ALL FOR ALL PROGRAM portuguese tourism
|
|
|
- Matheus Caiado
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ALL FOR ALL PROGRAM portuguese tourism
2 ESTRATÉGIA TURISMO 2027 Promover o turismo para todos, numa ótica inclusiva: Sensibilização e capacitação das empresas e entidades para o turismo para todos ; Projetos de melhoria de infraestruturas, equipamentos e recursos turísticos.
3 ALL FOR ALL Portuguese Tourism - Apresentação
4 1 HOTÉIS ACESSÍVEIS 5 dicas para chegar a mais clientes
5 1. QUARTOS ADAPTADOS Espaços amplos que permitam a livre circulação, podendo remover algum mobiliário, de acordo com a necessidade do cliente; Portas largas (> 80 cm), que podem ser de correr, e cantos arredondados no mobiliário; Acesso ao varão do roupeiro e aos cabides e aos comandos dos equipamentos; A altura da cama recomendada: cm de altura; Os armários com portas de correr ou serem de fácil abertura.
6 1. QUARTOS ADAPTADOS Áreas de circulação sem obstáculos Fotos: Hotel Villa Batalha e Novotel Lisboa Portas de correr Varão que pode ser rebaixado
7 2. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS Barras laterais nas instalações sanitárias, que poderão ser amovíveis; Banco de apoio na banheira ou chuveiro e barras de apoio; Piso antiderrapante nas áreas escorregadias, com diferentes texturas e cores contrastantes; Existência de corda de alarme a uma altura acessível; Verificar condições de acesso a toalhas, chuveiro, apoio para gel e champô, espelho até à base do lavatório.
8 2. INSTALAÇÕES SANITÁRIAS Cadeira auxiliar de banho Barras rebatíveis, que podem ser guardadas em nicho na parede Barras amovíveis Fotos: Hotel Villa Batalha
9 3. SERVIÇOS COMPLEMENTARES ACESSÍVEIS A deslocação no interior da unidade hoteleira deve ser facilitada, permitindo o acesso a todos os serviços disponibilizados, como o restaurante, os quartos, a piscina, o ginásio, o spa, as salas de conferências, as instalações sanitárias, os elevadores, etc; A rede de espaços e percursos acessíveis deve permitir ao cliente usufruir com autonomia, e tanto quanto possível, da diversidade de ambientes e serviços disponíveis no estabelecimento hoteleiro.
10 3. SERVIÇOS COMPLEMENTARES ACESSÍVEIS Piscina exterior acessível por rampa ou elevador de transferência Spa acessível marquesas que rebaixam permitindo a transferência Piscina interior acessível por rampa ou por elevador de transferência
11 4. ATENDIMENTO INCLUSIVO No check-in, existência de balcão rebaixado ou disponibilização de uma mesa de atendimento, para garantir um melhor acolhimento dos clientes; No ato da reserva e do check-in recolher toda a informação possível junto do cliente sobre as suas limitações e necessidades específicas, para ajustar melhor o seu serviço às expectativas do cliente; Disponibilizar informação sobre o acesso a produtos de apoio (ex: baterias para cadeira de rodas elétrica, canadianas, serviços de intérprete de língua gestual, serviços de assistência pessoal); Disponibilizar informação sobre espaços públicos, transportes e atividades turísticas acessíveis na envolvente da unidade hoteleira.
12 4. ATENDIMENTO INCLUSIVO Receção com espaço sem obstáculos e acesso vertical facilitado por elevador acessível Informação sobre os serviços e áreas da unidade hoteleira em Braille Sinalética clara e acessível
13 4. ATENDIMENTO INCLUSIVO Assegurar formação dos colaboradores, principalmente daqueles que interagem diretamente com os clientes front-office, serviços de bar e restauração, ginásio, spa, piscina, room-service, entre outros; Mobilização do Gestor/Diretor de Hotel é também crucial; O pacote formativo "Turismo Inclusivo - competências de atendimento para pessoas com necessidades especiais" é desenvolvido em 4 módulos de 25 horas cada base, alojamento, restauração e bebidas e outros serviços.
14 5. WEBSITE ACESSÍVEL Garantir a acessibilidade à Internet aos utilizadores que possuam algum tipo de necessidade específica, no que se refere aos mecanismos de navegação e de apresentação dos sites, à operação com software e com hardware; Confirmar a acessibilidade do site através do ACCESS MONITOR.
