Origem da maçã (Malus domestica)
|
|
|
- Rebeca Barroso Estrela
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Origem da maçã (Malus domestica) A maçã é o fruto da macieira, uma árvore da família Rosaceae. É originária da Ásia, do leste da Turquia, onde o seu ancestral selvagem, Malus sieversii, ainda é encontrado atualmente. Talvez seja a mais antiga árvore que tenha sido cultivada, e seus frutos foram melhorados com a seleção ao longo de milhares de anos. As maçãs têm estado presentes na mitologia e religiões de muitas culturas, incluindo as tradições nórdica, grega e cristã.
3 Características da maçã São a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, mantendo boa parte de seu valor nutritivo. Cresce em climas temperados e subtropicais, já que necessitam de um número considerável de horas de frio, que é variável em função da variedade cultivada. As variedades da família da Gala, por exemplo, necessitam de um inverno com cerca de 700 horas de frio (temperatura abaixo de 7,2 C) para terem o rendimento ideal na colheita, enquanto a Fuji precisa de 900 horas de frio.
4 Características da maçã As cultivares Eva, Anna e Condessa possuem baixa exigência em frio, o que as torna recomendáveis para plantio em regiões mais quentes. A vida útil de um pomar de maçã chega aos 20 anos. A macieira é auto-incompatível e a polinização cruzada requer a presença de dois ou mais cultivares. Há mais de espécies e variedades de maçãs.
5 Tipo de maçãs
6 Principais Tipos de Maçã cultivados no Brasil No Brasil, a produção de maçã se concentra em duas cultivares, Gala e Fuji, que representam em torno de 90% da área plantada. Outras cultivares plantadas são a Eva, Golden Delicious, Brasil, Anna, Condessa, Catarina, Granny Smith.
7 Tipos de Maçã cultivados no Brasil Royal Gala: Essa variedade é originária da Nova Zelândia, dos anos As maçãs Gala são pequenas e têm uma casca bem fina. Sua base é vermelha e possui algumas misturas de verde e amarelo. Crocante e suculenta, é uma das mais ricas em antioxidantes. Apresenta a desvantagem de ser menos resistente ao armazenamento.
8 Tipos de Maçã cultivados no Brasil Fuji: como o próprio nome sugere, são originárias do Japão, desenvolvida a partir de Sua coloração é vermelha-clara com toques de amarelo. Bastante dura, é firme, crocante e um pouco ácida.
9 Tipos de Maçã cultivados no Brasil Eva: foi desenvolvida pelo Instituto Agronômico do Paraná, a partir do cruzamento entre exemplares Gala e Anna. Testada a campo a partir de 1987 e disponível para cultivo desde 1999, tem baixa exigência de período de frio: máximo de 350 horas por ano, com aptidão para ser cultivada em microrregiões do Sudeste e Nordeste do país. Sabor levemente acidulado. Maçã Eva na Chapada Diamantina (BA)
10 Principais Tipos de Maçã cultivados no Brasil
11 Tipos de Maçã consumidos no Brasil Red Delicious ou Argentina: originárias de Iowa (EUA), desde É uma das mais conhecidas e cultivadas em toda a América. Possuem coloração avermelhada brilhante. Apresenta um sabor doce e de fácil digestão. Desvantagens: Polpa pouco suculenta, textura farinhenta e casca amarga.
12 Tipos de Maçã consumidos no Brasil Granny Smith ou Verde: obtida na Austrália, desde Possui coloração verde, polpa crocante e suculenta. Tem pouco açúcar e é bem ácida. Vai bem como complemento em pratos salgados.
13 Tipos de Maçã consumidos no Brasil Golden Delicious: teve o seu início em 1890, como uma muda de acaso, numa quinta do Oeste do estado da Virginia, pertencente a Anderson H. Mullins. Foi inicialmente vendida com o nome de "Mullins Yellow Seedling" até 1916 quando os direitos foram vendidos a Paul Stark da Stark Brothers Nursery, que a renomeou para "Golden Delicious.
