Diagramas de equilíbrio ternário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagramas de equilíbrio ternário"

Transcrição

1 Diagramas de equilíbrio ternário

2

3 Noções básicas de diagrama ternário Número de componentes C = 3 Componentes podem ser: três matérias-primas, três óxidos, três fases cerâmicas Representado por um triângulo equilátero Cada vértice do triângulo representa 100% de um componente puro e pode ser expressado em % molar ou % em peso Através de intervalos de linhas conhecidos pode-se determinar a composição da mistura em termos dos seus componentes Também é possível a partir de uma composição conhecida ( em que os três componentes perfazem 100%) representá-la no diagrama

4 Ponto P 20% A 40% B 40% C

5

6 1. 60% A 20% B 20% C = 100% 2. 25% A 40% B 35% C = 100% 3. 10% A 70% B 20% C = 100% % A 25% B 75% C = 100%

7

8 Mistura M = 70% A + 20% B + 10% C Mistura N = 40% A + 10% B + 50% C Se foram misturadas uma parte de M com três partes de N, isto é, 25% M + 75% N, a mistura resultante terá a composição: 0,25 x 70% A + 0,75 x 40% A = 47,5% A 0,25 x 20% B + 0,75 x 10% B = 12,5% B 0,25 x 10% C + 0,75 x 50% C = 40,0% C Ponto Q, sobre o segmento MN. Aplicando a regra da alavanca a esse segmento, tem-se: % M = (QN/MN) x 100 = 25% % N = (MQ/MN) x 100 = 75%

9 Esse exemplo mostra que: conhecidas as composições químicas das matérias-primas de interesse, pode-se matemática e geometricamente, determinar a composição química da mistura. conhecidas as composições químicas das matérias-primas de interesse e a composição química da composição que se deseja obter (por exemplo a composição de uma fase cerâmica), pode-se determinar matemática e geometricamente as proporções da matérias-primas para que essa composição (ou fase) seja alcançada. Se juntarmos duas misturas M e N, a composição Q da mistura resultante estará sobre o segmento de reta MN e num ponto tal que divida esse segmento em dois inversamente proporcionais às quantidades das misturas originais (regra da alavanca).

10 Mistura R = 20% A + 70% B + 10% C Mistura S = 40% A + 40% B + 20% C Mistura L = 10% A + 30% B + 60% C Se se misturarem duas partes de R com três partes de S e cinco partes de L, isto é, 20% R + 30% S + 50% L, a mistura resultante terá a composição: 0,20 x 20% A + 0,30 x 40% A + 0,50 x 10% A = 21% A 0,20 x 70% B + 0,30 x 40% B + 0,50 x 30% B = 41% B 0,20 x 10% C + 0,30 x 20% C + 0,50 x 60% C = 38% C Pode-se calcular as proporções de R, S e L usando três alavancas lineares independentes, unindo cada um dos vértices ao ponto P até interceptar o lado oposto, tal que: %S = (PO/SO) x 100 = 30% % R= (PO /RO ) x 100 = 20% % L= (PO /LO ) x 100 = 50%

11 Para três misturas quaisquer num sistema ternário: a composição da mistura resultante pertence ao triângulo formado pelas três misturas originais e localiza-se no seu centro de gravidade. Inversamente, quando uma mistura se desdobra em três fases de composições diferentes, essas três fases definem um triângulo (chamado de triângulo conjugado) cujo centro de gravidade é ocupado pela mistura original.

12 Se quantidade de um componente são adicionadas ou subtraídas de uma mistura ternária e os outros dois componentes são mantidos numa relação constante, a mudança da composição segue através de uma linha reta interior ao triângulo que representa os 3 componentes. A extensão do vértice de A até o eixo que une B e C, mostra que a uma proporção constante entre B e C, o componente A pode ser adicionado ou subtraído.

13 A + L B + L A + L B + L C + L C + L A + L B + L C + L Eutético ternário (A, B e C) Regra das Fases: P + F = C + 1 Número máximo de fases que podem coexistir F = 0 P + 0 = P = 4 fases

14 É comum encontrar ou representar a variação de temperatura através do uso de setas que indicam o sentido do abaixamento da temperatura. O interior do diagrama tem temperaturas mais baixas que os vértices do triângulo (que representam as temperaturas de fusão dos componentes puros), devido ao surgimento de reações eutéticas, peritéticas ou outras. Campos primários indicam fases que se cristalizam primeiro ou se desenvolvem por último Definem as composições e temperaturas em que a fase sólida é estável no líquido

15 Qualquer composição que pertença ao campo de cristalização primária de um componente, esse componente é o primeiro sólido que se cristaliza a partir do líquido (último sólido a desaparecer num processo de fusão).

