BREVES REFLEXÕES SOBRE CINEMA: FORMA E CONTEÚDO Felipe Gusmão Carvalho Andrade Graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás. Na concepção marxista temos que a consciência não se dissocia
Sincronicidade: um estudo em audiovisual acerca da sincronização entre imagem e sons distintos
Sincronicidade: um estudo em audiovisual acerca da sincronização entre imagem e sons distintos Marcos Takeshi Matsumoto - Dorival Campos Rossi - Rodrigo Malcolm de Barros Moon - Regilene Sarzi Ribeiro
PLANIFICAÇÃO DE IMAGEM E SOM B. 1ª Periodo
ESCOLA ARTÍSTICA DE SOARES DOS REIS PORTO PLANIFICAÇÃO DE IMAGEM E SOM B 11 ºA e 11º B TEMAS/CONTEÚDOS METODOLOGIA Unidades lectivas 1ª Periodo I COMUNICAÇÃO E CULTURA AUDIOVISUAL IMAGEM E COMUNICAÇÃO
PROJETO DE EXTENSÃO ANÁLISE DO DISCURSO FÍLMICO PROJETO DE PESQUISA: MATERIALIDADES DO CORPO E DO HORROR PROF.DR. NILTON MILANEZ (COORDENAÇÃO)
PROJETO DE EXTENSÃO ANÁLISE DO DISCURSO FÍLMICO PROJETO DE PESQUISA: MATERIALIDADES DO CORPO E DO HORROR PROF.DR. NILTON MILANEZ (COORDENAÇÃO) MATERIALIDADES DO DISCURSO FÍLMICO SOM E IMAGEM (Introdução
ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa. Circulação e textualização do conhecimento científico PPGECT maio 2015 Henrique César da Silva
ANÁLISE DE DISCURSO de origem francesa Circulação e textualização do conhecimento científico PPGECT maio 2015 Henrique César da Silva Por que análise de discurso no campo da educação científica? Análise
QUAIS SÃO AS OUTRAS EXPRESSÕES, ALÉM DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA A ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO
Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Ciência da Informação Disciplina: Fundamentos em Organização da Informação Professora: Lillian Alvares QUAIS SÃO AS OUTRAS EXPRESSÕES, ALÉM DA LINGUAGEM ORAL
1. Avaliação da Semana de Geociências e Meio Ambiente Geografia. 2. Tarefas 3. Atividades desenvolvidas em sala de aula
PIC VERSÃO PARA O PROFESSOR Produção Integrada ao Conteúdo 6. o ano Ensino Fundamental Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências A nota da PIC é a média entre as atividades e as tarefas vinculadas
DESCRITORES: D5 - Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso. D12 - Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.
DESCRITORES: D5 - Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso. D12 - Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros. 2 3 As Histórias em Quadrinhos (HQs) normalmente estão associadas
A água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba. Guimarães Rosa
A água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade: só tem valor quando acaba. Guimarães Rosa dados Projeto: Pó Proponente: Kellen Auxiliadora Pereira Produtora Responsável: Abaute Produções Segmento
P E D R O E A N E S L O B A T O
Código 170 872 A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S P E D R O E A N E S L O B A T O Ano Letivo 2018/2019 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 3º ANO Expressão Físico-motora Bloco 3 GINÁSTICA Realiza as habilidades
ESCOLA DE FRANKFURT, MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA E A INDÚSTRIA CULTURAL. Julian Dutra Sociologia Abril de 2017
ESCOLA DE FRANKFURT, MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA E A INDÚSTRIA CULTURAL Julian Dutra Sociologia Abril de 2017 A Escola de Frankfurt Em 1923, Max Horkheimer, Theodor Adorno, Walter Benjamin e Herbert
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji
DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso [email protected] Profa. Dr. Carolina Mandaji Análise do Discurso Fernanda Mussalim Condições de produção do discurso Formação discursiva, formação ideológica
BANDA DESENHADA e CINEMA
BANDA DESENHADA e CINEMA Banda desenhada e Cinema de animação são linguagens diferentes, mas têm alguns pontos em comum. A banda desenhada é a forma de comunicação visual e a expressão gráfica mais cinematográfica.
Conceituação. Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos.
