PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS"

Transcrição

1

2 PRINCIPAIS RAÇAS LEITEIRAS

3 Raça é um conceito para categorizar diferentes populações de uma mesma espécie biológica desde suas características físicas; é comum falar-se das raças de animais.

4 OBJETIVOS Apresentar as principais raças bovinas utilizadas nos diversos sistemas criação para a produção de leite Caracterizar sua morfologia quanto estas raças Direcionar a utilização destas raças para os sistemas de produção de leite

5 FATORES DETERMINANTES NA PRODUÇÃO As raças mais determinantes na produção de leite são originárias da Europa: Adaptadas a climas temperados(temperaturas amenas) Produção de leite e eficiência reprodutiva são menores em ambientes mais quentes

6 FATORES DETERMINANTES NA PRODUÇÃO As raças zebuínas (origem indiana) são bem adaptadas a climas mais quentes e apresentam grande rusticidade, porém a produção de leite ainda épequena Os cruzamentos na pecuária leiteira procuram conciliar a elevada produtividade das raças taurinas com a adaptabilidade e a rusticidade das raças zebuínas

7 FATORES DETERMINANTES NA PRODUÇÃO Analisar características físicas que contribuem para a utilização do animal destinada a criação: - aparência geral; (harmonia e desenvolvimento do conjunto; idade e raça; feminilidade ou masculinidade) - temperamento leiteiro; (estágio de lactação; idade; índole; conformação forma de cunha )

8 FATORES DETERMINANTES NA PRODUÇÃO - capacidade corporal; (capacidade e equilíbrio do tórax; capacidade de ingerir alimentos; membros fortes bem aprumados; garupa comprimento, nivelamento e largura - sistema mamário. (tamanho, comprimento e profundidade do úbere anterior e posterior; ligamentos e veias mamárias)

9 HOLANDESA Nome científico: Bos taurus batavicus Origem: província de Frísia na Holanda EUA Holstein Friesian Cattle Inglaterra British Friesian Cattle ou British Holstein Cattle

10 A raça leiteira mais conhecida em todo o mundo, apresentando a maior capacidade de produção de leite É UMA MÁQUINA??

11 INTRODUÇÃO E EXPANSÃO Valor histórico: introduzido final século XVIII ou início do XIX. -Já tinha sua produção de leite reduzida e, no Brasil, continuou seu processo degenerativo, não ganhando área geográfica rural.

12 INTRODUÇÃO E EXPANSÃO Primeira introdução durante o domínio holandês no Nordeste. Não se expandiu devido sua difícil adaptação ao clima tropical, não ficando conhecida.

13 INTRODUÇÃO E EXPANSÃO Segunda introdução a partir da implantação dos postos zootécnicos (fazendas modelos e postos de monta) pelo governo por volta de Espalhou-se por todo o Brasil devido ao emprego de sistemas mais adequados de criação ou através de cruzamentos

14 ACURÁCIA RACIAL Categorias Puros de Origem (PO) Puros por Cruzamento (PC) Puro por Cruzamento de Origem Desconhecida (PCOD)composição racial de 31/32 Puro por Cruzamento de Origem Conhecida (PCOC) composição racial mínima de 31/32 para fêmeas e de 63/64 para machos Fêmeas Mestiças (FM) FM 3/4, FM 7/8, FM 15/16

15

16 COR DA PELAGEM HOLANDESA Manchas pretas-brancas e vermelhas-brancas claramente definidas

17

18 CONFORMAÇÃO Aprumos: Ossatura limpa e compacta, com forma e movimento funcionais nas patas e que dê como resultado uma mobilidade adequada ao animal.

19 CONFORMAÇÃO Costelas: Bem espaçadas entre si, oblíquas, achatadas, planas, largas e compridas.

20 CONFORMAÇÃO Tórax: Com base larga, resultando uma ampla separação dos aprumos anteriores.

21 CONFORMAÇÃO Úbere: Simétrico de comprimento, largura e profundidade moderados, fortemente inserido, que mostre uma divisão acentuada entre as metades; não quarteado lateralmente: macio, pregueado e reduzido volume após a ordenha; quartos balanceados.

22 CONFORMAÇÃO Ligamento Suspensório Médio: Bem marcado, mostrando uma fenda entre as metades do úbere.

23 CONFORMAÇÃO Úbere Anterior: Inserção firme e suave com o abdômen, comprimento e largura moderados; quartos bem balanceados. Úbere Posterior: Alto, largo e ligeiramente arredondado; bastante uniforme em sua largura da inserção superior até a base; fortemente aderido.

24 CONFORMAÇÃO Tetos: De tamanho uniforme, comprimento e diâmetro medianos; cilíndricos e perpendiculares ao piso do úbere. À vista lateral ficam colocados centralmente em cada quarto. À vista posterior ligeiramente deslocados para o centro de cada quarto formando um retângulo.

25 CONFORMAÇÃO Veias mamárias: Grandes, compridas, sinuosas e ramificadas. É desejado um úbere com bastante vascularização.

26

27 APTIDÃO ECONÔMICA Teor de gordura do leite ± 3,5% Rendimento variável Fator genético seleção Fatores ambientais clima, alimentação, manejo, etc. Apesar de ser uma raça de grande porte, os bezerros machos não são muito valorizados para corte.

28 APTIDÃO ECONÔMICA Adaptação Climática Fatores ambientais limitantes calor, radiação solar, umidade relativa, alimentação deficiente, falta de higiene, doenças infecciosas e parasitárias Temperatura ideal de 10 a 15ºC até 21 a 26ºC (originária de clima temperado) e umidade relativa do ar de 65%

29

30 JERSEY

31 ORIGEM JERSEY A raça Jersey é originária de uma pequena ilha de apenas hectares, no Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, na região da Normandia, denominada "Ilha de Jersey" que pertencente à Grã- Bretanha.

32

33 HISTÓRIA JERSEY Em 1734 a raça já era caracterizada como excelente produtora de leite. Em 1763, foram decretadas leis que proibiam a entrada na Ilha de Jersey de qualquer animal vivo que pudesse transmitir doenças aos seus bovinos A raça Jersey é uma das mais eficientes e é encontrada nos cinco continentes.

34

35 JERSEY SEGUNDA Segunda raça leiteira criada no mundo, devido às suas características: - alta precocidade: é possível ter maior lucratividade com as fêmeas, pois são precoces e oferecem bom lucro pela venda do leite; - adaptação: alta capacidade de adaptar-se a vários tipos de climas, manejo e condições geográficas; além de apresentar bom desempenho em instalações comerciais e em programa de pastoreio;

36 PONTOS POSITIVOS DA RAÇA Prolificidade: boa capacidade de reprodução; Facilidade de parição: (perpetuada geneticamente): aos 26mesesjácria,voltandoaemprenharemem110dias; Longevidade: permanecem mais tempo no plantel; Tolerância ao calor: escolha lógica para os criadores de raças leiteiras em regiões tropicais;

37 RAÇA JERSEY: PADRÃO - Cabeça: limpa, bem proporcional, de comprimento moderado; - Pescoço: limpo, moderadamente comprido; -Pés: curtos, compactos e redondos; úbere: largo, alto e amplo ; - Úberede boa qualidade é pregueado, macio, de boa textura; - Pele: pigmentada.

38

39

40 CARACTERISTICAS DO LEITE JERSEY CONTÉN EM MÉDIA -20% a mais de cálcio - mineral essencial na dieta humana, necessárioparadenteseossosfortes-doqueoutrasraças. -maior quantidade proteínas, lactose, vitaminas e minerais, oferecendo um leite completo. Quando consumido na forma fluída, tem mais consistência e um gosto mais forte. Quanto mais componentes, mais saboroso e nutritivo ele é, além de indicado para a alimentação de crianças e adultos.

