Teoria e Física do Calor
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- Ana Sofia Leão Correia
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1 Teoria e Física do Calor Aula 1: Termodinâmica Curso de Cultura e Extensão 21 a 25 de julho de 2008 Instituto de Física - Universidade de São Paulo Mário José de Oliveira Instituto de Física - Universidade de São Paulo p. 1
2 Calor e termodinâmica p. 2
3 Sensação de calor Todos nós possuímos a capacidade de percepção do ambiente em que vivemos através das sensações proporcionadas pelos órgãos dos sentidos. Essa percepção aliada ao nosso poder de análise permitem desvendar a estrutura, a constituição e as propriedades do meio à nossa volta. A sensação do calor nos revela a presença de objetos quentes, a sensação de frio ao contrário indica a presença de objetos frios. As sensações de calor e de frio, na verdade, são devidas ao fluxo de calor através de nossa pele. Quando calor escapa de nosso corpo ao tocarmos um objeto frio, sentimos frio; quando calor penetra em nosso corpo, ao tocarmos um objeto quente, sentimos calor. A intensidade da sensação de calor ou de frio está relacionada não apenas com a diferença de temperatura entre nosso corpo e o objeto tocado mas também com a condução de calor do objeto tocado. Os metais parecem muito frios ou muito quentes. A madeira parece sempre ter uma temperatura próxima da nossa. p. 3
4 Fenômenos térmicos Os fenômenos térmicos são eventos que ocorrem à nossa volta diariamente e fazem parte de nossa experiência comum. Sentimos as alterações da temperatura ambiente ao longo do dia e percebemos as mudanças climáticas, causadas pelas variações de pressão e temperatura atmosféricas. O fogo é a manifestação mais notável dos processos térmicos cotidianos. Aprendemos que ele pode ser usado para esquentar a água e fazê-la entrar em ebulição e descobrimos sua enorme potencialidade para gera movimento e trabalho útil. Na ausência do fogo, verificamos que a água escaldante se esfria espontaneamente e acaba por atingir a temperatura ambiente. A energia se dissipa irreversivelmente na forma de calor cedido ao ambiente. É possível evitar a dissipação se o calor for utilizado para a obtenção de trabalho útil. Isso pode ser conseguido por meio da máquina térmica, que transforma parte do calor em trabalho útil. Como isso é feito é objeto da disciplina denominada termodinâmica. p. 4
5 Bifurcações da idéia de calor calor calor2 pressao 1750 calor temperatura calor entropia p. 5
6 Torricelli, Pascal e a pressão atmosférica Galileu observou que uma bomba aspirante não conseguia retirar água de um poço cujo nível d água estivesse a mais de de 10 metros de profundidade. Essa observação levou Torricelli a estudar o fenômeno usando mercúrio. Em 1643 preenche um longo tubo de vidro com mercúrio e o inverte numa cuba contendo mercúrio. Observa que um espaço vazio se forma na parte superior do tubo e que a coluna mede cerca de 75 cm. A idéia de que a pressão atmosférica é a responsavel pelo equilíbrio da coluna de mercúrio foi introduzida por Pascal, que aperfeiçou o instrumento de Torricelli denominando-o barômetro. Em 1643, solicitou ao seu cunhado que medisse a coluna de mercúrio no alto e na base da montanha Puy-de-Dôme. Verificou que a coluna era menor no topo da montanha do que no sopé. Pascal explica que o peso da coluna de mercúrio é sustentada pelo peso da coluna do ar atmosférica que se estende do ponto onde se encontra a cuba de mercúrio para cima. p. 6
7 Barômetro e manômetro Barometro ^ Manometro ^ p. 7
8 O instrumento de Galileu e o termômetro Durante o período medieval, o calor e o frio eram interpretados como qualidades aristotélicas fundamentais, não passíveis de mensuração. Isso não impediu que se especulasse sobre a possibilidade de haver distintos graus de uma qualidade. Galeno adotava uma escala com quatro graus de calor e quatro graus de frio. Entretanto, tornou-se evidente que o frio é decorrência da ausência de calor e que bastava uma única escala para os graus de calor, como aquela introduzida por Newton. Com a revolução científica do século 17, surgiram os instrumentos para medida dos diversos graus de calor de um corpo, entre eles o instrumento inventado por Galileu. Tal instrumento, entretanto, era afetado pelas variações da pressão atmosférica. Ferdinando II, ao redor de 1644, utilizando um tubo selado, acabou inventando um instrumento sensível ao calor que não era afetado pelas variações de pressão. O instrumento, que foi aperfeiçoado por Fahrenheit, passou a ser denominado termômetro e a grandeza medida, temperatura. p. 8
