Segurança Operacional no Brasil
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- Adelina Alves Tavares
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1 Rio de Janeiro, 28 de abril de 2014 Segurança Operacional no Brasil O futuro já chegou Carlos Eduardo Pellegrino Diretor de Operações de Aeronaves
2 Estrutura Governamental Presidência CONAC Conselho Nacional de Aviação Civil Ministério da Defesa Secretaria de Aviação Civil Marinha Exército Aeronáutica ANAC INFRAERO CENIPA Orgão de Investigação de Acidentes DECEA CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO Aeronaves civis e militares 2
3 Divisão de Responsabilidades Projeto, Construção & Manutenção Manutenção Operações ATC Investigação de Acidentes Dificuldades de serviço SGSO ANAC em azul 3
4 ANAC Regulação Técnica Direcionamento Político Arcabouço Regulatório Congresso Lei 7.565/86 (Código de Aeronáutica) Lei /05 (ANAC) Presidente CONAC Diretoria Colegiada Superintendências Decreto /46 (Convenção de Chicago) Decreto 5.731/06 Material de Orientação para a indústria (CI, IAC, IS) Deliberações do Conselho Nacional de Aviação Civil Resoluções Regulações (RBHA, RBAC) (Res. 30) Diretivas e objetivos Procedimentos Internos (IN) Manual de Procedimentos Internos (MPH, MPR) Procedimentos Internos Detalhados 4
5 Estrutura Organizacional ANAC 5
6 Frota Total Taxa de Crescimento Mercado de aviação civil brasileiro Evolução Total da Frota Fonte: ANAC Jan
7 Mercado de aviação civil brasileiro Condição de Aeronavegabilidade Distribuição da frota por categoria Fonte: ANAC Jan
8 Mercado de aviação civil brasileiro Evolução da frota de aeronaves Aviação Geral ,9% Fonte: ABAG 8
9 Mercado de aviação civil brasileiro Evolução da Frota de Helicópteros Fonte: ANAC Dez
10 Provedores de Serviço certificados e Pessoal Operacional Provedores de Serviço TOTAL Provedores de Serviço Aéreo 235 Operadores Regulares RBAC Operadores Estrangeiros RBAC Operadores por demanda RBAC Companhias de serviços especializados 306 Centros de instrução, escolas, universidades, governo - RBAC Aeroclubes RBHA Centros de Treinamento RBAC 142 (Nacionais e internacionais) 47 Oficinas de Manutenção 596 Pessoal TOTAL Pilotos Comissários de voo Engenheiros de voo e técnicos de manutenção Despachantes operacionais 402 Fonte: ANAC Dez 2013
11 Indicadores de Segurança Operacional ALoS Atual: redução de 50% na taxa de acidentes até 2015*. (*) Média móvel de 5 anos da taxa de acidentes envolvendo fatalidades em aeronaves de asa fixa com PMD acima de 2250 kg em voos regulares, excluindo atos de interferência ilícita, baseline 2007.
12 Mercado de aviação civil brasileiro Aeródromos públicos por região 9 4 Tipo Qtd Aeródromos públicos 713 Aeródromos privados Helipontos 1361 Helipontos offshore Fonte: ANAC Jan 2014
13 Mercado de aviação civil brasileiro Aeródromos por Região Fonte: ANAC Jan
14 Mercado de aviação civil brasileiro Milhões 100 Passageiros embarcados no transporte regular ,1 3, Doméstico Internacional 2013* 111 milhões de passageiros * Estimativa Fonte: ANAC 14
15 Mercado de aviação civil brasileiro Movimentos de passageiros por aeroporto Fonte: ANAC 15
16 SSP SSP brasileiro
17 SSP brasileiro PSO-BR Estabelece diretrizes; Cada autoridade elabora seu próprio Programa Segurança Operacional Específico (PSOE); e PSOE-ANAC & PSOE-COMAER, são partes integrantes do PSO-BR.
