Administração de Risco e Garantias
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- Alice Alves Filipe
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1 Administração de Risco e Garantias Treinamento IPN Transição Externa Agosto 2016 TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 1
2 Agenda Monitoramento de Risco Principais Funcionalidades Resumo do CORE Administração de Garantias TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 2
3 Monitoramento de Risco PROCESSO DE MONITORAMENTO DE RISCO LIMITES PRÉ-NEGOCIAÇÃO Estabelece limites pré-negociação: i) por ordem; ii) por instrumento; iii) por grupo de instrumentos SISTEMA INTRADIÁRIO SISTEMA EOD Avalia o Saldo Operacional dos participantes do mercado através da comparação entre o montante de risco intradiário e os colaterais depositados Calcula a chamada de margem dos participantes através de mensuração de risco (CORE) LIMITES PÓS-NEGOCIAÇÃO Estabelece limites para os portfólios dos participantes, baseandose na elasticidade de absorção dos mercados ADM. DE COLATERAL Administra os colaterais depositados como garantia das operações feitas na BVMF TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 3
4 Monitoramento de Risco Intradiário SALDO OPERACIONAL O monitoramento do risco intradiário é baseado no Saldo Operacional. O Saldo Operacional (SO) do participante P (PNP/PL) será dado por: SO LRI Garantias Garantias Risco P P MC, P P P LRI p : limite de risco intradiário atribuído ao PNP/PL pela câmara (não colateralizado) Garantias MC,P : volume de garantias depositadas pelo MC para aumentar o SO de P Garantias P : volume de garantias depositadas pelo PNP ou PL para a finalidade SO Risco P : risco intradiário associado ao PNP ou PL Conformidade do Saldo Operacional: SO P > 0 TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 4
5 Monitoramento de Risco Intradiário MONITORAMENTO DE RISCO Determinantes do risco do participante P Alocação Tipo de colateralização do mercado a vista Módulos do CORE SO LRI Garantias Garantias Risco P P MC, P P P Risco Risco Risco RiscoRes MA N P CORE CORE CORE P P P C P RiscoRes CORE0 j C = RiscoRes C RiscoRes C = min Saldo CORE0 C Margem Adic C ; 0 j=1 CORE0: operações alocadas de todos os mercados com colateralização pelo comitente CORE1: operações de todos os mercados não alocadas CORE2: operações do mercado a vista alocadas e colateralizadas pelo PNP/PL Margem requerida do PNP/PL: cálculo efetuado pelo CORE1 e CORE2. PNP/PL terá chamada de margem para operações do mercado a vista. TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 5
6 Monitoramento de Risco Intradiário SALDO OPERACIONAL - EXEMPLO: PNP/PL com 3 comitentes, N P = 2 SO LRI Garantias Garantias Risco P P MC, P P P Risco Risco Risco RiscoRes MA CORE CORE CORE P P P C P LRI P 0 Garantias MC, P 30 Garantias P 100 Risco 10 MA P 0 CORE1 P Comitente Risco Residual (R$ MM) Risco das operações do mercado a vista (R$ MM) RiscoRes C CORE 2 CORE 0 RiscoP Risco P SO P SO P 10 Ações gerenciais do PNP/PL para elevar o saldo operacional SO: Alocar operações Solicitar aos comitentes a redução de seus respectivos riscos residuais Depositar garantias TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 6
7 Monitoramento de Risco Intradiário MODELO COMPLEMENTAR DO SALDO OPERACIONAL SO LRI Garantias Garantias Risco P P MC, P P P Risco P = +Risco P CORE2 + +RiscoRes Conta Máster +MA P RiscoRes Conta Máster = N CM k=1 k min SO Conta Máster ; 0 SO Conta Máster CM = LRI Conta Máster CM Risco Conta Máster CM Segregação de operações não-alocadas e risco residual de comitentes que operam sob contas másteres O Saldo Operacional das contas másteres é calculado de forma análoga ao Saldo Operacional dos PNPs/PLs, considerando o risco residual dos comitentes (CORE0) e as operações indicadas para as contas másteres, mas ainda não alocadas no comitente final (CORE1) Caráter informativo. Risco Conta Máster CM = Risco P CORE1 CM + RiscoRes C CORE0 CM TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 7
