Conversas criativas e abuso sexual
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- Dina Aranha Benevides
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1 Conversas criativas e abuso sexual Uma proposta para o atendimento psicossocial Marlene Magnabosco Marra
2 CONVERSAS CRIATIVAS E ABUSO SEXUAL Uma proposta para o atendimento psicossocial Copyright 2016 by Marlene Magnabosco Marra Direitos desta edição reservados por Summus Editorial Editora executiva: Soraia Bini Cury Assistente editorial: Michelle Neris Projeto gráfico: Crayon Editorial Capa e diagramação: Santana Imagem de capa: Shutterstock Impressão: Sumago Gráfica Editorial Editora Ágora Departamento editorial Rua Itapicuru, o andar São Paulo SP Fone: (11) Fax: (11) e mail: [email protected] Atendimento ao consumidor Summus Editorial Fone: (11) Vendas por atacado Fone: (11) Fax: (11) e mail: [email protected] Impresso no Brasil
3 SUMÁRIO PREFÁCIO UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL DE CARÁTER BREVE E FOCAL. 9 APRESENTAÇÃO RESSIGNIFICANDO O ABUSO SEXUAL. 11 APRESENTAÇÃO A CONSTRUÇÃO DE CONVERSAS CRIATIVAS PARA O TEMA DO ABUSO SEXUAL. 21 O lugar do abuso sexual: uma conexão com as histórias dominantes. 21 O construcionismo social no contexto do abuso sexual. 36
4 2. A FAMÍLIA, AS SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA E NOVAS ALTERNATIVAS. 43 A violência contra crianças e adolescentes. 43 Caminhos, desafios e possibilidades nas conversas criativas AS NARRATIVAS E SUAS CONSTRUÇÕES. 59 O construcionismo social na entrevista de cunho narrativo/conversação. 59 A entrevista de cunho narrativo: compreendendo a complexidade da violência sexual SIGNIFICADO E RESSIGNIFICAÇÃO 75 Sofrimento versus alternativas: construção, interpretação e compreensão. 75 Conjugalidade, parentalidade e fraternidade 97 CONSIDERAÇÕES FINAIS. 123 REFERÊNCIAS. 129
5 PREFÁCIO UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A INTERVENÇÃO PSICOSSOCIAL DE CARÁTER BREVE E FOCAL O presente livro foi baseado em uma tese de doutorado que tive o prazer e a honra de orientar, assim como ocorreu com a dissertação de mestrado da autora. Como Marlene é uma pessoa muito corajosa, escolheu um tema ainda tão temido o do abuso sexual e, além disso, propôs-se a oferecer subsídios aos profissionais que trabalham nessa área. Dois aspectos originais sobressaem: o da abordagem construcionista social, que enfoca a narrativa como prioridade; e o da aplicação da perspectiva narrativista em uma instituição pública que é responsável, Brasil afora, por executar a política de proteção à infância vitimizada. Por meio da descrição de uma pesquisa-ação levada a cabo em um Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), o livro apresenta um procedimento que pode ser implantado (ou adaptado a) nesse 9
6 contexto, mostrando que rapidamente pode-se estabelecer um diálogo criativo, encarnado e transformador, no qual o profissional cria uma atmosfera de reflexão que permite à família atingida pelo abuso compreender melhor tal violência. Enfim, mesmo sendo suspeita para indicar esta obra a quem queira trabalhar com o tema nesse contexto, eu o faço. Acompanhei o processo de transformação ocorrido tanto na clientela quanto nos técnicos que executaram o projeto com Marlene. Eu mesma terminei a orientação surpresa por me dar conta da exequibilidade da proposta. Boa leitura a todos! Liana Fortunato Costa Psicóloga, terapeuta conjugal e familiar Doutora em Psicologia Clínica e docente da Universidade de Brasília
7 APRESENTAÇÃO RESSIGNIFICANDO O ABUSO SEXUAL Este livro apresenta uma proposta para o enfrentamento dos desafios trazidos pelas situações de abuso sexual. Evitando a retórica de um protocolo fechado sobre a prática profissional, Marlene Marra convida o leitor a compreender tais situações e aponta posturas úteis no trabalho com as famílias vitimizadas. De forma muito sensível, ela nos aproxima das experiências das pessoas com as quais trabalhou. Depoimentos e trechos de conversa cuidadosamente selecionados nos permitem ver, ouvir, sentir, estranhar e reconhecer as múltiplas possibilidades dos relacionamentos humanos, que podem trazer sofrimento, desamparo e incompreensão assim como criatividade, força e solidariedade para reinventar modos de conviver. Imagens estereotipadas sobre temática tão delicada ganham novos contornos, cores e nuanças que complexificam e combatem entendimentos individualistas e moralizantes do senso-comum.
