Espectroscopia Infravermelha: Moléculas
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- Alfredo Bonilha Eger
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1 Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos - IFSC Espectroscopia Infravermelha: Moléculas Prof. Dr. José Pedro Donoso
2 Espectroscopia Infravermelha Infravermelho próximo cm - Fonte: filamento tugstênio ou globar (bastão de SiC) Meio dispersivo: prismas Detetor: PbS (material fotocondutor) Infravermelho medio cm - Fonte: filamento tugstênio ou globar (bastão de SiC) Meio dispersivo: rêdes Detetor: termopares, bolômetros, golay. Infravermelho distânte (FIR) cm - Fonte: lâmpada Hg Meio dispersivo: rêdes ou interferômetro Detetor: golay
3 Vibrações moleculares: Em uma molécula de N átomos há 3N graus de liberdade (3 de traslação do CG, e 3 de rotação) (3N 6) graus de liberdade vibracional As moléculas lineares tem apenas graus de liberdade rotacional, por tanto elas têm (3N 5) graus de liberdade vibracional Regra de seleção: A vibração deve provocar mudanças no momento dipolar elétrico. Um dipolo oscilante gera um campo elétrico o qual interage com a componente elétrica da radiação eletromagnética.
4 Curvas de potencial Físico Química. Atkins & de Paula
5 Aproximação de oscilador harmônico Nas regiões próximas a R e : kx V = X = R R e. k é a constante de força da ligação Expandindo o potencial em torno do mínimo:... (0) ) ( = x x V x x V V x V A primeira derivada de V vale 0 no mínimo 0 ) ( x x V x V = A curva de energia potêncial é a de um potencial parabólico. A constante de força é identificada por 0 = x V k
6 Equação de Schrödinger: h ψ + µ x kx ψ = Eψ Massa efetiva: µ m m m + m Níveis de energia: v = 0,,, 3 E v ( ) hω = v + ω = k µ Os termos vibracionais da molécula expressos em números de onda: Físico Química. Atkins & de Paula ~ ν = πc k µ
7 Potencial de Morse V = ( a( R R ) ) e D e e a = µ D e ω Constante de anharmonicidade: X e = a h µω Físico Química. Atkins & de Paula
8 Energia de dissociação e profundidade do poço Físico Química. Atkins & de Paula
9 Potencial de Morse V = ( βr ) D e e Níveis de energia: E v ) ( ) = ω ( v + ω X v + e e e Parâmetros típicos (HBr) Symmetry and Spectroscopy. Harris & Bertolucci D e = 3590 cm - = 3.9 ev β =.8 Å k = cm - Å - R e =.4 Å ω e = cm - ω e X e = 45. cm -
10 Potencial de Morse V ( a( R R ) ) e µ = D e e a = ω D e Níveis de energia: E v = ( v + ) hω + ( v ) X hω e ~ ν = ω πc E v hc = ( v + ) ~ ν ~ ( v + ) X ν e Transição v v + : ( Ev+ Ev ) ~ ν ( ) ~ ν ~ ν ~ ν = v + X ( X ) hc vx e = e Um gráfico de E vs v permite determinar os coeficientes da reta (a bv) e determinar a profundidade do mínimo do potêncial D e, o zero point energy level e a energia de dissociação da molécula. Exemplo: níveis vibracionais do HCl (Ref: Físico Química. Atkins & de Paula)
11 Espectroscopia Raman Técnica relacionada com a luz espalhada pelas moléculas quando estas executam rotações ou vibrações. Ao incidir luz monocromática sobre o sistema molecular, uma parte da luz passa sem ser afetada e uma pequena parte (0.%) da luz é espalhada em todas as direções. A radiação espalhada contem fotons da mesma frequência da luz incidente (ν 0 ) e fotons de frequências (ν 0 + ν ) e (ν 0 - ν ).
12 Espectroscopia Raman Este fenômeno foi predito por Smekal em 93 e foi observado por Raman em 98. Fontes de luz: lâmpadas de Hg (4358 Å) até 960 lasers de He-Ne (638 Å), de Argônio (4880 e 545 Å) e de kryptônio (568 e 647 Å) A fonte de luz deve ser monocromática, intensa, direcionável, coerente e polarizável.
