Redução da contagem bacteriana na propriedade
|
|
|
- Afonso Canejo Fernandes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Redução da contagem bacteriana na propriedade Marcos Veiga dos Santos Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus de Pirassununga, SP. 1. Introdução A ordenha pode ser considerada uma das tarefas mais importantes dentro de uma fazenda leiteira. A produção de leite de alta qualidade implica na necessidade de um manejo de ordenha que reduza a contaminação microbiana, química e física do leite. Tais medidas de manejo envolvem todos os aspectos da obtenção do leite de forma rápida, eficiente e sem riscos para a saúde da vaca e a qualidade do leite. Os principais objetivos das medidas higiênicas durante e após a ordenha são: a) evitar lesões nas vacas e a introdução de contaminantes no leite, b) garantir boas condições higiênicas durante a ordenha, c) manter uma correta armazenagem do leite após a ordenha. A adequada higiene do úbere é uma das medidas mais importantes na prevenção de novas infecções intramamárias. Como existe relação direta entre o número de bactérias presentes nos tetos e a taxa de infecções intramamárias, todos os procedimentos para redução da contaminação dos tetos auxiliam no controle da mastite. Com uma menor carga microbiana na superfície dos tetos, há redução na taxa de novas infecções intramamárias e na contagem de células somáticas (CCS) do tanque. Dentro dos alvéolos, o leite de vacas sadias é considerado estéril. A partir deste estágio de produção, o leite pode sofrer contaminação a partir das seguintes fontes: a) de dentro da glândula mamária infectada com patógenos causadores de mastite; b) da pele de tetos e úbere; c) da superfície de equipamentos e utensílios utilizados durante a ordenha. Deste modo, a saúde da vaca, as condições higiênicas de tetos antes da ordenha, os procedimentos de limpeza de equipamentos de ordenha e tanques, e a temperatura e tempo de armazenamento do leite são fatores críticos para o nível de contaminação microbiana do leite.
2 Saúde da glândula mamária Higiene de tetos e úbere Contaminação microbiana do leite Higiene de equipamentos e tanques Tempo e temperatura de armazenamento 2. O manejo de ordenha deve prevenir lesão dos tetos e a introdução de contaminantes no leite O manejo de ordenha pode afetar a ocorrência de mastite no rebanho por meio de dois mecanismos básicos. a) Redução da contaminação/colonização dos tetos por microrganismos causadores de mastite. Para tanto, recomenda-se: Boa higiene das mãos dos ordenhadores. Evitar utilização de toalhas de uso múltiplo para secagem/lavagem dos tetos. b) Diminuição a contaminação existente da superfície dos tetos: para atingir esse objetivo utiliza-se a desinfecção dos tetos (pré e pós-dipping) Usar sistema de identificação animal individual Todas as vacas devem ter um bom sistema de identificação, facilmente acessível a todos os envolvidos, desde o nascimento até a morte dos animais. A identificação individual é necessária para a separação de animais em tratamento ou com alterações do leite (mastite clínica).
3 2.2. Boa preparação do úbere antes da ordenha O modo de conduzir os animais para a ordenha faz parte do manejo da ordenha. Recomenda-se que as vacas sejam conduzidas de forma tranquila, sem atropelos e agressões. A situação de estresse desencadeia a liberação de adrenalina e prejudica a ejeção do leite. A condição do ambiente da sala de espera também é um aspecto importante, sendo que a disponibilidade de sombra, a instalação de bebedouros, ventiladores e aspersores melhoram o conforto pré-ordenha. Recomenda-se planejar o manejo dos lotes, de forma que os animais permaneçam no máximo 1 hora no curral de espera. Para uma boa ordenha é necessário que as vacas sejam ordenhadas com os tetos limpos e secos. Para isso, a lavagem dos tetos com água somente deve ser feita quando há acúmulo de lama, barro ou esterco. Quando não for necessária a lavagem, recomenda-se retirar os primeiros jatos de leite para diagnóstico da mastite clínica (teste da caneca de fundo escuro ou telada) e em seguida aplicar o desinfetante antes da ordenha (pré-dipping) e secar os tetos com papel toalha descartável. A função básica do pré-dipping é descontaminar a pele do teto, o que apresenta duas vantagens: diminui o numero de bactérias no leite ordenha (relacionado com a qualidade microbiológica do leite) e reduz a disseminação de microrganismos e consequentemente a ocorrência de novas infecções, em especial da mastite ambiental. Além do foco principal que é a descontaminação da pele do teto, a prática do pré-dipping melhora a estimulação da descida do leite, que e um reflexo neuro-hormonal que aumenta a velocidade de ordenha e a extração do leite Rotina de ordenha Um bom manejo de ordenha reduz o risco de mastite e de contaminação do leite. Entre as etapas de uma boa rotina de ordenha destacam-se: condução dos animais para a ordenha de forma calma e sem agressões, boa preparação do úbere antes da ordenha, redução da entrada de ar pelas teteiras durante a colocação das unidades de ordenha, redução da sobre-ordenha e cuidado na retirada da teteiras depois do término da ordenha. Recomenda-se a seguinte rotina básica de ordenha: a) Retirar os primeiros jatos (teste da caneca de fundo preto para o diagnóstico da mastite