8 Imprimindo uma marca inovadora no campo de estudos da violência sexual, a autora se utiliza do discurso construcionista social como inspiração teórica e prática. Assim, combina vários conceitos promovidos pelo giro linguístico em ciências humanas, produzindo uma prática voltada para modos de conversar que se preocupam com a colaboração, a reflexão e a narração. De forma específica, seu estudo estimula a indagação sobre as fronteiras entre investigar e intervir, fazendo do entrevistar um modo de transformar sentidos. Além disso, permite ao leitor vislumbrar os impasses produzidos pela aproximação com o construcionismo social impasses estes que oscilam entre o questionamento de certo essencialismo na definição do problema e sua suposta contraposição por meio de um relativismo moral. Abrem-se, assim, possibilidades para uma compreensão histórica, social e cultural da violência sexual que apostam na responsabilidade relacional como conceito orientador para o estudo e a prática de cuidado a pessoas que vivenciam o problema. Por esses motivos, para os que pouco conhecem o tema do abuso sexual, o livro consiste em uma oportunidade de apresentação sensível e lúcida sobre o assunto. E, para aqueles já envolvidos no esforço de enfrentamento desse tipo de violência, o livro é um convite a rever percepções, conhecer outros olhares e imaginar novas ações. Emerson Rasera Mestre e doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo Docente da Universidade Federal de Uberlândia
9 APRESENTAÇÃO O pensamento pós -moderno, aqui representado pelo construcionismo social, trouxe para o atendimento psicossocial e para a terapia uma mudança nos modelos até então vigentes. O foco do atendimento está nas potencialidades de cada um dos envolvidos e não nos seus déficits; reside na corresponsabilização e no compromisso com o outro da relação destacando que o conhecimento é um processo ativo, coconstruído, aberto e com lacunas a ser preenchidas e descobertas. A ênfase nos padrões de interação das famílias e em sua organização era baseada nas noções de sistema, estrutura e papel. Hoje, temos outros referenciais: a construção de significados, os modelos dialógicos, as narrativas, a linguagem, a conversação e os processos culturais. O construcionismo social surge, assim, como um movimento que aponta para a discussão de uma ética e de uma política relacional. É considerado 13
10 Marlene Magnabosco Marra uma especificidade cultural e histórica das formas de conhecimento do mundo; uma interligação entre conhecimento e ação; uma postura qualificada como criativa e geradora de uma nova compreensão e direção; a valorização de uma postura crítica e reflexiva (Gergen, 2006a). Caracteriza -se pela criação de um espaço conversacional no qual terapeuta e cliente possam construir novas narrativas e significados para suas histórias. Neste livro, propusemo -nos a compartilhar com os leitores os resultados de uma pesquisa qualitativa amparada pelo construcionismo social e realizada no Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas) unidade socioassistencial pública que oferece serviços especializados a famílias e indivíduos que experimentam a vulnerabilidade social. Visamos, assim, fazer uma proposta de trabalho passível de ser utilizada nos Creas, mais acessível e direcionada ao atendimento psicossocial dessas famílias. Objetiva -se contribuir para que os atendimentos sejam um campo de prática, com ferramentas e instrumentos que permitam a significação e a ressignificação das experiências. Busca -se ainda constatar como a entrevista de cunho narrativo possibilita uma conversação criativa, uma investigação dialógica que destaca a narrativa como processo em construção, e de que forma a pesquisa narrativa se presta a esses contextos de impacto, além de discutir questões relacionadas à violência mais especificamente ao abuso sexual. 14
11 Conversas criativas e abuso sexual A pesquisa compôs a tese de doutorado defendida em 2015 na Universidade de Brasília (UnB), sob a orientação da professora doutora Liana Fortunato Costa (Marra, 2015b). Nela, identificamos as narrativas produzidas por 15 famílias com crianças e adolescentes, basicamente as que buscam o Serviço Único de Assistência Social (Suas), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e vivenciaram violações de direitos em decorrência de abuso sexual fenômeno complexo, que percorre os contextos privados e públicos e ocorre sobretudo em uma teia de relações sociofamiliares. É considerado crime, uma das formas mais graves de violência contra crianças e adolescentes, com expressão mais frequente no contexto intrafamiliar. A entrevista foi o instrumento básico adotado para obter as narrativas. No entanto, ao utilizá -la para trazer à tona as histórias e seus significados, percebeu -se que a entrevista acessava a família de forma superficial. Havia pouco envolvimento. As pessoas se limitavam a esperar a próxima pergunta e respondiam como se fosse a um inquérito, não entrando em contato com seus sentimentos nem com as consequências do que viveram. Assim, na próxima etapa mudou -se o instrumento de pesquisa para a entrevista de cunho narrativo que possibilitou atender aos objetivos do estudo, bem como verificar o aspecto interventivo desse instrumento. A esse procedimento deu -se o nome de conversação: uma pesquisa 15
