Serviço Social e Saúde

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1 2 Para a análise do na atualidade é necessário recuperar os avanços e lacunas ocorridos na profissão a partir dos anos de Essa década marca o início da maturidade da tendência hegemônica intenção de ruptura e, com isso, a interlocução real com a tradição marxista. No entanto, os profissionais dessa vertente se inserem, na sua maioria, nas universidades e têm pouca capilaridade nos serviços (NETTO, 1996a; BRAVO, 1996) () 1

2 3 Os anos de 1990 foi uma período demarcado pelo neoliberalismo. Nesse contexto os dois projetos políticos em disputa na área da saúde, passam a apresentar diferentes requisições para o Serviço Social. O projeto privatista vem requisitando ao assistente social, entre outras demandas: - a seleção socioeconômica dos usuários e atuação psicossocial por meio de aconselhamento; - ação fiscalizatória aos usuários dos planos de saúde, - atuação assistencialistas por meio da ideologia do favor e predomínio de práticas individuais. 4 Entretanto, o projeto da reforma sanitária demanda que trabalhe as seguintes questões: - democratização do acesso as unidades e aos serviços de saúde; - estratégias de aproximação das unidades de saúde com a realidade; - trabalho interdisciplinar; ênfase nas abordagens grupais; acesso - democrático às informações e estímulo à participação popular 2

3 5 O projeto ético-político do Serviço Social e o de reforma sanitária aproximam-se acerca desses grandes eixos: - principais aportes e referências teóricas, formação profissional e princípios. Os dois projetos são construídos no processo de redemocratização da sociedade brasileira e se consolidam na década de Os dois projetos políticos existentes na saúde continuam em disputa, influenciando o projeto ético-político do Serviço Social. (o projeto da reforma sanitária versus o projeto privatista). 6 O governo ora fortalece o primeiro projeto, ora mantém a focalização e o desfinanciamento, característicos do segundo. O Serviço Social não passa ao largo dessa tensão. Ao mesmo tempo em que a década de 1990 é marcada pela hegemonia da tendência à intenção de ruptura, se identifica a ofensiva conservadora a esta tendência. 3

4 7 Na saúde, em que esse embate claramente se expressa, a crítica ao projeto hegemônico da profissão passa: - pela reatualização do discurso da cisão entre o estudo teórico e a intervenção; - pela descrença da possibilidade da existência de políticas públicas; - Na suposta necessidade da construção de um saber específico na área. (negação da formação original em Serviço Social). 8 Objetivo que na área da saúde passa pela compreensão, dos seguintes aspectos: - determinantes sociais, econômicos e culturais que interferem no processo saúde-doença Além disso, passa pela busca de estratégias político institucionais para o enfrentamento dessas questões; O exercício profissional do assistente social não deve desconsiderar as dimensões subjetivas vividas pelo usuário; Não pode também fragmentar as suas ações em relação à equipe multiprofissional. 4

5 9 As novas diretrizes das diversas profissões têm ressaltado a importância de formar trabalhadores de saúde para o Sistema Único de Saúde, com visão generalista e não fragmentada. Outra preocupação que se coloca é a necessidade de sujeitos históricos individuais e coletivos não caírem no possibilismo; O possibilismo significa flexibilizar o projeto ético-político profissional e a proposta de Reforma Sanitária; Nessa lógica objetiva-se assegurar pequenos ganhos políticos a partir de concessões e revisionismos teórico-políticos. 10 Essa é uma realidade que está posta na saúde, nos movimentos sociais e tem repercutido no Serviço Social,; A mesma merece ser problematizada à luz dos princípios e diretrizes do projeto ético político do Serviço Social brasileiro; Na saúde, a grande bandeira deve continuar sendo a implementação do projeto de Reforma Sanitária, construído a partir de 1970; 5

