RNCCI ANÁLISE SWOT. Análise SWOT da RNCCI
|
|
|
- Bianca Caminha Bacelar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise SWOT da RNCCI
2 PONTOS FORTES Convergência de esforços entre a Saúde e Segurança Social, no sentido da implementação de um modelo de intervenção multisectorial (integração da RNCCI no SNS e SS); Parceria entre os sectores público, privado e social numa perspectiva de complementaridade e de modo a assegurar respostas de proximidade aos cidadãos em situação de dependência; Recombinação de serviços e recursos existentes com outros entretanto criados, formando uma estrutura organizacional integrada no sistema existente; Focalização no utente (Plano Individual de Intervenção, envolvimento e participação da família, ) e na continuidade de cuidados; Contributo essencial para a sustentabilidade do SNS.
3 PONTOS FRACOS Desconhecimento dos profissionais (CH e CSP) sobre os circuitos e procedimentos associados aos processos de sinalização e referenciação para a Rede; Ausência de planeamento atempado da alta ao nível hospitalar e de sinalização precoce no âmbito dos CSP; Dificuldades na interiorização/operacionalização do conceito de interdisciplinaridade e falhas na articulação e comunicação entre diferentes actores da Rede (EGA/ ECL/ ECR/ Prestadores); Escassez de tempo afecto dos profissionais que integram a maioria das Equipas (EGA, ECL e ECR), o que gera sobrecarga de trabalho e atraso no seguimento dos processos; Insuficiência de vagas na Rede, tanto em internamento (sobretudo em Longa Duração e Paliativos), como em apoio domiciliário e ambulatório (Unidades de Dia e Promoção da Autonomia) e ausência de outras respostas na comunidade;
4 PONTOS FRACOS - continuação Exaustividade da informação solicitada no aplicativo e excessiva burocratização do processo de referenciação; Tempos de resposta da RNCCI elevados (falta de vagas e burocratização), o que gera desmotivação, desinteresse e até mesmo resistência à sinalização nalguns profissionais; A plataforma informática/aplicativo não disponibiliza informação de retorno aos intervenientes (falta de transparência), nem potencia a articulação entre eles (ausência de módulo para sinalização dos recursos humanos envolvidos, ); Ausência de orientações claras e inequívocas sobre procedimentos a adoptar e inexistência de mecanismos formais que promovam a convergência progressiva, nomeadamente ao nível das práticas das ECL e dos critérios de referenciação, os quais podem ser interpretados de diferentes formas pelos vários actores.
5 OPORTUNIDADES Aumento e diversificação das respostas da Rede de acordo com as necessidades; Ao nível dos recursos humanos: Formação, informação e sensibilização dos profissionais dos Hospitais e CSP sobre a Rede; Reforço das Equipas de Gestão de Altas e de Coordenação (ECL e ECR) para garantir a fluidez dos circuitos; Envolvimento da administração em saúde (Tutela, ARS, ACES, ULS, HH,..) na promoção da referenciação, nomeadamente por via do desenvolvimento efectivo da contratualização interna; Simplificação e desburocratização do processo de referenciação e colocação dos utentes (capilaridade entre os três pilares do sistema);
6 OPORTUNIDADES - continuação Requalificação da informação solicitada para referenciação; Revisão da plataforma informática/aplicativo, no sentido de: Se constituir como um sistema de apoio à decisão; Promover a transparência dos processos junto dos vários stakeholders (partilha de informação de retorno); Melhorar o nível de segurança (atribuição de diferentes passwords aos vários profissionais); Focalização na avaliação dos resultados da Rede (outcomes e sustentabilidade do SNS).
7 AMEAÇAS Descrédito da Rede perante os cidadãos e restantes prestadores por não se constituir como uma resposta ágil e atempada; Fragmentação das respostas, o que compromete a continuidade de cuidados, por não estar assegurada a verdadeira integração da Rede com os Cuidados de Saúde Primários (referenciação precoce a partir da comunidade, continuidade após alta, ) e Cuidados Hospitalares (redução das DM, infecções nosocomiais, ); Insustentabilidade da Rede por falta da diversificação das respostas, quer na própria RNCCI, quer na comunidade.
Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil: A implementação e a sustentabilidade
Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil: A implementação e a sustentabilidade Bárbara Menezes Coordenadora do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil Divisão de Saúde Sexual,Reprodutiva, Infantil
MISSÃO VISÃO VALORES 1/5
A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial
Unidade de Cuidados Paliativos - Casa de Saúde da Idanha IV CONGRESSO NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS
A Realidade dos Cuidados Paliativos na RNCCI IV CONGRESSO NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS Paula Carneiro Outubro, 2008 ITINERÁRIO: 1ª parte: princípios da RNCCI no âmbito dos CP 2ª parte: análise do percurso
Unidade de Gestão do Acesso. Teresa Mariano Pêgo ACSS
Unidade de Gestão do Acesso Teresa Mariano Pêgo ACSS 06/03/2018 Sumário: SIGA e VAI: - Porquê? - O que é? - Como? - Para quê? MODELO DE GOVERNAÇÃO: estrutura e operacionalização 06/03/2018 2 SIGA SNS:
Implementação e Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) Conclusões
Implementação e Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) Conclusões Março 2013 Março 2013 CONCLUSÕES O caminho percorrido pela RNCCI desde a sua criação e o trabalho desenvolvido
Contratualização Externa e Interna
Contratualização Externa e Interna Passado 1 Invariavelmente Convergência por resultados em saúde Administração Central Ponto de Prestação de Cuidados Cidadão 2 Contratualização instrumento indutor de
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 909 camas de internamento REDE NACIONAL DE Implementação das Experiências Piloto * Mais de 1.400 utentes tratados em seis meses. 5 equipas de Coordenação
Identificação da empresa
Identificação da empresa UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO BAIXO ALENTEJO, E.P.E RUA DR. ANTÓNIO FERNANDO COVAS LIMA 7800-309 BEJA PESSOA COLECTIVA Nº. 508754275 Missão A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo,
ORIENTAÇÂO TÉCNICA Nº 2/CNCRNCCI/2017 DATA: 27/02/2017
ORIENTAÇÂO TÉCNICA Nº 2/CNCRNCCI/2017 DATA: 27/02/2017 Assunto: Implementação da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde/Módulos de preenchimento obrigatório no sistema de informação
CIRCULAR INFORMATIVA
N. 13/2017/DPS/ACSS DATA: 24-05-2017 CIRCULAR INFORMATIVA PARA: ARS, ACES, Hospitais EPE e SPA e Unidades Locais de Saúde EPE ASSUNTO: Rede Nacional de Cuidados Paliativos Registos de Atividade Na sequência
PROGRAMA DE FORMAÇÃO-AÇÃO
ANEXO I 1/8 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-AÇÃO 2016-2018 2/8 1. ENQUADRAMENTO As necessidades da população têm vindo a evoluir ao longo do tempo, assumindo hoje particularidades diferentes. Tais necessidades exigem
Judite Neves Lisboa, 12 de Maio 2011
Encontro Coordenação Estratégica Judite Neves [email protected] Lisboa, 12 de Maio 2011 1 ACES GRANDE PORTO V 2 PÓVOA DE VARZIM / VILA DO CONDE 1 Total de inscritos no ACES 154.774 População residente
Plano Nacional para a Segurança dos Doentes ANABELA COELHO Chefe de Divisão de Gestão da Qualidade Departamento da Qualidade na Saúde
Plano Nacional para a Segurança dos Doentes 2015-2020 ANABELA COELHO Chefe de Divisão de Gestão da Qualidade Departamento da Qualidade na Saúde Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde 2015 2020 Despacho
pelos CH e, por outro lado, da produção realizada tal como descrita nos Relatórios e Contas, os Contratos-Programa não estarão a refletir as
Sumário executivo A Entidade Reguladora da Saúde, ao abrigo das suas atribuições tal como consagradas no Decreto-Lei n.º 127/2009, de 27 de Maio, de [ ] assegurar o cumprimento dos critérios de acesso
CIRCULAR NORMATIVA CONJUNTA