14 Tipos de Maçã consumidos no Brasil Pink Lady: a variedade Cripps Rosa foi selecionada na Austrália, a partir de Somente as melhores maçãs da variedade Cripps Rosa são comercializados sob a marca Pink Lady. A patente foi obtida em 1992 e hoje está registrada em mais de 80 países. Conhecida como a rainha das maçãs, é crocante e tem uma polpa densa e firme, de um excelente e quase efervescente sabor. Em 2014, de acordo com o Relatório da Apple World, ocupava o 13º na escala de produção de maçã global (excluindo a China). Espera-se que a variedade chegue ao 9º lugar em 2020.
15 Clube Pink lady O Clube Pink Lady está regido pela International Pink Lady Alliance (IPLA), responsável pelo marketing mundial da cultivar, determinação dos viveiristas que podem produzir mudas, regiões onde ela pode ser cultivada e quantidades que podem ser produzidas. As frutas que não atingem o padrão mínimo de qualidade não podem ser comercializadas como Pink Lady, devendo ser vendidas como Cripps Pink (IPLA, 2011).
16 Pink Lady no Brasil No Brasil, Pink Lady foi registrada em 1999 no Registro Nacional de Cultivares, do MAPA. A cultivar Pink Lady, de maturação tardia, produz frutos nos meses de abril e maio, pode ser importante para a diversificação da oferta e composição de pomares na Região Sul do Brasil (Fioravanço et al, 2011). O artigo da EMBRAPA apresenta resultados de 4 anos de teste em Vacaria/RS. A produtividade da 'Pink Lady' foi superior ou semelhante a outras duas cultivares na maioria das avaliações. O sabor é mais ácido do que outras variedades cultivadas no Brasil.
17 Produção de maçã (toneladas) no Brasil por tipo na safra 2013/2014 Gala Fuji Outras Fonte: ABPM Gala Fuji Outras
18 Produção de maçã no mundo
19 Área cultivada com maçã no mundo (hectares) A área cultivada com maçã no mundo correspondeu a 5,2 milhões de hectares em Fonte: FAOSTAT
20 Produção de maçã no mundo (toneladas) A produção de maçã atingiu 80,8 milhões de toneladas em
21 Rendimento da maçã no mundo (Kg/ha) O cultivo de maçã teve um rendimento médio de 15,5 toneladas por hectare em
22 Principais países produtores de maçã Ranking País Produção (toneladas) Participação 1º China ,10 2º União Europeia ,53 3º EUA ,05 4º Turquia ,87 5º Índia ,37 6º Chile ,12 7º Rússia ,95 8º Argentina ,54 9º Brasil ,52 10º Ucrânia ,50 - Demais países ,45 - Mundo
23 Exportações de maça (toneladas) Ranking País Exportações Participação (%) 1º União Europeia ,89 2º China ,00 3º EUA ,37 4º Chile ,70 5º África do SUL ,62 6º Nova Zelândia ,75 7º Argentina ,90 8º Rússia ,46 9º Brasil ,00 Demais países ,71 Total
24 Produção de maçã no Brasil
25 Produção brasileira de maçã Em meados da década de 1960 o país era o quarto importador de maçã no mundo, período em que o consumo nacional per capita não passava de 2 kg/ano. O primeiro plantio comercial de maçã aconteceu em 1969, em Fraiburgo (SC). O cultivo experimental começou em 1963, por produtores franceses vindos da Argélia, após a independência. A produção brasileira de maçã aumentou significativamente desde o início da década de 70, permitindo ao Brasil transformar-se de importador a exportador. O consumo aparente em 2013 foi de 6,15 kg/ano, ainda muito distante de países como Áustria, que possui um consumo de 32,8kg/ano, nos EUA 24,2 kg/habitante/ano e Argentina 13,4 kg/hab./ano. O que pode ser explicado, em parte, pela oferta de outras frutas.
26 Evolução da produção brasileira de maçã (toneladas)
27 Distribuição da produção de maçã no Brasil Os principais estados produtores são Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em geral, a fruta é produzida em áreas acima dos 1.000m.