41 GUERNSEY

42 GUERNSEY E SUAS CARACTERÍSTICAS - Origem:Inglaterra, na ilha de Guernsey, no Canal da Mancha; - Pelagem: amarelo malhado, com combinações variadas; - Aptidão:leiteira, do grupo das manteigueiras; produção no país de origem é de aproximadamente 3000 kg de leite; leite com 4,5 a 5,5% de gordura; peso médio da fêmea adulta é de 400 a 500 kg, e nos machos, de 700 a 750 kg de peso vivo.

43 GUERNSEY E SUAS CARACTERÍSTICAS -A Vaca Guernsey possui uma conformação tipicamente leiteira; -Úbere grande, bem conformado e irrigado; é especializada na produção de leite gordo, por isso, classificada como raça manteigueira; -É considerada mais rústica que a Jersey. Sua longevidade é notável, servindo na reprodução até avançada idade.

44 GUERNSEY E SUAS CARACTERÍSTICAS -Nos cruzamentos revela grande prepotência na transmissão de suas qualidades. -Sua criação tem sido recomendada ao lado de vacas de leite magro para operar misturas de compensação.

45

46

47 PARDO-SUIÇO

48

49 RAÇA PARDO-SUIÇO É uma raça pura e milenar, uma das mais antigas, com registros datados de 80 a.c. Documentos comprovam que há mais de 1000 anos atrás existia criação de braunvieh no convento de Einsedein, no cantão de Schwyz, na Suíça. NoBrasilemmeados de1900foramfeitasas primeiras importações da Suíça; esses animais foram para o Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

50

51 PARDO-SUIÇO: CARACTERÍSTICAS - Alta conversão alimentar; - Alta fertilidade de machos e fêmeas; -Precocidade sexual: as novilhas entram no estro aos 332 dias; - Rusticidade: tolerância ao frio e calor; -Camada de gordura na quantidade certa, sem excessos; -Produção leiteira: mais de quilos de leite em 200 dias; - Habilidade materna; - Viabilidade econômica em confinamento.

52 PARDO-SUIÇO: PADRÃO RACIAL - Boa pigmentação; -Pelo curto, que é capaz de crescer ou se manter de acordo com o clima; - Cascos: pretos e fortes; - Bons aprumos; -Pêlosde cor parda, variando do muito claro para o muito escuro.

53

54

55 NORMANDA

56 NORMANDA: ORIGEM É uma raça bastante antiga, originária na Normandia, na França. Seu melhoramento e livros de registros são relativamente recentes.

57 NORMANDA: CARACTERÍSTICAS A raça Normanda possui aptidão predominante para o leite. Sua pelagem é malhada com fundo do amarelo claro até o escuro. As novilhas dão a primeira cria entre 2 1/2 a 3 anosdeidadeeosmachoscomeçamaservir emtornode12mesesdeidade.

58

59 NORMANDA: CARACTERÍSTICAS Aonascer,osbezerrospesamemmédia45kg. Possui temperamento dócil e é indicada para fazendas mistas, em regime de meia estabulação. No cruzamento com raças zebuinas, o gado Normando dá mestiços rústicos, de crescimento rápido, pesados, produtores de carne de boa qualidade. Os animais da raça Normanda não se desenvolveram bem no Brasil

60

61

62 CARACU

63 CARACU A raça caracu é descendente direta dos animais dos troncos Bos tauros, ibéricos e os Bos tauros aquitanicus, basicamente trazidos para o Brasil pelos colonizadores portugueses. A primeira entrada destes animais ocorreu em 1534 em São Vicente(SP).

64

65 CARACU: CARACTERÍSTICAS Araçacaracuédeduplaaptidão(carnexleite) O que mais chama a atenção na raça, por ser de origem européia, é a extraordinária adaptação ao clima tropical e sub-tropical. A seleção natural provocou modificações anatômicas e fisiológicas que lhe proporcionaram as características a seguir: pelo curto; resistência ao calor;

66 CARACU: CARACTERÍSTICAS Resistência a endo e ectoparasitos; Facilidade de locomoção (bons aprumos); Cascos resistentes, tanto para pisos duros quanto encharcados; Umbigo curto e sem prolapso prepúcio; Capacidade de digerir fibras grosseiras; Facilidade de parto.

67

68 CARACU: PADRÃO RACIAL Pêlo: curto e inclinado, pelagem nos vários tons de amarelo, sem pêlos pretos ou manchas brancas; aprumos: bons, apresentando facilidade de locomoção; cascos: resistentes, são claros avermelhados ou rajados;

69 CARACU: PADRÃO RACIAL CHIFRE: ALARANJADO, COM SAÍDAS PARA OS LADOS; ORELHAS: PEQUENAS; ESTRUTURA: LONGILÍNEA; LINHA DO DORSO PLANA, COM PEQUENA INCLINAÇÃO NA GARUPA; PREPÚCIO: CURTO; VASSOURA DO RABO: AMARELA.

70

71 SIMENTAL

72 SIMENTAL Com origem na Suíça onde era utilizada para produção de leite, carne e tração, a raça pura Simental foi criada, selecionada e disseminada pelo mundo, sendo considerada uma das mais bem distribuídas do planeta.

73 SIMENTAL No Brasil, chegou há mais de 80 anos e de lá paracátemseespalhadoportodasasregiões com uma seleção genética cada vez mais apurada. Estima-se que o rebanho brasileiro de simental puro e mestiço tenha cerca de animais, incluindo o rebanho não registrado.

74

75 SIMENTAL: CARACTERÍSTICAS A vaca pura simental tem sua primeira parição antes de completar dois anos de vida, com crias pesando em média 38kg para fêmeas, e 43 kg para machos, sem problemas de parto. A idade média para cobertura de fêmeas é a partir do 14º mês, quando estarão pesando cerca de 400 kg.

76 SIMENTAL: CARACTERÍSTICAS Conforme as condições ambientais, manejo e objetivos de cada criação, os criadores encontram linhagens diferentes dentro da riqueza de variabilidade genética que forma o simental mundial, e lhes oferece genes que poderão incrementar o potencial genético de seus animais para produção leiteira e de carne.

77 SIMENTAL: CARACTERÍSTICAS O simental brasileiro apresenta características sui generis, que suporta nossa adversidade climática. Trata-se de um gado que possui uma herança muito forte de adaptação às condições tropicais com boa conversão alimentar em pastos pouco favorecidos em valores nutritivos.

78

79 PADRÃO DA RAÇIAL O simental de pura raça é de temperamento dócil, sua pelagem é branca ou ligeiramente creme com grandes manchas amarelas ou vermelhas, ou uma só grande mancha, que varia do amarelo trigo ao vermelho castanho. A cabeça, parte inferior do corpo, dos membros e ponta de calda é branca.

80

81

82 INDIANAS (Zebuínas)

83 GIR

84 ORIGEM A raça Gir, proveniente da Índia; originou-se na região de Gir, Península de Kathawar. A entrada das raças zebuínas no Brasil ocorreu em meados do século XVII até a década de 60. É uma raça mista, produtora de carne e com boa aptidão leiteira. O Gir é uma raça muito utilizada nos cruzamentos leiteiros no Brasil.

