FMEA (Failure Mode and Effect Analysis)
|
|
|
- Washington do Amaral Soares
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) Fonte: Colaborador: Wilson Maretti Responsáveis: Daniel Capaldo, Vander Guerrero, Prof. Henrique Rozenfeld Envie comentários ou sugestões para o(s) responsável(is) Fontes: Manuais da QS 9000, CLAUSING, D. (vide informações adicionais) Definição A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta que busca, em princípio, evitar, por meio da análise das falhas potenciais e propostas de ações de melhoria, que ocorram falhas no projeto do produto ou do processo. Este é o objetivo básico desta técnica, ou seja, detectar falhas antes que se produza uma peça e/ou produto. Pode-se dizer que, com sua utilização, se está diminuindo as chances do produto ou processo falhar, ou seja, estamos buscando aumentar sua confiabilidade. Esta dimensão da qualidade, a confiabilidade, tem se tornado cada vez mais importante para os consumidores, pois, a falha de um produto, mesmo que prontamente reparada pelo serviço de assistência técnica e totalmente coberta por termos de garantia, causa, no mínimo, uma insatisfação ao consumidor ao privá-lo do uso do produto por determinado tempo. Além disso, cada vez mais são lançados produtos em que determinados tipos de falhas podem ter consequências drásticas para o consumidor, tais como aviões e equipamentos hospitalares nos quais o mal funcionamento pode significar até mesmo um risco de vida ao usuário. Apesar de ter sido desenvolvida com um enfoque no projeto de novos produtos e processos, a metodologia FMEA, pela sua grande utilidade, passou a ser aplicada de diversas maneiras. Assim, ela atualmente é utilizada para diminuir as falhas de produtos e processos existentes e para diminuir a probabilidade de falha em processos administrativos. Tem sido empregada também em aplicações específicas tais como análises de fontes de risco em engenharia de segurança e na indústria de alimentos. A norma QS 9000 especifica o FMEA como um dos documentos necessários para um fornecedor submeter uma peça/produto à aprovação da montadora. Este é um dos principais motivos pela divulgação desta técnica. Deve-se no entanto implantar o FMEA em um empresa, visando-se os seus resultados (vide importância) e não simplesmente para atender a uma exigência da montadora. Tipos de FMEA Esta metodologia pode ser aplicada tanto no desenvolvimento do projeto do produto como do processo. As etapas e a maneira de realização da análise são as mesmas, ambas diferenciando-se somente quanto ao objetivo. Assim as análises FMEA s são classificadas em dois tipos: FMEA DE PRODUTO: na qual são consideradas as falhas que poderão ocorrer com o produto dentro das especificações do projeto. O objetivo desta análise é evitar
2 falhas no produto ou no processo decorrentes do projeto. É comumente denominada também de FMEA de projeto. FMEA DE PROCESSO: são consideradas as falhas no planejamento e execução do processo, ou seja, o objetivo desta análise é evitar falhas do processo, tendo como base as não conformidades do produto com as especificações do projeto. Há ainda um terceiro tipo, menos comum, que é o FMEA de procedimentos administrativos. Nele analisa-se as falhas potenciais de cada etapa do processo com o mesmo objetivo que as análises anteriores, ou seja, diminuir os riscos de falha. Aplicação da FMEA Pode-se aplicar a análise FMEA nas seguintes situações: para diminuir a probabilidade da ocorrência de falhas em projetos de novos produtos ou processos; para diminuir a probabilidade de falhas potenciais (ou seja, que ainda não tenham ocorrido) em produtos/processos já em operação; para aumentar a confiabilidade de produtos ou processos já em operação por meio da análise das falhas que já ocorreram; para diminuir os riscos de erros e aumentar a qualidade em procedimentos administrativos. Funcionamento Básico O princípio da metodologia é o mesmo independente do tipo de FMEA e a aplicação, ou seja, se é FMEA de produto, processo ou procedimento e se é aplicado para produtos/processos novos ou já em operação. A análise consiste basicamente na formação de um grupo de pessoas que identificam para o produto/processo em questão suas