PROGRAMA DE VIGILÂNCIA CONTINUADA
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- Osvaldo Nicolas Azenha de Vieira
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1 AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE SEGURANÇA OPERACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DE AERONAVEGABILIDADE
2 DIRETORIA DE OPERAÇÕES DE AERONAVES DIRETORIA DE AERONAVEGABILIDADE TERMO DE APROVAÇÃO Aprovo o Programa de Vigilância Continuada, o qual descreve todas as atividades de caráter obrigatório ou consideradas como essenciais aos interesses da segurança operacional, segundo o estabelecido na legislação aeronáutica vigente, atribuídas a estas Superintendências. CARLOS EDUARDO MAGALHÃES DA SILVEIRA PELLEGRINO Diretor de Operações de Aeronaves CLÁUDIO PASSOS SIMÃO Diretor de Aeronavegabilidade DAVID DA COSTA FARIA NETO Superintendente de Segurança Operacional P. 83 DINO ISHIKURA Superintendente de Aeronavegabilidade Brasil. Agência Nacional de Aviação Civil. Programa de Vigilância Continuada. Brasília ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Programa de Vigilância Continuada.
3 INDICE 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO PROCESSO DE ELABORAÇÃO SETORES DE VIGILÂNCIA ATIVIDADES DE VIGILÂNCIA APRESENTAÇÃO DAS ATIVIDADES OPERAÇÕES RBAC 121 OPS AERONAVEGABILIDADE RBAC 121 AIR OPERAÇÕES RBAC 135 OPS INSPEÇÃO DE RAMPA PISOR AERONAVEGABILIDADE RBAC 135 AIR CENTROS DE INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL CIAC CENTROS DE TREINAMENTO CT EXAMES SAÚDE E MEDICINA SM LICENÇAS PEL PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA PROF LING GERÊNCIA DE AVALIAÇÃO DE AERONAVES E SIMULADORES DE VOO GAAS TRANSPORTE DE ARTIGOS PERIGOSOS TAP AERONAVEGABILIDADE RBHA 145 AIR AERONAVEGABILIDADE RBHA 91 AIR OPERAÇÕES RBHA 140 OPS OPERAÇÕES SAE OPS SAE OPERAÇÕES RBHA 91 OPS AERONAVEGABILIDADE RBAC 21 AIR CRITÉRIOS DE VIGILÂNCIA CRITÉRIOS INICIAIS DE Página 2
4 6.2. CRITÉRIOS PARA EXECUÇÃO DE ATIVIDADES DE VISTORIAS DE AERONAVES E AUDITORIAS DE ORGANIZAÇÕES DE MANUTENÇÃO NO EXTERIOR VISTORIA TÉCNICA INICIAL DE AERONAVE NO EXTERIOR AUDITORIA DE ORGANIZAÇÃO DE MANUTENÇÃO NO EXTERIOR CRITÉRIOS PARA AS ATIVIDADES SOB DEMANDA CRITÉRIOS DE GESTÃO DE RISCO DA SEGURANÇA OPERACIONAL INDICADORES DE SEGURANÇA FONTE DOS INDICADORES DE SEGURANÇA ABORDAGEM POR INSPETOR FORMATAÇÃO EXECUÇÃO DO PROGRAMA PLANO DE TRABALHO ANUAL GESTÃO DE RISCO NA EXECUÇÃO DO PLANO DE TRABALHO ANUAL GERENCIADOR DE INSPEÇÕES DE AERONAVEGABILIDADE E SEGURANÇA OPERACIONAL (GIASO) COORDENADORES GERAIS DO PROGRAMA COORDENADORES SETORIAIS DO PROGRAMA INSPETORES PRINCIPAIS INSPETORES LÍDERES DE MISSÃO DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PTA Operações RBAC 121 OPS PTA Aeronavegabilidade RBAC 121 AIR PTA Operações RBAC 135 OPS PTA Inspeção de Rampa PISOR PTA Aeronavegabilidade RBAC 135 AIR PTA Centros de Instrução de Aviação Civil CIAC PTA Centros de Treinamento CT PTA Exames PTA Saúde e Medicina - SM Página 3
5 PTA Licenças PEL PTA Proficiência Lingüística Prof Ling PTA Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Vôo - GAAS PTA Transporte de Artigos Perigosos - TAP PTA Aeronavegabilidade RBHA 145 AIR PTA Aeronavegabilidade RBHA 91 AIR PTA Operações RBHA 140 OPS PTA Operações SAE OPS SAE PTA Operações RBHA 91 OPS PTA AERONAVEGABILIDADE RBAC AIR INTRODUÇÃO A ANAC mantém e revisa periodicamente este Programa de Vigilância Continuada, que estabelece os critérios para as atividades de vigilância da segurança operacional e de Página 4
6 aeronavegabilidade. Na versão atual este Programa é uma evolução e consolidação de outros planos que até anos recentes eram feitos separadamente para os setores de Operações (OPS), de Licenças (PEL) e Aeronavegabilidade (AIR). O PVC cumpre parte dos padrões e das práticas internacionais recomendadas pela OACI contidas principalmente no anexo 6 - Operação de Aeronaves e no Anexo 8 Aeronavegabilidade de Aeronaves. De acordo o anexo 6 existe a necessidade de que o país do operador exerça medidas de controle positivas e continuadas sobre qualquer operador que ofereça serviços de transporte aéreo. O anexo 8 por sua vez coloca a responsabilidade de cada país pela certificação e a aeronavegabilidade continuada das aeronaves. Além dos requisitos mínimos contidos nos Anexos são seguidas as orientações dos DOC 8335 e DOC Complementando o anexo 6, a OACI publicou o DOC ICAO 8335 que é um guia detalhado visando o estabelecimento e manutenção de um transporte aéreo seguro, regular e eficaz. De forma similar, para o anexo 8 a OACI publicou o DOC ICAO 9760 para auxiliar os países membros a cumprir suas obrigações com a vigilância continuada de aeronavegabilidade. 2. OBJETIVO Esse Programa de Vigilância Continuada estabelece os critérios para elaboração dos Planos de Trabalho Anual da SSO Superintendência de Segurança Operacional e SAR- Superintendência de Aeronavegabilidade.. Tem como objetivo fixar as diretrizes para uma programação eficaz de todas as atividades relacionadas com a certificação e a vigilância continuada das aeronaves, do pessoal de aviação civil (pilotos, comissários, mecânicos, etc.) e dos provedores de serviços (operadores aéreos, oficinas de manutenção aeronáutica, empresas fabricantes de produtos aeronáuticos, escolas e centros de treinamento). 3. PROCESSO DE ELABORAÇÃO A elaboração deste Programa foi realizada pelos gestores e inspetores principais (Inspetor Principal de Operações POI e pelos Coordenadores das Empresas) de cada provedor de serviço e pelos coordenadores dos antigos planos de atividades de todos os setores envolvidos. Página 5
7 Primeiramente, os coordenadores dos planos de trabalho dos diversos setores, com o apoio dos inspetores principais, foram orientados quanto ao detalhamento das atividades a serem programadas, levando-se em conta características como: obrigatoriedade de execução, periodicidade inicial recomendada de fiscalização, modulação da atividade (Lista Mestra de Verificação modulada), tipo de atividade (sob demanda ou programada), tamanho das equipes, duração da atividade, entre outras. As características de cada atividade considerada estão definidas no item Descrição das Atividades deste Programa. Para a definição da programação foram utilizados os Critérios de Vigilância estabelecidos neste Programa. Elaborou-se uma proposta de programação, considerando-se, o Critério Inicial de Periodicidade aplicável a cada atividade. Considerou-se também a abordagem geográfica e a modulação de algumas atividades, buscando aumentar o número de provedores de serviço fiscalizados em uma mesma missão. Assim, se programou a atuação de uma equipe de inspetores de um mesmo setor em vários provedores de serviços e aeronaves em um determinado aeroporto, onde apenas parte do alcance total da atividade por provedor de serviço fosse realizada, usando a modulação da Lista Mestra de Verificação da atividade, constante do Manual do Inspetor. Desta forma, com base nos Critérios de Vigilância e considerando os atuais recursos humanos disponíveis; os coordenadores de setor elaboraram a programação de cada atividade para consolidação em planilhas. Página 6
8 4. SETORES DE VIGILÂNCIA O presente Programa de Vigilância Continuada abrange os seguintes setores de atividades de certificação e de vigilância continuada de segurança operacional e de aeronavegabilidade: Item Descrição Sigla 1 Operações RBAC 121 OPS Operações RBAC 135 OPS Licenças Centros de Instrução de Aviação Civil RBHA 141 CIAC Licenças Centros de Treinamento RBHA 142 CT Licenças Exames EXAMES 6 Licenças Certificação de Capacidade Física CCF 7 Licenças Habilitações PEL 8 Licenças Proficiência Lingüística PROF LING 9 Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Vôo AAS 10 Transporte de Artigos Perigosos TAP 12 Operações RBHA 091 OPS 091 OPS Operações RBHA 140 OPS 140 OPS Operações SAE OPS SAE OPS SAE 15 Aeronavegabilidade RBHA 91 AIR Aeronavegabilidade RBAC 121 AIR Aeronavegabilidade RBAC 135 AIR Aeronavegabilidade RBHA 145 AIR Aeronavegabilidade RBAC 21 AIR 21 São, também, consideradas como setores responsáveis pela vigilância continuada, as áreas de segurança operacional e aeronavegabilidade das unidades regionais da ANAC, conforme suas capacidades. Página 7
9 5. ATIVIDADES DE VIGILÂNCIA A ANAC tem como uma de suas responsabilidades a realização de Atividades de Certificação, as quais são entendidas como uma verificação inicial de atendimento adequado de um determinado conjunto de requisitos para um determinado perfil operacional. Estas atividades envolvem a certificação de Centros de Instrução, Centros de Treinamento, Empresas Aéreas, Empresas de Manutenção, Empresas de Fabricação de Produto Aeronáutico e Pessoal Técnico. Essas atividades são, então, para efeito deste Programa, caracterizadas como por demanda, uma vez que são realizadas em atendimento a solicitações dos provedores de serviços e do pessoal de aviação civil. Além disso, após os processos de certificação, se deve manter um programa de vigilância continuada sobre as operações dos detentores de certificações, sejam elas pessoas físicas ou jurídicas. São as Atividades de Fiscalização, entendidas como uma verificação se a pessoa certificada continua atendendo àquele mesmo conjunto de requisitos para aquele perfil operacional delineado na certificação. Essas atividades são, então, caracterizadas como de execução obrigatória e devem ser automaticamente inseridas na carga de trabalho da ANAC, para serem realizadas continuadamente. As seguintes atividades são definidas como pertinentes às diversas atribuições regimentais para as áreas de operações, licenças e aeronavegabilidade de acordo com cada Setor de Vigilância envolvido. Página 8
10 5.1. APRESENTAÇÃO DAS ATIVIDADES OPERAÇÕES RBAC 121 OPS 121 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal RBAC 121 OPS Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Nacional RBAC 121 OPS Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Exterior RBAC 121 OPS Atividade 4 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 121 OPS - Ground School Atividade 5 - Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 121 OPS - Ground School Atividade 6 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 121 OPS Atividade 7 Auditoria de Certificação Base Principal RBAC 121 OPS Atividade 8 Auditoria de Certificação Estação de Linha RBAC 121 OPS Atividade 9 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 121 OPS Atividade 10 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 121 OPS Atividade 11 Vôo de Acompanhamento Nacional RBAC 121 OPS Atividade 12 Vôo de Acompanhamento Exterior RBAC 121 OPS Atividade 13 Exame de Proficiência RBAC 121 OPS Atividade 14 Demonstração de Evacuação Parcial RBAC 121 OPS Atividade 15 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 121 OPS Vôo e Simulador de Vôo Atividade 16 - Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 121 OPS - Vôo e Simulador de Vôo Atividade 17 Auditoria Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional RBAC 121 OPS AERONAVEGABILIDADE RBAC 121 AIR 121 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal Nacional RBAC 121 AIR Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 121 AIR Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 121 AIR Atividade 4 Auditoria de Certificação de Base Principal ou Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 121 AIR Atividade 5 Auditoria de Certificação de Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 121 AIR Página 9
11 Atividade 6 Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBAC 121 AIR Atividade 7 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 121 AIR Atividade 8 Vistoria Técnica Inicial Nacional RBAC 121 AIR Atividade 9 Vistoria Técnica Inicial Exterior RBAC 121 AIR Atividade 10 Vistoria Técnica Especial Nacional RBAC 121 AIR Atividade 11 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 121 AIR Atividade 12 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 121 AIR Atividade 13 Vôo de Acompanhamento Nacional RBAC 121 AIR Atividade 14 Vôo de Acompanhamento Exterior RBAC 121 AIR Atividade 15 Inspeção de Rampa Nacional RBAC 121 AIR e RBHA 129 AIR Atividade 16 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de aeronaves RBAC 121 AIR OPERAÇÕES RBAC 135 OPS 135 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal Nacional RBAC 135 OPS Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Nacional/ Base Secundária RBAC 135 OPS Atividade 3 Auditoria de Introdução Nova Aeronave Nacional RBAC 135 OPS Atividade 4 Auditoria de Certificação Base Principal Nacional RBAC 135 OPS Atividade 5 - Auditoria de Certificação Inicial Base Secundária RBAC 135 OPS Atividade 6 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 135 OPS Atividade 7 Auditoria de Carga Externa Nacional RBAC 135 OPS Atividade 8 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 135 OPS Ground School Atividade 9 Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 135 OPS Ground School Atividade 10 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 135 OPS Atividade 11 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 135 OPS Atividade 12 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 135 OPS Vôo e Simulador de Vôo Atividade 13 Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 135 OPS Vôo e Simulador de Vôo Atividade 14 Auditoria Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional RBAC 135 OPS Página 10
12 INSPEÇÃO DE RAMPA PISOR Atividade 1 Inspeção de Rampa Nacional (PISOR) Atividade 2 Inspeção de Rampa Nacional (PISOR) por Demanda AERONAVEGABILIDADE RBAC 135 AIR 135 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal Nacional RBAC 135 AIR Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 135 AIR Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 135 AIR Atividade 4 Auditoria Certificação de Base Principal /Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 135 AIR Atividade 5 Auditoria de Certificação de Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 135 AIR Atividade 6 Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBAC 135 AIR Atividade 7 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 135 AIR Atividade 8 Vistoria Técnica Inicial Nacional RBAC 135 AIR Atividade 9 Vistoria Técnica Inicial Exterior RBAC 135 AIR Atividade 10 Vistoria Técnica Especial Nacional RBAC 1351 AIR Atividade 11 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 135 AIR Atividade 12 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 135 AIR Atividade 13 Vôo de Acompanhamento Nacional RBAC 135 AIR Atividade 14 Inspeção de Rampa Nacional RBAC 135 AIR Atividade 15 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de aeronaves RBAC 135 AIR Página 11
13 CENTROS DE INSTRUÇÃO DE AVIAÇÃO CIVIL CIAC 141 Atividade 1 Auditoria CIAC Renovação Nacional RBHA 141 PEL Atividade 2 Auditoria CIAC Certificação Nacional RBHA 141 PEL Atividade 3 Auditoria CIAC Acompanhamento Nacional RBHA 141 PEL Atividade 4 Auditoria CIAC CMV Nacional RBHA 141 PEL Atividade 5 Auditoria CIAC Satélite Nacional RBHA 141 PEL Atividade 6 Auditoria CIAC Especial Nacional RBHA 141 PEL Atividade 7 Auditoria CIAC MMA Nacional RBHA 141 PEL Atividade 8 Auditoria Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional RBHA 141 PEL CENTROS DE TREINAMENTO CT 142 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Centro de Treinamento - Nacional RBHA 142PEL Atividade 2 Auditoria de Certificação Centro de Treinamento - Nacional RBHA 142 PEL Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Centro de Treinamento Exterior RBHA 142PEL Atividade 4 Auditoria de Certificação Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 OPS Atividade 5 Auditoria de Renovação de Certificação Centro de Treinamento-Exterior RBHA 142 PEL Atividade 6 Auditoria Programa de Treinamento - Nacional RBHA 142 PEL Atividade 7 Auditoria Especial Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Atividade 8 Auditoria Especial Centro de Treinamento - Nacional RBHA 142 PEL Atividade 9 Auditoria Especial Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Atividade 10 Auditoria Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional RBHA 142 PEL EXAMES Atividade 1 Auditoria em cursos ministrados por CIAC Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 2 Auditoria Técnica em Empresa Aérea Nacional (RBAC 121) RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 3 Visita Técnica a locais de realização de exames on line Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 4 Aplicação de Exame Teórico Nacional para Convalidação de Licenças RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 5 Aplicação de Exame Teórico no Exterior RBHA 61 PEL Página 12
