INQUÉRITO ACESSIBILIDADE NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO
|
|
|
- João Batista Flávio Cunha Andrade
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE FORMAÇÃO E ADAPTAÇÕES TECNOLÓGICAS DIVISÃO DE ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO INQUÉRITO ACESSIBILIDADE NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO Introdução À luz dos actuais conceitos de direitos humanos e direitos da criança, o conceito de educação inclusiva subentende que cada estabelecimento de ensino promove as condições necessárias para que todos/as os/as alunos/as tenham acesso à educação independentemente das suas diferenças, crenças ou problemáticas (Lei de Bases do Sistema Educativo). O acesso do/a aluno/a com necessidades especiais aos estabelecimentos de ensino, a sua mobilidade independente nos diferentes espaços e a sua capacidade de comunicação (proficiente) com todos os intervenientes no processo educativo são determinantes na sua capacitação. O Decreto - Lei nº 163/2006, de 8 de Agosto aprovou as normas técnicas destinada a permitir a acessibilidade nos edifícios públicos, equipamentos colectivos e via pública das pessoas com mobilidade condicionada isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos. Considera-se estabelecimento de ensino o somatório dos espaços utilizados: salas de aula, recreio, instalações sanitárias, balneários, ginásios, piscinas, corredores, secretaria, refeitório, bar, salas de convívio, biblioteca, jardins Este inquérito, elaborado de acordo com a legislação portuguesa, tem como objectivo, informar sobre as normas técnicas sobre acessibilidade e verificar as condições de acessibilidade dos estabelecimentos de ensino em concordância com o Decreto - Lei nº 163/2006, de 8 de Agosto. Agradecemos a sua colaboração. Aguardamos a devolução deste inquérito para a Divisão de Adaptação às Novas Tecnologias de Informação e Comunicação Rua dos Ilhéus 1C, R/C Funchal; , (fax); [email protected]
2 Inquérito: Acessibilidade nos Estabelecimentos de Ensino (Adaptado do Decreto-Lei nº 123/97, de 22 de Maio e do Decreto-Lei nº 163/2006 de 8 de Agosto) Assinale uma opção e/ou descreva a situação do estabelecimento de ensino 1 ACESSO EXTERIOR Sim Não Observações 1.1 Tem paragem de transportes com acessibilidade ao edifício? O percurso até ao edifício tem uma largura livre, sem obstáculos, não inferior a 1,5m? NOTA: Se o comprimento total do acesso não for superior a 7m podem ter uma largura livre não inferior a 0,9m. Os passeios e vias de acesso circundantes têm uma inclinação longitudinal máxima de 6% e transversal de 2%? A altura dos lancis nas imediações das passagens de peões é de 0,12m, de forma a facilitar o rebaixamento até 0,02m? A superfície dos pavimentos é firme, estável, antiderrapante, sem desnível e em bom estado de conservação? 1.6 A abertura máxima das grelhas das tampas de esgotos é de 0,02m de lado ou diâmetro? O espaço mínimo entre os postes de suporte dos sistemas de sinalização vertical é de 1,2m no sentido da largura do percurso? Tem ao longo do percurso placas de sinalização (fixadas em postes ou paredes), bem como toldos ou similares (quando abertos) a uma altura superior a 2m? A textura do pavimento das passagens de peões é diferente da utilizada no passeio e na via e prolonga-se pela zona contígua do passeio? O sinal verde para peões, nos semáforos está aberto o tempo suficiente para permitir a travessia com segurança a uma velocidade de 0,4m/s? 1.11 Existem sinais acústicos complementares nos semáforos? NOTA: O equipamento/mobiliário urbano deve ter características adequadas, de modo a permitir a sua correcta identificação ao nível do solo pelas pessoas com deficiência visual. 