funções, os tipos de falhas que podem ocorrer, os efeitos e as possíveis causas desta falha. Em seguida são avaliados os riscos de cada causa de falha por meio de índices e, com base nesta avaliação, são tomadas as ações necessárias para diminuir estes riscos, aumentando a confiabilidade do produto/processo. Para aplicar-se a análise FMEA em um determinado produto/processo, portanto, forma-se um grupo de trabalho que irá definir a função ou característica daquele produto/processo, irá relacionar todos os tipos de falhas que possam ocorrer, descrever, para cada tipo de falha suas possíveis causas e efeitos, relacionar as medidas de detecção e preveção de falhas que estão sendo, ou já foram tomadas, e, para cada causa de falha, atribuir índices para avaliar os riscos e, por meio destes riscos, discutir medidas de melhoria. Etapas para a Aplicação Planejamento Esta fase é realizada pelo responsável pela pela aplicação da metodologia e compreende: descrição dos objetivos e abrangência da análise: em que identifica-se qual(ais) produto(s)/processo(s) será(ão) analisado(s); formação dos grupos de trabalho: em que define-se os integrantes do grupo, que deve ser preferencialmente pequeno (entre a pessoas) e multidisciplinar (contando com pessoas de diversas áreas como qualidade, desenvolvimento e produção); planejamento das reuniões: as reuniões devem ser agendadas com antecedência e com o consentimento de todos os participantes para evitar paralizações; preparação da documentação (ver na figura a documentação necessária). Análise de Falhas em Potencial
3 Esta fase é realizada pelo grupo de trabalho que discute e preenche o formulário FMEA de acordo com os passos que seguem abaixo: 1 função(ções) e característica(s) do produto/processo tipo(s) de falha(s) potencial(is) para cada função efeito(s) do tipo de falha causa(s) possível(eis) da falha controles atuais Avaliação dos Riscos Nesta fase são definidos pelo grupo os índices de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D) para cada causa de falha, de acordo com critérios previamente definidos (um exemplo de critérios que podem ser utilizados é apresentado nas tabelas abaixo, mas o ideal é que a empresa tenha os seus próprios critérios adaptados a sua realidade específica). Depois são calculados os coeficientes de prioridade de risco (R), por meio da multiplicação dos outros três índices. SEVERIDADE Índice Severidade Critério 1 Mínima 9 10 Alta Muito Alta O cliente mal percebe que a falha ocorre Ligeira deterioração no desempenho com leve descontentamento do cliente Deterioração significativa no desempenho de um sistema com descontentamento do cliente Sistema deixa de funcionar e grande descontentamento do cliente Idem ao anterior porém afeta a segurança OCORRÊNCIA Índice Ocorrência Proporção Cpk 1 Remota 1: Cpk > 1, Alta 1: :.000 1:1000 1:00 1:0 1:0 1:0 9 Muito Alta 1: Cpk > 1,00 Cpk <1,00
4 10 1: DETECÇÃO Índice Detecção Muito grande Grande Muito pequena Critério Certamente será detectado Grande probabilidade de ser detectado Provavelmente será detectado Provavelmente não será detectado Certamente não será detectado Observações Importantes: quando o grupo estiver avaliando um índice, os demais não podem ser levados em conta, ou seja, a avaliação de cada índice é independente. Por exemplo, se estamos avaliando o índice de severidade de uma determinada causa cujo efeito é significativo, não podemos colocar um valor mais baixo para este índice somente porque a probabilidade de detecção seja alta. No caso de FMEA de processo pode-se utilizar os índices de capabidade da máquina, (Cpk) para se determinar o índice de ocorrência. Melhoria Nesta fase o grupo, utilizando os conhecimentos, criatividade e até mesmo outras técnicas como brainstorming, lista todas as ações que podem ser realizadas para diminuir os riscos. Estas medidas podem ser: medidas de prevenção total ao tipo de falha; medidas de prevenção total de uma causa de falha; medidas que dificultam a ocorrência de falhas; medidas que limitem o efeito do tipo de falha; medidas que aumentam a probabilidade de detecção do tipo ou da causa de falha; Estas medidas são analisadas quanto a sua viabilidade, sendo então definidas as que serão