14 Atividade 6 Exame de Proficiência DOV Nacional RBHA 65 PEL Atividade 7 Aplicação de Exame Teórico Nacional On Line RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 8 Auditoria Técnica em Centro de Treinamento Nacional (RBHA 142) RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 9 Auditoria Técnica em Centro de Treinamento no Exterior (RBHA 142) RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 10 Auditoria Técnica em Empresa Aérea Nacional (RBAC 135) RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 11 Auditoria Especial em cursos ministrados por CIAC Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Atividade 12 Auditoria Especial em Empresa Aérea Nacional (RBAC 121 e 135) RBHA 61, 63 e 65 PEL SAÚDE E MEDICINA SM Atividade 1 Auditoria Empresa Aeromédica - IAC 3134 Atividade 2 Vistoria de Base Médicos/Clínicas Credenciadas Nacional RBHA/RBAC 67 PEL Atividade 3 Vôo Cláusula de Flexibilidade Nacional RBHA 67 PEL LICENÇAS PEL Atividade 1 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBAC 121 PEL Atividade 2 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBAC 135 PEL Atividade 3 Visita Técnica Operador Aéreo Exterior RBHA 61 PEL Atividade 4 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBHA 91 PEL Atividade 5 Vistoria por Demanda Operador Aéreo Nacional RBAC 121 PEL Atividade 6 Vistoria por Demanda Operador Aéreo Nacional RBAC 135 PEL PROFICIÊNCIA LINGUÍSTICA PROF LING Atividade 1 Exame de Proficiência Linguística Nacional RBHA 61 PEL Atividade 2 Inspeção Inicial em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Atividade 3 Inspeção Inicial em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Atividade 4 Vistoria Periódica em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Atividade 5 Vistoria Periódica em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Página 13
15 Atividade 6 Vistoria Especial em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Atividade 7 Vistoria Especial em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Atividade 8 Fiscalização Corrente dos Procedimentos de Avaliação GERÊNCIA DE AVALIAÇÃO DE AERONAVES E SIMULADORES DE VOO GAAS Atividade 1 Qualificação Inicial Simulador Nacional 060 PEL Atividade 2 Renovação da Qualificação Simulador Nacional 060 PEL Atividade 3 Qualificação Inicial Simulador Exterior 060 PEL Atividade 4 Renovação da Qualificação Simulador Exterior 060 PEL Atividade 5 Validação Inicial Simulador Qualificado no Exterior 060 PEL Atividade 6 Renovação da Validação Simulador Qualificado no Exterior 060 PEL Atividade 7 Avaliação Operacional de Aeronaves Nacional 061 PEL Atividade 8 Avaliação Operacional de Aeronaves Exterior 061 PEL TRANSPORTE DE ARTIGOS PERIGOSOS TAP Atividade 1 Auditoria de Certificação de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Atividade 2 Auditoria de Certificação de Entidade de Ensino de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Atividade 3 Auditoria de Transporte de Artigos Perigosos Base Principal RBAC 175 TAP Atividade 4 Auditoria de Transporte Artigos Perigosos Estação de Linha Nacional e Exterior RBAC 175 TAP Atividade 5 Auditoria de Curso de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Atividade 6 Auditoria de Credenciamento de Instrutor de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Atividade 7 Inspeção de Rampa de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Atividade 8 Auditoria Especial de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP AERONAVEGABILIDADE RBHA 145 AIR 145 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Nacional RBHA 145 AIR Página 14
16 Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Exterior RBHA 145 AIR Atividade 3 Auditoria de Certificação Nacional RBHA 145 AIR Atividade 4 Auditoria de Certificação Exterior RBHA 145 AIR Atividade 5 Auditoria Especial Nacional RBHA 145 AIR Atividade 6 Acompanhamento das atividades de Examinador Credenciado RBHA 65 AIR Atividade 7 - Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBHA 145 AIR AERONAVEGABILIDADE RBHA 91 AIR 91 Atividade 1 Vistoria Técnica Inicial RBHA 91 AIR Atividade 2 Vistoria Técnica Especial RBHA 91 AIR Atividade 3 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de aeronaves RBHA 91 AIR OPERAÇÕES RBHA 140 OPS 140 Atividade 1 Auditoria em Aeroclube RBHA 140- OPS 140 Atividade 2 Auditoria especial em Aeroclube RBHA 140- OPS OPERAÇÕES SAE OPS SAE Atividade 1 Auditoria Empresa SAE (RBHA 91, Portaria 190/CG-5) Atividade 2 Auditoria de Empresa Agrícola (Portaria 190/CG-5 e IS ) Atividade 3 Auditoria ESPECIAL Empresa SAE (RBHA 91, Portaria 190/CG-5) Atividade 4 Auditoria ESPECIAL Empresa Agrícola (Portaria 190/CG-5 e IS ) OPERAÇÕES RBHA 91 OPS 91 Atividade 1 Auditoria de Operações de Segurança pública AERONAVEGABILIDADE RBAC 21 AIR 21 Atividade 1 Auditoria de Avaliação Inicial - Nacional Atividade 2 Auditoria de.avaliação Inicial Exterior Página 15
17 Atividade 3 - Atividade 4 - Atividade 5 - Atividade 6 - Atividade 7 - Atividade 8 - Atividade 9 - Auditoria de Manutenção - Nacional Auditoria de Manutenção - Exterior Auditoria de Revalidação- Nacional Auditoria de Revalidação- Exterior Monitoramento Continuado da Linha de Produção Auditoria Não-Programada - Nacional Auditoria Não-Programada - Exterior Atividade 10 -Auditoria em Fornecedores - Nacional Atividade 11 - Auditoria em Fornecedores - Exterior Página 16
18 6. CRITÉRIOS DE VIGILÂNCIA Os Critérios de Vigilância (CV) serão compostos pelos critérios iniciais de periodicidade, pelos critérios para as atividades sob demanda e pelos indicadores de segurança operacional CRITÉRIOS INICIAIS DE Para cada atividade, definiu-se uma periodicidade inicial com base em práticas internacionalmente aceitas, como, por exemplo: os critérios de periodicidade recomendados no DOC da ICAO, nos critérios contidos nos regulamentos e instruções normativas nacionais, e nas características específicas da aviação civil brasileira, visando à adequada vigilância das aeronaves, dos provedores de serviços e do pessoal da aviação civil. Entretanto, para efeito do planejamento realizado, a freqüência de vigilância definida pelos critérios iniciais de periodicidade pode ser alterada com base na análise dos indicadores de segurança operacional de um determinado provedor de serviço, visando uma maior eficácia da vigilância através da transferência de recursos para outros provedores que requeiram uma maior atenção da ANAC. A SAR/GGCP/PPI nas suas atividades de certificação e vigilância das empresas fabricantes de produtos aeronáuticos utilizará o formulário F Avaliação da Periodicidade de Auditorias- para ajustar o critério de periodicidade inicial para uma periodicidade com base nos indicadores de segurança da empresa, os quais estão descritos no próprio formulário CRITÉRIOS PARA EXECUÇÃO DE ATIVIDADES DE VISTORIAS DE AERONAVES E AUDITORIAS DE ORGANIZAÇÕES DE MANUTENÇÃO NO EXTERIOR VISTORIA TÉCNICA INICIAL DE AERONAVE NO EXTERIOR (a) A Vistoria Técnica Inicial VTI de uma aeronave nova de fábrica, realizada no exterior não será executada pelos inspetores da ANAC, podendo ser realizada por Profissionais Credenciados PC. (b) No caso de aeronave usada afetada pelos programas CPCP, AGING, SSID e outros de concepção geriátrica, como também de aeronave usada enquadrada nas restrições de ruído do RBAC 36, a VTI deve ser realizada preferencialmente no exterior por inspetores de aeronavegabilidade ou Profissionais Credenciados PC. Página 17
19 (c) No caso de aeronave usada que não se enquadra no item 6.2.1(b), a VTI deve preferencialmente ser realizada no Brasil. (d) A critério exclusivo da Superintendência de Aeronavegabilidade/Gerência-Geral de Aeronavegabilidade Continuada SAR/GGAC, a VTI poderá ser realizada no Brasil, na hipótese do item (b), ou no exterior, na hipótese do item (c). Os critérios acima colocados para realização de vistoria de aeronave podem ser vistos no seguinte diagrama: Aeronave a ser nacionalizada Aeronave nova de fábrica? SIM VTI Realizada preferencialmente no exterior por Profissional Credenciado NÃO Aeronave geriátrica ou enquadrada nas restrições do RBAC 36? NÃO CAE emitido pela EASA ou FAA? NÃO SIM SIM Preferencialmente Realizada no exterior Realizada no Brasil Preferencialmente Realizada no Brasil Página 18
20 AUDITORIA DE ORGANIZAÇÃO DE MANUTENÇÃO NO EXTERIOR (a) Auditoria de Certificação Exterior RBHA 145 AIR- na alocação de servidores e tempo para a execução de auditorias de certificação em organizações de manutenção no exterior será determinante a autoridade primária responsável pela emissão do Certificado de organização de manutenção. Se a organização de manutenção estiver em território de um país com o qual o Brasil possui um acordo bilateral para segurança da aviação, deverão ser observadas as disposições do acordo. Nos países onde não houver um acordo bilateral para segurança da aviação a auditoria de certificação deverá ser feita no exterior; os recursos humanos e a duração da auditoria devem seguir preferencialmente as instruções descritas na Atividade 4 Auditoria de Certificação Exterior RBHA 145 AIR do setor de atividade AERONAVEGABILIDADE RBHA 145 AIR 145. (b) Auditoria de acompanhamento no exterior RBHA 145 AIR- se a organização de manutenção estiver em território de um país com o qual o Brasil possui um acordo bilateral para segurança da aviação, deverão ser observadas as disposições do acordo. Quanto às auditorias de acompanhamento de organizações de manutenção, cuja autoridade primária seja a FAA ou a EASA, serão aceitas as auditorias de acompanhamento destas autoridades e o processo será feito por análise documental. Se a autoridade primária não for a FAA ou a EASA, nem houver acordo bilateral em relação às organização de manutenção aeronáutica a auditoria de acompanhamento será executada no exterior com a equipe e tempo de duração da auditoria preferencialmente de acordo com o descrito na Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Exterior RBHA 145 AIR no setor de atividades AERONAVEGABILIDADE RBHA 145 AIR 145. (c) A critério exclusivo da Superintendência de Aeronavegabilidade/Gerência-Geral de Aeronavegabilidade Continuada SAR/GGAC, a auditoria de organizações de manutenção aeronáutica no exterior poderá ser realizada no Brasil, através da analise documental na hipótese do item (a), ou no exterior, na hipótese do item (b). Representação em diagrama do exposto sobre auditorias de organizações de manutenção no exterior. Página 19
21 Organização de Manutenção Aeronáutica no exterior Existe acordo bilateral? SIM Observar disposições do acordo NÃO Certificação inicial? NÃO Europa (EASA) ou FAA? NÃO SIM SIM Realizada no exterior Aceitação por Análise Documental Realizada no Exterior 6.3. CRITÉRIOS PARA AS ATIVIDADES SOB DEMANDA Foram caracterizadas como sob demanda as atividades de certificação, de vistorias técnicas iniciais e especiais, de acompanhamento de vistoria técnica inicial realizada por representante credenciado, de acompanhamento de examinador credenciado, de autorizações iniciais, atividades de vigilância continuada executadas em ocasiões especiais ou emergenciais e atividades decorrentes de solicitações judiciais ou de polícia enviadas pela Procuradoria da ANAC ou recebidas diretamente pelas superintendências. Página 20
22 6.4. CRITÉRIOS DE GESTÃO DE RISCO DA SEGURANÇA OPERACIONAL A definição de uma programação eficaz de vigilância se molda na gestão de riscos da segurança operacional visando à melhoria dos esforços de fiscalização. Para se garantir uma programação realística de fiscalização é necessário, não somente, definir e utilizar critérios de periodicidade com base em práticas internacionalmente aceitas, como também, considerar os dados fornecidos por indicadores de segurança operacional. As informações constantes dos indicadores de segurança operacional deverão ser revisadas e analisadas pelos inspetores principais de cada provedor de serviço para aperfeiçoar a programação inicial de fiscalização. O planejamento anual leva em conta na elaboração das atividades: os indicadores de segurança do ano anterior, a necessidade de maior atenção às novas empresas do sistema (novos entrantes) e às empresas em crescimento e as atividades cujas metas não foram atingidas no período anterior. O planejamento anual levará ainda em conta os resultados da identificação de riscos e da avaliação de segurança conduzidos pelos provedores de serviço como parte dos seus SGSO ( Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional) INDICADORES DE SEGURANÇA Considerados os seguintes indicadores de segurança operacional: - Percentual de não conformidades de um provedor de serviço por auditoria/módulo/inspeção; - Nível de reincidência de não conformidades semelhantes de um provedor de serviço; - Número de reportes de falhas, mau funcionamento ou defeitos encaminhados pelos provedores de serviço por horas voadas. - Nível de implantação de políticas e procedimentos de gestão de risco da segurança operacional pelos provedores de serviço. - Número de solicitações de certificações ou autorizações inadequadas, ou não corretamente consubstanciadas, de um provedor de serviço; Página 21
23 - Percentual de demonstração de cumprimento do Plano de Ações Corretivas (PAC) de um provedor de serviço; e - Novas empresas ou empresas em crescimento FONTE DOS INDICADORES DE SEGURANÇA Para a determinação dos indicadores podem ser utilizadas as seguintes fontes: - Relatórios das últimas atividades de auditorias em provedores de serviços certificados; - Resumos de Não Conformidades (RNC) levantadas nas duas últimas atividades de auditorias em provedores de serviços; - Informes voluntários de perigo (denúncias, relatórios de perigo de segurança de vôo, etc.), anônimos ou não, envolvendo um provedor de serviço; - Reportes de falhas, mau funcionamento ou defeitos encaminhados pelos operadores; - Recomendações de Segurança de Vôo (RSV) do órgão de investigação de acidentes aeronáuticos; e As diversas Gerências de Operações e Licenças devem manter um canal constante de troca de dados, análises e conclusões entre si, para garantir o máximo de difusão da informação que possa ser utilizada para a avaliação da segurança. Informações recebidas de outros setores (SIA, SRE, GGAP e Procuradoria) devem ser utilizadas para aprimorar a fiscalização e segurança. Estes setores devem também ser procurados freqüentemente e informados, quando pertinente, sobre quaisquer dados relevantes ABORDAGEM POR INSPETOR Foi determinado que o Plano Anual de cada Superintendência será elaborado tomando por base os inspetores de Operações, Aeronavegabilidade e Licenças em cada Gerência e Unidade Regional. Os planos anuais poderão ser alvo de revisões semestrais, além de um acompanhamento mensal por parte de cada Superintendência. Página 22
24 7. FORMATAÇÃO A programação de cada atividade definida será feita em planilha, exceto para as atividades sob demanda. As planilhas alocam as missões e os eventos programados em uma linha de tempo, por meio de uma configuração mensal, descrevendo a atividade, localidade e mês a ser realizado. 8. EXECUÇÃO DO PROGRAMA 8.1. PLANO DE TRABALHO ANUAL A execução deste Programa será realizada por meio de um Plano de Trabalho Anual, o qual definirá as ações para as Gerencias e as Unidades Regionais, utilizando-se do Gerenciador de Inspeções de Aeronavegabilidade e Segurança Operacional GIASO, ferramenta de informática desenvolvida com esta finalidade e/ou outras ferramentas apropriadas. Nenhuma Gerência ou Unidade Regional poderá realizar qualquer tipo de atividade de certificação e de vigilância continuada, utilizando-se de outro Programa, tendo suas atividades baseadas no Plano de Trabalho Anual. Para a definição das equipes de execução das atividades, sempre que possível, deve ser incluído um inspetor aluno realizando instrução em posto de trabalho (OJT) com um inspetor instrutor. A duração da atividade, proposta em sua descrição, delimita apenas a atividade, portanto devendo ser acrescidos os tempos de deslocamento e exclui o necessário para as tarefas de preparação da missão e para os trabalhos de elaboração dos documentos após a conclusão da atividade. Para toda a atividade definida neste Plano deve ser preparado um Relatório Técnico contendo: objetivo, escopo, metodologia utilizada, descrição dos resultados, recomendações, conclusão e um parecer com base no objetivo GESTÃO DE RISCO NA EXECUÇÃO DO PLANO DE TRABALHO ANUAL O resultado da execução do plano de trabalho anual poderá conter atividades por demanda. Página 23