16

17 Diagrama de equilíbrio de fases para o caso em que entre os componentes A e C não há formação de compostos, entre B e C também não há formação de nenhum composto (fase), mas, entre A e B ocorre a formação de um composto estequiométrico A x B y. A linha tracejada é conhecida como Linha de Alkemade, ou linha de compatibilidade. É uma linha de compatibilidade pois toda composição que for formulada sobre ela, resultará em duas fases que são C e A x B y. Isto é, elas são compatíveis e podem coexistir em equilíbrio. Ela também divide o triângulo total equilátero em outros dois triângulos, AMC ou A-A x B y -B, e MBC ou A x B y -B-C. Esses novos triângulos são conhecidos como triângulos conjugados pois conjugam 3 fases em equilíbrio.

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

Sistemas Multicomponentes Heterogêneo. Profa. Daniela Becker

Sistemas Multicomponentes Heterogêneo. Profa. Daniela Becker Sistemas Multicomponentes Heterogêneo Profa. Daniela ecker ibliografia TKINS, P.W.; Fisico-Química Vol 1. Editora LTC, Rio de Janeiro, 1999, cap 6. DeHOFF, R.T., Thermodynamics in Materials Science. Mcgraw-Hill,

Leia mais

Microestrutura (Fases) Parte 3

Microestrutura (Fases) Parte 3 Microestrutura (Fases) Parte 3 1-66 DIAGRAMA DE FASES MAPA que permite responder a questão: Que microestrutura deveria existir em uma dada temperatura para uma dada composição? PORTANTO, UM DIAGRAMA DE

Leia mais

FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS

FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS 1. Introdução Uma fase é caracterizada por uma composição, com estequiometria bem determinada e estrutura cristalina específica. Dois compostos podem ter mesma composição

Leia mais

A interação entre dois componentes pode ser de mais de um tipo e consequentemente vários diagramas de equilíbrio podem ser obtidos, os quais podem

A interação entre dois componentes pode ser de mais de um tipo e consequentemente vários diagramas de equilíbrio podem ser obtidos, os quais podem Diagramas Binários A interação entre dois componentes pode ser de mais de um tipo e consequentemente vários diagramas de equilíbrio podem ser obtidos, os quais podem ser divididos em 4 classes gerais:

Leia mais

MÉTODO GEOMÉTRICO E MATEMÁTICO PARA FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS

MÉTODO GEOMÉTRICO E MATEMÁTICO PARA FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS MÉTODO GEOMÉTRICO E MATEMÁTICO PARA FORMULAÇÃO DE MATERIAIS CERÂMICOS Formular determinada composição para um novo produto definição da fase ou conjunto de fases que ditarão as propriedades do material

Leia mais

Equilíbrio de Fases. Conteúdo geral

Equilíbrio de Fases. Conteúdo geral Equilíbrio de Fases Ana M. Segadães, DECV UA UFRN, 2011 A excelência não é um ato, é um hábito (somos aquilo que fazemos consistentemente) Aristóteles A. M. Segadães, "Diagramas de Fases Teoria e Aplicação

Leia mais

Diagramas de Fases Ternários

Diagramas de Fases Ternários Diagramas de Fases Ternários Tecnologia de Materiais Cerâmicos e Vidros I 2006-2007 3. Diagramas de fases ternários São diagramas de fases entre 3 componentes que mostram as fases presentes e as suas composições

Leia mais

TM229 - Introdução aos Materiais

TM229 - Introdução aos Materiais TM229 - Introdução aos Materiais 2009.1 Ana Sofia C. M. D Oliveira Diagramas de fase O que são Diagramas de Fase? Mapas que representam a relação de fases em função da temperatura, pressão e composição

Leia mais

2. Diagramas de fases de materiais cerâmicos

2. Diagramas de fases de materiais cerâmicos 2. Diagramas de fases de materiais cerâmicos Os diagramas de fases constituem um método claro e conciso de representar graficamente o estado de equilíbrio de um sistema para uma dada composição, temperatura

Leia mais

SOLIDIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS CONFIDENCIAL. Diagrama de Fases Todos os direitos reservados

SOLIDIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS CONFIDENCIAL. Diagrama de Fases Todos os direitos reservados SOLIDIFICAÇÃO DOS FERROS FUNDIDOS Diagrama de Fases 1 Diagramas de Fases As propriedades das ligas metálicas são fortemente dependentes da sua microestrutura. O desenvolvimento da microestrutura é descrita

Leia mais

Equilíbrio de Misturas Líquidas Binárias com o Sólido

Equilíbrio de Misturas Líquidas Binárias com o Sólido UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA QUI 03 313 FÍSICO-QUÍMICA II-A 4 a LISTA DE EXERCÍCIOS Equilíbrio de Misturas Líquidas Binárias com o Sólido

Leia mais

SOLUÇÕES - SOLUÇÃO IDEAL E AS PROPRIEDADES COLIGATIVAS

SOLUÇÕES - SOLUÇÃO IDEAL E AS PROPRIEDADES COLIGATIVAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP TERMODINÂMICA QUÍMICA PROF. ANTONIO CARLOS DA SILVA SOLUÇÕES - SOLUÇÃO IDEAL E AS PROPRIEDADES COLIGATIVAS 1. TIPOS DE SOLUÇÕES Solução é uma mistura homogênea de

Leia mais

EQUILÍBRIO ENTRE FASES CONDENSADAS

EQUILÍBRIO ENTRE FASES CONDENSADAS ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA EEL/USP TERMODINÂMICA QUÍMICA PROF. ANTONIO CARLOS DA SILVA EQUILÍBRIO ENTRE FASES CONDENSADAS 1. EQUILÍBRIO ENTRE FASES LÍQUIDAS Líquidos miscíveis a mistura apresenta uma

Leia mais

Diagramas de Fases. Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos. Departamento de Engenharia de Materiais

Diagramas de Fases. Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de São Carlos. Departamento de Engenharia de Materiais Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos Departamento de Engenharia de Materiais Diagramas de Fases Engenharia e Ciência dos Materiais I Prof. Dr. Cassius O.F.T. Ruchert Revisão: Prof.