Linguagem e Cultura Conceituação Linguagem é qualquer sistema organizado de sinais que serve de meio de comunicação de ideias ou sentimentos. Cultura é todo saber humano, o cabedal de conhecimento de um
PROJETO TIM BURTON E OS CONTOS DE MISTÉRIO
PROJETO TIM BURTON E OS CONTOS DE MISTÉRIO E.E. Alfredo Paulino Professor(es) Apresentador(es): Margareth Alves Leite de Siqueira Bittencourt Maria Theresa Bologna Realização: Foco do Projeto Projeto do
Park. Manual do Usuário. para caminhões - H113. Sensor de Estacionamento Wireless. (47)
Park Sensor de Estacionamento Wireless para caminhões - H113 Manual do Usuário (47) 3464.1115 www.orbedobrasil.com.br R. Dona Francisca, 11179 - Pav. 04 Zona Industrial Norte Joinville Brasil 89219-615
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO 2016/2017 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO «É importante que sejam proporcionados aos alunos vários momentos de avaliação, multiplicando as suas oportunidades
VENDAS DE ALTA PERFORMANCE
VENDAS DE ALTA PERFORMANCE 1. Arte de perguntar; 2. A linha; 3. Complexo sistema de comunicação; 4. Faça seu convidado confiar em você; 5. É um caso racional ou emocional?; 6. Desenvolva clientes para
Material reorganizado e adaptado por: Suéllen Rodolfo Martinelli. Disponibilizado em:
Material reorganizado e adaptado por: Suéllen Rodolfo Martinelli Disponibilizado em: www.scratchbrasil.net.br Material original criado por: Cesar Ferreira, Cláudio Gilberto César e Susana Seidel Disponibilizado
CURSO PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTE E EDUCAÇÃO
OBJETIVOS: Fomentar a produção e circulação de saberes docentes acerca das diferentes manifestações artísticas e expressivas no campo da Educação. Oferecer possibilidades de formação sensível, reflexiva
Fogo (Capital Inicial) 1. Adriane de Oliveira PIRES 2 Simone Caetano 3 Universidade Estadual de Goiás, Goiânia, GO
Fogo (Capital Inicial) 1 Adriane de Oliveira PIRES 2 Simone Caetano 3 Universidade Estadual de Goiás, Goiânia, GO Resumo O videoclipe da música "Fogo - Capital Inicial" é uma produção diferente e inovadora,
Arte Abstrata: a destruição da forma e a representação da imaginação e do sons
Arte Abstrata: a destruição da forma e a representação da imaginação e do sons Profa. Consuelo Holanda [email protected] 1 A arte abstrata tende a suprimir toda a relação entre a realidade
Modelagem e Projeto de Banco de Dados I. Caracterização Adicional e Notação
Modelagem e Projeto de Banco de Dados I Caracterização Adicional e Notação Sumário 1 Introdução 2 Estrutura de Generalização e Especialização 3 MCD com Generalização-Especialização 4Agregação 5 Notação
falar em público FALAR EM PÚBLICO -1-
falar em público FALAR EM PÚBLICO -1- falar em público ÍNDICE CAPÍTULO 1 COMO CONVERSAR...7 BRINCAR OU NÃO BRINCAR? EIS A QUESTÃO...10 CAPÍTULO 2 A EXPRESSÃO CORPORAL...13 A EXPRESSÃO FACIAL...19 O OLHAR...21
CRONOGRAMA DE RECUPERAÇÃO ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO
SÉRIE: 9º ano (E.F.) CRONOGRAMA DE RECUPERAÇÃO DISCIPLINA: FÍSICA Caderno Números dos módulos Assuntos 1 1 Ondas por todos os lados 1 2 Ondas: o que são? Para que servem? 1 5 Som e ondas sonoras 2 6 Óptica:
OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. Pensando as Diferenças. PIBID/UFMS/História
OFICINA DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS Pensando as Diferenças PIBID/UFMS/História O QUE É UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS? Uma História em quadrinhos, ou HQ, é uma forma de arte chamada de arte sequencial. (XIX)
EUROPA CONFLITOS ÉTNICOS RELIGIOSOS
EUROPA CONFLITOS ÉTNICOS RELIGIOSOS A Questão do País Basco Espaço: A etnia separatista basca habita o noroeste da Espanha e sudoeste da França. Os Fatores do Conflito A singularidade do povo basco que
ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER PROFESSORA IVANILDA TOLFFO BRAGHIATTO PROJETO CHARGES
ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER PROFESSORA IVANILDA TOLFFO BRAGHIATTO PROJETO CHARGES ANGÉLICA MS JULHO/2011 ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER PROFESSORA IVANILDA TOLFFO BRAGHIATTO PROJETO
Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA
Comunicação: Linguagem verbal e não verbal 6 ANO CENTRO EDUCACIONAL LA SALLE 2019 PROF. PRYSLLA LIMA NÃO, PORQUE O ESTRANGEIRO NÃO ENTENDEU A LÍNGUA DO BRASILEIRO. HOUVE COMUNICAÇÃO? SIM, PORQUE AS DUAS
PROGRAMAÇÃO VISUAL COR. Prof. Carlos Café Dias
PROGRAMAÇÃO VISUAL COR Prof. Carlos Café Dias O mundo à nossa volta é repleto de cores, mas tudo está na nossa cabeça, é ativado em nós. Experimentamos as cores por apenas um sentido: a visão. As cores
Ficha Informativa + Segurança
Ficha Informativa + Segurança Saúde no Trabalho A sinalização pretende condicionar e orientar a atuação do indivíduo perante Edição n.º 30 Sinalização de Segurança novembro de 2017 situações de risco para
SOCIOLOGIA ENSINO MÉDIO PROF. JOSINO MALAGUETA 2 ANO PROF. DARIO PINHEIRO
SOCIOLOGIA 2 ANO PROF. DARIO PINHEIRO ENSINO MÉDIO PROF. JOSINO MALAGUETA CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade I Cultura e transformações 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 2.1 Conteúdos Cultura de Massa ou Indústria
MÍDIA E DISCURSIVIDADE: DILMA E RADICAIS DO PT
97 de 664 MÍDIA E DISCURSIVIDADE: DILMA E RADICAIS DO PT Leandro Chagas Barbosa 23 (UESB) Adilson Ventura da Silva 24 (UESB) Maria da Conceição Fonseca-Silva 25 (UESB) RESUMO Neste trabalho, discutimos
PRONOME 2º TRIMESTRE. SEXTO ANO Professora Fernanda
PRONOME 2º TRIMESTRE SEXTO ANO Professora Fernanda O QUE É PRONOME? Palavra que representa ou substitui um nome. PRONOME Exemplos: A moça era mesmo bonita. Ela morava nos meus sonhos! [substituição do
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES. Ano letivo 2016/2017
Agrupamento de Escolas de Eugénio de Castro 1.º Ciclo PLANIFICAÇÃO ANUAL - EXPRESSÕES Ano letivo 2016/2017 4.º Ano Disciplina Domínios/Blocos Conteúdos Instrumentos de Avaliação Calendarização EXPRESSÃO
Ana Sofia Pereira. grama a grama
Ana Sofia Pereira grama a grama Dorme dorme balão dorme Sonha sonha balão sonha Aproveita! Cedo, vais rebentar. O acendedor de estrelas Caiu a noite e as estrelas não acenderam. Duas lágrimas, foi o que
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Segundo Teste 16 de Janeiro de 2013 17:00-18:30 Este teste é composto por 12 páginas contendo 7 perguntas. Identifique já todas as folhas do teste com o seu nome e número. Na mesa
Disciplina: Stream de Vídeo e Softwares Educacionais.
Curso: Licenciatura em Pedagogia Disciplina: Stream de Vídeo e Softwares Educacionais. Parte 2: Técnicas de Roteiro, enredo e criação de personagens e conceito de personagem em uma história. Prof. Wagner
Sergei Eisenstein: a dialética cinematográfica no filme Outubro (1927)1.
UNICENTRO, Guarapuava/PR 17 e 18 de junho de 2010 Sergei Eisenstein: a dialética cinematográfica no filme Outubro (1927)1. MATOS, Daniel Ivori. Mestrando. UNIOESTE PR. RESUMO O presente estudo teve como
CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL. Aula 2. Prof. Carlos Café Dias
CURSO DE EXTENSÃO EM PROGRAMAÇÃO VISUAL Aula 2 Prof. Carlos Café Dias REFORÇANDO REPOSITÓRIO docente.ifrn.edu.br/carlosdias O QUE É CRIATIVIDADE? Criatividade é uma forma de loucura. Platão Inspiração
Apresentação A história apresenta a amizade entre um menino e duas árvores: a do quintal de sua casa e a da sua imaginação.