25 De acordo com o desenvolvimento da execução do plano, os Coordenadores Setoriais deverão observar os indicadores de segurança operacional e determinar ações de demanda para impedir que desvios dos regulamentos seja prática comum nos provedores de serviço de aviação civil GERENCIADOR DE INSPEÇÕES DE AERONAVEGABILIDADE E SEGURANÇA OPERACIONAL (GIASO) Com a finalidade de dar suporte ao gerenciamento das atividades de vigilância da segurança operacional, foi desenvolvido um sistema informatizado, em interface Web, contendo ferramentas necessárias para a coordenação e controle, a serem implantadas pelo Coordenador Geral do Programa e Coordenadores Setoriais, assim como de execução, por parte dos Inspetores de Aviação Civil, incluindo os Principais e Líderes. O sistema é parte integrante do Portal de Inspeções, serviço disponível no site da ANAC. Seu acesso é restrito apenas a usuários devidamente cadastrados. A sua principal característica é possibilitar uma padronização das inspeções e permitir um tratamento estatístico dos seus resultados. O GIASO contém as Listas Mestras de Verificação para cada atividade do Programa, com a referência da fundamentação legal, visando à execução da atividade de vigilância da segurança operacional. O Sistema fornece Relatório Técnico padronizado, compreendendo as não conformidades registradas na inspeção, bem como o respectivo Plano de Ações Corretivas (previsão). O GIASO possui, ainda, no seu módulo de Estatística, a formulação de relatórios gerenciais, com base nos indicadores de desempenho das atividades e provedores de serviço previstos, além da possibilidade de geração de estatísticas para as diversas atividades de inspeção. Cabe ressaltar que o GIASO é uma ferramenta de melhoria constante para atender o cumprimento do Programa de Vigilância Continuada das Superintendências. Página 24
26 8.4. COORDENADORES GERAIS DO PROGRAMA Serão designados os Coordenadores Gerais do Programa da SSO e da SAR por meio de publicação no (Boletim de Pessoal de Serviço), que terão as seguintes atribuições: - Exercer o efetivo controle sobre a execução do Programa, por meio do acompanhamento das atividades de vigilância e da elaboração de relatórios de implantações das inspeções; - Preparar relatórios periódicos de implantação das inspeções e de desempenho dos provedores e dos profissionais inspecionados COORDENADORES SETORIAIS DO PROGRAMA Serão designados Coordenadores Setoriais do Programa da SSO e da SAR por meio de publicação no (Boletim de Pessoal de Serviço), que terão as seguintes atribuições: - Definir a composição da equipe para realizar uma determinada atividade de inspeção de vigilância, especificando a indicação do Inspetor Líder; - Indicar aos Inspetores Líderes, com base nas atividades programadas ou solicitadas, a necessidade de iniciar o processo para a abertura de uma determinada inspeção de vigilância contínua; - Preparar um relatório periódico com o nível de implantação da programação em seu Setor para o envio ao Coordenador Geral do Programa de sua Superintendência; - Coordenar com os inspetores principais a execução da programação; - Propor as necessárias mudanças na programação, diante das atividades sob demanda e das informações obtidas dos indicadores de segurança INSPETORES PRINCIPAIS Os inspetores de operações principais (POI) e os coordenadores das empresas terão como responsabilidades, para cada provedor de serviço sob sua vigilância: - Propor a sua Gerência a execução da atividade preparando-a de acordo com a programação constante da Planilha da atividade. - Monitorar e analisar os resultados e documentos decorrentes das atividades realizadas. - Analisar de forma crítica os indicadores de segurança operacional de cada provedor de serviço sobre sua responsabilidade. - Propor alterações na programação para aperfeiçoar e garantir a sua execução como um todo ao final do período para o seu provedor de serviço. Página 25
27 - Garantir a atualização do Gerenciador de Inspeções de Aeronavegabilidade e Segurança Operacional GIASO com as Listas Mestras de Verificações utilizadas em cada atividade INSPETORES LÍDERES DE MISSÃO Os Inspetores Líderes de cada missão serão responsáveis por: - Realizar a abertura da inspeção de vigilância, por meio do Gerenciador de Inspeções de Aeronavegabilidade e Segurança Operacional GIASO; - Consolidar o Relatório Técnico, a partir das ocorrências relatadas e não conformidades apontadas pela equipe de inspeção; - Apresentar os documentos previstos para cada atividade antes de iniciar outra missão; - Preencher as Listas Mestras de Verificações do utilizadas em cada atividade do Gerenciador de Inspeções de Aeronavegabilidade e Segurança Operacional GIASO. Página 26
28 9. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES PTA Operações RBAC 121 OPS 121 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal RBAC 121 OPS MODULAÇÃO Auditar a base principal de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando à qualidade das operações baseado nos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes à manutenção de operacionalidade de uma empresa de transporte aéreo. 2 Inspetores de operações no mínimo. 3 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez por ano. Módulo : Políticas e Procedimentos Módulo : Setor de Acompanhamento de Vôo Módulo : Setor de Despacho Operacional de Vôo Módulo : Registros de Operações de Vôo/Jornada de Trabalho Módulo Registros de Programa de Treinamento FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório Técnico e Relatório de Não Conformidade quando aplicado. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Nacional RBAC 121 OPS MODULAÇÃO Auditar as Estações de Linha Nacionais de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando à qualidade das operações na manutenção de suas Especificações Operativas e CHETA. 2 Inspetores de operações. 02 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos em cada Estação. Módulo : Despacho Operacional de Vôo Local Módulo: Despacho Operacional Remoto Módulo: Manuseio de carga Módulo: Manuseio de passageiros Módulo: Organização da Estação Página 27
29 FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Exterior RBAC 121 OPS MODULAÇÃO Auditar as Estações de Linha no Exterior de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando a Qualidade das Operações na manutenção de suas Especificações Operativas e CHETA. 2 Inspetores de operações. 03 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez por ano em Estação nos EUA e a cada 2 anos em cada Estação nos demais países. Módulo I: Despacho Operacional de Vôo Local Módulo II: Despacho Operacional Remoto Módulo III: Manuseio de carga Módulo IV: Manuseio de passageiros Módulo V: Organização da Estação FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico e Relatório de Não Conformidade quando aplicado.. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 4 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 121 OPS Ground School RESULTADO: Auditoria de acompanhamento, em âmbito nacional, do treinamento de solo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. mínimo de 1 inspetor de operações De 5 a 15 dias. Sob demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Página 28
30 Atividade 5 Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 121 OPS Ground School RESULTADO: Auditoria de acompanhamento, no exterior, do treinamento de solo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC mínimo de 1 inspetor de operações De 5 a 15 dias. Sob demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 6 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 121 OPS Realizar auditorias em Base Principal ou Estações de Linha em Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, decorrentes de denúncias qualificadas, ordem judicial ou determinação da Diretoria Colegiada da ANAC. 2 inspetores de operações. 3 dias, em média. Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. O número e qualificação dos Inspetores serão em função da área/módulo abordado quando por ocasião da auditoria. Atividade 7 Auditoria de Certificação Base Principal RBAC 121 OPS Auditar a Base Principal de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando avaliar o nível de segurança operacional das operações com base nos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes à certificação de uma empresa de transporte aéreo. Auditoria conjunta com o setor de aeronavegabilidade. 2 inspetores de operações e 2 inspetores de aeronavegabilidade 3 dias, em média. Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade obrigatória e eventual como parte do processo de emissão do CHETA. Página 29
31 Atividade 8 Auditoria de Certificação Estação de Linha RBAC 121 OPS Auditar as Estações de Linha de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando avaliar o nível de segurança operacional das operações em sua implantação (processo de inclusão de nova estação de linha). Auditoria conjunta com o setor de aeronavegabilidade. 2 inspetores de operações 2 dias, em média. Por demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 9 Voo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 121 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos em território nacional conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 2 inspetores de operações 2 dias, em média. 1 vez a cada certificação de nova rota, aeronave ou área de operação FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 10 Voo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 121 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos internacionais conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 2 inspetores de operações 2 dia, em média. Por demanda. FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Página 30
32 Atividade 11 Vôo de Acompanhamento Nacional RBAC 121 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos em território nacional conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, visando à manutenção de sua operacionalidade. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 1 inspetor de operações 1 dia, em média. Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. Atividade 12 Vôo de Acompanhamento Exterior RBAC 121 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos internacionais conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, visando à manutenção de sua operacionalidade. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 1 inspetor de operações 1 dia, em média. Por demanda. FOP 109; Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. Atividade 13 Exame de Proficiência RBAC 121 OPS Realizar Exames de Proficiência nos pilotos e Examinadores Credenciados dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC Inspetor de operações OPS 3 1 dia, em média. Por demanda. Ficha de Avaliação, FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), Relatório Técnico e Relatório de Missão. Página 31
33 Atividade 14 Demonstração de Evacuação Parcial RBAC 121 OPS Realizar acompanhamento em Demontração de Evacuação Parcial de aeronave dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121. Mínimo 2 Inspetor de operações 1 dia, em média. Por demanda. Ficha de Avaliação, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), Relatório Técnico e Relatório de Missão. Atividade 15 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 121 OPS Vôo e Simulador de Vôo Auditoria de acompanhamento, no Brasil, do treinamento em vôo e em simuladores de vôo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. mínimo de 1 inspetor de operações OPS 3 RESULTADO: De 5 a 15 dias. Sob demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 16 - Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 121 OPS - Vôo e Simulador de Vôo Auditoria de acompanhamento, no exterior, do treinamento em vôo e em simuladores de vôo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. mínimo de 1 inspetor de operações OPS 3 RESULTADO: De 5 a 15 dias. Sob demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Página 32
34 Atividade 17 Auditoria Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional RBAC 121 OPS Auditoria de acompanhamento do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 121, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. 2 inspetores de operações 3 dias, em média. Anual PTA Aeronavegabilidade RBAC 121 AIR121 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal Nacional RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar através de amostragens, se o Operador 121 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Principal da Empresa, conforme o local definido através de suas Especificações Operativas. Esta Auditoria visa inspecionar o Controle Técnico de Manutenção (CTM) quanto ao grau de informatização e controle do Programa de manutenção de Aeronave (PMA), pessoal (qualificação e treinamento), documentação técnica, ferramental, suprimento. Examina-se, também, o correto controle e encaminhamento dos itens em ACR (Ação Corretiva Retardada) e TS, além do atendimento ao Sistema de Análise e Supervisão Continuada (SASC) aceito. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 2 vezes a cada ano FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório de Vigilância de Segurança Operacional (RVSO). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Página 33
35 Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar através de amostragens, se o Operador 121 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá em cada Base Secundária de Manutenção Nacional da Empresa, visando verificar sua capacitação na realização de Manutenção de Linha nas aeronaves em transito ou conforme definido em suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos em cada Estação. Critério a ser observado para as Estações de Linha que realizem atividades de manutenção não limitadas a atendimento. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e RVSO. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar através de amostragens, se o Operador 121 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá em cada Base Secundária de Manutenção no Exterior da Empresa, visando verificar sua capacitação na realização de Manutenção de Linha nas aeronaves em transito ou conforme definido em suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos em cada Estação. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Página 34
36 Atividade 4 Auditoria de Certificação de Base Principal ou Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 121 tem as condições mínimas que permitam a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA) ou a inclusão da Base Secundária de Manutenção nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Principal da Empresa ou na Base Secundária de Manutenção Nacional, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Esta Auditoria visa verificar o atendimento dos procedimentos descritos no Manual Geral de Manutenção (MGM), além do atendimento dos requisitos aplicáveis e a verificação da capacidade da Empresa para realização das atividades solicitadas. Atividade 5 Auditoria de Certificação de Estação de Linha Exterior RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 121 tem as condições mínimas que permitam a inclusão da Estação de Linha nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Estação de Linha no Exterior, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Esta Auditoria visa verificar o atendimento dos procedimentos descritos no Manual Geral de Manutenção (MGM), além do atendimento dos requisitos aplicáveis e a verificação da capacidade da Empresa para realização das atividades solicitadas. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório de Vigilância de Segurança Operacional (RVSO). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 5 Auditoria de Certificação de Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 121 tem as condições mínimas que permitam a inclusão da Base Secundária de Manutenção nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Secundária de Manutenção no Exterior, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Esta Auditoria visa verificar o atendimento dos procedimentos descritos no Manual Geral de Manutenção (MGM), além do atendimento dos requisitos aplicáveis e a verificação da capacidade da Empresa para realização das Página 35
