1 Trajeto Euleriano. > Trajeto Euleriano 0/20
|
|
|
- Isabella de Almeida Fortunato
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Conteúdo 1 Trajeto Euleriano > Trajeto Euleriano 0/20
2 Um trajeto Euleriano em um grafo G é um trajeto que utiliza todas as arestas do grafo. Definição Um grafo G é Euleriano se e somente se possui um trajeto Euleriano. > Trajeto Euleriano 1/20
3 Qual grafos são Eulerianos? 5 G a 1 b 1 a f g b e 2 h G' 2 c 3 3 c 4 d H > Trajeto Euleriano 2/20
4 O grafo H não contém um trajeto Euleriano. Informalmente, isto quer dizer que não é possível desenhar H sem tirar o lápis do papel e sem passar duas vezes pela mesma aresta. > Trajeto Euleriano 3/20
5 Como determinar se um grafo é Euleriano? Este tipo de problema ocorre na seguinte situação: Exemplo (Problema do Carteiro Chinês) Um carteiro tem que percorrer uma série de ruas para entregar correspondências. Qual a rota mais curta que o carteiro pode utilizar? Podemos modelar este problema utilizando um grafo, onde cada rua corresponde a uma aresta e cada encontro de duas arestas a um vértice. Note que se existir um trajeto Euleriano, este corresponderá a rota mais curta, já que todas as ruas serão percorridas exatamente uma vez. > Trajeto Euleriano 4/20
6 Vamos tentar entender que propriedades G precisa ter para ser Euleriano. Lema Seja G um grafo Euleriano. Se G possui um vértice v com grau ímpar, então ou o trajeto Euleriano termina em v ou começa em v. > Trajeto Euleriano 5/20
7 Prova: Existem dois casos: O trajeto começa em v. OK!!! O trajeto não começa em v. Logo, toda vez que chegamos em v por uma aresta, devemos sair por outra diferente, o que consome 2 unidades do grau. Como, o grau de v é ímpar e um trajeto Euleriano passa por todas as arestas com extremidade em v, devemos terminar em v. > Trajeto Euleriano 6/20
8 A seguinte propriedade pode então ser obtida: Lema Se um grafo G possui um trajeto Euleriano, então o número de vértices com grau ímpar em G é 0 ou 2. > Trajeto Euleriano 7/20
9 Prova: Pelo lema anterior, G pode possuir no máximo 2 vértices com grau ímpar, caso contrário existiria um vértice de grau ímpar que não começa nem termina o trajeto Euleriano. Como todo grafo possui um número par de vértices com grau ímpar, logo G possui 0 ou 2 vértices com grau ímpar. > Trajeto Euleriano 8/20
10 Exemplo Podemos utilizar o lema anterior para mostrar que o grafo H precedente não é de fato Euleriano. Com efeito, H tem 4 vértices com grau ímpar. Como todo grafo Euleriano tem 0 ou 2 vértices com grau ímpar, segue que H não é Euleriano. > Trajeto Euleriano 9/20
11 Qual grafos são Eulerianos? a b f c e d > Trajeto Euleriano 10/20
12 Nos temos uma condição necessária para um grafo ser Euleriano. A partir desta condição, podemos provar que certos grafos não são Eulerianos, mas como podemos garantir que um grafo é Euleriano? > Trajeto Euleriano 11/20
13 Vamos provar que se um grafo G tem 0 ou 2 vértices de grau ímpar, então ele é Euleriano. Para começar precisamos de um resultado auxiliar: Lema Todo grafo conexo não trivial com 0 vértices de grau ímpar possui um ciclo. (um grafo G = (V, E) é trivial se e somente se V = 1 e E = ) > Trajeto Euleriano 12/20
14 Prova: Se G só possui um vértice então G consiste em um conjunto de laços, caso contrário G seria trivial. Vamos assumir então que G possui pelo menos dois vértices. Seja P = v 0 e 0 v 1 e 1,..., e k 1 v k o caminho mais longo entre dois vértices de G. Como todo vértice de G tem grau par, então v k é extremidade de alguma aresta e diferente de e k 1. Além disso, a outra extremidade de e tem que ser um vértice v i, com i {0, 1,..., k}, caso contrário teríamos um caminho maior que P. Portanto, v i e i v i+1 e i+1... e k 1 v k ev i é um ciclo. > Trajeto Euleriano 13/20
