Setembro de 2015 IMPOSTO PREDIAL URBANO
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- Leila Imperial Amado
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1 Setembro de 2015 IMPOSTO PREDIAL URBANO
2 Âmbito da territorialidade Imposto Predial Urbano (IPU) incide sobre a renda dos prédios urbanos arrendados ou sobre a sua detenção quando não arrendados: No caso de prédios arrendados, o imposto incide sobre o valor da respectiva renda. No caso de prédios não arrendados, o imposto incide sobre o valor patrimonial do imóvel.
3 A quem é devido o imposto predial urbano sobre as rendas Para prédios arrendados, o imposto é devido pelos titulares do direito aos rendimentos. Para prédios não arrendados, o imposto é devido pelo proprietário ou o usufrutuário. Isenção do imposto predial urbano O Estado, Institutos Públicos e as Associações que gozem de estatuto de utilidade pública; Estados estrangeiros, quanto aos imóveis destinados às respectivas representações diplomáticas ou consulares, quando haja reciprocidade; Instituições religiosas legalizadas, quanto aos imóveis destinados exclusivamente ao culto religioso.
4 IMPOSTO PREDIAL URBANO SOBRE AS RENDAS
5 Perspectiva fiscal do arrendatário (Inquilino)
6 Determinação da Matéria Colectável (arrendatário) Arrendatário Contrato de arrendamento (Bem Imóvel) Proprietário Pessoa Singular ou Colectivo, com contabilidade organizada, incluindo organismos públicos de direito público ou privado. IPU retido na fonte, é entregue até ao dia 30 do mês seguinte através do preenchimento do DLI. Pgtº da Renda Retenção na fonte: tx 15% Recibo de Renda (Descontado) Quando não haja retenção na fonte, o responderá pela totalidade do imposto e acréscimos (Multa e Juros). Direito de regresso. Pessoa Singular ou Colectivo: Com/Sem contabilidade organizada. Recepção do DAR. Caso não receba, deve comunicar a repartição no prazo de 90 dias a contar do fim do prazo de entrega obrigatória. 6
7 Pagamento de rendas e retenção na fonte Anualmente Senhorio Emite comprovativo de recebimento de renda Informa repartição se não receber cópia do DAR Recebi a cópia do DAR Apresenta o DAR em Janeiro do ano seguinte Inquilino Celebra contrato com senhorio Paga renda e retém IPU na fonte Liquida e paga o imposto retido Entrega cópia do DAR ao senhorio Repartição Recebe contrato de arrendamento Emite DAR e entrega Valida o DAR Esquematização do pagamento do imposto pela retenção na fonte 7
8 Perspectiva fiscal do proprietário (Senhorio)
9 Determinação da Matéria Colectável (Proprietário) Repartição Fiscal Liquidação e pagamento do IPU (Entrega do Modelo 1 e do DAR) É obrigado a comprovar, sob pena de ser responsável pelo IPU em falta. Proprietário Rendimento (100%) Modelo 1 (Proprietário): Declaração anual, em Janeiro do ano seguinte. (60%) Matéria Colectável (40%) Despesas de Manutenção e Conservação do Imóvel. 9
10 Modelo 1 do Imposto Industrial (Mapa 5 e 7) Deduzir : Proveitos ou ganhos de rendas de imóveis. Não se consideram proveitos ou ganhos as rendas recebidas pelo exercício de qualquer actividade que sejam sujeitas a IPU. 26
11 Senhorio celebração do contrato Inscreve imóvel na repartição com Modelo 5 e apresenta contrato Anualmente Pagamento do imposto e entrega do Modelo 1 Apresenta Modelo 1 IPU, liquida o imposto em falta e apresenta o DAR da retenção na fonte para descontar no imposto final. Inquilino Celebra contrato com senhorio Entrega o DAR do imposto retido na fonte Repartição Recebe o Modelo 5 e o contrato de arrendamento Calcula a Selagem do Contrato de arrendamento Recebi Modelo 1 e o DAR, e Valida a informação Esquematização do pagamento de IPU sobre as rendas (Proprietário) 11
12 Regime Fiscal da Empresa XPTO, LDA Renda mensal: ,00 Renda anual: ,00 x 12 (meses) = ,00 Renda Semestral: , 00 x 6 (meses) = ,00 Cálculos auxiliares: ,00 x 15% = ,00 (IPU) , ,00 = (Valor a pagar da renda) A XPTO, Lda, fez o pagamento da renda de 6 meses, em que os outros 6 meses serão pagos no ano seguinte. Arrendatário (XPTO, Lda) Renda (Semestral) = ,00 IPU retido na fonte (15%) = ,00 Renda líquida = ,00 Proprietário (Maria Lolas) A XPTO, Lda, apresentou a proprietária o DAR que comprova a retenção na fonte Em Janeiro do ano seguinte, a Srª Maria Lolas, deve apresentar o Modelo 1 do IPU com o respectivo DAR da retenção na fonte 12
13 IMPOSTO PREDIAL URBANO SOBRE A PROPRIEDADE
14 Actualização Elementos facultativos Processo de inscrição de imóveis / Modelo 5 do IPU Documentos relevantes para inscrição do imóvel Elementos essenciais a constar da descrição do imóvel (Modelo 5) Modelo 5 Memória descritiva Planta do imóvel Certificado de habitabilidade Direito do Superfície ou Escritura pública de compra e venda do terreno Area coberta, afectação (uso), serviços (água, energia e saneamento) localização (Província e Município) Regime jurídico (Prédio indiviso, PH, Comc.Prop.) Data de construção Contrato de compra e venda ou certidão predial Matriz antiga NIF do(s) proprietário(s) do imóvel a inscrever 14 LAD
15 LAD
16 NOÇÃO DO IMPOSTO PREDIAL URBANO O Imposto Predial Urbano, (IPU) visa a tributação dos prédios urbanos. Trata-se de um imposto que incide sobre o valor patrimonial ou sobre o rendimento resultante dos mesmos quando arrendados. O Código do Imposto Predial Urbano foi aprovado pelo Diploma Legislativo 4044, e que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de Recentemente introduziram-se alterações: Lei 18/11- de alteração ao Código de Imposto predial urbano e Lei 81/11 - Aprova as tabelas de Avaliação e reavaliação Distinção entre prédio urbano e prédio rústico Prédio urbano é qualquer construção de carácter permanente e assente no solo. Ex: Casas, edifícios, bombas de combustíveis, Centros comerciais, supermercados, parques de estacionamento Prédio rústico aquela parte delimitada do solo e as construções nele existente que não tenham autonomia económica, destinando-se, normalmente, para fins de exploração agrícola, pecuária, silvícola, avícola e mineiro.