37 atividades solicitadas. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório de Vigilância de Segurança Operacional (RVSO). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 6 Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBAC 121 AIR Realizar auditoria técnica na Sede de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, com intuito de analisar e aprovar ou aceitar os Programas ou Manuais referentes a aeronavegabilidade 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média. Atividade por demanda SEGVOO 124 Não-conformidades de Manuais, Programas e MEL; SEGVOO 111 Aprovação/Aceitação de Material Técnico Esta atividade objetiva diminuir o tempo gasto para aprovação de um Programa ou Manual e será executada sob demanda. Atividade 7 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 121 AIR Auditoria Técnica que visa verificar se o Operador 121 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria terá como escopo denúncia qualificada, Ordem Judicial, solicitação da Diretoria ou evidentes problemas técnicos relacionados aos aspectos de Aeronavegabilidade ou outras atividades de supervisão julgadas pertinentes. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), Relatório Técnico; FOP 109 Nãoconformidades de Auditoria; A auditoria será realizada na Base Principal, Secundária de Manutenção ou Troubleshouting das Empresas. O número e qualificação dos Inspetores serão em função da área/módulo abordado quando por ocasião da auditoria. Página 36
38 Atividade 8 Vistoria Técnica Inicial Nacional RBAC 121 AIR Vistoria Técnica a ser realizada no Brasil, que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave por meio da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave para a emissão do Certificado de Aeronavegabilidade padrão. 2 ou 3 inspetores de aeronavegabilidade. 4 dias, em média Atividade por demanda Lista de Verificação (F ), Relatório de Vistoria (RVSO); Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Esta atividade será executada sob demanda do mercado. Atividade 9 Vistoria Técnica Inicial Exterior RBAC 121 AIR Vistoria Técnica a ser realizada no Exterior, que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave por meio da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave para a emissão do Certificado de Aeronavegabilidade padrão. 2 inspetores de aeronavegabilidade. 7 dias, em média Atividade por demanda Lista de Verificação (F ), Relatório de Vistoria (RVSO); Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Esta atividade será executada sob demanda do mercado. Atividade 10 Vistoria Técnica Especial Nacional RBAC 121 AIR Vistoria Técnica realizada por situações especiais que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave que opera no Brasil, através da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave. 2 inspetores de aeronavegabilidade. Página 37
39 4 dias, em média 1 vez a cada 6 anos ou 15 anos, conforme aplicável (para revalidação do CA), ou atividade especial visando manter o nível de segurança Lista de Verificação (F ), Relatório de Vistoria (RVSO); Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Ofício de Aprovação da aeronave. Atividade 11 Voo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 121 AIR Verificar a capacidade do Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos em território nacional conforme os requisitos de Aeronavegabilidade constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Operações. 1 inspetor de aeronavegabilidade 2 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 12 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 121 AIR Verificar a capacidade do Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 na condução dos vôos internacionais conforme os requisitos de Aeronavegabilidade constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Operações. 1inspetor de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 13 Vôo de Acompanhamento Nacional RBAC 121 AIR Verificar a capacidade do operador na condução dos vôos nacionais, em conformidade com os requisitos de Aeronavegabilidade visando a manutenção dos níveis de segurança. Atividade em conjunto com o setor de Operações inspetor de aeronavegabilidade 2 dias, em média 6 vezes a cada ano, por operador de transporte aéreo regular de passageiro. Relatório de Vôo de Acompanhamento; Lista Mestra de Verificação (LMV); Página 38
40 Notificação de Condição Irregular de Aeronave (NCIA); Auto de Infração Atividade 14 Voo de Acompanhamento Exterior RBAC 121 AIR Verificar a capacidade do operador na condução dos vôos internacionais, em conformidade com os requisitos de Aeronavegabilidade visando a manutenção dos níveis de segurança: Atividade realizada em conjunto com o setor de operações inspetor de aeronavegabilidade. 4 dias, em média 2 vezes a cada ano, por operador de transporte aéreo regular de passageiro. Relatório de Vôo de Acompanhamento; Lista Mestra de Verificação (LMV); Notificação de Condição Irregular de Aeronave (NCIA); Auto de Infração. Atividade 15 Inspeção de Rampa Nacional RBAC 121 AIR e RBHA 129 AIR Inspeção a ser realizada em uma aeronave engajada em operação comercial de transporte público de passageiros e/ou carga, com objetivo de comprovar o cumprimento dos requisitos operacionais e procedimentos aprovados pela autoridade de aviação civil, e sua utilização em etapa intermediária de vôo, seu início ou término, conforme requerido pela legislação aeronáutica em vigor. A inspeção será conduzida em pátio de qualquer aeroporto ou aeródromo brasileiro, abrangendo, além das nossas aeronaves, aquelas que operam segundo o RBHA 129. Atividade realizada em conjunto com o setor de operações 121 e inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média 4 vezes a cada ano, por operador de transporte aéreo regular de passageiros. Relatório de Inspeção de Rampa; Lista Mestra de Verificação (LMV); Notificação de Condição Irregular de Aeronave (NCIA); Auto de Infração e Auto de Interdição. Atividade 16 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de Aeronaves RBAC 121 AIR Supervisão de Profissional Credenciado, em atividade, para a realização de Vistorias de aeronaves 2 inspetores de aeronavegabilidade 2 dias, em média A cada 5 atividades feitas por um Profissional Credenciado, ou pelo menos Página 39
41 uma vez por ano. Formulário de Acompanhamento de Profissional Credenciado (F ). PTA Operações RBAC 135 OPS 135 Atividade 1 Auditoria de Certificação de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Auditar os setores da base principalde Operador Aéreo Regido pelo RBAC 121 ou RBAC 135, ligados ao transporte de passageiros, cargaou mala postal, visando MODULAÇÃO Avaliar nível de segurança 2 inspetores de operações. 3 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos. Módulo: Políticas e Procedimentos Módulo: Setor de Acompanhamento de Vôo Módulo: Setor de Despacho Operacional de Vôo Módulo: Registros de Operações de Vôo/Jornada de Trabalho Módulo: Registros de Programa de Treinamento FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), AI (Auto de Infração), Relatório Técnico e Relatório de Não Conformidade quando aplicado.. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Estação de Linha Nacional/ Base Secundária RBAC 135 OPS Auditoria da Estação de linha/base Secundária do Operador Aéreo regido pelo RBAC 135. Este tipo de auditoria é realizado para acompanhar o Operador Aéreo na manutenção do Certificado ETA. São fiscalizados a Estação de linha/base Secundária da Empresa e demais documentos relacionados, incluindo, conforme o caso, registros individuais dos tripulantes, arquivos de Manifesto de carga, cópias dos Diários de Bordo, coordenação de vôo, aeronaves quanto à documentação operacional, entrevistas com os tripulantes e, no caso das Linhas Aéreas, é realizado um vôo de acompanhamento. 2 Inspetores de operações 3 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 3 anos em cada Estação. Página 40
42 MODULAÇÃO Módulo I: Liberação Operacional de Vôo Local Módulo II: Liberação Operacional Remoto Módulo III: Manuseio de carga Módulo IV: Manuseio de passageiros Módulo V: Organização da Estação FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico e Relatório de Não Conformidade quando aplicado. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 3 Auditoria de Introdução Nova Aeronave Nacional RBAC 135 OPS Auditoria de Introdução de nova(s) aeronave(s) nas Especificações Operativas do Operador Aéreo regidos pelo RBAC 135 e pela IAC B 2 Inspetores de operações. 2 dias, em média 1 vezes a cada introdução de nova aeronave (por demanda). Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109. Atividade 4 Auditoria de Certificação Base Principal Nacional RBAC 135 OPS Auditoria de Certificação Inicial da Base Principal do Operador Aéreo regido pelo RBAC Inspetores de operações. 3 dias, em média Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109 e Relatório Técnico. A Auditoria de Certificação é realizada por demanda. Atividade 5 - Auditoria de Certificação Inicial Base Secundária RBAC 135 OPS Auditoria de Certificação Inicial da Base Secundária do Operador Aéreo regido pelo RBAC Inspetores de operações. 3 dias, em média Por demanda Página 41
43 Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109 e Relatório Técnico. A Auditoria de Certificação é realizada por demanda. Atividade 6 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 135 OPS Auditorias realizadas em Base Principal ou Secundária de Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, decorrentes de denúncias qualificadas, não conformidades, ordem judicial ou solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC. 2 Inspetores de operações. 3 dias, em média Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109 Relatório Técnico, Relatório Técnico. Atividade 7 Auditoria de Carga Externa Nacional RBAC 135 OPS Auditoria realizada fins emissão da Autorização para Operações de Helicópteros com Carga Externa segundo o RBAC 133 e IAC : 2 Inspetores de operações. 3 dias, em média Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109, Relatório Técnico, Autorização para Operações de Helicópteros com Carga Externa. Atividade 8 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 135 OPS Ground School RESULTADO: Auditoria de acompanhamento, em âmbito nacional, do treinamento de solo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. Mínimo de 1 inspetor de operações 2 a 5 dias Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Página 42
44 Atividade 9 Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 135 OPS Ground School RESULTADO: Auditoria de acompanhamento, no exterior, do treinamento de solo Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC Mínimo de 1 inspetor de operações 2 a 5 dias Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 10 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 135 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 135 na condução dos vôos em território nacional conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 1 inspetor de operações 3 dias, em média 1 vez a cada certificação de nova rota, aeronave ou área de operação (sob demanda) FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 11 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 135 OPS Verificar a Habilidade de Operador Aéreo regido pelo RBAC 135 na condução dos vôos internacionais conforme os parâmetros de Segurança Operacional constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Aeronavegabilidade. 1inspetor de operações 5 dias, em média Por demanda. FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 12 Auditoria Programa de Treinamento Nacional Empresa RBAC 135 OPS Vôo e Simulador de Vôo Auditoria de acompanhamento, em âmbito nacional, do treinamento em Vôo ou Página 43
45 em Simulador de Vôo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. Mínimo de 1 inspetor de operações OPS 3 RESULTADO: 2 a 5 dias Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 13 Auditoria Programa de Treinamento Exterior Empresa RBAC 135 OPS Vôo e Simulador de Vôo Auditoria de acompanhamento, no exterior, do treinamento em Vôo ou em Simulador de Vôo dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC Mínimo de 1 inspetor de operações OPS 3 RESULTADO: 2 a 5 dias Por demanda. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade 14 Auditoria Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional RBAC 135 OPS Auditoria de acompanhamentodo Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional dos Operadores Aéreos regidos pelo RBAC 135, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. 2 inspetores de operações 3 dias, em média. Sob demanda Página 44
46 PTA Inspeção de Rampa PISOR Atividade 1 Inspeção de Rampa Nacional (PISOR) Inspeção a ser realizada em uma aeronave de empresas regidas pelos RBACs 135 e 121 e RBHAs 91 e 129 com objetivo de comprovar o cumprimento dos requisitos operacionais e procedimentos aprovados pela autoridade de aviação civil, e sua utilização em etapa intermediária de vôo, seu início ou término, conforme requerido pela legislação aeronáutica em vigor. A inspeção será conduzida em pátio de qualquer aeroporto ou aeródromo brasileiro, com duração de, aproximadamente, 30 minutos em aeronaves que operem segundo os RBACs e RBHAs acima mencionados. A Inspeção de Rampa deve constar, basicamente, do seguinte: 1 Verificação dos documentos ligados a aeronavegabilidade de porte obrigatório em aeronaves; 2 Equipamentos de emergência a bordo. CRITÉRIO DE Mínimo de 2 inspetores 1 dia, dependendo da localidade 1 ou 2 vezes a cada ano dependendo do aeródromo. Lista Mestra de Verificação (LMV), NCIA, Auto de Infração, Auto de Interdição e Relatório de Rampa. Atividade 2 Inspeção de Rampa Nacional (PISOR) por Demanda Inspeção a ser realizada em uma aeronave de empresas regidas pelos RBACs 135 e 121 e RBHAs 91 e 129 com objetivo de comprovar o cumprimento dos requisitos operacionais e procedimentos aprovados pela autoridade de aviação civil, e sua utilização em etapa intermediária de vôo, seu início ou término, conforme requerido pela legislação aeronáutica em vigor. A inspeção será conduzida em pátio de qualquer aeroporto ou aeródromo brasileiro, com duração de, aproximadamente, 30 minutos em aeronaves que operem segundo os RBACs e RBHAs acima mencionados. A Inspeção de Rampa deve constar, basicamente, do seguinte: 1 Verificação dos documentos ligados a aeronavegabilidade de porte obrigatório em aeronaves; 2 Equipamentos de emergência a bordo. CRITÉRIO DE Mínimo de 2 inspetores 1 dia, dependendo da localidade Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV), NCIA, Auto de Infração, Auto de Interdição e Relatório de Rampa. Página 45
47 PTA Aeronavegabilidade RBAC 135 AIR 135 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Base Principal Nacional RBAC 135 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar por meio de amostragens, se o Operador 135 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Principal da Empresa, conforme o local definido através de suas Especificações Operativas. Esta Auditoria visa inspecionar o Controle Técnico de Manutenção (CTM) quanto ao grau de informatização e controle do Programa de Manutenção de Aeronave (PMA), pessoal (qualificação e treinamento), documentação técnica, ferramental, suprimento. Examina-se, também, o correto controle e encaminhamento dos itens em ACR (Ação Corretiva Retardada) e TS (Troubleshooting). 2 inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos. Relatório Técnico; Lista Mestra de Verificação (LMV); FOP 109 Nãoconformidades de Auditoria; RNC Resumo de Não-conformidades de Auditoria. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Nacional RBAC 135 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar através de amostragens, se o Operador 135 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá em cada de Manutenção Nacional da Empresa, visando verificar sua capacitação na realização de Manutenção de Linha nas aeronaves em transito ou conforme definido em suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos a cada Estação. Critério a ser observado para as Estações de Linha que realizam atividades de manutenção não limitadas a atendimento. Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 135 AIR Página 46