N. 15/2018/ACSS/ISS DATA: 2018-08-01 CIRCULAR NORMATIVA CONJUNTA PARA: Equipas de Coordenação Regional (ECR), Equipas de Coordenação Local (ECL), Equipas de Gestão de Altas (EGA), Serviços Locais de Saúde
CARTA DE MISSÃO. c) Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional;
CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Algarve, IP Cargo: Vogal do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: Período de 5 anos a contar da data
Orçamento do Estado 2016
Orçamento do Estado 2016 Programa Orçamental da Saúde 25 de fevereiro de 2016 1 1. Orçamento do Estado 2016 2 ORÇAMENTO DO ESTADO 2016 RESPONSÁVEL CONSTITUCIONAL VALORIZA OS PROFISSIONAIS PROMOVE A EQUIDADE
Ricardo Mestre Vogal do Conselho Diretivo da ACSS
Ricardo Mestre Vogal do Conselho Diretivo da ACSS Missão Assegurar a gestão dos recursos humanos, financeiros e das instalações e equipamentos do SNS, e proceder à definição e implementação de políticas,
Contratualização nos cuidados de saúde primários Informação. ACSS e CNCSP
Contratualização nos cuidados de saúde primários 2017 Informação ACSS e CNCSP março de 2017 A reforma dos cuidados de saúde primários (CSP) assumiu a contratualização como elemento estruturante e essencial,
- Referenciação para primeira consulta de especialidade hospitalar
N. 21/2016/ACSS/SPMS DATA: 01-06-2016 (Republicada em 29-08-2016) CIRCULAR INFORMATIVA CONJUNTA PARA: Administrações Regionais de Saúde (ARS), Hospitais, Centros Hospitalares e Unidades Locais de Saúde
Relatório Final. Os cidadãos no centro do sistema Os profissionais no centro da mudança
Relatório Final Os cidadãos no centro do sistema Os profissionais no centro da mudança 21-Nov-2011 1 Abordagem Conceptual para a Reforma Hospitalar 1 Diagnóstico 2 Transformação 3 Implementação 2 M Eur
Hospitalizaçao domiciliária Integração de cuidados Um Projeto inovador para o futuro
Hospitalizaçao domiciliária Integração de cuidados Um Projeto inovador para o futuro Porque surgiu a hospitalização domiciliária?...os serviços de internamento deverão aumentar a sua dinâmica... para acrescentar
Administração Central do Sistema de Saúde, I.P.
N. 16/2017/ACSS/ISS DATA: 20-07-2017 CIRCULAR NORMATIVA CONJUNTA PARA: Equipas de Coordenação Regional (ECR), Equipas de Coordenação Local (ECL), Equipas de Gestão de Altas (EGA), Serviços Locais de Saúde
Relatório intercalar de monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI)
Relatório intercalar de monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 1º Semestre de 2011 Julho 2011 1 IMPLEMENTAÇÃO 2011... 6 1.1 Tipologias de internamento... 6 1.1.1 Evolução
Os Cuidados de Saúde na Rede Social Solidária. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital do Porto
Os Cuidados de Saúde na Rede Social Solidária Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital do Porto 1 Caracterização da população >65 anos no Distrito do Porto: Concelho Censos 2001 Censos 2011
Gestão de Saúde pelo Cidadão
Gestão de Saúde pelo Cidadão O ACES de GONDOMAR Distrito PORTO População 168.027 Nº profissionais 395 Médicos 101, Enfermeiros 111 Internos MGF 59 Plano Local de Saude AVC, DIABETES, DOENÇA ISQUÉMICA CARDÍACA,
Gestão Integrada do Acesso ao SNS
Gestão Integrada do Acesso ao SNS Unidade Local de Gestão do Acesso ULSBA Maria Gião / AH Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo 02/03/2018 A ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo Criada em
N. 8/2017/CNCP/ACSS DATA: CIRCULAR NORMATIVA
N. 8/2017/CNCP/ACSS DATA: 19-04-2017 CIRCULAR NORMATIVA PARA: Instituições Hospitalares do SNS, Administrações Regionais de Saúde, IP/Agrupamentos de Centros de Saúde/Unidades Locais de Saúde, EPE ASSUNTO:
PLANO LOCAL DE SAÚDE PINHAL LITORAL
