História e Sistema de Arte
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- Walter Amorim
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1 História e Sistema de Arte
2 Professor Isaac Antonio Camargo.Licenciado em Desenho e Plástica UNAERP/SP.Mestre em Educação UEL/PR.Doutor em Comunicação e Semiótica PUC/SP
3 Ementa 2009: O percurso histórico da arte ocidental: análise e crítica de seus sistemas constitutivos. As Teorias da Arte e suas influências na América Latina. Arte engajada e movimentos sociais.
4 Tópico 1 História da História da Arte
5 Antes de tudo, é necessário delimitar o que entendemos por Arte já que, defini-la, é praticamente impossível
6 Mas, é viável configurar o raciocínio em torno de pensamentos que possam dar conta de suas características e especificidades, em busca de uma conceituação mínima e operacional
7 Neste sentido podemos dizer, sem medo de errar, que: A Arte é a manifestação estética da humanidade
8 Apenas para explorar esta frase, vamos fracioná-la e, ao mesmo tempo, expandíla para melhor entendê-la
9 Um primeiro ponto de vista é acreditar que arte é manifestação, ou seja, que é algo apreensível, perceptível, acessível aos sentidos, portanto, uma ocorrência expressa no tempo e no espaço do mundo natural
10 Com isto descartamos qualquer possibilidade de que a arte exista apenas em idéia, na imaginação ou como uma idealização sem substância ou presença sensível e acessível a nós
11 Admitimos assim, a concretude da arte, ou seja, sua existência sensória e sensível
12 Não queremos dizer que a arte só se realize na matéria, mas também nos versos, nas notas musicais, nos gestos do corpo e em outros meios de expressão que recorram a outras substâncias e não apenas naquelas tangíveis e palpáveis
13 Se entendemos a arte como manifestação, é necessário entender também que não é qualquer manifestação, mas um tipo especial de manifestação: a estética
14 Primeiro vamos falar um pouco do termo estética
15 Sua origem é grega: Aisthesis estésico,que se refere ao sensório, sensível
16 Alexander Baumgarten, em 1750, escreve um livro e batiza de Estética: ciência do belo e da arte, ou seja, admite que o sensório e sensível é uma porta para o conhecimento artístico
17 A partir daí o ramo da ciência na qual ele se encaixava, a filosofia, passa a ser conhecida como estética, ao se dedicar à arte. Então a estética se refere ao conhecimento do campo da arte ou ciência da arte
18 É também por meio do estético que acessamos as obras de arte, ou seja, os sentidos absorvem sensações produzidas pela luz visão, pelo somaudição e pelo tato-toque
19 Os meios para nos aproximarmos das obras de arte estão, de modo geral, delimitados pelos nossos sentidos, como de modo geral, também dependemos deles para nos relacionarmos com o mundo
20 A partir do momento em que o entendimento do estético passa a ser vinculado ao conhecimento artístico, descartamos qualquer possibilidade do estético se ligar apenas às sensações do mundo
21 Sabemos que podemos manifestar nossas idéias por meio da fala e dos gestos, usando nosso corpo para comunicar, como fazemos a milhares de anos
22 Mas, apenas dar vazão às nossas idéias, nossas opiniões, nossas crenças e valores, não estamos, por isso, produzindo arte
23 O choro de uma criança pode expressar seu desconforto, dor ou fome, mas não é um tipo de expressão que poderíamos chamar de artística
24 Ao passo que a representação do choro, numa cena de um filme ou no teatro, assume o caráter estético, pois sabemos que lá o choro não se refere ao desconforto de uma criança, mas ao efeito de sentido dramático que o choro pode provocar nas pessoas
25 Neste caso, estamos manipulando o espectador, produzindo nele o efeito que o choro de criança lhe causaria se estivesse submetido àquela situação, o que importa é o sentimento passional gerado pelo choro e não o choro em si
26 Logo, para que as coisas do mundo possam ser tidas como coisas da arte precisam ser estetizadas, precisam ser reoperadas pelos artistas, ou seja, transformadas em arte
27 Mesmo uma foto, quanto tomada do mundo e trazida para o mundo da arte, não é mais mundo e sim um modo de falar sobre o mundo por meio de um, aparelho, um instrumento, de uma estratégia discursiva capaz de produzir significação
28 Portanto, algumas das características e condições para que a obra de arte exista é que ela seja manifesta, expressa e tenha qualidades estéticas
29 E, segundo nossa preleção, para que a obra de arte seja mesmo digna de ser arte, precisa ser humana. Resultando das qualificações, condições, domínios, habilidades e meios que o ser humano usa para se expressar
30 Insistimos na característica de humana pois é comum o entendimento de que uma cena que vemos no mundo natural, nos encante tanto que a tratemos como obra de arte, in natura, sem qualquer processo de transformação poético por meio da pintura ou da fotografia
31 A idéia de que a natureza combina cores, formas e estabelece parâmetros de beleza é aqui descartada, já que para existir a obra de arte deve ser concebida e elaborada pelo ser humano
32 A Obra de Arte como o próprio nome diz é uma Obra, ou seja, algo realizado pelo fazer estético, pelo trabalho artístico e não de algo que consideramos agradável ou bonito tomado aqui e ali no contexto da natureza