48 Auditoria Técnica que visa avaliar através de amostragens, se o Operador 135 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria transcorrerá em cada Base Secundária de Manutenção no Exterior da Empresa, visando verificar sua capacitação na realização de Manutenção de Linha nas aeronaves em transito ou conforme definido em suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 4 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos a cada Estação. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 4 Auditoria de Certificação de Base Principal ou Estação de Linha Nacional RBAC 135 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 135 tem as condições mínimas que permitam a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA) ou a inclusão da Base Secundária de Manutenção nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Principal da Empresa ou na Base Secundária de Manutenção Nacional, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Esta Auditoria visa verificar sua capacitação na realização das atividades solicitadas. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 5 Auditoria de Certificação de Base Secundária de Manutenção Exterior RBAC 135 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 135 tem as condições mínimas que permitam a inclusão da Base Secundária de Manutenção nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Base Secundária de Manutenção no Exterior, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Página 47
49 Esta Auditoria visa verificar o atendimento dos procedimentos descritos no Manual Geral de Manutenção (MGM), além do atendimento dos requisitos aplicáveis e a verificação da capacidade da Empresa para realização das atividades solicitadas. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório de Vigilância de Segurança Operacional (RVSO). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 6 Auditoria de Certificação de Estação de Linha Exterior RBAC 135 AIR Auditoria Técnica que visa avaliar se o Operador 135 tem as condições mínimas que permitam a inclusão da Estação de Linha nas Especificações Operativas da Empresa. Neste caso, a auditoria transcorrerá na Estação de Linha no Exterior, conforme o local definido por meio da solicitação da Empresa. Esta Auditoria visa verificar o atendimento dos procedimentos descritos no Manual Geral de Manutenção (MGM), além do atendimento dos requisitos aplicáveis e a verificação da capacidade da Empresa para realização das atividades solicitadas. 2 inspetores de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório de Vigilância de Segurança Operacional (RVSO). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 7 Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBAC 135 AIR Realizar auditoria técnica na Sede de Operador Aéreo regido pelo RBAC 135, com intuito de analisar e aprovar ou aceitar os Programas ou Manuais referentes a aeronavegabilidade 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média. Atividade por demanda Página 48
50 FOP 124 Não-conformidades de Manuais, Programas e MEL; SEGVOO 111 Aprovação/Aceitação de Material Técnico Esta atividade objetiva diminuir o tempo gasto para aprovação de um Programa ou Manual e será executada sob demanda. Atividade 8 Auditoria Especial Operador Aéreo Nacional RBAC 135 AIR BJETIVO: Auditoria Técnica que visa verificar se o Operador 135 mantém as condições mínimas que permitiram a outorga do Certificado de Empresa de Transporte Aéreo (Certificado ETA). Neste caso, a auditoria terá como escopo denúncia qualificada, Ordem Judicial, solicitação da Diretoria ou evidentes problemas técnicos relacionados aos aspectos de Aeronavegabilidade ou outras atividades de supervisão julgadas pertinentes. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), Relatório Técnico; FOP 109 Nãoconformidades de Auditoria; A auditoria será realizada na Base Principal, Secundária de Manutenção ou Troubleshooting das Empresas. O número e qualificação dos Inspetores serão em função da área/módulo abordado quando por ocasião da auditoria. Atividade 9 Vistoria Técnica Inicial Nacional RBAC 135 AIR Vistoria Técnica a ser realizada no Brasil, que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave por meio da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave para a emissão do Certificado de Aeronavegabilidade padrão. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Lista de Verificação (F ), Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Esta atividade será executada sob demanda do mercado. Atividade 10 Vistoria Técnica Inicial Exterior RBAC 135 AIR Página 49
51 Vistoria Técnica a ser realizada no Exterior, que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave por meio da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave para a emissão do Certificado de Aeronavegabilidade padrão. 2 Inspetores de aeronavegabilidade 7 dias, em média. Atividade por demanda. Lista de Verificação (F ), Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Esta atividade será executada sob demanda do mercado. Atividade 11 Vistoria Técnica Especial Nacional RBAC 135 AIR Vistoria Técnica realizada por situações especiais que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave que opera no Brasil, através da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave. 2 inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Lista de Verificação (F ), Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Atividade 12 Vôo de Avaliação Operacional Nacional RBAC 135 AIR Verificar a capacidade do Operador Aéreo regido pelo RBAC 135 na condução dos vôos em território nacional conforme os requisitos de Aeronavegabilidade constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Operações. 1 inspetor de aeronavegabilidade 3 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 13 Vôo de Avaliação Operacional Exterior RBAC 135 AIR Página 50
52 Verificar a capacidade do Operador Aéreo regido pelo RBAC 135 na condução dos vôos internacionais conforme os requisitos de Aeronavegabilidade constantes dos Regulamentos em vigor, antes da emissão das Especificações Operativas da Empresa. Operação em conjunto com o setor de Operações. 1inspetor de aeronavegabilidade 4 dias, em média Atividade por demanda FOP 109, FOP 112, Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 13 Vôo de Acompanhamento RBAC 135 AIR Verificar a capacidade do operador na condução dos vôos nacionais, em conformidade com os requisitos de Aeronavegabilidade visando a manutenção dos níveis de segurança. Atividade em conjunto com o setor de Operações inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório de Inspeção de Rampa; Notificação de Condição Irregular de Aeronave (NCIA); Auto de Infração e Auto de Interdição. Atividade 14 Inspeção de Rampa Nacional RBAC 135 AIR Inspeção a ser realizada em uma aeronave engajada em operação comercial de transporte público de passageiros e/ou carga, com objetivo de comprovar o cumprimento dos requisitos operacionais e procedimentos aprovados pela autoridade de aviação civil, e sua utilização em etapa intermediária de vôo, seu início ou término, conforme requerido pela legislação aeronáutica em vigor. A inspeção será conduzida em pátio de qualquer aeroporto ou aeródromo brasileiro. Atividade em conjunto com o setor de Operações inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média 4 vezes a cada ano, por operador de transporte aéreo regular de passageiros. Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório de Inspeção de Rampa; Notificação de Condição Irregular de Aeronave (NCIA); Auto de Infração e Auto de Interdição. Atividade 15 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de Aeronaves RBAC 135 AIR Página 51
53 CRITÉRIO DE Supervisão de Profissional Credenciado, em atividade, para a realização de Vistorias de Aeronaves 2 inspetores de aeronavegabilidade 2 dias, em média A cada 5 atividades executadas por um Profissional Credenciado, ou pelo menos uma vez por ano. Formulário de Acompanhamento de Profissional Credenciado (F ). PTA Centros de Instrução de Aviação Civil CIAC 141 Atividade 1 Auditoria CIAC Renovação Nacional RBHA 141 PEL Inspeção realizada em Centro de Instrução de Aviação Civil CIAC, constituindo-se etapa integrante do processo de renovação de sua Certificação ou da aprovação dos cursos. 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Uma vez, um ano após a certificação inicial ou à aprovação de novo curso. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Portaria de renovação da certificação inicial ou suspensão ou cancelamento da certificação ou da aprovação do curso (se cabível); Publicação da Portaria no DOU; Auto de Infração (se cabível); Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 2 Auditoria CIAC Certificação Nacional RBHA 141 PEL Inspeção realizada em Centro de Instrução de Aviação Civil CIAC, constituindo-se etapa integrante do processo de certificação inicial, de aprovação de novos cursos ou Base Operacional. 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Item para publicação no DOU; e Portaria da Certificação CIAC. Página 52
54 Atividade 3 Auditoria CIAC Acompanhamento Nacional RBHA 141 PEL Inspeção realizada para verificação das condições operativas de um CIAC, visando um acompanhamento contínuo de suas atividades ou Inspeção nas Áreas de Segurança Operacional da ANAC. 2 inspetores de PEL 2 dias em média Uma vez a cada 02 (dois) anos. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Auto de Infração (se cabível); e Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão Atividade 4 Auditoria CIAC CMV Nacional RBHA 141 PEL Trata-se do acompanhamento do treinamento prático dos cursos de Comissário de Vôo ministrados pelos CIAC 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Auto de Infração (se cabível); Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível); e Item para publicação no DOU suspendendo ou cancelando cursos (se cabível). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 5 Auditoria CIAC Satélite Nacional RBHA 141 PEL Inspeção realizada por solicitação de um Centro de Instrução de Aviação Civil CIAC, para a obtenção da Certificação de uma Filial ou de Mudança de Endereço de um CIAC. 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Por demanda. Página 53
55 Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Item para publicação no DOU; Portaria de Certificação da filial ou da mudança de endereço; Auto de Infração (se cabível); e Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada conforme estabelecido acima para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 6 Auditoria CIAC Especial Nacional RBHA 141 PEL Inspeções realizadas com a finalidade de apurar Denúncia Qualificada, atender a Ordem Judicial ou Solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC, relacionadas ao descumprimento dos requisitos estabelecidos no RBHA inspetores de PEL 2 dias, em média Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Auto de Infração (se cabível); Item para publicação no DOU suspendendo ou cancelando cursos (se cabível); e Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). Este tipo de inspeção só ocorre por demanda. Geralmente as denúncias chegam por diversos meios, como por exemplo, oriundo da Ouvidoria ou de usuários. Atividade 7 Auditoria CIAC MMA Nacional RBHA 141 PEL Acompanhamento do início da parte prática do curso de MMA nas habilitações GMP, CEL e AVI (RBHA 65). 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Notificação de Inspeção; Relatório de Inspeção com nota técnica; Auto de Infração (se cabível); Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível); e Item para publicação no DOU suspendendo ou cancelando cursos (se cabível). Atividade 8 Auditoria Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional RBHA 141 PEL Auditoria de acompanhamentodo Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional dos CIACs regidos pelo RBHA 141, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. 2 inspetores PEL 3 dias, em média. Página 54
56 Sob demanda PTA Centros de Treinamento CT 142 Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Centro de Treinamento - Nacional RBHA 142PEL Auditoria de Acompanhamento na sede (ou satélite) do Centro de Treinamento, com o objetivo de verificar o cumprimento dos requisitos do RBHA 142 e das autorizações e limitações das Especificações de Treinamento 2 inspetores de PEL. 3 dias, em média No mínimo, uma vez a cada dois anos por centro de treinamento. Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria de Acompanhamento; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável). Atividade 2 Auditoria de Certificação Centro de Treinamento - Nacional RBHA 142 PEL Auditoria de Certificação na sede (ou satélite) do candidato à certificação como Centro de Treinamento, com o objetivo de verificar se atende aos requisitos do RBHA 142, no que tange às instalações, equipamento, pessoal e material instrucional. 2 inspetores de PEL. 3 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório da Auditoria de Certificação. Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável). Atividade 3 Auditoria de Acompanhamento Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142PEL Auditoria de Acompanhamento na sede (ou satélite) do Centro de Treinamento, com o objetivo de verificar o cumprimento dos requisitos do RBHA 142 e as autorizações e limitações das Especificações de Treinamento 2 inspetores de PEL. 6 dias, em média No mínimo, uma vez a cada dois anos por centro de treinamento. Página 55
57 Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria de Acompanhamento; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável). Atividade 4 Auditoria de Certificação Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Auditoria de Certificação na sede (ou Satélite) do candidato à certificação como Centro de Treinamento Estrangeiro, com o objetivo de verificar se atende aos requisitos da regulamentação brasileira, no que tange às instalações, equipamento, pessoal e material instrucional 2 inspetores de PEL 6 dias, em média DE Por demanda CRITÉRIO Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório da Auditoria; Relatório de Não Conformidades para os Centros de Treinamento; Emissão de Certificado e Especificações de Treinamento do Centro de Treinamento Atividade 5 Auditoria de Renovação de Certificação Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Auditoria de Renovação de Certificação na sede (ou Satélite) do Centro de Treinamento Estrangeiro, com o objetivo de verificar o cumprimento dos requisitos da regulamentação brasileira no que tange às instalações, equipamento, pessoal e material instrucional e das autorizações e limitações das Especificações de Treinamento. 2 inspetores de PEL 6 dias, em média Uma vez a cada dois anos por centro de treinamento. Lista Mestra de Verificação (LMV) e Relatório da Auditoria; Relatório de Não Conformidades para os Centros de Treinamento ou empresas aéreas brasileiras (caso aplicável); Emissão de Certificado e Especificações de Treinamento do Centro de Treinamento Atividade 6 Auditoria do Programa de Treinamento Nacional RBHA 142 PEL Auditoria de acompanhamento, em âmbito nacional, do treinamento de solo e /ou em simulador com a finalidade de verificação: a) do cumprimento do programa aprovado pela ANAC; b) do Instrutor e c) do Examinador Credenciado. 1 ou 2 inspetores de PEL 2 a 15 dias Por demanda Página 56