PLANO LOCAL DE SAÚDE PINHAL LITORAL Pontos Fortes, Pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças SWOT Planos locais de saúde: Execução e desenvolvimento de políticas de saúde comunitária na agenda das instituições
Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP) e indicadores de referência para a implementação e desenvolvimento destas equipas
N. 1/2017/CNCP/ACSS DATA: 12-01-2017 CIRCULAR NORMATIVA PARA: Instituições Hospitalares do SNS, Administrações Regionais de Saúde, IP/Agrupamentos de Centros de Saúde/Unidades Locais de Saúde, EPE ASSUNTO:
Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. Missão. Objectivos
Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. Missão A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) tem como missão identificar as necessidades de saúde da população da sua área de influência. Prestar um
Cuidados de Saúde Primários
Cuidados de Primários Processo de Contratualização Organização tradicional dos serviços de saúde População C. Terciários Cuidados Secundários 500.000 a 5.000.000 50.000 a 500.000 ARS Distrito Cuidados
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 1º SEMESTRE
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2018 1º SEMESTRE Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 1º SEMESTRE 2018 3 Índice Considerações
Identificação da empresa. Missão. Objetivos. Políticas da Empresa. Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães, E.P.E.
Identificação da empresa Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães, E.P.E. Missão O Hospital da Senhora da Oliveira tem como missão prestar os melhores cuidados de saúde, com elevados níveis de competência,
Dos Hospitais aos Cuidados Continuados
D o s H o s p i t a i s a o s C u i d a d o s C o n t i n u a d o s 8 N o v e m b r o 2 0 1 0 M a d a l e n a F i l g u e i r a s, E n f e r m e i r a G C R C I Resumo Enquadramento das UCC Acesso dos
DO MODELO DE SERVIÇOS COMUNITÁRIOS DE PROXIMIDADE PARA A PROMOÇÃO DOS CUIDADOS DE SAÚDE E APOIO SOCIAL ÀS PESSOAS IDOSAS E EM SITUAÇÃO DE DEPENDÊNCIA
AVANÇANDO PARA UM MODELO DE REDE INTEGRADA DE CUIDADOS CONTINUADOS EM PORTUGAL Jornada Técnica sobre Cuidados Continuados FORTALECIMENTO DO MODELO DE SERVIÇOS COMUNITÁRIOS DE PROXIMIDADE PARA A PROMOÇÃO
O Processo de Contratualização nos Cuidados Continuados Integrados
O Processo de Contratualização nos Cuidados Continuados Integrados Manuel Lopes Coordenador da Reforma do SNS para a Área dos Cuidados Continuados Integrados ENQUADRAMENTO Incremento da formação e da Governação
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2016
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2016 Abril de 2017 DRS Departamento de Gestão da Rede de Serviços e Recursos em Saúde ÍNDICE DE TABELAS... 4 ÍNDICE DE FIGURAS...
UCF LEIRIA. 25º aniversário das UCFs. Coimbra, 19 junho Comissão Regional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente ARS Centro
UCF LEIRIA 25º aniversário das UCFs Coimbra, 19 junho 2015 Comissão Regional de Saúde da Mulher, da Criança e do ARS Centro Identificação e Composição Identificação e Composição Funcionalidade Reuniões:
CIRCULAR INFORMATIVA CONJUNTA N.º 07 / 2016 / DGS / SPMS
CIRCULAR INFORMATIVA CONJUNTA N.º 07 / 2016 / DGS / SPMS Assunto: Processo de desmaterialização da referenciação para Urgência reforço de procedimento Para: Administrações Regionais de Saúde (ARS), Hospitais
Plano de Atividades. Equipa de Gestão de Altas SUMÁRIO
Plano de Ativides Equipa de Gestão de Altas 2016 Aprovado Pág. 1 de 7 SUMÁRIO 1. Enquadramento do Serviço 2. Objetivos e Ativides 3. Plano de Recursos Humanos 4. Formação 5. Conclusões Lista de abreviaturas
ANO: saúde. Ministério da Saúde DESIGNAÇÃO REGIÃO NORTE E BEM GERIDO EFICÁCIA 45,0. 1 utentes inscritos em. Peso: 10,,0.