85

86 CARACTERÍSTICAS Os níveis de produção do gir leiteiro apresentam produtividade mais do que adequada para o clima brasileiro e condições de criação; A persistência da lactação não é problema nestes rebanhos, com vacas produzindo leite alémde305dias;

87

88 Características O Gir leiteiro expressa seu potencial produtivo com menos alimento e sofre menos com a restrição alimentar, pois sua exigência, seu índice de metabolismo e de ingestão de alimentos é mais baixo em relação às raças taurinas, sendo necessário menor reposição alimentar.

89

90 PADRÃO DA RAÇIAL O Girleiteiro além de ser extremamente dócil, com aptidões para o leite e carne, caracteriza-se por apresentar: testa proeminente, com chifres laterais freqüentemente retorcidos; barbela desenvolvida e com pelagens das mais variadas ( brancos, vermelhos, amarelos e pretos em combinações muito variadas).

91

92

93 RAÇAS SINTÉTICAS (Cruzamentos) Girolanda Girsey(GirX Jersey) Pitangueiras

94 RAÇA GIROLANDO

95 ORIGEM A origem do primeiro Girolando não é distante, sendo as primeiras notícias do surgimento desses animais na década de 40. É originado do cruzamento do Gir com o Holandês, procurando que as duas raças se completassem com rusticidade e produtividade.

96 Raça Girolando

97

98 CARACTERÍSTICAS Responsável por 80% do leite produzido no brasil; Média de produção leiteira por lactação é de kg. (duasordenhas/dia)em305dias,com4%degordura; Adapta-se muito bem a qualquer tipo de manejo, mesclando a criação sob pastejo com a estabulação, tendo excelente desempenho com a ordenha mecânica.

99

100

101 RAÇA PITANGUEIRAS

102 ORIGEM O Brasil durante a Segunda Guerra Mundial, sofreu uma acentuada falta de leite fresco, e as importações eram difíceis; visando atenuar essa situação, os dirigentes do Grupo Anglo uma das maiores companhias internacionais, iniciou um processo de criação de uma raça híbrida entre Taurinos e Zebuínos.

103 ORIGEM O Red Poll, considerado uma raça de dupla aptidão, cruzado com o indiano Guzerá, que já havia passado por um melhoramento genético visando a produção de leite. Os produtos 5/8 Red Poll e 3/8 Guzerá, cruzadoscomanimaiscomomesmo grau de sangue, deram origem aos bi-mestiços Pitangueiras.

104 PITANGUEIRAS ORIGEM Onomedaraçaveiodacidadede Pitangueiras, próximo de Ribeirão Preto, sua região de origem.

105

106 CARACTERÍSTICAS O animal pitangueiras típico é de pelagem vermelha, uniforme, com pequenas variações de tonalidade, podendo ir do vermelho escuro ao caju e vermelho claro; Tem como característica principal o fato de ser geneticamente mocho, isto é, nasce e se mantém sem chifres; embora mesmo nos rebanhos puros possa surgir exemplares com chifres rudimentares ou normais, eventualmente.

107 CARACTERÍSTICAS A média de produção de leite em grandes rebanhos é de 10 a 15 kg por dia. O leite é bastante rico em gordura, com 4 a 5 % de gordura,herançadoguzerá.amédiaem300 diasdelactaçãoporanimalgiraemtornode 4000 a 5000 kg de leite.

108 CARACTERÍSTICAS Como raça de dupla aptidão, apresenta muito bom desempenho no confinamento, demonstrando sua habilidade na conversão de alimentos.

109 CRUZAMENTO: JERSEY X GIR X

110 Cruzamento: Jersey x Gir

111 Cruzamento: Jersey x Holandesa X Bezerros menores (facilita parto) e rusticidade. Alta produção de leite.

112 Cruzamento: Jersey x Holandesa

113 Cruzamento: Jersey x Holandesa Raça Produção/dia (litros) Peso da 1 a. Cria (kg) Proteína (%) Gordura (%) Holandesa 16, ,21 4,34 Hol x Jer 15, ,58 4,74 Jersey 12, ,99 5,65 *exploração leiteira a pasto

114 CRUZAMENTO: JERSEY X HOLANDESA Éimportanteobservarqueaproduçãodeleitee o peso da1 ª criadas vacas cruzadas não diferiu significativamente das holandesas puras. A heterose demonstrou ganhos para as cruzadas superiores as médias das duas raças puras. O cruzamento com jersey proporcionou ganhos em proteína e gordura.

115 Jersey x Holandês

116 GUZERÁ X HOLANDÊS X

117 GUZERÁ X HOLANDÊS Uma importante utilização do Guzolando é sobre o Girolando, com objetivo de reforçar os ligamentos dos úberes, dando mais força corporal e mantendo uma alta produção leiteira. Comparando a existência inteira de uma vaca européia e de uma boa vaca Guzolanda, fica evidente que a Guzolanda produziu mais carne e bastante leite, garantindo maior lucro no final do ciclo;

118 GUZERÁ X HOLANDÊS A vaca superespecializada europeia produz muito leite mas: consome muitos remédios (resíduo no leite); exige um clima europeu, para não ser afetada pelo estresse térmico que causa a diminuição na produção.

119 Cruzamento: Guzolando

120 Cruzamento: Guzolando

121 Cruzamento: Guzolando

122 Gir x Normando X

123 CRUZAMENTO -GIRNORMANDA mestiços rústicos; de crescimento rápido; pesados; produtores de carne de boa qualidade.

124 Cruzamento - Girnormanda

125

Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI

Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI Raças Leiteiras, Cruzamentos e Melhoramento Genético 1. Raças Leiteiras 2. Cruzamentos 3. Melhoramento Genético Raças Leiteiras A escolha da raça de vaca leiteira com

Leia mais

Raças de corte. Bovinocultura de Corte Prof. Eduardo Bohrer de Azevedo

Raças de corte. Bovinocultura de Corte Prof. Eduardo Bohrer de Azevedo Raças de corte Bovinocultura de Corte Prof. Eduardo Bohrer de Azevedo Evolução zoológica dos grupos raciais Zebu indiano (ex. Nelore) Bos indicus Zebu africano (ex. Boran) Bos primigenius -250.000 a 1.000.000

Leia mais

CURSO MEDICINA VETERINÁRIA

CURSO MEDICINA VETERINÁRIA Faculdade Anhanguera de Dourados Melhoramento Genético Animal CURSO MEDICINA VETERINÁRIA Prof. Me. Baltazar A Silva Jr 1 Aula 7 Cruzamentos 2 Introdução Maior eficácia, Maior rentabilidade, Produto de

Leia mais

Bovinos de Corte Raças Continentais. Prof. Marcelo Alves Pimentel Prof. Cássio C. Brauner DZ FAEM - UFPel

Bovinos de Corte Raças Continentais. Prof. Marcelo Alves Pimentel Prof. Cássio C. Brauner DZ FAEM - UFPel Bovinos de Corte Raças Continentais Prof. Marcelo Alves Pimentel Prof. Cássio C. Brauner DZ FAEM - UFPel Charolês Limousin Chianina Marchigiana Piemontês Romagnola Blonde D Aquitaine Salers Tarentaise

Leia mais

Cruzamentos. Noções de melhoramento parte 3. Cruzamentos. Cruzamento X Seleção. Como decidir o cruzamento? EXEMPLOS

Cruzamentos. Noções de melhoramento parte 3. Cruzamentos. Cruzamento X Seleção. Como decidir o cruzamento? EXEMPLOS Noções de melhoramento parte 3 Cruzamentos Profa. Renata de Freitas F. Mohallem Cruzamentos Acasalamento: Troca de Gametas que resulta em concepção, gestação e nascimento de filhos. Explora as diferenças

