Ansiedade
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- Ana Lívia Filipe de Oliveira
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1 Ansiedade
2 O que é ansiedade? A ansiedade, assim como qualquer outra emoção humana, tem uma função adaptativa. Dessa forma, sentir ansiedade não significa patologia por si só. Uma de suas principais funções é nos servir como alerta a situações de ameaça. Normalmente, a ansiedade é experimentada como uma apreensão sem causa aparente 2, difusa e desagradável. As situações que mais comumente geram ansiedade podem envolver ameaças de lesão corporal, dor, frustração, separação de pessoas amadas, ameaça à integridade física ou psicológica 3. Em nossos ancestrais, as manifestações da ansiedade tinham como função mobilizá-los para luta corporal, fugas, busca de alimentos e outras conquistas. Nos dias atuais, não necessitamos caçar ou nos proteger cotidianamente de animais ferozes. As exigências da vida moderna apresentam-se de forma bastante diferente: segurança emocional, social e econômica. Tais problemas, certamente, não excluem os períodos da infância e adolescência. De modo geral, podemos concluir que o curso da ansiedade é funcional à espécie humana. Mas até que ponto? A resposta é simples: até que ela atinja seu ponto máximo de eficiência. A partir desse limite, a ansiedade torna-se
3 desadaptativa: o organismo está desgastado e já não é mais capaz de responder às demandas do ambiente com eficácia 4. Por esse motivo, podemos sugerir que, quando experimentada por longos períodos ou em intensidade exagerada, a ansiedade possui grande probabilidade de se transformar em patologia. Assim, quando traz prejuízos significativos às vidas de crianças e adolescentes, pode-se caracteriza-la como um transtorno psicológico. Quando a ansiedade se transforma em patologia... Tratemos, agora, da ansiedade desadaptativa na infância e adolescência: diferente do medo, a ansiedade parece não apresentar, à princípio, um objeto bem definido, exigindo uma percepção mais apurada de seus sintomas para, então, ser definida. Seus episódios costumam alterar cinco esferas do funcionamento de crianças e adolescentes: alterações fisiológicas, de humor, comportamentais, cognitivas e interpessoais 1. Não é raro que crianças ansiosas relatem queixas corporais ou somáticas, que causam inquietação e desconforto com o próprio corpo. Reações do Sistema Nervoso Autônomo são comuns: sudorese, taquicardia, rosto avermelhado, vontade urgente de urinar, além de mãos e pés trêmulos. Do ponto de vista emocional, crianças e adolescentes ansiosos podem apresentar preocupação, apreensão e irritabilidade. Em crianças menores, tais sentimentos dificilmente conseguem ser descritos, podendo ser
4 melhor identificados sob relatos de nervosismo, sensações estranhas e de agitação. Os sinais comportamentais são os mais passíveis de observação: roer unhas, chupar dedo, além de condutas compulsivas e de hipervilância 1. Esta última tem como função básica esquadrinhar os possíveis perigos e manter sob controle as situações consideradas ameaçadoras para essas crianças. A esfera cognitiva envolve pensamentos que, de maneira geral, expressam preocupação com eventos futuros e expectativas negativas em relação ao enfrentamento de uma situação 1. Alguns estudos mostram que, diante de uma situação ambígua, crianças ansiosas tendem a interpretar os fatos de maneira mais ameaçadora quando comparadas a crianças não ansiosas 6,7. Esse tipo de interpretação pode ser expressa por pensamentos como: algo ruim pode acontecer ; não vou ser capaz de lidar com isso 1; Eu não vou me sair bem nessa situação ; ou Vai dar tudo errado! 8. Além da gama de pensamentos com tema recorrente de preocupação, a concentração também se mostra alterada. A criança alterna o foco de sua atenção para diversas preocupações ou a aprofunda apenas em uma só (algumas vezes, os próprios pensamentos a respeito de seu desempenho). Isso dificulta o direcionamento da atenção para um único objeto. Normalmente, a alteração da concentração costuma prejudicar o
5 desempenho em provas e trabalhos escolares, e até mesmo em situações de lazer, como conversar com amigos ou assistir a filmes e programas de televisão. A esfera interpessoal da criança ou adolescente ansioso acaba sendo prejudicada especialmente em eventos nos quais o indivíduo precisa mostrar seu desempenho. Ler ou apresentar seus trabalhos em sala, ser escolhido para um time, ou participar de atividades sociais não estruturadas configuram situações comuns de tensão entre esses jovens 10. Em todas essas situações, a ansiedade parece ter como causa a alta sensibilidade desses indivíduos à avaliação negativa ou à fiscalização dos demais sobre seu desempenho. Em grande parte dos casos, os prejuízos causados pela ansiedade acabam por se configurar como o que chamamos de Transtorno de Ansiedade. A evitação às situações que causam ansiedade é marca registrada da ansiedade patológica 1. Patologia, nesse caso, é sinônimo de desadaptação: deixa-se de realizar um ou vários comportamentos, prejudicando o cotidiano da criança ou do adolescente.
6 Bibliografia 1. Friedberg, R. & McClure, J. (2004). A prática clínica da terapia cognitiva. Porto Alegre: Artmed. 2. Kendall, P. C. (ed.) Child & Adolescent Therapy. Cognitive-Behavioral Procedures. New York, Guilford Press, Kaplan, H.; Sadock, B. & Grebb, J. (2003). Compêndio de Psiquiatria: Ciências do Comportamento e Psiquiatria Clínica. Porto Alegre: Armed. 4. Ballone GJ - Ansiedade - in. PsiqWeb, Internet, disponível em revisto em Kendall, P. C. (ed.) Child & Adolescent Therapy. Cognitive-Behavioral Procedures. New York, Guilford Press, Muris, P., Rapee, R. M., Meesters, C., Shouten, E., & Geers, M. (2003). Threat perception abnormalities in children: the role of anxiety disorders symptoms, chronic anxiety, and state anxiety. Journal of Anxiety Disorders, 17(3),
7 7. Creswell, C.; Schniering, C. & Rapee, R. (2005). Threat interpretation in anxious children and their mothers: comparison with nonclinical children and the effects of treatment. In: Behaviour Research and Therapy 43: Kendall, P. C. & Treadwell, K. R. H. (1996) Cognitive-Behavioral Treatment for child and adolescent disorders: Empirically-based strategies for clinical pratice. Washington, DC: American psychology association. 9. Kendall, P. C. ; Chansky, T.E.; Kim, R.S.; Kortlander, E. & Siqueland, L. (1992). Anxiety Disorders in Youth: Cognitive-behavioral interventions. Boston: Allyn e Bacon. 10. Beidel, D.C. & Turner, S.M. (1998). Shy Children, Fobis Adults. Washington, DC: american Psychological Association.
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