Redução da contagem bacteriana na propriedade
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- Cármen Camelo Lobo
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1 Redução da contagem bacteriana na propriedade Marcos Veiga dos Santos
2 Agenda Fontes de contaminação do leite Redução da Contagem Bacteriana Total (CBT); Limpeza de equipamentos e utensílios Resfriamento Manejo de ordenha.
3 Boas práticas agropecuárias atividades desenvolvidas dentro da fazenda leiteira com objetivo de garantir a saúde, o bem estar e a segurança dos animais, do homem e do ambiente IDF/FAO 2004 Objetivos principais Garantia de segurança Saúde e bem-estar animal Sustentabilidade ambiental
4 Boas práticas agropecuárias Principais áreas de atuação das BPAs Boas práticas agropecuárias em fazendas leiteiras Ambiente Saúde animal Higiene de ordenha Aliment. animal Bemestar animal
5 Como caracterizar a qualidade do leite? 1) ausência de resíduos (antibióticos, pesticidas) 2) baixa carga microbiana (higiene) 3) baixa contagem de células somáticas (saúde do úbere) 4) composição (gordura e proteína)
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7 Limites legais de CBT e pagamento do leite Europa (1992) e EUA: Programas de UFC/mL. pagamento (CBT) No Brasil: UFC/mL (S/Se, 2008) Jul/ (indiv.)/ (conj.) R$ 0,03 = <20 mil Neutro = mil Redutor = > 201 mil
8 Interpretação de resultados de análise de tanque Alta CBT é indicativo de: CBT (UFC/ml) Mastite, deficiência na limpeza Problema: > Excelente: < Manejo de ordenha Ótimo: Resfriamento deficiente Fonte: Adaptado de Bray e Shearer, 1996.
9 Ação dos microrganismos sobre a qualidade Deteriorantes: atuam pelas enzimas produzidas durante a multiplicação microbiana. Maioria das enzimas: resiste ao tratamento térmico Alta CBT: alteração da composição
10 De onde vem a contaminação inicial do leite? 1) Glândula mamária 4) Água 2) Exterior do úbere (lama barro, esterco) 3)Equipamento e utensílios para ordenha
11 Fatores importantes para a correta limpeza de equipamentos Temperatura água Ação Química Concentração do detergente Tempo de Contato Ação Mecânica Esfregação ou Turbulência
12 Quais os produtos recomendados para limpeza? 1) Detergente alcalino clorado remoção da gordura e proteína 2) Detergente ácido dissolve os minerais: remove a pedra do leite 3)Sanitizante reduzir a contaminação bacteriana entre ordenhas
13 Limpeza e desinfecção de sistemas canalizados 1) Enxágüe: com a unidade em funcionamento (morna: 40ºC) 2) Limpeza com detergente alcalino: Água a 70oC por aprox. 10 min Enxágue 3) Limpeza com detergente ácido: semanalmente Enxágue 4) Desinfecção antes da ordenha: 200 ppm de cloro
14 Ciclos de limpeza por circulação Enxágüe inicial: água morna (40ºC) remover os resíduos solúveis em água não recircular e descartar < 35ºC (solidificação da gordura) remove entre 90 e 95% dos resíduos de leite não há gasto de detergentes facilita as próximas etapas.
15 Ciclos de limpeza por circulação Limpeza com detergente alcalino clorado: Objetivo: remoção da gordura e proteína Temperatura: 70ºC alcalinidade da solução para circulação é de 250 a 500 ppm ph mínimo de 10 a 11,5 Tempo: 10 min
16 Ciclos de limpeza por circulação Limpeza com detergente ácido: remove os depósitos minerais de origem da água e do leite Freqüência de utilização: 1-2 x/semana ph menor ou igual a 3,5 Tempo: 5 min Temperatura: ambiente Desinfecção ou sanitização: reduzir a contaminação bacteriana 100 a 200 ppm de cloro disponível pode ser realizada antes da ordenha
17 Problemas mais comuns observados na limpeza 1) Uso de água fria: enxágue e limpeza alcalina 2) Volume insuficiente de água 3) Dosagem de detergentes 4) Uso de produtos sem recomendação (soda, sabão) 5) Qualidade da água 6) Demora em iniciar a limpeza
18 Distribuição de freqüência da aplicação de produtos para higienização do equipamento de ordenha e tanque de estocagem do leite em 23 propriedades Aplicação de detergente alcalino, detergente ácido e sanitizante Equipamento de ordenha Tanque de estocagem n % n % Todos 4 17,4 7 30,4 Pelo menos dois produtos 7 30, ,5 Pelo menos um ou nenhum 12 52,2 6 26,1 Total , ,0 Fonte: Arcuri, et al., Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.58, n.3, p , 2006.
19 <1%: Ordenha e higiene
20 Pagamento do leite Contagem bacteriana total (1000 ufc/ml) < >750 R$ 0,04 0 R$ -0,04
21 Fatores críticos para a limpeza
22 Fatores críticos para a limpeza
23 Suspeitas para Detectar o problema de higiene: 1. Temperatura deficiente (maioria) 2. Ordenha de tetos úmidos 3. Teteiras desgastadas 4. Quantidade e qualidade da água 5. Subdosagens e qualidade dos produtos 6. Falha na drenagem 7. Utensílios dos equipamentos mal higienizados
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25 Resfriamento do Leite Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG). Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Leite de Goiás: relatório de pesquisa. - Goiânia: FAEG
26 Como melhorar o resfriamento do leite?
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28 Manejo de ordenha Teste da caneca de fundo preto: detecção da mastite clínica
29 3) Desinfecção dos tetos antes da ordenha (pré-dipping)
30 Funções da desinfecção dos tetos ANTES da ordenha Descontaminação da pele do teto Melhora a descida do leite Redução de 50% novas infecções (mastite ambiental) Melhoria da qualidade: < 80% contagem bacteriana total (CBT)
31 Influência do manejo pré-ordenha sobre a CBT do leite Lavagem com água Prédipping Secagem com papel % de redução bacteriana X 4 X X 10 X X 54 Fonte: Galton et al.,1986.
32 Resultados do experimento de validação do Kit Embrapa de ordenha manual ESTADO Rebanhos CTBA CTBD % redução p (anova) PE >0,001 AL >0,01 SP >0,05 GO ,311 RS >0,001 MG ,415 SE >0,001 Total >0,001 Fonte: Sousa e Dutra, Embrapa, 2008.
33 4) Secagem dos tetos com papel toalha descartável e colocação de teteiras
34 6) Desinfecção dos tetos APÓS a ordenha Redução transmissão mastite contagiosa Relação custo:benefício Prática obrigatória para o controle de mastite
35 Fonte: Sousa e Dutra, Embrapa, 2008.
36 Leite com Baixa CBT Durante a ordenha Desinfecção dos tetos (pré-dipping) Secagem dos tetos Limpeza e higienização de equipamentos Após a ordenha Resfriamento do leite imediato Manutenção do leite cru sob temperatura <4ºC Coleta em até 48 horas
37 Onde a qualidade do leite precisa melhorar?
38 Onde investir para melhorar a qualidade?
39 Onde investir para melhorar a qualidade? Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG). Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Leite de Goiás: relatório de pesquisa. - Goiânia: FAEG
40 Não há como melhorar a qualidade do leite depois que ele deixa a fazenda A melhoria da qualidade começa pelas pessoas
41 Conhecimento sem ação é investimento sem retorno. Marcos Veiga dos Santos Fac. Medicina Veterinária e Zootecnia - Pirassununga-SP [email protected]
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