15 5. WEBSITE ACESSÍVEL
16 APOIO À GESTÃO
17 Vídeo ALL FOR ALL - DESTINO
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO POSTO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 GRELHA : POSTOS DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA - Ficha de Requisitos CARACTERIZAÇÃO GERAL DO POSTO DE INFORMAÇÃO TURÍSTICA NOME: ENDEREÇO: WEBSITE:
ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade
ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade Lista de verificação Algumas soluções implementadas em praias acessíveis, que poderão inspirar soluções a implementar nas zonas balneares Ponto 1 Chegada
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUSEU OU MONUMENTO
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 GRELHA : MUSEUS E MONUMENTOS - Ficha de Requisitos CARACTERIZAÇÃO GERAL DO NOME: ENDEREÇO: WEBSITE: SERVIÇOS: PESSOA DE CONTACTO projeto
Acessibilidade e Desenho Universal
Acessibilidade e Desenho Universal DESENHO UNIVERSAL De acordo com as definições de Ron Mace (1991), É a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão
Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais
Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais... todas as pessoas têm uma necessidade especial, alguma coisa que sintam dificuldade em fazer... Acessibilidade Utilização, com segurança e
QUESTIONÁRIO ACESSIBILIDADE ARQUITEÔNICA EM AMBIENTES ESCOLARES
Prezado(a) Sr(a), Este questionário tem como objetivo mapear e caracterizar a situação da educação dos alunos com deficiência na Rede Estadual de Ensino para auxiliar na melhoria da educação. A sua participação
Palácio de S.Bento. O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento. Arqtª. Maria Susana Veiga Simão
O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento O Parlamento e os Cidadãos As acessibilidades do Parlamento Sobre as questões que vamos abordar neste Curso de Formação, Acessibilidades do Parlamento,
relatório da avaliação das condições de acessibilidade identificação do cliente Pousada de Viseu Alojamento Restaurante SPA
relatório da avaliação das condições de acessibilidade identificação do cliente nome e descrição da atividade principal (a certificar) outras atividades relevantes /complementares Pousada de iseu Alojamento
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA GUIA DE ACESSIBILIDADE EM LOCAIS DOS EVENTOS UVESP União de Vereadores do Estado de São Paulo Luiz Baggio Neto Este guia prático de Acessibilidade foi preparado
Localização. pag. 01
Localização pag. 01 Localização pag. 02 HOTEL cais das pedras 108 unidades de alojamento 7428.00 m² área de construção de hotel 1100.00 m² área Health Club 124.00 m² área Comércio PISO +04 (0826.00m²)
NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
Versões: NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos NBR 9050:2015 (Vigente) Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Descrição:
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
No âmbito da competência do Ministério da Educação, a Portaria n 3.284, de 07 de novembro de 2003, determina as condições que devem ser cumpridas para garantir ao estudante com necessidades educacionais
ERGONOMIA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES DORMITÓRIOS E BANHEIROS
ERGONOMIA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES DORMITÓRIOS E BANHEIROS DORMITÓRIO: Assim como outros ambientes da casa o quarto de dormir passou a ter múltiplas funções/ utilidades, sendo a mais comum a de
INQUÉRITO ACESSIBILIDADE NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE FORMAÇÃO E ADAPTAÇÕES TECNOLÓGICAS DIVISÃO DE ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
INTRODUÇÃO. Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida SMPED 43
CHECK LIST INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo possibilitar uma verificação rápida dos princípios de acessibilidade de edificações e vias públicas, porém, as instruções complementares para a observância
relatório da avaliação das condições de acessibilidade
relatório da avaliação das condições de acessibilidade identificação nome e descrição da atividade principal (a certificar) outras atividades relevantes /complementares Fórum Romeu Correia Biblioteca Municipal
NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição Válida a partir de
NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição 31.05.2004 Válida a partir de 30.06.2004 1 Objetivo ( NBR 9050 ) 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto,
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES ÍNDICE APRESENTAÇÃO.......................................... 3 PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA OU COM MOBILIDADE REDUZIDA........................... 4 CIRCULAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio DORMITÓRIOS - SUÍTES QUARTO + BANHEIRO ÁREA DE DESCANSO E HIGIENE Docente: Fabrícia Mitiko Ikuta Verônica de Freitas
Acessibilidades. Boas prá!cas para auxiliar pessoas com necessidades especiais
Boas prá!cas para auxiliar pessoas com necessidades especiais 1. Deficiência visual A deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual, com caráter defini#vo. As limitações do campo visual
