PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS
|
|
|
- Talita Lobo Macedo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS 1
2 Agenda Resumo Resultados 1T07 Mercado Estratégia Projetos com clientes 2
3 Resumo Industrializados Negócio de produtos industrializados - Intermodalidade Área de atuação ão: Brasil + Argentina Cargas de maior valor agregado Baixo market share na ferrovia Alto potencial de crescimento Maior nível de serviço Crescimento superior à média da ALL 3
4 RESULTADOS 1T07 4
5 Destaques do 1T07 - Volume INTERMODAIS (TKU milhões) 19,4 % TOTAL (TKU milhões) 11,4 % 1T06 1T T06 1T07 5
6 Destaques do 1T07 - EBITDAR EBITDAR (R$ milhões) 89 % Margem EBITDAR (%) 1T06 1T07 17 % 42% 25% 1T06 1T07 6
7 Volumes - Florestal Volume (TKU milhões ) 54 % T06 1T07 Participação Mercado (%) 50 % 15% 10% 1T06 1T07 7
8 Volumes - Containers Volume (TKU milhões ) 19,2 % T06 1T07 Participação Mercado (%) 15 % 2% 1T06 3% 1T07 8
9 Volumes - Consumo Volume (TKU milhões ) 15 % T06 1T07 Participação Mercado (%) 12 % 21% 24% 1T06 1T07 9
10 Volumes - Siderúrgico rgico Volume (TKU milhões ) % 215 1T06 1T07 Participação Mercado (%) 0 % 13% 13% 1T06 1T07 10
11 Volumes - Construção Volume (TKU milhões ) % 256 1T06 1T07 Participação Mercado (%) -7 % 21% 19% 1T06 1T07 11
12 Volumes - Argentina Volume (TKU milhões ) -4 % T06 1T07 Participação Mercado (%) -7 % 21% 19% 1T06 1T07 12
13 MERCADO 13
14 Matriz Modais País Ferroviário Rodoviário Aquaviário Rússia 81% 8% 11% Índia 50% 50% 0% Canadá 46% 43% 11% Polônia 44% 55% 1% Estados Unidos 44% 33% 23% Austrália 43% 53% 4% China 37% 13% 50% França 22% 74% 4% Brasil 22% 64% 14% Alemanha 20% 63% 17% México 11% 55% 34% Itália 10% 90% - Inglaterra 8% 68% 24% Japão 4% 55% 41% Fonte: CIA Factbook2003; Ministério dos Transportes; IBGE; Anuário Estatístico 2001 GEIPOT 14
15 Share Industrializados ALL Participação de Mercado Malha SUL 18% 82% ALL Mercado Participação de Mecado Argentina 19% Participação de Mercado Malha NORTE 3% 81% 97% ALL Mercado ALL Mercado 15
16 ESTRATÉGIA 16
17 Modal Ferroviário rio no Brasil 17
18 Estratégia Sul Momento 1: 1997 a 2001 Cargas 100% ferroviárias rias Grandes volumes Maior margem Menor necessidade de nível serviço Momento 2: 2001 em diante Intermodalidade e porta a porta Grandes distâncias Novos terminais Projetos dedicados Nível serviço e confiabilidade 18
19 Estratégia Norte Momento 1: 2007 a 2012 Cargas 100% ferroviárias rias Grandes volumes Maior margem Menor necessidade de nível serviço Momento 2: 2008 em diante Intermodalidade e porta a porta Grandes distâncias Novos terminais Projetos dedicados Nível serviço e confiabilidade 19
20 Estratégia Argentina Intermodalidade Novos terminais Fluxos entre Argentina, Brasil e Chile Grandes distâncias Projetos dedicados 20
21 PROJETOS 21
22 Case Vega do Sul 22
23 Case Vega do Sul OPERAÇÃO OUTBOUND INTERMODAL ABC Paulista SÃO PAULO Vale do Paraíba ton FÁBRICA VEGA DO SUL SÃO FRANCISCO DO SUL ARAUCÁRIA 23
24 Case Vega do Sul VAGÕES BOBINEIROS ANTES DEPOIS Plataforma reformada Vagão Fechado Bobineiro 24
25 Case Vega do Sul BERÇOS BOBINEIROS Bobina de 1200 mm Bobina de 800 mm 25
26 Cases C a s e s Case Klabin 26
