CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS
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- Cláudio Camarinho Garrau
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1 CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS
2 Objetivo Descrever o processo de certificação operacional dos aeroportos no Brasil, regido pelo RBAC 139.
3 Roteiro 1. Apresentar as recomendações da OACI e as normas nacionais sobre a Certificação; 2. Apresentar histórico da Certificação de Aeroportos no Brasil; 3. Descrever o processo, passo a passo; 4. Mostrar a situação atual da certificação dos aeroportos abrangidos pelo regulamento.
4 Definições CERTIFICAÇÃO DE AEROPORTO Processo no qual a ANAC..., após as verificações de conformidade com a legislação em vigor, emite o Certificado Operacional de Aeroporto com titularidade pelo operador de aeródromo, atestando o cumprimento dos requisitos de segurança operacional. (RBAC 139)
5 CERTIFICADO OPERACIONAL DE AEROPORTO Definições Documento emitido pela ANAC, atestando que as condições operacionais do aeroporto estão em conformidade com os requisitos de segurança operacional e com as especificações do Manual de Operações do Aeródromo, após conclusão satisfatória do processo estabelecido neste regulamento. (RBAC 139)
6 1. Recomendações da OACI e normas nacionais sobre a Certificação
7 Convenção de Aviação Civil Internacional-CACI (Convenção de Chicago) 1944: Todos os aeródromos abertos ao público, sob a jurisdição de um Estado contratante, devem proporcionar condições uniformes para as aeronaves de todos os outros Estados contratantes. (Art. 15); Cada Estado assume o compromisso de proporcionar, em seu território, aeroportos e outras instalações e serviços de navegação aérea de acordo com as normas e métodos recomendados (SARPs) da OACI (Arts. 28 e 37)
8 Normas e Recomendações (SARPs) Anexo 14 Objetivo da Certificação: garantir marcos regulatórios efetivos; Argumento: garantir supervisão contínua (com base em padrões de referência); Concessão do certificado: cumpre especificações relacionadas às facilidades e operação e demonstra capacidade para manter essas especificações; Regulamentos nacionais: critérios e procedimentos para certificação; Manual do Aeroporto elemento chave: informações pertinentes acerca do sítio, facilidades, serviços, equipamentos, procedimentos operacionais, organização e gestão do operador e SGSO.
9 Normas Recomendações (SARPs) Anexo 14 Norma Os Estados devem certificar os aeródromos utilizados para operações internacionais... por meio de uma estrutura regulatória apropriada. (item 1.4.1) Recomendação Os Estados deveriam certificar aeródromos abertos ao uso público.
10 Normas Recomendações (SARPs) Doc 9774 (1ª edição: 2001) Manual de Certificação de Aeródromos Os meios mais efetivos e transparentes para cumprir as obrigações contratadas pelo Estado com a CACI são: a) Criar uma entidade própria para cuidar da supervisão da segurança operacional na aviação civil, suportada por uma legislação adequada; (atendido com a criação da ANAC) a) Implementar o processo de certificação dos aeroportos por meio da aprovação de um manual submetido pelo operador aeroportuário. (atendido com a promulgação do RBAC 139)
11 Normas nacionais sobre Certificação de Aeródromos
12 Normas nacionais até 2008 RBHA 139 CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS Aprovado em setembro/2003; Certificação dos aeroportos internacionais; Contempla critérios para certificação e exige o Manual. IAC Manual de Operações do Aeroporto Aprovada em junho/2004; Orientações básicas para a elaboração do Manual. IAC Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional em Aeroportos SGSO (SMS) Aprovada em maio/2005; Requisitos para implantação do SGSO. Normas do DAC para homologação de aeroportos.
13 Normas nacionais sobre Certificação de Aeródromos
14 Normas nacionais: 2009/12 RBAC 139 CERTIFICAÇÃO OPERACIONAL DE AEROPORTOS Aprovado em maio/2009; Novo critério de enquadramento: aeroportos com movimento > 1MM de pax/ano; Revogou o RBHA 139/2003, mas manteve as IAC e 1002.
15 Normas nacionais: 2009/12 Resolução nº 49 Instituiu o ACOP (Atestado de Capacidade Operacional do SESCINC), que é exigido para a certificação do aeródromo; Resolução nº SESCINC Aprovada em outubro/2009; Estabelece critérios para operação e manutenção de SESCINC; Prevê sanções para operadores que não atendam às novas normas; Revogou as instruções anteriores que regiam a matéria.
16 Normas nacionais:2009/12 Resolução nº 158 Cadastramento de Aeródromos Aprovada julho/2010; Simplificou o processo de atualização cadastral de aeródromos; Revogou a IAC 2328/1990, que regulava o processo de homologação e cadastro de aeródromos.