28 Área cultivada (hectares) com maçã Total SC RS A Área cultivada total foi de 36 mil hectares em 2015, 49% em SC, 46% no RS e 5% outros Fonte: IBGE
29 Produção de maçã (toneladas) Brasil SC RS
30 Rendimento (Kg/ha) Em 2015 o rendimento no Brasil foi de 35 toneladas por hectare. Brasil SC RS
31 Valor da produção de maçã (R$ mil) A produção de maçã correspondeu a R$ 1,3 bilhões, em Brasil SC RS
32 Produção, importação e exportação de maçã (toneladas) Produção Importação Exportação
33 Importações e exportações de maçã (toneladas) Brasil Importação Exportação
34 Importações e exportações de maçã A partir da década de 2000, houve substituição de importações e as exportações intensificaram-se. Em 2015, o Brasil exportou maçã por US$ 40 milhões e importou por US$ 67 milhões. O volume exportado correspondeu a 60 mil toneladas e importado a 77 mil toneladas. Entre os principais destinos das exportações temos Bangladesh, União Europeia e Rússia, tendo exportado para 24 países. Em relação às importações, as mesmas se originaram do Chile, Argentina e União Europeia.
35 Exportações de suco de maçã Além da exportação de fruta in natura, o Brasil exporta suco de maçã, porque o consumo no Brasil não é muito expressivo. Em 2015 exportou 24 mil toneladas do suco por um valor de US$ 26 milhões. O produto foi exportado para 18 países, com destaque dos EUA, Japão, África do Sul e México.
36 Exportações brasileiras de maça País Valor(US$) Peso(Kg) ALEMANHA ARABIA SAUDITA BANGLADESH CINGAPURA DINAMARCA EGITO EL SALVADOR EMIR.ARABES UNIDOS ESPANHA FINLANDIA FRANCA GUATEMALA INDIA IRLANDA País Valor(US$) Peso(Kg) LIBANO LIBIA OMA PAISES BAIXOS PAQUISTAO PORTUGAL REINO UNIDO RUSSIA,FED.DA SUECIA URUGUAI TOTAL Fonte: Agrostat
37 Importações brasileiras de maçã País Valor(US$) Peso(Kg) ARGENTINA CHILE CHINA ESPANHA ESTADOS UNIDOS FRANCA ITALIA PORTUGAL URUGUAI TODOS OS PAISES Fonte: Agrostat
38 Produção em SC A expansão foi favorecida pelo fim do ciclo da extração de madeira no estado, a partir da década de Também pela ênfase por parte do governo federal na substituição de importações, tendo em vista a crise de divisas dos anos 1970, sendo que a maçã era o segundo item agrícola mais importante nas importações brasileiras. Incentivos fiscais e o apoio de programas governamentais, como o Programa Executivo Frutícola para Santa Catarina (PEFSC) e o Programa de Fruticultura de Clima Temperado (PROFIT). Os programas de pesquisas da EMPASC e EMBRAPA voltados ao desenvolvimento genético de cultivares adequados às condições de produção do estado de Santa Catarina.
39 Produção em SC No estado de Santa Catarina, as principais regiões produtoras são São Joaquim e Fraiburgo.
40 Produção em SC Na região de Fraiburgo, a maior parte dos pomares pertence a 8 grandes empresas, que estão entre as maiores produtoras nacionais. Essas empresas atuam na produção da fruta, classificação, armazenagem e comercialização. Na região de São Joaquim são 9 empresas e 2 cooperativas. Nas duas regiões também existem pequenos e médios produtores: quase 90% dos pomares possuem menos de 10 hectares. Muitos pequenos produtores fazem contratos de safra com grandes empresas.
41 Distribuição da produção de maçã no RS Fonte: FEEDados
42 Safra da maçã no Estado teve queda de quase 30% em 2016 De acordo com notícia publicada em 17/06/2016, os produtores de maçã do Rio Grande do Sul colheram 142 mil toneladas a menos da fruta neste ano. Foram 492 mil toneladas na safra de 2015, contra 350 mil neste ano, o que representa uma queda de 28,8%. O clima foi determinante. Em 2015, as horas de frio (inferior a 7,2º) não chegou a 300 horas (precisa 700). Também houve excesso de chuva no período da florada. Quando a brotação já havia iniciado, houve a geada tardia de setembro html
43 Tecnologia Desenvolvimento de novos porta-enxertos, resistentes às doenças e que proporcionam plantas menores, permitem um maior adensamento do plantio. Variedades mais adequadas às exigências dos consumidores e com maior produtividade. Variedades resistentes às principais doenças da macieira, como a mancha foliar que afeta principalmente a Gala..