implantadas. Uma forma de se fazer o controle do resultado destas medidas é pelo próprio formulário FMEA por meio de colunas que onde ficam registradas as medidas recomendadas pelo grupo, nome do responsável e prazo, medidas que doram realmente tomadas e a nova avaliação dos riscos. Continuidade O formulário FMEA é um documento vivo, ou seja, uma vez realizada uma análise para um produto/processo qualquer, esta deve ser revisada sempre que ocorrerem alterações neste produto/processo específico. Além disso, mesmo que não haja alterações deve-se regularmente revisar a análise confrontando as falhas potenciais imaginadas pelo grupo com as que realmente vem ocorrendo no dia-a-dia do processo e uso do produto, de forma a permitir a incorporação de falhas não previstas, bem como a reavaliação, com base em dados objetivos, das falhas já previstas pelo grupo.
5 Importância A metodologia FMEA é importante porque pode proporcionar para a empresa: uma forma sistemática de se catalogar informações sobre as falhas dos produtos/processos; melhor conhecimento dos problemas nos produtos/processos; ações de melhoria no projeto do produto/processo, baseado em dados e devidamente monitoradas (melhoria contínua); diminuição de custos por meio da prevenção de ocorrência de falhas; o benefício de incorporar dentro da organização a atitude de prevenção de falhas, a atitude de cooperação e trabalho em equipe e a preocupação com a satisfação dos clientes; Integração FMEA de Processo com CAPP Na confecção do FMEA de processo deve-se primeiramente levantar e registras todas as características do processo. Se a empresa estiver trabalhando com um sistema CAPP, que possua operações padrão, todas as operações deveriam ser interfaceadas automaticamente para o FMEA. Assim, o tempo de obtenção do FMEA seria menor e seira garantida a consistência com os processos/operações definidas.
FMEA ANÁLISE DOS MODOS DE FALHA E SEUS EFEITOS MARIO D ALESSANDRO NETO GRUPO 3 RAPHAEL HÉLIO COSTA ALMEIDA VINICIUS HENRIQUES DE FREITAS
FMEA ANÁLISE DOS MODOS DE FALHA E SEUS EFEITOS MARIO D ALESSANDRO NETO GRUPO 3 RAPHAEL HÉLIO COSTA ALMEIDA VINICIUS HENRIQUES DE FREITAS OBJETIVO Definir, identificar e eliminar falhas, problemas ou erros
FMEA (Failure Model and Effect Analysis)
Definição FMEA (Failure Model and Effect Analysis) Conceitos Básicos A metodologia de Análise do Tipo e Efeito de Falha, conhecida como FMEA (do inglês Failure Mode and Effect Analysis), é uma ferramenta
GESTÃO DA QUALIDADE F M E A. Página 1 de 20. Elaboração e Revisão: Prof. Beto Bassan
Página 1 de 20 GESTÃO DA QUALIDADE F M E A Elaboração e Revisão: Prof. Beto Bassan BASSAN, Edilberto José. Gestão da Qualidade: FMEA, Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos. 2016. Página 2 de 20 GESTÃO
FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar
FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução
Adriano Henrique de Carvalho Silva (INFRAERO)
! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.*&65879&/1:.+58;.*=?5.@A*B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&E)*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 09 a 11 de outubro de 007 APLICAÇÃO
FMEA. Failure Mode and Effects Analysis FMEA FAILURE MODE AND EFFECTS ANALYSIS
SAFETY TPS nº48: RESPONSÁVEL: Técnicas de Análise de Riscos FALURE MODE AND EFFECTS ANALYSS Modo de Falha e Análise de Efeitos (Análise do Tipo e Efeito da Falha Potencial) técnica analítica empregada
NOTAS DE AULA. FMEA (Failure Model and Effect Analysis)
NOTAS DE AULA FMEA (Failure Model and Effect Analysis) 1. Definição 1 2. Tipos de FMEA 1 3. Aplicação da FMEA 2 4. Funcionamento Básico 2 5. Etapas para a Aplicação 2 6. Continuidade 5 7. Importância 5
FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Economia, Administração e Sociologia LES0778 Gestão da Qualidade I FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS (Análise do
AULA FMEA FABIANO DROZDA
AULA FMEA FABIANO DROZDA 1 Failure Modes Effects Analysis (FMEA) is used during the development of new products and processes to identify, control and eliminate the causes of failure, while mitigating
Análise de riscos ergonômicos através da adaptação do FMEA como ferramenta de avaliação e gerenciamento.