15 Lema Seja G um grafo conexo com 0 vértices de grau ímpar. Então, G contém um trajeto Euleriano fechado. > Trajeto Euleriano 14/20
16 Prova: Utilizamos indução no número de arestas de G. Base: G tem somente uma aresta. Como G é conexo e não tem vértices de grau ímpar, então G consiste em um vértice v com um laço e. Portanto vev é um trajeto Euleriano fechado em G. Hipótese Indutiva: Todo grafo conexo, sem vértices de grau ímpar, e com no máximo k arestas tem um trajeto Euleriano fechado. Passo Indutivo: Como G tem 0 vértices de grau ímpar, segue do Lema 3 que G possui um ciclo C. Seja G = (V, E ) o grafo obtido a partir de G removendo todas as arestas de C. Observe que V = V e E = E { arestas em C }. Seja v um vértice de V e sejam d G (v) e d G (v), os graus de v em G e G, respectivamente. Se v está no ciclo C, então d G (v) = d G 2. Caso contrário, d G (v) = d G(v). Então, todo vértice de G tem grau par. > Trajeto Euleriano 15/20
17 Sejam G 1,..., G l as componentes conexas de G que tem pelo menos uma aresta. Temos que a) O numero de arestas de G i é menor ou igual a k, para i = 1,..., l b) Todo vértice de G i tem grau par, para i = 1,..., l. Segue da hipótese indutiva que G i, i = 1,..., l, tem um trajeto Euleriano fechado. Seja T i o trajeto de G i. Para obter um trajeto Euleriano para G percorremos o ciclo C. Cada vez que visitarmos um vértice v de C que pertence a uma componente G i cujo trajeto T i ainda não foi percorrido, interrompemos momentaneamente a nossa caminhada por C para percorremos o trajeto T i (obtido pela hipótese). Após, continuamos a percorrer o ciclo C a partir de v. Este processo é encerrado quando todas as arestas de C tiverem sido visitadas. > Trajeto Euleriano 16/20
18 Um exemplo 1 A B D 2 4 C 5 3 E 8 Z 9 F I 14 J L H Z 9 F 12 I H Ciclo C 19 K 20 Grafo G 1 A B D 2 4 C 5 3 E 6 8 F Z 10 I 14 J L K 20 Componente G' 1 Componente G' 2 > Trajeto Euleriano 17/20
19 O Lema garante que se um grafo conexo tem 0 vértices de grau ímpar então ele é Euleriano. E se um grafo tem dois vértice de grau ímpar, o que acontece? O próximo Lema resolve esta questão: Lema Seja G um grafo conexo com 2 vértices de grau ímpar, u e v. Então, G contém um trajeto Euleriano que começa em u e termina em v. > Trajeto Euleriano 18/20
20 Prova: Seja G = (V, E) e seja G o grafo obtido a partir de T adicionando uma aresta e que une u a v, os dois vértices de grau ímpar em G. (Isto pode ser feito independentemente se já existe uma aresta ligando u a v em G ou não.) G é conexo e todos os vértices de G tem grau par, já que os únicos dois que tinham grau ímpar em G ganharam uma unidade a mais em G. Portanto, os resultados anteriores garante que G tem um trajeto Euleriano fechado T. Retirando a aresta e de T, obtemos um trajeto Euleriano para G que começa em u e termina em v. > Trajeto Euleriano 19/20
21 Os Lemas anteriores implicam no seguinte teorema, que constitui o resultado principal desta seção: Theorem Um grafo conexo G é Euleriano se e somente se possui 0 ou 2 vértices de grau ímpar. Se G tem 0 vértices com grau ímpar, então G possui um trajeto Euleriano fechado. Por outro lado, se G tem 2 vértices com grau ímpar, u e v, então ele contém um trajeto Euleriano que começa em u e termina em v. > Trajeto Euleriano 20/20
Árvores Árvores Geradoras de Custo Mínimo 0/16
Conteúdo 1 Árvores 2 Árvores Geradoras de Custo Mínimo Árvores Árvores Geradoras de Custo Mínimo 0/16 Árvores Definição (Grafo Acíclico) Um grafo acíclico é um grafo que não contém ciclos. Árvores Árvores
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada.