44 Tecnologia A praga foi detectada em A condição de Brasil livre de Cydia pomonella em Trabalho realizado pelo MAPA, EMBRAPA, ABPM, AGAPOMI e Secretarias de agricultura.
45 Radar para combate ao granizo O granizo pode ter forte impacto sobre o cultivo. Por isso foi instalada uma estação meteorológica. Em 1989, método russo de lançamento de foguetes. Em 1996 introduziu o método francês, de gerador de solo, lança iodeto de prata para a condensação das nuvens. Única região com controle artificial do tempo.
46
47 Produção Integrada de Frutas (PIF) A maçã foi pioneira, em 2001, no protocolo brasileiro de certificação, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), denominado Produção Integrada de Frutas (PIF) em inglês, IFP; ou, no caso específico da cultura, PIM. Junto com a segurança geral e sanitária do alimento, é observada atenção às questões ambientais e sociais/trabalhistas.
48 Associação Brasileira dos Produtores de Maçã - ABPM Criada em 1978, reúne 28 membros entre empresas, cooperativas e associações que representam produtores rurais, responsáveis por 90% da produção brasileira de maçã. Segundo informações da Associação, o setor gera empregos diretos e indiretos. A entidade atua na defesa dos interesses setoriais e no incentivo ao consumo da fruta.
49 Associação Gaúcha de Produtores de Maça Esta associação foi criada em Participam várias indústrias, cooperativas e produtores individuais. No estado do RS existe uma capacidade de armazenamento de 406 mil toneladas (para uma produção de 600 mil toneladas, sendo 154 em câmara de frio convencional e 306 em atmosfera controlada. Neste último, a concentração de oxigênio e de gás carbônico é modificada de modo a assegurar que o produto in natura se mantenha vivo em ritmo biológico mais baixo e conservado em boas condições por período mais longo.
50 Beneficiamento da fruta Boa parte da cadeia está concentrada em grandes empresas que cultivam extensas áreas com avançado nível de integração vertical nas estruturas de classificação, embalagem e comercialização. Essas empresas possuem pomares, câmaras frigoríficas para o armazenamento e packing house (local onde se embalam mercadorias para envio) para a classificação e embalagem da fruta, além de realizarem as vendas para o mercado atacadista.
51 Packing House
52 Armazenamento
53 Armazenamento A Gala tem menor tempo de armazenagem do que a Fuji, por isso esta última é mais estocada e comercializada no segundo semestre.
54 Armazenamento
55 Diferenciação de produto O mercado pede um determinado tamanho de fruta (aproximadamente 200gramas). Para obter frutas deste tamanho, os produtores precisam fazer uma operação chamada de raleio, senão o normal é a planta produzir muitos frutos pequenos. O raleio pode ser feito manualmente (retira-se o excesso de frutos com tesouras de poda) ou usando produtos químicos que abortam as flores. Um produtor errou na prática do raleio químico e produziu grande número de maças pequenas. Ai veio a ideia de comercializá-los para crianças. O grupo Fischer viu a oportunidade de ampliar o valor de maçãs associando a este produto a praticidade de estarem pre-lavadas, higienizadas e prontas para consumo. O produto representa 7% da produção de maçã do grupo e chega ao mercado com preções 25% a 30% acima do convenciona). O grupo paga direitos de uso da marca Turma da Mônica.
56 Industrialização Aproximadamente 15% da produção é destinada à industrialização. Em geral, são as frutas que não atendem ao padrão de classificação exigido pelo mercado. Na indústria processadora de maçã, o suco é considerado um dos principais produtos. O rendimento médio nas indústrias que utilizam a prensagem na extração de suco é de 65% de suco e 35% de bagaço. Novas tecnologias permitem uma relação de 84% de suco e 16% de bagaço (ABPM). Cerca de 80% da maçã industrializada destina-se à produção de suco e o 20% restante a outros derivados (vinagre, sidra, chá, doce, etc.).
