ROTEIROS VISUAIS NO BRASIL NOS CAMINHOS DO BARROCO
|
|
|
- Mariana Wagner Cavalheiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ROTEIROS VISUAIS NO BRASIL NOS CAMINHOS DO BARROCO alberto martins e glória kok
2 Copyright 2015 by Alberto Martins e Glória Kok Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em foto de capa Detalhe do desenho do Timpano da fachada da Igreja de São Francisco de Assis em São João del Rei, século xviii, aquarela atribuída a Antônio Francisco Lisboa, Aleijadinho, 66 X 34 cm. Minas Gerais, MinC/ IPHAN/ Museu da Inconfidência Conjunto de balaustrada de elemento arquitetônico: depositphotos preparação silvia massimini felix revisão jane pessoa carmen t. s. costa adriana moreira pedro tratamento de imagem américo freiria diagramação raul loureiro alice viggiani mapa da página 66 sônia vaz Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (cip) (Câmara Brasileira do Livro, sp, Brasil) Martins, Alberto Roteiros visuais no Brasil : Nos caminhos do Bar roco / Alberto Martins e Glória Kok. 1 a ed. São Paulo : Claro Enigma, isbn Arte História 2. Arte História An ti gui da de 3. Arte barroca 4. Arte pré-histórica Brasil História 5. Arte rupestre 6. Signos e símbolos 7. Sítios arqueológicos i. Kok, Glória; Martins, Alberto ii. Título cdd Índice para catálogo sistemático: 1. Brasil : Patrimônio histórico-arqueológico : História [2015] Todos os direitos desta edição reservados à editora claro enigma Rua Bandeira Paulista, 702, cj São Paulo sp Telefone: (11) A marca fsc é a garantia de que a ma dei ra utilizada na fabricação do pa pel deste livro provém de flo res tas que foram gerenciadas de maneira ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viá vel, além de outras fontes de ori gem controlada. Esta obra foi composta em Kievit Offc e impressa pela Geográfica em ofsete sobre papel Couché Matte da Suzano Papel e Celulose para a Editora Schwarcz em setembro de 2015
3 apresentação da coleção 6 introdução 9 antecedentes do barroco 17 o barroco no nordeste 27 o barroco em minas gerais 50 a difusão do barroco 80 conclusão 94 glossário 97 museus de arte colonial e barroca 98 sobre os autores 99 bibliografia 100 créditos das imagens 102
4 antecedentes do barroco Construído originalmente em madeira e barro, e refeito muitas vezes, o Forte de São João, em Bertioga, deve sua forma atual, de polígono irregular, ao projeto da arquitetura militar portuguesa elaborado em Na página seguinte, percebe-se sua implantação estratégica, na quina da praia, protegendo a entrada do canal. fortalezas de pau a pique Quando chegaram às terras que viriam a constituir o Brasil, os europeus limitaram-se de início a ocupar a faixa litorânea sobretudo a da Bahia, sede do governo-geral de 1549 a 1763; de Pernambuco, onde estabeleceram inúmeros engenhos de açúcar; e, em menor escala, aquela em torno de São Vicente, na região Sudeste. Como observou o historiador frei Vicente Salvador, durante todo o século xvi e boa parte do xvii os portugueses se contentavam em andar arranhando ao longo do mar como caranguejos. Vejamos o que diz o regimento de 1548 de Tomé de Sousa, primeiro governador-geral da América portuguesa, que desembarcaria na Bahia no ano seguinte. Como uma de suas primeiras providências, ele determinava a construção de uma fortaleza e o envio de alguns oficiais, assim pedreiros e carpinteiros, como outros que poderão servir de fazer cal, telha, tijolo; e para se poder começar a dita fortaleza, vão, nos navios desta Armada, algumas achegas, e não achando na terra aparelho para se a dita fortaleza fazer de pedra e cal, far-se-á de pedra e barro ou taipas ou madeira, como melhor puder ser, de maneira que seja forte. 17 BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 17 8/21/15 3:31 PM
5 hans staden Vale a pena chamar a atenção para duas palavras. Achega quer dizer aquilo que se junta, que se acrescenta ; aqui tem o sentido de material necessário à construção. Aparelho designa a técnica, isto é, os meios para se fazer adequadamente alguma coisa. A passagem é interessante, pois revela uma dinâmica própria da relação metrópole-colônia, válida não só para o Brasil, mas para toda a América Latina colonial. Caso não houvesse técnica para se construir com pedra e cal os materiais recomendados, a fortaleza devia ser feita como melhor puder ser. Isto é: as instruções e os desenhos vêm de fora, mas os meios e o grosso do material para construir têm que ser encontrados aqui mesmo. O Forte de Santo Antônio da Barra, em Salvador, no século xvi, praticamente não passava de uma trincheira de barro, reforçada por paliçadas de madeira. O mesmo ocorria com o Forte de São João, erguido em 1532 por ordens de Martim Afonso de Sousa, com o intuito de defender a entrada do canal de Bertioga, em São Paulo. Ele foi destruído pelos Tupinambá em 1547 e teve que ser reconstruído muitas vezes desde então. No período da União Ibérica, entre 1580 e 1640, a construção de fortes e fortalezas ganhou um novo impulso sob as ordens do rei espanhol Filipe ii, que contratou Em meados de janeiro de 1554, o aventureiro alemão Hans Staden, que servia como arcabuzeiro num forte português no canal de Bertioga, no