MATLAB EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS
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- Kátia Estrada Santarém
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1 MATLAB EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS
2 O QUE É O MATLAB? O MATLAB ( MATrix LABoratory ) é um pacote de programas computacionais que pode ser usado para a resolução de uma variedade de problemas científicos e de engenharia, tais como: diferenciação e integração numérica, equações diferenciais ordinárias e parciais, ajuste de curvas, equações não lineares e otimização; também pode resolver muitos tipos de problemas simbolicamente. O MATLAB proporciona um excelente ambiente para cálculo e programação bem como para geração de gráficos. Pode-se executar uma única declaração ou uma lista de declarações, reunidas num arquivo de programa ( script file ).
3 DADOS E OPERAÇÕES ELEMENTARES O único tipo de dado no MATLAB é uma matriz de valores complexos. Assim, escalares, vetores com elementos inteiros e matrizes com valores reais são tratados como casos especiais de matrizes complexas. Os símbolos usados nas operações aritméticas básicas de adição, subtração, multiplicação, divisão e exponenciação são, respectivamente, +,, *, / e ^. Em qualquer expressão, os cálculos são executados da esquerda para a direita, sendo que a exponenciação tem a prioridade mais alta, seguida pela multiplicação e pela divisão (com prioridades iguais) e então pela adição e pela subtração (também com prioridades iguais).
4 PRECISÃO E VARIÁVEIS PRECISÃO O MATLAB usa precisão dupla durante os cálculos, mas fornece os resultados na tela em formato mais reduzido. Essa característica pode ser alterada com a utilização do comando format. VARIÁVEIS Quando o MATLAB encontra um novo nome de variável, ele automaticamente cria a variável e aloca o espaço apropriado. Os nomes das variáveis devem começar com uma letra, seguida por qualquer combinação de letras, dígitos e underscores, sendo usados os primeiros 63 caracteres. Letras maiúsculas e minúsculas são distinguidas.
5 CRIAÇÃO DE VETORES E MATRIZES Antes de realizar operações aritméticas como adição, subtração e multiplicação de matrizes, essas devem ser criadas, da seguinte forma: VETOR LINHA A = [ 1 2 3] Um vetor linha é tratado como uma matriz (1 x n), ficando seus elementos entre colchetes e separados por espaços ou vírgulas. Se não for acrescentado um ponto e vírgula no final da linha, o MATLAB apresenta os resultados da linha na tela, após ela ter sido lida.
6 CRIAÇÃO DE VETORES E MATRIZES (cont.) VETOR COLUNA A = [1; 2; 3] ou A = [1 2 3] Um vetor coluna é tratado como uma matriz (n x 1). Seus elementos podem ser digitados em uma única linha, usando ponto e vírgula para separá-los. Alternativamente, pode ser usado um vetor linha, com um apóstrofo no colchete da direita, que representa a operação de transposição.
7 CRIAÇÃO DE VETORES E MATRIZES (cont.) MATRIZ Para inserir a matriz A a seguinte especificação pode ser usada: A = [ 1 2 3; 4 5 6; 7 8 9]
8 VETORES COM ESTRUTURA ESPECIAL Em certos casos, a estrutura especial de um vetor é usada para especificá-lo de uma maneira mais simples. Por exemplo, A = 1:10 representa o vetor linha A [ ], enquanto A = 2:0.5:4 representa o vetor linha A [2,0 2,5 3,0 3,5 4,0].
9 MATRIZES ESPECIAIS Algumas matrizes especiais também são referenciadas de maneira especial. Por exemplo, o comando A = eye(3) implica uma matriz identidade de ordem 3, qual seja A
10 MATRIZES ESPECIAIS (cont.) Já o comando A = ones(3) implica uma matriz quadrada de ordem 3, com todos os seus elementos iguais a 1, ou seja, A
11 MATRIZES ESPECIAIS (cont.) O comando A = zeros(2,3) implica uma matriz 2 x 3, com todos os seus elementos iguais a 0, ou seja, A
12 OPERAÇÕES ELEMENTARES COM MATRIZES Matrizes podem somadas, subtraídas e multiplicadas pelo uso dos sinais +, e *, respectivamente. Por exemplo, para somar as matrizes A e B, de modo a obter a matriz C, usa-se a declaração C = A + B
13 FUNÇÕES MATLAB O MATLAB tem um grande número de funções embutidas, tais como sqrt(x) raiz quadrada de x sin(x) seno de x cos(x) cosseno de x tan(x) tangente de x log10(x) logaritmo de x na base 10 ln(x) logaritmo neperiano de x exp(x) função exponencial de x
14 FUNÇÕES MATLAB (cont.) Para gerar um vetor y que contenha 11 valores associados com a função 2x y e cos x, com x 0, 0.1, 0.2,..., 1.0, digita-se o seguinte: x = 0:0.1:1 y = exp(-2*x).*cos(x) O ponto antes do sinal de multiplicação permite que os valores das funções exponencial e cosseno sejam multiplicados em correspondência.
15 NÚMEROS COMPLEXOS O MATLAB considera a álgebra de números complexos automaticamente. O símbolo i, ou o j, pode ser usado para representar a parte imaginária, sem necessidade de um asterisco entre o i (ou o j) e um número. Por exemplo, a = 1-3i gera a variável a, que é igual ao número complexo com parte real igual a 1 e parte imaginária igual a 3, respectivamente. O módulo e o argumento (em radianos) de um número complexo podem ser determinados da seguinte forma: ma = abs(a) aa = angle(a)
16 ARQUIVOS M O MATLAB pode ser usado em modo interativo, com a digitação imediata de cada comando pelo teclado. Nesse modo, ele executa as operações como se fosse uma calculadora mais avançada. Contudo, se o mesmo conjunto de comandos tiver que ser repetido várias vezes, com valores diferentes dos parâmetros de entrada, desenvolver um programa será mais rápido e eficiente. Um programa MATLAB consiste em uma sequência de instruções de interesse, escritas em ambiente próprio e então executadas como um único bloco de comandos. Um arquivo de programa é dito script file ou m-file (arquivo m).
