Helping vulnerable families: the professionals between and/or collaborative pratices

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1 Helping vulnerable families: the professionals between and/or collaborative pratices Sofia Rodrigues, Álvaro Mendes, Sara Guerra and Liliana Sousa Universidade de Aveiro Os sistemas formais de apoio atravessam um momento de transição! Modelo tradicional (biomédico, deficitário, centrado nos problemas ) Modelos colaborativos (centrado nas competências e nas soluções)

2 Modelo tradicional Tradicional approaches (deficit or control based) Diagnóstico (identificar cada problema e suas causas) Intervenção: eliminar as causas ou, se for impossível, compensar/substituir Famílias pobres e multiproblemáticas Um sujeito com vários problemas, necessita diversos especialistas e distintas acções compensatórias! Modelo bem intencionado, pouco eficaz Fragmentação e descoordenação Intervenção foca sujeitos e problemas (não interacções) Insucesso comum: ão mudam!!! Mudam para pior!!! Recaídas!!!

3 Modelos colaborativos Collaborative approaches Teoricamente desenvolvidos Prática em transformação Activação das competências das famílias! Profissionais e famílias constituem o alvo de intervenção; levam para a intervenção competências complementares! Objectivo Compreender quais os modelos que os profissionais estão a adoptar na intervenção com as famílias multiproblemáticas pobres (more deficit-based or collaborative): i) Identificar as principais dificuldades e facilidades percebidas pelos profissionais na fase inicial da intervenção; ii) Compreender a sua relação com os resultados (sucesso e insucesso);

4 Metodologia Instrumento Entrevistas individuais Questão: Por favor, indique em detalhe as dificuldades e facilidades que percepcionou que iria ter no início da intervenção com a família X? Amostra profissionais de Serviço Social foram inquiridos acerca de casos ( de insucesso e de sucesso). Concelho de Aveiro, Portugal; Análise dos dados Análise qualitativa; As entrevistas foram gravadas, transcritas e submetidas a análise de conteúdo: ) Definição de categorias e subcategorias; ) Classificação das respostas nas (sub)categorias identificadas;

5 Principais Resultados (outcomes) Dificuldades e facilidades percebidas no início da intervenção (Sub)Categorias. Atitude dos profissionais ( incapacidade para convencer o cliente dos seus problemas; (in)capacidade para reconhecer competências nos clientes ). Recursos ( in/existência de: recursos formais; apoio familiar; apoio informal ). Comunicação profissionais-cliente (fragilidade emocional do cliente; o cliente não compreende as mensagens ). Relação prévia com os serviços ( dependência; des/confiança; e o cliente é conhecido dos serviços). Des/motivação do Cliente ( o cliente in/disponível para mudar; incumprimento das indicações; cliente não reconhece os problemas ) Dificuldades Facilidades Categorias e subcategorias. Atitude dos profissionais.. Incapacidade para convencer o cliente dos seus problemas.. (In) capacidade para reconhecer competências nos clientes.. Empatia com o cliente/família. Recursos.. (In)existência de recursos formais.. Características do cliente.. (In)existência de apoio familiar.. (In)existência de apoio informal. Comunicação (profissionais-clientes).. Dificuldades com a personalidade do cliente.. Fragilidade emocional do cliente.. Dificuldades associadas à patologia.. Cliente não compreende as mensagens. Relação prévia com serviços.. Dependência. (Des)confiança.. Cliente é conhecido dos serviços. (Des)motivação do cliente.. Cliente (in)disponível para mudar.. Dificuldade em procurar ajuda.. (In)cumprimento das indicações.. Cliente não reconhece os problemas. Outras Sucesso %,,,,,,,8,,,,,,8,, _,,, _,, Rank order 8 Insucesso %,,8,,,,8,8,,,,,,,,,,,,8,,8, Rank order Total Sucesso %,8,,,, _,,8,8,,8,,,, Rank order Insucesso %,,,,,, _,8,,,,, Rank order Total 8

6 Principais resultados (outcomes) Dificuldades e facilidades Profissionais nunca tinham pensado nisso ; Mencionam mais do dobro das dificuldades; Principais dificuldades Estabelecer uma comunicação eficaz com os clientes, principalmente devido a características da personalidade do cliente; Inexistência de recursos formais; Ausência de motivação do cliente para mudar; Incapacidade do profissional para convencer o cliente acerca dos seus problemas; Principais resultados (outcomes) Principais facilidades Motivação do cliente para a mudança (cumpre as instruções do profissional); A capacidade dos profissionais para reconhecer as competências dos clientes; A existência de recursos (formais, familiares, informais) Dificuldades = focam os aspectos do cliente; Facilidades = focam os diferentes sistemas envolvidos: profissionais, clientes e serviços, mas destacam as atitudes do cliente (motivação e cumprimento)

7 Facilidades e dificuldades versus abordagens colaborativa e de controlo Colaborativo Reconhecer limitações, dificuldades em lidar com a patologia mental. Reconhecer as dificuldades, mas simultaneamente a importância das competências. Reconhecer dificuldades na procura dos serviços por parte dos clientes (pouca acessibilidade dos serviços, vergonha ou receio de pedir ajuda). Reconhecer que o desinteresse dos clientes pode ser inicial (mostra que é preciso investir mais em estratégias de envolvimento dos clientes). Avaliar a influência da família extensa e da restante rede na intervenção (em que podem ser potenciadores ou bloqueadores da mudança). Envolvimento prévio das famílias com os sistemas formais Avaliar as consequências do envolvimento das famílias com os serviços em termos de descrença em futuras intervenções: apostar na construção de uma relação positiva e de confiança. Comunicação Atitudes do profissional (Des)motivação do cliente (In)existência de respostas Controlo Centrar as dificuldades comunicacionais nas características do cliente (menos numa lógica interaccional, co-responsabilizando outros envolvidos no processo comunicacional). Procurar convencer e persuadir os clientes, indicando ausência de negociação. Gera sentimentos de incompetência nos profissionais, pois sentem-se incapazes de intervir. Cumprir ou não cumprir o que foi indicado (prescrição) ou negociado (colaboração). Avaliar o cliente como resistente (culpa o cliente e desresponsabiliza o profissional). Apontar a desmotivação do cliente como uma condição difícil de alterar e não como algo que em que é preciso trabalhar. O tom conformado perante a ausência de respostas formais, não apelando à criatividades ou busca de soluções alternativas. Olhar/rotular as famílias como dependentes (desresponsabilização das dinâmicas interventivas e dos seus efeitos nas famílias). Conclusões Impacto na intervenção () Profissionais: excessiva centração nos aspectos negativos das famílias dificulta a identificação de competências; A centração nos factores do cliente, descurando a interacção entre profissional-cliente, coloca a responsabilidade pelo insucesso da intervenção nos clientes: aqueles que menos têm poder e estatuto no sistema de intervenção; os profissionais assumem que a sua visão é objectiva e as dificuldades percebidas não são alvo de reflexão;

8 Conclusões Impacto na intervenção () Facilidades e dificuldades são similares nos casos de sucesso e insucesso; Os profissionais parecem oscilar entre posturas: mais controlo e mais colaborativa; o entanto, a analise do discurso (verbs) dos profissionais revela uma postura de maior controlo: convencer ; persuadir ; aceitar ; cumprir... (desequilibrio de poder) Profissionais necessitam de mecanismos de reflexão critica e análise que os torne conscientes das suas expectativas e opçoes de intervenção. Obrigada Gracias Thank you

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