Acessibilidade e Desenho Universal
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- Luna Canela Castilhos
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2 Acessibilidade e Desenho Universal
3 DESENHO UNIVERSAL De acordo com as definições de Ron Mace (1991), É a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão possível. Segundo a ABNT (NBR-9050:2004), Aquele que visa a atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população.
4 Princípios do Desenho Universal Uso Eqüitativo - O design é útil para pessoas de capacidades variadas. Flexibilidade no uso - O design acomoda uma ampla variedade de preferências e habilidades Pessoais. Simples e Intuitivo - O uso do espaço é de fácil entendimento, independente da experiência, do conhecimento, da concentração e das habilidades lingüísticas do usuário; Informação perceptível- O design comunica as informações efetivamente necessárias ao usuário, independente de suas capacidades sensoriais ou das condições ambientais. Tolerância ao erro - O design minimiza o perigo e as conseqüências adversas de ações acidentais ou não-intencionais: Baixo esforço físico - O ambiente ou produto pode ser usado com eficiência, conforto e com um mínimo de fadiga: Tamanho e espaço para utilização- Tamanho e espaços apropriados para abordagem, alcance, manipulação e uso, independente do tamanho do corpo, da postura ou da mobilidade do usuário.
5 Acessibilidade (do latim accessibilitate ) Qualidade de ser acessível; facilidade na aproximação, no trato ou na obtenção.
6 Dimensões da Acessibilidade Capacidade de se chegar a outras pessoas; Possibilidade de todos terem as mesmas oportunidades; Acesso à informação; Acesso à comunicação; Acesso ao meio físico.
7 Símbolos de Acessibilidade
8 Parâmetros de acessibilidade Módulo de Referência Apesar da diversidade humana e inúmeras deficiências, utilizamos na maioria das vezes, os parâmetros para usuários de cadeira de rodas, por ser o tipo de limitação que ocupa maior espaço nos ambientes para circulação, manobras, transferências e maior limitação de alcance visual e manual. O módulo de referência a ser adotado será de 80 cm de largura por 1.20 m de comprimento.
9 Acessos
10 Recepção
11 Auditório
12 CORREDORES E PASSAGENS Rota de circulação com no mínimo 0.90 m entre alvenarias (paredes), 0.80 m em mobiliários e equipamentos (definir mobiliário e equipamentos mínimos por ambiente); Todos os vãos (portas) de acesso aos ambientes deverão ter dimensão mínima de 0.80 m, independente do modelo utilizado; Desníveis da soleira das portas não superiores à 0.5 cm. Entre 0.5 cm e 1.5 cm, deve ser chanfrado à 45º;
13 Área de manobra em todos os ambientes. CIRCULAÇÃO
14 Circulação
15 Mesas
16 Refeitório
17 Circulação vertical Rampas Elevadores
18 Rampas e escadas
19 Equipamentos eletromecânicos
20 Pisos- Antiderrapante mesmo quando molhado; Banheiros Acessíveis Desníveis máximos de 1,5 cm chanfrado a 0,5 cm nos boxes e soleiras; Paredes Deve apresentar resistência suficiente para a instalação de barras de segurança fixadas por buchas; Lavatórios Quando necessário instalar barras de apoio para os lavatórios torneiras; Bancadas Devem estar com altura entre 73 e 85 cm do piso acabado; Torneiras De fácil manuseio, como alavanca, sensor e misturador do tipo monocomando, com distância máxima das torneiras em relação à face externa frontal de 50 cm no máximo.
21 Banheiros Acessíveis Tomadas e interruptores em local de fácil alcance em bancadas ou lavatórios, com altura entre 80 cm e 1.00 m do piso acabado; Espelhos Os espelhos devem estar a no máximo 90 cm do piso, frontais e iluminados, ou com inclinação para facilitar a visualização por crianças ou pessoas sentadas; Duchas higiênicas Ao lado das bacias sanitárias prever duchas higiênicas manuais, com altura média de 45 cm do piso acabado; Portas dos boxes Serão com abertura para fora ou de correr, com 80 cm de vão livre; Banheiras Só se houver espaço para banheira e um chuveiro independente. Deverão ser providas de barras de segurança e ter os comandos para fora ou à distância; Telefone Prever telefone, interfone ou botão de emergência próximo a bacia sanitária.
22 Banheiros Acessíveis
23 Banheiros Acessíveis
24 Construindo Ambientes Acessíveis: Escadas Corrimão circular, com diâmetro entre 3 cm e 4.5 cm de ambos os lados, e em dois níveis para segurança de adultos e crianças, com 92 cm e 70 cm do piso acabado da escada. Piso Antiderrapante Em todos os ambientes. Evitar tapetes soltos e desníveis (degraus) superiores a 1.5 cm;. Portas Internas Devem ter no mínimo 80 cm de largura, em todos os ambientes. Torneiras - Do tipo alavanca com monocomando, tanto em lavatórios como em chuveiros, com registros entre 80 cm à 1.15 m.
25 Construindo Ambientes Acessíveis: Iluminação Uniforme, contínua e antiofuscante, com luz de emergência nos corredores; Interruptores Interruptor de tecla iluminada facilita visualizar sua localização; Dimmer e Sensores de Presença Para regular a intensidade de luz e sensor de presença; Tomadas O padrão é 30 cm do piso. A altura máxima padrão é de 1.10 m; Balizadores Luminosos Utilizados em corredores e áreas de circulação, interna e externa, para orientação; Luz de Emergência Previsão de instalação de luz de emergência nos corredores facilitam a circulação segura.
26 Comunicação e Sinalização Formas de Comunicação: Visual símbolos ou pictogramas, mensagens em texto; Tátil caracteres em relevo, símbolos ou pictogramas em relevo, braille; Auditiva sonora.
27 Tipos de Sinalização/Informação Piso Tátil Direcional Piso Tátil de Alerta
28 Tipos de Sinalização/Informação
29 Comunicação Acessível em Ambientes Públicos Telefone do tipo TDD
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