58 RESULTADO: Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável) e Relatório Técnico (caso aplicável) Atividade 7 Auditoria do Programa de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Auditoria de acompanhamento, no exterior, do treinamento de solo e /ou em simulador com a finalidade de verificação: a) do cumprimento do programa aprovado pela ANAC; b) do Instrutor e c) do Examinador Credenciado. 1 ou 2 inspetores de PEL 2 a 15 dias RESULTADO: Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável) e Relatório Técnico (caso aplicável) Atividade 8 Auditoria Especial Centro de Treinamento Nacional RBHA 142 PEL Auditoria na sede (ou satélite) do Centro de Treinamento motivada por eventos relacionados com acidentes, incidentes e denúncias. 2 inspetores de PEL 3 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável) e Relatório Técnico e Auto de Infração (AI) O número e qualificação dos Inspetores serão em função da área/módulo abordado quando por ocasião da auditoria. Atividade 9 Auditoria Especial Centro de Treinamento - Exterior RBHA 142 PEL Auditoria na sede (ou satélite) do Centro de Treinamento Estrangeiro motivada por eventos relacionados com acidentes, incidentes e denúncias. 2 inspetores de PEL 6 dias, em média Por demanda. Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório da Auditoria; Modificações do Programa de Treinamento e Especificações de Treinamento (caso aplicável) e Página 57
59 Relatório Técnico e Auto de Infração (AI) O número e qualificação dos Inspetores serão em função da área/módulo abordado quando por ocasião da auditoria. Atividade 10 Auditoria Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional RBHA 142 PEL Auditoria de acompanhamento do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional dos Centros de Treinamento regidos pelo RBHA 142, com a finalidade de verificação do cumprimento do programa proposto pela Empresa e aprovado pela ANAC. 2 inspetores PEL 3 dias, em média. Sob demanda PTA Exames Atividade 1 Auditoria em cursos ministrados por CIAC Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Vistoriar documentos de matrícula, fichas individuais e de avaliação dos cursos ministrados em Centro de Instrução de Aviação Civil CIAC, para verificação de dados, informações, estatísticas inexatas ou adulteradas que são encaminhadas ao Grupo de Exames, para fins de matrícula, aprovação e cadastramento dos candidatos para os exames da ANAC. 2 inspetores PEL 2 dias, em média Por demanda Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades, caso haja, e se não houver, o relatório será para subsídio de autorização. Comunicação ao CIAC para informações relativas ao resultado da vistoria e das providências a serem tomadas, em caso de não-conformidades. Auto de Infração, se cabível. Emissão de Relatório Final para o Grupo de Escolas para fins de emissão de renovação da homologação. Atividade 2 Auditoria Técnica em Empresa Aérea Nacional (RBAC 121) RBHA 61, 63 e 65 PEL Página 58
60 Realizar a supervisão e acompanhamento do banco de questões das Empresas Aéreas, consideradas autorizadas, para fins de aplicação de exames teóricos visando à habilitação de pilotos, comissários, mecânicos de vôo e despachantes operacionais com o objetivo de adequá-lo às normas técnicas, nacionais e internacionais, de segurança de vôo, bem como às pedagógicas objetivando a validade do instrumento de avaliação. 3 inspetores PEL 3 dias, em média 1 vez a cada 2 anos Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades, caso haja, e se não houver, o relatório será p/ subsídio de autorização. Comunicação à empresa para informações relativas ao resultado da vistoria. Caso a empresa esteja em conformidade, receberá a autorização da SSO. Atividade 3 Visita Técnica a locais de realização de exames on line Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Verificar a operação do sistema, visando o acompanhamento da realização das provas on-line, para fins de adequação aos Regulamentos aplicáveis e ao MPR /SSO. 2 inspetores PEL 2 dias, em média 1 vez a cada 1 ano Relatório para futuras revisões do Sistema Interativo de Provas On-Line, bem como para adequação aos Regulamentos e IS aplicáveis. Comunicação oficial das não conformidades e das ações corretivas necessárias, se aplicável. Atualização das Instruções Gerais para o pessoal envolvido e do Manual de Instruções para o Candidato. Subsídios para futuros treinamentos de pessoal. Esta atividade é de caráter OBRIGATÓRIO para a SSO, pois a implantação do Sistema de Provas Interativas é complexa, necessita de acompanhamento periódico e efetivo, tanto técnico como pedagógico, para garantia da fidedignidade e validade dos Exames, bem como para a credibilidade da avaliação obrigatória. Amparo: Regimento Interno da ANAC, Art. 43, Inciso IV. Atividade 4 Aplicação de Exame Teórico Nacional para Convalidação de Licenças RBHA 61, 63 e 65 PEL Aplicar, em território nacional, exames teóricos de proficiência, por solicitação de Empresas Aéreas Brasileiras, para fins de Convalidação de Licenças de Aeronautas/Aeroviários estrangeiros que tenham vínculo empregatício com as mesmas, e realizem funções em aeronaves brasileiras. (Ex: MMA/DOV/CMS/PIL). 2 inspetores PEL Página 59
61 2 dias, em média Por demanda Relatórios de Ocorrências, para fins de emissão de Quadros de Resultados dos Exames. Comunicação oficial à Empresa com a finalidade de divulgar os resultados. Emissão de Relatório Final para o Grupo de Habilitação para fins de emissão de Licença correspondente. Esta atividade está explicitada na regulamentação brasileira, no RBHA 61 (item 61.19), no RBHA 63 (item 63.2), no CBA (título V, Cap. I, Art. 156, 157, 158(parágrafo único), bem como no Anexo I (ICAO), parágrafo 1.2.2, que recomenda que as licenças expedidas pelo Estado Contratante sejam convalidadas por outro, observando-se os acordos bilaterais. Atividade 5 Aplicação de Exame Teórico no Exterior RBHA 61, 63 e 65 PEL Aplicar, no exterior, exames teóricos de proficiência, por solicitação de Empresas Aéreas Brasileiras, para fins de Convalidação de Licenças de Aeronautas/Aeroviários estrangeiros que tenham vínculo empregatício com as mesmas, e realizem funções em aeronaves brasileiras. (Ex: MMA/DOV/CMS/PIL). 2 inspetores de PEL 5 dias, em média Por demanda Relatórios de Ocorrências, para fins de emissão de Quadros de Resultados dos Exames. Comunicação à Empresa com a finalidade de divulgar os resultados. Emissão de Relatório Final para o Grupo de Habilitação para fins de emissão de Licença correspondente. Esta atividade está explicitada na regulamentação brasileira, no RBHA 61 (item 61.19), no RBHA 63 (item 63.2), no CBA (título V, Cap. I, Art. 156, 157, 158(parágrafo único), bem como no Anexo I (ICAO), parágrafo 1.2.2, que recomenda que as licenças expedidas pelo Estado Contratante sejam convalidadas por outro, observando-se os acordos bilaterais. Esta atividade é desenvolvida fora do território nacional. Neste caso, é indicado que a empresa possua, na base solicitada, pessoal que não possa se afastar, por não ter quem o substitua. Atividade 6 Exame de Proficiência DOV Nacional RBHA 65 PEL Aplicar exames teóricos de proficiência, por solicitação de centro de Instrução de Aviação Civil CIAC, destinados a candidatos a Despachante Operacional de Vôo. 2 inspetores de PEL 2 dias, em média Página 60
62 Por demanda Relatórios de Ocorrências, para fins de emissão de Quadros de Resultados dos Exames e inclusão dos resultados no Sistema Saci. Comunicação oficial ao CIAC com a finalidade de divulgar os resultados. Esta atividade é de caráter OBRIGATÓRIO para a SSO, de acordo com o Regimento Interno da ANAC, Art. 43, Inciso IV. Atividade 7 - Aplicação de Exame Teórico Nacional On Line RBHA 61, 63 e 65 PEL Aplicar exames teóricos a candidatos à obtenção de uma licença e/ou habilitação ou de revalidação de CHT em locais distantes dos grandes centros, em datas estabelecidas de acordo com a demanda de candidatos. 2 inspetores PEL 2 dias Por demanda Relatórios de Ocorrências, para fins de emissão de Quadros de Resultados dos Exames, quando aplicável, e inclusão dos resultados no Sistema Saci. Atividade 8 Auditoria Técnica em Centro de Treinamento Nacional (RBHA 142) Realizar a supervisão e acompanhamento do banco de questões dos Centros de Treinamento, em âmbito nacional, para fins de aplicação de exames teóricos visando à habilitação de pilotos, comissários, mecânicos de voo e despachantes operacionais com o objetivo de adequá-lo aos requisitos do Programa de Treinamento aprovado, às normas técnicas, nacionais e internacionais, de segurança de voo, bem como às pedagógicas objetivando a validade do instrumento de avaliação. 2 inspetores de PEL 3 dias, em média 1 vez a cada 2 anos Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades e proposta de ações corretivas para o Centro de Treinamento. Quando as ações corretivas forem atendidas no prazo especificado, o relatório será subsídio da aprovação citada em RBHA e Atividade 9 Auditoria Técnica em Centro de Treinamento no Exterior (RBHA 142) Realizar a supervisão e acompanhamento do banco de questões dos Centros de Treinamento, no exterior, para fins de aplicação de exames teóricos visando à habilitação de pilotos, comissários, mecânicos de voo e despachantes operacionais com o objetivo de adequá-lo aos requisitos do Programa de Página 61
63 Treinamento aprovado, às normas técnicas, nacionais e internacionais, de segurança de voo, bem como às pedagógicas objetivando a validade do instrumento de avaliação. 2 inspetores de PEL 3 dias, em média Por demanda Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades e proposta de ações corretivas para o Centro de Treinamento. Quando as ações corretivas forem atendidas no prazo especificado, o relatório será subsídio da aprovação citada em RBHA e Atividade 10 Auditoria Técnica em Empresa Aérea Nacional (RBAC 135) RBHA 61, 63 e 65 PEL Avaliar, através de amostragens, se o Operador 135 mantém as condições mínimas que permitam a autorização para aplicação de exames teóricos visando à habilitação de pilotos, comissários, mecânicos de voo e despachantes operacionais e se dispõe das condições necessárias para a manter um banco de questões adequado às normas técnicas, nacionais e internacionais, de segurança de voo, bem como às pedagógicas objetivando a validade do instrumento de avaliação. 3 inspetores PEL 3 dias, em média Por demanda Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades, caso haja, e se não houver, o relatório será p/ subsídio de autorização. Comunicação à empresa para informações relativas ao resultado da vistoria. Caso a empresa esteja em conformidade, receberá a autorização da SSO. Atividade 11 Auditoria Especial em cursos ministrados por CIAC Nacional RBHA 61, 63 e 65 PEL Apurar Denúncia Qualificada, atender a Ordem Judicial ou Solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC, relacionadas ao descumprimento dos requisitos estabelecidos no RBHA inspetores PEL 2 dias, em média Por demanda Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades, caso haja, e se não houver, o relatório será para subsídio de autorização. Comunicação ao CIAC para informações relativas ao resultado da vistoria e das providências a Página 62
64 serem tomadas, em caso de não-conformidades. Auto de Infração, se cabível. Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). Atividade 12 Auditoria Especial Empresa Aérea Nacional (RBAC 121 e 135) RBHA 61, 63 e 65 PEL Apurar Denúncia Qualificada, atender a Ordem Judicial ou Solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC, relacionadas ao descumprimento dos requisitos estabelecidos nos RBACs e RBHAs aplicáveis. 3 inspetores PEL 3 dias, em média Por demanda Relatório de vistoria para fins de informação de não conformidades, caso haja, e se não houver, o relatório será para subsídio de autorização. Comunicação à Empresa para informações relativas ao resultado da vistoria e das providências a serem tomadas, em caso de não-conformidades. Auto de Infração, se cabível. Abertura de processo administrativo para processamento de multa (se cabível). PTA Saúde e Medicina - SM Atividade 2 Fiscalização Corrente de Base Médicos/Clínicas Credenciadas Nacional RBHA/RBAC 67 PEL Verificação de cumprimento do RBAC 67 com vistas a auditagem de CCF e Inspeções de Saúde. 1 inspetor e 1 servidor 2 dias, em média 1 vez por ano para clínica credenciada e cada médico que emitiu 100 ou mais CCF no ano anterior ou 1 vez a cada 2 anos para os demais. Relatório de Inspeção e Parecer Técnico. Atividade 3 Vôo Cláusula de Flexibilidade Nacional RBHA 67 PEL Inspeção de pilotos sujeitos à cláusula de flexibilidade, com a realização do teste Página 63
65 médico em vôo, para a concessão de CCF. : 1 médico atuando em conjunto com 1 inspetor de OPS 2 dias, em média Por demanda PTA Licenças PEL Atividade 1 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBAC 121 PEL Verificação do cumprimento da Lei 7.183/84 e da Portaria 3.016/88, bem como dos processos de licenças e CHT em empresas regidas pelo RBAC inspetores de PEL 2 dias, em média 2 vezes por ano, em cada operador aéreo. Relatório Técnico. Notificações de Infração. Atividade 2 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBAC 135 PEL Verificação do cumprimento da Lei 7.183/84 e da Portaria 3.016/88, bem como dos processos de licenças e CHT em empresas regidas pelo RBAC inspetores de PEL 2 dias, em média Uma vez por ano, por operador Relatório Técnico. Notificações de Infração. Atividade 3 Visita Técnica Operador Aéreo Exterior RBHA 61 PEL Visita Técnica com vistas à revalidação de CHT de pilotos brasileiros, detentores de licença de piloto emitida segundo o RBHA 61, operando no exterior. 2 inspetores de PEL 2 dias, em média 1 vez por ano Página 64
66 Relatório Técnico. Notificações de Infração. Atividade 4 Vistoria Operador Aéreo Nacional RBHA 91 PEL Verificação do cumprimento da Lei 7.183/84 e da Portaria 3.016/88, bem como dos processos de licenças e CHT em empresas de Serviços Aéreos Especializados que possuem Operadores de Equipamentos Especiais OEE. 2 inspetores de PEL 3 dias, em média Uma vez por ano Relatório Técnico. Notificações de Infração. Atividade 5 Vistoria por Demanda Operador Aéreo Nacional RBAC 121 PEL Verificação do cumprimento da Lei 7.183/84 e da Portaria 3.016/88, bem como dos processos de licenças e CHT em empresas regidas pelo RBAC 121, em vistorias não programadas, motivadas por indícios de irregularidades verificadas internamente no setor, denúncia qualificada, ordem judicial ou solicitação da Diretoria da ANAC. 2 inspetores de PEL 3 dias, em média Por demanda Relatório Técnico. Notificações de Infração. Atividade 6 Vistoria por Demanda Operador Aéreo Nacional RBAC 135 PEL Verificação do cumprimento da Lei 7.183/84 e da Portaria 3.016/88, bem como dos processos de licenças e CHT em empresas regidas pelo RBAC 135, em vistorias não programadas, motivadas por indícios de irregularidades verificadas internamente no setor, denúncia qualificada, ordem judicial ou solicitação da Diretoria da ANAC. 2 inspetores de PEL Página 65
67 3 dias, em média Por demanda Relatório Técnico. Notificações de Infração. PTA Proficiência Lingüística Prof Ling Atividade 1 Exame de Proficiência Linguística Nacional RBHA 61 PEL Aplicação do Proficiency Test, para certificação de pilotos que fazem voos internacionais. A atividade é realizada por examinadores do Grupo de Proficiência Linguística da SSO. 1 a 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 3 dias, em média Sob demanda Relatório de avaliação e gravações referentes às interações. Atividade 2 Inspeção Inicial em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Inspeção inicial das instalações, equipamentos, pessoal administrativo disponível, avaliação de procedimentos e proficiência técnica de pessoal indicado para atuar como Examinador Credenciado de Proficiência Linguística em Entidade Nacional. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 3 dias, em média Sob demanda Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 3 Inspeção Inicial em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Inspeção inicial das instalações, equipamentos, pessoal administrativo disponível, avaliação de procedimentos e proficiência técnica de pessoal indicado para atuar como Examinador Credenciado de Proficiência Linguística em Entidade Estrangeira. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 5 dias, em média Página 66