litoral da capitania de São Vicente, foi capturado pelos Tupinambá e levado de canoa para a região da atual Ubatuba. Depois de passar nove meses entre os índios, que ameaçavam matá-lo e comê-lo a todo momento, Staden foi resgatado por um navio francês e regressou à Europa em Ele foi o primeiro europeu a conviver de perto com os índios no litoral brasileiro, e deixou um relato muito vivo de suas práticas e costumes, entre os quais se incluía o ritual da antropofagia, que ele descreve em detalhes. Publicado em 1557 na Alemanha, com 53 gravuras, seu livro Duas viagens ao Brasil fez grande sucesso e ajudou a moldar a imagem que por muitos anos os europeus teriam dos índios do Novo Mundo. E graças ao seu poder de observação, o relato de Hans Staden é ainda hoje uma das melhores fontes para o conhecimento da vida nos primeiros tempos do Brasil colônia. 18 BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 18 8/21/15 3:31 PM
6 [FIGS. 8, 9] pau a pique e taipa de pilão As primeiras edificações em solo brasileiro foram feitas na base do pau a pique e taipa de pilão técnicas construtivas fundamentais, ainda hoje muito praticadas no país. No pau a pique constrói-se uma trama de madeira e bambu (em geral, as ripas verticais são feitas de madeira e fincadas no chão, e as horizontais, que as ligam, são de bambu) e preenche-se com barro, formando assim muros e paredes. Na taipa erguem-se dois tabuados laterais os taipais e entre eles soca-se o barro úmido com um pilão. Para dar mais resistência ao material depois de seco, costuma-se acrescentar pedras, galhos, capim, fibras vegetais e animais, além de substâncias que ajudam a dar liga entre os elementos, como o sangue de boi. No centro da cidade de São Paulo ainda hoje sobrevive um largo trecho de uma parede de taipa erguida em 1585, por ocasião da reforma do colégio de São Paulo de Piratininga, fundado pelos jesuítas José de Anchieta e Manuel da Nóbrega em BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 19 8/21/15 3:31 PM
7 especialistas italianos para edificar, em todo o seu império, obras de defesa apropriadas ao novo aparato bélico. Para minimizar o alvo e o impacto dos projéteis, as fortificações passaram a ser baixas, com muros e paredes de grande espessura. Datam desse período, por exemplo, as fortalezas de Nossa Senhora de Monte Serrat (1583), no extremo norte da cidade de Salvador, e a de Santo Amaro da Barra Grande (1584), no Guarujá, em frente à cidade de Santos. O desenho desta última é de autoria do arquiteto italiano Giovanni Battista Antonelli que, mais tarde, seria o principal engenheiro de Filipe ii no Caribe, onde projetaria as muralhas defensivas de Cartagenas de Índias, atual Colômbia, e importantes obras de defesa em Cuba, Panamá e Porto Rico, muitas delas hoje consideradas patrimônio da humanidade pela Unesco. Outras fortificações que merecem destaque no período são o Forte dos Reis Magos (1614), na entrada da barra de Natal, um impressionante polígono em forma de estrela, que fica inteiramente cercado pelo mar durante a maré alta, e o Forte de São Marcelo (também conhecido como Forte do Mar) diante da cidade de Salvador, cuja construção se iniciou em Antes de ser concluído, foi tomado pelas tropas holandesas a serviço da Companhia das Índias Ocidentais, que dali passaram a disparar contra a cidade em Os dois fortes foram desenhados por Francisco de Frias (1578-c. 1645), considerado um dos nomes mais inventivos da arquitetura militar da América portuguesa. Ele desembarcou em 1603 e aqui permaneceu por mais de trinta anos, projetando e acompanhando a construção de fortins e fortalezas em Recife, na Paraíba, no Maranhão (onde foi também o responsável pelo desenho da trama urbana de São Luís, depois da expulsão dos franceses), em Cabo Frio e outros lugares. 20 BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 20 Dois exemplos de engenhosa arquitetura militar, calcados em formas geométricas. No alto, a estrela de cinco pontas do Forte dos Reis Magos, no Rio Grande do Norte, que permite cruzar fogos isto é, alvejar, ao mesmo tempo, o inimigo a partir de ângulos distintos. Abaixo, o Forte de São Marcelo, que aproveitou a existência de um banco de areia na Baía de Todos-os-Santos. Sua forma circular é inspirada no Forte de São Lourenço do Bugio, na foz do rio Tejo, em Portugal. 8/21/15 3:31 PM
8 as ordens religiosas Em 1549, junto com Tomé de Sousa, que concentra os poderes militar e político, desembarcam na Bahia os primeiros padres da Companhia de Jesus, que tinha sede em Roma e logo se tornaria umas das organizações mais poderosas de seu tempo, com ramificações em vários pontos do planeta. No empenho de catequizar os nativos e conquistar almas para a Igreja católica, os jesuítas e mais tarde também os beneditinos, os franciscanos, os carmelitas e outras ordens menores logo se espalham pelo território da colônia e fundam colégios, capelas e núcleos de povoamento nos quais reúnem a população indígena e tentam lhes ensinar os preceitos cristãos. Os padres Manuel da Nóbrega, José de Anchieta e outros religiosos deixaram valiosos depoimentos a respeito das tentativas na maioria das vezes, malsucedidas de converter os