Título: A árvore dos meus dois quintais Autor: Jonas Ribeiro Ilustrações: Veruschka Guerra Formato: 21 cm x 27,5 cm Número de páginas: 24 Elaboradora do Projeto: Beatriz Tavares de Souza Apresentação A
UFU. Sugestões para o trabalho com Artes Plásticas Manual Provas 18 e 19/04 09 e 10/05
UFU Sugestões para o trabalho com Artes Plásticas Manual 2015-2 Provas 18 e 19/04 09 e 10/05 HISTÓRIA Eixo Temático 1 O Processo Histórico (p. 36) Conhecer e interpretar fontes de informações sobre o passado,
Crescendo atrás da Cortina de Ferro PETER SÍS. Tradução de Érico Assis
Crescendo atrás da Cortina de Ferro PETER SÍS Tradução de Érico Assis Copyright 2007 by Peter Sís Os quatro cartazes de propaganda que aparecem no primeiro jornal são provenientes de Power of images, images
Retratos de Família: o cinema de João Canijo. Daniel Ribas
Retratos de Família: o cinema de João Canijo Daniel Ribas História - João Canijo A sua formação fez-se através de assistência de realização de alguns realizadores europeus, que filmaram em Portugal nos
... Cultura. Em busca de conceitos
Cultura Em busca de conceitos Cultura Clifford Geertz Ernst Cassirer. EUA, 1926 2006 Texto: 1973 Polônia, 1874 EUA, 1945 Texto: 1944 A ciência na busca da definição do Homem Ciência na busca de leis gerais
Prova de Teoria Musical e Percepção melódica e rítmica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA Prova de Teoria Musical e Percepção Melódica e Rítmica Curso Técnico em Música (Canto Erudito, Canto Popular,
Filosofia (aula 7) Dimmy Chaar Prof. de Filosofia. SAE
Filosofia (aula 7) Prof. de Filosofia SAE [email protected] Linguagem Existe entre o poder da palavra e a disposição da alma a mesma relação entre a disposição dos remédios e a natureza do corpo. Alguns
Temas que Mais Caem no ENEM
Temas que Mais Caem no ENEM Temas que Mais Caem no ENEM 1. Ave a raiva desta noite A baita lasca fúria abrupta Louca besta vaca solta Ruiva luz que contra o dia Tanto e tarde madrugada. LEMINSKI, P. Distraídos
ANÁLISE SEMIÓTICA COMERCIAIS TELEVISIVOS DA COCA COLA: QUESTÃO SIMBÓLICA
ANÁLISE SEMIÓTICA COMERCIAIS TELEVISIVOS DA COCA COLA: QUESTÃO SIMBÓLICA RESUMO FONSECA, Camila Leandro. 1 LIVI, Frederico Alexandre Noda. 2 PRADO, Lucas Almeida. 3 A seguinte análise visa sintetizar os
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA Prova de Teoria Musical e Percepção Melódica e Rítmica Curso Técnico em Música (Canto, Violoncelo e Piano)
Algoritmos I Aula 3 Resolução de Problemas (Fluxogramas)
Algoritmos I Aula 3 Resolução de Problemas (Fluxogramas) Professor: Max Pereira http://paginas.unisul.br/max.pereira Ciência da Computação Problemas...aula anterior Problema 1 1. Comece a avaliação 2.
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: Sociologia Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série: 1 Ano Carga Horária: 33 h (40 aulas) Docente Responsável: Thais de Freitas Morais EMENTA
Programa de Formação Sindical
Programa de Formação Sindical Caros companheiros do SINASEFE, Apresentamos a seguir uma proposta de formação para ser apreciada pelos (as) companheiros (as). Saudações, Coordenação Nacional do ILAESE Curso:
Critérios Específicos de Avaliação do 1º ano Educação Artística Artes Visuais Domínios Descritores Instrumentos de Avaliação
Critérios Específicos de do 1º ano Educação Artística Artes Visuais - Observar os diferentes universos visuais utilizando um vocabulário específico e adequado. -Mobilizar a linguagem elementar das artes
Curta Metragem Final de Curso Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa
Curta Metragem Final de Curso Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa HISTÓRIA Diana é uma treinadora de natação de 42 anos que está de baixa
Estudaremos o papel da razão e do conhecimento na filosofia de Immanuel Kant; Hegel e o idealismo alemão.
Estudaremos o papel da razão e do conhecimento na filosofia de Immanuel Kant; Hegel e o idealismo alemão. Kant e a crítica da razão Nós s e as coisas Se todo ser humano nascesse com a mesma visão que você
APOSTILA 08 LITERATURA DRAMATICA LEI DO CONFLITO
APOSTILA 08 LITERATURA DRAMATICA LEI DO CONFLITO O primeiro momento da analise de qualquer peça de dramática rigorosa é a identificação do conflito. A identificação do conflito é a determinação de um conflito