- A sinalização com piso tátil não seguia o Projeto de Padronização de Calçadas da Prefeitura de Belo Horizonte, o que deve ser regularizado;
LAUDO DE 3 DE JULHO DE 2013 1. CALÇADAS Não havia sinalização com piso tátil de alerta junto às entradas de alguns dos estacionamentos, em desacordo com a NBR 9050, bem como não havia sinalização sonora
Aula 07 Acessibilidade
Aula 07 Acessibilidade Sumário 1. Introdução 2. Instalações e equipamentos Portas Cozinha Copa / Refeições Sala de estar Banheiro Piso Tátil Elevadores Rampas Cadeiras Elevadoras Plataformas Elevadoras
Checklist de Acessibilidade dos Espaços Internos da UFES
Checklist de Acessibilidade dos Espaços Internos da UFES Introdução Segundo o art. 205 da Constituição Federal de 1988, a educação é um direito de todos e dever do Estado e da família, já que orienta no
Norma Portuguesa. Turismo Acessível Estabelecimentos Hoteleiros NP Tourisme Accessible Hôtels, aparthotels et auberges
Norma Portuguesa NP 4523 Turismo Acessível Estabelecimentos Hoteleiros Tourisme Accessible Hôtels, aparthotels et auberges Accessible Tourism Hotels, apartment hotels and inns ICS 03.080; 03.200 HOMOLOGAÇÃO
Ambientes. Acessibilidade ao edifício
Acessibilidade ao edifício PROGRAMA ARQUITETÔNICO MÓDULO BÁSICO DATA Ciclo I - Ciclo II - Ensino Médio M1 - M2 - M3 - M4 - M5 - M6 Outubro/ 2008 Ambientes DIRETRIZES DE PROJETO Os aspectos de acessibilidade
ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE
ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE ITEM DESCRIÇÃO ATENDIMENTO* ETAPA DE VERIFICAÇÃO PELO CONCEDENTE PELO N/A - PELO NÃO OU CONVENENTE Justificar CONVENENTE SIM nesta MANDATÁRIA** NO PROJETO
PACKAGE DE FORMAÇÃO BRENDAIT 2016
PACKAGE DE FORMAÇÃO BRENDAIT 2016 Módulo 4 Emp/TAI Empresa turística acessível e inclusiva COMPETÊNCIAS DE SERVIÇO ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO 25 horas FICHA TÉCNICA TÍTULO Módulo 4: Emp/TAI Empresa turística
Sociedade Hípica de Campinas
Prezado Senhor(a) Arquiteto (a) CARTA CONVITE Campinas, 10 de Abril de 2019. A SOCIEDADE HÍPICA DE CAMPINAS vem através desta, comunicar aos interessados para participação do Concurso de Ideias, que escolherá
12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA
12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA 142 12 PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DE ATENDIMENTO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA A promoção
Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas
MANTIDA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas com deficiência O Decreto no. 914, de 6 de setembro de 1993
PROJETO DE ACESSIBILIDADE PARA ADEQUAÇÃO DOS ESPAÇOS DO ASILO VILA VICENTINA DE ITAJUBÁ - MG
PROJETO DE ACESSIBILIDADE PARA ADEQUAÇÃO DOS ESPAÇOS DO ASILO VILA VICENTINA DE ITAJUBÁ - MG Kamila Mariana Rocha e Silva¹, Fábio Luís Figueiredo Fernandes² 1 FEPI- Centro Universitário de Itajubá/Engenharia
Laudo técnico de acessibilidade MODELO DATA R00. 0
Laudo técnico de acessibilidade MODELO DATA R00 www.nucaa.com.br 0 Objetivo Este laudo técnico de acessibilidade tem como objetivo analisar as condições físicas das instalações do edifício localizado em
Visite https://www.i9treinamentos.com ANEXO I
. ITEM. SIM. CALÇADAS. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21 A ANEXO I LISTA DE VERIFICAÇÃO EM ACESSIBILIDADE. ROTA ACES- SÍVEL DESCRIÇÃO AT E N D I M E N TO * ETAPA DE VERIFICAÇÃO
As Potencialidades do Turismo Acessível em Portugal. Departamento de Desenvolvimento e Inovação
As Potencialidades do Turismo Acessível em Portugal Conceito de Turismo Acessível OMT- Organização Mundial do Turismo Turismo Acessível para Todos é uma forma de turismo que envolve um processo de colaboração
ACESSIBILIDADE Arq. Paula Dias
ACESSIBILIDADE DESENHO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de uso, com segurança, autonomia e independência de edificações, espaços, mobiliários, vias públicas, equipamentos urbanos e de
portadoras de necessidades especiais participem de atividades que incluem o usode produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso
O que é acessibilidade? Significa não apenas permitirque pessoas portadoras de necessidades especiais participem de atividades que incluem o usode produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão
Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas
Rampas Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas RAMPAS: conceito De acordo com a Pontifícia Universidade Católica (2009), as rampas, diferentemente das escadas, podem se constituir meios de circulação
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS Índice Apresentação 06 O que precisa ser adaptado 07 O custo das adaptações 10 Sinalização 12 Piso 14 Sinalização do piso 16 Rampas 18 Como deve ser uma
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência em
REQUERIMENTO REGISTO DE ESTABELECIMENTO DE ALOJAMENTO LOCAL
Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada Requerente NIF/NIPC: Nome/Designação: Na qualidade de: Proprietário Outro Nº. Identificação civil: Tipo: BI CC Passaporte Validade: / / Autoriza
HOTEL SENAC BARREIRA ROXA. A hospitalidade potiguar com a excelência do Senac.