18 SGSO SGSO Estrutura PSO-BR PSO - BR ANAC COMAER PSOE-ANAC PSOE-COMAER SSO SAR SIA DECEA ASOCEA CENIPA Anexos 1, 6, 8 e 14 Anexos 1 & 11 Anexo 13 OPS/PEL ANS/PEL AIR AGA AIG
19 PSOE-ANAC: Roadmap 1º PASSO Análise GAP PSOE-ANAC x PSO-BR ALoS para PSOE-ANAC SGSO para aeroportos (RBAC 139) 2º PASSO Comitê gestor ANAC Indicadores para provedores de serviço Lançamento do Programa de Promoção da Segurança Operacional (Interno e externo) 3º PASSO SGSO para provedores de serviço além de aeroportos Material de referência para implemtnação do SGSO em provedores de serviço º PASSO Vigilância continuada do SGSO dos provedores de serviço. Promoção contínua(interna e externa) Monitoramento contínuo do ALoS do PSOE- ANAC
20 PSOE-ANAC: Roadmap Implementação e melhorias contínuas do SSP; Principal regulamento do SGSO emitido e atualizado; e Primeiras auditorias de SGSO do RBAC 121 realizadas em SGSO para aeroportos Mai 09 Projeto de melhoria do SSP Treinamentos internos e externos Jan 10 Dez 10 Treinamento de gestores - indústria Implementação do SGSO 121/135
21 Modelo de planejamento e vigilância Recursos Auditorias, inspeções, Resultados de check Ocorrências Aeronáuticas Dados (feedback) Gestão Visibilidade Vasta gama de ações: - Reativas - Proativas Dados SGSO Processos de Infração Outros Avaliação Medição Indústria Execução Planejamento Planejamento considerando limitações de recursos e efetividade das ações (análises custo/benefício)
22 Priorização da vigilância de taxis aéreos: Planejamento de inspeções baseadas em dados; Menos planejamento baseado em frequência; Utilização dos resultados das inspeções na definição do próximo ciclo; Desafios: Refinamento do modelo; Coletar e agregar mais dados; e Implementação da vigilância Direcionar recursos para operadores que tem desempenho abaixo do esperado.
23 Indicadores de monitoramento do SGSO definidos Indicadores de desempenho de segurança operacional definidos Auditorias de SGSO Operadores RBAC 121 Procedimentos de auditoria do SGSO (baseados no material de referência do SM-ICG) emitidos Melhoria do Perfil de Risco Organizacional; Aceitação dos manuais de SGSO dos operadores; e Primeiro ciclo de auditorias concluídos (14 total).
24 1º passo Auditorias de SGSO Operadores RBAC 121 5º passo Resultados enviados para o Inspetor para monitoramento do PAC. Submissão de uma ferramenta de avaliação do SGSO (Auditoria interna do operador) 2º passo Planejamento da auditoria baseado nos manuais aceitos e ferramenta de avaliação preenchida 4º passo 3º passo Relatório de Inspeção + Evidências + Notificação de Infração Auditoria SGSO (9 processos)
25 Resultado de auditorias do SGSO Processos com melhor desempenho: Medição do desempenho de segurança operacional; Melhoria contínua do SGSO; Gestão de mudanças; Processos com maior potencial de melhoria: Designação de pessoal estratégico da segurança operacional; Identificação de perigos; e Avaliação e mitigação de riscos.
26 ORP é avaliado bianualmente pelo Inspetor; Incorpora 31 parâmetros, incluindo dados em: Operações; Financeiro; Aeronavegabilidade; Nível ORP define frequência de inspeções do SGSO A = a cada 24 meses; B = a cada 18 meses; C = a cada 12 meses; D = a cada 6 meses; e E = a cada 1 mês. Perfil de Risco da Organização (ORP)
27 Projeto prioritário de melhoria do PSOE-ANAC Categorização de provedores de serviço Aplicabilidade e escalabilidade do SGSO Definição de termos RBAC 01 Harmonização de conceitos dentro da ANAC e regulados Melhoria de indicadores de performance e níveis aceitáveis Medição da efetividade da vigilância e da eficiência Processos de gestão de riscos de segurança operacional Estabelecimento de processos e ferramentas Auditorias internas do SSP Criação de ferramentas para verificar efetividade do SSP Estratégias para treinamento e comunicação Treinamento interno e externo e troca de dados
28 Contribuição brasileira ICAO SMP; SM-ICG; e SRVSOP.
29 Obrigado! 29
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