Leia mais

Diagramas de fase. A.S.D Oliveira

Diagramas de fase. A.S.D Oliveira Diagramas de fase O que são Diagramas de Fase? Mapas que representam a relação de fases em função da temperatura, pressão e composição química Fornecem informação necessária para o controle das fases/microestrutura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Disciplina: Materiais de Construção Mecânica Assunto: Diagrama de equilíbrio de fases Professor: Jorge Teófilo de Barros Lopes 1) Determine a composição e a quantidade relativa de cada fase presente em

Leia mais

Endurecimento por dispersão de fases e diagramas de fases eutéticos

Endurecimento por dispersão de fases e diagramas de fases eutéticos UNIVESIDADE DE SÃO PAULO EESC/IFSC/IQSC SCM5757 Ciência dos Materiais I Endurecimento por dispersão de fases e diagramas de fases eutéticos Prof. Dra. Lauralice Canale 1º semestre de 2017 1 Compostos intermetálicos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Disciplina: Materiais de Construção Mecânica Assunto: Diagrama de equilíbrio de fases Professor: Jorge Teófilo de Barros Lopes 1) Determine a composição e a quantidade relativa (proporção) de cada fase

Leia mais

Físico-Química II. Equilíbrio Sólido-Líquido a pressão constante. Componentes miscíveis na fase sólida.

Físico-Química II. Equilíbrio Sólido-Líquido a pressão constante. Componentes miscíveis na fase sólida. Setor de Ciências Exatas Departamento de Química Físico-Química II Equilíbrio Sólido-Líquido a pressão constante. Componentes miscíveis na fase sólida. Sólido intersticial: átomos ou moléculas de um componente

Leia mais

Equilíbrio entre fases condensadas

Equilíbrio entre fases condensadas Equilíbrio entre fases condensadas Módulo III - Físico Química Avançada Profa. Kisla P. F. Siqueira Introdução Diagramas de fase; Sistemas simples; Regra das fases de Gibbs; Sistemas binários; Sistemas

Leia mais

Microestrutura (fases) Parte 5

Microestrutura (fases) Parte 5 Microestrutura (fases) Parte 5 DIGRM DE FSES DO SISTEM Fe - DIGRM DE FSES DO SISTEM Fe Ferros Família dos aços Família dos ferros fundidos Soluções sólidas: Ferro δ ustenita Ferrita omposto estequiométrico:

Leia mais

Lista de Exercícios de Cálculo 3 Primeira Semana

Lista de Exercícios de Cálculo 3 Primeira Semana Lista de Exercícios de Cálculo 3 Primeira Semana Parte A 1. Se v é um vetor no plano que está no primeiro quadrante, faz um ângulo de π/3 com o eixo x positivo e tem módulo v = 4, determine suas componentes.

Leia mais

Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia PMT 3110

Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia PMT 3110 Lista de Exercícios 05 / 2018 Diagramas de Fases e Transformações de Fases 1. Considere o diagrama de fases do sistema cobre-prata (determinado a pressão constante) apresentado abaixo. Uma liga com composição

Leia mais

Prof. Vanderlei I Paula -

Prof. Vanderlei I Paula - Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Gabarito 3 a lista de exercícios 01 Alimentos desidratados apresentam maior durabilidade e mantêm a maioria das

Leia mais

Simulado enem. Matemática e suas Tecnologias. Volume 1 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

Simulado enem. Matemática e suas Tecnologias. Volume 1 DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Simulado 06 enem G a b a r i t o 3 ạ série Matemática e suas Tecnologias Volume DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Simulado ENEM 06 Questão Matemática e suas Tecnologias Gabarito: Alternativa C ( A ) Analisou apenas

Leia mais

PMT3100 LISTA DE EXERCÍCIOS DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO

PMT3100 LISTA DE EXERCÍCIOS DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO PMT3100 LISTA DE EXERCÍCIOS DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO 1. Considere o diagrama de equilíbrio de fases alumínio-níquel (Al-Ni). a. Enuncie três transformações isotérmicas (de tipos diferentes) dentre as que

Leia mais

Curso de Engenharia Química Operações Unitárias II 2017/2. Prof. Rodolfo Rodrigues. Exercício 1* (Geankoplis, 2003, Exemplos e 12.