indígenas e convencê-los a abandonar o nomadismo, a poligamia, a antropofagia e outras práticas estranhas ao cristianismo. No centro desses núcleos de povoamento encontram-se igrejas e capelas que ainda hoje podem ser visitadas, como a igreja dos Reis Magos (1615), em Nova Almeida, Espírito Santo; a Matriz de São Pedro da Aldeia (1617), no Rio de Janeiro; ou a Capela de São Miguel Paulista (1622), em São Paulo. Na grande maioria dessas igrejas o trabalho era realizado por mão de obra indígena, orientada por um religioso que tinha conhecimentos de arquitetura, construção e trabalhos manuais. O tratamento dado à imagem e à matéria por um pintor ou entalhador indígena é certamente diverso daquele dado por um artesão europeu que fosse treinado numa corporação de ofícios. No entanto, são necessários muitos e meticulosos estudos para apontar nessas construções o que se deve à mão de obra nativa e o que se deve à europeia. A igreja dos Reis Magos, em Nova Almeida, Espírito Santo, constituía o centro de um núcleo de catequese indígena A Capela de São Miguel, acima, foi fundada pelos jesuítas numa colina sobre o rio Tietê, em 1580, em terras dos Tupiniquim. Em 1622, foi reformada com projeto jesuíta, executado por índios Guarani. É um dos poucos exemplares remanescentes de arquitetura religiosa brasileira que conserva integralmente os alpendres em formato de L. O arquiteto Lucio Costa considerava essas duas figuras femininas, entalhadas em jacarandá na banca de comunhão da Capela de São Miguel, das mais antigas e autênticas expressões conhecidas da arte brasileira. 22 BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 22 8/21/15 3:32 PM
9 Situada numa elevação junto à foz do rio Reis Magos, a igreja de Nova Almeida sofreu poucas interferências em seu plano original. Suas paredes são formadas por uma argamassa de pedra, barro, areia, conchas dos sambaquis da região e óleo de baleia. mantido pelos jesuítas entre os séculos xvi e xviii. O conjunto, que compreende, além da igreja, claustro, sacristia e residência dos padres, foi erguido entre 1580 e 1615 com a participação dos índios Tupiniquim. O retábulo da igreja dos Reis Magos, que pode ser visto ainda hoje como uma das mais belas esculturas em madeira realizadas no Brasil, combina figuras de origem europeia, como folhas de parreira, com animais imaginários, que provavelmente se devem ao trabalho dos Tupiniquim que participaram da construção da obra. Os cajus, abacaxis e outras frutas nativas que aparecem no retábulo da Capela de Nossa Senhora da Conceição, da antiga Fazenda Voturuna, no interior de São Paulo, são para muitos estudiosos prova inequívoca da participação do trabalho indígena. 23 BARROCO_MIOLO-6PR 3A.indd 23 8/21/15 3:32 PM
Bens em regime de proteção federal IPHAN
Bens em regime de proteção federal IPHAN Casa de Câmara e Cadeia de Santos Número do Processo: 545 - T. Livro das Belas Artes: inscrição n.º 448, fl. 83, 12/05/59. Tombamento pelo CONDEPHAAT: inscrição
Curso: Arquitetura e Urbanismo - Profª: Dra. Ana Paula C. Gurgel REVISÃO DA ARQUITETURA DO PERÍODO COLONIAL E DO IMPÉRIO NO BRASIL
Curso: Arquitetura e Urbanismo - Profª: Dra. Ana Paula C. Gurgel REVISÃO DA ARQUITETURA DO PERÍODO COLONIAL E DO IMPÉRIO NO BRASIL Maria Fernanda Derntl Fundações de vilas e cidades no Brasil Plano para
FORTE SÃO JOÃO DA BERTIOGA
FORTE SÃO JOÃO DA BERTIOGA Martim Afonso chegou ao Canal da Bertioga em 1532, onde edificou "uma torre para a segurança e defesa dos portugueses no caso de serem atacados pelo gentio da terra (...), em
produtos manufaturados e escravos EXCLUSIVO COMERCIAL COLÔNIA METRÓPOLE Produtos tropicais Matérias primas Produtos agrícolas Ouro Prata
produtos manufaturados e escravos METRÓPOLE EXCLUSIVO COMERCIAL COLÔNIA Produtos tropicais Matérias primas Produtos agrícolas Ouro Prata O BRASIL PRÉ-COLONIAL ( 1500-1530 ) Características: - extração
TEORIA, HISTÓRIA E CRÍTICA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO II TH 2
TEORIA, HISTÓRIA E CRÍTICA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO II TH 2 Profª. Ana Paula de O. Zimmermann Curso de Arquitetura e Urbanismo Escola de Artes e Arquitetura Pontificia Universidade Católica de Goiás
Processo Indicativo para o Patrimônio Mundial PATRIMÔNIO NATURAL E CULTURAL DO BRASIL
PATRIMÔNIO NATURAL E CULTURAL DO BRASIL http://whc.unesco.org/en/statesparties/br EVOLUÇÃO DO SISTEMA DEFENSIVO Fortalezas, cidades e altos muros, Por eles vereis, filha, edificados. (Os Lusíadas, C II,
A UTILIZAÇÃO DA CAL CONCHÍFERA EM MONUMENTOS HISTÓRICOS NO ESPÍRITO SANTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO / BRASIL MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL Argamassas A UTILIZAÇÃO DA CAL CONCHÍFERA EM MONUMENTOS HISTÓRICOS NO ESPÍRITO SANTO Maria Aparecida Nogueira Campos Alessandra
silvana salerno qual é o seu norte? Ilustrações de almanaque da Amazônia recheado de histórias da região.
silvana salerno N viagem pelo brasil S qual é o seu norte? O L Ilustrações de Cárcamo Um almanaque da Amazônia recheado de histórias da região. Copyright do texto 2012 by Silvana Salerno Copyright das
O maior assombro da nossa história é a unidade nacional Tristão de Ataíde.
