E AUTONOMIA DAS MULHERES
|
|
|
- Jorge Tavares Duarte
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 E AUTONOMIA DAS
2 Faz-se necessário identificar as organizações de mulheres artesãs e possibilitar a articulação das cadeias produtivas de artesanatos geridas por mulheres. o que orienta o Programa O desafio de superar a persistente desigualdade entre homens e mulheres no mundo do trabalho brasileiro tem levado o governo federal à realização de um conjunto de políticas públicas e ações sociais direcionadas para a redução dessa disparidade. O crescimento com geração de trabalho, emprego e renda, ambientalmente sustentável e redutor das desigualdades sociais é uma prioridade de governo e consiste também numa estratégia de desenvolvimento e combate à pobreza em longo prazo. Apesar da crescente participação das mulheres no mercado de trabalho, a desigualdade e a discriminação ainda persistem no âmbito da remuneração salarial e da ocupação, estando as mulheres majoritariamente ocupando funções com alto grau de precariedade. As mulheres, especialmente as negras, encontram-se nas ocupações mais vulneráveis do mercado de trabalho, com alto índice de informalidade e baixos rendimentos. A geração de trabalho e renda moldada no conceito de trabalho decente, com remuneração adequada e condições de liberdade, equidade e segurança, são elementos fundamentais para a autonomia econômica das mulheres, e condição básica para uma vida cidadã e igualitária. Nesse sentido, a viabilização da autonomia econômica das mulheres por meio do trabalho requer um investimento integrado a partir do fortalecimento de ações voltadas para as políticas de acesso ao trabalho e geração de renda, e também para o enfrentamento das desigualdades no mundo do trabalho.
3 As Conferências Nacionais de Políticas para as Mulheres, realizadas em 2004 e 2007, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, constituíram um marco na formulação de políticas públicas orientadas para a promoção da igualdade de gênero com ampla participação de mulheres representando diversos segmentos sociais e políticos. A concretização desse debate resultou na formulação dos Planos Nacionais de Políticas para as Mulheres, que definiram as diretrizes gerais da Política Nacional para as Mulheres, entre as quais o capítulo 1 Autonomia Econômica e Igualdade no Mundo do Trabalho com Inclusão Social. A promoção da autonomia econômica e financeira e a ampliação do acesso das mulheres ao mercado de trabalho, por meio do apoio ao empreendedorismo, associativismo, cooperativismo e comércio são prioridades do referido capítulo, e o apoio técnico e financeiro a projetos de geração de emprego, trabalho e renda consiste no principal meio de execução das ações previstas. a integração entre produção artesanal e atividades turísticas permite lançar um novo olhar para a ampliação da igualdade de oportunidades de gênero Com vistas a alcançar êxito nesse conjunto de prioridades, é necessária uma articulação entre governo e sociedade civil que seja direcionada para o desenvolvimento sustentável local, o fortalecimento organizacional e o empoderamento das mulheres, atendendo de forma prioritária as mulheres mais pobres. O setor produtivo artesanal brasileiro possui um grande potencial de geração de trabalho e renda na medida em que é capaz de envolver um conjunto de arranjos produtivos locais, articulações e redes de economias empreendidas por mulheres e/ou associações de mulheres.