12 Marlene Magnabosco Marra narrativa, uma investigação dialógica. Não se tratava de ter informações ou verificar apenas mais um episódio de abuso sexual, mas de abranger melhor o fenômeno, aproximando as famílias de suas narrativas e de seus significados, permitindo -lhes compreender seus discursos e buscar mudanças, construindo soluções para seus dilemas. Para o desenvolvimento dessa proposta de conversação criativa levou -se em conta o contexto onde se atuava o que mudou a postura do entrevistador, como veremos a seguir. O contexto abrangeu as questões apontadas pela vulnerabilidade social e econômica, especialmente no cenário brasileiro marcado por significativa violência estrutural, bem como aspectos sócio -históricos e culturais. A qualificação da família para seu sofrimento quando revela as experiências de abuso sexual, por meio das conversações e do narrar das histórias de violência a membros da família e outros fora do contexto familiar, permite fortalecer suas narrativas e construir novos sentidos. Além disso, o fato de renarrar contribui para a não perpetuação de modelos hegemônicos de convivência. Assim, o grupo familiar pode transformar suas narrativas fundamentado em vivências e criar novos discursos para essas experiências. Entende -se que o processo de mudança e transformação das narrativas, das histórias, dos significados e sentidos produzidos pela família acerca do abuso sexual 16
13 Conversas criativas e abuso sexual é feito com base na própria experiência e vivência da família. Esse processo se dá com os recursos relacionais presentes nas interações próprias de cada grupo, provendo novos sentidos para o viver desde que as pessoas possam qualificar suas experiências e narrar suas histórias tal como estas estão organizadas em sua mente. As conclusões do estudo comprovaram que o processo de construção e mudança das narrativas, de seus significados e sentidos, tem grande potencial de transformação social. Aponta -se a importância da criação de espaços conversacionais inclusivos, implicados nas diferenças culturais e ideológicas, o que geraria práticas mais contextuais e criativas. Essa construção narrativa das famílias sobre o abuso sexual vivido foi estudada na perspectiva do construcionismo social, que inclui as práticas colaborativas, as teorias narrativas e os processos reflexivos como suporte para o desenvolvimento das conversações. As práticas do construcionismo social com grupos familiares têm a perspectiva da negociação de sentido, do respeito e da legitimação da pessoa em suas narrativas. Que lugar a narrativa da família ocupa no sentido de promover a cura desse sofrimento? Pensar esse tema, no cenário contemporâneo de interface com a psicologia, o direito e as políticas públicas, exige dos profissionais: posturas filosóficas; interlocuções, metodologias e diálogos interdisciplinares que con- 17
14 Marlene Magnabosco Marra templem o não isolamento especialista; o cuidado e a escuta daquele que se apresenta para revelar seus segredos; a disponibilidade de ajudar o outro a buscar novos sentidos e significados, minimizando seu sofrimento. Adentrar o campo das narrativas familiares requer dos profissionais refletir de forma compromissada sobre os significados socialmente construídos que ressoam na família e na comunidade. Acredita -se que este livro poderá introduzir novos recursos para a mudança, a organização e o agenciamento da família com relação ao tema do abuso sexual e a muitos outros. Trata -se da oportunidade de falar da violência sofrida em conversações, em trocas conjuntas, sociais ou dialógicas, que potencializam o trabalho específico possibilitando que as histórias narradas sejam mais importantes que a história factual. As verdades narrativas passam a ter mais influência que a verdade histórica. O fato de as pessoas contarem suas histórias em conjunto, com a participação de muitas vozes, acaba por organizar seu mundo experiencial. Esta obra destina -se sobretudo aos diferentes agentes sociais que transitam nos diversos seguimentos psicossociais e socioeducacionais mais especificamente os profissionais dos Creas e aos leitores de modo geral, incluindo a família. Os instrumentos e ferramentas desenvolvidos e utilizados em um dos Creas do Distrito Federal poderão ser aplicados em outros Centros pelo Brasil e 18
15 Conversas criativas e abuso sexual nos demais espaços de atendimento que tratam desse e de outros temas, incentivando as pessoas a se tornar agentes da própria história e a mudar sua realidade criando espaços conversacionais. 19
16 1. A CONSTRUÇÃO DE CONVERSAS CRIATIVAS PARA O TEMA DO ABUSO SEXUAL O LUGAR DO ABUSO SEXUAL: UMA CONEXÃO COM AS HISTÓRIAS DOMINANTES Os direitos humanos ora têm sido incluídos e defendidos por movimentos e entidades nacionais e internacionais, ora banalizados e incorporados ao cotidiano. Embora a violência seja um fenômeno social, produto de intercâmbio entre as pessoas, sua banalização se manifesta, por vezes, por uma ausência de indignação. As maneiras coletivas de agir e pensar resultam de uma realidade (tradição) exterior aos indivíduos, que, em cada momento, a elas se conformam. O conceito de violência apresenta dimensões fundamentalmente negativas quando nega os valores presentes na cultura e atenta contra a vida. Constitui uma ameaça de negação da existência física ou simbólica do sujeito, dos grupos e da comunidade. O contínuo incre- 21
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