9_ EVOLUÇÃO DO SISTEMA DEFENSIVO Fortalezas, cidades e altos muros, Por eles vereis, filha, edificados. (Os Lusíadas, C II, 156) Portugal pode e deve orgulhar-se de haver possuído um dos maiores conjuntos
SISTEMA COLONIAL DE DEFESA DO PORTO DE SANTOS
SISTEMA COLONIAL DE DEFESA DO PORTO DE SANTOS 21 Tudo começou com Martim Afonso de Souza (1532) determinando o início da construção de um fortim junto à Barra da Bertioga, origem do primeiro forte real
Entre raios e caranguejos
José Roberto TORERO HISTORINHAS DO BRASIL Marcus Aurelius PIMENTA Entre raios e caranguejos A fuga da família real para o Brasil contada pelo pequeno dom Pedro ilustrações Edu Oliveira Copyright 2015 by
PROF. ME. ANDERSON APARECIDO GONÇALVES DE OLIVEIRA HISTÓRIA TÓPICOS ESPECIAIS. "Aooooooooos mininoooooo!!!" INÍCIO DA COLONIZAÇÃO / EFETIVA OCUPAÇÃO
PROF. ME. ANDERSON APARECIDO GONÇALVES DE OLIVEIRA HISTÓRIA TÓPICOS ESPECIAIS "Aooooooooos mininoooooo!!!" INÍCIO DA COLONIZAÇÃO / EFETIVA OCUPAÇÃO CAPITANIAS HEREDITÁRIAS CICLO DO AÇUCAR CULTURA E CIVILIZAÇÃO
Brasil: Os Primeiros Anos
Brasil: Os Primeiros Anos O expansionismo marítimo português. 1500 posse das terras brasileiras Apesar de os portugueses terem oficializado a descoberta das terras brasileiras em 1500, NÃO HOUVE GRANDE
IBAN BARRENETXEA. Tradução EDUARDO BRANDÃO. conto. carpinteiro
IBAN BARRENETXEA Tradução EDUARDO BRANDÃO o conto do carpinteiro Copyright do texto e das ilustrações 2011 by Iban Barrenetxea Edição original 2011 by A buen paso, Barcelona, Espanha, www.abuenpaso.com.
O Barroco Colonial e o Mosteiro de São Bento no Rio de Janeiro
O Barroco Colonial e o Mosteiro de São Bento no Rio de Janeiro Roberto Hofmann, São Bento, Rio de Janeiro, 23 de Junho 2002 O Barroco Colonial Principais intenções dos colonizadores portugueses: Tomar
FRANCESES NO BRASIL FORTALEZA DE SANTA CRUZ DA BARRA - NITERÓI
FRANCESES NO BRASIL FORTALEZA DE SANTA CRUZ DA BARRA - NITERÓI AS INVASÕES FRANCESAS 2ª invasão 1612 Maranhão Fundação da França Equinocial e a Cidade de São Luís Comandante Daniel de La Touche Obs: esse
O livro que não queria saber de
FERNANDO NUNO O livro que não queria saber de Ilustrações Cris Eich Copyright do texto 2016 by Fernando Nuno Copyright das ilustrações 2016 by Cris Eich Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO O povoamento brasileiro, no século XVI, se limitou em territórios litorâneos próximos ao oceano Atlântico onde desenvolveram
A FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO O povoamento brasileiro, no século XVI, se limitou em territórios litorâneos próximos ao oceano Atlântico onde desenvolveram inúmeras lavouras
A EXPANSÃO DA AMÉRICA PORTUGUESA
A EXPANSÃO DA AMÉRICA PORTUGUESA Tratado de Tordesilhas (1494) 1. A pecuária e a expansão para o interior O gado bovino chegou ao Brasil por volta de 1535, na Bahia. O crescimento da indústria açucareira
EMENTA. Estudo da arquitetura e da cidade nos séculos XVI, XVII e XVIII na Europa com particular atenção a Portugal e no Brasil.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PUC-GOIÁS ESCOLA DE ARTES E ARQUITETURA Curso de Arquitetura e Urbanismo PLANO DE ENSINO 2016/1 PLANO DE CURSO Ramo: Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo
IV SEMINÁRIO IGREJA E BENS CULTURAIS EVANGELIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO ARQUITETURA E ARTE DO SAGRADO
IV SEMINÁRIO IGREJA E BENS CULTURAIS EVANGELIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO ARQUITETURA E ARTE DO SAGRADO ARTE SACRA NO ESPIRITO SANTO bens móveis integrados: uma perspectiva histórica e estética Attilio Colnago
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - PERÍODO JESUÍTICO
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL - PERÍODO JESUÍTICO (1549-1759) 1 Contexto da Colonização do Brasil em 1500 Início do Capitalismo Comercial na Europa Formação dos Estados Nacionais Absolutismo monárquico
A Expansão Portuguesa. Portugal e o Mundo nos séculos XV e XVI
A Expansão Portuguesa Portugal e o Mundo nos séculos XV e XVI Na Europa, as terras e povos desconhecidos surgiam em mapas, pinturas, gravuras e livros que influenciaram o pensamento europeu. A acção da
OBJETIVO DA AULA: - EXPOR AS TRANSFORMAÇÕES PROVOCADAS PELAS GRANDES NAVEGAÇÕES.