33 Portanto, baseada ou não na natureza, a obra de arte, deve ser manifesta, estética e resultante do fazer humano
34 Uma Obra de Arte, com tal, pode assume diferentes categorias de expressão, daí uma outra confusão: Artes ou Arte?
35 Do modo como estamos conduzindo o raciocínio neste trabalho, vamos entender a Arte como um campo delimitado de conhecimento e, como tal, sujeito à diferentes enfoques e especulações
36 Em conseqüência disso, entendemos a arte como uma coisa única, una e indivisível
37
38 Entretanto, para existir, a arte assume diferentes modos de apresentação e aparência, ou seja, instaura modalidades diferentes, de acordo com o campo e as substâncias de expressão que usa para significar
39 Tomando-a, então, por meio das substâncias expressivas, podemos identificar, pelo menos, quatro campos: Visual, Sonoro, Cênico e Literário
40 O campo visual compreende as obras que dependem da visão como meio de acesso e compreensão de suas manifestações
41 Do mesmo modo que o campo sonoro depende da audição como meio de acesso e compreensão de suas manifestações
42 O campo cênico depende da visão/audição para acessar e compreender as manifestações do teatro, da dança ou da mímica
43 E o campo literário, depende da compreensão do verbo, falado ou escrito, como meio de acesso às informações, conceitos e idéias que constituem as obras literárias
44 Cada uma desta áreas admite subcategorias ou gêneros que dão mais especificidade ao fazer artístico
45 Deste modo podemos dizer que a arte visual compreende desde os desenhos como meio mais simples e direto, passando pelas pinturas, esculturas e chegando até a fotografia, o cinema, o vídeo e os sistemas de criação e tratamento de imagens em meios digitais
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47 Dentro do campo sonoro podemos pensar na música, na sua versão ocidental tradicional, constituída em estrutura harmônica sistematizada, como também a criação sonora que ampara as pesquisas desde a década de trinta do século passado
48 Dentro do campo cênico, podemos pensar nas manifestações que habitam o espaço cênico, o palco, como o teatro, a dança, a mímica e outras expressões em que o corpo e o espaço são articulados para existir
49 No campo literário, falamos dos diferentes gêneros de literatura que envolvem desde os romances, a poesia e os demais textos de experimentação visual e gráfica que ocupam a arte do século passado para cá
50 Percebemos então que Arte é uma coisa só, o que varia são suas modalidades de expressão, baseadas nas substâncias utilizadas para sua criação. Neste sentido, uma modalidade pode também comportar outras substâncias expressivas
51 É o caso do tradicional teatro que usa o texto e o corpo para constituir sua expressão e também a ópera barroca que, além do corpo e da cena, usa o texto e a música para suas manifestações
52 Mais recentemente o cinema, que tem imagens fotográficas, texto, gestos e outros recursos sonoros ou visuais que podem nos mobilizar os sentidos em torno de uma só expressão
53 Hoje em dia, os meios de expressão digitais, aglutinam som, luz e movimento para criar, neste sentido, estamos em meio a uma revolução que poderá prescindir dos meios, já tradicionais, como a fotografia, o cinema e o vídeo
54 Se o fazer da arte acompanha a existência da humanidade há milhares de anos, vale a pena pensar sobre ela e delinear os caminhos que ela percorreu para se instituir enquanto atividade ininterrupta por todos estes séculos
55 Devemos observar as teorias que a amparou para sistematizar o pensamento sobre a arte, quer seja na pesquisa, no ensino ou na produção artística em si
56 Assim, vamos começar pela História da Arte
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