Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave
|
|
|
- Aurélia do Amaral Azambuja
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave FEB/UNESP - Bauru 1 Introdução Existem uma série de ambientes matemáticos propícios para a solução de algumas tarefas a serem realizadas cotidianamente em cálculos da Engenharia: Matlab, Mathematica, GNU Octave, SciLab, Maxima, etc. Alguns destes são capazes, inclusive, de trabalhar com manipulação simbólica como o caso do Máxima, Mathematica, Matlab (versões posteriores à 5.0), SAGE e o próprio octave se utilizando de pacotes adicionais.entretanto, para o caso de utilização em simulação numérica a manipulação simbólica não representa um fator decisivo. Este capítulo, basicamente, ficará restrito ao uso dos sistemas Matlab/GNU Octave sendo o primeiro um sistema licenciado e o segundo uma alternativa livre de ambientes matemáticos. Embora similares em grande número de comandos existem algumas diferenças entre os comandos em cada um dos sistemas. Na maioria das vezes octave suporta tanto a sua sintaxe específica como aquela que seria utilizada pelo Matlab. O SciLab também é considerado uma boa alternativa livre ao uso do Matlab, mas o seu uso não será abordado neste material. Existem uma série de referências que podem complementar as informações aqui fornecidas, dentre as quais destaco os materiais de Domingues e Mendes Jr (2002) e Eaton (2006). Outra importante fonte de ajuda é o próprio programa, onde uma série de informações a respeito de um comando podem ser obtidas utilizando-se help -i nome_do_comando. Inicialmente, será visto simplesmente algumas operações fundamentais com matrizes e vetores que não apresentam variação entre estes sistemas. Com estas informações já são possíveis realizar uma série de procedimentos do nosso curso. 2 Operações Fundamentais Neste tipo de plataformas estão contemplados todos os tipos de operadores, tanto para operação com reais com inteiros. Assim são possíveis a soma(+), subtração(-), divisão(/), multiplicação (*) divisão reversa (\) e exponencial (ˆ). Operações com inteiros são também possíveis como a divisão, utilizando o truncamento dos decimais (floor), e resto (mod ou rem). Assim: 1
2 octave>mod(5,2) 1 octave> rem(5,2) 1 octave> floor(5/2) 2 octave> disp(5**2), disp( ou ),disp(5^2) 25 ou 25 O disp é um comando utilizado para escrever na tela e converte a saída para caracteres. Comandos para arredondamento como round ou ceil também estão disponíveis no Octave. Além disto, existe uma extensa biblioteca matemática pré-implementada que permite o cálculo de uma série de funções hiperbólicas (exp, log, sinh, etc.), trigonométricas (sin, cos, tan, etc.), de Bessel (besselj, besselk, besseli, etc.) e uma infinidade de outras. 3 Definições e operações com matrizes e vetores Antes de mais nada é possível criar vetores e matrizes através de um valor inicial, um valor final e incrementos constantes do tipo: octave> 1: octave> 1:2: ou então se estabelecendo não o incremento, mas sim o número de componentes da matriz: octave> linspace(1,10,5) Para criar uma matriz ou um vetor incluindo os valores de cada posição e armazená-lo numa variável, o procedimento também é simples, basta inseri-lo da maneira mostrada abaixo: 2
3 octave> a=[1 2; 4 7] a = ou ainda utilizando um <enter>, ao invés do ;, para indicar mudança de linha: octave> b=[3 6 > 9 4] b = Definidas as matrizes pode-se realizar operações entre elas. Veja por exemplo como realizar uma adição entre as matrizes a e b, definidas anteriormente. octave> a+b Da mesma maneira pode-se utilizar uma resposta anterior, mesmo que não armazenada em variável nenhuma utilizando da variável ans. Como exemplo disto, veja como apresentar a segunda coluna da matriz resposta anterior: octave> c = 8 11 c=ans(:,2) sendo que para isto é bastante útil o : da maneira apresentada. Ele pode representar, quando usado desta maneira, todas as linhas ou colunas de uma matriz. Caso desejasse mostrar apenas um componente da matriz, bastaria colocar o seu endereço ente parênteses: octave> a(2,1) 4 Da mesma maneira que a adição, outras operações entre as matrizes poderiam ser realizadas, como por exemplo a multiplicação: octave> a*b