57 Industrialização A maior parte do suco é exportada, onde enfrenta a concorrência de países como Argentina e China. No mundo, 18% da produção de maçã foi destinada à industrialização, em 2013 (MAPA, 2013).
58 Industrialização O vinho de maçã, além do consumo direto, constitui a base para a sidra, bebida frisante, e para a produção de destilados envelhecidos como o calvados ou para a produção de blends como o pommeau. Calvados é uma bebida alcoólica destilada, originária da Baixa Normandia, França. Possui Denominação de Origem
59 Derivados da maçã
60 Subprodutos Do resultado da extração do suco surge o bagaço, chamado de descarte sólido, que é uma mistura principalmente de casca, polpa e semente. No Brasil, o bagaço tem como principal destino o solo, como adubo orgânico, ou a utilização como ração animal. Uma série de estudos avalia seu aproveitamento na fabricação de álcool, bebida alcoólica, fibras para enriquecimento de alimentos e outros produtos.
61 Referências Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Cadeia produtiva da maçã: produção, armazenagem, comercialização, industrialização e financiamentos do BRDE na região sul do Brasil. Porto Alegre: BRDE, BITTENCOURT, C. C. Panorama da Cadeia da Maçã no estado de Santa Catarina: uma abordagem a partir dos segmentos da produção e de packing house. Dissertação (Mestrado em Economia). Universidade Federal de Santa Catarina UFSC: Florianópolis, FIORAVANÇO, J. et al. Avaliação da Cultivar de Macieira Pink Lady em Vacaria, RS. Comunicado Técnico 112, Bento Gonçalves: EMBRAPA, nov KIST, B. et al. Anuário brasileiro da maçã Santa Cruz do Sul: Editora Gazeta, MAPA Cenário da cadeia produtiva da maça. Secretaria de Política Agrícola. Informativo N o 54, Ano 6, vol. 54, março de 2013.
PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL
SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL Março/2014 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População
1. Aspectos gerais da cultura
CULTURA DO ARROZ 1. Aspectos gerais da cultura Centro de Origem -Asiático -Africano Gênero Oryza 25 espécies dispersas Espécies Sul Americanas Ásia África América do Sul e Central Espécies utilizadas Histórico
SETOR DE CELULOSE E PAPEL
SETOR DE CELULOSE E PAPEL 7º Encontro da Cadeia Produtiva de Madeira e Móveis BENTO GONÇALVES 12/11/2008 Pedro Vilas Boas Dados Gerais Cadeia Produtiva do Setor Florestal Lenha Carvão Vegetal PRODUÇÃO
o BRASIL E O COMÉRCIO MUNDIAL DE CARNE BOVINA INTRODUÇÃ
- o BRASIL E O COMÉRCIO MUNDIAL DE CARNE BOVINA Oscar Tupy1 INTRODUÇÃ O Este trabalho tem por objetivo mostrar de forma compacta as tendências mundiais de consumo, produção e comércio de carne bovina.
1. Aspectos gerais da cultura
CULTURA DO ARROZ 1. Aspectos gerais da cultura Centro de Origem -Asiático -Africano Gênero Oryza 25 espécies dispersas Espécies Sul Americanas Ásia África América do Sul e Central Espécies utilizadas Histórico
Prazer de comer e beber bem: a essência da marca RAR.
MAÇÃS INSUPERÁVEIS Prazer de comer e beber bem: a essência da marca RAR. A marca RAR é sinônimo de qualidade, sabor, tradição, inovação, procedência. Em todas as suas ações com os seus clientes, fornecedores,
Política de Financiamento e Comercialização do Brasil: resultados e desafios
Política de Financiamento e Comercialização do Brasil: resultados e desafios Caio Tibério da Rocha Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo Estrutura da Apresentação I. Cenário Mundial
REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
REFLEXOS DO CENÁRIO ECONÔMICO MUNDIAL SOBRE O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO JOÃO CRUZ REIS FILHO SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Brasília/DF JULHO DE 2015 22 CENÁRIO POPULACIONAL
MERCADO INTERNACIONAL DE MANGA: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS
MERCADO INTERNACIONAL DE MANGA: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS Carlos Roberto Machado Pimentel Ricardo Elesbão Alves Heloísa Almeida Cunha Filgueiras INTRODUÇÃO Do conjunto de frutas atualmente comercializado,
Resultados de 2015 Perspectivas para Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio
Resultados de 2015 Perspectivas para 2016 Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Agronegócio na Balança Comercial 300 250 37,9% 37,1% 39,5% 41,3% 43,0% 45,9% 50% 45% 40% 200 35% 30% US$ Bilhões
Graças a sua adaptação, o arroz é atualmente cultivado em quase todos os países de todos os continentes, a exceção da Antártida.
