MESTRADO EM COMUNICAÇÃO VISUAL
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- Maria de Belem Brás
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2 MESTRADO EM COMUNICAÇÃO VISUAL
3 IMAGEM E PENSAMENTO FOTOGRÁFICO
4 Professor ISAAC ANTONIO CAMARGO Ms. em Educação UEL/PR Dr. em Comunicação e semiótica PUC/SP SITE:
5 EMENTA
6 Estuda a transformação da imagem e estabelece os pressupostos direcionadores do pensamento fotográfico: da câmara escura às imagens digitais. Examina as funções e usos da imagem fotográfica: características, estilo, edição. Estabelece as diretrizes que formulam bases para o pensamento fotográfico, tendo em conta seus aspectos técnicos e estéticos. Procura descobrir referências-chave para o desenvolvimento das análises voltadas à busca da significação na fotografia
7 Cronograma A- A Imagem A1- Aspectos visuais, conceitos e funções. A2- Imagens fixas e imagens em movimento. A3- Imagem fotográfica e suas características B- Imagem e mídia B1- Usos e aplicação da imagens fotográfica no contexto da mídia B2- O pensamento fotográfico B3- Estética, leitura fotográfica e significação.
8 A Imagem
9 Do latim IMAGO semelhança
10 Parecer-se ou aparentar-se com algo foi, ao longo da história,uma das características mais marcantes das imagens
11 Durante muito tempo a busca pela semelhança orientou o caminho dos construtores de imagens e de suas leituras
12 A imagem procurou ser a intelecção, constituição ou formalização de idéias obtidas por meio da apreciação do mundo natural ou uma elaboração mental inventiva e/ou criativa.
13 Os bisões de Altamira estão entre as primeiras imagens produzidas pelo ser humano
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20 Nelas observamos as tentativas de produzir significação a partir daquilo que o ser humano conhecia e também dependia
21 Daí o surgimento da hipótese de magia simpática ou propiciatória que ampara o conhecimento de grande parte da arte pré-histórica
22 Rituais para propiciar o sucesso na caça ou cultos de fertilidade destinados à procriação ou ao plantio são possibilidades aventadas para entender a arte na pré-história
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27 E depois, as narrativas...
28 Contar uma história, descrever ou falar a respeito de algo foi a também a motivação de grande parte de nossa trajetória imagética
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33 E, não só na pré-história, mas também em todas as épocas
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46 Por um lado pode-se dizer que o caráter especular (do espelhamento) deu à imagem a possibilidade de se colocar no lugar de algo ausente, logo, sua função era a de representar, substituir
47 No entanto, esta capacidade referencial das imagens é uma de suas propriedades mais evidentes, mas não a única, mas, por ser a mais evidente, talvez, por isso, seja a mais lembrada
48 Muitas das funções das imagens parecem ser decorrentes desta sua capacidade referencial, da sua capacidade de imitar o visível
49 Vale destacar que sua capacidade referencial independe do modo como é feita, manual ou automática, mas as funções que cumprem é que as diferenciam nos diferentes períodos e lugares em que surgem
50 Para cada lugar e para cada época há um tipo de imagem capaz de gerar significação
51 Há diferentes tipos de imagem, por exemplo: representativas, simbólicas, documentais ou expressivas
52 As representativas querem construir significados na ausência de seus referenciais geradores, tem caráter analógico
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58 As simbólicas querem cumprir uma função metafórica, antes do que analógica. Tem caráter mágico, alegórico, valorativo
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68 As documentais querem fazer justiça aos fatos, às ocorrências cotidianas, aos acontecimentos, tem caráter analógico
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74 As expressivas querem atender ao caráter poético da manifestação artística, podem ter caráter analógico, simbólico ou arbitrário
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84 As imagens apresentadas são do fotógrafo Henry Cartier-Bresson
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