Percursos em um grafo
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- Silvana Dreer Lameira
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1 Percursos em um grafo
2 Definição Um percurso ou cadeia é uma seqüência de arestas sucessivamente adjacentes, cada uma tendo uma extremidade adjacente à anterior e a outra a subsequente (à exceção da primeira e da última) Percurso fechado: a última aresta da sucessão é adjacente a primeira; Percurso aberto: caso contrário
3 Notação A sucessão é indicada por: Vértices Arestas Vértices e arestas alternados
4 Exemplo G a c e b d
5 Comprimento de um percurso Número de arestas por ele utilizado (incluindo repetições) O que é o comprimento de um percurso em um grafo valorado?
6 Tipos de percurso Simples: não repete arestas Elementar: não repete vértices nem arestas (caminho) Ciclo: percurso simples e fechado Ciclo elementar: só há repetição do último vértice Uma corda é uma aresta que une dois vértices não consecutivos de um ciclo
7 Percurso abrangente Um percurso é abrangente a um dos conjuntos do grafo quando utiliza todos os elementos desse conjunto ao menos uma vez Euleriano Hamiltoniano
8 Exercícios Indique percursos simples e não simples em G 1 Indique percursos elementares em G 2 Todo percurso elementar é simples. Todo percurso simples é elementar? Explique. Indique um ciclo em G 1 e um ciclo elementar em G 2 Indique um caminho de comprimento 4 em G 2 e um percurso de comprimento 6 em G 2 G 1 a d a b c b c G d e 2 e
9 Conexidade
10 Grafo Conexo u e v são ditos conectados se existir um caminho entre u e v em G.
11 Grafo Conexo u e v são ditos conectados se existir um caminho entre u e v em G Notação: caminho-(u,v) G é dito conexo se existir caminho entre quaisquer dois vértices de G
12 Grafo Conexo u e v são ditos conectados se existir um caminho entre u e v em G Notação: caminho-(u,v) G é dito conexo se existir caminho entre quaisquer dois vértices de G Relação de Equivalência definida pela conexão entre os vértices
13 Reflexiva Equivalência
14 Equivalência Caminho-(u, u)
15 Caminho-(u, u) Simétrica Equivalência
16 Equivalência Caminho-(u, u) Se existe caminho-(u,v) então existe caminho-(v,u)
17 Equivalência Caminho-(u, u) Se existe caminho-(u,v) então existe caminho-(v,u) Transitiva
18 Equivalência Caminho-(u, u) Se existe caminho-(u,v) então existe caminho-(v,u) Se existem os caminhos-(u,v) e (v,w) então existe caminho-(u,w)
19 Componentes Conexas
20 Componentes Conexas É possível particionar G em classes de equivalência: V1, V2,..., Vp tal que dois vértices são conectados se e somente se pertence a um mesmo Vi
21 Componentes Conexas É possível particionar G em classes de equivalência: V1, V2,..., Vp tal que dois vértices são conectados se e somente se pertence a um mesmo Vi Os subgrafos G(V1),..., G(Vp) são chamados de componentes conexas de G.
22 Maximalidade (Minimalidade) Seja S um conjunto e S' S. Diz-se que S' é maximal em relação a uma certa propriedade π quando S' satisfaz a propriedade π e não existe subconjunto S'' S e S' S'' que também satisfaz π. Isto é, S' não está contido propriamente em nenhum subconjunto de S que satisfaz π.
23 Maximal (Minimal) G G é maximal em relação a uma propriedade π se não houver G G tal que G tem a propriedade π. Componentes conexas: são todos os subgrafos conexos maximais de G.
24 Exemplo G
25 Exemplo G G é Conexo
26 Exemplo G H G é Conexo
27 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo
28 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo
29 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo
30 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo
31 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo
32 Exemplo G H G é Conexo H é desconexo ω(g)= número de componentes conexas de G
33 Decomposição por Conexidade Conex (s 0 V) entrada: G = (V,E) 1. v s 0 ; 2. R(v) {v}; 3. Y ; 4. enquanto Γ (R(v)) R(v) faça 5. Y Γ (R(v)) R(v); 6. R(v) R(v) U Y; 7. fim-enquanto 8. Y R(v); 9. V V Y; 10. se V então 11. Conex (s V) 12. fim-se-então saída: componentes conexos de G
34 Exemplo G a v a Y, {b,c}, {d} R(v) {a}, {a,b,c},{a,b,c,d} b c d e f h i j g
35 Decomposição por Conexidade Adaptação para grafos não orientados do Algoritmo de Malgrange Se baseia na determinação de vizinhanças dos vértices Complexidade: O(n 2 ) Outros algoritmos disponíveis (Trémaux, Tarjan, Gondran e Minoux, Szwarcfiter)
36 Exercício Aplique a adaptação do algoritmo de Malgrange no grafo G abaixo e indique o resultado. G a d b c e f g h i j
37 Teorema Um grafo G é desconexo sss V pode ser particionado em dois subconjuntos V1 e V2 de maneira que não existe aresta em G com um dos vértices extremos em V1 e o outro em V2
38 Teorema Se um grafo (conexo ou desconexo) tem exatamente dois vértices de grau ímpar, então existe um caminho que liga esses dois vértices
39 Teorema Um grafo G é bipartido se e somente se não contém ciclo ímpar
40 ( ) v u
41 ( ) P v u
42 ( ) P w v u
43 ( ) w P Q v u
44 ( ) w P Q v u u 1
45 ( ) w P P Q v u u 1 1
46 ( ) w P P Q u u v Q 1 1 Teoria dos 1 Grafos
47 ( ) w P Q v u u 1
48 ( ) w P Q v u u 1
49 Teorema Um grafo simples G com n vértices e k componentes conexas pode ter no máximo (n-k)(n-k+1)/2 arestas
50 Prova Idéia: k = 1: (n-1)(n-1+1)/2 (n-1)n/2 k = 2: (n-2)(n-2+1)/2 (n-2)(n-1)/2...
51 Prova Idéia: n1 + n nk = n e ni 1, 1 i k Desigualdade algébrica utilizada: Σi=1,k ni 2 n 2 (k-1)(2n-k)
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