4 Outra forma desta operação, a chamada multiplicação termo a termo, pode também ser necessária e neste caso ela pode ser realizada através da forma: octave> a.*b sendo ainda existente uma operação equivalente a esta para a divisão termo a termo, representada pelo operador Funções e operações especiais São ainda possíveis uma série de outras operações com matrizes, sendo destacadas aqui: Determinante (det): octave> -1 det(a) Matriz Inversa (inv): octave> inv(b) Matriz Transposta ( ): octave> b Matriz nula de qualquer tamanho (z eros): octave> zeros(4) ou ainda para qualquer matriz não quadrada definindo-se o numero de linhas e colunas: 4
5 octave> zeros(1,7) Matriz Unitária também pode ser montada de forma análoga (ones): octave:1> ones(3,2) Matriz de números aleatórios (r and): com todos os números aleatórios variando entre 0 e 1. octave> rand(2,4) Em função do exposto se o interesse é por uma matriz cujo o valor máximo é 10, basta mutiplicar o resultado anterior pelo valor máximo. Matriz Identidade de qualquer tamanho (eye): octave> eye(4) que é uma operação bastante útil se você estiver interassado em montar uma linha qualquer com um valor 1 na posição da diagonal principal e o restante zeros: octave> eye(10)(5,:) Matriz Diagonal genérica a partir de um vetor (diag): octave> a=[1 2 3] a = octave> diag(a)
6 O vetor diagonal também pode ser usada para montar uma diagonal secundária da matriz, para isto basta fornecer como segundo argumento inteiro que representa a sua posição na matriz. Números negativos podem ser usados para representar diagonais secundárias abaixo da posição atual: octave> diag(a,-2) Se aplicado em uma matriz bidimensional, o comando diag retorna a respectiva diagonal indicada na forma de vetor, como se fizesse uma operação inversa da anteriormente demonstrada: octave:18> b=[ ; ; ; ] b = octave:19> diag(b,1) Operações com as colunas de componentes de uma matriz: no caso da soma (sum) octave> 5 9 sum(a) e ainda existem outros comandos que permitem a obtenção da média(mean), o produto dos termos(prod), o valor máximo (max), o valor mínimo (min) e a ordenação de matrizes (sort). Todos estes comandos realizam estas operações entre os elementos pertencentes à mesma coluna. Deve-se lembrar ainda que mesmo nos ambientes deste tipo não existe a comutatividade em operações com matrizes assim: octave> c*c é diferente de: 6
7 octave> c *c 185 como era de se esperar. Bem este texto serve como uma referência básica para o tratamento de matrizes e vetores nos referidos sistemas entretanto existem ainda uma série de diferentes comandos relacionados a este que podem ser encontrados em documentações mais aprofundadas e através do Help dos programas. Existem uma série de outras operações que permitem operações básicas com vetores, principalmente com relação à união de vetores (union) e a identificação de posições que obedeçam a características definidas (find). 4 Definição de funções Para definir funções no octave normalmente é indicado criar um arquivo com extensão.m no diretório corrente obedecendo a uma estrutura básica: i. a primeira linha deve conter a palavra chave function, em seguida a variável que armazena o valor a ser retornado que, por sua vez, é igualada ao nome da função seguida da sequência de parâmetros de entrada. É fundamental que o nome da função seja idêntico ao fornecido ao arquivo.m. ii. na linha a seguir são definidas as variáveis globais, se existirem. iii. depois vem o corpo da função com a sua sequência de comandos. iv. o procedimento é finalizado com a palavra end. Veja por exemplo a criação de uma função do tipo sinal de um número. Desta forma será editado um arquivo sinal.m do tipo: # funç~ao sinal function ret=sinal(x) if (x!=0) ret=x/abs(x); else ret=0; endif end A partir deste ponto existe uma função pronta no octave de nome sinal que pode ser chamada em qualquer instante. Cabe ressaltar entretanto que esta função deve estar no diretório corrente ou no diretório de funções do octave. Assim: 7