ANO: Ministério da Saúde ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, IP MISSÃO DO ORGANISMO: Garantir à população da região de saúde do Norte o acesso a cuidados de saúde de qualidade, em tempo útil e a
Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, E.P.E.
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, E.P.E. MISSÃO O Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, E.P.E. (IPO Lisboa) é um centro oncológico
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) Atualizado em:
Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) Atualizado em: 04-09-2015 Esta informação destina-se a Pessoas que estejam em situação de dependência e necessitem de cuidados continuados de saúde
Documento de Trabalho
AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE CUIDADOS NA COMUNIDADE Documento de Trabalho O Decreto-Lei nº 28/2008 de 22 de Fevereiro cria os agrupamentos de centros de saúde (ACES) do Serviço Nacional de
CONTRIBUTO OPP. Plano Estratégico de Desenvolvimento dos Cuidados Paliativos # Categoria # Autoria # Documento. OPP Janeiro 2019 Lisboa
CONTRIBUTO OPP Plano Estratégico de Desenvolvimento dos Cuidados Paliativos 2019-2020 # Categoria # Autoria # Documento Comentários Técnicos e Contributos OPP OPP Janeiro 2019 Lisboa Contributo OPP Plano
SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º de junho de Artigo 2.º. Portaria n.º 165/2016
Diário da República, 1.ª série N.º 112 14 de junho de 2016 1821 SAÚDE Portaria n.º 165/2016 de 14 de junho O XXI Governo Constitucional, no seu programa para a saúde, estabelece como prioridade melhorar
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro
Resolução do Conselho de Ministros n.º157/2005, 12 de Outubro Criar na dependência directa do Ministro da Saúde, a Missão para os Cuidados de Saúde Primários ( MCSP), com a natureza de estrutura de missão,
ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE
ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE PROJETO DE REGULAMENTO PARA TRANSFERÊNCIAS DE UTENTES ENTRE ESTABELECIMENTOS PRESTADORES DE CUIDADOS DE SAÚDE MARÇO DE 2018 R u a S. J o ã o d e B r i t o, 6 2 1 L 3 2, 4 1
Plano Regional de Saúde Lisboa e
Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo Um Futuro para as Nossas Crianças Plano Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo 2010 2012 Rui Portugal Presidente da ARSLVT António Tavares Director do Departamento
NOTA TÉCNICA N. º 1/ACSS-POPH/2013
NOTA TÉCNICA N. º 1/ACSS-POPH/2013 Tipologias de Intervenção 3.6, 8.3.6 e 9.3.6 Qualificação dos Profissionais da Saúde I Prioridades a considerar na seleção de candidaturas para 2013 Concurso n.º13/2013
REGULAMENTO EQUIPA INTRA-HOSPITALAR DE SUPORTE EM CUIDADOS PALIATIVOS
Pág. 1 / 6 PREÂMBULO A Organização Mundial de Saúde (OMS) define cuidados paliativos como os cuidados que visam melhorar a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, que enfrentam problemas decorrentes
O papel do Enfermeiro Especialista em Saúde Comunitária na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
O papel do Enfermeiro Especialista em Saúde Comunitária na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados Carlos Pinto Porto, 12 de Novembro de 2015 A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2013
Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2013 Fevereiro 2014 Fevereiro 2014 1 INTRODUÇÃO... 7 2 RESUMO... 9 3 ESTRUTURAS DA RNCCI... 12 3.1 Lugares de internamento... 13
Encontro Regional de Cuidados de Saúde Primários. Cuidados na Comunidade e UCC. Que desafios?
Encontro Regional de Cuidados de Saúde Primários Unidades Cuidados Comunidade: Projetos, Programas e Recursos. Desafios! Cuidados na Comunidade e UCC. Que desafios? Apresentação da: Unidade de Cuidados