CONTEÚDOS: - CONTEXTO CONTRIBUINTE ÀS GRANDES NAVEGAÇÕES. - O PIONEIRISMO PORTUGUÊS. - AS DISPUTAS ENTRE PORTUGAL E ESPANHA. - CONSEQUÊNCIAS DAS VIAGENS MARÍTIMAS. OBJETIVO DA AULA: - EXPOR AS TRANSFORMAÇÕES
Igreja Nossa Senhora da Candelária de Itu (SP) passará por restaurações
Igreja Nossa Senhora da Candelária de Itu (SP) passará por restaurações Local é considerado um dos maiores símbolos do barroco no Estado. Obras vão custar quase R$ 7 milhões e serão acompanhadas pelos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA: ARQ 5624 ARQUITETURA BRASILEIRA I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA: ARQ 5624 ARQUITETURA BRASILEIRA I Profs.: Dalmo Vieira Filho Rodrigo Almeida Bastos PLANO DE ENSINO 2 O. SEMESTRE
A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL
A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL A Formação do Território Brasileiro O surgimento do que denominamos de Brasil foi produto de um processo mais amplo, denominado de Expansão Mercantil europeia, desencadeado
A Formação Territorial do BRASIL
A Formação Territorial do BRASIL Descobrimento da América O surgimento do que denominamos de Brasil foi produto de um processo mais amplo, denominado de Expansão Marítimo Comercial europeia, desencadeado
5_ SISTEMA COLONIAL DE DEFESA DO PORTO DE SANTOS
5_ SISTEMA COLONIAL DE DEFESA DO PORTO DE SANTOS Tudo começou com Martim Afonso de Souza (1532) determinando o início da construção de um fortim junto à Barra da Bertioga, origem do primeiro forte real
8_ INCURSÕES TERRESTRES. A posse dos novos territórios e o movimento bandeirante
8_ INCURSÕES TERRESTRES A posse dos novos territórios e o movimento bandeirante A posse dos territórios descobertos impôs, logo de início, que a ocupação e defesa dos primeiros lugares de interesse estratégico
O BRASIL COLONIAL ( ) PROF. OTTO TERRA
O BRASIL COLONIAL (1530 1822) BRASIL PRÉ COLONIAL 1500-1532 - Não houve uma colonização de forma efetiva, sistemática até a década de 1530 predominância portuguesa no Oriente (Calicute e Goa); - Importância
A Presença Estrangeira no Período Colonial. História C Aula 04 Prof. Thiago
A Presença Estrangeira no Período Colonial História C Aula 04 Prof. Thiago Disputa pelas novas terras Principais invasores Franceses, Ingleses e Holandeses Contrabando de madeira, saques de feitorias,
Colonização da América: divisão prévia das terras entre Portugal e Espanha
Colonização da América: divisão prévia das terras entre Portugal e Espanha 1480: Tratado de Toledo: - Espanha ficava com todas as terras ao norte das ilhas Canárias - Portugal ficava com a rota das Índias
b) Quem foi o primeiro navegador a chegar a essas terras? c) Em qual data ele chegou? d) Qual foi a primeira vila do Brasil?
1 Antes da chegada dos portugueses às terras que hoje formam o Brasil, não existiam ruas, bairros nem cidades. O país que conhecemos atualmente começou a se formar com uma pequena vila. a) Quem vivia nessas
O IMPÉRIO ULTRAMARINO PORTUGUÊS PROF. FELIPE KLOVAN COLÉGIO JOÃO PAULO I
O IMPÉRIO ULTRAMARINO PORTUGUÊS PROF. FELIPE KLOVAN COLÉGIO JOÃO PAULO I AS CONQUISTAS PORTUGUESAS Prof. Felipe Klovan Maior império colonial europeu entre 1415 1557 Várias formas de relação colonial Relações
BARROCO BRASIL. Disciplina: História da Arte PROFª:DANIELLI P.
BARROCO "INCÊNDIO EM MARES DE ÁGUA DISFARÇADO! RIO DE NEVE EM FOGO CONVERTIDO!" (GREGÓRIO DE MATOS) BRASIL Disciplina: História da Arte PROFª:DANIELLI P. BARROCO NO BRASIL O Barroco no Brasil teve início
1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar
1º Período UNIDADE 1 A aventura de navegar Navegar em busca de riquezas As grandes navegações; Viagens portuguesas. Ampliação Portugal na época das navegações. Conhecer e identificar os instrumentos e
PADRE ANTÓNIO VIEIRA
PADRE ANTÓNIO VIEIRA Vida Nasceu em Lisboa no ano de 1608 e quando tinha 6 anos a família Vieira veio para o Brasil, pois seu pai foi convidado a trabalhar como escrivão no Tribunal da Relação da Bahia.