Curso de Engenharia Química Operações Unitárias II 2017/2. Prof. Rodolfo Rodrigues. Exercício 1* (Geankoplis, 2003, Exemplos e 12. Curso de Engenharia Química Operações Unitárias II 27/2 Prof. Rodolfo Rodrigues Lista 9: Extração Líquido-Líquido Exercício * (adaptado de Azevedo e Alves, 29, Exemplo 2.2; Seader, Henley e Roper, 2, Exemplo

Leia mais

Verificação experimental de algumas propriedades geométricas elementares com o uso de dobraduras.

Verificação experimental de algumas propriedades geométricas elementares com o uso de dobraduras. EIXO TEMÁTICO III: ESPAÇO E FORMA Tema 1: Relações geométricas entre figuras planas Tópico 13: Figuras planas Objetivos: Verificação experimental de algumas propriedades geométricas elementares com o uso

Leia mais

Modelagem Geoquímica. Geoquímica de Rochas

Modelagem Geoquímica. Geoquímica de Rochas Modelagem Geoquímica Geoquímica de Rochas -2007- Introdução Tradução de um processo petrogenético através de equações matemáticas que expressam as variações químicas no sistema. Princípios Magma A Cristalização

Leia mais

Equilíbrio Sólido-Líquido I

Equilíbrio Sólido-Líquido I Equilíbrio Sólido-Líquido I Para focalizar: Água congela a 0 o C e glicerol, a 18 o C. Em que temperatura você espera que uma mistura desses dois líquidos congelaria? Modelo 1: Curvas de Resfriamento Calor

Leia mais

1 Geometria Analítica Plana

1 Geometria Analítica Plana UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PARANÁ CAMPUS DE CAMPO MOURÃO Curso: Matemática, 1º ano Disciplina: Geometria Analítica e Álgebra Linear Professora: Gislaine Aparecida Periçaro 1 Geometria Analítica Plana A Geometria

Leia mais

Ordenar ou identificar a localização de números racionais na reta numérica.

Ordenar ou identificar a localização de números racionais na reta numérica. Ordenar ou identificar a localização de números racionais na reta numérica. Estabelecer relações entre representações fracionárias e decimais dos números racionais. Resolver situação-problema utilizando

Leia mais

Curvas de aquecimento e diagrama de fases

Curvas de aquecimento e diagrama de fases Curvas de aquecimento e diagrama de fases PROF : JOSÉ LUCAS FÍSICA B Curvas de aquecimento Curva de aquecimento e resfriamento é o gráfico que mostra a variação de temperatura de uma amostra quando aquecida

Leia mais

TM343 Materiais de Engenharia

TM343 Materiais de Engenharia Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM343 Materiais de Engenharia Capítulo 9 Revisão - Diagramas de Fase e Sistema Fe-C Prof. Rodrigo Perito Cardoso Onde

Leia mais

Diagramas de Fase. Os diagramas de equilíbrio relacionam temperaturas, composições químicas e as quantidades das fases em equilíbrio.

Diagramas de Fase. Os diagramas de equilíbrio relacionam temperaturas, composições químicas e as quantidades das fases em equilíbrio. Diagramas de Fase Os diagramas de equilíbrio relacionam temperaturas, composições químicas e as quantidades das fases em equilíbrio. Diagramas de Fase Definições: Componentes: São elementos químicos e/ou

Leia mais

Físico-Química II Termodinâmica de Soluções

Físico-Química II Termodinâmica de Soluções Físico-Química II Termodinâmica de Soluções Este material está disponível no endereço: https://sites.google.com/site/otavioquimica/ Programa da Disciplina: Conteúdo CONTEÚDO Transformações Físicas (Substâncias

Leia mais

Termodinâmica - 2. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel

Termodinâmica - 2. Alexandre Diehl. Departamento de Física - UFPel Termodinâmica - 2 Alexandre Diehl Departamento de Física - UFPel Caracterizado por estados de equilíbrio termodinâmico. Num estado de equilíbrio todas as propriedades macroscópicas físicas do sistema (definem

Leia mais

Diagramas de equilíbrio PGCEM CERÂMICA FÍSICA UDESC

Diagramas de equilíbrio PGCEM CERÂMICA FÍSICA UDESC Diagramas de equilíbrio PGCEM CERÂMICA FÍSICA UDESC CIENCIA DOS MATERIAIS Conceito de fase cristalina/não cristalina Conceito de solução sólida Conceito de transformação de fase DIAGRAMA DE EQUIÍBRIO TERMODINÂMICA

Leia mais

PONTOS NOTÁVEIS DE UM. Professora Joseane Fernandes TRIÂNGULO

PONTOS NOTÁVEIS DE UM. Professora Joseane Fernandes TRIÂNGULO PONTOS NOTÁVEIS DE UM Professora Joseane Fernandes TRIÂNGULO PONTOS NOTÁVEIS DE UM TRIÂNGULO. Baricentro; Incentro; Circuncentro; Ortocentro. BARICENTRO - MEDIANA Mediana segmento de reta que liga o ponto

Leia mais

Físico-Química I. Profa. Dra. Carla Dalmolin. Diagrama de Fases. Físico-Química, cap. 5: Transformações Físicas de Substâncias Puras

Físico-Química I. Profa. Dra. Carla Dalmolin. Diagrama de Fases. Físico-Química, cap. 5: Transformações Físicas de Substâncias Puras Físico-Química I Profa. Dra. Carla Dalmolin Diagrama de Fases Físico-Química, cap. 5: Transformações Físicas de Substâncias Puras Sistemas Binários O equilíbrio de fases de sistemas com dois componentes

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI.