4 clínica). b) Imergir os tetos em solução desinfetante e aguardar cerca de 30 segundos para ação do desinfetante (pré-dipping). c) Secar completamente os tetos com papel toalha descartável e colocar as teteiras para início da ordenha (ou iniciar a ordenha manual). d) Ajustar as teteiras quando houver deslizamento ou queda do conjunto. e) Desligar o vácuo e retirar as teteiras após cessar o fluxo de leite. f) Fazer a imersão dos tetos em solução desinfetante (pós-dipping não recomendado para ordenha manual) Desinfecção dos tetos após a ordenha (pós-dipping) A desinfecção dos tetos ao final da ordenha é uma das medidas mais importantes para o controle de mastite. O objetivo da desinfecção dos tetos após a ordenha é reduzir ao máximo a contaminação dos tetos após a ordenha, cobrindo-se toda a superfície dos tetos com a solução desinfetante, cuja função é reduzir as novas infecções causadas por microrganismos contagiosos. O melhor método de aplicação é por meio do uso de canecas para imersão de tetos, especialmente aquelas do tipo sem retorno, para evitar a contaminação da solução desinfetante. O uso de spray geralmente não proporciona uma cobertura incompleta dos tetos com a solução desinfetante. Após a ordenha, é recomendável o oferecimento de alimento fresco para estimular os animais a permanecerem em pé durante o período no qual o esfíncter do teto ainda não está completamente fechado. Essa técnica evita que ocorra contaminação do ambiente sobre a extremidade do teto e, consequentemente, diminui a ocorrência de novas infecções intramamárias de origem ambiental Separação do leite de animais doentes e em tratamento
5 As vacas com mastite clínica ou em tratamento devem ser ordenhadas ao final da ordenha, usando-se uma unidade de ordenha separada. Para os animais em tratamento, recomenda-se o descarte do leite durante o período de carência Manutenção do equipamento de ordenha Em razão do contato direto com o úbere e com o leite, o equipamento de ordenha deve estar com boas condições de manutenção, instalação e uso. Além disso, para garantir uma baixa contaminação do leite, o equipamento deve ser limpo e higienizado com detergentes específicos, tempo de ação e temperatura corretos. 3. Assegurar boas condições higiênicas durante a ordenha 3.1. Higiene na área de permanência das vacas Deve-se evitar o acúmulo de lama, barro e esterco na área de alojamento das vacas, o que inclui uma boa ventilação e drenagem. Nos sistemas de confinamento, é importante um correto dimensionamento de baias e corredores e da sala de espera Limpeza da sala de ordenha O local de ordenha deve ser de fácil limpeza, boa drenagem de efluentes de limpeza e com boa iluminação Higiene do ordenhador Os cuidados para uma boa higiene do ordenhador envolvem o uso de roupas limpas, boa higiene das mãos (principalmente para ordenha manual) e que não seja portador de doenças infecciosas. As mãos dos ordenhadores podem ser fontes de patógenos causadores de mastite, tais como Staphylococcus aureus. Portanto, recomenda-se antes da ordenha a lavagem completa das mãos com água e sabão, seguida preferencialmente pela desinfecção em solução
6 desinfetante à base de cloro, iodo ou clorexidina. Além disso, uma prática recomendável é a utilização de luvas de látex ou vinil durante a ordenha, o que apresenta não só o benefício da diminuição da transmissão de bactérias causadoras de mastite, como também a manutenção da integridade da pele das mãos.
7 4. Armazenagem do leite após a ordenha 4.1. Resfriamento do leite O leite deve ser resfriado imediatamente após a ordenha para temperatura de aproximadamente 4 o C, dentro de duas horas. O leite deve ser armazenado em local limpo e separado da sala de ordenha (sala de leite). A sala de leite deve ser limpa e não conter substâncias químicas ou ingredientes para alimentação animal. Da mesma forma, a sala de leite deve ter facilidade de acesso para a coleta do leite e boa drenagem Funcionamento do tanque de resfriamento O tanque de resfriamento do leite deve estar limpo antes do início de sua utilização. No Brasil, a legislação que regulamenta a fabricação, manutenção e funcionamento dos tanques de resfriamento de leite foi instituída pelo MAPA (INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 75, DE 28 DE OUTUBRO DE 2003). 5. Limpeza do equipamento de ordenha e utensílios Os principais fatores que afetam a eficiência da limpeza de equipamentos de ordenha e utensílios são: tempo, temperatura, volume, concentração do detergente, velocidade e turbulência das soluções de limpeza, e drenagem adequada. A limpeza deve começar imediatamente após a ordenha, enquanto as tubulações estão mornas e não ocorreu formação de depósito de resíduos. Deve-se desconectar a tubulação de leite do tanque resfriador e deixar drenar todo resíduo da unidade final e bomba de leite. Para sistemas de ordenha com limpeza por circulação, recomenda-se a limpeza manual externa das unidades finais e mangueiras, antes de acoplar as unidades de ordenha na linha de limpeza, fechando o circuito por onde as soluções de limpeza serão circuladas, a partir do tanque de limpeza, utilizando-se os seguintes ciclos de limpeza: a) Enxágue inicial: com água morna (pelo menos 35ºC). Não recircular esse enxágue e descartar a água após a passagem pelo equipamento.