. a d iza r to u a ia p ó C II
II Sugestões de avaliação História 4 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Relacione as colunas. (A) Colonos portugueses (B) indígenas e africanos escravizados ( ) Vieram para o Brasil com o objetivo
Livro de atividades - páginas 10 e 11
Escola Nova Pedagogia Cuiabá, 11/03/2019 Tarefão P2 - História (1º bimestre) Estudante: 2ª Série EM Professora: Júnia Naves Conteúdo: Colonização portuguesa na América (capítulo 21) e Brasil Colonial:
LISTA DE RECUPERAÇÃO. Do 3º trimestre - Disciplina: HISTÓRIA
Centro Educacional Sesc Cidadania Ensino Fundamental II Goiânia, / /2017. 7º ano Turma: Nome do (a) Aluno (a): Professor(a): GUILHERME PORTO LISTA DE RECUPERAÇÃO Do 3º trimestre - Disciplina: HISTÓRIA
Além das visitas do primeiro do roteiro Ouro Preto [1 dia], sugerimos conhecer também:
Além das visitas do primeiro do roteiro Ouro Preto [1 dia], sugerimos conhecer também: Próximo à Praça Tiradentes, ao lado do Museu da Inconfidência, estão a Igreja de Nossa Senhora do Carmo e o Museu
Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 4 o ano. 4 o bimestre
Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao quarto bimestre escolar ou à Unidade 4 do Livro do Aluno. Projeto Jimboê História 4 o ano Avaliação 4 o bimestre 1 Avaliação História NOME: ESCOLA:
ESPÍRITO SANTO-JESUÍTICO. Um patrimônio territorial de múltiplos valores
IV Seminário Igreja e Bens Culturais. Evangelização e Preservação Vitória _ 24 _ Outubro _ 2016 ESPÍRITO SANTO-JESUÍTICO. Um patrimônio territorial de múltiplos valores Renata Hermanny de Almeida Departamento
Governo Geral. Início - Tomé de Sousa, 1549, com cerca de homens 1
Governo Geral Início - Tomé de Sousa, 1549, com cerca de 1.000 homens 1 Fundação de Salvador Primeira Capital Brasileira Tomé de Sousa promoveu acordos de paz com os indígenas. Restabeleceu a prática do
Marcus Aurelius IMENTA. José Roberto TORERO. Ilustrações LAURENT CARDON
José Roberto Marcus Aurelius IMENTA TORERO Ilustrações LAURENT CARDON 41207 - Joões e Marias.indd 1 1/23/17 6:12 PM Copyright 2014 by Padaria de textos Copyright das ilustrações 2014 by Laurent Cardon
SALVADOR SÍNTESE DAS
SALVADOR SÍNTESE DAS CIDADES DE ORIGEM PORTUGUESA Teoria, Historia e Crítica da Arquitetura e do Urbanismo II TH 2 Curso de Arquitetura e Urbanismo Escola de Artes e Arquitetura Pontifícia Universidade
SALVADOR SÍNTESE DAS
SALVADOR SÍNTESE DAS CIDADES DE ORIGEM PORTUGUESA Teoria, Historia e Crítica da Arquitetura e do Urbanismo II TH 2 Curso de Arquitetura e Urbanismo Escola de Artes e Arquitetura Pontifícia Universidade
ARTE NO BRASIL COLÔNIA. DE 1530 À 1822 Unidade 2
ARTE NO BRASIL COLÔNIA DE 1530 À 1822 Unidade 2 INICIO DA ARTE COLONIAL Primeiros portugueses em terras brasileiras. Invasão dos franceses. Martim Afonso de Souza, fundou a vila de São Vicente-SP Plantio
A Administração Colonial
A Administração Colonial HISTÓRIA DO BRASIL Prof. Alan Carlos Ghedini O primeiros 30 anos Até 1530 Desinteresse da Coroa Portuguesa pela nova Colônia Comércio das especiarias ainda era o foco Houve apenas
GEODIVERSIDADE NO PATRIMÔNIO CULTURAL CONSTRUÍDO DO ESTADO DO PARANÁ. Antonio Liccardo Universidade Estadual de Ponta Grossa
GEODIVERSIDADE NO PATRIMÔNIO CULTURAL CONSTRUÍDO DO ESTADO DO PARANÁ Antonio Liccardo Universidade Estadual de Ponta Grossa O patrimônio cultural perpassa várias definições e qualificações, quanto a uso
História 4 o ano Unidade 8
História 4 o ano Unidade 8 Nome: Unidade 8 Data: 1. Associe as colunas. (A) Vila de São Vicente (B) Vila de São Paulo de Piratininga ( ) a produção de cana-de-açúcar não prosperou. ( ) tinha clima e solo
Cópia autorizada. II
II Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 8 5 Unidade 8 Nome: Data: 1. Qual(is) da(s) sentença(s) a seguir apresenta(m) corretamente as motivações de Portugal para estabelecer a produção açucareira
A FORMAÇÃO HISTÓRICA DO TERRITÓRIO BRASILEIRO
A FORMAÇÃO HISTÓRICA DO TERRITÓRIO BRASILEIRO Brasil: a produção do território A história do território brasileiro é, a um só tempo, una e diversa, pois é também a soma e a síntese das histórias de suas
Arte no Brasil Colonial. Arquitetura e urbanismo. 8º ano
Arte no Brasil Colonial Arquitetura e urbanismo 8º ano - 2013 A arte no Brasil colonial (1500 a 1808) foi marcada pela forte influência européia. O principal estilo que surge neste período é o BARROCO,
2º Bimestre 2018 Artes Plásticas/ Sharlene CONTEÚDO DO BIMESTRE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO TÓPICOS DO CONTEÚDO
AFRICANOS ORIGENS DA CULTURA BRASILEIRA INDÍGENAS EUROPEUS 1. A arte brasileira em suas raízes: portugueses, índios e africanos. 2. Tribos indígenas pré-cabralianas e contemporâneas. 3. O papel dos escravos
PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO
Prof. Alexandre Goicochea PRIMÓRDIOS DA COLONIZAÇÃO PRÉ-COLONIAL:1500-1530 Prof. Alexandre Goicochea CARACTERIZAÇÃO Período Pré-colonial período da viagem de Cabral até 1530; Nas primeiras décadas de colonização,
A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA
A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA Você já ouviu falar nos bandeirantes? Sabe quem eles eram e sua importância para a história do Brasil Colonial? Prof.ª: Alexandra Freitas Disciplina: História
MÓDULO 02 - PERÍODO PRÉ-COLONIAL E ASPECTOS ADMINISTRATIVOS,ECONÔMICOS E SOCIAIS DA COLONIZAÇÃO
MÓDULO 02 - PERÍODO PRÉ-COLONIAL E ASPECTOS ADMINISTRATIVOS,ECONÔMICOS E SOCIAIS DA COLONIZAÇÃO 2.1- O BRASIL PRÉ-COLONIAL ( 1500-1530 ) Período que antecedeu a colonização. Interesse português:índias.
