6 Aplicação do modelo: Galeão
|
|
|
- Derek Cabreira Valverde
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 6 Aplicação do modelo: Galeão Os resultados do capítulo 5.2 mostraram que o comportamento de chegadas e partidas de aeronaves em um determinado dia poderia ser extrapolado para os demais sem que isso afetasse significativamente o sistema representado, visto que os atrasos médios das aeronaves em um determinado dia eram claramente causados pelos atrasos médios registrados no anterior. Dessa forma, a única alteração entre o modelo utilizado para a validação da simulação e o modelo de verificação do ponto de saturação do aeroporto será no ajuste do tempo de simulação, que será estendido para 288hs (duzentas e oitenta e oito horas, 12 dias) de simulação. O modelo utilizado, tanto para validação quanto para avaliação do desempenho do sistema, segue descrito mais detalhadamente. 6.1 Modelagem do Sistema Neste capítulo serão apresentados mais detalhadamente os procedimentos para a modelagem do sistema no ProModel. Os parâmetros utilizados no modelo são os mesmos da validação, diferenciando apenas o período total da simulação. Tempo de simulação: 288h (duas semanas) Locais: Pista; Desembarque 1 e 2; Embarque 1 e 2; Estacionamento de aeronaves.
2 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 5 Entidades: Avião; Fechamento das portas. Atributos: aterminal Terminal para o qual o avião se dirige; asentido Sentido que o avião deve seguir: 1- Terminal de Passageiros, 2- Estacionamento, 3- Pista para decolagem. Variáveis: vchegada Horário em que o avião entrou no sistema; vsaída Horário em que o avião saiu do sistema. Somente uma das pistas foi considerada na simulação a fim de simplificar o sistema, já que não há aviões decolando ou aterrissando simultaneamente no Galeão. As capacidades dos locais foram definidas conforme dados dispostos na Tabela 2. Uma etapa importante do processo de modelagem é a chegada das entidades no modelo. As distribuições de chegada e partida dos aviões foram estudadas considerando os Terminais 1 e 2 como duas bases de dados diferentes, então, já na construção das chegadas eles recebem o atributo aterminal conforme o Terminal ao qual se destinam. Devido à irregularidade identificada no intervalo entre chegadas de aeronaves, conforme citado no item 5.3, foi necessário um estudo mais atento do comportamento de chegada/partida dos aviões. Para realizar a atribuição das distribuições de chegada das Entidades, primeiramente, os dados foram divididos em quatro bases distintas, conforme o Quadro 4. Quadro 4: Divisão da Base de Dados Origem do Movimento Movimento Terminal 1 Terminal 2 Decolagens Base 1 Base 2 Aterrissagens Base 3 Base 4
3 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 60 Em cada base foram contabilizados os números de aeronaves que aterrissavam/decolavam com um mesmo intervalo de tempo entre si, independente do horário do movimento. Cada um desses grupos recebeu uma distribuição do tipo Normal com média e desvio-padrão calculados com base no intervalo de tempo entre as chegadas de cada aeronave, nos casos de inadequação de aeronaves em alguma distribuição identificada, essa apresenta uma linha exclusiva de chegada cujo valor de sua freqüência, por não poder ser representado por uma distribuição, aparece como uma constante. Somente o horário da chegada da primeira aeronave pode ser programado no software, porém, a distribuição da freqüência de chegadas garantirá que a próxima chegada seja agendada no horário correto. Tomando como exemplo as duas primeiras linhas do Quadro 5 pode-se observar que a primeira linha faz com que o primeiro avião do modelo chegue ao sistema às 00:15h do dia 28 de Janeiro (coluna Primeira Vez Quadro 5) e o segundo, seguindo a distribuição determinada na coluna Freqüências, chegará em algum momento determinado pela distribuição Normal com média de minutos e desvio-padrão de 7 minutos, ou seja, por volta das 3:32h, o que não afetará na chegada apresentada na segunda linha do mesmo quadro, que programa o primeiro avião daquele grupo para chegar às 00:30h do mesmo dia. As demais colunas do Quadro 5 apresentam, Entidade e Local que definem a entidade a ser gerada e o Local em que ela é gerada no sistema, Quantidade que é o número de aeronaves que chegará ao sistema simultaneamente e Lógica cuja função é executar algum comando no exato momento em que a Entidade chega, no caso da simulação proposta, o atributo aterminal que caracteriza o Terminal de destino da aeronave gerada.