8 octave> ans= 1 octave> ans=- 1 octave> 0 sinal(100) sinal(-10) sinal(0) Esta mesma função poderia ser criada simplesmente digitando a sequência de comandos apresentada no octave dispensando, assim, a necessidade da criação de um novo arquivo. O inconveniente desta forma é que a mesma só estaria disponível depois de carregada para a memória do octave em cada seção. Quando se trata de funções mais simples, que envolve o seu cálculo diretamente a partir de parâmetros fornecidos o comandoi nline pode ser uma boa alternativa. Sofre das mesmas limitações de quando se define a função no interior de um script, entretanto sua definição é bem mais simples: octave> f=inline("2*x.^2-3*x+4") f = f(x) = 2*x.^2-3*x+4 octave> f(2) 6 sendo que neste caso todos os parâmetros envolvidos na função seriam também argumentos da mesma dificultando, assim, definições mais complexas. Existem alternativas para personalizar esta definição uma vez que este comando pode ser utilizado com maior número de parâmetros. Maiores detalhes podem ser encontrados com a utilização da ajuda da função. 5 Montagem de gráficos Para elaboração de gráficos o octave se utiliza de um programa externo denominado GNU- PLOT. Existem comandos internos do próprio gnuplot que muitas vezes são utilizados para definir parâmetros preliminares dos gráficos. Para um bom conhecimento destas funções sugerese uma leitura do manual do próprio programa. Com relação ao comando para plotagem plot ele pode ser utilizado com a entrada de pelo menos dois vetores (x, y), mas sua forma geral permite a utilização de um formato em sequência identificando como vai ser a linha Apenas para ilustrar, foi feito um gráfico personalizado alterando alguns parâmetros mais importantes do gnuplot via gset e utilizando-se de um script do octave: 8
9 Figura 1: Gráfico gerado no octave octave> x1=0:0.1:pi; %define vetor x octave> a=cos(x1); %define o primeiro vetor y octave> b=sin(x1); %define o segundo vetor y octave> gnuplot_set xlabel "x" % define nome do eixo x octave> gnuplot_set ylabel "y" % define nome do eixo y octave> gnuplot_set key outside box % define legenda % do lado de fora do grafico e com borda octave> plot(x1,a,"-;cos(x);",x1,b,"-;sin(x);") e com isto foi criado o gráfico mostrado na figura (1). Deve-se ressaltar que em versões antigas do programa utilizava-se substituir o comando gnuplot_set por gset. Um dos aspectos mais complexos é a utilização de estilos de linhas e pontos neste tipo de plotagem. Além de escolher o título da legenda da curva é ainda possível nestes gráficos, escolher tanto a cor como a forma das linhas ou pontos da curva. Para tanto é interessante conhecer os esquemas a serem utilizados: - define a curva na forma de linhas;.., +, *, o e x define a curva na forma de diferentes estilos de pontos; ^ define gráfico de impulsos; L define gráfico de steps ; n ou c, definem a cor a ser utilizada de forma: 9
10 Num. Letra Cor 0 k preto 1 r vermelho 2 g green 3 b azul 4 m magenta 5 c cyan Além destas cores pode-se ainda utilizar o w para o branco e os números maiores que cinco para outras variações. Cabe ressaltar ainda que o comando fplot pode ser utilizado diretamente para a elaboração de gráficos a partir de funções diretamente. Ele pode ser utilizada de maneira análoga ao plot, excetuando-se pelas mudanças de formatos anteriormente demonstradas. octave> gnuplot_set xlabel "x" % define nome do eixo x octave> gnuplot_set ylabel "y" % define nome do eixo y octave> fplot("[cos(x), sin(x)]", [0,pi]) Depois dos gráficos prontos, existem alguns outros comandos importantes que permitem colocar títulos, tanto no gráfico (title)como nos eixos(xlabel e ylabel). Para exemplo construa um gráfico qualquer com os comandos anteriores e depois mude suas características: octave> title("exemplo 1") octave> xlabel("dados") octave> ylabel("saída") Outro comando importante é comando hold, que pode ser ligado ou desligado, de maneira a congelar as curvas que já foram plotadas e permite adicionar outras. octave> fplot("sin(x)", [0, 4*pi]) octave> hold on octave> fplot("sin(2*x)", [0, 4*pi]) octave> hold off octave> fplot("sin(x/2)", [0, 4*pi]) 6 Operações lógicas É possível realizar uma série de operações lógicas e testes usando o Octave. As operações mais usuais são maior (>) ou maior ou igual (>=), menor(<) ou menor ou igual (<=), igual (==) e diferente (! = ou =). É conveniente notar que o teste de igualdade (==) é diferente da atribuição (=). 10
11 if é utilizado para realização de comparações diretas e direcionar o fluxo do programa em função de seu resultado. octave> a=2 2 octave> if (mod(a,2)==0) disp(\"numero par\") else disp(\"numero impar\") endif Numero par octave> 3 a=3; octave> if (mod(a,2)==0) disp(\"numero par\") else disp(\"numero impar\") endif Numero impar while utilizado para o caso de repetições onde o teste é feito por diversas vezes a cada interação do problema. octave> z=1; octave> while (z<5) disp(z); z+=2; endwhile 1 3 for no caso de operações que usam um contador com incrementos constantes o comando for é o mais indicado. octave> for z=1:2:4 disp(z); endfor 1 3 switch permite a seleção de uma alternativa entre diversas. Pode ser substituido por um conjunto de if s em cascata. octave> nlados=3; octave> switch (nlados) > case (3) disp("tri^angulo") > case (4) disp("quadrado") > case (5) disp("pentágono") > otherwise disp("figura n~ao classificada") > endswitch Tri^angulo Em todos os comandos acima o final endif, endwhile, endfor e endswitch pode ser substituído por end sem comprometer o funcionamento do script (e mantendo compatibilidade com o Matlab) 11
12 7 Diferenças básicas entre o Matlab e o Octave Algumas diferenças básicas que podem afetar a compatibilidade entre ambos são: o nome de algumas funções são diferentes o comentário no Matlab é % e no Octave também é aceito o # no Matlab, os blocos formados por while, if e for e as functions necessariamente terminam com end. No octave pode-se usar, opcionalmente, endwhile, endif, endfor e endfunction. no Matlab a única forma aceita para a desigualdade é o =. O!= é aceito apenas no Octave. operadores incrementais ++ e - - não são aceitos no Matlab. Referências DOMINGUES, M. O.; MENDES JR, O. Introdução aos Programas Científicos de Distribuição Gratuita: GNU/Octave, GNU:Maxima, LaTeX e GNU/Rcs Disponível em: < EATON, J. W. Octave Manual Disponível em: < 12
APÊNDICE A -- Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave
APÊNDICE A -- Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave Existem uma série de ambientes matemáticos propícios para a solução de a maioria das tarefas a serem realizadas cotidianamente em cálculos da Engenharia:
Métodos Numéricos em Fluido Térmica
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus Universitário de Bauru FACULDADE DE ENGENHARIA DE BAURU DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Tópicos Especiais em Fluido-Térmica Métodos Numéricos em Fluido Térmica
1 Equações Diferenciais e Métodos Numéricos 1. 2 Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave Operações Fundamentais... 7
SUMÁRIO 1 Equações Diferenciais e Métodos Numéricos 1 2 Introdução aos Sistemas Matlab/GNU Octave 6 2.1 Operações Fundamentais............................... 7 2.2 Definições e operações com matrizes e
Mini curso básico. Gilberto A. S. Segundo Fábio Carmo. Programa de Educação Tutorial
Programa de Educação Tutorial Mini curso básico Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Gilberto A. S. Segundo Fábio Carmo Agenda Apresentação Vetores e matrizes em matlab Comandos
MATLAB. Que é MATLAB?
