SILVA JARDIM - RJ OUT
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- Ana Beatriz Canário Nunes
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1 DOENÇAS de PEIXES de ÁGUA DOCE I SEMINÁRIO REGIONAL de AQÜICULTURA DULCÍCOLA SILVA JARDIM - RJ OUT Celio Mauro Viana - UFF Depto. de Tecnologia de Alimentos Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental
2 Vigilância sanitária dos peixes a implementação da aqüicultura tem evidenciado crescente ocorrência de doenças de peixes; no âmbito da sanidade animal, a medicina veterinária tem descuidado um pouco dos peixes.
3 Vigilância sanitária dos peixes as enfermidades se traduzem nos peixes na acorrência de: alterações comportamentais; alterações na integridade corporal; diminuição de rendimento; morte.
4 Processos Fisiológicos, Bioquímicos e Metabólicos do Peixe São basicamente similares aos dos mamíferos.
5 Suscetibilidade aos agentes etiológicos i Aos mesmos tipos de agentes (vírus, bactérias, fungos e parasitos) que afetam o homem e outros animais de sangue quente; À uma grande variedade de enfermidades não infecciosas.
6 Causas de doenças nos peixes Naturais: geológicas; climatológicas; ló i metereológicas; agentes biológicos. Induzidas: poluentes; tecnológicas (exploração, comércio, repopulação das águas)
7 STRESS Pode ser considerado uma agressão continuada, variando de moderado a severo.
8 STRESS Destaca-se com um papel extremamente importante no desencadeamento de doenças em peixes.
9 STRESS Intensidade do seu impacto ao peixe Dependerá da: - severidade d do stress; - sua duração; - estado fisiológico do peixe. ou seja: muitas doenças do peixe são oriundas de manejo inadequado
10 Stress Ambiental X Saúde do Peixe Aumentodograudestress de Peixe cessa reprodução infecções oportunistas morte saudável lento crescimento
11 Ambiente e Saúde do Peixe Água de boa qualidade ( física, química e biológica ) é indispensável ao sucesso da aqüicultura.
12 Renovação da Água (I) Reduz muitos problemas associados ao cultivo intensivo i de peixes: Tanto pela diluição dos dejetos e produtos tóxicos; Como na manutenção da água em condições ideais.
13 Renovação da Água (II) Contudo, é um precioso e freqüentemente limitado recurso na aqüicultura e, assim, muitos métodos têm sido desenvolvidos para aumentar a capacidade de suporte do sistema de cultivo.
14 Aclimatação (I) Pode ser considerada uma adaptação fisiológica de um animal ao novo ambiente; e auxilia na compreensão do fato de, sob as mesmas condições, poder ocorrer doença no peixe num dado momento e não em outro.
15 Aclimatação (II) Num viveiro, o ph 7,0 5,5 ao longo de meses pode não criar anormalidades; entretanto, se rapidamente retornar a ph 7,0 muitos peixes poderão morrer.
16 Aclimatação (III) A inabilidade do peixe explica a alta freqüência com que adoecem após manipulação ou transporte.
17 Alterações Ambientais A maioria ocorre concomitantemente com infecções oportunistas; Muitas oriundas do sistema de defesa comprometido; Contudo, alguns patógenos implantam-se rapidamente.
18 Alterações Ambientais Stress + manipulação + exposições à novas condições ambientais podem causar severo impacto contra o qual o peixe não consegue compensar.
19 Metodologia Geral de Intervenção Como nas demais doenças animais, busca-se: reconhecer ece as causas; favorecer a fisiologia do animal; interromper a transmissão; eliminar o patógeno (via medicamento ou potencializando as reações de defesa do animal).
20 Metodologia Geral de Intervenção O diagnóstico pode ser: caso a caso; sobre a população de uma dada espécie
21 Metodologia Geral de Intervenção Medidas médicas: apoiam-se na terapêutica (antimicrobiana e antiparasitária); imunoprofilaxia ainda é insipiente; a eficácia das intervenções reside nas suas aplicações preventivas e combinadas.
22 Metodologia Geral de Intervenção Zootécnica: implica na higiene e melhoramento genético.
23 Metodologia Geral de Intervenção Sanitária: abrange métodos que impeçam a disseminação de agentes bióticos aos animais indemes.
24 Terapêutica A inapetência dos enfermos lhes impede de consumir a medicação administrada na ração; Banho terapêutico pode ser mal suportado pelos indivíduos debilitados que poderão sucumbir (durante o tratamento t t ou algum tempo depois) ou serem eliminados pelos seus congêneres.
25 Terapêutica em cultivos não intensivos, sendo os animais não acessíveis a todo momento, a ação terapêutica é vã; a prevenção só se realiza após a captura ou no momento antes da soltura (desparasitação,...)
26 Estado de enfermidade dos peixes Sua definição ressurge a interação dos fatores etiológicos como indutores de processos mórbidos.
27 Vigilância sanitária dos peixes sua intensificação exige um maior grau de informação de todos os implicados, desde os aqüicultores até as autoridades nacionais.