Análise de riscos ergonômicos através da adaptação do FMEA como ferramenta de avaliação e gerenciamento. Eduardo Ferro dos Santos (UNIFEI) - [email protected] Antônio Paixão (UNIFEI) - [email protected]
Tema Projeto de Produto FMEA Parte 2
Tema Projeto de Produto FMEA Parte 2 Projeto Pós-graduação Curso Engenharia da Produção Disciplina Projeto de Produto, QFD, FMEA e DoE Tema Projeto de Produto FMEA Parte 2 Professor(a) Dr. Egon Walter
Aplicação da metodologia Seis Sigma visando a redução de caixas perdidas por vazamento nos centros de distribuição.
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Aplicação da metodologia Seis Sigma visando a redução de caixas perdidas por vazamento nos centros de distribuição. Rodrigo
TÍTULO: MANUTENÇÃO PREDITIVA DE MOTOR CC COM AUXÍLIO DO SISTEMA ESPECIALISTA EXPERT SINTA 32 E A METODOLOGIA FMEA
TÍTULO: MANUTENÇÃO PREDITIVA DE MOTOR CC COM AUXÍLIO DO SISTEMA ESPECIALISTA EXPERT SINTA 32 E A METODOLOGIA FMEA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO:
PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL MFMEA Analise dos Efeitos e Modos da Falha
PRODUTIVIDADE E MANUTENÇÃO INDUSTRIAL MFMEA Analise dos Efeitos e Modos da Falha Profº Drº Carlos Roberto Regattieri [email protected] 1 MFMEA MACHINE FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS MF.M.E.A.
FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)
FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade PROMINP 1
PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE FMEA EM UMA EMPRESA DE MÁQUINAS - FERRAMENTA
PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE FMEA EM UMA EMPRESA DE MÁQUINAS - FERRAMENTA Afrânio Quintino da SILVA 1 Denner TRINDADE 1, Eduardo Araújo de PAULA 1, Israel do Nascimento BATISTA 1 Jevion Prates MARTINS 1
7 UE Ferramentas SGA: FMEA. Disciplina: Gestão Ambiental Faculdade Pitágoras Prof.a Viviane Maio
7 UE Ferramentas SGA: FMEA. Disciplina: Gestão Ambiental Faculdade Pitágoras Prof.a Viviane Maio FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) Análise de Modo e Efeitos de Falha É um processo sistemático para
APQP. Advanced Product Quality Planning. Fundamentos do APQP. Objetivos do APQP 16/11/2008. Organização do Desenvolvimento de Produto
APQP Advanced Product Quality Planning (Planejamento Avançado da Qualidade do Produto) Fundamentos do APQP Organização do Desenvolvimento de Produto Comunicação Interativa Treinamento Objetivos do APQP
ELABORAÇÃO DE UM ESTUDO PARA A MELHORIA DO PROCESSO DE AGENDAMENTO DE AUDITORIAS POR MEIO DA PRÁTICA DE GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS (BPM)
ELABORAÇÃO DE UM ESTUDO PARA A MELHORIA DO PROCESSO DE AGENDAMENTO DE AUDITORIAS POR MEIO DA PRÁTICA DE GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS (BPM) Denise Furini de Oliviera 1, Fernanda Cristina Pierre
INTRODUÇÃO. Nesse documento iremos discutir as mudanças especialmente no PFMEA (Process FMEA).