4 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 61 Quadro 5: Estimativas para Chegada/Partida de Aeronaves Entidade Local Quantidade Primeira Vez Ocorrências Freqüência Lógica Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 12:15 AM 5 N(,7) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 12:30 AM 5 N(1,12) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 12:50 AM 5 N(316,16) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 12:40 AM 5 N(310,4) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 01:50 AM N(160,4) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 02:05 AM 5 N(275,3) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 04:55 AM 11 N(37,5) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 05:55 AM 5 N(,) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 AM 7 N(4,1) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 07:10 AM 11 N(88,8) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 07:16 AM 5 N(234,4) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 07:30 AM 5 N(,5) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 07:30 AM 4 N(16,16) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 0:30 AM 4 N(243,10) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 08:1 AM 3 N(5,2) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 08:50 AM 4 N(301,6) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 0:40 AM 4 N(276,5) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 1 AM 4 N(231,7) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 08:5 AM 3 N(31,16) aterminal = 1 Aviao Chegada 2 Thu, Jan 28 10:20 AM 4 N(261,16) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 04:58 PM 4 N(2,2) aterminal = 1 Aviao Chegada 4 Thu, Jan 28 06:00 PM 1 1 aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 08:0 PM 4 N(38,10) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 02:05 PM 5 N(26,20) aterminal = 2 Aviao Chegada 2 Thu, Jan 28 08:15 PM 3 N(46,2) aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 05:10 PM 3 N(127,6) aterminal = 2 Aviao Chegada 2 Thu, Jan 28 08:15 PM 1 1 aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 0: PM 1 1 aterminal = 1 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 07:20 PM 12 N(11,10) aterminal = 2 Aviao Chegada 1 Thu, Jan 28 10:35 PM 1 1 aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 01:20 AM 14 N(100,) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 0:30 AM 16 N(7,7) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 2 Thu, Jan 28 05:00 AM 5 N(1,10) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 01:50 AM 7 N(106,6) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 06:00 AM 12 N(34,7) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 06:05 AM 6 N(6,14) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 06:05 AM N(1,15) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 12:00 PM 4 N(183,5) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 06:40 PM 11 N(30,11) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 03:20 PM 6 N(16,11) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 08:50 AM 3 N(12,2) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 05:10 AM 8 N(18,18) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 12: PM 3 N(3,2) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 07:31 PM 4 N(7,8) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 10:40 AM 3 N(282,2) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 3 Thu, Jan 28 07:35 PM 4 N(80,13) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 07:44 PM 3 N(82,1) aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 03: PM 4 N(16,13) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 05:55 PM 6 N(8,6) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 PM 2 66 aterminal = 1 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 08:2 PM 6 N(7,5) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 1 PM 12 N(5,5) aterminal = 2 FechamentoPortas Embarque 1 Thu, Jan 28 10:55 PM 1 1 aterminal = 1 Os aviões chegam ao sistema no local Pista e, caso haja capacidade disponível no seu terminal de destino, ele recebe atributo asentido 1, e segue para