Leia mais

1 APARÊNCIA GERAL. a) Estado Geral: sadio, vigoroso e com bom desenvolvimento de tamanho e peso proporcional

1 APARÊNCIA GERAL. a) Estado Geral: sadio, vigoroso e com bom desenvolvimento de tamanho e peso proporcional 1 2 1 APARÊNCIA GERAL a) Estado Geral: sadio, vigoroso e com bom desenvolvimento de tamanho e peso proporcional à idade; b) Conformação: conformação robusta, de ossatura mediana revestida por musculatura

Leia mais

Bovinocultura de Corte. Raças. Professor: MSc. Matheus Orlandin Frasseto

Bovinocultura de Corte. Raças. Professor: MSc. Matheus Orlandin Frasseto Bovinocultura de Corte Raças Professor: MSc. Matheus Orlandin Frasseto Definição de Raça É um grupo de indivíduos com características semelhantes; Principais locais de Origem Duas origens principais: Bos

Leia mais

CURSO MEDICINA VETERINÁRIA

CURSO MEDICINA VETERINÁRIA Faculdade Anhanguera de Dourados Bovinocultura de Corte e Leite CURSO MEDICINA VETERINÁRIA Prof. Me. Baltazar A Silva Jr 1 Aula 2 - Principais Raças de Corte 2 3 4 5 Principais Raças QUAL A MELHOR RAÇA??

Leia mais

GUZERÁ A RAÇA DO CRUZAMENTO LUCRATIVO

GUZERÁ A RAÇA DO CRUZAMENTO LUCRATIVO A RAÇA DO CRUZAMENTO LUCRATIVO TOURO PO AUMENTA RENTABILIDADE DA PECUÁRIA DE CORTE E DE LEITE As margens de lucro das propriedades que utilizam animais Puro de Origem (PO) são maiores do que das fazendas

Leia mais

PRINCIPAIS RAÇAS DE BOVINOS LEITEIROS DO BRASIL

PRINCIPAIS RAÇAS DE BOVINOS LEITEIROS DO BRASIL PRINCIPAIS RAÇAS DE BOVINOS LEITEIROS DO BRASIL Antonio Almeida Duarte (1) RAÇA HOLANDESA Origem: É uma raça taurina, originária dos países baixos da Europa, com habitat natural localizado na região Frísia

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá BUBALINOCULTURA. Vinícius Vieira - Acadêmico 5 ano

Universidade Estadual de Maringá BUBALINOCULTURA. Vinícius Vieira - Acadêmico 5 ano Universidade Estadual de Maringá BUBALINOCULTURA Vinícius Vieira - Acadêmico 5 ano O que é Bubalinocultura? Por que criar búfalos? Boa precocidade Fácil adaptação ao ambiente Docilidade dos animais Rusticidade

Leia mais

Suinocultura. Revisão. Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia Sistemas de produção; Modelos de produção;

Suinocultura. Revisão. Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia Sistemas de produção; Modelos de produção; Suinocultura Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia [email protected] Jaboticabal, 2019 1 Revisão Sistemas de produção; Modelos de produção; Arranjo organizacional da CPA da carne suína.

Leia mais

Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos

Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos Introdução - Cronograma Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos Horas Aula Semana A S S U N T O Dia Aula T P TP 7/3 3 1 1 Introdução ao curso, importância e perspectivas da caprinocultura, principais

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina AGF473 Produção de Ruminantes

Programa Analítico de Disciplina AGF473 Produção de Ruminantes Catálogo de Graduação 016 da UFV 0 Programa Analítico de Disciplina AGF7 Produção de Ruminantes Campus de Florestal - Campus de Florestal Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas:

Leia mais

Principais raças e suas. Prof. Dr. Leandro Barradas Pereira

Principais raças e suas. Prof. Dr. Leandro Barradas Pereira Principais raças e suas características ZOOTECNIA DOS MONOGÁSTRICOS Prof. Dr. Leandro Barradas Pereira 02-05-16 OBJETIVOS Descrever as raças de aves exploradas na avicultura. Identifi car marcas comerciais

Leia mais

Exterior do Suíno. Exterior do Suíno

Exterior do Suíno. Exterior do Suíno Exterior do Suíno Cabeça tamanho médio, bem implantada e com boa conformação; Pescoço bem implantado em relação à cabeça e à paleta; Paletas bem cobertas de carne e lisas; Arqueamento médio do dorso; Lombo

Leia mais

Noções sobre raças ZOOTECNIA II. Noções sobre raças 07/03/2017. Classificação quanto à origem: Bos taurus indicus (gado zebuíno, de origem asiática)

Noções sobre raças ZOOTECNIA II. Noções sobre raças 07/03/2017. Classificação quanto à origem: Bos taurus indicus (gado zebuíno, de origem asiática) ZOOTECNIA II Noções sobre raças Prof. Me. Renata de Freitas Ferreira Mohallem E-mail: [email protected] Noções sobre raças Bos Taurus indicus 2000 anos Zebu indiano (ex. Nelore) Zebu africano (ex.

Leia mais

Anterior mais desenvolvido. Defesa e ataque a outros animais. Menor necessidade de defesa; Alimento disponível sem esforço;

Anterior mais desenvolvido. Defesa e ataque a outros animais. Menor necessidade de defesa; Alimento disponível sem esforço; Evolução do suíno Suínos selvagens Anterior mais desenvolvido Busca por alimentos Defesa e ataque a outros animais Evolução do suíno Domesticação Menor necessidade de defesa; Alimento disponível sem esforço;

Leia mais

PADRÃO DA RAÇA SINDI

PADRÃO DA RAÇA SINDI 71 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom, de acordo com a idade. Médio Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura

Leia mais

Melhoramento Genético de Suínos

Melhoramento Genético de Suínos Melhoramento Genético de Suínos Melhoramento Genético de Suínos Indispensável na evolução da suinocultura; Objetivo geral do melhoramento: Aumentar a freqüência de genes e/ou genótipos desejáveis; Ferramentas;

Leia mais

Interpretação dos Sumários de Avaliação de Touros

Interpretação dos Sumários de Avaliação de Touros EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Interpretação dos Sumários de Avaliação de Touros Sumários de avaliação de touros Termos técnicos mais frequentes Características avaliadas Interpretação

Leia mais

A PESQUISA EM MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL DA EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE

A PESQUISA EM MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL DA EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE A PESQUISA EM MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL DA EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE A Embrapa Pecuária Sudeste foi estabelecida em 1975, em São Carlos, Estado de São Paulo, Brasil, sucedendo a Fazenda de Criação de

Leia mais

Artigo: Lucro pela eficiência

Artigo: Lucro pela eficiência Artigo: Lucro pela eficiência Na atual pecuária, há vantagens em criar animais que sejam adaptados, férteis, funcionalmente eficientes e hábeis conversores de alimentos. Com esta filosofia de trabalho

Leia mais

Raças de Bovinos CORTE

Raças de Bovinos CORTE Raças de Bovinos CORTE Prof. Gumercindo Loriano Franco Méd. Vet. Célio Gomes de Aguiar Jr. 2 CLASSIFICAÇÃO ZOOLÓGICA DOS BOVINOS: Classe - Mamíferos Ordem Ungulados (presença de casco) Subordem Artiodáctilos

Leia mais

Estratégia de seleção e produção de carne no Brasil

Estratégia de seleção e produção de carne no Brasil Estratégia de seleção e produção de carne no Brasil MODELO GENÉTICO PARA PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE PARA O BRASIL Raça Pura... Angus no Sul e Nelore no Centro-Oeste e Norte Cruzamento Industrial... Cruzamento

