O que é Nutrição Clínica?
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- Joana Araújo Freire
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1 Published on Unidos pela nutrição clínica ( Início > O que é Nutrição Clínica? O que é Nutrição Clínica? Gerenciando Adequadamente o Balanço Energético de um Paciente A ingestão adequada de alimentos e nutrientes é fundamental para uma boa saúde e para resistência a doenças. No ambiente hospitalar, a nutrição clínica refere-se ao gerenciamento do balanço energético dos pacientes, garantindo que eles recebam quantidades suficientes de fluidos e nutrientes como proteínas, lipídios, glicose, vitaminas e minerais. Comida hospitalar de alta qualidade atende suficientemente às necessidades nutricionais da maioria dos pacientes hospitalares. No entanto, mais de 50% dos pacientes no hospital não comem toda a sua refeição. 1 Esse tipo de ingestão dietética insuficiente pode levar a uma maior deterioração do estado nutricional. Por exemplo, no caso de pacientes com AVC ou outras condições neurológicas, que podem ter dificuldades de deglutição ou problemas para se alimentar sozinhos, as exigências nutricionais não são atendidas com a dieta hospitalar regular. Para os pacientes incapazes de se alimentar ou aqueles que não querem comer, o suporte de nutrição clínica envolvendo suplementos nutricionais orais (SNO), alimentação por sonda enteral e/ou nutrição parenteral torna-se indispensável. 2 Combatendo a Desnutrição Relacionada a Doença A desnutrição relacionada a doença afeta pacientes de todas as idades e não se restringe a um contexto de serviço de saúde. 3 A desnutrição relacionada a doença e o risco de desnutrição são comuns em muitas alas hospitalares, incluindo geriatria, oncologia, cirurgia, medicina interna e gastroenterologia. 4 Para combater a desnutrição relacionada a doença e suas consequências deletérias, como má cicatrização de feridas, infecções, complicações e falência múltipla de órgãos, a pronta identificação do estado nutricional comprometido e a iniciação imediata de tratamento clínico eficiente são cruciais para pacientes em grupos de risco nutricional. 3 As etapas para um bom cuidado nutricional incluem: Avaliação da condição nutricional do paciente Avaliação completa das necessidades e exigências do paciente Desenvolvimento de estratégia nutricional Cálculo adequado de necessidades de energia e nutrientes Decisão da via de administração Monitoramento rigoroso da terapia nutricional Adaptação para uma nova condição clínica: calorias, tipo de nutrição, via de administração Quais São os Principais Tipos de Suporte Nutricional Clínico? Ao tratar-se da desnutrição relacionada a doença, a escolha de suporte de nutrição clínica depende do estado clínico do paciente. Nutrição enteral (NE), nutrição parenteral (NP) ou uma combinação de ambas pode ser indicada de acordo com o resultado de uma avaliação nutricional formal. Uma série de estratégias pode ser utilizada para administrar a desnutrição relacionada a doença. NE, incluindo SNO e alimentação enteral via sonda nasogástrica, nasoenteral ou percutânea e NP, 5 incluindo NP suplementar 6 e total 7 são os principais tipos de suporte nutricional clínico. Para ler mais sobre os diferentes tipos de suporte nutricional clínico, clique aqui [1].
2 Os Benefícios da Nutrição Clínica Estudos clínicos mostraram que nutrição clínica adequada melhora os resultados dos pacientes da seguinte maneira: Melhorando a cicatrização de feridas8 8 Reduzindo a incidência de complicações, 9, 10, 11 6 Baixando a taxa de infecções, 8, 10, 11 6 Reduzindo a duração de ventilação mecânica, 12 9 Reduzindo o tempo de internação hospitalar, 13 Elevando a mobilização e convalescência8 8 Elevando a taxa de sobrevivência, 9, 12, 14, 15 Melhorando a qualidade de vida16 Como exemplo, quando os pacientes recebem NP suplementar para preencher a lacuna nutricional deixada pela NE, eles desenvolvem 11% menos infecções hospitalares do que pacientes com apenas NE. 6
3 O efeito da NP total perioperatória em pacientes cirúrgicos mostrou-se dependente especialmente da constituição do paciente. Enquanto os pacientes categorizados como limítrofes ou levemente desnutridos não obtiveram benefício comprovado de NP total, os pacientes gravemente desnutridos tiveram menos complicações não infecciosas e nenhum aumento concomitante em complicações infecciosas. 17 A Nutrição Clínica Pode Ajudar a Reduzir os Custos de Saúde Melhorando a saúde do paciente, a nutrição clínica reduz o uso de recursos de saúde, oferecendo benefícios econômicos decorrentes de internações hospitalares mais curtas, menos reinternações e redução de custos. A BAPEN realizou uma análise de custo do uso de SNO em hospitais no Reino Unido. Os dados foram extraídos de