BRASIL PORTUGUÊS PERÍODO PRÉ COLONIAL PERÍODO COLONIAL PROF. DE HISTÓRIA TÁCIUS FERNANDES BLOG:
BRASIL PORTUGUÊS PERÍODO PRÉ COLONIAL PERÍODO COLONIAL 1. ESPANHA X PORTUGAL A BULA INTER COETERA ASSINADO EM 1493. LINHA IMAGINÁRIA A 100 LÉGUAS A OESTE DE CABO VERDE. LESTE: PORTUGAL. OESTE: ESPANHA.
Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: História
COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: História Nome: Ano: 3º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências Humanas Disciplina: História
PLANO DE CURSO DISCIPLINA:História ÁREA DE ENSINO: Fundamental I SÉRIE/ANO: 4 ANO DESCRITORES CONTEÚDOS SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
UNIDADE 1 A AVENTURA DE NAVEGAR *Descobrir o motivo das grandes navegações *Reconhecer as especiarias e o comércio entre África e Europa. *A importância das navegações. *As viagens espanholas e portuguesas
A empresa açucareira e o Brasil holandês Prof. Maurício Ghedin Corrêa
A empresa açucareira e o Brasil holandês Prof. Maurício Ghedin Corrêa 1. A empresa açucareira Todas as atividades da colônia eram organizadas de acordo com um conjunto de regras conhecidas como pacto colonial,
DATA: 19 / 12 / 2017 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 7º ANO TURMA: A e B NOME COMPLETO:
DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSOR (A): PAULA e AULUS DATA: 19 / 12 / 2017 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 7º ANO TURMA: A e B NOME COMPLETO: Nº: Matéria da Prova: O conteúdo
Disciplina: HISTÓRIA Data: 15/12 /2018 Ensino Fundamental II Série: 7º ano Turma: BA; BE;
Disciplina: HISTÓRIA Data: 15/12 /2018 Ensino Fundamental II Série: 7º ano Turma: BA; BE; Valor: 20,0 Média: 12,0 Assunto: ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL Tipo: U Aluno(a): Nº: Nota: Professor(a): Marcelo
Ministério do Reino/Informações dos governadores e magistrados das ilhas adjacentes e ultramar ( )
Ministério do Reino/Informações dos governadores e magistrados das ilhas adjacentes e ultramar (1730-1830) Teresa Tremoceiro 2011 16 de Novembro A Torre do Tombo ao encontro de Todos em 2011 1 Informações
CHEGADA DA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 MARTIM AFONSO DE SOUZA FUNDOU A PRIMEIRA VILA NO BRASIL
CHEGADA DA EXPEDIÇÃO COLONIZADORA DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 MARTIM AFONSO DE SOUZA FUNDOU A PRIMEIRA VILA NO BRASIL - SÃO VICENTE e deu início ao cultivo da cana-de-açúcar CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
Proposta para a apresentação ao aluno. Apresentação Comunidade 1
Introdução Você iniciará agora uma viagem ao mundo da História. Anote tudo que achar interessante, os patrimônios que conhece, as dúvidas que tiver e, depois, debata em sala de aula com seus colegas e
história do brasil - colônia prof. david nogueira.
história do brasil - colônia prof. david nogueira. omnibus dubitandum... duvide de tudo. Para se entender História do Brasil... Duvide de tudo, principalmente do que parece natural e óbvio. Ex. O brasileiro
Identificação do Monumento: Igreja de São João Evangelista. Outra designação: Igreja do Colégio
Identificação do Monumento: Igreja de São João Evangelista Outra designação: Igreja do Colégio Localização: Largo do Município e Rua dos Ferreiros 9000 Funchal, Funchal, Madeira, Portugal Data: Construção:
Vista Geral da cidade de Mariana/MG (1720) com Igreja N. S. do Carmo e Ordem Terceira de São Francisco.
Vista Geral da cidade de Mariana/MG (1720) com Igreja N. S. do Carmo e Ordem Terceira de São Francisco. Casa de Câmara e Cadeia (1782), Alferes José Pereira Arouca (construtor). Pintura de D. Maria I.