8 b) Limpeza com detergente alcalino clorado: a temperatura inicial deve ser de 70ºC e no final do ciclo não < 40ºC, Duração de aproximadamente 10 minutos, Alcalinidade recomendada: para a solução é de 250 a 500 ppm (expressos como Na 2 O) para ordenhadeiras e 400 ppm para tanques resfriadores, Conteúdo de compostos clorados varia de 75 a 200 ppm de NaOCl (hipoclorito de sódio) para equipamentos de ordenha e de 100 a 200 ppm de NaOCl para tanques, c) Limpeza com detergente ácido: a água deve ser fria e a duração é de cerca de 5 minutos. Frequência de utilização: depende da qualidade da água (dureza) usada para limpeza, sendo normalmente recomendada pelo menos duas vezes por semana, ph menor ou igual a 3,5. d) Desinfecção ou sanitização: a solução deve apresentar de 100 a 200 ppm de cloro disponível. O produto mais usado é o hipoclorito de sódio (NaOCl) e o tempo de ação deve ser de no mínimo 5 minutos Limpeza do tanque após coleta do leite O tanque de expansão deve ser imediatamente limpo após a retirada do leite. O tanque deve ser dimensionado de acordo com o volume de produção e os requerimentos de velocidade de resfriamento (duas ou quatro ordenhas), além de ter um termômetro de fácil acesso para leitura da temperatura. Da mesma forma que o equipamento de ordenha, o tanque de expansão pode ser local de acúmulo de resíduos de leite. Para a limpeza manual, recomenda-se as seguintes etapas: a) Enxágüe: após o esvaziamento do tanque, deve-se enxaguar a superfícies com água morna (35 o C). b) Limpeza com detergente: deve-se preparar cerca de 5 a 10 litros de solução de detergente alcalino clorado a 50 o C, de acordo com recomendação do fabricante e esfregar todas as superfícies com escova apropriada, especialmente a pá do agitador e o registro da saída do leite. Recomenda-se a desmontagem da torneira de saída para uma completa limpeza dos vários componentes. c) Enxágue e sanitização: após a limpeza com detergente alcalino, pode-se utilizar uma solução de detergente ácido para reduzir a formação de pedra do leite. Antes da próxima utilização do tanque, é importante utilizar uma solução desinfetante a base de cloro para
9 reduzir a contaminação, tomando-se o cuidado para drenar completamente todo o conteúdo do desinfetante.
10 6. Exemplo de Lista de verificação de Boas práticas agropecuárias Higiene e manejo de ordenha 6.1. Avaliação do manejo de ordenha Item 1. Condição dos tetos antes da ordenha Limpos Observação Sujos Muito sujos 2. O teste da caneca é feito? 3. Como é feita lavagem dos tetos? 4. Pré-dipping: Produto: Concentração: 5. Tempo de contato do pré-dipping 6. Como é feita a secagem do pré-dipping? 7. Tempo de colocação da unidade de ordenha 8. Existe admissão excessiva de ar? 9. Existe acúmulo de água na borda da teteira? 9. Existe deslizamento/queda de teteiras excessivamente? 10. Tempo de ordenha efetivo 11. As vacas têm ordenha incompleta? Quantidade de leite residual: ml 12. As vacas sofrem sobre-ordenha? 13. Pressão manual do conjunto de teteiras ao final da ordenha? 14. O vácuo é desligado antes da retirada da unidade de ordenha? 15. Ordenha possui extrator automático de teteiras? 16. Pós-dipping: Produto: Concentração: 17. Condição geral do pós-dipping Rachaduras Obs.: 18. Condição geral dos tetos Hiperqueratose Edematoso Outros: 19. Faz linha de ordenha? 20. Ordem de ordenha dos animais/lotes 21. As teteiras são desinfetadas entre as ordenhas? 22. Existe anotação de casos de mastite clínica? Observações adicionais Produto: Concentração:
11 6.2. Limpeza do equipamento de ordenha Avaliação da limpeza em sistema canalizado do equipamento de ordenha 1. Pré-enxágue Volume de água: litros 2. Ciclo de água quente com detergente alcalino clorado Produto utilizado OBS.: Volume de água Quantidade de produto (dosagem) utilizado: Lts. ml/litro Tempo de circulação: minutos Temperatura inicial: C Temperatura final de descarga: C Dureza da água : Teste de composição química da água: 3. Enxágüe ácido (se não for utilizado detergente ácido nesta etapa, preencher apenas as lacunas relevantes) Produto utilizado Volume de água Quantidade de produto (dosagem) utilizado: Lts. Alcalinidade total (solução): ppm Cloretos totais ppm OBS.: ml/litro Tempo de circulação: minutos ph da solução: Recomendações Técnicas
12 Avaliação de sistemas manuais de limpeza (ordenha e resfriamento do leite) 1. Pré-enxágue interno Temperatura da água: C O enxágüe é feito imediatamente após a ordenha? 2. Enxágüe externo 3. Ciclo de água quente com detergente alcalino clorado Produto utilizado OBS.: Volume de água Lts. Quantidade de produto (dosagem) utilizado: ml/litro Uso de escovas apropriadas: Dureza da água : Teste de composição química da água: Alcalinidade total (solução): ppm Cloro ativo ppm 4. Enxágüe ácido (ou enxágüe com água morna ou fria) Produto utilizado Quantidade de produto (dosagem) utilizado: 5. Sanitização (desinfecção) Recomendações técnicas: OBS.: ml/litro