CINÉTICA QUÍMICA. Profa. Loraine Jacobs DAQBI. CINÉTICA QUÍMICA Profa. Loraine Jacobs DAQBI [email protected] http://paginapessoal.utfpr.edu.br/lorainejacobs Cinética Química Estudo da velocidade das reações químicas. REAGENTES PRODUTOS Termodinâmica

Leia mais

A Matéria. Profº André Montillo

A Matéria. Profº André Montillo A Matéria Profº André Montillo www.montillo.com.br Substância: É a combinação de átomos de elementos diferentes em uma proporção de um número inteiro. O átomo não é criado e não é destruído, as diferentes

Leia mais

Diagrama de Fases de Misturas

Diagrama de Fases de Misturas Físico-Química I Profa. Dra. Carla Dalmolin Diagrama de Fases de Misturas Diagramas de pressão de vapor Diagramas de Temperatura x Composição Equilíbrios líquido líquido Equilíbrios sólido líquido Diagrama

Leia mais

VETORES. DEFINIÇÃO DE GRANDEZA É tudo aquilo que pode ser medido Exemplos: Comprimento Aceleração Força Velocidade

VETORES. DEFINIÇÃO DE GRANDEZA É tudo aquilo que pode ser medido Exemplos: Comprimento Aceleração Força Velocidade 1 DEFINIÇÃO DE GRANDEZA É tudo aquilo que pode ser medido Exemplos: Comprimento Aceleração Força Velocidade GRANDEZAS ESCALARES São grandezas que se caracterizam apenas por um valor acompanhado uma unidade

Leia mais

GEOMETRIA ANALÍTICA CONTEÚDOS. Distância entre pontos Equação da reta Distância ponto reta Coeficientes Equação da circunferência.

GEOMETRIA ANALÍTICA CONTEÚDOS. Distância entre pontos Equação da reta Distância ponto reta Coeficientes Equação da circunferência. GEOMETRIA ANALÍTICA CONTEÚDOS Distância entre pontos Equação da reta Distância ponto reta Coeficientes Equação da circunferência. AMPLIANDO SEUS CONHECIMENTOS Neste capítulo, estudaremos a Geometria Analítica.

Leia mais

Ciência de Materiais. LEGI. Ano lectivo DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DE FASES

Ciência de Materiais. LEGI. Ano lectivo DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DE FASES 1. Considere o diagrama de equilíbrio de fases alumínio-níquel (Al-Ni). a) Enuncie três transformações isotérmicas (de tipos diferentes) de entre as que o diagrama apresenta, indicando as temperaturas

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Exercícios de exames e testes intermédios 1. Em C, conjunto dos números complexos, sejam z 1 = 1 3i19 1 + i e z = 3k cis ( 3π, com k R + Sabe-se

Leia mais

UPE/VESTIBULAR/2002 MATEMÁTICA

UPE/VESTIBULAR/2002 MATEMÁTICA UPE/VESTIBULAR/00 MATEMÁTICA 01 Os amigos Neto, Maria Eduarda, Daniela e Marcela receberam um prêmio de R$ 1000,00, que deve ser dividido, entre eles, em partes inversamente proporcionais às respectivas

Leia mais

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2017, 2.ª Fase, versão 1

Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2017, 2.ª Fase, versão 1 Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A, 2.ª Fase, 2017 Proposta de Resolução do Exame Nacional de Física e Química A 11.º ano, 2017, 2.ª Fase, versão 1 Exame Final Nacional do Ensino

Leia mais

Lista 3.2: Retas - Planos e Distâncias PARTE 1: RETAS. 1. Verificar se os pontos P 1 (5, 5,6) e P 2 (4, 1,12) pertencem à reta r : x 3 1 = y + 1

Lista 3.2: Retas - Planos e Distâncias PARTE 1: RETAS. 1. Verificar se os pontos P 1 (5, 5,6) e P 2 (4, 1,12) pertencem à reta r : x 3 1 = y + 1 Curso:Licenciatura em Matemática Professor: Luis Gustavo Longen Lista 3.: Retas - Planos e Distâncias PARTE 1: RETAS 1. Verificar se os pontos P 1 (5, 5,6) e P (4, 1,1) pertencem à reta r : x 3 1 = y +

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DIAGRAMAS DE FASES

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DIAGRAMAS DE FASES UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DIAGRAMAS DE FASES CMA CIÊNCIA DOS MATERIAIS 1º Semestre de 2014 Prof. Júlio César Giubilei

Leia mais

CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL CENTRO DE ENGENHARIA DA MOBILIDADE

CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL CENTRO DE ENGENHARIA DA MOBILIDADE CURSO DE MATEMÁTICA BÁSICA Trigonometria Aula 0: Matrizes e Determinantes Trigonometria Deduzindo da própria palavra, trigonometria é a parte da geometria que estabelece relações métricas e angulares entre

Leia mais

Questões. 2ª Lista de Exercícios (Geometria Analítica e Álgebra Linear) Prof. Helder G. G. de Lima 1

Questões. 2ª Lista de Exercícios (Geometria Analítica e Álgebra Linear) Prof. Helder G. G. de Lima 1 ª Lista de Exercícios (Geometria Analítica e Álgebra Linear) Prof. Helder G. G. de Lima 1 Questões 1. Sejam A, B, C e D vértices de um quadrado. Quantos vetores diferentes entre si podem ser definidos

Leia mais

FUVEST Você na elite das universidades! MATEMÁTICA ELITE SEGUNDA FASE

FUVEST Você na elite das universidades! MATEMÁTICA ELITE SEGUNDA FASE www.elitecampinas.com.br Fone: (9) -7 O ELITE RESOLVE IME 00 PORTUGUÊS/INGLÊS Você na elite das universidades! FUVEST 00 SEGUNDA FASE MATEMÁTICA www.elitecampinas.com.br Fone: (9) 5-0 O ELITE RESOLVE FUVEST

Leia mais

Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial

Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial Lista 2 de Exercícios Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 9 de abril de 2017 1. Dados os pontos R = (1, 2) e S = ( 2, 2) (a) Encontrar as coordenadas do vetor que tem origem no ponto R e o extremos

Leia mais

Conceitos de vetores. Decomposição de vetores

Conceitos de vetores. Decomposição de vetores Conceitos de vetores. Decomposição de vetores 1. Introdução De forma prática, o conceito de vetor pode ser bem assimilado com auxílio da representação matemática de grandezas físicas. Figura 1.1 Grandezas

Leia mais

(b) { (ρ, θ);1 ρ 2 e π θ } 3π. 5. Representar graficamente

(b) { (ρ, θ);1 ρ 2 e π θ } 3π. 5. Representar graficamente Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática isciplina : Geometria nalítica (GM003) ssunto: sistemas de coordenadas; vetores: operações com vetores, produto escalar, produto vetorial, produto

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Exercícios de exames e testes intermédios 1. Na figura ao lado, está representado, no plano complexo, um quadrado cujo centro coincide com

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Equações e problemas Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Simplificando as expressões de z 1 e z, temos que: Como i 19 i + i i, vem

Leia mais

Universidade Estadual de Ponta Grossa Curso: Engenharia de Materiais Disciplina: Ciência dos Materiais 1 Lista de Exercícios 6

Universidade Estadual de Ponta Grossa Curso: Engenharia de Materiais Disciplina: Ciência dos Materiais 1 Lista de Exercícios 6 Universidade Estadual de Ponta Grossa Curso: Engenharia de Materiais Disciplina: Ciência dos Materiais 1 Lista de Exercícios 6 1) Cite três variáveis que determinam a microestrutura de uma liga. 2) Qual

Leia mais

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 3 - Diagramas de Fases Por que estudar Diagramas de Fases? Uma das razões pelas quais o conhecimento e compreensão dos diagramas de

Leia mais

Ponto 1) Representação do Ponto

Ponto 1) Representação do Ponto Ponto 1) Representação do Ponto Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Plano Cartesiano, sistemas de coordenadas: pontos e retas Na geometria

Leia mais

Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada

Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 2007-2 a Chamada Proposta de resolução 1. Organizando todas as somas que o Paulo pode obter, com recurso a uma tabela, temos: + 1 2 3 4 5 6-6 -5-4 -3-2 -1 0-5 -4-3

Leia mais

EME 311 Mecânica dos Sólidos

EME 311 Mecânica dos Sólidos 3 ANÁLISE DAS TRELIÇAS EME 311 Mecânica dos Sólidos - CAPÍTULO 3 - Profa. Patricia Email: [email protected] IEM Instituto de Engenharia Mecânica UNIFEI Universidade Federal de Itajubá 3.2 Esforços

Leia mais

SE18 - Matemática. LMAT 6B1-1 - Números Complexos: Forma T rigonométrica. Questão 1

SE18 - Matemática. LMAT 6B1-1 - Números Complexos: Forma T rigonométrica. Questão 1 SE18 - Matemática LMAT 6B1-1 - Números Complexos: Forma T rigonométrica Questão 1 (Mackenzie 1996) Na figura a seguir, P e Q são, respectivamente, os afixos de dois complexos z 1 e z 2. Se a distância

Leia mais

TESTE DIAGNÓSTICO DE MATEMÁTICA DO 10.º ANO. Informações Gerais. TDmat 10.º ano

TESTE DIAGNÓSTICO DE MATEMÁTICA DO 10.º ANO. Informações Gerais. TDmat 10.º ano TESTE DIAGNÓSTICO DE MATEMÁTICA DO 10.º ANO Informações Gerais TDmat 10.º ano Objetivo Quem pode participar Averiguar os conhecimentos dos alunos acerca de alguns conteúdos de Matemática que foram tratados