5 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 62 o terminal; caso este esteja cheio, ele recebe atributo asentido 2 e se dirige ao Estacionamento onde aguarda até que haja disponibilidade no respectivo terminal; após completar o processo no terminal de passageiros o avião recebe atributo asentido 3 e se dirige ao Estacionamento, onde aguarda até que seja requisitado pela entidade Fechamento das Portas, conforme pode ser observado na Figura 11. Pista aterminal =? Se 1 Se 2 Há vagas? Não asentido = 2 Não asentido = 2 Há vagas? Sim asentido = 1 Sim asentido = 1 Terminal 1 Estacionamento Terminal 2 asentido = 3 asentido = 3 Figura 11: Fluxograma representativo do Sistema - Aterrissagens No caso particular desse estudo, os aviões que chegam ao aeroporto, embora executem tarefas padrão, como desembarque de passageiros, abastecimento, manutenção etc., ainda que essas etapas estivessem presentes na simulação, não se dirigem para o embarque de passageiros imediatamente após a realização de tais tarefas. Cada voo tem um horário programado de saída e, como o software não permite que o horário de partida das entidades seja especificado, foi criada outra entidade para contornar esse problema. Assim, os aviões se dirigem ao estacionamento logo após o procedimento de desembarque e aguardam até que sejam requisitados por essa nova entidade tão logo seja ativada no sistema. Esse procedimento mostrou-se como a solução mais adequada para o caso, já que a distribuição dessa nova entidade foi estimada com base nos horários de partida
6 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 63 dos voos, garantindo que os aviões sairão do sistema no horário programado e as estimativas de decolagem estarão mais próximas da realidade observada. A entidade Fechamento das Portas chega ao sistema no horário programado, segundo a agenda de decolagens do aeroporto, e dirige-se ao Embarque 1 ou 2 de acordo com o atributo aterminal, que recebeu na construção de sua chegada. Lá ela requisita os aviões do Estacionamento que possuam o atributo asentido 3 e se dirige para a Pista onde efetivamente sai do sistema. A Figura 12 ilustra esse processo. Estacionamento Terminais Se 2 asentido =? Se 3 Se 1 aterminal =? Se 2 Embarque 1 Embarque 2 Saída Se 1 Se 2 aterminal =? Fechamento das Portas Figura 12: Fluxograma representativo do Sistema - Decolagens
7 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 64 No Estacionamento há dois tipos de avião: aqueles que já passaram pelo seu terminal de destino e aqueles que foram para o local diretamente por falta de vagas nos Terminais (asentido = 2). Esses últimos devem passar pelo respectivo Terminal para o desembarque de passageiros antes de dirigirem-se ao Embarque. O processo realizado é mostrado na Figura 13 e descrito em seguida.
8 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão Terminal 1 Terminal 2 Se 1 asentido = 1 aterminal =? Se 2 asentido = 1 Se asentido = 2 Estacionamento Se asentido = 3 aterminal =? Se 1 Se 2 Embarque 1 Embarque 2 Saída Se 1 Se 2 aterminal =? Fechamento das Portas Figura 13: Fluxograma representativo do Sistema - Estacionamento Os Aviões que chegaram ao Estacionamento diretamente da pista de pouso (asentido = 2) seguirão para o Terminal de Passageiros 1 ou 2, conforme o
9 Capítulo 6: Aplicação do modelo: Galeão 66 atributo aterminal, que receberam na chegada ao sistema. Os demais Aviões, cujo atributo asentido é igual a 3, seguirão para o Embarque 1 ou 2, também segundo seus atributos aterminal. Os locais Embarque 1 e 2, embora sejam na realidade os Terminais 1 e 2, no modelo eles foram criados como Locais diferentes para garantir que a Entidade Avião passasse por todos os processos do modelo antes de sair do sistema. Os três passos descritos apresentam-se de forma resumida no fluxograma da Figura 14.