13 1. Pré-enxágue Avaliação da limpeza do tanque de resfriamento Volume de água: litros 2. Ciclo de água quente com detergente alcalino clorado Produto utilizado OBS.: Volume de água Quantidade de produto (dosagem) utilizado: Lts. ml/litro Tempo de circulação: minutos Temperatura inicial: C Temperatura final de descarga: C Dureza da água : Teste de composição química da água: 3. Enxágüe ácido (se não for utilizado detergente ácido nesta etapa, preencher apenas as lacunas relevantes) Produto utilizado Volume de água Quantidade de produto (dosagem) utilizado: Lts. Alcalinidade total (solução): ppm Cloro ativo ppm OBS.: ml/litro Tempo de circulação: minutos ph da solução: 4. Sanitização (desinfecção) Produto utilizado OBS.: Volume de água Lts. Quantidade de produto (dosagem) utilizado: ml/litro Tempo de circulação: minutos Temperatura inicial: C Temperatura final de descarga: C Teste de composição química da água: Cloro ativo ppm Recomendações Técnicas
14 Exemplo de protocolo operacional para o manejo de ordenha Nome da propriedade Protocolo Operacional (PO) Manejo de Ordenha Introdução: Este PO descreve as tarefas realizadas para uma adequada ordenha das vacas. Resultados esperados: ordenha completa, higiênica e no menor tempo possível e sem causar lesão nas vacas ou na qualidade do leite. Materiais necessários: avental impermeável, botas de borracha, caneca de fundo preto, solução desinfetante para pré dipping (nome comercial), solução desinfetante para pós-dipping (nome comercial) e toalhas descartáveis de papel. Procedimentos: Pré ordenha 1) Retirar os 3-4 primeiros jatos de leite e fazer o teste da caneca de fundo preto. 2) Vacas com tetos sujos (esterco, barro, lama): fazer lavagem com água corrente em baixa pressão. 3) Mergulhar os tetos na solução de pré-dipping (aguardar 30 s para ação do desinfetante) 4) Secar os tetos com papel toalha descartável 5) Colocar o conjunto de ordenha com a menor entrada de ar possível. 6) Ajustar as teteiras caso haja deslizamento do conjunto. Durante a ordenha 1) O conjunto de ordenha deve ser colocado 1 minuto após ser iniciada a preparação das vacas. 2) Caso ocorra queda do conjunto de ordenha, o mesmo deve ser higienizado e reposicionado o mais prontamente possível. 3) Não realizar repasse (esgota) manual após aordenha, a não ser quando houver recomendação veterinária. 4) Após término do fluxo de leite, desligar o vácuo e retirar o conjunto de teteiras Após a Ordenha 1) Desinfetar os tetos na solução de pós dipping, imediatamente após a retirada do conjunto de ordenha. 2) Após ordenhar vacas com mastite clínica, higienizar as teteiras com solução desinfetante, com o objetivo de diminuir a transmissão entre as vacas. Cuidados: vacas com mastite clínica devem ser ordenhadas separadamente, devendo ser segregadas e incluídas no lote dos animais doentes, e submetidas ao tratamento, de acordo com o protocolo vigente. Elaborado por: Aprovado por: Implantado a partir de:
15 7. Literatura consultada 1. International Dairy Federation and the Food, Agriculture Organization of the United Nations. Guide to good dairy farming practice. Roma : IDF/FAO, 33 p, Disponível em: 2. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Instrução Normativa Nº 75, de 28 de outubro de Regulamento técnico para seleção, projeto, fabricação e manutenção de tanques isotérmicos destinados à coleta e ao transporte de leite e derivados fluidos. 3. Reinemann, D.J.; Wolters, G.M.V.H.; Billon, P.; Lind, O.; Rasmussen, M.D. Review of practices for cleaning and sanitation of milking machines. Bulletin of the International Dairy Federation. No.381, p.4-18; Northeast Dairy Practices Council The cleaning and sanitizing tasks force. Fundamentals of cleaning and sanitizing farm milk handling equipment. NDPC 9, Syracuse, NY, Northeast Dairy Practices Council The cleaning and sanitizing and the farm buildings ad equipment task force. Guidelines for cleaning and sanitizing of milking machines and farm milk tanks. NDPC 4, Syracuse, NY, 1990.
Radar Técnico Qualidade do leite [20/09/2007]
Radar Técnico Qualidade do leite [20/09/2007] Boas práticas de produção associadas à higiene de ordenha e qualidade do leite Parte 3 Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário e professor da FMVZ/USP Acesse
Redução da contagem bacteriana na propriedade
Redução da contagem bacteriana na propriedade Marcos Veiga dos Santos Agenda Fontes de contaminação do leite Redução da Contagem Bacteriana Total (CBT); Limpeza de equipamentos e utensílios Resfriamento
Produzido pela Emater/RS-Ascar - FEV/18 QUALIDADE DO LEITE
Produzido pela Emater/RS-Ascar - FEV/18 QUALIDADE DO LEITE Recomendações para melhorar a qualidade do leite Os animais devem: ser man dos em ambiente limpo e confortável; receber alimentação equilibrada
MANUAL INFORMATIVO PARA ORDENHA MANUAL BPA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ilustra BPA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Normativa nº 51 18/09/2002. Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do
Adoção de práticas que auxiliam no controle da mastite e na melhoria da qualidade do leite
Adoção de práticas que auxiliam no controle da mastite e na melhoria da qualidade do leite Publicado por Patrícia Vieira Maia - médica veterinária, especialista em pecuária leiteira Baseado na necessidade
André Mendes Jorge Zootecnista
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Produção P d ã de d Leite L it d Bubalinos de b li Parte 2 André Mendes Jorge Zootecnista Prof. Dr.