27 Case Klabin TERMINAL TATUÍ Piracicaba (SP) ton Jundiaí (SP) ton Monte Mor (SP) -Tetra ton FÁBRICA KLABIN TELÊMACO BORBA 470 km TERMINAL PARANAGUÁ ton 5 km PORTO PARANAGUÁ ton FÁBRICA KLABIN OTACÍLIO COSTA 50 km TERMINAL LAGES ton 27
28 Case Klabin 28
29 Case Masisa Soluções Indústria de Florestal: Vagão com 13,5 m de comprimento sem pilar central; Grande flexibilidade de carga; Abertura de 66% do vagão; 29
30 Cases C a s e s Case SLC 30
31 Case SLC Equipamento: Plataforma Arroz Beneficiado (paletizado) Vagão Vazio 31
32 Case SLC Operação logística intermodal que contempla desde a transferência ferroviária do produto até a armazenagem e distribuição aos pontos de venda. Vantagens para o cliente: Integração da logística/único interlocutor flexibilidade atendimento do varejo confiabilidade no transit time Viabilização de posto de venda avançado SLC Transferência e distribuição paletizada do produto 32
33 PROJETOS CONTAINERS 33
34 Mercado de Containers Exportação 2006 Portos ALL (em TEUS) Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agos to Setembro Dezembro Outubro Novembro Movimentação 2006 Movimentação Containeres 1TR07 - Santos Movimentação Containeres 1TR07 - SUL ,3% do total Mercado ALL Mercado ALL 34
35 Terminais de Containers Antigos Tatuí Uruguaiana Araucária Concluídos 06/07 Porto Alegre Mafra Cambé Apucarana Lages A concluir 07 Guarapuava Cascavel São Francisco Portos Paranaguá Rio Grande 35
36 Terminal de Cambé/PR Terminal de Cambé Desvio Ferroviário para 20 vagões Área: m² 30 tomadas elétricas 36
37 Terminal de Esteio/RS 37
38 Vagões Porta Containers Anteparos nas cabeceiras do vagão que impedem a abertura do container, gerando segurança à carga e aos componentes do container. 38
39 FLUXO Cascavel x Paranaguá GUARAPUAVA CURITIBA PARANAGUÁ CASCAVEL 250 km 150 km 100 km TCP 3 dias 1 d 1 d Cascavel 3 dias Paranaguá Descritivo Operacional: Trem diário de 20 vagões partindo de Cascavel e TCP; Equipamento Reach Stacker em Cascavel; Equipe de monitoramento de temperatura em Cascavel, Guarapuava e Curitiba; Transit time Cascavel x TCP de 3 dias (72 horas); A ALL e parceiros estão desenvolvendo projeto de ampliação do terminal de Containers de Cascavel; Ponto de Energia 39
40 FLUXO Cambé x Paranaguá CURITIBA PARANAGUÁ CAMBÉ 350 km 100 km TCP 3 dias 1 d 1 d CAMBÉ 3 dias Paranaguá Descritivo Operacional: Trem diário de 20 vagões partindo de Cambé e TCP; Equipamento Reach Stacker em Cambé; 30 tomadas de 440 v; Área de 30 mil m²; Equipe de monitoramento de temperatura em Cambé e Curitiba; Transit time Cambé x TCP de 3 dias (72 horas); Ponto de Energia 40
41 FLUXO Esteio x Rio Grande SANTA MARIA RIO GRANDE ESTEIO 250 km 350 km TECOM 2 dias 1 d 1 d ESTEIO 2 dias TECOM Descritivo Operacional: Trem diário de 20 vagões partindo de Esteio e Tecom; Equipamento Reach Stacker em Esteio; 30 tomadas de 440 v; Área de 6 mil m²; Equipe de monitoramento de temperatura em Esteio; Transit time Esteio x Tecom de 2 dias (48 horas); Ponto de Energia 41
42 Operador Logístico Sadia Faixa 5 Volume de Projeto ton/mês Ton Ton CD SADIA - Uvaranas PONTA GROSSA/PR GUARAPUAVA SADIA TOLEDO/PR 45 km Ton CASCAVEL PONTA GROSSA (Desvio Ribas) Ton PONTA GROSSA (Desvio Ribas) CURITIBA CURITIBA 220 km SADIA Francisco Beltrão/PR Ton TERMINAL COMPACTA PARANAGUÁ KM5 Retorno Ctner vazio TCP SADIA Dois Vizinhos/PR 245 km Ton Ponto de Energia FÁBRICA SADIA PARANAGUÁ/PR 42