4 ensaios clínicos randomizados (ECRs) de SNO em comparação com o tratamento padrão. Os resultados obtidos pela análise indicaram uma economia de custo líquido médio do uso de SNO de US$ * ( 849) por paciente, baseado nos custos diários de leitos hospitalares ou US$ 450 * ( 298) por paciente se calculados usando-se as taxas de 2 complicação., 6, 18 Outro estudo multicêntrico, randomizado e controlado revelou que quando a NE e a NP suplementar foram contraindicadas e a NP total perioperatória foi administrada, os custos podem ser reduzidos em US$ por cada complicação evitada. 19 Intervenção Precoce É a Chave de Resultados Melhores A NP precoce em pacientes em estado grave pode reduzir significativamente os custos totais de tratamento. A nutrição clínica introduzida nos estágios iniciais da desnutrição relacionada a doença tem um papel importante nos resultados do paciente e na qualidade do tratamento. 20 Nutrição Clínica Trata de um Problema Crescente na América Latina A desnutrição relacionada a doença é um problema sério no mundo inteiro, em países tanto desenvolvidos como emergentes. Em pacientes hospitalizados, em diferentes grupos e em contextos variados, a prevalência estimada da desnutrição relacionada a doença está na faixa de 30% na Europa, 2136% na China, 22 40% nos Estados Unidos 23 e até 50% na América Latina. 24 O uso de nutrição clínica é uma oportunidade vital para melhorar o atendimento e os resultados dos pacientes. * Cálculo baseado no câmbio de 1,5111 (Fonte: Bloomberg 09/01/15) Hiesmayr M, Schindler K, Pernicka E et al. Decreased food intake is a risk factor for mortality in hospitalized patients: The Nutrition Day survey Clin Nutr 2009;28(5): a. b. National Collaborating Centre for Acute Care (UK). Nutrition Support for Adults Oral Nutrition Support, Enteral Tube Feeding and Parenteral Nutrition. NICE Clinical Guidelines, No. 32 Londres a. b. MNI: Medical Nutritional International Industry. Oral Nutritional Supplements to tackle malnutrition. A summary of the evidence base. Terceira versão Pirlich M, Schutz T, Kemps M et al. Prevalence of malnutrition in hospitalized medical patients: impact of underlying disease. Dig Dis 2003;21(3): Kreymann KG, Berger MM, Deutz NE et al. ESPEN Guidelines on Enteral Nutrition: intensive care. Clinical Nutrition 2006;25(2): a. b. c. d. e. Heidegger CP, Berger MM, Graf S et al. Optimization of energy provision with supplemental parenteral nutrition in critically ill patients: A randomized controlled clinical trial. Lancet 2013;381(9864): Sobotka L, Wanten G, Camilo ME. Metabolic complications of parenteral nutrition. Em: Sobotka L, editor. Basics in Clinical Nutrition. Praga: Galen 2011: a. b. c. d. e. Waitzberg DL. Efficacy of nutritional support: Evidence-based nutrition and cost- effectiveness. Nestle Nutr Workshop Ser Clin Perform Programme 2002;7: a. b. c. Correia ML, Waitzberg DL. The Impact of Malnutrition on morbidity, mortality, length of hospital stay and costs evaluated through a multivariate model analysis. Clin Nutr 2003;22(3): a. b. Jie B, Jiang ZM, Nolan MT et al. Impact of nutritional support on clinical outcome in patients at nutritional risk: A multicenter, prospective cohort study in Baltimore and Beijing teaching hospitals. Nutrition 2010;26: a. b. Kennedy JF, Nightingdale JM. Cost savings of an adult hospital nutrition support team. Nutrition 2005;21: a. b. Alberda C, Gramlich L, Jones N et al. The relationship between nutritional intake and clinical outcomes in critically ill patients: Results of an international multicenter observational study. Int Care Med 2009;35: Martin CM, Doig GS, Heyland DK et al. Multicentre, cluster-randomized clinical trial of algorithms for critical-care enteral and parenteral therapy (ACCEPT). CMAJ 2004;170: Weijs PJ, Stapel SN, de Groot SD et al. Optimal protein and energy nutrition decreases mortality in mechanically ventilated, critically ill patients: A prospective observational cohort study. JPEN 2012;36: Strack van Schijndel RJ, Weijs PJ, Koopmans RH et al. Optimal nutrition during the period of mechanical ventilation decreases mortality in critically ill, long-term acute female patients: A prospective, observational cohort study. Crit Care 2009;13:R132. Ha L, Hauge T, Spenning AB et al. Individual, nutritional support prevents undernutrition, increases muscle strength and improves QoL among elderly at nutritional risk hospitalized for acute stroke: A randomized, controlled trial. Clin Nutr 2010;29: The Veterans Affairs Total Parenteral Nutrition Cooperative Study Group. Perioperative total parenteral nutrition in surgical patients. N Engl J Med 1991;325(8): Elia M, Stratton RJ, Russell C et al. The cost of disease-related malnutrition in the UK and economic considerations for the use of oral nutritional supplements (ONS) in adults. Redditch, BAPEN Eisenberg JM, Glick HA, Buzby GP, et al. Does perioperative total parenteral nutrition reduce medical care costs? JPEN 1993;17(3):
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