17 Normas nacionais sobre Certificação de Aeródromos a partir de 2013
18 Normas nacionais a partir de 2013 RBAC 153 AERÓDROMOS: OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIA Aprovado em junho/2012; Estabeleceu novas regras para os operadores aeroportuários; Abrangeu os aeroportos sob certificação; Entrou em vigor em 30/12/2012; Substituiu e revogou as IAC e 1002.
19 Normas nacionais a partir de 2013 RBAC 161 PLANOS DE ZONEAMENTO DE RUÍDO DE AERÓDROMOS-PZR Aprovado em setembro/2013; Estabeleceu critérios para o desenvolvimento e aplicação do Plano de Zoneamento de Ruído de Aeródromo-PZR; Estabeleceu que todo aeródromo civil deve ter um PZR; Entrou em vigor em 13/09/2013.
20 Normas nacionais a partir de 2013 RBAC 164 GERENCIAMENTO DO RISCO DA FAUNA EM AERÓDROMOS PÚBLICOS Aprovado em maio/2014; Estabeleceu critérios para o desenvolvimento e aplicação do Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna-PGRF em aeródromos; Exigiu a realização de IPF-Identificação de Perigo da Fauna e do PGRF dos aeroportos sob certificação; Entrou em vigor em 30/05/2014.
21 Histórico do processo 2. Histórico da Certificação de Aeroportos no Brasil;
22 Evolução do processo no Brasil RBHA 139; IAC IAC ; 7 ARP Intl 2006 ANAC Início processo transição Definição práticas Continua processo dos 7 ARP Início novos processos Revisão do processo RBAC 139 Critérios Prazos Resol 49 Resol 115 Resol Certificação SBGR RBAC 153 Revisão RBAC 139 Certifica mais 5 arp
23 Certificação passo a passo 3. Descrição do processo, passo a passo
24 Certificação passo a passo Solicitação Formal Avaliação da Solicitação Inspeção Concessão Certificado MOPS SGSO ACOP
25 O processo I) Solicitação Formal ( ) O operador aeroportuário solicita o início do processo de certificação; Apresenta o Manual do Aeródromo. O Manual do Aeródromo deve conter ( ) Estrutura organizacional do operador do aeródromo; Características físicas do aeródromo; Procedimentos de Segurança Operacional; SGSO.
26 O processo II) Avaliação da Solicitação ( ) Constitui-se da Análise do Manual, em que se verifica: 1. A capacidade técnico-operacional do operador do aeródromo; 2. As características físicas, frente à operação da aeronave crítica de projeto; 3. Os procedimentos de segurança operacional, incluindo o Sistema de Resposta à Emergência; 4. O Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional SGSO.
27 1. Capacidade técnico-operacional do operador do aeródromo: Avaliar o currículo formação e experiência: a) Gerente-geral do Aeroporto; b) Gerente de Segurança Operacional; c) Gerente de Operações; d) Gerente de Manutenção. Análise do Manual
28 Análise do Manual 2. Características físicas, frente à operação da aeronave crítica de projeto: Analisar as plantas do aeroporto, verificando a conformidade com o RBAC 154, quanto a Dimensões de Pistas de pouso e taxis; Faixa de pista, faixa preparada; RESA, stopways, clearways; Sinalização horizontal e vertical; Obstáculos.
29 Análise do Manual 3. Procedimentos de segurança operacional, incluindo Sistema de Resposta à Emergência a) Verificar se os procedimentos operacionais atendem às normas quanto à garantia da segurança operacional do aeroporto; b) Analisar a categoria do SRE frente às exigências da aeronave crítica.
30 Análise do Manual 4. Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional SGSO a) Verificar as políticas e estratégias do operador do aeroporto para o gerenciamento da segurança operacional; b) Analisar o cronograma de implantação do SGSO; c) Avaliar o programa de treinamento para segurança operacional.
31 O processo III) Inspeção Inicial de Certificação Operacional ( ) Após a aprovação do MOPS, faz-se a inspeção para verificar se o operador cumpre o Manual, inspecionando as seguintes áreas: Infraestrutura do aeroporto; Organização do operador e SGSO; Procedimentos operacionais na Área de Movimento; Serviços de manutenção; Sistema de Resposta à Emergência (ACOP).
32 O processo IV) Certificação ( ) Após aprovado o Manual e o relatório da Inspeção Inicial de Certificação, o responsável pelo processo elabora Nota Técnica recomendando, e o Certificado é emitido em nome do operador do aeródromo.
33 Certificado (exemplo)
34 Especificações Operativas
35 4. Situação atual da certificação dos aeroportos abrangidos pelo regulamento (visite o site:
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