43 Missão Ser a melhor Ser a melhor empresa de logística da América da América Latina. Latina. 43
O Papel Estratégico das Ferrovias para a Implementação da Intermodalidade no Brasil. Jose Luis Demeterco Neto
O Papel Estratégico das Ferrovias para a Implementação da Intermodalidade no Brasil Jose Luis Demeterco Neto [email protected] Brasília, 05 de Setembro de 2012 O INÍCIO Duas empresas pioneiras que
Título da Apresentação. Subtítulo
AGENDA Título Conceitos da Apresentação de Modais de Transporte Desafios da Logística Brasileira Solução Multimodal Brado AGENDA Título Conceitos da Apresentação de Modais de Transporte Desafios da Logística
Agenda. Logística no Brasil Estrutura Ferroviária ALL Estratégia de Crescimento Cases
Agenda Logística no Brasil Estrutura Ferroviária ALL Estratégia de Crescimento Cases 1 Logística no no Brasil EUA Market Share Market Share 16% 14% 30% 40% Rodoviário Ferroviário Hidroviário Outros Argentina
Cold Chain Capacity and Growth in Latin America. Jose Luis Demeterco CEO, Brado Logistica S.A.
Cold Chain Capacity and Growth in Latin America Jose Luis Demeterco CEO, Brado Logistica S.A. Click here to play VIDEO O INÍCIO Duas empresas pioneiras que por seis anos operaram através de contratos
Administração do Transporte 2008
Administração do Transporte 2008 A cadeia de suprimento começa com o cliente e sua necessidade de obter o produto. O próximo estágio dessa cadeia de suprimento é uma loja que o cliente procura. Por exemplo:
Expectativa de Suprimentos para o Transporte Ferroviário. Perspectivas e Demandas das atuais Ferrovias de Carga
Expectativa de Suprimentos para o Transporte Ferroviário Perspectivas e Demandas das atuais Ferrovias de Carga Agosto/2014 Agenda Visão de Mercado Visão MRS Oportunidades MRS Visão Suprimentos Conclusão
Modelo de Negócios Objetivo
JULIO FONTANA Modelo de Negócios Objetivo Heavy haul do agronegócio Dominância dos principais corredores de exportação Expansão do setor agrícola DEMANDA DO AGRONEGÓCIO LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA Grandes
Vagão Plataforma Multifuncional para o Transporte de Produtos Siderúrgicos
Vagão Plataforma Multifuncional para o Transporte de Produtos Siderúrgicos Autor: Felipe César Moreira Ciríaco Co autor: Cezar Sales Marques Engenharia de Vagões MRS Logística S.A. Resumo O Vagão Plataforma
UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 MALHA FERROVIÁRIA. Aula 06
UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 MALHA FERROVIÁRIA Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Aula 06 MALHA FERROVIÁRIA
Transporte Ferroviário de Cargas: Balanço e Perspectivas. Aeamesp
Transporte Ferroviário de Cargas: Balanço e Perspectivas Aeamesp 21.09.17 Nossas associadas Malha ferroviária de carga Movimentação de Carga (milhões de TU) A movimentação de cargas pelas ferrovias cresceu
Resultados do 3T de Novembro de 2005
Resultados do 3T05 16 de Novembro de 2005 Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições de nossa Administração
PERSPECTIVA DOS USUÁRIOS DAS FERROVIAS
PERSPECTIVA DOS USUÁRIOS DAS FERROVIAS Alexandre de Mattos Setten Gerente Logística Copersucar 17/Março/06 PERFIL Copersucar Uma Cooperativa Privada: Fundada em 1959 91 associados 30 unidades produtoras