10 Aplicação do modelo: Galeão 67 Pista aterminal =? Se 1 Se 2 Há vagas? Não asentido = 2 Não asentido = 2 Há vagas? Sim asentido = 1 Sim asentido = 1 Terminal 1 Terminal 2 Estacionamento Se 2 Sentido = 1 Se 2 Sentido = 1 Se 1 asentido =? aterminal =? Se 2 asentido =? Se 1 Se 1 Embarque 1 Embarque 2 Saída Se 1 Se 2 aterminal =? Fechamento das Portas Figura 14: Fluxograma representativo do modelo
11 Aplicação do modelo: Galeão Resultados Os atrasos médios obtidos na simulação são dados pela diferença entre o horário previsto de chegada registrado durante a coleta de dados do site da INFRAERO e o horário computado pelas variáveis do modelo: vchegada, que recebe o valor contido no relógio do software no momento em que o avião chega no sistema, e vsaída, que recebe o valor do relógio do software no momento em que o avião entra na pista para decolagem. Os valores obtidos são apresentados nos Gráficos 14 à à seguir. 0:0 Gráfico 14: Simulação Dia 1
12 Aplicação do modelo: Galeão 6 0:0 Gráfico 15: Simulação Dia 2 0:0 Gráfico 16: Simulação Dia 3
13 Aplicação do modelo: Galeão 70 0:0 Gráfico : Simulação Dia 4 0:0 Gráfico 18: Simulação Dia 5
14 Aplicação do modelo: Galeão 71 0:0 Gráfico 1: Simulação Dia 6 0:0 Gráfico 20: Simulação Dia 7
15 Aplicação do modelo: Galeão 72 0:0 Gráfico 21: Simulação Dia 8 0:0 Gráfico 22: Simulação Dia
16 Aplicação do modelo: Galeão 0:0 Gráfico 23: Simulação Dia 10 0:0 Gráfico 24: Simulação Dia 11
17 Aplicação do modelo: Galeão 74 0:0 Gráfico : Simulação Dia 12 O Quadro 6 apresenta um resumo dos atrasos médios observados na simulação, já classificados de acordo com a MTC. Quadro 6: Situação obtida na simulação Dia 1ª metade do dia 2ª metade do dia Saturado Livre Aceitável Aceitável Congestionado Seriamente Congestionado Seriamente Congestionado Saturado Seriamente Congestionado Seriamente Congestionado Congestionado 11 Congestionado Aceitável 12 Aceitável Como pode ser observado no Quadro 6, somente o primeiro dia da simulação apresentou fluxo livre, os dois dias conseguintes obtiveram fluxo aceitável (atraso médio entre 3 e 5 minutos). O quarto dia, décimo dia e primeira metade do décimo primeiro dia apresentaram atraso médio das aeronaves entre 5 e
18 Aplicação do modelo: Galeão 75 7 minutos. O quinto dia iniciou com fluxo saturado (atraso médio superior a minutos) e de sua segunda metade até o final do sexto dia o atraso médio estimado encontrou-se entre 7 e minutos. A primeira metade do quinto dia e o sétimo dia são os pontos críticos do sistema, pois atingiram um atraso médio superior a minutos. A saturação do fluxo no sétimo dia estendeu-se até o nono dia ainda apresentando alguns reflexos no décimo e décimo primeiro dias de simulação. Até o fim do décimo segundo dia o sistema não retornou ao estado com fluxo livre (atraso médio inferior a 3 minutos). O comportamento observado no Galeão durante a coleta dos dados (Quadro 2) não apresenta muita similaridade com os resultados obtidos pelo modelo. Isso se dá devido ao fato que o aeroporto pode sofrer atuação direta de fatores externos, como, por exemplo, o adiantamento do horário de partida/aterrissagem de um determinado vôo fazendo com que os demais não sofram um atraso tão grande, enquanto o modelo de simulação trabalha com horários pré-determinados e os únicos fatores que podem afetar as movimentações aéreas são: a lotação dos terminais e a utilização da pista.