INTRODUÇÃO Você já deve ter ouvido falar que um primeiro rascunho da nova metodologia FMEA foi lançada e está atualmente sob revisão. O comitê tem como objetivo desenvolver um único manual para FMEA AIAG/VDA,
Análise do Modo e Efeito de Falhas (FMEA)
Gerencia Industrial Análise do Modo e Efeito de Falhas (FMEA) FMEA O método de análise de Modo e Efeito de Falha Potencial ( FMEA - Failure Mode and Effect Analysis ) é descrita através de um conjunto
Gerencia Industrial. Thiago Alencar
Gerencia Industrial Gerencia Industrial Thiago Alencar [email protected] http://joinville.ifsc.edu.br/~thiago.alencar/ Horário de aulas: 2ª feira das 20:40 até às 10:30 hs sala 212 GERÊNCIA INDUSTRIAL
MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO COM FOCO NAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE
47 MANUTENÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO COM FOCO NAS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Diego Gomes de Matos - Faculdades Integradas de Taquara FACCAT 1 José de Souza - Faculdades Integradas de Taquara FACCAT 2 Palavras
QSD EXPLORANDO A QUALIDADE DE CIMA A BAIXO EM UMA LINHA DE
QSD EXPLORANDO A QUALIDADE DE CIMA A BAIXO EM UMA LINHA DE PRODUÇÃO Julio Bertolini Junior Robert Bosch LTDA E-mails: [email protected] RESUMO QSD (Quality Stand Down) e uma ferramenta da Qualidade
MODELO DE ANÁLISE E PRIORIZAÇÃO DE RISCOS PELOS PATROCINADORES DO PROJETO
ISSN 1984-9354 MODELO DE ANÁLISE E PRIORIZAÇÃO DE RISCOS PELOS PATROCINADORES DO PROJETO Matheus Curty de Figueiredo (LATEC / UFF) Resumo: Neste trabalho é proposto um modelo para auxiliar os patrocinadores/sponsors
Módulo 2 Apresentação e análise das Fases 1 e 2 do APQP, seus elementos/atividades e aplicações práticas.
Módulo 2 Apresentação e análise das Fases 1 e 2 do APQP, seus elementos/atividades e aplicações práticas. Fases do APQP e seus elementos Planejamento e definição 1. Decisão de fornecimento 2. Inputs do
FMEA FAILLURE MODE EFFECT ANALYSIS FMEA VSTREAM.WORDPRESS.COM 1
FMEA FAILLURE MODE EFFECT ANALYSIS FMEA WWW.VALUESTREAM.PT VSTREAM.WORDPRESS.COM 1 FMEA INTRODUÇÃO Anything that can go wrong will go wrong. Original Murphy's Law You never run out of things that can go
FMEA RESOLVENDO PROBLEMAS NA LINHA DE PRODUÇÃO
FMEA RESOLVENDO PROBLEMAS NA LINHA DE PRODUÇÃO ANTONIO CARLOS DA SILVA JUNIOR (1), DANILO JOSE BERALDO DE LIMA (2), ELIELTON SILVA PEREIRA (3), GERSON ROQUE MENEZES (4), RENATO SILVA ALVES (5), WELINGTON
Introdução a Engenharia da Confiabilidade
GERENCIA DA MANUTENÇÃO Introdução a Engenharia da Confiabilidade Professor: Emerson Rigoni, Dr. [email protected] www.rigoni.com.br/et54c.htm Evolução dos Conceitos Parte 1 - Análise dos Modos de Falha
Introdução a Engenharia da Confiabilidade
GERENCIA DA MANUTENÇÃO Introdução a Engenharia da Confiabilidade Professor: Emerson Rigoni, Dr. [email protected] www.rigoni.com.br/et54c.htm Evolução dos Conceitos Parte 1 Análise dos Modos de Falha
GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE
Primeira 1/7 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES
Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva
1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas
APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA EM UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR TOOL APPLICATION FMEA ON A MILITARY ORGANIZATION
Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA EM UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR RESUMO TOOL APPLICATION FMEA ON A MILITARY ORGANIZATION Brunna Guedes Da Silva, Victor Paulo Kloeckner
Gestão de Produção Aula 5: Projeto do Produto e do Processo. Prof. Valdir Tavares de Lucena
Gestão de Produção Aula 5: Projeto do Produto e do Processo Prof. Valdir Tavares de Lucena Gestão da Produção Cada empresa é única, assim como seus produtos e processos, e gerenciar envolve planejamento,
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADÃO
Revisão: 01 Pag.: 1 de 5 1. OBJETIVO Estabelecer critérios para Análise Crítica do Sistema de Gestão da Qualidade do IHEF Medicina Laboratorial por parte da Direção observando a integridade e a eficiência
PROGRAMA DE MANUTENÇAÕ DE EQUIPAMENTO - PME
PROGRAMA DE MANUTENÇAÕ DE EQUIPAMENTO - PME LICENÇA AMBIENTAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO LAI E LAO 71.80.00 - Recuperação de Áreas Degradadas Empreendimento: Rua Bertolina May Kechelle, s/n Bairro Mulde
TS04. Teste de Software PLANOS DE TESTE. COTI Informática Escola de Nerds
TS04 Teste de Software PLANOS DE TESTE COTI Informática Escola de Nerds 1. PLANOS DE TESTE. Tipos de Testes de Software Teste Funcional Uma especificação funcional é uma descrição do comportamento esperado
Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 3
Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 3 Alexandre Martins Fernandes [email protected] Sorocaba Agosto 2010 Identificação
Verificação e Validação. Ewelton Yoshio Fabrício Araújo
Verificação e Validação Ewelton Yoshio Fabrício Araújo Qual a diferença entre Verificação e Validação? Diferenças Verificação se preocupa em avaliar se o produto está sendo desenvolvido corretamente, enquanto
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM UMA EMPRESA DE PRODUTOS DE PLASTICOS COM A FERRAMENTA FMEA
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS EM UMA EMPRESA DE PRODUTOS DE PLASTICOS COM A FERRAMENTA FMEA DAIANE APARECIDA DA SILVA (1), DIANE REGINA DE SOUZA (2), IVONEIDE OLIVEIRA DE JESUS (3), MARCIA RODRIGUES (4), GUILHERME
a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.
FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de
CB.POL a. 1 / 7
CB.POL-.01 4 a. 1 / 7 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles Internos integrado ao Gerenciamento de
(DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE)
1/9 (DESENVOLVIMENTO, QUALIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONTROLE) Elaborado Aprovado Adilson Ferreira Nunes (Gestor do SGQ) Mauricio de Souza (Supervisor Compras) 2/9 Índice 1. O MANUAL DO FORNECEDOR... 3 INTRUDUÇÃO...
Controle Estatístico do Processo (CEP)
Controle Estatístico do Processo (CEP) CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO É UM MÉTODO QUE PERMITE CONTROLAR CONTÍNUAMENTE AS CARACTERÍSTICAS CHAVES DE UM PRODUTO E PROCESSO, VISANDO A SUA MELHORIA. ORIGEM
IDENTIFICAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E CONTROLE DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS.