17 ARQUIVOS M (cont.) É necessário dar um nome ao arquivo de programa, que deverá terminar com a extensão.m (um ponto seguido da letra m). Um arquivo m típico, denominado fibo.m, é dado a seguir: % m-file to compute Fibonacci numbers f=[1 1]; i=1; while f(i) + f(i+1) < 1000 f(i+2)=f(i)+f(i+1); i=i+1; end
18 ARQUIVOS M (cont.) Um arquivo m também pode ser usado para escrever funções (subrotinas), que serão utilizadas por outros programas. Por exemplo, a solução de uma equação quadrática 2 ax bx c 0 pode ser determinada com a utilização da seguinte função:
19 ARQUIVOS M (cont.) function [x1, x2]=raizes_quadraticas(a,b,c) % função para encontrar as raízes de uma equação quadrática dis=b^2-4*a*c; % dis = discriminante if (dis < 0.0) x1=(-b+i*sqrt(-dis))/(2*a); x2=(-b-i*sqrt(-dis))/(2*a); disp('as raízes são complexas conjugadas.'); elseif (abs(dis) < 1e-8) % dis = 0.0 x1=-b/(2*a); x2=-b/(2*a); disp('as raízes são idênticas.');
20 else (dis > 0.0) x1=(-b+sqrt(dis))/(2*a); x2=(-b-sqrt(dis))/(2*a); disp('as raízes são reais e distintas.'); end Para a = 2, b = 2 e c = 1, essa função, através do comando [x1,x2] = raizes_quadraticas(2,2,1) fornecerá o seguinte resultado: As raízes são complexas conjugadas. x i x i
21 GERAÇÃO DE GRÁFICOS Para gerar um gráfico em MATLAB, define-se um vetor de valores da variável independente x (vetor x) e um vetor de valores da variável dependente y, correspondente aos valores de x (vetor y). Então, o gráfico x-y pode ser gerado com o comando plot(x,y). Para gerar, por exemplo, o gráfico da função 2 y x 1, na faixa 0 x 3, os seguintes comandos devem ser utilizados: x = 0:0.2:3; y = x.^2 + 1; plot(x,y)
22 GERAÇÃO DE GRÁFICOS (cont.) Observe que as duas primeiras linhas acima geram os vetores x e y (com incrementos de 0,2 para x), enquanto a terceira linha acima gera o gráfico (utilizando linhas retas entre os pontos). Já as cinco linhas abaixo permitem a representação gráfica dos eixos x e y, junto com a montagem da grade. hold on x1 = [0 3]; y1 = [0 0]; x2 = [0 0]; y2 = [0 10]; plot(x1,y1,x2,y2,'-b') grid on hold off
23 SOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS Para a solução de um sistema de equações diferenciais ordinárias de primeira ordem, o MATLAB tem diversas funções construídas com base nos métodos de Runge-Kutta. A função MATLAB ode23 implementa uma combinação de métodos de Runge-Kutta de segunda e terceira ordens, enquanto a função ode45 tem como base uma combinação de métodos de quarta e quinta ordens. Assim, para usar essas funções na resolução de uma equação diferencial ordinária de ordem n, a equação deve ser antes convertida para um sistema de n equações diferenciais ordinárias de primeira ordem.
24 SOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (cont.) Como exemplo, considere a resolução do problema de valor inicial composto pela equação diferencial ordinária mx cx kx f ou, na forma padrão, c k 1 x x x f, m m m junto com as condições iniciais x(0) x 0 e x(0) v0. Essa equação descreve o comportamento de um sistema mecânico com um grau de liberdade, como ilustrado na figura ao lado.
25 SOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (cont.) Para resolver esse problema numericamente, transforma-se a equação num sistema de 2 equações de ordem, pela definição das variáveis de estado x 1(t) x(t) e x 2(t) x(t), onde x 1(t) representa o deslocamento e x 2(t) a velocidade. Com base nessas definições, tem-se que x 1 x c k 1 2 e x 2 x2 x1 f, com x 1(0) x 0 e x 2(0) v0 (ci s). m m m Para um sistema com m = 100 kg, c = 200 kg/s, k = 2000 N/m, x 0 = 0,01 m, v 0 = 0,1 m/s e f(t) = 150sen(10t), o programa e a função correspondentes em MATLAB serão os seguintes:
26 SOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (cont.) a) programa solumgdl % solução numérica de sistema com 1 gdl sob excitação harmônica clc clear all close all ts=[0 5]; ci=[ ]; [t,x]=ode45('seh',ts,ci); plot(t,x(:,1)) xlabel('tempo (s) ') ylabel('deslocamento (m)') grid on
27 b) função seh SOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (cont.) function f=seh(t,x) % sistema de 1 gdl sob excitação harmônica m=100; c=200; k=2000; % sistema f0=150; wf=10; % força f=[x(2); -(c/m)*x(2)-(k/m)*x(1)+(1/m)*f0*sin(wf*t)]; A função denominada seh contém o sistema de equações de primeira ordem, correspondente à equação diferencial de interesse. Nela também são incluídos os parâmetros do sistema e as características de amplitude e frequência da força atuante sobre o sistema.
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