HISTÓRICO Graças a sua adaptação, o arroz é atualmente cultivado em quase todos os países de todos os continentes, a exceção da Antártida. É a única espécie cultivada e explorada em áreas pantanosas, ocupando
TÂMARAS: Aspectos da produção, consumo e mercado de um fruto de tradição milenar
TÂMARAS: Aspectos da produção, consumo e mercado de um fruto de tradição milenar Autor - Ildo Eliezer Lederman Pesquisador aposentado da EMBRAP/IPA ([email protected]) Introdução A tamareira, Phoenix
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SOJA DEZEMBRO DE 2016
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos SOJA DEZEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas
Imagem:https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=&url=http%3A%2F%2Fsitebarra.com.br%2F2012%2F01%2Ffruti
Fruticultura Tropical Prof. Harumi Hamamura UniSALESIANO Lins Imagem:https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=&url=http%3A%2F%2Fsitebarra.com.br%2F2012%2F01%2Ffruti
Balanço 2016 Perspectivas Fruticultura
Fruticultura 93 94 Balanço 2016 Perspectivas 2017 Perspectivas 2017 ADOÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO E PÓS-COLHEITA SERÃO OS DESTAQUES DA FRUTICULTURA Mesmo com as adversidades climáticas que atingiram
Compreender as DIFERENÇAS e SEMELHANÇAS O que nos afasta? O que nos aproxima?
Maio 2014 Apresentar a Indústria de MT Compreender as DIFERENÇAS e SEMELHANÇAS O que nos afasta? O que nos aproxima? Diagnosticar as NECESSIDADES MÚTUAS Do que precisamos? Do que podemos fornecer mutuamente?
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES
EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO E COMÉRCIO MUNDIAL DE MAMÃO
VI SIMPÓSIO DO PAPAYA BRASILEIRO Tecnologia de produção e mercado para o mamão brasileiro Vitória ES, 10 a 13 de novembro de 2015 EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO E COMÉRCIO MUNDIAL DE MAMÃO Edileuza Vital Galeano
A variedade de macieira Eva apresenta grande potencial para a diversificação de cultivares e a possibilidade da expansão da pomicultura brasileira em
A variedade de macieira Eva apresenta grande potencial para a diversificação de cultivares e a possibilidade da expansão da pomicultura brasileira em regiões de baixo acúmulo de frio. Objetiva-se neste
Dia Mundial da Alimentação Maçã Ambrosia
Maçã Ambrosia A maçã Ambrosia foi descoberta no Canadá. Recebeu o nome de Ambrosia, que significa Comida dos deuses, por ser muito bela, com a pele rosa quase florescente e formato cónico. Além disso,
Relatório Setorial da Indústria de Móveis no Brasil
instituto de estudos e marketing industrial apresenta: Relatório Setorial da Indústria de Móveis no Brasil www.cgimoveis.com.br www.iemi.com.br Conteúdo Panorama Mundial Panorama Brasil Consumo e Perspectivas
PRINCIPAIS PRODUTORES DE FRUTAS NO MUNDO
ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL FRUTICULTURA PANORAMA MUNDIAL As estatísticas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura
Bibliografia. EPAGRI A cultura do feijão em Santa Catarina. Florianópolis, 1992, 285p.
Bibliografia EPAGRI A cultura do feijão em Santa Catarina. Florianópolis, 1992, 285p. Sartoratto, A.; Rava, C.A. Principais doenças do feijoeiro e seu controle. EMBRAPA, 1994, 300p. Feijão no inverno.