13 Espectroscopia infravermelha e Espectroscopia Raman Diagrama esquemático de um espectrômetro infravermelho e de um espectrômetro Raman. Neste último não se observa a luz transmitida senão a luz espalhada. Symmetry and Spectroscopy. Harris & Bertolucci
14 Físico Química. Atkins & de Paula
15 Mecanismo da Espectroscopia Raman Consideremos a interação entre a radiação incidente e uma molécula diatómica. A molécula sofre a ação da componente elétrica da luz incidente (ν 0 ). O espalhamento do efeito Raman se deve ao deslocamento dos eletrons sob a influência deste campo oscilante, o qual induz um dipolo oscilante na molécula. Este dipolo vai emitir radiação em todas as direções, menos na linha de ação do dipolo. A figura mostra a deteção da luz espalhada numa direção a 90 o da radiação incidente. Raman spectroscopy in inorganic chemistry R.S. Tobias. J. Chem. Educ. 44, (967)
16 O momento dipolar induzido (M) depende da amplitude da componente elétrica da radiação (E) e a polarizabilidade (α) da molécula: M = αe O efeito Raman se baseia na mudança da polarizabilidade molecular quando a molécula executa vibrações e/ou rotações. A espectroscopia infravermelha baseia-se na mudança do momento dipolar quando a molecula executa vibrações.
17 Regras de seleção da atividade Raman e infravermelha Solid State Spectroscopy, Kuzmany
18 O momento dipolar induzido (M) depende da amplitude da componente elétrica da radiação (E = E 0 cosπνt) e a polarizabilidade (α) da molécula: ( πν t) M = α E = αe0 cos 0 Numa molécula não isotrópica: (analogamente para M y e M z ) M x = α E + α E + α xx x xy y xz E z O coeficiente (α xy E y ) indica o momento dipolar induzido na direção x por um campo elétrico polarizado no eixo y. O tensor α tem apenas 6 componentes pois α ij = α ji Se qualquer uma dessas componentes muda durante uma vibração ou rotação molecular, o criterio para uma linha ou uma banda no espectro Raman é satisfeito. No limite de pequenas vibrações da coordenada normal q v : 0 α 0 α = α + qv = α + α' q q v o i
19 Componente elétrica da radiação: E = E 0 cos(πνt) Modo normal de vibração: q i = q i0 cos(πν i t) Momento dipolar induzido: M = ( α + α' q )E i M ( πνt ) + 0 α ' q E cos( π ( ν ν ) t) + 0 α ' q E cos( π ( ν ν ) t) 0 0 = α E cos + i i i i Na descrição clássica do efeito Raman, a radiação espalhada contêm três frequências (ν, ν - ν I, ν + ν i ) nas quais o momento dipolar induzido vai oscilar. Estas frequências determinam as bandas Rayleigh, Stokes e anti Stokes Observações: - Todas as moleculas lineares e diatómicas são Raman ativas, o que permite estudar moléculas proibidas por espectroscopia de microondas. - Moléculas esféricas (CH 4, SF 6 ) são Raman e microondas inativas 3 A regra de seleção para Raman rotacional é J = ± 4 A regra de seleção vibracional é v = ±
20 Espectro Raman do CCl 4 Neste espectro vibracional o espalhamento Rayleigh está centrado em ν 0 = 938 cm -, a linha de emissão de uma lâmpada de Hg usada como fonte de luz. Os números indicam os desvios da posição das bandas, em cm -, em relação a radiação incidente. Symmetry and Spectroscopy Harris & Bertolucci
21 Espectro Raman do CCl4
22 Espectro Raman rotacional Espectro Raman rotacional de uma molécula diatómica. O espectro consiste de linhas igualmente espaçadas por uma distância 4B A regra de seleção é: J = ± O deslocamento (Raman shift) ν - ν é negativo para as linhas Stokes e positivo para as anti-stokes Molecular Physics and Elements of Quantum Chemistry. Haken & Wolf
23 Espectro Raman Rotacional Físico Química. Atkins & de Paula
24 Espectro Raman rotacional de moléculas diatómicas O N Espectro Raman de rotação de moléculas diatômicas com dois núcleos idénticos de spin I = ( 4 N) e I = 0 ( 6 O). A degenerecência nuclear provoca a alternância das Intensidades das linhas no primeiro caso. Esta degenerescência tem que ser levada em conta sempre que uma rotação provoca uma permuta (inversão) de núcleos equivalentes. Atkins & de Paula, Físico Química L.C. Hoskins, J. Chem. Educ. 5, 568 (975)