4 A formulação de políticas em torno do trabalho de produções artesanais deve considerar o desenvolvimento endógeno, a sustentabilidade, a cultura e a memória local dos territórios que viabilizem o empoderamento das mulheres no âmbito das relações de trabalho, bem como iniciativas que fortaleçam sua autonomia econômica e financeira. Da mesma forma, a criação de estímulos às iniciativas públicas e privadas, com a captação de investimentos para as atividades turísticas também oferece uma gama de oportunidades para a articulação de políticas de geração de trabalho e promoção da autonomia de mulheres por meio do trabalho artesanal. A implementação de políticas que contemplem uma articulação entre o trabalho artesanal de mulheres e o desenvolvimento do turismo local consiste num desafio para as políticas de geração de ocupação, trabalho e renda que tenham como prioridade a o empoderamento e o apoio aos processos de organização e qualificação das mulheres. Dessa forma, a integração entre produção artesanal e atividades turísticas permite lançar um novo olhar para a ampliação da igualdade de oportunidades de gênero, e envolve amplas relações intersetoriais, visando, sobretudo, a autonomia econômica das mulheres por meio do incentivo à formação e ao fortalecimento de associações e cooperativas voltadas para o trabalho artesanal na perspectiva de gênero, da economia solidária e valorização das culturas locais brasileiras. Para tanto, faz-se necessário identificar as organizações de mulheres artesãs e possibilitar a articulação das cadeias produtivas de artesanatos geridas por mulheres no intuito de fortalecer as políticas de igualdade de gênero no âmbito do trabalho, incentivo ao turismo, ao desenvolvimento sustentável e à preservação das culturas locais. O Programa contará com uma ação conjunta entre a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Governos dos Estados e dos Municípios, por meio das Secretarias/Coordenadorias da Mulher, Secretarias do Trabalho e do Turismo ou correlatas, com atuação prevista para o território nacional em articulação com o Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra as Mulheres.
5 Fortalecer as políticas públicas de incentivo ao turismo local, por meio da formulação de estratégias para o setor produtivo artesanal que garantam a autonomia econômica e o papel protagonista de mulheres artesãs, no mercado de trabalho, na perspectiva da igualdade de gênero, da identidade cultural regional e da preservação sócio - ambiental. Fortalecer as capacidades institucionais responsáveis pela formulação, implementação e monitoramento de políticas e programas voltados à criação de oportunidades de trabalho e renda, combate à pobreza e a violência doméstica, tendo por pressuposto o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres PNPM, as ações previstas no Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e o Plano Nacional de Turismo. Contribuir para o empoderamento de mulheres pobres e extremamente pobres, integrando ações que possam fortalecer a sua cidadania e autonomia econômica e financeira. Incentivar e fortalecer a produção e comercialização de artesanatos produzidos por mulheres nos corredores turísticos locais, na direção autônoma e coletiva. Estimular a organização de mulheres artesãs por meio da qualificação social e profissional, com vistas a habilitá-las à ocupação, na perspectiva da economia solidária. E AUTONOMIA AUTONOMIA DAS DAS O Programa emitirá um selo (label) com a identificação de cada autora/artesã e informações a respeito do tipo de artesanato, das técnicas utilizadas, do trabalho realizado e sobre o Projeto. O selo de origem também irá contribuir para o reconhecimento, a valorização e o desenvolvimento da produção Objetivo Geral Objetivos Estratégicos Selo de Origem artesanal feminina, bem como para tornar visível o trabalho e a cultura local das próprias artesãs. Público Prioritário O Programa tem como prioridade atender mulheres rurais e indígenas, com baixa-renda, pouca escolaridade, em situação de risco social e vulneráveis à violência doméstica. Estratégias de Ação Considerando os objetivos do Projeto, faz-se necessário traçar estratégias para a implementação das ações previstas: Articulação de redes que operam nos territórios priorizados (organismos institucionais de políticas para mulheres e de desenvolvimento turístico, grupos, organizações de mulheres, organizações de auto-gestão e demais instituições relacionadas a micro e pequenas empresas). Inclusão de gestoras, gestores e técnicos/as que atuarão na execução das ações previstas nos processos de formação e capacitação inerente ao Projeto, tendo em vista o efeito multiplicador de suas ações.