28 Diagnóstico das enfermidade d dos peixes Necessita de uma anamnese sobre a qualidade do ambiente; antes da condução de uma intervenção baseada na combinação de medidas higiênico-sanitárias e preventivas.
29 Vigilância sanitária dos peixes As manifestações mórbidas são devidas (isoladamente ou em associação) a causas de ordem: física; química; biológica.
30 Vigilância sanitária dos peixes Interações das causas físicas, químicas e biológicas: são importantes de serem considerados os componentes do ambiente na anamnese.
31 Vigilância sanitária dos peixes sua intensificação exige um maior grau de informação de todos os implicados, desde os aqüicultores até as autoridades nacionais.
32 Vigilância sanitária dos peixes temperatura: Como são animais i pecilotérmicos i (de temperatura t variável), a fisiologia de uma determinada espécie é fortemente influenciada pela temperatura da água; Assim, seu comportamento frente aos agentes infecciosos poderá ser muito diferente.
33 Vigilância sanitária dos peixes Causas de ordem física: temperatura; t conteúdo de materiais dissolvidos (em suspensão); radiações; agressões resultantes da atividade dos animais;... das práticas aqüícolas.
34 Vigilância sanitária dos peixes Causas de ordem biológica: vírus; bactérias; fungos; parasitos. Estes têm sua fisiologia condicionada por fatores físicos e químicos.
35 Vigilância sanitária dos peixes doença bacteriana: a maioria é saprofítica, amplamente distribuída no ambiente aquático; relativamente poucos são patógenos obrigatórios; ambos podem estar presentes na superfície corpórea de peixes aparentemente normais; e a ação patogênica será conseqüência de stress.
36 Vigilância sanitária dos peixes doença causada por fungos: acredita-se que seja uma infecção secundária; contudo, em determinadas circunstâncias, pode afetar peixes saudáveis.
37 Vigilância sanitária dos peixes TEMPERATURA: condicionará, ao mesmo tempo, o conteúdo de oxigênio dissolvido na água; o que é indispensável, a um dado nível, para a manutenção da saúde do peixe, repercutindo sobre todas as funções, inclusive a de defesa.
38 Vigilância sanitária dos peixes TEMPERATURA: pode modificar a toxicidade de certos contaminantes: modulando a transformação em sua forma tóxica (caso da amônia); facilitando sua absorção branquial pela elevação do ritmo respiratório
39 Vigilância sanitária dos peixes interação químico física: A toxicidade da amônia, que pode ser regulada pelo ph, temperatura, salinidade e O 2 dissolvido; para uma dada espécie em determinado estado fisiológico.
40 Vigilância sanitária dos peixes Causas de ordem química: 2 o grupo de fatores: alimentação considerada tanto do ponto de vista qualitativo, quanto quantitativo.
41 Profilaxia e terapia das doenças Princípios gerais: dos peixes são bastante t específicas e, freqüentemente, t diferentes das aplicáveis aos animais de sangue quente; requerem o conhecimento do ambiente; procedimentos elaborados com base na etiologia da doença e na biologia do hospedeiro.
42 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Princípios gerais: A prevenção é de importância básica ao controle das doenças de peixe; e; Consiste na eliminação ou restrição das fontes de infecções e da possibilidade de futuras expansões que tenham no próprio peixe, uma via de disseminação.
43 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Princípios gerais: Para diversas doenças ainda não foi desenvolvida terapêutica específica, com confirmação experimental do resultado da aplicação.
44 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Princípios efetivos: abastecer o viveiro com água livre de patógeno; preteger de provável transferência de patógenos; desinfecção do viveiro; otimização das condições ambientais; controle regular de medida profilática e sanitária.
45 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Proteger da provável transferência de patógenos: a proteção contra aves piscícolas é um importante limitador à expansão de algumas doenças; o controle do caramujo (Limnaea sp) hospedeiro intermediário de alguns parasitos de peixe; a remoção de peixe morto (que deverá ser enterrado).
46 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes abastecer viveiro com água livre de patógeno: águas subterrâneas são fontes de água livre de patógenos; entretanto, de uso raro; águas superficiais: filtros podem reduzir parcialmente o n o de invasões de determinados estágios de parasitos; de cada viveiro a água deve ser drenada de modo a não abastecer outro.
47 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Proteger da provável transferência de patógenos: o transporte de peixe em condição de saúde desconhecida deve, em princípio, ser evitado; todo peixe transportado deve ser acompanhado de atestado médico-veterinário; peixe introduzido de outros território devem ser submetidos a quarentena.
48 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Otimização das condições ambientais: desenvolvimento máximo dos alimentos naturais; arraçoamento adequado (quantidade e qualidade); reduzir o nível de stress na manipulação, durante despesca, transporte,...
49 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Desinfecção do viveiro: a maioria dos patógenos morre após secagem do viveiro; a desinfecção química é um meio bastante efetivo de prevenir e/ou suprimir as doenças de peixes (formaldeído, KMnO 4, KOH...);
50 Profilaxia e terapia das doenças dos peixes Otimização das condições ambientais: principal pré-requisito para garantir boas condições sanitárias; ótima qualidade da água, sem stress físico ou químico; manter [O 2 ] em nível ótimo; proteção contra a poluição.
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