25 E( J ) A intensidade das linhas no espectro rotacional é: I ( J ) g S exp( ) n J k B T onde g n é o fator de degenerecência nuclear e S J S J = = ( J + )( J + ) ( J + 3) J ( J ) ( J ) Stokes Anti-Stokes Consideremos a função de onda total de uma molécula homonuclear, contendo as contribuições eletrônica, vibracional, rotacional e nuclear ψ =ψ tot ψ e v ψ r ψ n Estamos interessados nas propriedades de inversão na função de onda total. O operador inversão: ) i ( x, y, z) ( x, y, z)
26 Aplicamos o operador inversão a cada função de onda os estados eletrônicos são simetricos frente a inversão de coordenadas: ) i ψ e ( + ) ( + ψ ) g e g A única exeção é o O, que tem um estado fundamental anti-simétrico frente a î a função de onda vibracional de uma molécula diatômica depende apenas de r não sendo afetada pela operação de inversão: ) i ψ v ψ 3 no caso da função de onda rotacional que é proporcional aos polinômios de Legendre - a operação de inversão provoca uma mudança de sinal se J é ímpar: v ) i ψ r ( J par) ψ ( J par) r ) i ψ r ( J impar) ψ ( J ímpar) r
27 4 - Aplicamos o operador inversão a função de onda nuclear. Consideremos uma molécula com spin nuclear ½. Sejam α e β asautofunções de S z As funções de onda nucleares são: Os índices e se referem aos dois núcleos da molécula diatômica. Aplicamos o operador de inversão a estas quatro funções nucleares: Ou seja, três funções de onda são simetricas frente a inversão e uma é asimétrica. ( ) ( ) α ψ = α n ( ) ( ) β β ψ = n ( ) ( ) ( ) ( ) [ ] 3 β α β α ψ + = n ( ) ( ) ( ) ( ) [ ] 4 β α β α ψ = n ( ) ( ) ,,,,, n n n n n n n n i ψ ψ ψ ψ ψ ψ ψ ψ )
28 5 Antes de construir as funções de onda total é necessário considerar o Pricipio de Exclusão de Pauli, que exclui certos estados de rotação das moléculas ) i ψ tot ψ tot Bosones I = 0,,... ) i ψ tot ψ tot Fermiones I = ½, 3/,... A função de onda total pode ser construída de quatro formas: ψ tot = ψ ψ e v ψ r ( )[( )] 3 J ímpar ψ ψ, ψ n, n n ψ tot = ψ ψ e v ψ r ( )[ ] 4 J par ψ n Como consequência do spin nuclear, alguns níveis tem uma degenerescência alta.
29 N A amostra é preparada com 4 N cujo spin nuclear é I =. O espectro mostra uma série de linhas espaçadas por ~ 8 cm - O fator de degenerecência nuclear, g n = 6 para J par, e g n = 3 para J ímpar, provoca a alternância das Intensidades das linhas numa razão : O A amostra é preparada com 6 O (I = 0). O espectro mostra uma série de linhas espaçadas por ~.5 cm - O espectro é típico de moléculas com I = 0 e não apresenta alternância das Intensidades das linhas. No espectro só estão presentes as linhas de J ímpar. As de J pas estão ausentes pelo Princípio de Pauli L.C. Hoskins, J. Chem. Educ. 5, 568 (975)
30 Espectros de vibração - rotação Nos espectros vibracionais de alta resolução de moléculas diatômicas heteronucleares em fase gasosa se verifica que cada linha é constituída por um grande número de componentes, cuja separação é da ordem de 0 cm -. Esta estrutura é devida a transições rotacionais que acompanham a transição vibracional Numa uma transição v v +, as absorções caem em três grupos denominados ramo P (transições J = -), ramo Q (transições J = 0) e ramo R (linhas com J = +). No espectro do HBr (figura) a rama Q não é permitida Molecular Physics and Elements of Quantum Chemistry. Haken & Wolf
31 Espectros de vibração - rotação
32 Modern Spectroscopy. J.M. Hollas
33 Espectro Raman de vibração rotação ramo O ( J = -), ramo Q ( J = 0) e ramo S ( J = +)
34 Espectro infravermelho na fase liquida e na fase gasosa Spectroscopy. Ed. Straugham & Walker (Chapman Hall, 976)
35 A espectroscopia infravermelha como técnica de caraterização Symmetry and Spectroscopy. Harris & Bertolucci
36 Descrição dos modos de vibracão Modos de estiramento simétrico Modos de estiramento anti simétrico Modos de flexão (deformação angular)
37 Chimie Quantique B. Vidal
38 Efeito da massa dos átomos envolvidos na vibração Tipo de ligação (simples, dupla ou tripla) Chimie Quantique B. Vidal
39
40 Problemas e Exercícios Espectroscopia infravermelha: moléculas Atkins + de Paula, Físico Química (7 a ed) Cap. 6, Exercícios 3 a 4; Problemas 6 e Harris + Bertolucci, Symmetry and Spectroscopy Prob. 3.7, 6, 7 e 8. Hollas, Modern Spectroscopy ( nd ed) Prob. 5-8 e 6-, 6- e 6-3 Griffiths + Thomes, Calculations in Advanced Physical Chemistry e 5 Tipler + Llewelyn, Física Moderna Problemas a 9.45 Karplus + Porter, Atoms and molecules Chap 7
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