Leia mais

AGENTE DE INSEMINAÇÃO: UM TÉCNICO AO SERVIÇO DO MELHORAMENTO

AGENTE DE INSEMINAÇÃO: UM TÉCNICO AO SERVIÇO DO MELHORAMENTO AGENTE DE INSEMINAÇÃO: UM TÉCNICO AO SERVIÇO DO MELHORAMENTO O desenvolvimento de qualquer actividade económica tem por base uma constante aposta na melhoria dos sistemas de produção e dos processos produtivos,

Leia mais

Entendendo os Resultados

Entendendo os Resultados Entendendo os Resultados Clarifide são marcadores de DNA que predizem o potencial genético de cada animal. Clarifide Dairy é um painel de 6.000 marcadores (6K) para 30 características de produção, saúde

Leia mais

CRUZAMENTO ENTRE RAÇAS

CRUZAMENTO ENTRE RAÇAS CRUZAMENTO ENTRE RAÇAS É SEMPRE A MELHOR OPÇÃO? (16) 3362 3888 www.crigenetica.com.br É muito comum nos depararmos com produtores, técnicos e demais pessoas envolvidas na atividade leiteira fazendo a seguinte

Leia mais

BOVINOS RAÇAS SINTÉTICAS

BOVINOS RAÇAS SINTÉTICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO BOVINOS RAÇAS SINTÉTICAS Disciplina: Exterior e raças Prof. Mauricio van Tilburg

Leia mais

Criação de Novilhas Leiteiras

Criação de Novilhas Leiteiras Criação de Novilhas Leiteiras Introdução Tópicos Objetivos da criação de novilhas Estimativa do número de novilhas no rebanho Manejo da Novilha Considerações Econômicas (Criar ou Terceirizar?) Salvador,

Leia mais

DA GENÉTICA AO PRATO RAÇA ARAGUAIA GENÉTICA ANIMAL LTDA.

DA GENÉTICA AO PRATO RAÇA ARAGUAIA GENÉTICA ANIMAL LTDA. DA GENÉTICA AO PRATO RAÇA ARAGUAIA GENÉTICA ANIMAL LTDA. www.racaaraguaia.com.br ÍNDICE Missão Objetivo Origem A Raça Características Economia Produtividade Carne Oportunidades Empreendimento 03 04 05

Leia mais

Curso Online: Índices Zootécnicos: como calcular, interpretar, agir

Curso Online: Índices Zootécnicos: como calcular, interpretar, agir Texto Complementar 1a Raça Holandesa: Pontos fortes e limitações de hoje, oportunidades no futuro Prof. Dr. Rodrigo de Almeida UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Observação: Artigo publicado no site MilkPoint

Leia mais

Bovinocultura de corte. Prof. Marcelo Pimentel Prof. Cássio Brauner Sala DZ

Bovinocultura de corte. Prof. Marcelo Pimentel Prof. Cássio Brauner Sala DZ Bovinocultura de corte Prof. Marcelo Pimentel Prof. Cássio Brauner Sala 402 - DZ Ordem de deposição da gordura na carcaça animal Gordura cavitária Gordura itermuscular; Gordura sub-cutânea; Gordura intra-muscular

Leia mais

JÁ IMAGINOU UMA SOLUÇÃO COM 100% DE MELHORAMENTO GENÉTICO PRONTA PARA ACELERAR O FUTURO DO SEU REBANHO?

JÁ IMAGINOU UMA SOLUÇÃO COM 100% DE MELHORAMENTO GENÉTICO PRONTA PARA ACELERAR O FUTURO DO SEU REBANHO? JÁ IMAGINOU UMA SOLUÇÃO COM 100% DE MELHORAMENTO GENÉTICO PRONTA PARA ACELERAR O FUTURO DO SEU REBANHO? DESEMPENHO PRODU TIVI DADE A ABS está lançando um novo conceito no mercado de genética bovina: o

Leia mais

Suinocultura. Evolução e Raças dos Suínos. Revisão. Objetivos aula. Evolução do suíno. Evolução do suíno 20/03/2018

Suinocultura. Evolução e Raças dos Suínos. Revisão. Objetivos aula. Evolução do suíno. Evolução do suíno 20/03/2018 Suinocultura Alini Mari Veira Departamento de Zootecnia [email protected] Revisão Sistemas de produção segregada; Sistema wean to finish; Sistema intensivo de criação ao ar livre; Sistema de produção

Leia mais

EFICIÊNCIA E LONGEVIDADE EM VACAS DE ALTA PRODUÇÃO LEITEIRA

EFICIÊNCIA E LONGEVIDADE EM VACAS DE ALTA PRODUÇÃO LEITEIRA EFICIÊNCIA E LONGEVIDADE EM VACAS DE ALTA PRODUÇÃO LEITEIRA Marcos Neves Pereira Professor Titular Universidade Federal de Lavras Departamento de Zootecnia 1) Eficiência 2) Longevidade 3) Novo TPI Potencial

Leia mais

BOVINOS RAÇAS TAURINAS

BOVINOS RAÇAS TAURINAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO BOVINOS RAÇAS TAURINAS Disciplina: Exterior e raças Prof. Mauricio van Tilburg

Leia mais

A OVELHA CHURRA MONDEGUEIRA: ORIGEM, CARACTERÍSTICAS E EVOLUÇÃO DO LIVRO GENEALÓGICO. António Mendes dos Santos COVICOA 6400 PINHEL

A OVELHA CHURRA MONDEGUEIRA: ORIGEM, CARACTERÍSTICAS E EVOLUÇÃO DO LIVRO GENEALÓGICO. António Mendes dos Santos COVICOA 6400 PINHEL A OVELHA CHURRA MONDEGUEIRA: ORIGEM, CARACTERÍSTICAS E EVOLUÇÃO DO LIVRO GENEALÓGICO António Mendes dos Santos COVICOA 6400 PINHEL ORIGEM E HISTÓRIA O Ovino Churro é das raças mais primitivas da Península

Leia mais

Raças Adaptadas: Zebuínos. Marcelo A. Pimentel Cássio C. Brauner DZ FAEM- UFPel

Raças Adaptadas: Zebuínos. Marcelo A. Pimentel Cássio C. Brauner DZ FAEM- UFPel Raças Adaptadas: Zebuínos Marcelo A. Pimentel Cássio C. Brauner DZ FAEM- UFPel Sócio econômica: Rebanho BRA = 200 milhões RS = 13 milhões Exportação Agronegócio (de maior importância) Maior rebanho comercial

Leia mais

Nacional. 20 DEZEMBRO h30. Informações e cadastro +55 (43) Foto: Samir Baptista

Nacional. 20 DEZEMBRO h30. Informações e cadastro +55 (43) Foto: Samir Baptista 20 DEZEMBRO 2016 20h30 Nacional Foto: Samir Baptista Informações e cadastro +55 (43) 3373-7077 EXCELENTE OPORTUNIDADE, FACILIDADE, SEGURANÇA E RETORNO GARANTIDO!!! Condições Comerciais para SEMEN - Considerando

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais. Teste de Progênie

Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais. Teste de Progênie Universidade Federal de Mato Grosso Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Teste de Progênie Discentes: Euzenei Vasconcelos Heloísa Caroline Pedroso Patrícia Luizão Barbosa Rafael de Souza Almodóvar

Leia mais

Consangüinidade ou Endogamia. Consangüinidade ou Endogamia. Coeficiente de Consangüinidade