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JUNHO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
ABRIL / 2016 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS ABRIL 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas
AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Junho/2008 Três Pontas/MG Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento DIMENSÃO DEMOGRÁFICO DIMENSÃO SOCIOECONÔMICA DIMENSÃO SEGURANÇA
COMPARAÇÃO DAS QUALIDADES FÍSICO-QUIMICAS DA MAÇÃ ARGENTINA RED COM A MAÇÃ NACIONAL FUJI
COMPARAÇÃO DAS QUALIDADES FÍSICO-QUIMICAS DA MAÇÃ ARGENTINA RED COM A MAÇÃ NACIONAL FUJI Kessya Maryane Abrantes Alves (1); Heitor Salles Da Costa Lima (2); Mariana da Silva Arruda de Moraes (3); Micaella
Citricultura no Brasil
Origem da laranja A laranja (Citrus sinensis) é o fruto da laranjeira, uma árvore da família Rutaceae. Originária do sul da Ásia, pode ser oriunda da Índia, China ou Vietnãm. A mais antiga descrição de
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
GEOGRAFIA AGRÁRIA CACD. Professor Rodolfo Visentin.
GEOGRAFIA AGRÁRIA CACD Professor Rodolfo Visentin. QUE É GEOGRAFIA AGRÁRIA A estrutura agrária reúne as condições sociais e fundiárias de um espaço, envolvendo aspectos referentes á legalidade das terras,
EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS E PAÍSES DE DESTINO Julho / 2004
EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PRINCIPAIS BLOCOS ECONÔMICOS E PAÍSES DE DESTINO 2002-2004 Julho / 2004 EVOLUÇÃO RECENTE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS COMENTÁRIOS A - EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES SETEMBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP
Governo do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Daniel Amin Ferraz Diretor Esquema da apresentação 1 Dinâmica do Mercado e
http://www.lodiwine.com/ http://www.fatosdesconhecidos.com.br/5-fatosimpressionantes-que-voce-nao-sabe-sobre-vinho/ O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos 6.500 a.c., pensando-se que
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRIGO NOVEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES OUTUBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
DIRETORIA DE ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS, INFORMAÇÕES E DESENVOLVIMENTO URBANO E RURAL DEPARTAMENTO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES
PRINCIPAIS PAÍSES DE DESTINO DA EXPORTAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PIRACICABA - 2005 2005 Estados Unidos 421.693.481 25,29 México 124.421.946 7,46 Argentina 73.091.226 4,38 Federação da Rússia 59.379.834 3,56
PECUÁRIA. Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos
PECUÁRIA Novembro de 2017 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos DESEMPENHO DA PECUÁRIA o o Carne bovina O consumo doméstico de carne bovina registrou recuo nos dois últimos anos e ainda
Associação Brasileira dos Produtores de Soja
Associação Brasileira dos Produtores de Soja 1. PREVISÃO DE SAFRA E DESTINAÇÃO De acordo com o 7 Levantamento de safra 2015/16, publicado em abril pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a área
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO JUNHO DE 2017
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações
EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias
Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO JUNHO DE 2017
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita
O Agronegócio e o Sucesso do Brasil no Mercado de Carnes Gedeão Silveira Pereira
O Agronegócio e o Sucesso do Brasil no Mercado de Carnes Gedeão Silveira Pereira Vice Presidente FARSUL Terra arável disponível, por pessoa no mundo Brasil EUA Rússia Índia China União Européia Congo Austrália
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2007/08 217.102 612.708
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo
1.2. Situação da Cultura do Trigo no Brasil e no Mundo TRIGO BALANÇO MUNDIAL Ano Área Produção Consumo Consumo Estoque final (mil ha) (mil t) (mil t) per capta (mil t) (kg/hab/ano) 2009/10 225.587 687.633
RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO
Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de outubro de 2014. COMPARAÇÃO DO MÊS OUTUBRO COM O MÊS
Avicultura e Suinocultura: Cenário Nacional e Mundial Desafios e Oportunidades
FRANCISCO TURRA Presidente Executivo Avicultura e Suinocultura: Cenário Nacional e Mundial Desafios e Oportunidades Brasil é o 4º Maior Exportador Mundial de Produtos Agrícolas Exportação de produtos agrícolas
Balanço 2016 Perspectivas Hortaliças
Hortaliças 99 100 Balanço 2016 Perspectivas 2017 Perspectivas 2017 DESTAQUE PARA MAIS INVESTIMENTOS EM SISTEMAS DE CULTIVO DAS HORTALIÇAS Com área cultivada de aproximadamente 837 mil hectares e volume
A A DEMANDA de PAPEL MUNDIAL e SUSTENTABILIDADE. 2o. CONGRESSO FLORESTAL DO MATO GROSSO DO SUL 8 de Junho de 2010
A A DEMANDA de PAPEL MUNDIAL e SUSTENTABILIDADE 2o. CONGRESSO FLORESTAL DO MATO GROSSO DO SUL 8 de Junho de 2010 CONTEÚDO 1. PERFIL DO SETOR BRASILEIRO DE C&P 2. OVERVIEW DO SETOR BRASILEIRO DE C&P 3.