8 Monitoramento de Risco Intradiário MONITORAMENTO DE RISCO COMPENSAÇÃO DE MARGEM DE ENTREGA/RECEBIMENTO DE LIQUIDAÇÃO DE DERIVATIVOS COM OPERAÇÕES DO MERCADO A VISTA Os comitentes que tiverem liquidações de entrega/recebimento de ativos originados de posições em derivativos, poderão ter seu risco compensado com operações do mercado a vista de forma automática, desde que a liquidação das entregas/recebimentos ocorra na mesma data. Isso ocorrerá mesmo para os comitentes que têm as operações a vista colateralizadas no PNP/PL. Exemplo: Um comitente possui uma conta A com colateralização do mercado a vista no PNP/PL Posições da conta A Data de Liquidação Quantidade BVMFB13E (exercício de opção) 18/02/ BVMF3 (compra a vista) 18/02/ Posições da conta A para o CORE0 Posição da conta A para o CORE2-100 BVMF3E +100 BVMF BVMF3 (vista) TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 8
9 Tratamento do Repasse Operação repassada é considerada no PNP/PL destino se o repasse não for rejeitado Operação em conta máster é considerada não alocada (CORE1) Caso ocorra rejeição do repasse, a operação é considerada no PNP origem do repasse TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 9
10 Processos Sujeitos a Avaliação Prévia de Risco Estarão sujeitos à avaliação prévia de risco: Contratação de operações de swap, opção flexível e termo de moeda Liquidação antecipada de swap, opção flexível e termo de moeda Transferência de posição Cancelamento de alocação de operações Contratação de empréstimo de ativos Solicitações de alteração e renovação de contratos de empréstimo de ativos TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 10
11 Agenda Monitoramento de Risco Principais Funcionalidades Resumo do CORE Administração de Garantias TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 11
12 RTC Monitor de Risco Intradiário Monitor de Risco Intradiário TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 12
13 RTC Simulador de Risco Simulador de Risco O Simulador de Risco tem como objetivo permitir que o usuário obtenha o cálculo de risco do CORE para um portfolio fictício. Esta simulação pode ser realizada: Criando um portfolio através de uma conta vazia, sem nenhuma posição; Copiando as posições de contas já existentes e alterando (incluindo, alterando ou excluindo) posições e garantias. O Simulador não permite alteração de preços e/ou cenários, nem data de referência. TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 13
14 RTC Simulador de Risco Simulador de Risco Permite a simulação de: CORE0 CORE1 CORE2 TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 14
15 RTC Simulador de Risco Simulador de Risco Cópia de portfolios Se a simulação for CORE0, é possível copiar as posições de uma conta específica Se a simulação for CORE1, podem ser copiadas as posições: Não alocadas do modelo segregado Não alocadas do modelo consolidado Posições de contas másteres (não alocadas para o comitente final) Se a simulação for CORE2, as posições do mercado a vista dos comitentes que possuem posição são copiadas TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 15
16 RTC Simulador de Risco Simulador de Risco Consulta de Resultados A tela do RTC arquiva as simulações realizadas no dia por usuário Para cada resultado de simulação é possível consultar o Relatório de Encerramento de Carteira, o Relatório de Margem ou o Relatório do Risco Colateralizado pelo PNP/PL (se a simulação for CORE2) TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 16
17 Agenda Monitoramento de Risco Principais Funcionalidades Resumo do CORE Administração de Garantias TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 17