Introdução à História da Educação Brasileira
Introdução à História da Educação Brasileira Profª Tathiane Milaré Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro : 1500 Obra de Oscar Pereira da Silva, "Desembarque de Cabral em Porto Seguro", mostra
MARIANA HISTÓRIA ROTEIRO E EXERCÍCIOS 7º ANO
MARIANA HISTÓRIA ROTEIRO E EXERCÍCIOS 7º ANO ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- --------------------------------
Crescendo atrás da Cortina de Ferro PETER SÍS. Tradução de Érico Assis
Crescendo atrás da Cortina de Ferro PETER SÍS Tradução de Érico Assis Copyright 2007 by Peter Sís Os quatro cartazes de propaganda que aparecem no primeiro jornal são provenientes de Power of images, images
Amélia Pinto Pais. padre. antônio vieira, o imperador da língua portuguesa. ilustrações Mariana Newlands
Amélia Pinto Pais padre antônio vieira, o imperador da língua portuguesa ilustrações Mariana Newlands 3 Copyright do texto 2008 by Amélia Pinto Pais Direitos mundias reservados a Ambar Copyright das ilustrações
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Disciplina: História / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS RECUPERAÇÃO Ano: 4º - Ensino Fundamental - Data: 9 / 5 / 2018 CONTEÚDO DE ESTUDO: Unidade I O Brasil antes de Cabral. Capítulo 1 Primeiros
PERÍODO COLONIAL
PERÍODO COLONIAL 1500-1822 1. Características Gerais Colônia de Exploração (fornecimento de matériasprimas para a Europa). Monocultura. Agroexportação. Latifúndio. Escravismo. Pacto Colonial (monopólio
Carlos Drummond de Andrade. Historia. de Dois Amores. ilustrações de. Ziraldo
Carlos Drummond de Andrade Historia de Dois Amores ilustrações de Ziraldo Copyright do texto 1988 by Carlos Drummond de Andrade Graña Drummond Copyright das ilustrações 1985 by Ziraldo Alves Pinto Grafia
BRASIL DE PAÍS AGROEXPORTADOR A PAÍS INDUSTRIALIZADO CAPÍTULO 1 PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ CAVALCANTE
BRASIL DE PAÍS AGROEXPORTADOR A PAÍS INDUSTRIALIZADO CAPÍTULO 1 PROFESSOR LEONAM JUNIOR COLÉGIO ARI DE SÁ CAVALCANTE FORMAÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO BRASILEIRO exploradores europeus. colônia de Portugal.
A HEGEMONIA JESUÍTICA ( ) Sônia Maria Fonseca
A HEGEMONIA JESUÍTICA (1549-1759) Sônia Maria Fonseca Todos os recortes usados nas telas seguintes foram retiradas do texto publicado em Navegando na História da Educação Brasileira: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/index.html.
Revoltas Coloniais / Nativistas. História do Brasil
Revoltas Coloniais / Nativistas História do Brasil Principais Revoltas Coloniais Fim da União Ibérica INSATISFAÇÃO COM A ADMINISTRAÇÃO As revoltas Coloniais Revelavam a insatisfação dos colonos; Dificuldade
Altares da Igreja de São Miguel Arcanjo de Itacaré Bahia estão caindo!!!
Altares da Igreja de São Miguel Arcanjo de Itacaré Bahia estão caindo!!! Igreja de São Miguel Arcanjo (Matriz de A Itacaré) foi recentemente reformada para a festa do padroeiro dia 29 de setembro, esta
Arte no Século XX. Prof Cleber Lima
Arte no Século XX Prof Cleber Lima CURSO Licenciatura em Música DISCIPLINA Arte no Século XX REGIME Semestral SÉRIE 1º, 2º e 3º Semestre ANO LETIVO 2012 C.H. 80 PROFESSOR Cleber Lima EMENTA A disciplina
A Redução de São Miguel Arcanjo
1 Leia o texto a seguir, observe a imagem e responda às questões. A Redução de São Miguel Arcanjo A Redução de São Miguel Arcanjo foi fundada em 1632 na região do Tape. Porém, devido aos ataques de paulistas
A Arte da Arquitetura no Brasil Colônia: materialidades e modelos artísticos.
Ementa de Curso/Linha: HCA Período: 2012.1 Disciplina: História e Crítica da Arte nos séculos XVI ao XVIII - I Código: BAC 764(M) e BAC 810(D) Nome do Curso: A Arte da Arquitetura no Brasil Colônia: materialidades
HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580)
HISTÓRIA - 1 o ANO MÓDULO 11 A UNIÃO IBÉRICA (1580) Como pode cair no enem (FUVEST) Sobre a presença francesa na Baía de Guanabara (1557-60), podemos dizer que foi: a) apoiada por armadores franceses
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: Série: 8ª - Ensino Fundamental Professora: Michelle Fialho Atividades para Estudos Autônomos Data: 23 / 5 / 2016 Nome: _ Nº Turma: INTRODUÇÃO
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Disciplinas: Geografia e História ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 3º - Ensino Fundamental - Data: 4 / 4 / 2019 CONTEÚDO DE ESTUDO DE: HISTÓRIA As primeiras vilas do Brasil. A cidade do
colégio Os erros de ortografia serão descontados. 1. Mar Português
colégio Os erros de ortografia serão descontados. 1. Mar Português Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas
Exercícios extras. Explique a caracterização que o texto faz do Renascimento e dê exemplo de uma obra artística em que tal intenção se manifeste.
Exercícios extras Lista de História João Ivo 1. (Fuvest 1988) Na Europa do século XVI a religião foi usada como instrumento de fortalecimento do poder político, tanto nos Estados católicos quanto nos protestantes.
3. RUÍNAS DO COLÉGIO DE S. PAULO (ANTIGO MURO, TROÇO NA RUA DE D. BELCHIOR CARNEIRO)
3. RUÍNAS DO COLÉGIO DE S. PAULO (ANTIGO MURO, TROÇO NA RUA DE D. BELCHIOR CARNEIRO) Ruínas do Colégio de S. Paulo (Antigo Muro, troço na Rua de D. Belchior Carneiro) 3 RUÍNAS DO COLÉGIO DE S. PAULO (ANTIGO
AS MAIS BELAS IGREJAS DE PORTUGAL
AS MAIS BELAS IGREJAS DE PORTUGAL estilos manuelino e barroco nos monastérios portugueses aula 2 / 3 Prof. Dr. Percival Tirapeli Instituto de Artes da UNESP 2 Santuário Bom Jesus de Braga Escadório do