1 de 5 REV. DESCRIÇÃO DAS REVISÕES Emissão inicial. ANÁLISE CRÍTICA ( ) APROVADO VISTO DATA COMENTÁRIOS: ( ) NÃO APROVADO ( ) ATENDER COMENTÁRIOS EMISSÃO REV. REV. 1 REV. 2 REV. 3 REV. 4 REV. 5 REV. 6
POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA
POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DIRETRIZES... 3 3.1. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO... 3 3.2. COOPERAÇÃO ENTRE ORGANIZAÇÕES... 3 3.3. CONDUTAS
INVESTIGAÇÃO DE NÃO- CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS. Bárbara Pereira Albini
INVESTIGAÇÃO DE NÃO- CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS Bárbara Pereira Albini Mini currículo Farmacêutica Industrial e Bioquímica pela UFPR Especialista em Gestão e tecnologia farmacêutica Engenharia farmacêutica
Odilaine Mara Eufrásio Barbosa Engenheira de Segurança do Trabalho e de Produção Auditora Líder ISO 9001 /2015 ISO /2015 e OHSAS OMEB
Odilaine Mara Eufrásio Barbosa Engenheira de Segurança do Trabalho e de Produção Auditora Líder ISO 9001 /2015 ISO 14001 /2015 e OHSAS OMEB Treinamentos e Engenharia de Segurança do Trabalho Perita Oficial
Engenharia de Software
Engenharia de Software Prof. Luiz Antonio do Nascimento Espec. sistema / Eng. sistemas Modelagem do processo de negócios Análise de requisitos O que tem que ser feito Projeto Como deve ser feito Construção
10) Implementação de um Sistema de Gestão Alimentar
Módulo 5 11 2 2 5 5 APPCC 3 3 4 4 10) Implementação de um Sistema de Gestão Alimentar 1. Escopo 2.Responsabilidade da direção 3.Requisitos de documentação 4.Gestão de recursos 5.Realização do produto 6.Medição,
Respostas aos Riscos Avaliados
Respostas aos Riscos Avaliados Avaliação de Riscos Respostas aos Riscos Significativos Estratégia Global Plano de Auditoria NBC TA 330 Respostas do Auditor aos Riscos Avaliados O auditor deve planejar
Submódulo 11.4 Sistemas especiais de proteção
Submódulo 11.4 Sistemas especiais de proteção Rev. Nº. 0.0 0.1 Motivo da revisão Este documento foi motivado pela criação do Operador Nacional do Sistema Elétrico. Atendimento à Resolução Normativa ANEEL
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE PO Procedimento Operacional
E AÇÃO PREVENTIVA PO. 09 10 1 / 5 1. OBJETIVO Descrever a forma como o produto ou serviço não conforme deve ser controlado, a fim de se prevenir a sua utilização ou entrega não intencional ao cliente.
PG 05. Identificação de Perigos e Avaliação de Riscos 1 / 11
1 / 11 METODOLOGIA PARA INFRA-ESTRUTURAS: Acção Responsabilidade Documentos 1 Os perigos são identificados com base em: Actividades de rotina e fora da rotina; Actividades desenvolvidas pelos colaboradores;
Política de Controles Internos
Política de Controles Internos JURISDIÇÃO GEOGRÁFICA AND BAH BRA ESP USA ISR LUX MEX MON PAN SUI URU X A informação contida neste documento é de uso interno e propriedade do Grupo Andbank sendo proibida
NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria.