18 Resumo do CORE O problema original de uma câmara é o risco de contraparte. Caso uma contraparte torne-se inadimplente, é preciso encerrar suas posições. Neste caso, a câmara enfrenta riscos durante o processo de encerramento da carteira do inadimplente: Portfólio: posições e garantias Tipos de risco: Mercado Liquidez Fluxo de caixa Se uma câmara negocia ativos muito similares, é possível simplificação de qualidade razoável. A Câmara BM&FBOVESPA é multi-ativos e multi-produtos: todas as características dos ativos devem ser mapeadas para que os riscos acima sejam corretamente capturados: Listado ou OTC Liquidez do ativo Liquidação: D+1, D+2 e D+3 TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 18
19 Razão Risco/Eficiênci a Resumo do CORE As Três Gerações de Sistemas de Risco Primeira Geração Segunda Geração Terceira Geração Valor de Margem Fixa por contrato; Compensação entre posições opostas feitas de maneira ad hoc. Utilização de ferramentas de análise quantitativa; Conceito de risco de portfólio (MtM). Adequada representação do problema de risco para as CCPs; Conceito de risco de encerramento. DEFICIÊNCIAS DEFICIÊNCIAS DESAFIOS Pouco intuitivo; Dificuldade de tratamento de produtos complexos. Não considera adequadamente o risco incorrido pela CCP (risco de encerramento); Muito otimista ou pessimista, dependendo da situação. Modelo mais complexo; Requer melhor desempenho computacional. Até meados da década de 1980 De meados da década de 1980 até o momento Arquitetura CORE Evolução dos Sistemas de Risco de CCPs TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 19
20 Resumo do CORE Por que o CORE foi lançado em 2014? Não havia medida de risco disponível na literatura. Foram precisos 3 anos de pesquisa interna Custo computacional impeditivo Qual a pergunta que o CORE deseja responder? Qual a maior necessidade de caixa durante o processo de encerramento? Como o CORE (Close-Out Risk Evaluation) responde a esta pergunta? Determina a estratégia de encerramento: instruções de operações de encerramento Calcula o risco considerando posições e garantias Incorpora os 3 tipos de risco: mercado, liquidez e fluxo de caixa Horizontes de risco de 1 a 10 dias Restrições sobre a estratégia de encerramento: Ser ordenada Ser o mais rápida possível Preservar proteções e posições de valor relativo Não adicionar diferentes contratos ao portfólio TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 20
21 Resumo do CORE O CORE é composto por 3 etapas bem definidas: PORTFOLIO 1 DEFINIR ESTRATEGIA DE ENCERRAMENTO D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+T... CENARIOS DE RISCO 2 EM CADA CENARIO DE RISCO, ESTIMAR FLUXOS DE CAIXA RESULTANTES DO ENCERRAMENTO D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+T FLUXOS DE CAIXA... D+1 D+2 D+3 D+4 D+5 D+T... 3 CALCULAR MEDIDAS DE RISCO MARGEM REQUERIDA VALOR DA GARATNIA TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 21
22 Resumo do CORE CORE Perdas Permanentes e Perdas Transientes Por considerar, de forma unificada, os riscos de mercado e de liquidez associados ao processo de encerramento de uma carteira, a arquitetura CORE determina duas métricas de risco, ao invés de uma única métrica definida pelos modelos tradicionais (e.g. VaR, valor em estresse etc.). PERDAS PERMANENTES (RP) PERDAS TRANSIENTES (RT) Perdas definitivas (i.e. cristalizadas ) associadas ao processo de encerramento da carteira; Fundamentalmente associadas ao risco de mercado do processo de encerramento. Perdas temporárias (i.e. necessidade de liquidez) associadas ao processo de encerramento da carteira; Fundamentalmente associadas ao risco de liquidez do processo de encerramento. RP RT RP+RT TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 22