2 RAMPAS 2.1 Todas as rampas têm uma inclinação inferior a 6 %, vencendo um desnível não superior a 0,6m e têm uma projecção horizontal não superior a 10m? 2.2 A espessura dos corrimãos tem de diâmetro 0,04m ou 0,05m? A largura da rampa não é inferior a 1,2m? NOTA: A rampa pode ter uma largura de 0,9m se tiver uma projecção horizontal não superior a 5m ou se existirem duas rampas para o mesmo percurso. A rampa é ladeada por duplo corrimão, um a 0,9m e outro a 0,7m de altura de ambos os lados? Os corrimãos prolongam-se paralelamente ao piso pelo menos 0,3m para além da rampa, tanto na base como no topo sendo as extremidades arredondadas? NOTA: Pode ser dispensada a exigência de corrimãos de ambos os lados se o desnível a vencer pelas rampas seja inferior a 0,2m ou se vencerem um desnível compreendido entre 0,2 e 0,4 com inclinação inferior a 6%. Depois de cada lanço tem uma plataforma nivelada para descanso, com a mesma largura da rampa e de 1,5m de comprimento? 2.7 A rampa é firme, estável, de material com boa aderência e impede o acumular de água na superfície? 2.8 A rampa e a plataforma têm protecção de borda, do lado exterior de 0,05m a 0,1m de altura? 2.9 Se a rampa muda de sentido tem uma plataforma de 1,5m x 1,5m? 2.10 A rampa tem diferenciação de textura e cor no início e no fim? NOTA: No caso de ser impossível a construção de uma rampa, devem prever-se dispositivos mecânicos (elevadores, plataformas elevatórias ou outro equipamento adequado) para vencer o desnível. Os botões de comando devem ter alguma diferenciação táctil e devem ser colocados a uma altura entre 0,9m e 1,2m. Página 1 de 4
3 3 ESCADAS Sim Não Observações 3.1 A largura dos lanços, patins e patamares não é inferior a 1,2m? 3.2 As escadas que vencem desníveis superiores a 0,4m têm corrimãos colocados de ambos os lados entre 0,85 e 0,9m de altura? E prolongam-se pelo menos 0,3m para além do primeiro e do último degrau do lanço paralelamente ao piso? 3.3 A espessura dos corrimãos tem de diâmetro 0,035m a 0,05m? Os patamares superiores e inferiores têm uma profundidade, medida no sentido do movimento, não inferior a 1,2 m? Possuem nos patamares, superior e inferior, uma faixa antiderrapante e de sinalização visual com uma largura não inferior a 0,04m? (encastradas junto ao focinho dos degraus). 3.6 Os degraus têm focinho boleado com um raio de curvatura entre 0,005m e 0,01m? 3.7 A altura (espelho) não ultrapassa os 0,18m, com uma profundidade (cobertor) não inferior a 0,28m? 3.8 O piso dos degraus proporciona uma boa aderência? 3.9 Os focinhos dos degraus têm contraste cromático? 4 ACESSO INTERIOR 4.1 Do lado exterior das portas de acesso aos edifícios deve ser possível inscrever uma zona de manobra para rotação de 360º. O vão da porta de entrada tem uma largura mínima de 0,87m? 4.2 A altura máxima das soleiras das portas de entrada é de 0,02m? 4.3 A entrada dá acesso directo (livre de degraus ou de desníveis acentuados) às instalações ou elevador? 5 ASCENSOR 5.1 O patamar diante da porta do elevador tem a medida mínima que permita uma manobra de rotação de 360º? 5.2 O vão da porta do elevador tem uma largura mínima de 0,8m? 5.3 O interior da cabina tem no mínimo de 1,4m de profundidade e 1,1m de largura? 5.4 Os botões de comando estão localizados no interior da cabina entre 0,9m e 1,3m do solo? Os botões de chamada estão colocados nos patamares entre 0,9m e 1,2m de altura e no interior entre 0,9m e 1,3m? Tem uma precisão de paragem relativamente ao nível do piso dos patamares não superior a 0,02m? 5.7 Tem um espaço entre os patamares e o piso das cabinas não superior a 0,035m? 5.8 Tem sinais visuais para indicar quando o comando foi registado? NOTA: Os sistemas de comando não devem estar trancados nem dependentes de qualquer tipo de chave ou cartão. 6 CIRCULAÇÃO INTERIOR 6.1 As portas interiores têm uma largura livre de passagem de 0,8m? 6.2 Os corredores têm uma largura mínima de 1,2m? NOTA: Podem existir corredores com uma largura não inferior a 0,9m se o seu comprimento for inferior a 1,5m e se não derem acesso a portas laterais de espaços acessíveis. 6.3 Os patamares têm 1,5m x 1,5m? Página 2 de 4