Avaliação Preliminar dos Movimentos Aéreos no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim Galeão
Íris Firmino Cardoso Avaliação Preliminar dos Movimentos Aéreos no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim Galeão Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção
Quadro 1: Classificação do fluxo aéreo segundo o atraso médio das aeronaves
5 O Desempenho Atual O nível de serviço de um aeroporto está diretamente ligado aos índices de atrasos nos seus voos, e, para analisar o nível de serviço do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, tomou-se
Domingo Segunda- feira Terça- feira Quarta- feira Quinta- feira Sexta- feira Sábado
Domingo Segunda- feira Terça- feira Quarta- feira Quinta- feira Sexta- feira Sábado 1-jan 2-mar 09:00AM - 11:00PM 09:00AM - 11:00PM 03:00PM 03:00PM 10:15PM 10:15PM Lotação MK 10 9 09:00AM - 09:00AM - Lotação
EMISSÕES DE POLUENTES PROVENIENTES DO TRÁFEGO DE AERONAVES NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR.
EMISSÕES DE POLUENTES PROVENIENTES DO TRÁFEGO DE AERONAVES NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR. T. C. BRAGA 1, E. L. de ALBUQUERQUE 1 1 Instituto Federal da Bahia, DEPEQ. E-mail para contato: [email protected]
1. Pista. 1.1 Características da pista de pouso e decolagem: 1.2 Capacidade de pista: 1.3 Tempo médio de táxi in e táxi out:
Aeroporto Internacional Tancredo Neves - Confins Declaração de Capacidade de Infraestrutura Aeroportuária Temporada Winter 2018-28/10/2018 a 30/03/2019 17 de abril de 2018 Versão 2 1. Pista 1.1 Características
FORMULÁRIO CENTRO DE OPERAÇÕES AEROPORTUÁRIAS E MOVIMENTAÇÃO LADO AR - MOA Título: declaração de Capacidade BH Airport
FORMULÁRIO CENTRO DE OPERAÇÕES AEROPORTUÁRIAS E MOVIMENTAÇÃO LADO AR - MOA Título: declaração de Capacidade BH Airport Número e Versão do Documento: FOR-MOA-027 V.1 Fase: Elaborado por: ROBSON PEREIRA
RESOLUÇÃO ANAC Nº, DE DE DE 2014.
RESOLUÇÃO ANAC Nº, DE DE DE 2014. Regulamenta a apresentação de Informações, relativas à Movimentação Aeroportuária, pelas Concessionárias de Serviço Público de Infraestrutura Aeroportuária e pelos administradores
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária
Disciplina: Infraestrutura Industrial e Aeroportuária Projeto de Aeroportos Prof. Fernando Porto Parte 1 1. Classificação do Aeroporto O objetivo da classificação é proporcionar um método simples de relacionar
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes Normativas e recomendações para projeto geométrico:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Projeto geométrico (lado aéreo) Profª. Daniane F. Vicentini 4.1. Normativas e recomendações para projeto geométrico:
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO Aeroporto Internacional Tom Jobim Galeão Sigla ICAO: SBGL Horário de Funcionamento: H24 Responsável Técnico: Herlichy Bastos Telefone de Contato: (21) 3721-9000
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes Normativas e recomendações para projeto geométrico:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Projeto geométrico (lado aéreo) Profª. Daniane F. Vicentini 4.1. Normativas e recomendações para projeto geométrico:
Procedimento Operacional
Procedimento Operacional Temporada S18 25/03/18 à 27/10/18 04 de setembro de 2017 Aeroporto Internacional Tom Jobim Galeão Sigla ICAO: SBGL Horário de Funcionamento: H24 Responsável Técnico: Herlichy Bastos
2 O Sistema Aeroportuário Brasileiro
18 2 O Sistema Aeroportuário Brasileiro O Sistema Aeroportuário Brasileiro é disciplinado pela Lei nº 7.565/86, que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBDA) e traz a seguinte definição: Aeroportos:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes. Introdução Plano geral de um aeroporto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Tecnologia Departamento de Transportes AEROPORTOS Introdução Plano geral de um aeroporto Profª. Daniane F. Vicentini O traçado de um aeroporto depende de vários