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] Grafos Eulerianos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro.
As Pontes de Königsberg
As Pontes de Königsberg Anderson Freitas Ferreira e Lívia Minami Borges 13 de junho de 2015 Resumo A teoria de grafos teve seu início em 1736, quando Euler utilizou uma estrutura para resolver o Problema
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Capítulo 11: Grafos Eulerianos. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 11: Grafos Eulerianos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria do
Matemática Discreta Capítulo 3 Versão preliminar
Matemática Discreta Capítulo 3 Versão preliminar Henri Anciaux e Derek Hacon October 25, 2007 1 Generalidades sobre grafos Um grafo G é simplesmente um par de dois conjuntos V e A, o segundo sendo constituído
x y Grafo Euleriano Figura 1
Grafo Euleriano Um caminho simples ou um circuito simples é dito euleriano se ele contém todas as arestas de um grafo. Um grafo que contém um circuito euleriano é um grafo euleriano. Um grafo que não contém
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 12: Grafos Hamiltonianos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro Teoria do
Capítulo 2- Modelos de grafos.
Capítulo 2- Modelos de grafos. 2.1- Introdução (pág. 8) [Vídeo 24] Grafo- é um esquema constituído por pontos (ou vértices) e por segmentos (ou arestas). (8) Exemplo 1(pág.8) Um grafo diz-se conexo se
Comunicação e redes. Aula 2: Teoria dos Grafos Conceitos básicos. Professor: Guilherme Oliveira Mota.
Comunicação e redes Aula 2: Teoria dos Grafos Conceitos básicos Professor: Guilherme Oliveira Mota [email protected] Aula passada Redes complexas Grafo G: Conjunto de pontos e linhas ligando esses pontos
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Capítulo 5: Grafos Conexos. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 5: Grafos Conexos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria do Grafos,
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada.
Teoria dos Grafos Valeriano A de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada antunes@ibilceunespbr, socorro@ibilceunespbr Grafos Hamiltonianos Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro
Matemática Aplicada às Ciências Sociais- 11º ano (Versão: para o manual a partir de 2016/17)
Matemática Aplicada às Ciências Sociais- 11º ano (Versão: para o manual a partir de 2016/17) Professor: Pedro Nóia Livro adotado: Matemática Aplicada às Ciências Sociais- 11º ano Elisabete Longo e Isabel
PERCURSOS. André Falcão, Carlos Augusto, Rafael Broédel e Lucas Dipré
PERCURSOS André Falcão, Carlos Augusto, Rafael Broédel e Lucas Dipré Serra 2011 Índice 1...O que é caminho e circuito 1.1...Caminho 1.2...Circuito 1.3...Classificação 2...Caminhos Eulerianos 2.1...Definição
Teoria dos Grafos: Circuitos Eulerianos, Ciclos Hamiltonianos, Torneios Circuitos Eulerianos
Programa Olímpico de Treinamento Curso de Combinatória Nível 3 Prof. Carlos Shine Aula 14 Teoria dos Grafos: Circuitos Eulerianos, Ciclos Hamiltonianos, Torneios Circuitos Eulerianos Um grafo é dito euleriano
Grafos IFRN. Prof.Robinson Alves
Grafos IFRN Prof.Robinson Alves Caminhos É uma seqüência de arestas onde o vértice final de uma aresta é o vértice inicial da próxima v c c3 c1 c6 c4 {c1,c,c4,c5,c6} {c,c3,c4,c5} {,v,,,v5} {v,,,v5,} c5
2 Relação entre soma dos graus e número de arestas
Rio de Janeiro, 24 de Outubro de 2011. LISTA DE ESTRUTURAS DISCRETAS PROFESSOR: EDUARDO LABER OBSERVAÇÕES: Exercícios marcados com são mais complicados. 1 Isomorfismo 1. Seja G =(V,E) um grafo simples.