Maurício de Mauro Diretor de Planejamento e Logística
Agenda Copersucar S.A. Maurício de Mauro Diretor de Planejamento e Logística Ambiente Competitivo Expansão Setorial Consolidação Copersucar S. A. Modelo de Negócios Liderança e Escala Logística Logística
Aspectos teóricos da integração entre hidrovias e ferrovias
Aspectos teóricos da integração entre hidrovias e ferrovias Introdução Os portos têm importância para as operações de carga (transporte de mercadorias) e de passageiros. Porém, o transporte hidroviário
MODELO DE TRANSPORTE EXPORTAÇÃO AÇÚCAR GRANEL
1 29/03/2010 MODELO DE TRANSPORTE EXPORTAÇÃO AÇÚCAR GRANEL MERCADO DE AÇÚCAR DO BRASIL Produção de cana por regiões do Brasil Mercado de açúcar da região Centro-Sul do Brasil Nordeste 70% da produção de
Modais de Transporte. Claudio Barbieri da Cunha. Escola Politécnica. Claudio Barbieri da Cunha
Modais de Transporte Escola Politécnica Funções do Transporte Movimentar geograficamente e posicionar os estoque (produtos/bens/materiais) Abastecer instalações (fábricas) com matérias primas e insumos
História Ferroviária
História Ferroviária A Estrada de Ferro em SC E. F. Tereza Cristina Felisberto Caldeira Brant Pontes consegue em 1874 a concessão para a construção da ferrovia. A Estrada de Ferro The Donna Thereza Christina
Escopo do Sistema e Modais de Transporte. Identificar os principais benefícios e modos de transporte
Escopo do Sistema e Modais de Transporte Me. Edvin Kalil Freitas Granville julho de 2010 OBJETIVOS Identificar os principais benefícios e modos de transporte Conhecer os critérios mais utilizados para
SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de
Maurício de Mauro Diretor Executivo de Logística. Os desafios da Logística
Maurício de Mauro Diretor Executivo de Logística Os desafios da Logística Agenda Novembro/2010 Histórico da Copersucar Mercado e Desempenho econômico Estratégia de crescimento Logística e Sustentabilidade
ESTRUTURA ESCRITORIO SEDE CURITIBA, PR. Matriz
ESTRUTURA ESCRITORIO SEDE CURITIBA, PR. Matriz ESTRUTURA ESCRITÓRIOS OPERACIONAIS Porto Trombetas Belém Porto Franco Altamira São Luís Parauapebas Floriano Posto da Mata Cofins e Sabará Guarapuava Florianópolis
ANUÁRIO CNT 2018 REÚNE SÉRIE HISTÓRICA DE DADOS DO TRANSPORTE
ANUÁRIO CNT DO TRANSPORTE Estatísticas consolidadas 2018 MATERIAL PARA IMPRENSA ANUÁRIO CNT 2018 REÚNE SÉRIE HISTÓRICA DE DADOS DO TRANSPORTE As dimensões, a abrangência, a capacidade e a produtividade
Carga Aérea Crescimento e Estratégias. Por: Marcus Gentil
Carga Aérea Crescimento e Estratégias Por: Marcus Gentil Vídeo de Abertura Agenda Representatividade e Missão Tipos de Cargas e suas Principais Características Participação Comparativa dos Modais Evolução
AULA 02. ENGENHARIA DE TRÁFEGO e LOGÍSTICA EMPRESARIAL
AULA 02 ENGENHARIA DE TRÁFEGO e LOGÍSTICA EMPRESARIAL 1 UNIDADES DE ENSINO Unidade de Ensino: Principais meios de transporte. Modais de Transporte Transporte Rodoviário Transporte Ferroviário Transporte
INFRAESTRUTURA URBANA. Prof.ª Danielle Ferraz
INFRAESTRUTURA URBANA Prof.ª Danielle Ferraz Sistema de transportes Transportes Sistema de transportes O transporte é responsável por todo e qualquer atividade econômica, sem ele, não há desenvolvimento
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Secretaria de Comércio Exterior