23 Resumo do CORE EXEMPLO DE CÁLCULO Estratégia de Encerramento Avaliação de risco, determinação dos fluxos de caixa e métricas de risco TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 23
24 Monitoramento de Risco Intradiário MERCADO A VISTA: GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ VIA MARGEM Compra a vista - Q quantidades a R$ K Recurso de Liquidez (RL) Fontes de risco: Mercado: Q S 2 K Fluxo caixa: QK Margem Requerida = Q S 2 K + max QK RL, 0 RL BM&FBOVESPA : lastreado nos recursos da BM&FBOVESPA para suportar risco de liquidez RL PNP/PL por comitente : lastreado nos recursos do PNP/PL (< RL BM&FBOVESPA ) RL impacta o cálculo de margem requerida nos 3 módulos de risco (CORE0, CORE1, CORE2) TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 24
25 Agenda Monitoramento de Risco Principais Funcionalidades Resumo do CORE Administração de Garantias TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 25
26 Estrutura de Salvaguardas Estrutura de salvaguardas da Câmara BM&FBOVESPA: Câmara deve garantir o cumprimento das operações nela cursadas ainda que haja inadimplência Organiza os mecanismos para mitigação de perdas referentes a eventos de inadimplência Componentes: Garantias depositadas pelos participantes Capital próprio da BM&FBOVESPA Mecanismos de assistência à liquidez A toda garantia é atribuída uma finalidade: FINALIDADE CONTRIBUIDORES DEFINIÇÃO DO VALOR MUTUALIZÁVEL? Garantia de operações Comitentes CORE0 Não Saldo operacional PNP e PL CORE0, CORE1,CORE2 Não GMNO PNP e PL Risco Baseado no CORE Não FLI MC / BM&FBOVESPA Risco Baseado no CORE/ Valor Fixo Sim TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 26
27 Administração de Garantias Chamadas de margem Baseadas nas posições de fechamento de D-1; Comitentes (CORE0); PNP/PL (CORE1 e CORE2) Funcionalidades do Sistema de Garantias (NGA) Consultas Monitor de Garantias Monitor de Chamada de Margem Movimentações: depósito, retirada, transferência e distribuição TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 27
28 Administração de Garantias ELEGIBILIDADE: FINALIDADE x GARANTIA FINALIDADE DE GARANTIA TIPO DE ATIVO INR 2687 Garantia de operações INR 2689 específicos Demais comitentes Saldo operacional GMNO FLI Limite de Emissão Valor em espécie (Reais) X X X X X Carta de Fiança Bancária X X Cota de FI selecionado X X X Valor em espécie (Dólares americanos) X X Título Público Federal X X X X X Ouro financeiro X X X Ação, Unit e ETF X X X CDB, CPR, LCI e LCA X X X Cotas de FILCB X ADR Título do tesouro norte americano Título do tesouro alemão X X X X TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 28
29 Administração de Garantias ELEGIBILIDADE: EXEMPLOS RESUMIDOS DOS CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO GARANTIA CÂMARA BM&FBOVESPA - FASE 2 CDB, LCI e LCA Cota de FI selecionado Cota de FILCB ADR Valor em Espécie (Dólar americano) Título Público Federal Ação e Unit Condição de resgate antecipado FIC BMF Apenas para o FLI Ativo-objeto elegível Comitente não residente Redesconto pelo BCB Liquidez (presença, mediana de negócios e mediana de volumes) e valores superiores a R$ 1,00. TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 29
30 Administração de Garantias A análise para liberação de garantias consiste da avaliação dos saldos da tabela abaixo, dos participantes MC, PNP, PL, PN, Comitente e Banco Emissor de Garantias ANÁLISE PARA LIBERAÇÃO DE GARANTIAS 1 Saldo na finalidade na qual a garantia está depositada posições D-1 2 Saldo na finalidade na qual a garantia está depositada posições D+0 3 Saldos nas demais finalidades da mesma conta 4 Saldos nas demais contas na câmara (análise por documento) 5 Saldo líquido multilateral devedor TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 30
31 Contato TREINAMENTO IPN TRANSIÇÃO EXTERNA 31
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