20/05/2011. Leite de Qualidade. Leite de qualidade
Leite de Qualidade Leite de qualidade 1 2 3 4 5 6 1 7 8 Histórico LEGISLAÇÃO DO LEITE NO BRASIL Getúlio Vargas 29 de março de 1952 RIISPOA Decreto nº 30.691 Brasil Mercosul (Anos 90) Ministério da Agricultura
Leite de qualidade LEGISLAÇÃO DO LEITE NO BRASIL. Leite de Qualidade. Histórico 30/06/ Portaria 56. Produção Identidade Qualidade
Leite de Qualidade Leite de qualidade Histórico LEGISLAÇÃO DO LEITE NO BRASIL Getúlio Vargas 29 de março de 1952 RIISPOA Decreto nº 30.691 Brasil Mercosul (Anos 90) Ministério da Agricultura 1998 Grupo
LEITE 26/08/2015 CONCEITOS INICIAIS. A composição e a qualidade microbiológica do leite:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS DCAA Tecnologia de Alimentos TECNOLOGIA DE FABRICAÇÃO DERIVADOS LÁCTEOS Por: MSc. Leonardo Rocha Maia Engenheiro
Princípios básicos para ter sucesso com. Ordenhadeira Mecânica. Armando da Costa Carvalho
Princípios básicos para ter sucesso com Ordenhadeira Mecânica Armando da Costa Carvalho MODELOS DE SALA DE ORDENHA Sala de ordenha em estábulo ala simples Sala de ordenha em estábulo ala dupla Espinha
CONTROLE DA MASTITE E COLETA DE LEITE
CONTROLE DA MASTITE E COLETA DE LEITE POR QUE CONTROLAR A MASTITE A mastite é uma inflamação da glândula mamária, causada pela por diversos tipos de microrganismos, principalmente, bactérias. É uma doença
Guiade Higienização na
ITAMBÉ Cooperativa Central de Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda. BR 262, Km 09 Belo Horizonte MG CEP: 31950-640 CNPJ: 17.249.111/0014-53 Centro de Orientação ao Cliente Fone: (0 31) 3389-4174 Guiade
PPGZOO UFVJM BOLETIM TÉCNICO ISSN Mastite: Importância, prevenção e controle. Raul Ribeiro Silveira Roseli Aparecida dos Santos
Boletim Técnico PPGZOO UFVJM, v.1, n 01, Novembro/2013 PPGZOO UFVJM BOLETIM TÉCNICO ISSN 2318-8596 Volume 2 - Número 5 Novembro/2014 Mastite: Importância, prevenção e controle Raul Ribeiro Silveira Roseli
PROCEDIMENTO DE COLETA DE LEITE PARA ANÁLISES. Guilherme Nunes de Sousa Luciano Castro Dutra de Moraes Letícia Mendonça
PROCEDIMENTO DE COLETA DE LEITE PARA ANÁLISES Guilherme Nunes de Sousa Luciano Castro Dutra de Moraes Letícia Mendonça ANÁLISES DE LEITE Contagem total de bactérias (CTB), contagem de células somáticas
Cultura microbiológica do leite na fazenda: uma nova ferramenta para o diagnóstico de mastite
sanidade Texto: Susana N. de Macedo Cristina S. Cortinhas Marcos V. dos Santos Cultura microbiológica do leite na fazenda: uma nova ferramenta para o diagnóstico de mastite O tratamento para os casos de
Manutenção e Higienização: Instalações, Alimentos, Equipamentos e Utensílios Aula VIII. Prof.: Alessandra Miranda
Manutenção e Higienização: Instalações, Alimentos, Equipamentos e Utensílios Aula VIII Prof.: Alessandra Miranda Substâncias Detergentes e Sanitizantes Substâncias Detergentes Uso geral Alcalinos ou clorados
Boas Práticas de Ordenha
Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Cartilha do Produtor de Leite Boas Práticas de Ordenha 1 boas_prat_ordenha-2012.indd 1 31/5/2012 11:55:07 APRESENTAÇÃO Produzir um leite com qualidade é
8/22/13. Agenda. 1. Porque a CCS é um problema atual?! Fatores de risco de mastite subclínica em vacas leiteiras e implicações econômicas!
Agenda Fatores de risco de mastite subclínica em vacas leiteiras e implicações econômicas! Marcos Veiga dos Santos! QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite! FMVZ-USP! 1. Porque a CCS é um problema
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP
Pág.: 1/9 ETAPAS DO I. Higiene de Equipamentos e Utensílios 1. Primeiro desligar o equipamento da tomada; 2. Desmontar o equipamento retirando suas partes removíveis; 3. Lavar com detergente e esponja;
Mastite Bovina. Luciano Bastos Lopes Doutor em Ciência Animal
Mastite Bovina Luciano Bastos Lopes Doutor em Ciência Animal Protocolo sanitário produtivo 2 O que buscamos quanto à qualidade do leite produzido no Brasil? Ausência de resíduos Antibióticos e pesticidas
PRÁTICAS DE ORDENHA. Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL 6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados PRÁTICAS DE ORDENHA Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] 06 de Setembro de 2016 www.uel.br/laboratorios/inspecao OBJETIVO DO NOSSO
ISSN Dezembro, Manejo de Ordenha
ISSN 1516-8840 Dezembro,2011 342 Manejo de Ordenha Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Clima Temperado Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 1516-8840 Dezembro, 2011
Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Saúde e Produção Animal Setor de Zootecnia. Prof. Almir Vieira Silva
Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Saúde e Produção Animal Setor de Zootecnia Sistemas de ordenha, manejo e processamento industrial do leite Prof. Almir Vieira Silva Belém - 2011 1.Introdução
Boas Práticas de Produção: Influência na Qualidade do Leite
Boas Práticas de Produção: Influência na Qualidade do Leite Fatores Importantes para o Sucesso das Boas Práticas de Produção Aceitação e cumprimento do Plano por parte do Produtor Rural; Engajamento de
Higiene e Conduta: Ambiente
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 14.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
Anexo 1 - Boas Práticas na Fazenda DPA Saúde Animal
Anexo 1 - Boas Práticas na Fazenda DPA Saúde Animal Animais doentes e enfermos As propriedades devem fornecer leite apenas de animais sadios. Animais que apresentam sinais ou foram diagnosticados com uma
Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI
Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI Manejo de ordenha 1. Definição 2. Objetivos 3. Metas 4. Reflexo da ejeção do leite 5. Boas Práticas de Ordenha DEFINIÇÃO O QUE É ORDENHAR UMA VACA LEITEIRA? É a retirada
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados PRÁTICAS DE ORDENHA. Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados PRÁTICAS DE ORDENHA Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] 03 de Outubro de 2017 OBJETIVO DO NOSSO TRABALHO Desenvolver práticas
Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário, Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus de Pirassununga, SP.