68 Sob demanda Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 4 Vistoria Periódica em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Supervisão dos procedimentos de avaliação relativos à aplicação do Proficiency Test por Entidades Credenciadas Nacionais com vistas à manutenção do credenciamento, incluindo o acompanhamento da aplicação do Proficiency Test por Examinador Credenciado de Proficiência Linguística. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 3 dias, em média Pelo menos 1 vistoria anual em cada entidade nacional já credenciada (vigilância continuada). Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 5 Vistoria Periódica em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Supervisão dos procedimentos de avaliação relativos à aplicação do Proficiency Test por Entidades Credenciadas Estrangeiras com vistas à manutenção do credenciamento, incluindo o acompanhamento da aplicação do Proficiency Test por Examinador Credenciado de Proficiência Linguística. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 5 dias, em média Pelo menos 1 vistoria anual em cada entidade estrangeira já credenciada (vigilância continuada). Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 6 Vistoria Especial em Entidade Credenciada Nacional RBHA 61 PEL Vistorias realizadas com a finalidade de apurar Denúncia Qualificada, atender a Ordem Judicial ou Solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC, relacionada à aplicação do Proficiency Test em Entidade Credenciada Nacional. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 2 dias, em média Sob demanda Página 67
69 Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 7 Vistoria Especial em Entidade Credenciada Estrangeira RBHA 61 PEL Vistorias realizadas com a finalidade de apurar Denúncia Qualificada, atender a Ordem Judicial ou Solicitação da Diretoria Colegiada da ANAC, relacionada à aplicação do Proficiency Test em Entidade Credenciada Estrangeira. 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 5 dias, em média Sob demanda Checklist de Inspeção, Termo de Inspeção e Relatório. Atividade 8 Fiscalização Corrente dos Procedimentos de Avaliação Verificação do cumprimento dos procedimentos de condução do Proficiency Test e do julgamento da proficiência linguística dos pilotos. Tal atividade é realizada pelos examinadores do Grupo de Proficiência Linguística na própria ANAC, através da análise das gravações das avaliações enviadas pelas entidades credenciadas. 1 a 2 inspetores de PEL Proficiência Linguística 1 dia, em média Por amostragem (10% das avaliações de cada examinador credenciado) ou por denúncia (sob demanda). Checklist para análise das avaliações enviadas a ANAC pelos examinadores credenciados. PTA Avaliação de Aeronaves e Simuladores de Vôo - GAAS Atividade 1 Qualificação Inicial Simulador Nacional 060 PEL Qualificação Inicial de Simulador de Vôo (FFS) ou de Dispositivo de Treinamento de Vôo (FTD), instalado em território brasileiro. 3 inspetores de operações dois engenheiros de simuladores e um piloto. Página 68
70 5 dias úteis, em média. Sob demanda. Solicitação formal; proposta de MQTG (Master Qualification Test Guide); especificações do simulador; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 2 Renovação da Qualificação Simulador Nacional 060 PEL Qualificação Inicial de Simulador de Vôo (FFS) ou de Dispositivo de Treinamento de Vôo (FTD), instalado no exterior, tendo a ANAC como uma autoridade secundária. 2 inspetores de OPS um engenheiro de simuladores e um piloto. 2 dias, em média. 1 vez por ano Solicitação formal; Comprovação de execução dos testes do QTG (Qualification Test Guide) nos últimos 12 meses; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 3 Qualificação Inicial Simulador Exterior 060 PEL Renovação da Qualificação de Simulador de Vôo (FFS) ou de Dispositivo de Treinamento de Vôo Simulado (FTD), instalado em território brasileiro ou tendo a ANAC como autoridade primária. 3 inspetores de operações dois engenheiros de simuladores e um piloto. 5 dias úteis, em média. Sob demanda. Solicitação formal; proposta de MQTG (Master Qualification Test Guide); especificações do simulador; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 4 Renovação da Qualificação Simulador Exterior 060 PEL Renovação da Qualificação de Simulador de Vôo (FFS) ou de Dispositivo de Treinamento de Vôo Simulado (FTD), instalado no exterior ou tendo a ANAC como autoridade secundária. 2 inspetores de operações um engenheiro de simuladores e um piloto. 2 dias, em média. 1 vez por ano Página 69
71 Solicitação formal; comprovação de execução dos testes do QTG (Qualification Test Guide) nos últimos 12 meses; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 5 Validação Inicial Simulador Qualificado no Exterior 060 PEL Qualificar Simulador de Vôo durante processo de certificação operacional da aeronave simulada. 2 inspetores de operações um engenheiro de simuladores e um piloto. 2 dias, em média. Sob demanda Solicitação formal; especificações do simulador; Certificado de Qualificação Estrangeira emitido pela Autoridade Primária do país; Relatório de Avaliação do simulador, emitido pela Autoridade Primária do país; lista dos testes do MQTG (Master Qualification Test Guide) aceitos pela Autoridade Primária; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 6 Renovação da Validação Simulador Qualificado no Exterior 060 PEL Avaliar proposta do fabricante para Programa de Treinamento visando à obtenção da habilitação de tipo, durante processo de certificação operacional de nova aeronave. 2 inspetores de operações um engenheiro de simuladores e um piloto. 2 dias, em média. 1 vez por ano Solicitação formal; Certificado de Qualificação Estrangeira emitido pela Autoridade Primária do país; Relatório de Avaliação do simulador, emitido pela Autoridade Primária do país; Comprovação de execução dos Testes do QTG (Qualification Test Guide) nos últimos 12 meses; pagamento da TFAC aplicável. Atividade 7 Avaliação Operacional de Aeronaves Nacional 061 PEL Avaliar proposta do fabricante para Programa de Treinamento visando à obtenção da habilitação de tipo, durante processo de certificação operacional de nova aeronave. 3 inspetores de operações, sendo pelo menos um piloto e um engenheiro. 10 dias úteis, em média. Sob demanda. Página 70
72 Programa de treinamento para habilitação na aeronave; declaração de conformidade com os regulamentos operacionais aplicáveis; publicações operacionais da aeronave. Atividade 8 Avaliação Operacional de Aeronaves Exterior 061 PEL Avaliar proposta do fabricante para Programa de Treinamento visando à obtenção da habilitação de tipo, durante processo de certificação operacional de nova aeronave. 3 inspetores de operações, sendo pelo menos um piloto e um engenheiro. 10 dias úteis, em média. Sob demanda. Programa de treinamento para habilitação na aeronave; declaração de conformidade com os regulamentos operacionais aplicáveis; publicações operacionais da aeronave. PTA Transporte de Artigos Perigosos - TAP Atividade 1 Auditoria de Certificação de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Auditar os setores da base principal de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121ou RBAC 135, ligados ao transporte de passageiros, carga ou mala postal, visando avaliar o nível de segurança das instalações e procedimentos, baseado nos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes ao transporte de artigos perigosos e nos regulamentos pertinentes à certificação de uma empresa para o transporte aéreo de artigos perigosos 2 inspetores de artigos perigosos 2 dias, em média. 1 vez por certificação. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Atividade obrigatória como parte do processo de certificação de Operador Aéreo para o transporte de artigo perigoso. Atividade 2 Auditoria de Certificação de Entidade de Ensino de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Realizar auditorias em cursos de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos, Página 71
73 ministrados sob a responsabilidade de Entidades de Ensino, com a finalidade de verificar a adequação do conteúdo programático, material utilizado e carga horária alocada, com vistas à emissão de autorização para ministrar cursos ligados ao Transporte Aéreo de Artigos Perigosos 1 inspetor de artigos perigosos 1 dia, em média. 1 vez por certificação. Cópias de material didático a ser utilizado e Conteúdo Programático, Regulamentação nacional e Internacional. Atividade 3 Auditoria de Transporte de Artigos Perigosos Base Principal RBAC 175 TAP Auditar o setor responsável pelo transporte de artigos perigosos da base principal de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121 ou RBAC 135, visando à qualidade das operações de transporte de passageiros, carga ou mala postal, no que diz respeito ao transporte de artigos perigosos, baseado nos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes ao transporte de artigos perigosos e nas suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de artigos perigosos 2 dias, em média. Conforme a Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada ano, em operadores autorizados para o transporte de artigos perigosos, e 1 vez a cada 2 anos, em operadores não autorizados para o transporte de artigos perigosos. FOP 109, Auto de Infração (AI), Lista de Mestra de Verificação Padronizada (LMV) e Relatório Técnico. Atividade 4 Auditoria de Transporte de Artigos Perigosos Estação de Linha Nacional e Exterior RBAC 175 TAP MODULAÇÃO Auditar as Estações de Linha Nacionais e Internacionais de Operador Aéreo regido pelo RBAC 121, visando à qualidade das operações de transporte de passageiros, carga ou mala postal, no que diz respeito ao transporte de artigos perigosos, baseado nos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes ao transporte de artigos perigosos e nas suas Especificações Operativas. 2 Inspetores de artigos perigosos 1 dia, em média. Conforme a Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos em cada Estação. Página 72
74 FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. Atividade 5 Auditoria de Treinamento de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Realizar auditorias em cursos de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos, ministrados sob a responsabilidade de Entidades de Ensino certificadas, com a finalidade de verificar a adequação do conteúdo programático, material utilizado e carga horária alocada. 1 inspetor de artigos perigosos 1 dia, em média. Conforme a Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos em cada Entidade de Ensino credenciada. Cópias de material didático a ser utilizado e Conteúdo Programático, Regulamentação nacional e internacional. Atividade 6 Auditoria de Credenciamento de Instrutor de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Realizar auditorias em cursos de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos, ministrados sob a responsabilidade de Entidades de Ensino certificada ou em processo de certificação, com a finalidade de verificar a proficiência de pessoa indicada para atuar como instrutor de Artigos Perigosos. 1 inspetor de operações. Conforme a demanda. 1 vez a cada ocorrência. Cópias de material didático a ser utilizado e Conteúdo Programático, Regulamentação Nacional e Internacional. Atividade 7 - Inspeção de Rampa de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Inspeção a ser realizada em uma aeronave engajada em operação de transporte de passageiro, carga ou mala postal, com objetivo de comprovar o cumprimento dos requisitos contidos nos regulamentos pertinentes ao transporte de artigos Página 73
75 perigosos e nas suas Especificações Operativas. A inspeção será conduzida em pátio de qualquer aeródromo brasileiro abrangendo as aeronaves que operam segundo o RBAC 121, RBAC 135 ou RBHA inspetores de operações. 2 dias, em média. Pelo menos 1 vez a cada 4 anos em cada operador. FOP 109, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI), e Relatório Técnico. Atividade 8 Auditoria Especial de Transporte de Artigos Perigosos RBAC 175 TAP Realizar outros tipos de auditorias de Transporte Aéreo de Artigos Perigosos não previstos nas outras atividades, como apuração de denúncias e de incidentes ou acidentes envolvendo o transporte aéreo de artigos perigosos. 2 inspetores de operações Conforme a demanda. 1 vez a cada ocorrência. Relatório técnico e Auto de Infração (AI). PTA Aeronavegabilidade RBHA 145 AIR Atividade 1 Auditoria de Acompanhamento Nacional RBHA 145 AIR Análise técnica dos documentos referentes aos serviços de manutenção realizados desde a última auditoria; Verificação de instalações/ ferramental/ equipamentos necessários à realização de manutenção dos produtos constantes do Adendo da empresa; Análise da documentação do corpo técnico da empresa; Verificação do controle de publicações técnicas; Verificação do controle de calibração de ferramentas/ equipamentos; Verificação de aspectos procedimentais ligados à garantia da qualidade da empresa; 2 inspetores de aeronavegabilidade. 2 dias, em média Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos nas bases principais. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 4 anos nas bases secundárias. Relatório Técnico; Lista Mestra de Verificação (LMV); Resumo de Não- Página 74
76 Conformidades; Certificado de Certificação de Empresa (CHE); Adendo ao Certificado de Certificação de Empresa; Portaria do CHE; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (Lista de capacidades) da empresa; Ofício de resultado de auditoria; Ofício de encaminhamento de Adendo e CHE; Auto de Infração (AI). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 2 Auditoria de Acompanhamento Exterior RBHA 145 AIR Análise técnica dos documentos referentes aos serviços de manutenção realizados desde a última auditoria; Verificação de instalações/ ferramental/ equipamentos necessários à realização de manutenção dos produtos constantes do Adendo da empresa; Análise da documentação do corpo técnico da empresa; Verificação do controle de publicações técnicas; Verificação do controle de calibração de ferramentas/ equipamentos; Verificação de aspectos procedimentais ligados à garantia da qualidade da empresa; 2 inspetores 4 dias, em média. Todos os módulos da Lista Mestra de Verificação (LMV) cobertos pelo menos 1 vez a cada 2 anos. Relatório Técnico; Lista Mestra de Verificação (LMV); Resumo de Não- Conformidades; Certificado de Certificação de Empresa (CHE); Adendo ao Certificado de Certificação de Empresa; Portaria do CHE; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (Lista de capacidades) da empresa; Ofício de resultado de auditoria; Ofício de encaminhamento de Adendo e CHE; Auto de Infração (AI). A Lista Mestra de Verificação (LMV) desta atividade é modulada para que haja a possibilidade de se programar a execução de um, de todos ou uma combinação destes módulos a cada missão. Atividade 3 Auditoria de Certificação Nacional RBHA 145 AIR Verificação de instalações/ ferramental/ equipamentos necessários à realização de manutenção dos produtos constantes do Adendo da empresa; Análise da documentação do corpo técnico da empresa; Verificação do controle de publicações técnicas; Verificação do controle de calibração de ferramentas/ equipamentos; Verificação de aspectos procedimentais ligados à garantia da qualidade da empresa; 2 inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Relatório Técnico de Auditoria, Lista Mestra de Verificação (LMV); Resumo de Não-Conformidades; Certificado de Certificação de Empresa (CHE); Adendo ao Página 75