9 O instrumento de Galileu Carta de Benedetto Castelli a Ferdinando Cesarini, 20 de setembro de 1638; Opere di Galileo Galilei, vol. XVII, p p. 9
10 Escala de graus de calor de Newton (1701) A scale of the degrees of heat 0 The heat of the air in winter at which water begins to freeze. This heat is determined by placing a thermometer in packed snow, while it is melting. 6 Heat of the air in the middle of the day in the month of July The greatest heat which a thermometer takes up when in contact with the human body. This is about the heat of a bird hatching its eggs The heat of a bath in which wax floating around melts as the bath gets warmer and is kept in continual movement without boiling The heat at which water boils violently The lowest heat at which a mixture of equal parts of tin and bismuth liquifies The lowest heat at which lead melts The heat of coals in a little kitchen fire made from bituminous and excited by the use of a bellows. The same is the heat of iron in such a fire which is shining as much as it can. p. 10
11 Temperatura e calor Ao redor de meados do século 18 surgiu a idéia de que o calor possuia dois aspectos distintos sendo que o termômetro media apenas um deles. Joseph Black, em 1760, foi um dos primeiros a esclarecer a distinção entre quantidade de calor (calor propriamente) e intensidade de calor (temperatura) ao introduzir a idéia de capacidade térmica e de calor latente. Mostrou que a temperatura da água em coexistência com o gelo permanece invariante. p. 11
12 Coexistência de fases p (MPa) gelo agua vapor T ( o C) coexistência gelo-água diagrama de fase da água p. 12
13 Lavoisier e o calórico Durante essa época surge a idéia de que o calor se comporta como um fluido sutil, que se conserva, o qual recebeu o nome de calórico por Lavoisier em p. 13
14 Mémoire sur la chaleur, Lavoisier e Laplace p. 14
15 Carnot e as Máquinas térmicas A teoria do calórico foi utilizada por Sadi Carnot em seus estudos sobre o rendimento das máquinas térmicas, publicados em Mostrou que o rendimento de uma máquina que opera segundo um ciclo formado por duas isotermas e duas adiabáticas não depende da substância mas apenas das duas temperaturas do ciclo (exemplo de lei universal). p. 15
16 Ciclo de Carnot, de acordo com Carnot p A AB expansao isotermica temperatura T1 calor recebido Q B BC expansao adiabatica D C V CD compressao isotermica temperatura T2 calor cedido Q DA compressao adiabatica Princípio de Carnot: o rendimento η = W/Q de uma máquina térmica operando de acordo com o ciclo acima depende apenas das duas temperaturas. Uma quantidade de calórico Q descende de uma altura T 1 para uma altura T 2 e realiza trabalho em analogia com um corpo que descende de uma altura maior para outra menor. p. 16
17 Energia Durante a primeira metade do século 19 havia a desconfiança de que o calor não se conservava, em contradição com a teoria do calórico. Os trabalhos de Joule e Mayer mostraram que uma quantidade de trabalho sempre se converte na mesma quantidade de calor. Clausius afirma, em 1850, que o calor significa movimento das menores partes dos corpos e mostra que o princípio de Carnot não está em contradição com essa idéia. p. 17
18 Ciclo de Carnot, de acordo com Clausius p A AB expansao isotermica temperatura T1 calor recebido Q1>0 B BC expansao adiabatica D C V CD compressao isotermica temperatura T2 calor cedido Q2<0 DA compressao adiabatica Princípio de Carnot: o rendimento η = W/Q 1 de uma máquina térmica operando de acordo com o ciclo acima depende apenas das duas temperaturas. Uma quantidade de calor Q 1 é recebido e uma quantidade de calor Q 2 é cedido de forma que W = Q 2 Q 1 ou W = Q 2 + Q 1. p. 18
19 Kelvin e a temperatura absoluta Com base nesse princípio, Kelvin pode introduzir a temperatura absoluta. Se W = Q 1 Q 2 = 1 Q 2 Q 1 Q 1 Q 1 só depende das temperaturas T 1 e T 2, então o mesmo ocorre com a razão Q 2 /Q 1. Kelvin define temperatura absoluta a partir de Q 2 Q 1 = T 2 T 1 p. 19
20 Entropia Com base nesse princípio, Clausius pode introduzir a grandeza denominada entropia que, ao contrário do calor, é uma função de estado assim como a energia é uma função de estado. De acordo com Clausius a diferença de entropia entre dois estados é dada por dq S = T onde a integral se estende sobre qualquer caminho que ligue os dois estados. p. 20