Leia mais

Extração Líquido-Líquido

Extração Líquido-Líquido Extração Líquido-Líquido Prof. Universidade Federal do Pampa BA310 Curso de Engenharia Química Campus Bagé 18 de outubro de 2016 Extração Líquido-Líquido 1 / 43 Introdução Extração Líquido-Líquido 2 /

Leia mais

DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO

DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 São mapas que permitem prever a microestrutura de um material em função da temperatura e composição de cada componente; Informações sobre fenômenos

Leia mais

O que é triângulo (*)

O que é triângulo (*) Escola SESI Jundiaí Anápolis Disciplina: Matemática Turma: 1º Ano Professor (a) : César Lopes de Assis O que é triângulo (*) Considere três pontos A, B e C não colineares. Chama-se triângulo à figura geométrica

Leia mais

Planificação Anual GR Disciplina Matemática 9.ºAno

Planificação Anual GR Disciplina Matemática 9.ºAno Planificação Anual GR 500 - Disciplina Matemática 9.ºAno Período letivo Competências Conteúdos Estratégias / Processos de operacionalização Recursos didácticos Avaliação Blocos previstos Resolver problemas

Leia mais

O origami no ensino da Matemática

O origami no ensino da Matemática O origami no ensino da Matemática A construção de um origami parte sempre da dobragem de uma folha de papel num quadrado perfeito. Ao voltarmos a dobrar este quadrado podemos obter triângulos e outros

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Conjuntos e condições Exercícios de exames e testes intermédios 1. Em C, conjunto dos números complexos, considere: z 1 = 1 i ] π [, com θ 2e iθ 12,π 4 w = z 1

Leia mais

Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada

Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo a Chamada Prova final de MATEMÁTICA - 3o ciclo 200-2 a Chamada Proposta de resolução. Como são 20 as pessoas entrevistadas e 0 reponderam que a relação entre o seu cão e o seu gato é boa, temos que, calculando a

Leia mais

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Potências e raízes Propostas de resolução

MATEMÁTICA A - 12o Ano N o s Complexos - Potências e raízes Propostas de resolução MATEMÁTICA A - 1o Ano N o s Complexos - Potências e raízes Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. Escrevendo 1 + i na f.t. temos 1 + i ρ cis θ, onde: ρ 1 + i 1 + 1 1 + 1 tg

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 MATEMÁTICA (2º ciclo)

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 MATEMÁTICA (2º ciclo) (2º ciclo) 5º ano Operações e Medida Tratamento de Dados Efetuar com números racionais não negativos. Resolver problemas de vários passos envolvendo com números racionais representados por frações, dízimas,

Leia mais

TEORIA DAS ESTRUTURAS I PROF.: VICTOR MACHADO

TEORIA DAS ESTRUTURAS I PROF.: VICTOR MACHADO TEORIA DAS ESTRUTURAS I PROF.: VICTOR MACHADO TRELIÇAS ISOSTÁTICAS TRELIÇAS Seja uma estrutura como a apresentada abaixo, com cargas aplicadas apenas nos nós Como as extremidades são rotuladas, é possível

Leia mais

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DIAGRAMAS DE FASE

ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DIAGRAMAS DE FASE ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais DIAGRAMAS DE FASE PMT 2100 - Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia 2º semestre de 2005

Leia mais

ADA 1º BIMESTRE CICLO I MATEMÁTICA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO. (B)y = x + 3 (C)y = 2x + 3 (D)y = 3x - 3 (E)y = 5x + 5 Gabarito: D.

ADA 1º BIMESTRE CICLO I MATEMÁTICA 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO. (B)y = x + 3 (C)y = 2x + 3 (D)y = 3x - 3 (E)y = 5x + 5 Gabarito: D. ADA 1º BIMESTRE CICLO I MATEMÁTICA ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO ITEM 1 DA ADA Observe as equações da reta a seguir: I) y = x 1 II) y 4x = III) y 4x + = 0 IV) y + 1 = x V) y + 1 = (x 1 ) Dessas equações, a que

Leia mais

Equilíbrio Químico. Considerando as duas reações (direta e inversa) como processos elementares, podemos escrever:

Equilíbrio Químico. Considerando as duas reações (direta e inversa) como processos elementares, podemos escrever: Em um sistema fechado, um estado de equilíbrio entre reagentes e produtos sempre tende a ser atingido. Trata-se de um equilíbrio dinâmico entre duas reações reversíveis: uma direta e outra inversa. No

Leia mais

IV.7. Balanços Materiais e Unidades de Equilíbrio

IV.7. Balanços Materiais e Unidades de Equilíbrio O misturador-decantador: Soluto () + Diluente (), i mistura bifásica, i misturador Solvente () S, si decantador Etrato (fase de solvente), V, y i Refinado (fase de diluente), L, i limentação, Solvente,