ASSUNTO: POLÍTICA DE TARIFAÇÃO DE EMBARQUE E CONEXÃO
ASSUNTO: POLÍTICA DE TARIFAÇÃO DE EMBARQUE E CONEXÃO 1. PROPÓSITO Estabelecer diretrizes de tarifação de embarque e conexão de passageiros a serem observadas e seguidas pelas Companhias Aéreas, conforme
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO Aeroporto Internacional Tom Jobim Galeão Sigla ICAO: SBGL Horário de Funcionamento: H24 Responsável Técnico: Herlichy Bastos Telefone de Contato: (21) 3721-9000
Ambiente Arena Tutorial. Paulo Cesar F. de Oliveira, BSc, PhD
Ambiente Arena Tutorial Paulo Cesar F. de Oliveira, BSc, PhD Terminologia Variável de Estado Evento Recurso e Fila de Recurso Entidade Atributo Atividade e Período de Espera Tempo (Real) Simulado e Tempo
NOVO AEROPORTO DE QUITO UMA SOLUÇÃO INTERESSANTE
NOVO AEROPORTO DE QUITO UMA SOLUÇÃO INTERESSANTE Roberto Portella Bertazzo, Bacharel em História pela UFJF, Membro da Sociedade Latino Americana de Historiadores Aeronáuticos (LAAHS), Membro do Centro
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 37 Regulamento da Competição Interpretação e Análise
Introdução ao Projeto de Aeronaves Regulamento da Competição Interpretação e Análise Tópicos Abordados Regulamento da Competição. Interpretação e Análise. Otimização de Pontuação. O Regulamento do AeroDesign
Simulação de Sistemas. Adaptado de material de Júlio Pereira Machado (AULA 17)
Simulação de Sistemas Adaptado de material de Júlio Pereira Machado (AULA 17) Análise dos Dados de Saída Além das tarefas de modelagem e validação, devemos nos preocupar com a análise apropriada dos resultados
Code-P0 AEROPORTOS SÃO PAULO. Jaime Parreira e-mail: [email protected]
Code-P0 AEROPORTOS SÃO PAULO Jaime Parreira e-mail: [email protected] 0 Code-P1 AEROPORTOS DA REGIONAL DE SÃO PAULO Movimento Operacional Infraero Regional de São Paulo 2010 Passageiros 48.224.873
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO
DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE OPERACIONAL GALEÃO Temporada W16 30/10/16 à 25/03/17 18 abril 2016 Aeroporto Internacional Tom Jobim Galeão Sigla ICAO: SBGL Horário Funcionamento: H24 Responsável Técnico: Herlichy
DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS PARA ABRIL DE 2016.
DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS PARA ABRIL DE 2016. Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Gerência de Estatística e Indicadores A presente nota técnica possui o
DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS PARA FEVEREIRO DE 2016.
DESEMPENHO DO SETOR DE TURISMO EM ALAGOAS PARA FEVEREIRO DE 2016. Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (SINC) Gerência de Estatística e Indicadores A presente nota técnica possui
STT 618 Transporte Aéreo. Orientação depistas Configuração do aeródromo. Professor: Lucas Assirati.
STT 618 Transporte Aéreo Orientação depistas Configuração do aeródromo Professor: Lucas Assirati http://beth.stt.eesc.usp.br/~la/ 31/07 Introdução 07/08 História do transporte aéreo no Brasil; O mercado
AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO
AEROPORTO INTERNACIONAL SALGADO FILHO Localizado a aproximadamente 7Km do centro de Porto Alegre, o Aeroporto Internacional Salgado Filho possui 37,6 mil metros quadrados de área construída e distribuídas
EQUIPE F-CARRANCA AERODESIGN
EQUIPE F-CARRANCA AERODESIGN PROCESSO SELETIVO 2018 (PROJETO ELÉTRICO) EDITAL Elaborado pelos membros da equipe F-Carranca Aerodesign Juazeiro-BA, janeiro de 2018 SUMÁRIO 1. A EQUIPE F-CARRANCA... 3 2.