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio Exterior O comércio exterior brasileiro e o desempenho do setor industrial Welber Barral Secretário SÃO PAULO (SP), 27
Multimodalidade e Cadeia de Suprimentos
Multimodalidade e Cadeia de Suprimentos Douglas Tacla Vice Presidente de Transportes América Latina DHL Supply Chain Brazil Sao Paulo, April, 30 th 2013 Deutsche Post - DHL Nós somos líder mundial em logística,
Mineração e Agronegócio:
Mineração e Agronegócio: Superando Obstáculos para o Escoamento da Produção 8º Encontro de Logística e Transportes - FIESP Produção e Exportação Soja e Milho Produção de soja e milho > 5 mil toneladas
TÊXTIL, VESTUÁRIO, COURO E PELES
TÊXTIL, VESTUÁRIO, COURO E PELES SENAI - AMPÉRE Cronoanálise SENAI - APUCARANA Planejamento, Programação e Controle de Produção - PPCP SENAI - ARAPONGAS Administração de Materiais Atendimento ao Público
Desafios para a Infraestrutura Logística Brasileira. Abril 2011 Paulo Fleury
Desafios para a Infraestrutura Logística Brasileira Abril 2011 Paulo Fleury Agenda Panorama da Infraestrutura Brasileira Avaliação do PAC pelos Pontenciais Usuários Investimentos Necessários O Brasil Hoje
INTERMODAL SOUTH AMERICA CONFERÊNCIA INFRAPORTOS PAINEL PALESTRA VIABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DEPENDE DOS PORTOS
INTERMODAL SOUTH AMERICA CONFERÊNCIA INFRAPORTOS PAINEL PERSPECTIVAS E INVESTIMENTOS NO SETOR PALESTRA VIABILIDADE DAS EXPORTAÇÕES DEPENDE DOS PORTOS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo, 02 de abril de 2013
APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL
APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL DISCLAIMER Esta apresentação contém estimativas prospectivas sobre nossa estratégia e oportunidades para o crescimento futuro. Essa informação é baseada em nossas expectativas
A Competitividade da Indústria Química no contexto da Logística
Brasil: uma vocação natural para a indústria química A Competitividade da Indústria Química no contexto da Logística USUPORT Bahia 29 de Novembro de 2016 País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais
Infraestrutura Logística para otimização da cadeia farmacêutica. Frederico Bussinger
Infraestrutura Logística para otimização da cadeia farmacêutica Frederico Bussinger BRASIL NO MUNDO LOGÍSTICA: FATOR CRÍTICO DE SUCESSO Área > 4 mi Km 2 População > 100 mi Paquistão USA Bangladesh China
LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte
LOGÍSTICA O Sistema de Transporte MODALIDADE (UM MEIO DE TRANSPORTE) MULTIMODALIDADE (UTILIZAÇÃO INTEGRADA DE MODAIS) INTERMODALIDADE (UTILIZAÇÃO INTEGRADA DA CADEIA DE TRANSPORTE) OPERADORES LOGÍSTICOS
AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA
ALL - AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA :: Rua Emílio Bertolini, 100 :: vila oficinas :: CEP 82920.030 :: curitiba :: PR :: brasil :: tel.: 55 41 2141-7555 :: fax.: 55 41 2141-7484 :: e-mail [email protected]
Planejamento de Transportes: Introdução à Logística
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Planejamento de Transportes: Introdução à Logística ESTRATÉGIAS DE LOCALIZAÇÃO Profª. Daniane F. Vicentini Atividades com a maior parcela do custo total de logística: Transportes:
DNIT. Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Ministério dos Transportes
PROGRAMA PRIORITÁRIO DNIT Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes Ministério dos Transportes PLANO DE REVITALIZAÇÃO DAS FERROVIAS Fundamentos Pequena participação ferroviária na matriz
Custo Brasil: infraestrutura portuária Transporte Hidroviário Interior como Solução Logística e Ambiental
7º SEMINÁRIO INTERNACIONAL EM LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL Custo Brasil: infraestrutura portuária Transporte Hidroviário Interior como Solução Logística e Ambiental JOSÉ ALEX BOTELHO DE OLIVA Superintendente
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
12º Congresso Brasileiro do Agronegócio Infraestrutura e Logística Painel 3 As oportunidades e as dificuldades para o aumento da oferta
12º Congresso Brasileiro do Agronegócio Infraestrutura e Logística Painel 3 As oportunidades e as dificuldades para o aumento da oferta Jorge Karl Presidente da Cooperativa Agrária e Diretor da Ocepar
Discussão Técnica sobre Ferrovias no Paraná
Discussão Técnica sobre Ferrovias no Paraná Macro fluxos Logísticos Conexões Marítimas e Matriz de Transportes Pretendida 2025 (PNLP) Ponto de Ruptura Fluxo Norte e Sul Matriz de Transportes - PNLP Fluxo
TRANSPORTE FERROVIÁRIO JUNHO DE 2017
DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos TRANSPORTE FERROVIÁRIO JUNHO DE 2017 O DEPEC BRADESCO não se responsabiliza por quaisquer atos/decisões tomadas com base nas informações disponibilizadas
Caroline Rodrigues Gerente de Atendimento
Caroline Rodrigues Gerente de Atendimento NOSSOS PROJETOS SUMÁRIO 1. Modelo de Negócios 2. Projetos em Infraestrutura 3. Cases de Sucesso 4. Próximos Passos I-MODELO DE NEGÓCIOS 4 OBJETIVOS MODELO DE NEGÓCIOS
As perspectivas da infraestrutura logística no curto, médio e longo prazos. Priscila Santiago Coordenadora de Economia da CNT
As perspectivas da infraestrutura logística no curto, médio e longo prazos Priscila Santiago Coordenadora de Economia da CNT Brasília, setembro de 2013 Os efeitos do desenvolvimento do transporte Reduziram
LOG-IN LOGÍSTICA INTERMODAL Reunião Pública. Novembro 2010
LOG-IN LOGÍSTICA INTERMODAL Reunião Pública Novembro 2010 1 1 As declarações contidas neste material sobre eventos futuros estão expostas a riscos e incertezas e sujeitas a alterações, decorrentes, entre
AS POLÍTICAS PÚBLICAS E ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA INTERMODALIDADE EM SÃO PAULO
AS POLÍTICAS PÚBLICAS E ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DA INTERMODALIDADE EM SÃO PAULO Palestrante: MILTON XAVIER Secretaria dos Transportes 28 abr 2006 SECRETARIA DOS TRANSPORTES A demanda de transporte
Danilo Ramos Diretor Comercial Op. Portuárias. Paulo Pegas Gerência Executiva. Florianópolis, 30 de Agosto de 2017
1 Danilo Ramos Diretor Comercial Op. Portuárias Paulo Pegas Gerência Executiva Florianópolis, 30 de Agosto de 2017 Agenda 1. Sobre a Santos Brasil 2.Tecon Imbituba 3. TCG Imbituba 4.Certificações e Compromisso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso
Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso ÍNDICE 1 Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 1.1 Agronegócio Soja 1.2 Agronegócio Milho 1.3 Agronegócio Algodão 1.4 Agronegócio Boi 2 Competitividade 2.1 Logística