Boas práticas de produção associadas à higiene de ordenha e qualidade do leite Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário, Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus
Aspectos gerais do Manejo Preventivo da Mastite Bovina
Aspectos gerais do Manejo Preventivo da Mastite Bovina Henrique José Guimarães Moreira MALUF ¹ ; Luiz Carlos MACHADO ² ; Breno Oliveira RODRIGUES 1 ; Matheus Silva LUIZ 1. ¹Graduando em Agronomia Instituto
Coleção SENAR 135 LEITE. Ordenha mecânica de bovinos
Coleção SENAR 135 LEITE Ordenha mecânica de bovinos Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Junior Entidades Integrantes do Conselho Deliberativo Confederação da Agricultura e Pecuária
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS DE ORDENHA
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA DIMENSIONAMENTO DE EQUIPAMENTOS DE ORDENHA NORMATIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ORDENHA A normatização de equipamentos foi concretizada pelo comitê de Equipamentos, integrante do Conselho
A. MÉTODOS PARA APLICAÇÃO DE MATERIAL DESINFETANTE
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Portos, Aeroportos e Fronteiras Anexo XI PLANO DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO EMBARCAÇÕES MÉTODO I A. MÉTODOS PARA APLICAÇÃO DE MATERIAL DESINFETANTE Técnica de Desinfecção
Higiene na ordenha. Bruno Lopes Alvares. Coordenador do Comitê de Higienização do CBQL Químico Industrial - Universidade Paulista
Higiene na ordenha Bruno Lopes Alvares Coordenador do Comitê de Higienização do CBQL Químico Industrial - Universidade Paulista Questões do mercado do leite Consumidor: Busca por produtos seguros Busca
Manejo Correto da Ordenha e Qualidade do Leite
ISSN 0100-8625 27 Muitas vezes o produtor se questiona quais seriam as vantagens de adotar duas ou três ordenhas diárias. A resposta para esta pergunta tem que considerar uma série de fatores, tais como
Lembre-se, também, que uma boa ordenha é o resultado da interação harmoniosa entre a vaca, o homem e a máquina. O EQUIPAMENTO DE ORDENHA
A EXTRAÇÃO DO LEITE A técnica de ordenha tem uma influência considerável na produção de leite, no tempo de ordenha e na saúde do animal. Esses três fatores são importantes para uma produção de leite rentável.
MASTITE (PARTE II) - COLETA DE AMOSTRAS PARA ACOMPANHAMENTO LABORATORIAL
MASTITE (PARTE II) - COLETA DE AMOSTRAS PARA ACOMPANHAMENTO LABORATORIAL COLETA DAS AMOSTRAS DE LEITE Preparo do coletor O ordenhador deve lavar as mãos com água e sabão, fazer a assepsia com álcool 70%
Análise da qualidade do leite em pequenas propriedades de Barbacena
Análise da qualidade do leite em pequenas propriedades de Barbacena Duarte Carvalho Minighin 1, Wallacy Augusto de Oliveira 1, Túlio Gomes Justino 1, Thaylene Maria do Amaral 1, Luis Fernando de Moraes
A Vaca. Marcelo Crisóstomo de Faria. Fisiologia do Úbere. GEA Farm Technologies. GEA Farm Technologies A escolha certa.