MATLAB Que é MATLAB? MATLAB é o nome abreviado de MATrix LABoratory. MATLAB é um programa para realizar cálculos numéricos com vetores e matrizes. Como caso particular pode também trabalhar com números
INTRODUÇÃO AO SCILAB
INTRODUÇÃO AO SCILAB O programa SCILAB é um ambiente apropriado ao desenvolvimento de software para computação numérica. Esse programa foi concebido e é mantido pelo Institut de Recherche em Informatique
Introdução ao MATLAB. Parte 2
Introdução ao MATLAB Parte 2 5 Controle de fluxo 5.1 Scripts e functions Um script m-file consiste de uma série de comandos Matlab escritos em um arquivo com a extensão.m, sem argumentos de entrada ou
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 7 Matlab Noções Básicas de MATLAB INTRODUÇÃO Cálculo Numérico 3/55 LAYOUT DO MATLAB Espaço destinado às variáveis veis que
SCS Sistemas de Controle / Servomecanismos. Aula 01 Introdução ao software MATLAB
Aula 01 Introdução ao software MATLAB O MATLAB (Matrix Laboratory) é um ambiente de programação de alto desempenho voltado para a resolução de problemas expressos em notação matemática, projeto e simulação
Programação de Computadores III
Programação de Computadores III Introdução ao FORTRAN Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.1/tcc-00.157
INTRODUÇÃO AO MATLAB - PARTE 2
INTRODUÇÃO AO MATLAB - PARTE 2 Murilo F. Tomé - ICMC-USP Operadores Relacionais/Lógicos Estruturas de Seleção e Repetição Introdução polinômios Gráficos Operadores relacionais Símbolo Operador = = igual
Programação de Computadores III
Programação de Computadores III Introdução ao FORTRAN Professor Hugo de Oliveira Barbalho [email protected] Material produzido pelo professor: Leandro Augusto Frata Fernandes ([email protected])
Características Básicas
Características Básicas Software de simulação matemática; Realiza operações matriciais,constrói gráficos em 2D e 3D,ajuda no processamento de sinais; Facilidade na linguagem em um ambiente interativo;
Matlab Noções introdutórias. Roteiro para aula
Matlab Noções introdutórias Roteiro para aula Matlab- Variáveis Pode-se criar variáveis na área de trabalho Comandos encerrados com ; não geram eco na área de trabalho >> a = 65 a = 65 >> a = 65; >> Matlab-
Vetores, Matrizes e Gráficos
Programação de Computadores I UFOP DECOM 2013 2 Aula prática 3 Vetores, Matrizes e Gráficos Resumo Nesta aula você irá utilizar vetores para resolver diversos tipos de problemas. Para expressar a solução
Aula 7. Noções Básicas de Octave
CÁLCULO NUMÉRICO Aula 7 Noções Básicas de Octave COMANDOS BÁSICOS Cálculo Numérico 3/55 Símbolo >> Ao abrir o Octave, o símbolo >> aparece na Janela de Comandos. Ele indica que o programa está pronto para
Murilo F. Tomé ICMC-USP
INTRODUÇÃO AO MATLAB Murilo F. Tomé ICMC-USP Pré-requisitos: Utilização de editor de texto; Atribuição de valores e manuseio de variáveis; Manuseio de loops; Números reais e complexos; Vetores e matrizes.
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 7 Matlab Noções Básicas de MATLAB INTRODUÇÃO Cálculo Numérico 3/55 Current Folder Window Local onde as operações podem ser
Inteligência Computacional Aula 2 - Introdução ao MatLab Graduação /2
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Matemática / DCC Inteligência Computacional Aula 2 - Introdução ao MatLab Graduação - 2003/2 Prof. A. C. G. Thomé, PhD [email protected] Airam C. P.
Programação de Computadores:
Instituto de C Programação de Computadores: Introdução ao FORTRAN Luis Martí Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense [email protected] - http://lmarti.com Introdução ao FORTRAN Cinco aspectos
Declarações. C diferencia letras maiúsculas de minúsculas! int n, N; n é diferente de N!