21 Leis da termodinâmica Conservação da energia (Mayer, Joule, Helmholtz): U = Q W ao longo de qualquer trajetória. Em forma diferencial du = dq dw Definição da entropia e temperatura absoluta (Kelvin e Clausius): dq = TdS Conservação da energia em forma diferencial du = TdS pdv A entropia, assim como outro potenciais termodinâmicos, possui a propriedade de convexidade. A entropia é função monotônica crescente do tempo. Princípio de Nernst (1906): S S 0 quando T 0. De acordo com Planck, S 0 = 0. p. 21
22 Transições de fase p. 22
23 Cumulus mediocris p. 23
24 Diagrama de fases da água agua A pressao em mbar 8 gelo D C B 4 vapor d agua temperatura em o C p. 24
25 Nuvem 4 Altidude em km 3 2 D C topo da nuvem gelo agua superresfriada agua B A Temperatura em graus Celsius +5 base da nuvem ar umido +15 solo p. 25
26 Transição e coexistência de fase transição líquido - vapor sólido - líquido sistemas H 2 O H 2 O sólido - gás CO 2 líquido - líquido água-fenol sólido - sólido grafita - diamante ferromagnetismo Fe, Ni, Co ferrimagnetismo Fe 3 O 4 antiferromagnetismo CoO, NiO ordem - desordem liga ZnCu ferroeletricidade BaTiO 3 supercondutividade Hg, Nb 3 Sn superfluidez He4 mesofases cristais líquidos polimerização enxofre, polímeros sol - gel gelatina, borracha p. 26
27 Coexistência de fases p. 27
28 Diagrama de fase do dióxido de carbono (CO 2 ) L 1.00 p (MPa) 0.10 S G θ ( o C) sólido-vapor: 1 atm e -78 C ponto triplo: 0,52 MPa e -57 C líquido-vapor: 5,7 MPa e 20 C ponto crítico: 7,4 MPa e 31 C p. 28
29 Isotermas do dióxido de carbono (CO 2 ) p ρ Isotermas: 13,1 21,5 31,1 32,5 35,5 48,1 C. Dados experimentais obtidos por Andrews (1869). Thomas Andrews,Phil. Trans. Royal Soc. London 159, (1869). p. 29
30 Isotermas do dióxido de carbono (CO 2 ) 100 p (atm) ,09 34,72 32,05 31,01 29,93 28,05 25,07 19,87 10,82 2, ~ v (cm 3 /g) p c = 72, 85 atm, θ c = 31, 04 C, ṽ c = 2, 14 cm 3 /g, ρ c = 0, 468 g/cm 3. Dados experimentais obtidos por Michels et al. (1937). p. 30
31 Opalescência crítica p. 31
32 Opalescência crítica p. 32
33 Opalescência crítica Le liquide, après être parvenu à-peu-près au double de son volume primitif, a disparu complètement, et s est converti en une vapeur tellement transparente que le tube semblait être tout-à-fait vide; mais en le laissant refroidir un moment, il s y est formé un nuage très-épais, après lequel la liqueur a reparu dans son premier état. Charles Cagniard de la Tour (1822). O líquido, depois de atingir cerca do dobro de seu volume primitivo, desapareceu completamente, e foi convertido num vapor tão transparente que o tubo parecia estar inteiramente vazio. Mas, deixando-o resfriar por um momento, formou-se uma nuvem espessa e em seguida o líquido reapareceu em seu estado original. p. 33
34 Opalescência crítica the surface of demarcation between the liquid and gas became fainter, lost its curvature, and at last disappeared. The space was then occupied by a homogeneous fluid, which exhibited, when the pressure was suddenly diminished or the temperature slightly lowered, a peculiar appearance of moving or flickering striae throughout its entire mass. Thomas Andrews (1863). a superfície de separação entre o líquido e o gás tornou-se imprecisa, perdeu a curvatura e por fim desapareceu. O espaço foi então ocupado por um fluido homogêneo, que exibia, quando a pressão era repentinamente diminuída ou a temperatura levemente abaixada, uma aparência peculiar de estrias moventes e tremulantes por toda sua massa. p. 34
35 Ponto crítico da transição líquido-vapor Substância T c (K) p c (MPa) ρ c (g/cm 3 ) p c v c /RT c hélio He 5,1953 0, , ,303 neônio Ne 44,40 2,760 0,484 0,312 argônio Ar 150,663 4,860 0,531 0,292 criptônio Kr 209,40 5,500 0,919 0,288 xenônio Xe 289,73 5,840 1,110 0,287 hidrogênio H 2 32,98 1,293 0,0310 0,306 oxigênio O 2 154,581 5,043 0,436 0,288 nitrogênio N 2 126,20 3,390 0,313 0,289 monox. carb. CO 132,91 3,499 0,301 0,294 diox. carb. CO 2 304,14 7,375 0,468 0,274 amônia NH 3 405,5 11,35 0,237 0,242 água H 2 O 647,14 22,06 0,322 0,230 metano CH 4 190,56 4,592 0,1627 0,286 etano C 2 H 6 305,32 4,872 0,207 0,279 etileno C 2 H 4 282,34 5,041 0,214 0,281 propano C 3 H 8 369,83 4,248 0,220 0,276 p. 35
36 Fim da aula 1 Z G p. 36
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