6 Realização de processos de sensibilização e mobilização sob a perspectiva de gênero nos espaços de atuação onde serão realizadas as discussões sobre empreendedorismo, associativismo e cooperativismo e seus impactos nas localidades, considerando tanto o espaço público como também o doméstico. Atuação direta ou por meio da intermediação das Secretarias de Trabalho, Turismo e correlatas, no sentido de fortalecer a ação local no provimento de serviços públicos que facilitem o cotidiano da população, em especial das mulheres, no que se refere à sua inserção no mundo do trabalho e do turismo. Implementação do Projeto Fase I Estudo / Reconhecimento do Universo do Programa Levantamento e definição dos espaços geográficos prioritários face à conjugação/interseção das ações das instituições parceiras. Levantamento da existência de organizações de mulheres artesãs e de organizações de mulheres e feministas nas áreas priorizadas. Reconhecimento das redes de desenvolvimento turístico local. Realização de estudos das possibilidades dos mercados turísticos locais e regionais. Identificação da demanda por produtos artesanais associados ao turismo na região. Estudo das questões ambientais para fomento à produção artesanal tendo em vista a utilização de matéria prima local na produção. Estudos sobre a possibilidade de criação de nova linha de produtos e/ou de qualificação dos produtos já existentes. Adequação de cursos de formação e qualificação profissional voltados para a produção artesanal no sentido de inserir a perspectiva de gênero e da economia solidária em seus conteúdos. Fase II Implementação das ações Realização de oficinas/ cursos de formação e qualificação social e profissional para mulheres artesãs em locais definidos. Formação e capacitação voltadas para o estímulo às organizações coletivas de mulheres artesãs (associações e cooperativas), bem como para o acesso às linhas de crédito especiais. Acompanhamento da rota comercial e turística a ser percorrida pelos produtos gerados. Emissão do Selo de Origem para certificar as peças artesanais produzidas e suas autoras/artesãs correspondentes. Elaboração de catálogo com os produtos desenvolvidos. Fase III Consolidação, sustentabilidade e multiplicação Nesta fase, a coordenação do Projeto, em conjunto com as entidades parceiras, promoverá oficinas de avaliação e integração no sentido de elaborar documentos para reorientação das ações, que deverão incluir estratégias de difusão e replicação em outros estados, tendo como base o processo de monitoramento e avaliação da execução das ações previstas.
7 E AUTONOMIA DAS CONTATOS Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres Presidência da República Via N1 Leste s/n - Pavilhão das Metas, Praça dos Três Poderes Zona Cívico Administrativa CEP: Brasília DF Fones: (55 61) Fax: (55 61) [email protected] Central de Atendimento à Mulher Ligue 180 UM PAÍS DE TODOS E TODAS
O QUE ORIENTA O PROGRAMA
O QUE ORIENTA O PROGRAMA A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres estabeleceu um diálogo permanente com as mulheres brasileiras por meio de conferências nacionais que constituíram um marco na
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Apresentação de propostas e formalização de Convênios com a SPM - PR Vitória, maio de 2011 Secretaria de Políticas para as Mulheres Criada
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária Constituição do Brasil O que é SCJS Uma Estrategia De Reconhecimento e
AS POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E O PLANO PLURIANUAL
AS POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E O PLANO PLURIANUAL 2012-2015 Brasília DF Julho de 2011 1 A Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial e a SEPPIR Essa Política tem como objetivo principal
Responsabilidade Social
Responsabilidade Social Ao assumir conceitos de promoção da saúde e do desenvolvimento social, da difusão do conhecimento científico e tecnológico e, ainda, ser um agente da cidadania, a Fiocruz se caracteriza
Política Territorial da Pesca e Aquicultura
Política Territorial da Pesca e Aquicultura Esplanada dos Ministérios, bloco D, CEP 70.043-900 - Brasília/DF Telefone: (61) 3218-3865 Fax (61)3218-3827 www.mpa.gov.br [email protected] APRESENTAÇÃO
PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.
DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015
Correios NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015 DESTINO: Vice-Presidência de Gestão de Pessoas ASSUNTO: Programa Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos Subtítulo 1 Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos
ECONOMIA CRIATIVA E DESENVOLVIMENTO. Cláudia Leitão Rio de Janeiro, 10 de junho de 2011
ECONOMIA CRIATIVA E DESENVOLVIMENTO Cláudia Leitão Rio de Janeiro, 10 de junho de 2011 ECONOMIA CRIATIVA BRASILEIRA: 4 PRINCIPAIS DESAFIOS OS 4 GRANDES DESAFIOS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL 1º DESAFIO:
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras
SÚMULA: Cria o Programa Municipal de Economia Solidária, e dá outras providências
Lei nº 10.523/2008 1 LEI N o 10.523, DE 28 DE AGOSTO DE 2008. SÚMULA: Cria o Programa Municipal de Economia Solidária, e dá outras providências A CÂMARA MUNICIPAL DE LONDRINA, ESTADO DO PARANÁ, APROVA
EDITAL 01/2017 EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO DE PROJETOS DE EMPREENDIMENTO DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
APRESENTAÇÃO EDITAL 01/2017 EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO DE PROJETOS DE EMPREENDIMENTO DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA A Cáritas é um organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
A Importância Estratégica dos ODS e Exemplos de Sucesso na Implementação. 20ª Semana do Meio Ambiente FIESP São Paulo, 7 de junho de 2018
A Importância Estratégica dos ODS e Exemplos de Sucesso na Implementação 20ª Semana do Meio Ambiente FIESP São Paulo, 7 de junho de 2018 1 Agenda 2030 Oportunidades e Desafios Até 2030 o Brasil e outros
Plano Nacional de Turismo
Plano Nacional de Turismo 2011-2015 Conceito Conjunto de diretrizes, metas e programas que orientam a atuação do Ministério do Turismo, em parceria com outros setores da gestão pública nas três esferas
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO /2011
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO 48.598/2011 QUALIDADE NO ATENDIMENTO E DIVERSIDADE PROFª FRANCIELE RIEFFEL @franciele.rieffel Questão 1 O Decreto nº 48.598, de
Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola.
Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola. Willi Haan Fundação Friedrich Ebert - Angola Abril de 2005 Um Projeto Nacional de Desenvolvimento que
GERENCIA DE APOIO À ECONOMIA SOLIDÁRIA, CRIATIVA E APLS
GERENCIA DE APOIO À ECONOMIA SOLIDÁRIA, CRIATIVA E APLS 1 Organograma da SEMPTQ Secretaria da Micro e Pequena Empresa Trabalho e Qualificação SECRETARIO DA SEMPETQ Carolina Soares SECRETARIA EXECUTIVA
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito
Plano Nacional de Extensão Universitária
Plano Nacional de Extensão Universitária Princípios Básicos Assumir mais veementemente a posição de uma universidade voltada para os interesses e as necessidades da maioria da população requer a retomada
2.1. Subcoordenador Técnico Operacional (Código STO) 1 vaga Atribuições:
PRORROGAÇÃO DO EDITAL PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS PROJETO CVDS Manaus, 24 de Novembro de 2014. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO O Centro Vocacional para o Desenvolvimento Sustentável (CVDS), trata-se de um projeto piloto
ENFERMAGEM PROMOÇÃO DA SAÚDE. Aula 6. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM Aula 6 Profª. Tatiane da Silva Campos PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014 Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Art. 11. Compete às esferas federal, estaduais, do
Renata Thereza Fagundes Cunha
ODS 5 - EMPODERAMENTO DAS MULHERES TRBALAHO E VALORIZAÇÃO Reunião EP Educando para a Sustentabilidade Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial CPCE Renata Thereza Fagundes Cunha Assessoria de Projetos
Órgão Ministério do Turismo (MTur) Representação Efetiva Câmara Temática de Turismo Sustentável e Infância do CNT Representante Ana Paula de Siqueira
T U R I S M O Órgão Ministério do Turismo (MTur) Representação Efetiva Câmara Temática de Turismo Sustentável e Infância do CNT Representante Ana Paula de Siqueira Assessora Secretaria Geral da CNC Ações
COMERCIALIZAÇÃO NO ÂMBITO DA ECONOMIA SOLIDARIA
COMERCIALIZAÇÃO NO ÂMBITO DA ECONOMIA SOLIDARIA Secretaria Nacional de Economia Solidária Ministério do Trabalho e Emprego Seu tamanho no Brasil 21.859 EES 1,7 Milhão de Pessoas 2.934 municípios (52%)
Plano Nacional de Trabalho Decente -
Plano Nacional de Trabalho Decente - PNTD Ministério do Trabalho e Emprego Setembro de 2009 Trabalho Decente Contar com oportunidades de um trabalho produtivo com retribuição digna, segurança no local