A Vaca Fisiologia do Úbere GEA Farm Technologies Marcelo Crisóstomo de Faria. [email protected] A VACA A Vaca O Úbere A Secreção do Leite A Descida do Leite A Produção de Leite Anatomia do úbere
COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE
COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE Pedro Carlos Cani Engenheiro Agrônomo Rosane Freitas Frangilo Zootecnista Vitória-ES 2008 Copyright - Todos os direitos reservados. ACPGLES
LIMPEZA E SANITIZAÇÃO EM MICROCERVEJARIAS
HIGIENIZAÇÃO EM MICROCERVEJARIAS LIMPEZA E SANITIZAÇÃO EM MICROCERVEJARIAS ELABORADO POR: ENG. QUÍM. ROBERTO RETAMAL HIGIENIZAÇÃO EM MICROCERVEJARIAS Boas Práticas de Fabricação, ou manufatura...bpf (BPM)
Mastites e Contagem de Células Somáticas na Bovinocultura de Leite
Mastites e Contagem de Células Somáticas na Bovinocultura de Leite Carolina Antunes Neves Mastite Definição: é uma reação inflamatória da glândula mamária, caracterizada por alterações físico-químicas
Coleção SENAR 134 LEITE. Ordenha manual de bovinos
Coleção SENAR 134 LEITE Ordenha manual de bovinos Coleção SENAR 134 LEITE ordenha manual de bovinos TRABALHADOR NA bovinocultura de leite 2009, SENAR Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Coleção SENAR
Boas Práticas de Higiene no manuseio de Alimentos visando a obtenção de alimentos seguros
Boas Práticas de Higiene no manuseio de Alimentos visando a obtenção de alimentos seguros O Vigilante Sanitário http://ovigilanatesanitario.wordpress.com E mail : [email protected] Cada segmento
Análises físico-químicas e microbiológicas de água
Análises físico-químicas e microbiológicas de água Parâmetros analisados: Padrão físico-químico: ph e turbidez Padrão microbiológico: Contagem de aeróbios; Coliformes Fecais e Coliformes Totais A qualidade
ORDENHA - processo de extracção de leite; manual ou mecânico
2015, Hugo Novo e Laura Moura - processo de extracção de leite; manual ou mecânico A higiene do leite e do animal, bem como a sua saúde, condições de estabulação, a prática da ordenha, natureza e estado
Coleção SENAR 134 LEITE. Ordenha manual de bovinos
Coleção SENAR 134 LEITE Ordenha manual de bovinos Presidente do Conselho Deliberativo João Martins da Silva Junior Entidades Integrantes do Conselho Deliberativo Confederação da Agricultura e Pecuária
CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANA DO LEITE CRU REFRIGERADO INDIVIDUAL E COMUNITÁRIO DE PROPRIEDADES RURAIS DO VALE DO RIO DOCE (MG) 1
325 CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANA DO LEITE CRU REFRIGERADO INDIVIDUAL E COMUNITÁRIO DE PROPRIEDADES RURAIS DO VALE DO RIO DOCE (MG) 1 Thales Marcondes Ferreira Santos 2, Isabela de Castro
MASTITE DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E PREVENÇÃO: REVISÃO DE LITERATURA
MASTITE DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E PREVENÇÃO: REVISÃO DE LITERATURA MASSEI, Rafael Alves SANTOS, William Ribeiro Martins dos INFORZATO, Guilherme Repas Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária de
BOAS PRÁTICAS DA PRODUÇÃO DE LEITE
BOAS PRÁTICAS DA PRODUÇÃO DE LEITE INTRODUÇÃO A doença de maior relevância para o criador de bovino leiteiro é a mastite (figura 1), hoje considerada a doença de maior importância em todo o mundo quando
IMPORTÂNCIA DO PRÉ-DIPPING E PÓS-DIPPING NO CONTROLE DA MASTITE BOVINA 1 INTRODUÇÃO
IMPORTÂNCIA DO PRÉ-DIPPING E PÓS-DIPPING NO CONTROLE DA MASTITE BOVINA Jaíne Fernanda Pires Locatelli 1, Geraldo de Nardi Junior 2 1 Discente do curso de Tecnologia em Agronegócio da Faculdade de Tecnologia
Recomendações Técnicas para o Uso Eficiente do Equipamento de Ordenha para Cabras Leiteiras
Comunicado Técnico Outubro, 79 ISSN 1676-7675 Sobral, CE 2007 Recomendações Técnicas para o Uso Eficiente do Equipamento de Ordenha para Cabras Leiteiras Lea Chapaval 1 Introdução Para a produção de leite
MANEJO CONSULTORIA AGROPECUÁRIA: Qualidade do leite e manejo de ordenha
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO MANEJO CONSULTORIA AGROPECUÁRIA: Qualidade do leite e manejo de ordenha Ricardo Martins
OBTENÇÃO HIGIÊNICA E PARÂMETROS DE QUALIDADE DO LEITE DE CABRA. Amélia Cristina Mendes de Magalhães
OBTENÇÃO HIGIÊNICA E PARÂMETROS DE QUALIDADE DO LEITE DE CABRA Amélia Cristina Mendes de Magalhães Viçosa-MG 2005 Obtenção higiênica e parâmetros de qualidade do leite de cabra 1)- INTRODUÇÃO A qualidade
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 18 DE SETEMBRO DE 2002.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 18 DE SETEMBRO DE 2002. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição,
Passos para Obtenção de Leite de Cabra com Qualidade
135 on line ISSN 1808-9984 Petrolina, PE Abril, 2008 Passos para Obtenção de Leite de Cabra com Qualidade Daniel Maia Nogueira 1 Lea Chapaval 2 André Luiz Alves Neves 3 Mateus Matiuzzi da Costa 4 Considerações
POP 1: PARA DESCONGELAMENTO DE CARNE
Revisão 00 POP 1: PARA DESCONGELAMENTO DE CARNE RETIRAR A CARNE DO CONGELADOR COM ANTECEDÊNCIA ; COLOCAR EM UM RECIPIENTE ; DEIXAR DENTRO DA GELADEIRA POR NO MÁXIMO 72 HS. >RESPONSÁVEL: Manipulador. >
Unidade de Saúde Pública 3. HIGIENE DAS INSTALAÇÕES
3. HIGIENE DAS INSTALAÇÕES HIGIENE DAS INSTALAÇÕES Os locais de preparação e serviço de refeições devem ser concebidos por forma a facilitar a sua limpeza e desinfecção adequadas, bem como, reduzir os
MASTITE MASTITE ETIMOLOGIA