HOTEL SENAC BARREIRA ROXA A hospitalidade potiguar com a excelência do Senac. Hospedagem Totalmente moderno e versátil, o Hotel Senac Barreira Roxa oferece apartamentos amplos e confortáveis, equipados
Escola Técnica de Turismo CIETH. Reconhecia pelo Ministério de Turismo (Mtur 092/2002) Conselho Estadual de Educação (032/2003) Projeto INPROTUR
Escola Técnica de Turismo CIETH Reconhecia pelo Ministério de Turismo (Mtur 092/2002) Conselho Estadual de Educação (032/2003) Projeto INPROTUR Inclusão Pró Turismo Cursos Introdutórios nas Áreas de Turismo
ANEXO I - RELATÓRIO FOTOGRÁFICO: INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
ANEXO I - RELATÓRIO FOTOGRÁFICO: INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Palco: Tipo: Arena Semicircular Piso: Fixo Largura: 24 m Profundidade: 13,90 m Pé-direito: 9,50 m Dois motores para calefação 1 (um) extintor
Turismo de Habitação Portaria nº 937/2008, de 20 de Agosto
Turismo de Habitação Portaria nº 937/2008, de 20 de Agosto (atualizada em Outubrol 2016) Turismo de habitação 1. Imóvel antigo particular Imóvel que pelo seu valor arquitetónico, histórico ou artístico,
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II Prof. Dr. André L. Gamino Araçatuba Setembro - 2013 1 Acessibilidade a Edificações 1.1 Introdução A norma brasileira
DECRETO Nº 9.451, DE 26 DE JULHO DE 2018
DECRETO Nº 9.451, DE 26 DE JULHO DE 2018 Regulamenta o art. 58 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Regras de transição SMARU:
REGULAÇÃO URBANA APLICABILIDADE: NBR 9050/2015 A alterações ocorridas na NBR 9050/2015 deverão ser observadas nos processos com protocolos acatados pós entrada em vigor da referida norma 11/10/2015. Todas
4 Acessibilidade a Edificações
4 Acessibilidade a Edificações 4.1 Introdução A norma brasileira NBR 9050 (2004) fixa critérios exigíveis para o projeto e detalhamento de espaços físicos destinados a portadores de necessidades especiais.
ESTUDO DA ADEQUAÇÃO DO BANHEIRO DA APAE- IJUÍ CONFORME A NBR 9050/ STUDY OF THE APAE-IJUÍ BATHROOM SUITABILITY IN ACORDANCE WITH NBR 9050/2015
ESTUDO DA ADEQUAÇÃO DO BANHEIRO DA APAE- IJUÍ CONFORME A NBR 9050/2015 1 STUDY OF THE APAE-IJUÍ BATHROOM SUITABILITY IN ACORDANCE WITH NBR 9050/2015 Marcele Adam Eidt 2, Carlos Alexandre Alves Colomé 3,
Sustentabilidade na hotelaria e Inovação Roland Bachmeier
Sustentabilidade na hotelaria e Inovação Roland Bachmeier Sustentabilidade na Hotelaria Pacote Sustentável O grande desafio: Ambiente Ecologicamente responsáveis Ambiente Económico Viavelmente económicos
Guia de Boas Práticas de Acessibilidade Turismo Ativo
Guia de Boas Práticas de Acessibilidade Turismo Ativo Guia de Boas Práticas de Acessibilidade Turismo Ativo Trabalho desenvolvido em parceria com a Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência
6.2 ACESSOS - Condições gerais
6.2 ACESSOS - Condições gerais 6.2.1 Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. 6.2.2 Na adaptação