77 Certificado de Certificação de Empresa; Portaria do CHE; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (lista de capacidades) da empresa; Ofício de resultado de auditoria; Ofício de encaminhamento de Adendo e CHE. Atividade 4 Auditoria de Certificação Exterior RBHA 145 AIR Verificação de instalações/ ferramental/ equipamentos necessários à realização de manutenção dos produtos constantes do Adendo da empresa; Análise da documentação do corpo técnico da empresa; Verificação do controle de publicações técnicas; Verificação do controle de calibração de ferramentas/ equipamentos; Verificação de aspectos procedimentais ligados à garantia da qualidade da empresa; 2 inspetores de aeronavegabilidade 5 dias, em média 1 vez, por certificação Relatório técnico de auditoria; Lista de verificação 145; Resumo de Não- Conformidades; Certificado de Certificação de Empresa (CHE); Adendo ao Certificado de Certificação de Empresa; Portaria do CHE; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (lista de capacidades) da empresa; Ofício de resultado de auditoria; Ofício de encaminhamento de Adendo e CHE. Atividade 5 Auditoria Especial Nacional RBHA 145 AIR Análise técnica dos documentos referentes aos serviços de manutenção realizados desde a última auditoria; Verificação de instalações/ ferramental/ equipamentos necessários à realização de manutenção dos produtos constantes do Adendo da empresa; Análise da documentação do corpo técnico da empresa; Verificação do controle de publicações técnicas; Verificação do controle de calibração de ferramentas/ equipamentos; Verificação de aspectos procedimentais ligados à garantia da qualidade da empresa; 2 inspetores de aeronavegabilidade 2 dias, em média Atividade por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV); Relatório Técnico de Auditoria; Resumo de Não-Conformidades; Certificado de Certificação de Empresa (CHE); Adendo ao Certificado de Certificação de Empresa; Portaria do CHE; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (lista de capacidades) da empresa; Ofício de resultado de auditoria; Ofício de encaminhamento de Adendo e CHE; Auto de Infração (AI). Atividade acontece sob demanda, por denúncia qualificada, ordem judicial, solicitação da Diretoria, da própria empresa, ou de outras partes interessadas. A atividade poderá ocorrer também por incidente, acidente, recomendação de Página 76
78 segurança de vôo do SIPAER, etc. Atividade 6 Acompanhamento das atividades de Examinador Credenciado RBHA 65 AIR CRITÉRIO DE Acompanhamento de aplicação de exame de conhecimento prático em Mecânico de manutenção Aeronáutica (MMA 2 inspetores de aeronavegabilidade 2 dias, em média Acompanhamento de 1exame prático a cada 10 autorizações concedidas ao Examinador Credenciado MMA. Certificado de Habilitação Técnica (CHT); Requerimento para Credenciamento de Examinador MMA (F ). Atividade 7 Auditoria de Aprovação ou Aceitação de Programas e Manuais Nacional RBHA 145 AIR Realizar auditoria técnica na Sede de Operador Aéreo regido pelo RBHA 145, com intuito de analisar e aprovar ou aceitar os Programas ou Manuais referentes a aeronavegabilidade 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 4 dias, em média. Atividade por demanda Resumo de Não-Conformidades; Ofício de aceitação do Manual de Procedimentos de Inspeção (MPI); Ofício de aceitação da Relação Anexa (lista de capacidades) da empresa. Esta atividade objetiva diminuir o tempo gasto para aprovação de um Programa ou Manual e será executada sob demanda. PTA Aeronavegabilidade RBHA 91 AIR Atividade 1 Vistoria Técnica Inicial RBHA 91 AIR Vistoria Técnica a ser realizada no Brasil, que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave por meio da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave para a emissão do Certificado de Aeronavegabilidade padrão. 2 Inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média Atividade por demanda Página 77
79 Lista de Verificação (F ), Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Esta atividade será executada sob demanda do mercado. Atividade 2 Vistoria Técnica Especial RBHA 91 AIR Vistoria Técnica realizada por situações especiais que visa avaliar as condições de conservação, aeronavegabilidade e operação de uma aeronave que opera no Brasil, através da sua documentação, registros de manutenção, além da vistoria física da aeronave. 2 inspetores de aeronavegabilidade. 3 dias, em média 1 vez a cada 6 anos (para revalidação do CA) ou atividade especial visando manter o nível de segurança Lista de Verificação (F ), Laudo de Vistoria da Aeronave (F ); Ficha de Instrumentos e Equipamentos de Vôo (F ); Laudo Complementar de Vistoria de Aeronave (F ), Resumo de Não Conformidades (F ) e Certificado de Aeronavegabilidade 60 dias (F ), Ofício de Aprovação da aeronave. Atividade 3 Supervisão de Profissional Credenciado para a realização de Vistorias de Aeronaves RBHA 91 AIR Supervisão de Profissional Credenciado, em atividade, para a realização de Vistorias de aeronaves CRITÉRIO DE 2 inspetores de aeronavegabilidade 3 dias, em média A cada 5 atividades executadas por um Profissional Credenciado, ou pelo menos uma vez por ano. Formulário de Acompanhamento de Profissional Credenciado (F ). PTA Operações RBHA 140 OPS 140 Atividade 1 Auditoria emde Aeroclube Verificar a situação administrativa, financeira, infra-estrutura, material, e operacional, bem como da segurança de vôo, segundo os requisitos aplicáveis do RBHA inspetores de OPS Página 78
80 3 a 5 dias, dependendo da localidade 1 vez por ano, em cada aeroclube RBHA 140, IAC , IAC A.. Atividade 2 Auditoria ESPECIAL em Aeroclube Verificar denúncia sobre a situação administrativa, financeira, infra-estrutura, material, e operacional, bem como da segurança de vôo, segundo os requisitos aplicáveis do RBHA inspetores de OPS 3 a 5 dias, dependendo da localidade POR DEMANDA RBHA 140, IAC , IAC A.. PTA Operações SAE OPS SAE Atividade 1 Auditoria Empresa SAE (RBHA 91, Portaria 190/CG-5) Auditoria realizada para fins de emissão da Autorização para Operações SAE segundo a portaria 190/CG-5. 2 Inspetores de operações. 3 a 5 dias Pelo menos uma (1) vez a cada 3 anos. Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109, Relatório Técnico. Atividade 2 Auditoria Empresa Agrícola (Portaria 190/CG-5 e IS ) Auditoria realizada para fins de emissão da Autorização para Operações Agrícola segundo o RBHA Inspetores de operações. 3 a 5 dias, dependendo da localidade Pelo menos uma (1) vez a cada três (3) anos. Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109, Relatório Técnico. Página 79
81 Atividade 3 Auditoria ESPECIAL Empresa SAE (RBHA 91, Portaria 190/CG-5) Apuração de denúncia e auditoria especial realizada para fins de emissão da Autorização para Operações SAE segundo a portaria 190/CG-5. 2 Inspetores de operações. 3 a 5 dias Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109, Relatório Técnico. Atividade 4 Auditoria ESPECIAL Empresa Agrícola (Portaria 190/CG-5 e IS ) Apuração de denúncia e auditoria especial realizada para fins de emissão da Autorização para Operações Agrícola segundo o RBHA Inspetores de operações. 3 a 5 dias, dependendo da localidade Por demanda Lista Mestra de Verificação (LMV), FOP 109, Relatório Técnico. PTA Operações RBHA 91 OPS 91 Atividade 1 Auditoria de Operações de Segurança pública. Verificar a situação operacional, bem como da segurança de vôo, segundo os requisitos aplicáveis do RBHA inspetores de OPS 2 dias, em média 1 vez por ano, em cada Unidade Aérea de Aviação de Segurança Pública RBHA 91, Lista Mestra de Verificação (LMV), Auto de Infração (AI) e Relatório Técnico. Página 80
82 PTA AERONAVEGABILIDADE RBAC AIR 21 Atividade 1 Auditoria de Avaliação Inicial Nacional RBAC 21 CRITÉRIO DE Esta avaliação consiste em verificar se o SOP ou sistema de inspeções de produção implantado pela empresa está em conformidade com o RBAC 21 Subparte F, G, K ou O, garantindo dessa forma a capacidade da empresa em produzir em série o produto aeronáutico em conformidade com o projeto aprovado pela ANAC-GGCP. Durante o processo de certificação do projeto, são feitas verificações de conformidade de processo e de produto nos protótipos. Mínimo: 2 auditores da PPI 2 dias, em média 1 vez (certificação inicial) Solicitação do Requerente (F ), Plano de Certificação da Produção (anexo 5 do MPR 300), Relatório de Adequação da Documentação Técnica (F ), Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção - SOP, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção, Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). Atividade 2 - Auditoria de Avaliação Inicial Exterior - RBAC 21 Esta avaliação consiste em verificar se o SOP ou sistema de inspeções de produção implantado pela empresa está em conformidade com o RBAC 21 Subparte F, G, K ou O, garantindo dessa forma a capacidade da empresa em produzir em série o produto aeronáutico em conformidade com o projeto aprovado pela ANAC-GGCP. Durante o processo de certificação do projeto, são feitas verificações de conformidade de processo e de produto nos protótipos. Mínimo: 2 auditores da PPI 3 dias, em média INICIAL 1 vez (certificação inicial) Solicitação do Requerente (F ), Plano de Certificação da Produção (anexo 5 do MPR 300), Relatório de Adequação da Documentação Técnica (F ), Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção - SOP, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção, Relatório de Página 81
83 Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). Atividade 3 - Auditoria de Manutenção Nacional - RBAC 21 Consiste em uma avaliação em intervalos curtos e pré-definidos de um número limitado de itens do SOP da empresa, de um ou mais procedimentos do processo de produção aprovado, ou de um ou mais setores selecionados. Ocorre em setores da empresa que influenciam diretamente a inspeção, a conformidade e a aeronavegabilidade do produto, avaliando continuamente processos e procedimentos que determinam a conformidade do produto final com os dados de projeto aprovados. Mínimo: 2 auditores da PPI 3 dias, em média CRITERIO DE A cada dois anos, ou menos de acordo com o questionário Avaliação de Periodicidade de Auditorias e de acordo com avaliações de risco e da classificação da Empresa (MPR-300). Carta de Solicitação do Requerente, Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 4 - Auditoria de Manutenção Exterior - RBAC 21 Consiste em uma avaliação em intervalos curtos e pré-definidos de um número limitado de itens do SOP da empresa, de um ou mais procedimentos do processo de produção aprovado, ou de um ou mais setores selecionados. Ocorre em setores da empresa que influenciam diretamente a inspeção, a conformidade e a aeronavegabilidade do produto, avaliando continuamente processos e procedimentos que determinam a conformidade do produto final com os dados de projeto aprovados. Mínimo: 2 auditores da PPI Página 82
84 3 dias, em média CRITERIO DE A cada dois anos, ou menos de acordo com o questionário Avaliação de Periodicidade de Auditorias e de acordo com avaliações de risco e da classificação da Empresa (MPR-300). Carta de Solicitação do Requerente, Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 5 - Auditoria de Revalidação Nacional - RBAC 21 Consiste em uma avaliação em intervalos pré-definidos de todos os elementos do SOP da empresa, utilizando os resultados das auditorias de manutenção desde a última revalidação. Abordagem de um ou mais procedimentos do processo de produção aprovado, ou de um ou mais setores selecionados. Ocorre em todos os setores da empresa que fazem parte do sistema de gestão da qualidade com ênfase naqueles que influenciam diretamente a inspeção, a conformidade e a aeronavegabilidade do produto, de acordo com os dados de projeto aprovados. Mínimo: 2 auditores da PPI 4 dias, em média CRITERIO DE A cada dois anos, ou menos de acordo com o questionário Avaliação de Periodicidade de Auditorias e de acordo com avaliações de risco e da classificação da Empresa (MPR-300). Carta de Solicitação do Requerente, Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Página 83
85 Atividade 6 - Auditoria de Revalidação Exterior - RBAC 21 Consiste em uma avaliação em intervalos pré-definidos de todos os elementos do SOP da empresa, utilizando os resultados das auditorias de manutenção desde a última revalidação. Abordagem de um ou mais procedimentos do processo de produção aprovado, ou de um ou mais setores selecionados. Ocorre em todos os setores da empresa que fazem parte do sistema de gestão da qualidade com ênfase naqueles que influenciam diretamente a inspeção, a conformidade e a aeronavegabilidade do produto, de acordo com os dados de projeto aprovados. Mínimo: 2 auditores da PPI 4 dias, em média CRITERIO DE A cada dois anos, ou menos de acordo com o questionário Avaliação de Periodicidade de Auditorias e de acordo com avaliações de risco e da classificação da Empresa (MPR-300). Carta de Solicitação do Requerente, Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). Atividade 7 - Monitoramento Continuado da Linha de Produção - RBAC 21 Consiste na verificação da capacidade da empresa em produzir segundo os dados de projeto aprovado e pode ser iniciada em qualquer ponto do processo de fabricação, desde que este processo já tenha sido submetido às inspeções necessárias. Pode ser conduzida nas instalações da empresa, bem como nas instalações dos seus fornecedores onde são fabricados o produto ou partes deste. Realizado nas empresas do Grupo 1 (MPR-300) que possuem grande volume de produção. 1 auditor e 1 inspetor da PPI 3 dias, em média CRITERIO DE Mínimo 1 vez a cada mês. Página 84
86 Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 8 - Auditoria Não-Programada Nacional - RBAC 21 Auditorias não-programadas no fabricante principal, instalações associadas ou fornecedores poderão ocorrer quando a ANAC- GGCP julgar necessário ou quando houver situações evidentes ou de risco potencial de violação dos requisitos regulamentares detalhados no MPR-300. Mínimo: 2 auditores da PPI. 3 dias, em média. CRITERIO DE Por demanda. Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 9 - Auditoria Não-Programada Exterior - RBAC 21 Auditorias não-programadas no fabricante principal, instalações associadas ou fornecedores poderão ocorrer quando a ANAC- GGCP julgar necessário ou quando houver situações evidentes ou de risco potencial de violação dos requisitos regulamentares detalhados no MPR-300. Mínimo: 2 auditores da PPI 4 dias, em média. Página 85
87 CRITERIO DE Por demanda. Certificado de Organização da Produção COP, Registro de Limitações de Produção RLP, Manual de Gestão da Qualidade da Empresa, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Organização de Produção SOP da Empresa, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 10 - Auditoria em Fornecedores - Nacional - RBAC 21 Visa comprovar a eficácia do sistema de controle de fornecedor do detentor de COP quanto à capacidade técnica desse fornecedor em atender aos requisitos previstos no projeto aprovado durante a fase de aprovação de projeto (realizando conformidades de protótipos de ensaio e avaliação da capacidade fabril) e posterior acompanhamento de desempenho dos fornecedores. Entretanto, o controle efetuado pela ANAC-GGCP sobre os fornecedores não exime a empresa certificada da responsabilidade pelo projeto e produção final. Mínimo: 2 auditores da PPI 3 dias, em média CRITERIO DE 1 vez a cada 2 anos, variável de acordo com avaliações de risco e da classificação do fabricante principal (MPR-300). Certificado de Organização da Produção COP e Registro de Limitações de Produção RLP do fabricante principal, Manual de Gestão da Qualidade do fornecedor, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Gestão da Qualidade do fornecedor, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Atividade 11 - Auditoria em Fornecedores - Exterior - RBAC 21 Página 86
88 Visa comprovar a eficácia do sistema de controle de fornecedor do detentor de COP quanto à capacidade técnica desse fornecedor em atender aos requisitos previstos no projeto aprovado durante a fase de aprovação de projeto (realizando conformidades de protótipos de ensaio e avaliação da capacidade fabril) e posterior acompanhamento de desempenho dos fornecedores. Entretanto, o controle efetuado pela ANAC-GGCP sobre os fornecedores não exime a empresa certificada da responsabilidade pelo projeto e produção final. Mínimo: 2 auditores da PPI 4 dias, em média CRITERIO DE 1 vez a cada 2 anos, variável de acordo com avaliações de risco e da classificação do fabricante principal (MPR-300). Certificado de Organização da Produção COP e Registro de Limitações de Produção RLP do fabricante principal, Manual de Gestão da Qualidade do fornecedor, Procedimentos e Registros que compõem o Sistema de Gestão da Qualidade do fornecedor, Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ), Relatório de Auditoria (F ), Avaliação de Periodicidade de Auditorias (F ). O Questionário de Avaliação de Sistemas de Organização de Produção (F ) é composto por módulos (elementos) e permite a execução da atividade com abordagem de um ou mais elementos a cada missão. Página 87
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