NBC TA 320 Materialidade no Planejamento e na Execução de Auditoria. Índice Item Introdução Alcance 1 Materialidade no contexto de auditoria 2 6 Data de vigência 7 Objetivo 8 Definição 9 Requisitos Determinação
4.1 Determinação do Nível de Significância
Módulo 4 Etapas do LAIA: determinação e classificação de significância, medidas de controle e aplicação. 4.1. Determinação do nível de significância. 4.2 Classificação do nível de significância. 4.3. Estabelecimento
9- Preparação e respostas à emergências
Módulo 3 Etapas para implantação de um sistema de gestão integrado: planos de emergência, implantação dos processos comuns a todas as normas, documentação, vantagens, dificuldades, decisão e exercícios
Emergências e Gerenciamento de Riscos
CONCURSO PETROBRAS PROFISSIONAL DE MEIO AMBIENTE JÚNIOR ENGENHEIRO(A) DE MEIO AMBIENTE JÚNIOR PROFISSIONAL JÚNIOR - ENG. DE MEIO AMBIENTE Emergências e Gerenciamento de Riscos Questões Resolvidas QUESTÕES
CÓPIA NÃO CONTROLADA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES. Aprovação: Cristiano Macedo Diretor de Engenharia Processo e Produto
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES Aprovação: Cristiano Macedo Diretor de Engenharia Processo e Produto Raul Kriedte Gerente da Qualidade Revisão: CÓPIA NÃO CONTROLADA Fabrício Massarani Supervisor da
Modelagem de Processos de Negócio Aula 11 Modelagem de Processos TO-BE Andréa Magalhães Magdaleno
Modelagem de Processos de Negócio Aula 11 Modelagem de Processos TO-BE Andréa Magalhães Magdaleno [email protected] 2018.01 Agenda Melhoria Projetar processo futuro (TO-BE) Exercícios 2 PROJETAR PROCESSO
DISCIPLINA: SEGURANÇA E AUDITORIA AULA 2: ANÁLISE DE RISCOS. Professor: Rodrigo Rocha
DISCIPLINA: SEGURANÇA E AUDITORIA AULA 2: ANÁLISE DE RISCOS Professor: Rodrigo Rocha ANÁLISE DE RISCOS AGENDA Análise de Riscos Conceitos Origem e classificação dos riscos Fatores das categorias de Riscos
Primeira Edição: 23/08/2010 Página 1 de 7 Revisão 02 AÇÃO CORRETIVA E PREVENTIVA PROCEDIMENTO
Página 1 de 7 REGISTRO DE ALTERAÇÕES REV. DATA ALTERAÇÃO EFETUADA 00 23/08/2010 Emissão do Documento 01 05/11/2010 Junção e POP.ADM.008, revisão do procedimento 02 08/11/2011 Alteração da logomarca Claudiane
Análise de Sistemas Aula 4
Análise de Sistemas Aula 4 Prof. Emerson Klisiewicz Contextualização Aula 4 Gerenciamento de Requisitos Refinamento de Requisitos Aprovação de Requisitos Matriz de Rastreabilidade O Sucesso Clientes satisfeitos
Gestão Integrada: Saúde, MA e Segurança
: Saúde, MA e Segurança Análise e Gerenciamento de Riscos - Qual nível garante a segurança? - O que garante que uma atividade seja segura? - Quais medidas irão garantir a segurança dos envolvidos? seguro?
HYDAC TECNOLOGIA LTDA. Manual APF. Avaliação da Performance dos Fornecedores. Emissão: 23/04/2018 Página 1 de 9 Revisão: 05
Manual APF Avaliação da Performance dos Fornecedores Elaborado por: Aquisição Revisado por: Aquisição Aprovado por: Diretoria Geral Emissão: 23/04/2018 Página 1 de 9 SUMÁRIO: 1. Introdução 03 2. IDF Índice
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A - TCC (30-460) E DO PROJETO INTERDISCIPLINAR (30-094)
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A - TCC (30-460)
MÓDULO VI. O Sistema HACCP. Formador: Anabela Portela. Data:16/02/15 18/02/15
MÓDULO VI O Sistema Formador: Anabela Portela Data:16/02/15 18/02/15 Objectivos Objectivo Geral do Módulo Pretende-se que os formandos conheçam todas fases de implementação de um sistema e a metodologia