Leia mais

LISTA 1 Geometria Analítica Professor Eudes Fileti

LISTA 1 Geometria Analítica Professor Eudes Fileti LISTA 1 Geometria Analítica Professor Eudes Fileti 1) Mostrar que o ponto 2, 2, 3 é eqüidistante dos pontos 1, 4, 2 e 3, 7, 5. 2) Dados os pontos 0,1,2, 1,1,3 e 1,3,4, determinar: a) A altura do triângulo

Leia mais

Apostila de Matemática II 3º bimestre/2016. Professora : Cristiane Fernandes

Apostila de Matemática II 3º bimestre/2016. Professora : Cristiane Fernandes Apostila de Matemática II 3º bimestre/2016 Professora : Cristiane Fernandes Pirâmide A pirâmide é uma figura geométrica espacial, um poliedro composto por uma base (triangular, pentagonal, quadrada, retangular,

Leia mais

2º ANO Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicion

2º ANO Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicion PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO DESCRITORES DE MATEMÁTICA PROVA - 3º BIMESTRE 2011 2º ANO Reconhecer e utilizar

Leia mais

Diagramas de Fase. Objetivos:

Diagramas de Fase. Objetivos: 1 Diagramas de Fase Objetivos: Interpretar diagramas de fases de substâncias puras Deslocamento da fronteira entre as fases Interpretar diagramas de fases de compostos Diagramas de misturas líquidas Diagramas

Leia mais

6 - Microestrutura Fases

6 - Microestrutura Fases 24 6 - Microestrutura 6-1. Fases Um cubo de gelo flutuando na água e a atmosfera que os envolve são exemplos dos três estados da matéria, sem dúvida, mas também são exemplos de fases (Figura 6-1). Uma

Leia mais

Figura 1: Potencial químico de um solvente na presença de um soluto.

Figura 1: Potencial químico de um solvente na presença de um soluto. Propriedades Coligativas 1. Introdução Algumas propriedades do solvente mudam quando um soluto é dissolvido nele para formar uma solução. O ponto de congelamento da água salgada, por exemplo, é menor que

Leia mais

DIAGRAMAS DE EQUILIBRIO. Conceitos Gerais

DIAGRAMAS DE EQUILIBRIO. Conceitos Gerais DIAGRAMAS DE EQUILIBRIO Conceitos Gerais Diagrama de fases da água Diagrama de Fases da água pura. Pressão no eixo Y (escala lograritmica) Temperatura no eixo X Representa um mapa que mostra as regioes

Leia mais

Sistema Fe-C C ou Fe-Fe

Sistema Fe-C C ou Fe-Fe DIAGRAMA DE FASE Fe-Fe Fe3C TRANSFORMAÇÃO ALOTRÓPICA Sistema Fe-C C ou Fe-Fe 3 C e microestruturas que se formam no resfriamento lento 1 CCC CFC CCC DIAGRAMA DE FASE Fe-Fe Fe3C TRANSFORMAÇÃO ALOTRÓPICA

Leia mais

3ª Igor/ Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade

3ª Igor/ Eduardo. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade Matemática 3ª Igor/ Eduardo 9º Ano E.F. Competência Objeto de aprendizagem Habilidade C3 - Espaço e forma Números racionais. Números irracionais. Números reais. Relações métricas nos triângulos retângulos.

Leia mais

Exercícios de exames e provas oficiais

Exercícios de exames e provas oficiais mata Exercícios de exames e provas oficiais. Na figura, está representado, no plano complexo, um quadrado cujo centro coincide com a origem e em que cada lado é paralelo a um eixo. Os vértices deste quadrado

Leia mais

IME º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2006 1º DIA MATEMÁTICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Matemática Questão 01 Sejam a 1 = 1 i, a n = r + si e a n+1 = (r s) + (r + s)i (n > 1) termos de uma sequência. DETERMINE, em função de n,

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA FERREIRA DIAS, AGUALVA SINTRA

ESCOLA SECUNDÁRIA FERREIRA DIAS, AGUALVA SINTRA ESCOLA SECUNDÁRIA FERREIRA DIAS, AGUALVA SINTRA ENSINO RECORRENTE DE NÍVEL SECUNDÁRIO POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS CURSO DE ARTES VISUAIS DEPARTAMENTO: MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DISCIPLINA : MATEMÁTICA

Leia mais

araribá matemática Quadro de conteúdos e objetivos Quadro de conteúdos e objetivos Unidade 1 Números inteiros adição e subtração

araribá matemática Quadro de conteúdos e objetivos Quadro de conteúdos e objetivos Unidade 1 Números inteiros adição e subtração Unidade 1 Números inteiros adição e subtração 1. Números positivos e números negativos Reconhecer o uso de números negativos e positivos no dia a dia. 2. Conjunto dos números inteiros 3. Módulo ou valor

Leia mais

A escala de Língua Portuguesa para o 3º ano do Ensino Médio

A escala de Língua Portuguesa para o 3º ano do Ensino Médio A escala de Língua Portuguesa para o 3º ano do Ensino Médio LÍNGUA PORTUGUESA 3º ANO DO ENSINO MÉDIO (continua) 1 225-250 2 250-275 3 275-300 4 300-325 Nesse nível, o estudante pode ser capaz de identificar

Leia mais