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL A ação humana sobre a natureza faz parte da história da civilização. Neste inicio de século, porém, a consciência sobre os impactos desta intervenção tem adquirido
Cooperativismo Social no Brasil: Conceitos, Desafios e Propostas
Cooperativismo Social no Brasil: Conceitos, Desafios e Propostas LEONARDO PINHO COORDENADOR COOPERATIVISMO SOCIAL UNISOL BRASIL DIRETOR DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SAÚDE MENTAL (ABRASME) EXECUTIVA DA REDE
Relações raciais e educação - leis que sustentaram o racismo e leis de promoção da igualdade racial e étnica 23/06
Relações raciais e educação - leis que sustentaram o racismo e leis de promoção da igualdade racial e étnica 23/06 Bel Santos Mayer Vera Lion Políticas de Promoção da Igualdade de oportunidades e tratamento
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição
PLANO DE TRABALHO 2011
Unidade Temática do Turismo Apresentada pela cidade Porto Alegre 1) Introdução PLANO DE TRABALHO 2011 Fortalecer o turismo internacional é um trabalho prioritário que deve ser cada vez mais consolidado
ADVERTÊNCIA. Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União. Ministério da Saúde Gabinete do Ministro
ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.311, DE 23 DE OUTUBRO DE 2014 Altera a Portaria nº 2.866/GM/MS, de 2 de
A organização da ECO-92 foi solicitada pela resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas (dezembro, 1989);
A organização da ECO-92 foi solicitada pela resolução da Assembléia Geral das Nações Unidas (dezembro, 1989); Essa reunião mundial (CNUMAD - 92) foi organizada para elaborar a estratégia para deter e reverter
DIREITOS HUMANOS. Política Nacional de Direitos Humanos. Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades. Profª.
DIREITOS HUMANOS Política Nacional de Direitos Humanos Profª. Liz Rodrigues - Eixo Orientador III: Universalizar direitos em um contexto de desigualdades: - a) Diretriz 7: Garantia dos Direitos Humanos
Aprimoramento do Programa diante dos avanços da cobertura e da qualificação da
1. Redesenho do PETI Fortalecer a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil por meio de ações estratégicas intersetoriais voltadas ao enfrentamento das novas incidências de atividades identificadas
Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas
Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas Plano deve ser visto como uma marca que explicita o compromisso com a intrínseca
Ministério da Integração Nacional Secretaria de Desenvolvimento Regional. Plano Brasil Fronteira Sugestão de estrutura, visão, foco e prioridades
Ministério da Integração Nacional Secretaria de Desenvolvimento Regional Plano Brasil Fronteira Sugestão de estrutura, visão, foco e prioridades Marcelo Giavoni Brasília, 04 de julho de 2012 Referências
LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL
LEI Nº. 1.282/2013 Ementa: Institui o Plano Plurianual do Município de Ouricuri para o período de 2014 a 2017. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE OURICURI/PE, no uso de suas atribuições legais, faz saber que A
NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD
SEMINÁRIO SINDICAL SOBRE O PLANO NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD Paulo Sergio Muçouçah Coordenador dos Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes Escritório da OIT no Brasil Roteiro da apresentação
ENFERMAGEM PROMOÇÃO DA SAÚDE. Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014 Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Art. 5º São diretrizes da PNPS: I - o estímulo à
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade
Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional
AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA A JUVENTUDE. Laís Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, 27 de junho de 2012
AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA A JUVENTUDE Laís Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, 27 de junho de 2012 Esquema da apresentação A. Por que uma agenda de trabalho decente
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E RENDA
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E RENDA COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO ORGANIZADORA Secretaria Estadual de Trabalho e Renda Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico
APLs como Estratégia de Desenvolvimento
APLs como Estratégia de Desenvolvimento Os Núcleos Estaduais de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais: Estrutura, Parceiros e Compromissos com o Desenvolvimento Fabiany Made e Vellasco Coordenação Geral