Declarações Os nomes das variáveis devem conter apenas letras, dígitos e o símbolo _ Os principais tipos são: int, float, double e char Exemplos: int n; int quantidade_valores; float x, y, somavalores;
Introdução ao SciLab. SciLab O que é? Onde obter o programa:
Introdução ao SciLab SciLab O que é? SciLab é uma plataforma interativa para computação numérica composta de uma rica coleção de algoritmos numéricos e de uma linguagem de programação associada. CN04 2010
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 10 04/2014 Matlab Métodos para zeros reais de funções Algoritmo do Método da Bissecção Seja f (x) contínua em [a, b] e tal
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 10 04/2014 Scilab Métodos para zeros reais de funções Algoritmo do Método da Bissecção Seja f (x) contínua em [a, b] e tal
Linguagens de Programação Aula 13
Linguagens de Programação Aula 13 Celso Olivete Júnior [email protected] Na aula passada Suporte para a programação orientada a objetos 2 Na aula de hoje Programação Funcional Linguagem Haskell 3 Roteiro
Minicurso MATLAB BÁSICO MÓDULO 1
Minicurso MATLAB BÁSICO MÓDULO 1 Vitorino Biazi Robertson Junior Jhonata Moraes Comissão do Minicurso Sávio Alves Gabriel Nunes Thiago Bragança Roteiro do primeiro módulo Introdução Área de trabalho Variáveis
Introdução ao uso do aplicativo Gnuplot
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências e Tecnologia Laboratório de Engenharia e Exploração de Petróleo Introdução ao uso do aplicativo Gnuplot Disciplina: Software Livre Aluna: Nathália
Introdução a Matrizes
Programação de Computadores I UFOP DECOM 2013 2 Tutorial Introdução a Matrizes Resumo Neste tutorial você irá aprender como criar matrizes, como realizar operações aritméticas básicas sobre matrizes e
AULA 2 1) Comando linspace 2) Indexação de matriz
AULA 2 1 1) Comando linspace >> linspace(0,10,5) ans = 0 2.5000 5.0000 7.5000 10.0000 Espaça linearmente um determinado número de elementos entre um valor final e um inicial. 2) Indexação de matriz >>
Introdução ao MATLAB. Afonso Paiva ICMC-USP
Introdução ao MATLAB Afonso Paiva ICMC-USP MATrix LABoratory é um software para computação científica resolve numericamente problemas matemáticos de forma rápida e eficiente possui uma família de pacotes
Linguagem Haskell. Universidade Estadual Santa Cruz Conceitos de Linguagens de Programação. Tiago Carneiro 19 Agosto 2013
Linguagem Haskell Universidade Estadual Santa Cruz Conceitos de Linguagens de Programação Tiago Carneiro 19 Agosto 2013 1 1 Linguagem Haskell Linguagem de programação funcional É um paradigma de programação
TUTORIAL SIMPLIFICADO DE MATLAB
TUTORIAL SIMPLIFICADO DE MATLAB Esse tutorial visa apresentar apenas as funções mais utilizadas pelo grupo. O Matlab suporta várias funções de entrada e saída de arquivos da linguagem C. Tais funções incluem
4. Constantes. Constantes pré-definidas
4. Constantes Constantes pré-definidas O PHP possui algumas constantes pré-definidas, indicando a versão do PHP, o Sistema Operacional do servidor, o arquivo em execução, e diversas outras informações.
Aula 03 - Introdução ao Scilab (p2)
BCC701- Programação de Computadores I Aula 03 - Introdução ao Scilab (p2) Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Departamento de Computação - DECOM http://www.decom.ufop.br/bcc701 BCC701-2019-01 DECOM
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 7 Matlab Noções Básicas de MATLAB INTRODUÇÃO Cálculo Numérico 3/55 Current Folder Window Local onde as operações podem ser
Unidade 3: Linguagem de programação
Unidade 3: Linguagem de programação 3.5. Trabalhando com polinômios, vetores e matrizes O programa Scilab trabalha com polinômios, vetores e matrizes de forma similar a vários pacotes computacionais disponíveis
Minicurso de MATLAB. Programa de Educação Tutorial de Engenharia Elétrica. lmax Rodrigues. lcaroline Pereira. lnayara Medeiros
Minicurso de MATLAB Programa de Educação Tutorial de Engenharia Elétrica lmax Rodrigues lcaroline Pereira lnayara Medeiros lementa da aula de hoje: - Álgebra linear; - Polinômios; - Operações com polinômios;
MATLAB Avançado. Melissa Weber Mendonça
MATLAB Avançado Melissa Weber Mendonça [email protected] O que é o MATLAB? Linguagem computacional de alto nível e um ambiente interativo para computação numérica, visualização e programação. Console:
Prof. Dr. Marco Antonio Leonel Caetano
Forecasting e Otimização de Carteiras com Matlab Prof. Dr. Marco Antonio Matlab O que é? Como funciona? Fundamentos - Ambiente de programação avançada - Ambiente de execução de programas - Permite utilização
PROGRAMAÇÃO de COMPUTADORES: LINGUAGEM FORTRAN 90/95
PROGRAMAÇÃO de COMPUTADORES: LINGUAGEM FORTRAN 90/95 Exercícios de revisão Lista 01: a) Monte um mapa conceitual indicando as relações entre os seguintes conceitos, no contexto do assunto visto em aula:
CIT Aula 02 Variáveis e Estruturas de desvio condicional. Autor: Max Rodrigues Marques Carga Horária: 2 h 22/07/15 1
CIT 2015.2 Aula 02 Variáveis e Estruturas de desvio condicional Autor: Max Rodrigues Marques Carga Horária: 2 h 22/07/15 1 Variáveis Uma variável nada mais é que um nome que damos a uma determinada posição
Comandos em C (cont.)