17 O FACTO TRIBUTÁRIO E A INCIDÊNCIA DO IMPOSTO O facto gerador da obrigação do pagamento do IPU surge com a existência de um bem imóvel, qualificado como prédio urbano. O IPU incide sobre sobre o valor patrimonial ou rendimento dos prédios urbanos quando arrendados
18 O valor patrimonial a constar na matriz do imóvel será conforme o descrito no artigo 28º da Lei 18/11 de alteração ao CIPU: o maior de entre o valor de alienação do imóvel e o que resulte da avaliação patrimonial Determinação do Valor patrimonial de um imóvel Corresponde ao valor a considerar para efeitos de tributação em sede de IPU Valor pelo qual o imóvel foi alienado (preço, declarado em contrato, que o adquirente pagou pela sua aquisição no caso de transmissão onerosa) > Valor resultante do procedimento de avaliação estabelecido para o IPU (via tabelas de avaliação) O valor patrimonial = valor mais alto de entre o valor de alienação e o valor que resulte da avaliação LAD
19 Pelo Valor 19 LAD
20 Tributação de imóveis: Não arrendados, arrendados e parcialmente arrendados Valor Patrimonial Incidência do imposto imóvel não arrendado Determina-se Valor Patrimonial e aplica-se a taxa de 0,5% sobre o excesso de 5milhões O imposto incide sobre o valor Patrimonial a taxa de 0,5% Imóvel totalmente arrendado Não Aplicável O imposto incide sobre as rendas efectivamente recebidas. Imóvel parcialmente arrendado Determina-se Valor Patrimonial O imposto incide sobre o valor patrimonial a taxa de 0,5% sobre a parte não arrendada e sobre as rendas efectivamente recebidas a taxa de 25% sobre 60% da parte arrendada 20 LAD
21 A área coberta, corresponde à área de implantação do imóvel, com a somo dos pisos, caso haja, excluindo o quintal (art. 4). Coeficiente de vetustez visa atribuir o número de anos do prédio (art. 6.º). Coeficiente de afectação visa determinar a utilidade do imóvel (art. 8.º) Prime para proceder o cálculo, após inserção dos dados em todos os campos Valor a inscrever na matriz, caso seja mais alto em relação ao declarado (n.º 2 do art. 28, da Lei N.º 18/11, de 21 de Abril) Avaliação (artigo 2.º do Decreto Presidencial n.º 81/11, de 21 de Abril) Valor da Unidade de Correcção Fiscal em vigor Valor base, médio por metro quadrado, achado de acordo com a província em que se situa o imóvel em Kwanzas(art. 3.º). Coeficiente de localização, identifica a localização exacta do imóvel (art. 5.º) Coeficiente de conforto, serve para corrigir o valor em função dos serviços que o imóvel possui, como existência de água, electricidade e saneamento básico (art. 7.º). Prime para proceder a nova avaliação Valor do imposto a pagar 21
22 Cálculo do valor Patrimonial do imóvel VP = Vb x Ac x Cl x Cv x Cc x Ca Valor base por metro quadrado (em UCF) Área coberta (em m 2 ) Coeficiente de localização Coeficiente de vetustez Coeficiente de conforto Coeficiente de afectação 22 LAD
23 23
24 GARANTIAS DOS CONTRIBUINTES Os contribuintes gozam das garantias gerais previstas do CGT. Em sede do IPU os contribuintes podem requer a reavaliação dos imóveis para correcção do valor patrimonial, no prazo de 30 dias, a contar do recebimento da notificação do valor patrimonial fixado pela Repartição Fiscal. Reclamar de quaisquer outros actos, no prazo de 30 dias, nos termos do artigo 133.º do CIPU.
25 OBRIGADO O verdadeiro Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho de sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utiliza-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.
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