Teoria dos grafos. Caminho euleriano e Hamiltoniano. Prof. Jesuliana N. Ulysses
1 7 Teoria dos grafos Caminho euleriano e Hamiltoniano Grafo Euleriano Grafo onde é possível achar um caminho fechado (ciclo), passando em cada aresta uma única vez Quais são os grafos de Euler? Teorema:
Grafos e Algoritmos Raimundo Macêdo. Teorema de Hall (Prova por Indução)
Grafos e Algoritmos Raimundo Macêdo Teorema de Hall (Prova por Indução) Teorema de Hall (teorema do casamento, 1935) Seja G uma grafo bipartide V = X U Y, então G contém um emparelhamento que satura todos
GRAFOS. Prof. André Backes. Como representar um conjunto de objetos e as suas relações?
8/0/06 GRAFOS Prof. André Backes Definição Como representar um conjunto de objetos e as suas relações? Diversos tipos de aplicações necessitam disso Um grafo é um modelo matemático que representa as relações
GRAFOS: UMA INTRODUÇÃO
GRAFOS: UMA INTRODUÇÃO Vilmar Trevisan -Instituto de Matemática - UFRGS Junho de 2006 Grafos: uma introdução Informalmente, um grafo é um conjunto de pontos no plano ligados entre por flechas ou por segmentos
Alguns probleminhas...
Introdução Vários problemas da computação, com aplicações em diversos problemas importantes, nasceram de jogos ou brincadeiras. Hoje veremos uma pequana amostra deste fato. Alguns probleminhas... Problema
Matemática Discreta. Aula nº 22 Francisco Restivo
Matemática Discreta Aula nº 22 Francisco Restivo 2006-05-26 Definição: Um grafo cujos vértices são pontos no plano e cujos lados são linhas no plano que só se encontram nos vértices do grafo são grafos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO. 5 a Lista de Exercícios
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO MATEMÁTICA COMBINATÓRIA 5 a Lista de Exercícios 1. O grafo de intersecção de uma coleção de conjuntos A 1,..., A n é o grafo
Grafos Eulerianos e o Problema do Carteiro Chinês
Prof. Ademir A. Constantino DIN - UEM 1 Grafos Eulerianos e o Problema do Carteiro Chinês Prof. Ademir Constantino Departamento de Informática Universidade Estadual de Maringá Prof. Ademir A. Constantino
Percursos em um grafo
Percursos em um grafo Definição Um percurso ou cadeia é uma seqüência de arestas sucessivamente adjacentes, cada uma tendo uma extremidade adjacente à anterior e a outra a subsequente (à exceção da primeira
GRAFOS Aula 04 Caminhos, Conexidade e Distância Max Pereira
Ciência da Computação GRAFOS Aula 04 Caminhos, Conexidade e Distância Max Pereira Um grafo é dito conexo se for possível visitar qualquer vértice, partindo de um outro qualquer, passando pelas suas arestas.
Teoria dos Grafos AULA 3
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] AULA 3 Trajetos, Caminhos, Circuitos, Grafos Conexos Preparado
Matemática Discreta. Aula 06: Teoria dos Grafos. Tópico 01: Grafos e suas Representações. Observação
Aula 06: Teoria dos Grafos Tópico 01: Grafos e suas Representações Nesta aula nós passamos a estudar um outro assunto, mas que também tem muita aplicação na vida prática, a Teoria dos Grafos. Para esta
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Capítulo 16: Grafos Planares. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 16: Grafos Planares Preparado a partir do texto: Rangel, Socorro. Teoria do
Percursos em um grafo
Percursos em um grafo Definição Um percurso ou cadeia é uma seqüência de arestas sucessivamente adjacentes, cada uma tendo uma extremidade adjacente à anterior e a outra a subsequente (à exceção da primeira
Noções da Teoria dos Grafos. André Arbex Hallack
Noções da Teoria dos Grafos André Arbex Hallack Junho/2015 Índice 1 Introdução e definições básicas. Passeios eulerianos 1 1.1 Introdução histórica..................................... 1 1.2 Passeios
Introdução à Teoria dos Grafos. Isomorfismo
Isomorfismo Um isomorfismo entre dois grafos G e H é uma bijeção f : V (G) V (H) tal que dois vértices v e w são adjacentes em G, se e somente se, f (v) e f (w) são adjacentes em H. Os grafos G e H são
Circuitos Hamiltorianos
Circuitos Hamiltorianos Vimos que o teorema de euler resolve o problema de caracterizar grafos que tenham um circuito em que cada aresta apareça exatamente uma vez. Vamos estudar aqui uma questão relacionada.