6 11 Afinal, esse projeto tem relação direta com o projeto profissional dos assistentes sociais; Identificar os impasses para a efetivação desses projetos deve ser uma preocupação central; Assim, compreende-se que cabe ao Serviço Social numa ação necessariamente articulada com outros segmentos que defendem o SUS - formular estratégias que busquem reforçar ou criar experiências nos serviços ; - efetivar o direito social à saúde, tem que estar articulado ao projeto da reforma sanitária; 12 Pensar e realizar uma atuação competente e crítica do Serviço Social na área da saúde consiste em: - estar articulado e sintonizado ao movimento dos trabalhadores e de usuários que lutam pela real efetivação do SUS; - conhecer as condições de vida e trabalho dos usuários, como os determinantes sociais que interferem no processo saúde-doença; - facilitar o acesso de todo e qualquer usuário aos serviços de saúde da instituição e da rede de serviços e direitos sociais; 6

7 13 Pensar e realizar uma atuação competente e crítica do Serviço Social na área da saúde consiste em: - estar articulado e sintonizado ao movimento dos trabalhadores e de usuários que lutam pela real efetivação do SUS; - conhecer as condições de vida e trabalho dos usuários, como os determinantes sociais que interferem no processo saúde-doença; - facilitar o acesso de todo e qualquer usuário aos serviços de saúde da instituição e da rede de serviços e direitos sociais; 14 - a não submeter à operacionalização de seu trabalho aos rearranjos propostos pelos governos que descaracterizam a proposta original do SUS; - buscar a necessária atuação em equipe, tendo em vista a interdisciplinaridade da atenção em saúde; - estimular a intersetorialidade, tendo em vista realizar ações que fortaleçam a articulação entre as políticas de seguridade social; - tentar construir e/ou efetivar, conjuntamente com outros trabalhadores da saúde, espaços nas unidades que garantam a participação popular e dos trabalhadores de saúde nas decisões a serem tomadas; 7

8 15 - elaborar e participar de projetos de educação permanente; - buscar assessoria técnica e sistematizar o trabalho desenvolvido, bem como realizar investigações sobre relacionadas à saúde; - efetivar assessoria aos movimentos sociais e/ou aos conselhos a fim de potencializar a participação dos sujeitos sociais; - Ampliação dos canais de participação da população na formulação, fiscalização e gestão das políticas de saúde. 16 Mais do que nunca, os assistentes sociais estão desafiados a encarar a defesa da democracia, das políticas públicas; Desafiados a consubstanciar um trabalho no cotidiano e na articulação com outros sujeitos que partilhem destes princípios - Deve-se questionar as perspectivas neoliberais para a saúde e para as políticas sociais; - Afinal, este macula direitos e conquistas da população defendidos pelo projeto ético-político profissional. 8

9 17 Mais do que nunca, os assistentes sociais estão desafiados a encarar a defesa da democracia, das políticas públicas; Desafiados a consubstanciar um trabalho no cotidiano e na articulação com outros sujeitos que partilhem destes princípios - Deve-se questionar as perspectivas neoliberais para a saúde e para as políticas sociais; - Afinal, este macula direitos e conquistas da população defendidos pelo projeto ético-político profissional. 18 Nessa concepção, é fundamental o contexto e as condições sociais que impactam o processo saúde-doença; Os assistentes sociais na saúde atuam em quatro grandes eixos: atendimento direto aos usuários; 1) Ações socioassistenciais 2) Ações de Articulação com a equipe de Saúde e 3 ações socioeducativas mobilização, participação e controle social; investigação, planejamento e gestão; assessoria, qualificação e formação profissional 9

10 19 Ações de atendimento direito aos usuários - O atendimento direto aos usuários se dá nos diversos espaços de atuação profissional na saúde; - As ações que predominam no atendimento direto são as ações socioassistenciais, as ações de articulação interdisciplinar e as ações socioeducativas (complementares e indissociáveis) ; 1) AÇÕES SOCIOASSISTENCIAIS - Essas ações têm-se constituído como as principais demandas aos profissionais de Serviço Social; 20 - As ações a serem desenvolvidas pelos assistentes sociais devem transpor o caráter emergencial e burocrático; - Devem ter uma direção socioeducativa por meio da reflexão com relação às condições sócio-históricas a que são submetidos os usuários e mobilização para a participação nas lutas em defesa da garantia do direito à Saúde; - O profissional precisa ter clareza de suas atribuições e competências para estabelecer prioridades de ações e estratégias; - Isso dever ocorrer a partir da análise de demandas apresentadas pelos usuários (avaliação socioeconômico), de dados epidemiológicos e da disponibilidade da equipe de saúde para ações conjuntas; 10