Clairance (desobstrução)
Curso n 9 Clairance (desobstrução) Uma clairance o desobstrução é uma autorização emitida tem uma aeronave de manobrar em condições especificadas por um organismo do controlo da circulação aérea com o
DIRETRIZES DE TARIFAÇÃO DE POUSO E PERMANÊNCIA
DIRETRIZES DE TARIFAÇÃO DE POUSO E PERMANÊNCIA Publicada em setembro de 2018 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 REFERÊNCIAS... 3 2.1 Internas... 3 2.2 Externas... 3 3 ABRANGÊNCIA... 3 4 DEFINIÇÕES... 4 4.1 Siglas
Análise da alocação de slots aeroportuários no Brasil
PET - Economia UnB 3 de junho de 2014 Motivação O artigo tem como objetivo analisar a alocação de slots aeroportuários no Brasil Estrutura 1 Introdução 2 3 Atual regulação Proposta de resolução 4 5 6 Importância
LMAT 6A4 - Probabilidade da união e da intersecção e distribuição binomial. Questão 1
SE18 - Matemática LMAT 6A4 - Probabilidade da união e da intersecção e distribuição binomial Questão 1 (Enem 2016) Um adolescente vai a um parque de diversões tendo, prioritariamente, o desejo de ir a
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO : GERENCIAMENTO DO FLUXO DE PASSAGEIROS
PLANEJAMENTO AEROPORTUÁRIO : GERENCIAMENTO DO FLUXO DE PASSAGEIROS OBJETIVO: Apresentar as necessidades e possíveis soluções existentes para a monitoração e análise de perfil de passageiros, visando o
Desempenho de aviões. Diagrama carga paga x alcance STT0618 Transporte Aéreo. Lucas Assirati
Desempenho de aviões Diagrama carga paga x alcance STT0618 Transporte Aéreo Lucas Assirati http://beth.stt.eesc.usp.br/~la Programa - STT0618 Histórico Transporte aéreo Transporte aéreo comercial internacional
TESTE FÍSICO PROTOCOLAR - ÁRBITROS
TESTE FÍSICO PROTOCOLAR - ÁRBITROS O teste oficial protocolar para árbitros de futebol é dividido em duas partes. A primeira prova é o (RSA, por sua sigla em Inglês), que mede a capacidade do árbitro para
Custos da Ausência da Engenharia de Software
Custos da Ausência da Engenharia de Software Exemplos Prof. José Eduardo A. de O. Teixeira www.vqv.com.br / [email protected] Therac-25 Equipamento de Radioterapia. Entre 1985 e 1987 se envolveu em 6 acidentes,
Domingo Segunda- feira Terça- feira Quarta- feira Quinta- feira Sexta- feira Sábado 1-fev 2-fev 3-fev 4-fev 5-fev 6-fev
Domingo Segunda- feira Terça- feira Quarta- feira Quinta- feira Sexta- feira Sábado 1-fev 2-fev 3-fev 4-fev 5-fev 6-fev 09:00AM - 10:00PM 09:00AM - 08:00PM 09:00AM - 08:00PM 09:00AM - 09:00PM 09:00AM -
KPI 01 e KPI 14 - Arrival and Departure Punctuality. KPI 04 e KPI 05 - En-Route extension, Actual e Planned
Metodologia Roteiro Eficiência x Capacidade Eficiência x Segurança Operacional KPI 01 e KPI 14 - Arrival and Departure Punctuality KPI 10 - Airport Peak Arrival Throughput KPI 02 - Taxi-out Additional
ARAERO - PROJETO AERODESIGN IFES CAMPUS ARACRUZ. Seleção de Integrantes ao Projeto ARAERO. Edital
ARAERO - PROJETO AERODESIGN IFES CAMPUS ARACRUZ Seleção de Integrantes ao Projeto ARAERO Edital 01-2016 1. DISPOSIÇÕES GERAIS O Diretor Geral e a Diretoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão torna público
[CASO DE SUCESSO] [Cimento Fraguamax atende prazo e segurança operacional exigidos em obra de aeroporto]
[CASO DE SUCESSO] [Cimento Fraguamax atende prazo e segurança operacional exigidos em obra de aeroporto] [2012] CIMENTO FRAGUAMAX PERMITE CUMPRIR COM OS PRAZOS DE TEMPO E SEGURANÇA OPERACIONAL QUE PRECISO
RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DOS TRABALHOS NO ANO DE 2012.