Comandos em C (cont.) Operador ternário:? O operador condicional possui uma opção um pouco estranha. É o único operador C que opera sobre três expressões. Sua sintaxe geral possui a seguinte construção:
Introdução à Ciência da Computação
Introdução à Ciência da Computação Unidade III Programação de Computadores com Octave Uso do Octave no Modo Interativo Prof. Roberto M. de Faria/DSC/UFCG Ajuda para o Octave Para ter acesso à documentação
MATLAB EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS
MATLAB EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS O QUE É O MATLAB? O MATLAB ( MATrix LABoratory ) é um pacote de programas computacionais que pode ser usado para a resolução de uma variedade de problemas científicos e de
UNIJUI:UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DCEEng: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS
UNIJUI:UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DCEEng: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E ENGENHARIAS COMO INSTALAR E UTILIZAR O SCILAB Tânia Michel Pereira Juliane Sbaraine Costa
Introdução ao Scilab
Introdução ao Scilab Prof. Santos Alberto Enriquez Remigio Faculdade de Matemática-Universidade Federal de Uberlândia 12 de setembro de 2015 Tópicos Scilab Operações básicas de calculadora no Scilab Definição
Linguagem Haskell. Riocemar S. de Santana
Linguagem Haskell Riocemar S. de Santana Haskell, o que é? É uma linguagem de programação puramente funcional, de propósito geral. Nomeada em homenagem ao matemático americano Haskell B. Curry (1900 1982).
LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES
LINGUAGEM C: VARIÁVEIS E EXPRESSÕES Prof. André Backes LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO Linguagem de Máquina Computador entende apenas pulsos elétricos Presença ou não de pulso 1 ou 0 Tudo no computador deve
Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Departamento de Computação - DECOM Programação de Computadores I - BCC701
Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Departamento de Computação - DECOM Programação de Computadores I - BCC701 www.decom.ufop.br/red AULA TEÓRICA 02 1 Prof. Marcelo Luiz Silva Red CONTEÚDOS DA AULA
2+3 % adiç~ao % variável padr~ao usada para resultados 10/5 % divis~ao 5\10 % divis~ao indireta. % verificando o valor da variável b
%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%% %%% Curso de MATLAB %%% %%% Roy Wilhelm Probst e Fabio Antonio Dorini %%% %%% Departamento Acad^emico de Matemática %%% %%% UTFPR
ALGORITMOS 3ª Aula. 3. Introdução Tipos de dados, variáveis e operadores Tipos de dados
3. Introdução Segundo alguns especialistas, qualquer programa de computador pode ser escrito utilizando apenas três estruturas básicas: Seqüência, Condição e Repetição. Isto significa que, na construção
Algoritmos. Estrutura de Repetição. enquanto. while. Grupos de Slides No 5. Prof. SIMÃO
Algoritmos Estrutura de Repetição enquanto while Grupos de Slides No 5. Prof. SIMÃO 1 Feito por Prof. Jean Marcelo SIMÃO e revisado por Prof. Luis Alberto LUCAS Estrutura de Repetição enquanto % enquanto
Computação e Programação. Exame Época Normal
Nome : Número : Computação e Programação 2015-2016 Mestrado Integrado em Engenharia Civil Licenciatura Bolonha em Engenharia Geológica e de Minas DECivil Exame Época Normal 6 de janeiro de 2016 Exame sem
Programação em C. Variáveis e Expressões. Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Programação em C Variáveis e Expressões DCA0800 Algoritmos e Lógica de Programação Heitor Medeiros Florencio
Unidade 3: Linguagem de programação
Unidade 3: Linguagem de programação 3.3. Primeiros passos Iniciaremos os primeiros passos no aplicativo Scilab abrindo a janela principal, ilustrada na Figura 3.1. Aprenderemos inicialmente a realizar
Introdução ao Matlab. Sérgio Manuel Ângelo da Cruz. Aplicações Informáticas para Engenharia