11 21 Estão sendo consideradas como não atribuições dos assistentes sociais aquelas ações que possuem um caráter eminentemente tecnicoadministrativo, como também aquelas que demandam uma formação técnica específica (de outras profissões da saúde) não contemplada na formação profissional do Serviço Social; 2) Ações de Articulação com a equipe de saúde - Todas aquelas que envolvam um exercício profissional conjunto, atentando para as particularidade e atribuições privativas de cada profissõa; - O assistente social deve incentivar e potencializar esse tipo de articulação no planejamento, gestão e execução dos serviços de saúde; - Ou seja, em ações que contemplem desde a discussão da política até o cotidiano dos serviços, sempre optando pela realização conjunta das ações; 22 3) Ações socioeducativas - Essas ações consistem em orientações reflexivas e socialização de informações realizadas por meio de abordagens individuais, grupais ou coletivas ao usuário, família e população de determinada área programática. - O seu enfoque abrange diversos aspectos, tendo em vista a democratização do que defende a reforma sanitária, acerca do funcionamento das unidade, sobre os determinantes de saúde, bem como sobre a rede de serviço, perfil epidemiológico etc. 11

12 23 3) PARITICIPAÇÃO, MOBILIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL - Envolve um conjunto de ações voltadas para a mobilização e participação social de usuários, familiares, trabalhadores de saúde e movimentos sociais em espaços democráticos de controle social (conselhos, conferências, fóruns de saúde e de outras políticas públicas) e nas lutas em defesa da garantia do direito à saúde. 4) INVESTIGAÇÃO, PLANEJAMENTO E GESTÃO; - Este eixo envolve um conjunto de ações que tem como perspectiva o fortalecimento da gestão democrática e participativa capaz de produzir, em equipe e intersetorialmente; - O processo de descentralização das políticas sociais vem requisitando aos profissionais de Serviço Social a atuação nos níveis de planejamento, gestão e coordenação de equipes, programas e projetos Tal atuação deve ser embasada pela realização de estudos e pesquisas que revelem as reais condições de vida e as demandas da classe trabalhadora, além dos estudos sobre o perfil e situação de saúde dos usuários e/ou coletividade. - As investigações realizadas têm por objetivo alimentar o processo de formulação, implementação e monitoramento do planejamento do Serviço Social, da política institucional, bem como da política de saúde local, regional, estadual e nacional 4) ASSESSORIA, QUALIFICAÇÃO E FORMAÇÃO - As atividades de qualificação e formação profissional visam ao aprimoramento profissional, tendo como objetivo a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos usuários. - A assessoria é uma ação desenvolvida por um profissional com conhecimento da área que toma a realidade como objeto de estudo e detém uma intenção de alterá-la. 12

13 25 - Tal atuação deve ser embasada pela realização de estudos e pesquisas que revelem as reais condições de vida e as demandas da classe trabalhadora, além dos estudos sobre o perfil e situação de saúde dos usuários e/ou coletividade. - As investigações realizadas têm por objetivo alimentar o processo de formulação, implementação e monitoramento do planejamento do Serviço Social, da política institucional, bem como da política de saúde local, regional, estadual e nacional - A contribuição do profissional de Serviço Social na gestão e no planejamento busca a intersetorialidade, na perspectiva de conceber a saúde no âmbito da Seguridade Social. 26 4) ASSESSORIA, QUALIFICAÇÃO E FORMAÇÃO - As atividades de qualificação e formação profissional visam ao aprimoramento profissional, tendo como objetivo a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos usuários. - A assessoria é uma ação desenvolvida por um profissional com conhecimento da área que toma a realidade como objeto de estudo e detém uma intenção de alterá-la. 13

14 27 Referências bibliográficas CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Parâmetros para atuação de assistentes sociais na política de saúde. Brasília:. 14

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