MASTITE MASTITE ETIMOLOGIA Masthos (grego) = glândula mamária Ite = inflamação CONCEITO Processo inflamatório da glândula mamária, quaisquer que sejam as causas. Caracteriza-se por alterações físicas,
Pilar: Empresa (Gestão - Condições físicas) AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) OBS
Resolução RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária Pilar: Empresa (Gestão - Condições físicas) AVALIAÇÃO SIM NÃO NA(*) OBS 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.1
ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE ACIDEZ, ph E TESTE CMT PARA DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE DO LEITE INDIVIDUAL DE BOVINOS LEITEIROS
ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE ACIDEZ, ph E TESTE CMT PARA DETERMINAÇÃO DA QUALIDADE DO LEITE INDIVIDUAL DE BOVINOS LEITEIROS Jaqueline Lopes Amaral¹, Carla Fabrícia de Araujo Cordeiro², Camila Sampaio 3, Jacksoel
Como aumentar a eficiência de uma Exploração Leiteira
Como aumentar a eficiência de uma Exploração Leiteira Eficiência Os Equipamentos e Instalações para produção de Leite, têm de satisfazer as necessidades do produtor ao consumidor A passagem do leite pela
ANEXO II REGULAMENTO DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS ESTÉREIS - BPMPVE
ANEXO II REGULAMENTO DE BOAS PRÁTICAS DE MANIPULAÇÃO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS ESTÉREIS - BPMPVE 1. Objetivo Este Regulamento Técnico fixa os requisitos mínimos relativos à manipulação de preparações estéreis
Circular. Técnica. Recomendações Técnicas para Diagnóstico, Identificação de Agentes e Controle da Mastite. Autores. Introdução ISSN
ISSN 1516-8832 Recomendações Técnicas para Diagnóstico, Identificação de Agentes e Controle da Mastite 175 Introdução Circular Técnica Pelotas, RS Dezembro, 2016 Autores Maira Balbinotti Zanela Médica-veterinária,
para controle da mastite e melhora da qualidade do leite
Björn Qvarfordt Técnico habilitado realizando manutenção preventiva no equipamento de ordenha Medidas práticas para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Por: Renata Travaglini Gonçalves
TECNOLOGIA E CONFIABILIDADE DOS COLETORES DE AMOSTRAS INDIVIDUAIS DE LEITE DOS ANIMAIS IV CBQL FLORIANÓPOLIS - SC
TECNOLOGIA E CONFIABILIDADE DOS COLETORES DE AMOSTRAS INDIVIDUAIS DE LEITE DOS ANIMAIS IV CBQL FLORIANÓPOLIS - SC JOSÉ AUGUSTO HORST [email protected] (41) 2105-1723 Gerente PARLPR ASSOCIAÇÃO
GUIA TÉCNICO. Eficiência e qualidade na produção leiteira
Controle DPAda Mastite O principal alvo da prevenção deve ser reduzir casos de mastite subclinica Ano 1 Número 3 Maio/Junho 2014 GUIA TÉCNICO Eficiência e qualidade na produção leiteira Nesta Edição O
Pesquisa com produtores sobre freqüência de ordenha, temperatura de higienização e período para troca de teteiras
Pesquisa com produtores sobre freqüência de ordenha, temperatura de higienização e período para troca de teteiras Loreno Egidio Taffarel 1, Patricia Barcellos Costa 2, Priscila Vincenzi dos Santos 3, Enio
Uso de diferentes sanitizantes no manejo de pré e pós dipping de vacas leiteiras - avaliação da contagem de células somáticas.
Uso de diferentes sanitizantes no manejo de pré e pós dipping de vacas leiteiras - avaliação da contagem de células somáticas. Gian Carlos Nascimento 1 ; Melina Laura Morete Pinheiro 2 ; Rafael Bastos
BOAS PRÁTICAS AGROPECUÁRIAS NA ORDENHA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SÃO LUÍS DE MONTES BELOS CURSO DE ZOOTECNIA BOAS PRÁTICAS AGROPECUÁRIAS NA ORDENHA Acadêmico: Ramon Cardoso de Oliveira Orientador: Prof. MSc. Rafael Alves da Costa
FUNDAÇÃO DE ENSINO OCTÁVIO BASTOS FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA
FUNDAÇÃO DE ENSINO OCTÁVIO BASTOS FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA INFLUÊNCIA DO TRATAMENTO HOMEOPÁTICO DE MASTITE COM MASTSIGO NA CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS SÃO JOÃO DA BOA VISTA, SP, JULHO DE 2008.
O uso do Kit Embrapa de Ordenha Manual para produzir leite com qualidade
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Gado de Leite Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento O uso do Kit Embrapa de Ordenha Manual para produzir leite com qualidade Cartilhas
Ambiência: Localização e Área Física
NOV 2011 BLH-IFF/NT- 03.11 Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano PNQBLH Programa Nacional de Qualidade em Bancos de Leite Humano Sede: FIOCRUZ/IFF-BLH Av. Rui Barbosa, 716 Flamengo Rio de Janeiro CEP:
CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANAS DO LEITE CRU REFRIGERADO CAPTADO EM TRÊS LATICÍNIOS DA REGIÃO DA ZONA DA MATA (MG)
131 CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E BACTERIANAS DO LEITE CRU REFRIGERADO CAPTADO EM TRÊS LATICÍNIOS DA REGIÃO DA ZONA DA MATA (MG) Gilmara Cláudia Bordoni Silva 1, Ricardo Celes Maia 2, Adriano França
MASTITE EM NOVILHAS LEITEIRAS
1 Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec MASTITE EM NOVILHAS LEITEIRAS Andressa Stein Maffi Graduanda em Medicina Veterinária Paula Montagner - Graduanda em Medicina
Conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino,
Eduardo Silva. Conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços,
Mastite ou mamite é um processo inflamatório da glândula mamária causada pelos mais diversos agentes. Os mais comuns são as bactérias dos gêneros
1 Mastite ou mamite é um processo inflamatório da glândula mamária causada pelos mais diversos agentes. Os mais comuns são as bactérias dos gêneros estreptococos e estafilococos, além dos coliformes. A