O estudo utilizando apenas este material não é suficiente para o entendimento do conteúdo. Recomendamos a leitura das referências no final deste
O estudo utilizando apenas este material não é suficiente para o entendimento do conteúdo. Recomendamos a leitura das referências no final deste material e a resolução (por parte do aluno) de todos os
Parte B Teoria dos Grafos
45 Parte B Teoria dos Grafos B. Grafos e Subgrafos Um grafo G é uma tripla ordenada (V(G), E(G), ), constituindo de um conjunto não vazio V(G) de vértices, um conjunto disjunto E(G) das arestas e uma função
MATEMÁTICA DISCRETA PARA ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
MATEMÁTICA DISCRETA PARA ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Profa. Kathya Collazos Linares *As aulas baseiam-se no material do Professor Antonio Alfredo Ferreira Loureiro O problema das sete pontes de Königsberg
Lista de Exercícios 9 (Extra): Soluções Grafos
UFMG/ICEx/DCC DCC111 Matemática Discreta Lista de Exercícios 9 (Extra): Soluções Grafos Ciências Exatas & Engenharias 1 o Semestre de 018 Para cada uma das seguintes armações, diga se é verdadeira ou falsa
Alg l ori r t i m t os e E str t u r tu t ra r s d e D ados I I Intr t o r duçã ç o ã a a Gr G a r f a o f s P of o a. M. C r C ist s ina n a /
Algoritmos e Estruturas de Dados II Introdução a Grafos Profa. M. Cristina / Profa. Rosane (2012) Baseado no material de aula original: Profª. Josiane M. Bueno Divisão do arquivo 1ª parte: Motivação Definição:
Noções da Teoria dos Grafos
Noções da Teoria dos Grafos André Arbex Hallack Índice 1 Introdução e definições básicas. Passeios eulerianos 1 2 Ciclos hamiltonianos 7 3 Árvores 11 4 Emparelhamento em grafos 15 5 Grafos planares: Colorindo
Algoritmos e Estruturas de Dados II Introdução a Grafos. Divisão do arquivo
Algoritmos e Estruturas de Dados II Introdução a Profa. M. Cristina / Profa. Rosane (2010/11) Baseado no material de aula original: Profª. Josiane M. Bueno Divisão do arquivo 1ª parte: Motivação Definição:
Circuitos Eulerianos Ciclos Hamiltonianos O Problema do Caixeiro Viajante CAMINHAMENTOS BASEADO EM TOWNSEND (1987), CAP. 7.
Matemática Discreta Capítulo 7 SUMÁRIO CAMINHAMENTOS BASEADO EM TOWNSEND (1987), CAP. 7 Circuitos Eulerianos Ciclos Hamiltonianos O Problema do Caixeiro Viajante Newton José Vieira 30 de julho de 2007
Teoria dos Grafos. Profa. Alessandra Martins Coelho
Teoria dos Grafos Profa. Alessandra Martins Coelho fev/2014 Avaliação 2 Provas 30 pontos cada; 3 Implementações 10 pontos cada; 1 Seminário 10 pontos; Listas de exercícios Listas não valem nota, entretanto...