4 7 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS Sim Não Observações 7.1 As cabinas com WC e lavatório têm um espaço mínimo de 2,2m x 2,2m permitindo o acesso por ambos os lados da sanita? NOTA: Prever uma zona de rotação de 360º. 7.2 As portas têm 0,8m de largura e abrem para o exterior ou são de correr? 7.3 A porta da cabina tem puxadores colocados entre 0,8m e 1,1m do solo? 7.4 Os espelhos com inclinação regulável estão colocados com a base inferior da superfície reflectora a uma altura do solo não superior a 1,1m e o bordo superior a 1,8m com uma inclinação de 10%? Os espelhos fixos estão colocados com a base inferior a uma altura do solo não superior a 0,9m? 7.5 Os toalheiros estão colocados dentro das áreas de alcance? 7.6 A sanita tem uma altura de 0,45m? (entre o solo e o bordo superior do assento). 7.7 A sanita tem barras de apoio bilaterais, amovíveis com 0,04m a 0,05m de diâmetro, colocadas a 0,75m do solo e com 0,6m de comprimento? 7.8 O lavatório não tem coluna e a altura do solo ao bordo superior do mesmo é de 0,8m? 7.9 A torneira é do tipo hospitalar ou de pastilha? 7.10 O piso do duche está colocado sobre o esgoto, por exemplo com estrado axadrezado? 7.11 O chuveiro é tipo telefone colocado entre 1m a 1,2m do solo? 7.12 Os comandos da água estão colocados a uma altura máxima de 1,2m de altura? 7.13 O pavimento da cabina do WC tem uma boa aderência? 8 INSTALAÇÃO ELÉCTRICA 8.1 Os interruptores, botões de campainha etc. estão instalados entre 0,9m a 1,2m de altura? NOTA: Os terminais do sistema de aviso devem estar colocados a uma altura do piso compreendida entre 0,4m e 0,6m de modo a que se possa ser alcançado por uma pessoa na posição deitada no chão após uma queda e por uma pessoa em cadeira de rodas. RECINTOS E INSTALAÇÕES DESPORTIVAS 9 BALNEÁRIOS 9.1 Foram aplicadas as normas referidas anteriormente no ponto 3.1? 10 VESTIÁRIOS 10.1 No interior tem um banco fixo à parede com a dimensão de 0,4m por 0,8m? 10.2 Alguns cabides fixos estão colocados a uma altura máxima de 1,2m? 11 PISCINA 11.1 A entrada da piscina é feita por rampa no sentido do comprimento ou da largura? 11.2 A entrada da piscina é feita através de meios mecânicos não eléctricos? 11.3 As rampas têm corrimãos duplos, bilaterais, situados respectivamente, a 0,75m e 0,90m de altura da superfície do pavimento? 11.4 Os acessos circundantes da piscina têm um revestimento antiderrapante? Página 3 de 4
5 12 SALAS DE ESPECTÁCULOS OU ACTIVIDADES SÓCIO-CULTURAIS Sim Não Observações 12.1 As coxias têm uma largura mínima de 0,9m? 12.2 Os corredores têm uma largura mínima de 1,5m? 12.3 Tem um espaço livre para cada espectador em cadeiras de rodas de 0,8mx1,2m? (localizado numa área de piso horizontal distribuídos por vários pontos da sala) 13 GERAL 13.1 Os balcões de atendimento e guichés estão instalados a uma altura entre 0,75m a 0,85m, com um espaço livre frontal de 0,8m localizados junto de um ponto acessível? 13.2 As passagens exteriores entre edifícios estão niveladas e cobertas? Observações gerais: Estabelecimento de ensino: Morada: Data de preenchimento: / / Assinatura: Página 4 de 4
INQUÉRITO ACESSIBILIDADE NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE APOIO TÉCNICO E ESPECIALIZADO DIVISÃO DE ACESSIBILIDADES E AJUDAS TÉCNICAS INQUÉRITO ACESSIBILIDADE NOS ESTABELECIMENTOS
QUESTIONÁRIO ACESSIBILIDADE ARQUITEÔNICA EM AMBIENTES ESCOLARES
Prezado(a) Sr(a), Este questionário tem como objetivo mapear e caracterizar a situação da educação dos alunos com deficiência na Rede Estadual de Ensino para auxiliar na melhoria da educação. A sua participação
- A sinalização com piso tátil não seguia o Projeto de Padronização de Calçadas da Prefeitura de Belo Horizonte, o que deve ser regularizado;
LAUDO DE 3 DE JULHO DE 2013 1. CALÇADAS Não havia sinalização com piso tátil de alerta junto às entradas de alguns dos estacionamentos, em desacordo com a NBR 9050, bem como não havia sinalização sonora
6.2 ACESSOS - Condições gerais
6.2 ACESSOS - Condições gerais 6.2.1 Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. 6.2.2 Na adaptação
Aula 07 Acessibilidade
Aula 07 Acessibilidade Sumário 1. Introdução 2. Instalações e equipamentos Portas Cozinha Copa / Refeições Sala de estar Banheiro Piso Tátil Elevadores Rampas Cadeiras Elevadoras Plataformas Elevadoras
ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE
ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE ITEM DESCRIÇÃO ATENDIMENTO* ETAPA DE VERIFICAÇÃO PELO CONCEDENTE PELO N/A - PELO NÃO OU CONVENENTE Justificar CONVENENTE SIM nesta MANDATÁRIA** NO PROJETO
ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA
M I N I S T É R I O P Ú B L I C O F E D E R A L PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO PROCURADORIAS DA REPÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Ações implementadas para a obtenção da acessibilidade
INTRODUÇÃO. Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida SMPED 43
CHECK LIST INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo possibilitar uma verificação rápida dos princípios de acessibilidade de edificações e vias públicas, porém, as instruções complementares para a observância
ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade
ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade Lista de verificação Algumas soluções implementadas em praias acessíveis, que poderão inspirar soluções a implementar nas zonas balneares Ponto 1 Chegada
Acessibilidade e Desenho Universal
Acessibilidade e Desenho Universal DESENHO UNIVERSAL De acordo com as definições de Ron Mace (1991), É a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão
Palácio de S.Bento. O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento. Arqtª. Maria Susana Veiga Simão
O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento Sobre as questões que vamos abordar neste Curso de Formação, Acessibilidades do Parlamento,
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes - NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência
Checklist de Acessibilidade dos Espaços Internos da UFES
Checklist de Acessibilidade dos Espaços Internos da UFES Introdução Segundo o art. 205 da Constituição Federal de 1988, a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família, já que orienta no
Visite https://www.i9treinamentos.com ANEXO I
. ITEM. SIM. CALÇADAS. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21 A ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE. ROTA ACES- SÍVEL DESCRIÇÃO AT E N D I M E N TO * ETAPA DE VERIFICAÇÃO
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUSEU OU MONUMENTO
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 GRELHA : MUSEUS E MONUMENTOS - Ficha de Requisitos CARACTERIZAÇÃO GERAL DO NOME: ENDEREÇO: WEBSITE: SERVIÇOS: PESSOA DE CONTACTO projeto
Aula 10 Acessibilidade
Aula 10 Acessibilidade Sumário 1. Introdução 2. Instalações e equipamentos Portas Cozinha Copa / Refeições Sala de estar Banheiro Piso Tátil Elevadores Rampas Cadeiras Elevadoras Plataformas Elevadoras
Orientações para a identificação de necessidades de acessibilidade Espaço público
OBJECTIVO DO DOCUMENTO Informar acerca dos elementos-chave a ter em consideração na avaliação das barreiras à acessibilidade numa casa e espaços comuns. No caso da intervenção é crítico o envolvimento
Ambientes. Acessibilidade ao edifício
Acessibilidade ao edifício PROGRAMA ARQUITETÔNICO MÓDULO BÁSICO DATA Ciclo I - Ciclo II - Ensino Médio M1 - M2 - M3 - M4 - M5 - M6 Outubro/ 2008 Ambientes DIRETRIZES DE PROJETO Os aspectos de acessibilidade
NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
Versões: NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos NBR 9050:2015 (Vigente) Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Descrição:
ANEXO II. Normas para aplicação de pavimentos táteis em espaços públicos
I Normas Gerais ANEXO II Normas para aplicação de pavimentos táteis em espaços públicos 1 Para efeito das presentes normas entende -se por pavimento tátil os pavimentos que utilizam cumulativamente cor
Acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada a edifícios públicos
Acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada a edifícios públicos Decreto-Lei nº 123/97, de 22 de Maio: - O imperativo da progressiva eliminação das barreiras, designadamente urbanísticas e arquitectónicas,
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência em
4 Acessibilidade a Edificações
4 Acessibilidade a Edificações 4.1 Introdução A norma brasileira NBR 9050 (2004) fixa critérios exigíveis para o projeto e detalhamento de espaços físicos destinados a portadores de necessidades especiais.