Introdução ao Matlab Sérgio Manuel Ângelo da Cruz 2007 Aplicações Informáticas para Engenharia Introdução Aplicações Informáticas para Engenharia Ferramentas Informáticas de Apoio à Engenharia: Matlab
Estrutura de um Algoritmo, Variáveis, Comandos de Entrada e Saída e Expressões Aritméticas
Estrutura de um Algoritmo, Variáveis, Comandos de Entrada e Saída e Expressões Aritméticas Estrutura de um Programa em Linguagem Algorítmica Nesse curso nós vamos utilizar a linguagem algorítmica para
Introdução ao software Scilab
Introdução ao software Scilab Objetivos: Introduzir os conceitos e comandos fundamentais do programa Scilab e da sua ferramenta XCOS. Tal estudo será voltado para aplicações de Sistemas de Controle. Introdução
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Condicionais e de Repetição
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas Condicionais e de Repetição 1 Comando while Deseja-se calcular o valor de: 1 + 2 + 3 +... + N. Observação: não sabemos, a priori, quantos termos
SCILAB. Scilab Dr.ª Eng.ª Mariana Santos Matos Cavalca Eng.º Eduardo Bonci Cavalca
SCILAB Scilab 5.3.3 Dr.ª Eng.ª Mariana Santos Matos Cavalca Eng.º Eduardo Bonci Cavalca Principais objetivos: Primeiro contato com o software livre SCILAB para apoio à projetos de engenharia de controle.
Octave. Introdução. Primeiros Comandos
Octave Introdução O GNU Octave é um software livre sob licença GPL para cálculos matemáticos. Sua linguagem é de alto nível e bastante compatível com o MATLAB. Foi desenvolvido em C++ e possui um interpretador
Conceitos de vetores. Decomposição de vetores
Conceitos de vetores. Decomposição de vetores 1. Introdução De forma prática, o conceito de vetor pode ser bem assimilado com auxílio da representação matemática de grandezas físicas. Figura 1.1 Grandezas
Introdução ao MATLAB. Parte 3
Introdução ao MATLAB Parte 3 6 Gráficos 2D Há diversos comandos para produzir gráficos em 2D (veja a Figura ). O mais utilizado deles é o comando plot. Ele admite argumentos de entrada, que permitem adicionar
NÍVEL BÁSICO CAPÍTULO II
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL SEMANA DOS 40 ANOS DE ENGENHARIA ELÉTRICA NÍVEL BÁSICO CAPÍTULO II PROGRAMA
Variáveis primitivas e Controle de fluxo
Variáveis primitivas e Controle de fluxo Material baseado na apostila FJ-11: Java e Orientação a Objetos do curso Caelum, Ensino e Inovação, disponível para download em http://www.caelum.com.br/apostilas/
Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de programação em linguagem Python
Universidade Federal de Uberlândia - UFU Faculdade de Computação - FACOM Lista de exercícios de programação em linguagem Python Exercícios: Funções 1. Crie uma função que recebe como parâmetro um número
Aula 2P - Comandos básicos do Matlab aplicados a PDS
Aula 2P - Comandos básicos do Matlab aplicados a PDS Bibliografia HAYKIN, S. S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas, Bookman, 2001. ISBN 8573077417. Páginas 71-76. INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G. Digital signal
Estruturas de Repetição
Algoritmos e Estruturas de Dados I (DCC/003) Estruturas de Repetição Aula Tópico 4 (while, for) 1 Problema 10 Suponha que soma (+) e subtração (-) são as únicas operações disponíveis em C. Dados dois números
I-3 Introdução ao Matlab
I-3 Introdução ao Matlab Comunicações Sumário 1. Matlab MATrix LABoratory 2. Formas de utilização a) A janela de comandos b) Scripts c) Funções 3. Sintaxe, variáveis, matrizes e vetores 4. Operações comuns
Material Didático Unificado.
Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Departamento de Computação - DECOM Comissão da Disciplina Programação de Computadores I CDPCI Programação de Computadores I BCC701 www.decom.ufop.br/bcc701 Material
Introdução à Programação em C. Prof. Ricardo Teixeira Tecnologia em Mecatrônica Industrial SENAI
Introdução à Programação em C Prof. Ricardo Teixeira Tecnologia em Mecatrônica Industrial SENAI Linguagem C Criada em 1972 para uso no LINUX; Sintaxe base para diversas outras (Java, JavaScript, PHP, C++,