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Existem três companhias que devem abastecer com gás, eletricidade e água três prédios diferentes através de tubulações subterrâneas. Estas tubulações podem estar à mesma profundidade? Isto
15 - Coloração Considere cada um dos grafos abaixo:
15 - Coloração Considere cada um dos grafos abaixo: a) Quantas cores são necessárias para colorir os vértices de um grafo de maneira que dois vértices adjacentes não recebam a mesma cor? b) Qual é o número
Grafos AULA META. Introduzir noções elementares da teoria dos grafos. OBJETIVOS. Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de:
Grafos META Introduzir noções elementares da teoria dos grafos. OBJETIVOS Ao final da aula o aluno deverá ser capaz de: Representar grafos por meio de matrizes e diagramas; Caracterizar uma árvore; Identificar
Teoria dos Grafos AULA 1
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] AULA 1 Introdução,
Teoria dos Grafos AULA 1
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected] AULA 1 Introdução, Conceitos Iniciais, Isomorfismo Preparado
A resposta para este problema envolve a partição do conjunto de arestas de tal forma que arestas adjacentes não pertençam a um mesmo conjunto.
6 - oloração de restas e Emparelhamentos onsidere o seguinte problema: Problema - o final do ano acadêmico, cada estudante deve fazer um exame oral com seus professores. Suponha que existam 4 estudantes
Noções da Teoria dos Grafos. André Arbex Hallack
Noções da Teoria dos Grafos André Arbex Hallack Junho/2015 Índice 1 Introdução e definições básicas. Passeios eulerianos 1 2 Ciclos hamiltonianos 5 3 Árvores 7 4 Emparelhamento em grafos 11 5 Grafos planares:
Capítulo 1. Aula Caminhos de Euler e Hamilton Caminhos de Euler e Circuitos
Capítulo 1 Aula 8 1.1 Caminhos de Euler e Hamilton Podemos percorrer as margens de um grafo iniciando em um vértice e retornando a ele percorrendo cada borda do grafo exatamente uma vez? Da mesma forma,
Alguns Problemas Clássicos Sobre Grafos
Alguns Problemas Clássicos Sobre Grafos Elon Lages Lima IMPA/CNPq O conceito de grafo é simples, porém fértil em aplicações e problemas atraentes. Ele já foi abordado, nesta Revista, em pelo menos três
Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense. Notas de Aula de Teoria dos Grafos. Prof. Fábio Protti Niterói, agosto de 2015.
Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Notas de Aula de Teoria dos Grafos Niterói, agosto de 2015. Conteúdo 1 Conceitos Básicos 5 1.1 Grafos, vértices, arestas..................... 5 1.2
Teoria dos Grafos. Árvores
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Preparado a partir
04 Grafos: caminhos e coloração SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II
04 Grafos: caminhos e coloração SCC0503 Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Moacir Ponti Jr. www.icmc.usp.br/~moacir Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação USP 2011/1 Moacir Ponti Jr.
Teoria dos Grafos. Edson Prestes
Edson Prestes Árvores Algoritmo de Kruskal O algoritmo de Kruskal permite determinar a spanning tree de custo mínimo. Este custo corresponde à soma dos pesos (distância, tempo, qualidade,...) associados
Teoria dos Grafos. Motivação
Teoria dos Grafos Aula 1 Primeiras Ideias Prof a. Alessandra Martins Coelho março/2013 Motivação Muitas aplicações em computação necessitam considerar conjunto de conexões entre pares de objetos: Existe
Teoria dos Grafos. Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo. Departamento de Matemática Aplicada
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira, Socorro Rangel, Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada Capítulo 14: Conjuntos de Corte e Conectividade Preparado a partir do texto: Rangel,
DOIS PROBLEMAS SOBRE GRAFOS Paulo Cezar Pinto Carvalho IMPA
Nível Intermediario. DOIS PROBLEMAS SOBRE GRAFOS Paulo Cezar Pinto Carvalho IMPA INTRODUÇÃO A figura abaixo mostra um mapa rodoviário de um país fictício. Neste artigo vamos examinar dois problemas relativos
A resposta para este problema envolve a partição do conjunto de arestas de tal forma que arestas adjacentes não pertençam a um mesmo conjunto.