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II Prof. Dr. André L. Gamino Araçatuba Setembro - 2013 1 Acessibilidade a Edificações 1.1 Introdução A norma brasileira
MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO PROJETO DE ADEQUAÇÃO DE ACESSIBILIDADE
MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO PROJETO DE ADEQUAÇÃO DE ACESSIBILIDADE Este documento técnico tem por finalidade descrever as ações e/ou serviços a serem executados referentes a acessibilidade da Unidade Básica
Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas
Rampas Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas RAMPAS: conceito De acordo com a Pontifícia Universidade Católica (2009), as rampas, diferentemente das escadas, podem se constituir meios de circulação
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
1. CALÇADA ANEXO II ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ELEMENTOS DO PROJETO DE ACESSIBILIDADE a) Faixa livre para pedestre com
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA GUIA DE ACESSIBILIDADE EM LOCAIS DOS EVENTOS UVESP União de Vereadores do Estado de São Paulo Luiz Baggio Neto Este guia prático de Acessibilidade foi preparado
INFRA ESTRUTURA URBANA. Acessibilidade Urbana
INFRA ESTRUTURA URBANA Acessibilidade Urbana acessibilidade definição Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance, para a utilização com segurança e autonomia, de edificações, espaços, mobiliário
Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas
Rampas Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas RAMPAS: CONCEITO De acordo com a Pontifícia Universidade Católica (2009), as rampas, diferentemente das escadas, podem se constituir meios de circulação
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO POSTO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 GRELHA : POSTOS DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA - Ficha de Requisitos CARACTERIZAÇÃO GERAL DO POSTO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA NOME: ENDEREÇO: WEBSITE:
NA VISTORIA REALIZADA, FORAM CONSTATADAS AS IRREGULARIDADES ASSINALADAS A SEGUIR:
NA VISTORIA REALIZADA, FORAM CONSTATADAS AS IRREGULARIDADES ASSINALADAS A SEGUIR: I- PASSEIO CIRCUNDANTE AO LOTE 01 - Falta construir o passeio circundante ao lote. (Dec.19.915/98. Art.50, 1º, V) 02 -
a acessibilidade em edifícios de habitação
a acessibilidade em edifícios de habitação Seminário Internacional Design Inclusivo - Sociedade inclusiva Câmara Municipal de Lisboa 2 e 3 de Julho de 2003 João Branco Pedro [email protected] Laboratório
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES ÍNDICE APRESENTAÇÃO.......................................... 3 PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA OU COM MOBILIDADE REDUZIDA........................... 4 CIRCULAÇÃO
NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição Válida a partir de
NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição 31.05.2004 Válida a partir de 30.06.2004 1 Objetivo ( NBR 9050 ) 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto,
NOTA TÉCNICA nº 06/ SEA ACESSIBILIDADE ETAPAS E CARTILHA
NOTA TÉCNICA nº 06/2016 - SEA ACESSIBILIDADE ETAPAS E CARTILHA MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA NOTA TÉCNICA nº 06 SEA 1. Título: Acessibilidade Etapas e Cartilha 2. Versão:
ACESSIBILIDADE Arq. Paula Dias
ACESSIBILIDADE DESENHO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de uso, com segurança, autonomia e independência de edificações, espaços, mobiliários, vias públicas, equipamentos urbanos e de
ABNT NBR 9050 NORMA BRASILEIRA. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050 Segunda edição 31.05.2004 Válida a partir de 30.06.2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Acessibility to buildings, equipment and
ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ACESSÍVEIS VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA
ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ACESSÍVEIS VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA ELEMENTOS DO PROJETO NORMA/LEI 1. CALÇADA a. Deve ter faixa livre para pedestres com largura mínima de 1,50 m, sendo admissível
Lista de Verificação das Acessibilidades - Condomínio da Rua de Gondarém, 708
Percurso 1 - Habitação -> Garagem Avaliação: Não viável Custo global de adaptação: 30.900 Item a verificar Avaliação Descrição Solução apontada 1.1 - Percurso Verificado Verificação da concordância da
Laudo técnico de acessibilidade MODELO DATA R00. 0
Laudo técnico de acessibilidade MODELO DATA R00 www.nucaa.com.br 0 Objetivo Este laudo técnico de acessibilidade tem como objetivo analisar as condições físicas das instalações do edifício localizado em
SEMESTRE VI DOCUMENTAÇÃO DE APOIO REGULAMENTAÇÃO E BOAS PRÁTICAS, SERVIÇO DE INCÊNDIOS E ACESSIBILIDADES
AS VIAS HORIZONTAIS DE EVACUAÇÃO DEVEM CONDUZIR, DIRECTAMENTE OU ATRAVÉS DE CÂMARAS CORTA-FOGO, A VIAS VERTICAIS DE EVACUAÇÃO OU AO EXTERIOR DO EDIFÍCIO A DISTÂNCIA MÁXIMA A PERCORRER DE QUALQUER PONTO
relatório da avaliação das condições de acessibilidade
relatório da avaliação das condições de acessibilidade identificação nome e descrição da atividade principal (a certificar) outras atividades relevantes /complementares Fórum Romeu Correia Biblioteca Municipal
ALL FOR ALL PROGRAM portuguese tourism
ALL FOR ALL PROGRAM portuguese tourism ESTRATÉGIA TURISMO 2027 Promover o turismo para todos, numa ótica inclusiva: Sensibilização e capacitação das empresas e entidades para o turismo para todos ; Projetos
Regras de transição SMARU:
REGULAÇÃO URBANA APLICABILIDADE: NBR 9050/2015 A alterações ocorridas na NBR 9050/2015 deverão ser observadas nos processos com protocolos acatados pós entrada em vigor da referida norma 11/10/2015. Todas
Arquiteta Silvana Cambiaghi
Novo ambiente regulatório nos projetos de arquitetura Revisão da NBR 9050:2015 Lei Brasileira da Inclusão nº. 13.146/2015 Arquiteta Silvana Cambiaghi ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de alcance,
Acessibilidade nos Ambientes Escolares EMEI ( ) EMEF ( )
Acessibilidade nos Ambientes Escolares EMEI ( ) EMEF ( ) Nome: Endereço: Data: / 2.005 Vistoriado por: Características da Edificação : LEGISLAÇÃO DECRETO Nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004 NBR 9050/2004;
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio DORMITÓRIOS - SUÍTES QUARTO + BANHEIRO ÁREA DE DESCANSO E HIGIENE Docente: Fabrícia Mitiko Ikuta Verônica de Freitas
MANUAL DE ACESSIBILIDADE
ACESSIBILIDADE A acessibilidade tem vantagens para todos os cidadãos, para a comunidade e para o Estado, pois permite o exercício pleno da e participação ativa nos diversos domínios de atividades da sociedade.
Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho
NOÇÕES DE ESTRUTURAS ESCADAS E RAMPAS Definição de Escada Série de degraus para subiredescer Dicionário Aurélio Construção formada por uma série de degraus, destinadas a ligar locais com diferenças de
Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica)
E-EQI-01 Anexo 1 Checklist de Acessibilidade, baseado em Aragão (2004) PCD: pessoas com deficiência Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica) 1. Vias de Acesso As vias de acesso no
MEMORIAL DESCRITIVO ACESSIBILIDADE ARQ. CÉSAR LUIZ BASSO
MEMORIAL DESCRITIVO ACESSIBILIDADE RESPONSÁVEL: ARQ. CÉSAR LUIZ BASSO CREA/CAU: A5819-0 CONTRATANTE: OBRA: CAMPUS EIRUNEPÉ LOCAL: AMAZONAS 1 CONTROLE DE REVISÕES REVISÃO DATA DESCRIÇÃO 00 26/08/2016 EMISSÃO
Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais
Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais... todas as pessoas têm uma necessidade especial, alguma coisa que sintam dificuldade em fazer... Acessibilidade Utilização, com segurança e
3. Que esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação;
RESOLUÇÃO CPA/SMPED-G/015/2008 A Comissão Permanente de Acessibilidade CPA, em sua 43ª Reunião Ordinária do corrente ano, realizada em 14 de novembro de 2008, Considerando as disposições do Decreto Municipal