Consangüinidade ou Endogamia. Consangüinidade ou Endogamia. Coeficiente de Consangüinidade Consangüinidade ou Endogamia Acasalamentos entre indivíduos aparentados; Parentesco médio entre os indivíduos; Acasalamentos consanguíneos aumento da homozigose; Uso de acasalamentos consanguíneos é para

Leia mais

Cruzamento em gado de corte. Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes Zootecnista, DSc Pesquisador Embrapa Gado de Corte

Cruzamento em gado de corte. Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes Zootecnista, DSc Pesquisador Embrapa Gado de Corte Cruzamento em gado de corte Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes Zootecnista, DSc Pesquisador Embrapa Gado de Corte Resumo Introdução: Cruzamento o que é? Por que? Aspectos/conceitos importantes Sistemas

Leia mais

Utilização de cruzamentos e resultados em rebanhos de Girolando. José Reinaldo Mendes Ruas Pesquisador Epamig Norte de Minas

Utilização de cruzamentos e resultados em rebanhos de Girolando. José Reinaldo Mendes Ruas Pesquisador Epamig Norte de Minas Utilização de cruzamentos e resultados em rebanhos de Girolando José Reinaldo Mendes Ruas Pesquisador Epamig Norte de Minas Belo Horizonte 20 de novembro de 2015 Produtividade Mundial Local Produção vaca

Leia mais

Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro

Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro Prof. Me.: Whelerson Luiz Vitro [email protected] Disciplina de Bovinocultura FEA Andradina 2015 Introdução O desempenho adequado de qualquer sistema de produção

Leia mais

Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro

Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro Importância Reprodutiva em Gado de Leiteiro Prof. Me.: Whelerson Luiz Vitro [email protected] Disciplina de Bovinocultura FEA Andradina 2015 Introdução O desempenho adequado de qualquer sistema de produção

Leia mais

Braford - Macho - Data nasc.: 16/09/2012

Braford - Macho - Data nasc.: 16/09/2012 Tatuagem: B 033 Braford - Macho - Data nasc.: 16/09/2012 Pai: SÃO MIGUEL- 38-9309 (TAURA) PE: 35.5 Mãe: 38-53719 Peso Atual: 545 Reprodutor com ótima caracterização racial, umbigo corrigido, pelagem escura.

Leia mais

2. RESULTADOS DE CRUZAMENTOS ENTRE RAÇAS DE BOVINOS NO BRASIL

2. RESULTADOS DE CRUZAMENTOS ENTRE RAÇAS DE BOVINOS NO BRASIL ./. Ministério EnJ~a ~a Agricultura ---------------- ~ _,_u, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e do Abastecimento Embrapa Pecuária SUdeste Ministério da Agricultura e do Abastecimento Rod. Washington

Leia mais

em suas fazendas. De acordo com o projeto apresentado

em suas fazendas. De acordo com o projeto apresentado Para chegar ao novo animal, os criadores contaram com a ajuda do superintendente do laboratório de inseminação artificial Sersia Brasil, Adriano Rúbio, idealizador da composição genética do blonel. No

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Bovinocultura de Corte e Leite Código da Disciplina: AGR 361 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: 7 p Faculdade responsável: Agronomia Programa em vigência

Leia mais

Melhoramento gené.co de bovinos leiteiros: estratégias para u.lização de vacas F1

Melhoramento gené.co de bovinos leiteiros: estratégias para u.lização de vacas F1 Melhoramento gené.co de bovinos leiteiros: estratégias para u.lização de vacas F1 Fabio Luiz Buranelo Toral Departamento de Zootecnia Pompéu MG, 20 de julho de 2016. Linha do tempo Prenhez aos 2 anos Prenhez

Leia mais

VACAS DE ALTA PRODUÇÃO: DESAFIOS E POTENCIALIDADES

VACAS DE ALTA PRODUÇÃO: DESAFIOS E POTENCIALIDADES VACAS DE ALTA PRODUÇÃO: DESAFIOS E POTENCIALIDADES Marcos Neves Pereira Universidade Federal de Lavras Departamento de Zootecnia Maior potencial Eficiência Utilização energética Energia bruta Energia fecal

Leia mais

Ferramentas de Impacto no Melhoramento de Gado de Corte

Ferramentas de Impacto no Melhoramento de Gado de Corte Ferramentas de Impacto no Melhoramento de Gado de Corte Leonardo Souza Qualitas Consultoria Agropecuária BRAVO BEEF GOIÁS Médico Veterinário [email protected] 62-3097-1030 62-3383-1170 62-9994-1165 Melhoramento

Leia mais

Associação Brasileira dos Criadores de Girolando GIROLANDO. Marcello Cembranelli Superintendente Técnico Substituto Coordenador Operacional PMGG

Associação Brasileira dos Criadores de Girolando GIROLANDO. Marcello Cembranelli Superintendente Técnico Substituto Coordenador Operacional PMGG Associação Brasileira dos Criadores de Girolando GIROLANDO Marcello Cembranelli Superintendente Técnico Substituto Coordenador Operacional PMGG A Associação Estrutura Física Sede em Uberaba-MG; 3 Escritórios

Leia mais

Bovinos de leite. Exognósia e Maneio Animal 9. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO GADO BOVINO E ZEBUÍNO

Bovinos de leite. Exognósia e Maneio Animal 9. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO GADO BOVINO E ZEBUÍNO Exognósia e Maneio Animal 4 de Novembro de 2008 Bovinos de leite 9. CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO GADO BOVINO E ZEBUÍNO Paulo P. Cortez IV. Principais raças de aptidão leiteira Instituto de Ciências

Leia mais

RAÇAS E LINHAGENS EM AVICULTURA. Profa Me Mariana Belloni Aula 2 16/08/2016

RAÇAS E LINHAGENS EM AVICULTURA. Profa Me Mariana Belloni Aula 2 16/08/2016 RAÇAS E LINHAGENS EM AVICULTURA Profa Me Mariana Belloni Aula 2 16/08/2016 RAÇAS As raças são diferenciadas pelo tamanho e pela conformação do corpo. A cor da plumagem e o tipo de crista são as características

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina ZOO436 Produção de Bovinos de Leite

Programa Analítico de Disciplina ZOO436 Produção de Bovinos de Leite 0 Programa Analítico de Disciplina Departamento de Zootecnia - Centro de Ciências Agrárias Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 0 Períodos - oferecimento:

Leia mais

Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos

Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos Raças, Exterior e Julgamento de Caprinos O que é raça? É um grupo de indivíduos da mesma espécie, que possuem características comuns, distintas de outras da mesma espécie, sendo estas características transmissíveis

Leia mais

19/03/2013. ASPECTO x ESTADO DE SAÚDE. Órgãos reprodutores. Órgãos reprodutores

19/03/2013. ASPECTO x ESTADO DE SAÚDE. Órgãos reprodutores. Órgãos reprodutores ASPECTO x ESTADO DE SAÚDE Avaliação do exterior de Caprinos - Escolha de reprodutores - Determinação da idade - Avaliação pelo Tipo Prof. Dr. Marlos Castanheira Pelagem: fina, brilhante e macia. Pele:

Leia mais

Existem várias opções de raças e cruzamentos para produção de leite, sendo que as principais são:

Existem várias opções de raças e cruzamentos para produção de leite, sendo que as principais são: Raças Existem várias opções de raças e cruzamentos para produção de leite, sendo que as principais são: A. Raça Européia pura, especialmente selecionada para produção de leite, como a Holandesa (H), a