7 - Coloração de Arestas e Emparelhamentos Considere o seguinte problema: Problema - Ao final do ano acadêmico, cada estudante deve fazer um exame oral com seus professores. Suponha que existam 4 estudantes
GRAFOS. Introdução Conceitos Fundamentais
GRAFOS Introdução Conceitos Fundamentais Uma aplicação do produto de matrizes Agora é a sua vez... Considere o diagrama seguinte Determine, o número de formas diferentes de ir de a 1 até e 2 e de a 2
Algoritmos em Grafos - Aula 02 Introdução à Teoria dos Grafos
Algoritmos em Grafos - Aula 02 Introdução à Teoria dos Grafos Prof a. Laura Silva de Assis PPCIC - Programa de Pós-graduação em Ciência da Computação CEFET/RJ - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso
Teoria dos Grafos. Coloração de Vértices
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Coloração de
GRAFOS E ALGORITMOS TEORIA DE GRAFOS
GRAFOS E ALGORITMOS TEORIA DE GRAFOS 1a. PARTE Prof. Ronaldo R. Goldschmidt [email protected] [email protected] ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO E MOTIVAÇÃO 2. FUNDAMENTOS 3. CONECTIVIDADE 4.
Teoria dos Grafos. Grafos Planares
Teoria dos Grafos Valeriano A. de Oliveira Socorro Rangel Silvio A. de Araujo Departamento de Matemática Aplicada [email protected], [email protected], [email protected] Grafos Planares
Algoritmos de aproximação - Problema do caixeiro viajante
Algoritmos de aproximação - Problema do caixeiro viajante Marina Andretta ICMC-USP 30 de setembro de 2015 Baseado no livro Uma introdução sucinta a Algoritmos de Aproximação, de M. H. Carvalho, M. R. Cerioli,
ANÁLISE COMBINATÓRIA
Nome Nota ANÁLISE COMBINATÓRIA 1) De quantas maneiras diferentes 11 homens e 8 mulheres podem se sentar em uma fila se os homens sentam juntos e as mulheres também? 2!*11!*8! 2) O controle de qualidade
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA
INE5403 FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA DISCRETA PARA A COMPUTAÇÃO PROF. DANIEL S. FREITAS UFSC - CTC - INE Prof. Daniel S. Freitas - UFSC/CTC/INE/2007 p.1/26 3 - INDUÇÃO E RECURSÃO 3.1) Indução Matemática 3.2)
Introdução à Teoria dos Grafos (MAC-5770) IME-USP Depto CC Profa. Yoshiko. Capítulo 3
Introdução à Teoria dos Grafos (MAC-5770) IME-USP Depto CC Profa. Yoshiko Capítulo 3 Árvores Problema: Suponha que numa cidade haja n postos telefônicos. Para que seja sempre possível haver comunicação
APLICAÇÕES DE BUSCA EM GRAFOS
APLICAÇÕES DE BUSCA EM GRAFOS David Krenkel Rodrigues de Melo [email protected] Prof. Leonardo Sommariva, Estrutura de Dados RESUMO: São inúmeras as aplicaçõe de grafos, bem como os problemas clássicos
14 Coloração de vértices Considere cada um dos grafos abaixo:
14 Coloração de vértices Considere cada um dos grafos abaixo: a) Quantas cores são necessárias para colorir os vértices de um grafo de maneira que dois vértices adjacentes não recebam a mesma cor? b) Qual
Definição e Conceitos Básicos
Definição e Conceitos Básicos Grafos e Algoritmos Computacionais Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes [email protected] 1 Conceitos Básicos Em grafos ocorrem dois tipos de elementos: Vértices ou nós;
Máximos e mínimos em intervalos fechados
Universidade de Brasília Departamento de Matemática Cálculo 1 Máximos e mínimos em intervalos fechados No texto em que aprendemos a Regra da Cadeia, fomos confrontados com o seguinte problema: a partir
Introdução a Grafos Letícia Rodrigues Bueno
Introdução a Grafos Letícia Rodrigues Bueno UFABC Teoria dos Grafos - Motivação Objetivo: aprender a resolver problemas; Como: usando grafos para modelar os problemas; Grafos: ferramenta fundamental de
Segunda Lista de Exercícios 2004/2...
+ + UFLA Universidade Federal de Lavras Departamento de Ciência da Computação COM162 Linguagens Formais e Autômatos Prof. Rudini Sampaio Monitor: Rodrigo Pereira dos Santos Segunda Lista de Exercícios