Verde para Crer. Co - financiamento UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Verde para Crer Co - financiamento UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional SITUADO NA FRONTEIRA DO PARQUE NATURAL DO SUDOESTE ALENTEJANO A 12 KM DA ZAMBUJEIRA DO MAR A inovação da oferta,
relatório da avaliação das condições de acessibilidade
relatório da avaliação das condições de acessibilidade identificação do cliente nome e descrição da atividade principal (a certificar) outras atividades relevantes /complementares Praia Centro de Santa
AVALIAÇÃO UNIFICADA 2015/2 ENGENHARIA CIVIL/2º PERÍODO SUBSTITUTIVA - NÚCLEO I CADERNO DE QUESTÕES
CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Você está recebendo o CADERNO DE QUESTÕES e a FOLHA DE RESPOSTA. 1º SEMESTRE - 2013 Para cada questão há somente uma alternativa correta. Assinale na folha de respostas a
NORMAS ELEVADORES E DE ACESSIBILIDADE
ELEVADORES E S DE ACESSIBILIDADE Arquitetos e profissionais da construção civil tendem a começar suas pesquisas sobre acessibilidade buscando informações na 9050 ABNT NBR 9050:2015 Acessibilidade a edificações,
Índice de Aferição de Acessibilidade Física
Área de Aproximação à porta Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há área de manobra para cadeira de rodas? (raio mínimo=de 1,20m a 1,50m) Dimensões da área frontal à porta Dimensões
PROGRAMA AÇÕES FISCAIS PARA ACESSIBILIDADE ESCLARECIMENTOS BÁSICOS PARA O PREENCHIMENTO DO RVH RELATIVOS À ACESSIBLIDADE
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL AGÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Superintendência de Planejamento, Normas e Procedimentos PROGRAMA AÇÕES FISCAIS PARA ACESSIBILIDADE PROJETO : ACESSIBILIDADE EM PASSEIOS
REQUISITOS DE HABITABILIDADE
REQUISITOS DE HABITABILIDADE 1 - DEFINIÇÕES a) Espaço para Redes é o espaço destinado ao transporte de passageiros com redes armadas, sendo considerada a rede o único elemento de permanência do passageiro.
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS Índice Apresentação 06 O que precisa ser adaptado 07 O custo das adaptações 10 Sinalização 12 Piso 14 Sinalização do piso 16 Rampas 18 Como deve ser uma
Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário
Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário PREVENÇÃO SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visam o abandono seguro da população, em caso de incêndio ou pânico, e permitir o acesso de bombeiros
AULA 5 DESENHANDO ESCADAS E RAMPAS. Livro Didático - DA2 Pag 71 a 77
AULA 5 DESENHANDO ESCADAS E RAMPAS Livro Didático - DA2 Pag 71 a 77 ESCADA Referência desenho: Material didático - aula escada. Autor desconhecido. Representação de projetos de arquitetura NBR- 6492: REPRESENTAÇÃO
L A B O R A T Ó R I O A D A P T S E Escola de Arquitetura da UFMG. ROTEIRO DE INSPEÇÃO DA ACESSIBILIDADE Guia Acessível BH / RIZOMA CONSULTING14
INTRODUÇÃO Este material tem o objetivo de avaliar a acessibilidade mínima de estabelecimentos comerciais e de serviço ao público. Ele avalia basicamente a acessibilidade física do local e as condições
ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer
LEI MUNICIPAL Nº 1425 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ASSEGURA DIREITOS ÀS PESSOAS DEFICIENTES E IDOSOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE TAUÁ, no uso de suas atribuições legais: Lei: Faço saber
PROJETO COMPLEMENTAR DE ACESSIBILIDADE (PCA) RELATÓRIO DE ACESSIBILIDADE
PROJETO COMPLEMENTAR DE ACESSIBILIDADE (PCA) RELATÓRIO DE ACESSIBILIDADE Estacionamento da Inspetoria Regional de Pau dos Ferros Proprietário: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RN 1. INTRODUÇÃO
/estudo preliminar análise da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050. Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera
/estudo preliminar análise da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050 Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera O objetivo desta norma é estabelecer critérios e parâmetros técnicos a serem observados