Leia mais

Noções de Melhoramento genético animal

Noções de Melhoramento genético animal Noções de Melhoramento genético animal Diferenças entre populações podem ser de origem: - Genética ou de Ambiente Renata de F.F. Mohallem [email protected] Melhoramento Genético - Mudanças na frequência

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO E CRUZAMENTOS DE OVINOS

MELHORAMENTO GENÉTICO E CRUZAMENTOS DE OVINOS UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE ZOOTECNIA OVINOCULTURA MELHORAMENTO GENÉTICO E CRUZAMENTOS DE OVINOS André Gustavo Leão Dourados - MS, 09 de outubro de 2013

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus Experimental de Dracena PROGRAMA DE ENSINO CURSO DE GRADUAÇÃO EM: ZOOTECNIA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus Experimental de Dracena PROGRAMA DE ENSINO CURSO DE GRADUAÇÃO EM: ZOOTECNIA PROGRAMA DE ENSINO CURSO DE GRADUAÇÃO EM: ZOOTECNIA DISCIPLINA OBRIGATÓRIA/OPTATIVA BOVINOCULTURA DE CORTE DEPARTAMENTO: ZOOTECNIA PROFESSOR (ES) RESPONSÁVEL(IS): CRISTIANA ANDRIGHETTO OBRIGATÓRIA ANUAL/SEMESTRAL

Leia mais

Raça Serrana. Introdução. Características produtivas e reprodutivas. Parâmetros reprodutivos

Raça Serrana. Introdução. Características produtivas e reprodutivas. Parâmetros reprodutivos Raça Serrana Introdução Fonte: DGP, 1987 A actividade agro-pecuária com base na raça caprina Serrana tem um papel importante na fixação das populações ao meio rural, contribuindo para o desenvolvimento

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Bovinocultura de Corte e Leite Código: VET244 Curso: Medicina Veterinária Semestre de oferta: 7 p Faculdade responsável: Medicina Veterinária Programa em vigência a partir

Leia mais

RAÇAS ZEBUINAS DE APTIDÃO LEITEIRA desenvolvimento, oportunidades e expectativas

RAÇAS ZEBUINAS DE APTIDÃO LEITEIRA desenvolvimento, oportunidades e expectativas RAÇAS ZEBUINAS DE APTIDÃO LEITEIRA desenvolvimento, oportunidades e expectativas Carlos Henrique Cavallari Machado Superintendente Melhoramento Genético 1ª ENTRADA DE ZEBU NO BRASIL 1813 casal de zebu,

Leia mais

Jersey da Nova Zelândia Eficiência na conversão de pastagem em leite. Ross Riddell - Roscliff Jersey, Presidente da Jersey New Zealand

Jersey da Nova Zelândia Eficiência na conversão de pastagem em leite. Ross Riddell - Roscliff Jersey, Presidente da Jersey New Zealand Jersey da Nova Zelândia Eficiência na conversão de pastagem em leite Ross Riddell - Roscliff Jersey, Presidente da Jersey New Zealand Nova Zelândia 4,4 milhões de pessoas; Um longo caminho entre a produção

Leia mais

A RAÇA GIROLANDO: HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E IMPORTÂNCIA NO CENÁRIO DA PECUÁRIA LEITEIRA NACIONAL

A RAÇA GIROLANDO: HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E IMPORTÂNCIA NO CENÁRIO DA PECUÁRIA LEITEIRA NACIONAL ISSN 2318-3837 Descalvado, SP Dezembro, 2016 A RAÇA GIROLANDO: HISTÓRIA, EVOLUÇÃO E IMPORTÂNCIA NO CENÁRIO DA PECUÁRIA LEITEIRA NACIONAL Autores: ¹Léo Fernando de Faria Salgado ¹Tânia Mara Sicsú da Cruz

Leia mais

PARÂMETROS GENÉTICOS PARA CARACTERÍSTICAS DE CONFORMAÇÃO DE APRUMOS E DISTÚRBIOS PODAIS DE VACAS LEITEIRAS

PARÂMETROS GENÉTICOS PARA CARACTERÍSTICAS DE CONFORMAÇÃO DE APRUMOS E DISTÚRBIOS PODAIS DE VACAS LEITEIRAS Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Veterinária Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária PARÂMETROS GENÉTICOS PARA CARACTERÍSTICAS DE CONFORMAÇÃO DE APRUMOS E DISTÚRBIOS PODAIS DE VACAS

Leia mais

BOVINOS RAÇAS PURAS, NOVAS RAÇAS, CRUZAMENTOS E COMPOSTOS DE GADO DE CORTE. Moderador: Prof. José Aurélio Garcia Bergmann UFMG

BOVINOS RAÇAS PURAS, NOVAS RAÇAS, CRUZAMENTOS E COMPOSTOS DE GADO DE CORTE. Moderador: Prof. José Aurélio Garcia Bergmann UFMG BOVINOS RAÇAS PURAS, NOVAS RAÇAS, CRUZAMENTOS E COMPOSTOS DE GADO DE CORTE Moderador: Prof. José Aurélio Garcia Bergmann UFMG PAPEL DOS CRUZAMENTOS ENTRE RAÇAS DE CORTE Pedro Franklin Barbosa Embrapa -

Leia mais

ACASALAMENTO DE REBANHOS LEITEIROS. Apresentadores: Ismael Cavazini Sofia Bonilla de Souza Leal

ACASALAMENTO DE REBANHOS LEITEIROS. Apresentadores: Ismael Cavazini Sofia Bonilla de Souza Leal ACASALAMENTO DE REBANHOS LEITEIROS Apresentadores: Ismael Cavazini Sofia Bonilla de Souza Leal Como selecionar animais Alta produção de leite com alta porcentagem de gordura, proteína e lactose Longa vida

Leia mais

MELHORAMENTO DE BOVINOS DE LEITE. Profa. Dra. Sandra Aidar de Queiroz Departamento de Zootecnia FCAV - UNESP

MELHORAMENTO DE BOVINOS DE LEITE. Profa. Dra. Sandra Aidar de Queiroz Departamento de Zootecnia FCAV - UNESP MELHORAMENTO DE BOVINOS DE LEITE Profa. Dra. Sandra Aidar de Queiroz Departamento de Zootecnia FCAV - UNESP O BOM MOMENTO DO LEITE MERCADO INTERNACIONAL US$ 3.000/ton Leite Pó ~ R$ 0,70/litro PRODUÇÃO

Leia mais

VACA HOLSTEIN FRÍSIA VS. VACA PROCROSS: COMPARAÇÃO DE PARÂMETROS PRODUTIVOS X CONGRESSO IBÉRICO SOBRE RECURSOS GENÉTICOS ANIMAIS

VACA HOLSTEIN FRÍSIA VS. VACA PROCROSS: COMPARAÇÃO DE PARÂMETROS PRODUTIVOS X CONGRESSO IBÉRICO SOBRE RECURSOS GENÉTICOS ANIMAIS VACA HOLSTEIN FRÍSIA VS. VACA PROCROSS: COMPARAÇÃO DE PARÂMETROS PRODUTIVOS X CONGRESSO IBÉRICO SOBRE RECURSOS GENÉTICOS ANIMAIS Vitorino A., Vicente A.A., Arriaga e Cunha A., Carolino N. 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

A DEP é expressa na unidade da característica avaliada, sempre com sinal positivo ou negativo:

A DEP é expressa na unidade da característica avaliada, sempre com sinal positivo ou negativo: Melhoramento Genético A contínua evolução da pecuária de corte faz com que a Marca OB, sempre presente na vanguarda da produção pecuária, oferece a seus clientes o que há de mais moderno em melhoramento

Leia mais

Avaliação da produção de leite e da porcentagem de gordura em um rebanho Gir leiteiro

Avaliação da produção de leite e da porcentagem de gordura em um rebanho Gir leiteiro Avaliação da produção de leite e da porcentagem de gordura em um rebanho Gir leiteiro Gabriel Borges Pacheco¹; Laís Cristine Costa¹; Gian Carlos Nascimento¹; Camila Alves Romualdo¹; Marco Antônio Faria¹;

Leia mais

EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA. Em que devemos pensar???

EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA. Em que devemos pensar??? EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA Em que devemos pensar??? Clima Instalação Manejo Animal Foto: Internet 1 REGIÃO INTERTROPICAL Trópico de Câncer Trópico de Capricórnio

Leia mais

RAÇAS OVINAS 15/12/2017. RAÇA: Conjunto de animais mais parecidos entre si que com os demais sujeitos da mesma espécie.

RAÇAS OVINAS 15/12/2017. RAÇA: Conjunto de animais mais parecidos entre si que com os demais sujeitos da mesma espécie. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA RAÇAS OVINAS RAÇAS OVINAS RAÇA: Conjunto de animais mais parecidos entre si que com os demais sujeitos da

Leia mais

PADRÃO DA RAÇA NELORE

PADRÃO DA RAÇA NELORE 64 1 - APARÊNCIA GERAL 1.1 - Estado Geral Sadio e vigoroso. 1.2 - Desenvolvimento Bom de acordo com a idade. Médio. Tamanho e peso reduzidos, em relação à idade. 1.3 - Constituição, Ossatura e Musculatura

Leia mais

3 Raças 1/47. Produção de Suínos. Ciência e Prática. Eduardo Viola

3 Raças 1/47. Produção de Suínos. Ciência e Prática. Eduardo Viola 1/47 Produção de Suínos Ciência e Prática Eduardo Viola 2/47 Raças Caracterização das raças puras; Características produtivas das diferentes raças de suínos; Melhoramento genético e cruzamentos; Raças

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIR LEITEIRO - ABCGIL

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIR LEITEIRO - ABCGIL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE GIR LEITEIRO - ABCGIL Perspectivas do teste de progênie do Gir Leiteiro: demandas, logística e operacionalização ANDRÉ RABELO FERNANDES Zootecnista Superintendente

Leia mais

INTRODUÇÃO AO MELHORAMENTO ANIMAL

INTRODUÇÃO AO MELHORAMENTO ANIMAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA MELHORAMENTO ANIMAL INTRODUÇÃO AO MELHORAMENTO ANIMAL 1. HISTÓRICO: - Mudança da condição

Leia mais

fmvz Prof. Dr. André Mendes Jorge UNESP - FMVZ - Botucatu - SP- Brasil Pesquisador do CNPq

fmvz Prof. Dr. André Mendes Jorge UNESP - FMVZ - Botucatu - SP- Brasil Pesquisador do CNPq Biotecnologias da Reprodução em Bubalinos - Parte 1 Prof. Dr. André Mendes Jorge UNESP - FMVZ - Botucatu - SP- Brasil Pesquisador do CNPq [email protected] Número reduzido de Rebanhos Selecionados

Leia mais

CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA

CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE ZOOTECNIA DE BOVINOS CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CARACTERÍSTICAS QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA CARCAÇA Jaqueline Schneider Lemes

Leia mais

FOX TERRIER PÊLO DURO

FOX TERRIER PÊLO DURO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 169 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça FOX TERRIER PÊLO DURO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação

Leia mais

Introdução. Seleção de Reprodutores. Importância das Fêmeas. Importância dos Machos. O que selecionar. Como selecionar

Introdução. Seleção de Reprodutores. Importância das Fêmeas. Importância dos Machos. O que selecionar. Como selecionar Disciplina AZ044 - Suinocultura Seleção de Reprodutores Prof. Marson Bruck Warpechowski Introdução Reposição de plantel Substituição de descartes Melhoramento dos produtos Produção: reprodutores x leitões

Leia mais

RAÇAS BUBALINAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL

RAÇAS BUBALINAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO RAÇAS BUBALINAS DE IMPORTÂNCIA NO BRASIL Disciplina: Exterior e raças Prof. Mauricio

Leia mais

Curso Online: Índices Zootécnicos: como calcular, interpretar, agir. Texto Complementar 3b Como a genética pode alterar a composição do leite

Curso Online: Índices Zootécnicos: como calcular, interpretar, agir. Texto Complementar 3b Como a genética pode alterar a composição do leite Texto Complementar 3b Como a genética pode alterar a composição do leite Prof. Dr. Rodrigo de Almeida UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Observação: Artigo publicado no site MilkPoint em 05/05/2004 em Radares

Leia mais

CAVALIER KING CHARLES SPANIEL

CAVALIER KING CHARLES SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 136 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça CAVALIER KING CHARLES SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação

Leia mais

MELHORAMENTO GENÉTICO DE SUÍNOS

MELHORAMENTO GENÉTICO DE SUÍNOS MELHORAMENTO GENÉTICO DE SUÍNOS INTRODUÇÃO A carne de suínos é a mais produzida no mundo. 91,0 milhões de toneladas. Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial. População suína estimada em 30 milhões

Leia mais

Importados. 20 DEZEMBRO h30. Informações e cadastro +55 (43) Foto: Samir Baptista

Importados. 20 DEZEMBRO h30. Informações e cadastro +55 (43) Foto: Samir Baptista 20 DEZEMBRO 2016 20h30 Importados Foto: Samir Baptista Informações e cadastro +55 (43) 3373-7077 EXCELENTE OPORTUNIDADE, FACILIDADE, SEGURANÇA E RETORNO GARANTIDO!!! Condições Comerciais para SEMEN - Considerando

Leia mais

SÉRIE NUPEEC PRODUÇÃO ANIMAL BOVINOCULTURA DE LEITE

SÉRIE NUPEEC PRODUÇÃO ANIMAL BOVINOCULTURA DE LEITE MARCIO NUNES CORRÊA VIVIANE ROHRIG RABASSA FERNANDA MEDEIROS GONÇALVES SILON JUNIOR PROCATH DA SILVA IVAN BIANCHI (Organizadores) SÉRIE NUPEEC PRODUÇÃO ANIMAL BOVINOCULTURA DE LEITE PELOTAS, RS - Brasil

Leia mais

SPRINGER SPANIEL INGLÊS

SPRINGER SPANIEL INGLÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 125 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça SPRINGER SPANIEL INGLÊS ENGLISH SPRINGER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

TOUROS LOTE GERAÇÃO Tatuagem Pai Mãe PN (Kg) Peso (kg) PE (cm) AOL EGS EGP

TOUROS LOTE GERAÇÃO Tatuagem Pai Mãe PN (Kg) Peso (kg) PE (cm) AOL EGS EGP 01 T088 TEH012 SP N304 35 712 38 103,5 3,7 5,4 Qualidades: Time de pista da Santa Prenda. Touro muito equilibrado em suas linhas. Linha superior bem firme se estendendo em uma garupa plana. Boa amplitude

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9. Padrão FCI /11/2004. Padrão Oficial da Raça PEQUINÊS

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9. Padrão FCI /11/2004. Padrão Oficial da Raça PEQUINÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 207 22/11/2004 Padrão Oficial da Raça PEQUINÊS PEKINGESE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação

Leia mais