RELATÓRIO SOBRE AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO GAÚCHO
Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de dezembro de 2014. COMPARAÇÃO DO MÊS DEZEMBRO COM O MÊS
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO DEZEMBRO DE 2016
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ALGODÃO DEZEMBRO DE 2016 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas
Estatística e Probabilidades
Estatística e Probabilidades Nesse resumo vamos mostrar como a análise crítica de séries estatísticas podem contribuir para uma compreensão mais precisa da realidade. Todos os dias ouvimos falar sobre
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ JUNHO DE 2017
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos ARROZ JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas por suas publicações
Dados estatísticos dos principais produtos do Agronegócio Brasileiro
Dados estatísticos dos principais produtos do Agronegócio Brasileiro CADERNO DE ESTATÍSTICAS Uma publicação da Representação do IICA/Brasil Elaboração: Daniela Faria e Diego Machado 1. Apresentação 2.
ANÁLISE CONJUNTURAL DAS EXPORTAÇÕES DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS DO BRASIL 1. (Janeiro a dezembro de 2004)
ANÁLISE CONJUNTURAL DAS EXPORTAÇÕES DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS DO BRASIL 1. (Janeiro a dezembro de 2004) Antonio Hélio Junqueira 2 Marcia da Silva Peetz 3 Exportações recordes de flores e plantas
Disclaimer e Confidencialidade. Este material é confidencial e não deve ser divulgado sem autorização expressa e formal da Renar Maças S.A.
Renar Maçãs 2014 Disclaimer e Confidencialidade Este material é confidencial e não deve ser divulgado sem autorização expressa e formal da Renar Maças S.A. 2 Índice I Mercado de Maçãs II A Renar III Destaques
Cadeia Produtiva do Leite no Brasil. Vicente Nogueira Netto. Coordenador da Câmara do Leite Sistema OCB
Cadeia Produtiva do Leite no Brasil Vicente Nogueira Netto. Coordenador da Câmara do Leite Sistema OCB Importância Econômica Produção Mundial de Leite. Fonte : FAOSTAT/ IBGE (Pesquisa Pecuária Municipal).
Programa de Melhoramento Genético da Macieira na Epagri, Brasil
Governo do Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina Estação Experimental de Caçador Programa de Melhoramento
A CITRICULTURA NO NORDESTE BRASILEIRO: SITUAÇÃO ATUAL E POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO. Orlando Sampaio Passos. Salvador (BA), 27 de setembro de 2011
A CITRICULTURA NO NORDESTE BRASILEIRO: SITUAÇÃO ATUAL E POTENCIAL DE DESENVOLVIMENTO Orlando Sampaio Passos Salvador (BA), 27 de setembro de 2011 INTRODUÇÃO Região Nordeste área cultivada, produção e rendimento
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
O Brasil e o Mercado Internacional de Carnes
O MERCADO INTERNACIONAL DE CARNES E A ECONOMIA BRASILEIRA Flávia Maria de Mello Bliska 1 Joaquim José Martins Guilhoto 2 Este artigo tem por objetivo mostrar a participação do Brasil no mercado internacional