PROJETO: 6 - AEROPORTOS DO PARANÁ. Objetivo: Acompanhar projetos e a liberação de recursos para obras nos aeroportos e aeródromos do Paraná. Justificativa: A Secretaria Especial para Assuntos da Copa do
Gestão de operações aeroportuárias: componentes de um aeroporto
Gestão de operações aeroportuárias: componentes de um aeroporto Definições: A/C: aircraft, aeronave; Acostamento: faixa lateral nas pistas ou pátios com revestimento tal que evite a ingestão pelas turbinas
Aeroporto Internacional de Salvador 03 de setembro de Concessionária do Aeroporto de Salvador S.A. CNPJ: /
Declaração de Capacidade do SBSV Temporada Verão 2019 (S19) Aeroporto Internacional de Salvador 03 de setembro de 2019 1 DECLARAÇÃO DE CAPACIDADE Aeroporto Internacional de Salvador Deputado Luís Eduardo
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS ADVERTÊNCIA O único objetivo das investigações realizadas pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos
Manual de Facilitação Floripa Airport
Manual de Facilitação Floripa Airport Novembro/2018 Revisão Data da Revisão Elaborado por: Aprovado por: 00 01/11/2018 Matheus Quadros Diego Garcia 1 - Manual de Facilitação Sumário Capítulo 1 Introdução...2
AULA 7: Dimensionamento da pista e terminais
AULA 7: Dimensionamento da pista e terminais AEROPORTOS Profa. Ms. Ana Paula Fugii 5ºAB/5ºD/5ºE 31/08/2015 DIMENSIONAMENTO PISTA Comprimento de Pista Iniciada a decolagem: abortar e parar com segurança.
ANAC divulga minuta de edital de concessão de Galeão e Confins
ANAC divulga minuta de edital de concessão de Galeão e Confins A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou, nesta quarta-feira (29/05), a minuta do Edital de Leilão e do Contrato
Ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília
Ampliação do Aeroporto Internacional de Brasília Aeroporto Intl. de Brasília O Aeroporto de Brasília é o terceiro em movimentos de passageiros e aeronaves do Brasil Em capacidade, tem potencial para ser
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 014, DE 14 DE JANEIRO DE 2008
INSTRUÇÃO NORMATIVA N 014, DE 14 DE JANEIRO DE 2008 Recomenda a observação da norma constante no Anexo I. O Sistema de Controle Interno do Município de Lucas do Rio Verde, no uso de suas atribuições legais,
TEXTO FINAL. O CONGRESSO NACIONAL decreta:
TEXTO FINAL Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei da Câmara nº 74, de 2009 (nº 4.464, de 2004, na Casa de origem), que estabelece medidas para o controle da avifauna nas imediações de aeródromos.
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS
COMANDO DA AERONÁUTICA CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS 1. Informações Factuais 1.1. Informações Gerais 1.1.1 Dados da Ocorrência RELATÓRIO FINAL SIMPLIFICADO (SUMA) DADOS DA
CGNA CAPACIDADE DE PISTA ASMU 2014
CGNA CAPACIDADE DE PISTA ASMU 2014 OBJETIVO Apresentar conceitos relacionados à Capacidade de Pista, sua medição e os aspectos que possam interferir nos seus valores. ROTEIRO CONCEITOS RELAÇÃO ENTRE CAPACIDADE,