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL 5 Tópicos da apresentação Menu 2 01 02 03 04 05 INTRODUÇÃO METODOLOGIA UTILIZADA DIAGNÓSTICOS PLANO ESTRATÉGICO PRÓXIMOS
AGENDA ESTADUAL DO TRABALHO DECENTE
AGENDA ESTADUAL DO TRABALHO DECENTE Segundo definição da OIT, Trabalho Decente é um trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade e segurança, capaz de garantir uma vida
X CONFERÊNCIA DA RIICOTEC. Assunção, Paraguai
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República X CONFERÊNCIA DA RIICOTEC 22 a 24 Setembro 2010 Assunção, Paraguai DA NECESSIDADE AOS DIREITOS NAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
RESOLUÇÃO CNAS Nº 27, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011
RESOLUÇÃO CNAS Nº 27, DE 19 DE SETEMBRO DE 2011 Diário Oficial da União nº 181, 20 Setembro 2011 (terça-feira) Seção 1 Pág. 95/96 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Conselho Nacional
OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO
OTUNIDADES DE FINANCIAMENTO 2014-2020 Instituto de Investigação e Formação Avançada UNIVERSIDADE DE ÉVORA, 19.02.2014 Programa Operacional Regional do Alentejo Domínios Temáticos Competitividade e Internacionalização
ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL (PMDRS) DE TAQUARA a 2037
ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL (PMDRS) DE TAQUARA - 2017 a 2037 No sul do Brasil, os pequenos e médios municípios com até 50 mil habitantes representam um alto percentual
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução Sociedade da Informação - Nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades. 2 Introdução Como essa
Estratégias e desafios de implementação dos ODS: o olhar da Comissão Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Presidência da República Secretaria de Governo Secretaria Nacional de Articulação Social Estratégias e desafios de implementação dos ODS: o olhar da Comissão Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO. x1 1 x x x. x1 x x x
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO 77. Tendo em vista a construção do PNE e do SNE como política de Estado, são apresentadas, a seguir, proposições
Carta de Manaus. 1 Estratégia Brasileira das Cidades Históricas Turísticas e Patrimônio Mundial
Carta de Manaus As cidades brasileiras reconhecidas pela Unesco como Patrimônio Mundial Cultural e Natural, assim como as cidades que possuem bens culturais tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico
Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento
Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semi-árido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território
MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CARTA
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos [...] devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. (art.
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos [...] devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. (art. I, da DUDH) 1- Introdução: Por que a educação em matéria
PROPOSTAS APROVADAS NA 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA. EIXO 1 Implementação do Sistema Municipal de Cultura/Sistema Nacional de Cultura
PROPOSTAS APROVADAS NA 3ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA EIXO 1 Implementação do Sistema Municipal de Cultura/Sistema Nacional de Cultura Foco: Impactos da Emenda Constitucional do SNC na organização
Ministério de Minas e Energia Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral. APLs de Base Mineral Experiências Nacionais
Ministério de Minas e Energia Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral APLs de Base Mineral Experiências Nacionais Belém 3 de abril de 2012 Políticas Públicas de apoio ao desenvolvimento
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Programa Bolsa Família Brasil na América do Sul População: 175 milhões Área: 8.514.215,3 km² 26 estados e DF 5.562 municípios População pobre: em torno
Plano Estratégico
Plano Estratégico 2016-2019 Objetivos Estratégicos e Metas Revisão - Decreto 8.788 de junho/2016 Objetivos, Descrições e Conceitos Apex-Brasil Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos PRESIDENTE André Marcos
Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados
Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Proteção Social para todos/as os/as brasileiros/as II Plano Decenal - 2016/2026 CARACTERÍSTICAS DOS PLANOS São técnicos e políticos;
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO -
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - 1. Número e Título do Projeto: BRA 09/004 - Aprimoramento
